Linhagens e Amizades

29 Capítulo 29 - Tempos de Guerra (Parte 2)


Notas iniciais
Gente... com o Nyah! fora eu escrevi três capítulos... vou colocar mais esse e À tarde tento vir aqui para postar outro... beijos! Espero que gostem!

Em Konoha, a Hokage e o Kazekage estavam discutindo o assunto que fez Gaara abandonar Naruto durante a viagem dos dois.



- Não pode ser coincidência. Já pensei em várias possibilidades, mas todas apontam para o mesmo caminho...



Tsunade mantinha os olhos fixos num ponto indeterminado e as mãos apoiadas sobre a mesa. O ar estava pesado no local, eram muitos os problemas que Konoha tinha em vista naquele momento... o que menos precisavam era de uma distração a mais. Ainda mais uma como aquela que se apresentava.


- Agora que me trouxe esses novos fatos, sou obrigada a concordar, Gaara-sama. E não sabe o quanto isto me pesa.


- Sei sim. Afinal, isto acaba por afetar diretamente Suna.



A Godaime observou o jovem Kazekage com certo orgulho. Sabia qual seria sua posição sobre o que falaria a seguir, mas ainda assim fez o questionamento:



- E por quê?



Gaara permanecia em silêncio, calmo, mas a Hokage pôde perceber nele um brilho diferente no olhar.



- O que afeta Konoha, afeta Suna. Somos aliados Hokage-sama e não volto atrás em meu posicionamento. Todos os recursos de minha vila estão à disposição.


- É reconfortante saber disso. As coisas não andam bem em Konoha... e mesmo sendo uma das maiores nações shinobis, precisamos do apoio dos amigos, dos verdadeiros amigos. Mas entendi muito bem as intenções da Pedra ao me pedirem uma ajuda para um ritual que estão treinados e capacitados para realizar...


- Queriam avaliar a força da elite de Konoha — completou Gaara.



Os dois permaneceram num silêncio cúmplice. Na mente de ambos, imagens distintas de um conflito iminente. Tsunade, mais experiente, sabia a destruição que um conflito com três das grandes nações shinobi poderia causar à Konoha. Gaara ponderava até que ponto o isolamento de sua Vila daria algum benefício no conflito. Experiências de um passado não muito distante mostraram que Suna tinha pontos fracos em sua defesa: por ter apenas uma única entrada entre um paredão de rochas era fácil sitiá-la, depois de ter passado pelas defesas da fronteira. Mas o jovem Kazekage, acima de tudo, confiava em seus subordinados e acreditava que a necessidade de proteger aqueles que amavam seria o suficiente para gerar nas pessoas uma determinação tão grande quanto a que ele sentia naquele momento.



- Antes de tudo, é necessário termos certeza de que as outras três Vilas estão realmente com esta intenção...


- Entendo seu receio, Tsunade-sama... mas não está bem óbvio? A Névoa atava Konoha fazendo-se passar pela Areia, isto por duas vezes... a Pedra inventa uma missão qualquer para conhecer um pouco mais do poderio de Konoha e a Nuvem... por várias vezes mostrou-se adepta às políticas da Névoa... então... ainda há o que duvidar?



Realmente, Tsunade não podia enganar-se mais. O desejo de que aquilo tudo fosse um engano e que assim pudessem resolver os outros problemas pendentes eram tão grandes que...



- Mas é exatamente isto!



Gaara observou-a surpreso. O que ela teria entendido? Pareceu-lhe que a resposta viria antes mesmo da indagação terminar...



- Gaara-sama... que melhor maneira de destruir Konoha, que não seja voltando o restante das Vilas contra nós?


- Realmente... mas minha dúvida que não parece ter resposta é: quem está liderando o ataque?


- Algo me diz que tenho a resposta. Por favor, sente-se novamente. A história é longa.



Ele não sabia como, mas quando tinha que falar com Itachi, um ponto entre as divisas do País do Fogo era o local combinado para aguardar por um contato com ele, mas Itachi sempre sabia como localizá-lo. Naruto não gostava disso, não achava certo desconhecer o esconderijo dele, mas até que entendia as razões dele. Mas naquele momento, sua mente divagava ainda na figura de uma garotinha pendurada na parede do esconderijo dos Uzumaki. Ele não tinha dúvidas, mas queria entender os motivos, as razões. Sempre se sentiu tão sozinho e quando soube que os pais haviam realmente morrido, mesmo sabendo suas identidades, esse sentimento só aumentou.


E agora ele descobria que a irmã mais nova de sua mãe esteve o tempo todo viva... provavelmente ciente da existência dele todo esse tempo e ainda assim preferiu ignorá-lo. Isso fazia o sangue do jovem jounin ferver sem parar.


Já aguardava impacientemente... por horas... pensava em Hinata sozinha e em como deveria estar preocupada, nesses momentos vacilava e quase voltava. Contudo, precisava daquelas respostas, e teriam que ser dadas a ele naquele momento.


Já quase noite do dia seguinte, conseguiu sentir o chakra de alguém se aproximando, observando atentamente o local. Geralmente Itachi gostava de surpreender as pessoas e chegar sem ser notado, mas não foi assim desta vez. Isto porque não era ele quem vinha ao seu encontro...



- Nayuri... — sibilou entre os dentes.



A figura da kunoichi ficou de frente à sua, misteriosa em seu uniforme totalmente coberto.


- Itachi-sama pediu-me para atender seu chamado, pois tinha outros assuntos a tratar — A voz quase servil não o impressionava mais... ele já tinha visto o quanto podia ser arisca, visivelmente não gostava de receber ordens dele.


O temperamento de Naruto nunca foi do tipo de escutar primeiro... então quando ele finalmente se pronunciou, o tom amarguradamente furioso atingiu-a em cheio.



(Essa parte da fic é Narrada pela Nayuri-nee-chan)



Tinha algo de diferente nos olhos dele. Não, não eram os olhos da raposa, nem tampouco o azulado comum que tanto lembrava os do pai. Era algo ainda mais... irritante. Por mais que estivesse ansiosa para este encontro, não posso dizer que me senti aliviada por ele finalmente estar acontecendo. Isto porque ele estava sob os auspícios de Madara...



- Por quê?



Honestamente, não entendi. Nem da primeira, nem da segunda... e de tantas outras vezes que ele repetiu a mesma coisa.



- O que quer dizer?



O tempo era tão curto e ainda estava perdendo-o com besteiras... não era hora disso.



- Você poderia ter ao menos me dito quem era... já ficaria feliz em saber que não sou o último Uzumaki! — ele se dirigia a mim ferozmente, como se desejasse arrancar a verdade à força.



Tive que raciocinar rapidamente. Não estava preparada para aquilo... embora soubesse que um dia ele descobriria a verdade, sempre achei que seria eu a contá-la. Droga, lá se foi o elemento surpresa.



- Você não é o último Uzumaki. Eu sou.



Ele me olhou consternado desta vez, confuso em seus pensamentos, tentando entender o que tinha dito. Mas não era nada além da verdade.



- Como assim? Eu sou Uzumaki Naruto... sou filho de Uzumaki Kushina e Namikaze...



Como ele se atrevia?



- Não encha a boca para falar de minha irmã! Você é filho dele... você é como ele... você é um Namikaze, nada além.


- Do que você está falando?



Retirei devagar minha máscara e fiquei de frente para ele. Precisava causar o maior impacto possível. Se ele sabia quem era a mãe, certamente já teria visto alguma imagem dela e, ao julgar pelo olhar assustado que ele me demonstrava agora, provei como correta minha teoria.



- Mas você...


- Sim — interrompi-o — EU sou uma Uzumaki... sou como todos na minha família: Cabelos avermelhados, íris roxa... pele alva. Você é uma cópia do seu pai, nada mais. Portanto, você não é um Uzumaki. E por este motivo nunca o reconheci como tal, Nem o farei.


E como para provar minha antiga teoria de que ele seria facilmente derrotado por Madara, sem a necessidade de todo aquele plano, ele avançou em minha direção, desferindo golpes de um taijutsu mediano, seus golpes mais baseados em sua força que na habilidade de executá-los. Desviá-los era extremamente fácil. Quando ele fez oito cópias de si mesmo, nada mais demonstrou que sabia controlar o mínimo de seu enorme chakra, vindo de minha família... mas ainda assim não era esperto o bastante.



- Você quer saber como se fazem cópias? Pois bem... Mizu Bushin no Jutsu! Tajuu Kage Bushin no Jutsu!



Quando se viu cercado de clones meus, ainda assim ele não desistiu, repetiu a técnica, criando um número tão grande quanto os meus, contudo...



- Henge no Jutsu!



Definitivamente ele não esperava que transformasse meus clones de água e minhas cópias em cópias... dele! Imediatamente ordenei que os Bushins atacassem e como esperei, ele não sabia fazer a distinção dos deles e dos meus... tolo engano. Uma massa de chakra tão grande e nem ao menos consegue identificar a si mesmo... e ainda por cima lutando no meio dos clones... por todos os Kages, quem fez o treinamento deste garoto?



Já estava na hora de terminar com aquilo, fiz alguns selos e estava pronta para dar-lhe um corretivo, quando me surpreendi ao vê-lo correr para adiantar-se à minha técnica...


Mas aquilo era impossível... Naruto domina apenas o Fuuton...



- Katon Goukakyuu no Jutsu!



Ele lançou um Katon contra o meu! Desde quando esse pirralho sabe utilizar a kg da família? Mas ele ainda não era páreo para mim, concentrando-se apenas nesse ataque, não consegui ver minhas shurikens escondidas sob o fogo... era uma combinação de ataques que mesmo me exigindo muito chakra, nunca me deixou na mão.


Quando o fogo dissipou, vi o corpo dele no chão, bastante machucado, mas apenas por um instante, ele não desistia fácil realmente...



- Não vou desistir... até que você me reconheça!



Apoiando o corpo no chão, foi se erguendo novamente, mas não precisava provar nada para mim.



- Não perca seu tempo garoto...para mim, você não é nada mais que um...


- Vamos lá, fale logo! Diga o que realmente pensa de mim!



Sentia aqueles olhos cravados com fúria em mim. Mesmo reconhecendo a figura de Kushina tão próxima a ele, o garoto não se deixava intimidar, não como pensei fazer.



- Quando eu vi sua foto no esconderijo realmente fiquei satisfeito por ter alguém da minha família vivo! Saber que não era o único me deu um novo ânimo... mas você nunca me viu como um... nunca foi atrás de mim, com certeza sabia da minha existência e me abandonou. Ao final de tudo, sempre fui mesmo um abandonado, como pensava quando era pequeno.


- Não faça dramas e...



Só então me dei conta do que ele tinha falado... esconderijo?



- Você esteve lá? — Agora quem estava com os olhos furiosos, certamente seria eu.


- Sim.



Tive que usar de todo o meu auto-controle para não finalizar a situação ali. Como ele se atreveu a...? Para piorar, fez questão de me provocar:



- E vi minha mãe... agora sei que quem cuidou dela foi você. As duas são tão parecidas... mas posso ver que apenas na aparência. Minha mãe nunca teria me abandonado.



Esbofeteei-o com toda força e rancor. Quem ele pensa que é para falar de sofrimento? Por um acaso ele viu todos os seus morrerem diante dos seus olhos? Ou quem sabe perder a única pessoa que realmente te reconhecia... ser trocada por uma vida distante e longe de todos... apenas por uma fixação e...


- Somos os dois abandonados... minha irmã me trocou por um bastardo de Konoha... por um traidor de nascimento... cuja mãe tão covarde não teve coragem em enfrentar as consequências e perder seu "precioso"! — Estava aos berros, parecia que finalmente tinha encontrado a pessoa que merecia ouvir todos os meus anos de sofrimento... ou melhor aquele que causou todos os sofrimentos.


Ele permanecia calado, estranhamente me observando, numa atitude que não era típica dele. Não queria que ficasse me fitando assim... deixei-me descarregar todos os segredos e angústias, gritando aos quatro cantos que por mim tudo seria diferente, se minha irmã não tivesse nos abandonado... a cachoeira poderia estar de pé ainda. Isto foi uma coisa que sempre mantive como certo, embora soubesse que mesmo ela sendo poderosa, não seria suficiente, mas ainda assim nutria essa fantasia infantil.


Não sei quanto tempo falei... apenas me vi exausta no final, a ponto de precisar procurar um local para sentar e descansar o corpo. Parecia que me libertar de alguns demônios ou até mesmo exibí-los era uma tarefa das mais exaustivas.


E o rapaz permanecia me observando... como se aquela história fosse uma cantiga de ninar cantada e contada para embalar os sonos dos pequenos... uma história de terror, que dizia para as crianças serem boazinhas, do contrário coisas terríveis poderiam acontecer com elas ou com aqueles que amavam.


O rosto dele estava machucado... mas não tanto quanto meus sentimentos.



- Ojisan... — Ele parecia saborear a palavra com um gosto espetacular... como se toda a vida esperasse por aquilo, poder ter alguém próximo o suficiente para tratar carinhosamente — Você não foi a única a ser abandonada... no final, ela voltou para proteger você, não?



O que era aquilo... ele estava me consolando?



- Não faça isso, nem tente.


- O que?


- Me manipular... ninguém faz isso.


- Não estou fazendo... estou apenas tentando mostrar o que ela largou para ir proteger a irmã... afinal, por mais que você não goste... eu era filho dela... e muito pequeno... mesmo assim, ela foi proteger a irmã, os pais... os amigos... tenho muito orgulho dela. Depois que entendi o motivo dela ter partido... minha raiva diminuiu... na verdade, transformou-se em admiração. Saber que sou filho de pessoas que sacrificaram tudo que tinham por algo maior... para proteger aqueles que amavam. Essa foi a maior prova de amor que poderia receber.



Um enorme silêncio se fez. Aproximei minhas mãos devagar ao rosto dele, que fechou os olhos para receber um carinho tão esperado.


"Suirou no Jutsu!"


E então ele estava preso e completamente indefeso, envolto por uma bolha de água tão fortemente preparada... perceber a mudança de expressão no rosto dele foi no mínimo... interessante.


Mantive meus olhos fixos nele, com uma das mãos esticadas, controlando o jutsu feito tão cuidadosamente, perfeitamente. Escutei uma voz atrás de mim, afinal, jamais estive ali sozinha.



- Muito bem Nayuri-chan... se eu tivesse um coração, ele estaria tocado nesse momento.



Madara pensa, apenas pensa, que me engana. Uma das minhas maiores qualidades como shinobi é perceber alterações de chakra... uma vez que me dei conta da presença dele, as coisas se complicaram. Sentia o rosto de Naruto perder a cor e não compreender a situação, querendo gritar, mas sem sair som algum, ficando restrito a observar os olhares trocados entre a figura de quem ele pensava ser Uchiha Itachi e eu. Que tolo, ainda não se deu conta do que realmente está em jogo aqui...



- Você não está satisfeita?


- Claro que não... — mantinha a expressão impassível de antes.


- Nayuri, precisamos dele ao nosso lado... não contra nós...


- Madara-sama... por que não o mata logo e acabamos com isso? Ele está aqui, completamente sem chance de se defender.


- Nayuri... se ele morrer, a Kyuubi fica encerrada no corpo dele para sempre. Você sabe disso. Ela precisa ser retirada com ele ainda vivo e para que ela seja completamente submissa a mim, temos que aguardar até que a criança venha ao mundo.


- Mas Madara-sama...



Ele então aproximou-se de mim e colocou as mãos sobre minha barriga, os olhos vidrados numa expectativa sem fim.


- Acalme-se Nayuri... Faltam apenas alguns meses para que tudo esteja no momento certo...



Forcei-me a sorrir, afinal eu era uma serva obediente.



- Fico feliz em ser instrumento útil para meu senhor.


- Esse será o primeiro minha querida, apenas o primeiro... Agora por favor, termine com isso... Que eu preciso arrumar essa bagunça, antes que seja tarde demais.


- Certo... posso antes fazer alguma coisa?


- Contanto que ele não morra, pode.



Senti uma pontada imensa de satisfação. Afinal, era sempre muito solícita e obediente, era minha recompensa... fechei a mão que dominava o jutsu lentamente e uma nova cor de chakra envolvia a bolha de água que prendia um Naruto quase sem ar. Era de cor negra, meu segundo chakra, tão poderoso e incontrolável, que só usava quando o objetivo era realmente matar, mas matar com requintes de crueldade.


Madara me observava atentamente e curioso, tentando imaginar o que faria a seguir.


- Mizu Kyuu !


Enquanto minha mão se fechava, a prisão era compactada mais e mais, sufocantemente, sofregamente, lentamente. A expressão de dor dele inundava meus olhos fartos em ver aquela cena. Quando já estava quase na metade do jutsu, abri a mão num movimento displicente, fazendo o então suspenso corpo de Naruto tombar violentamente no chão.



- Jutsu novo?


- Nada demais — dei de ombros, como se não fosse nada importante — Uma variação do Caixão de Areia do antigo hospedeiro do Shukaku, mas com o elemento água...


- Interessante... mas deixe-me fazer meu trabalho agora.



Ele se aproximou do Naruto jogado no chão, quase inconsciente, mas ainda assim lutando para ir contra aquela revelação.



- Mal...di... tos!



Madara nada disse, apenas fez o avermelhado sangrento dominar os olhos daquele corpo e ativando o Mangekyou Sharingan, transportou a mente de Naruto para antes de termos nos falado, fazendo-o achar que nosso reencontro fora calmo e pacífico e que agora éramos uma família unida. Por fim ele estava desacordado e ainda machucado.



- Agora leve-o de volta para o seu esconderijo. A menina Hyuuga está com ele.



Não acredito que ele teve a coragem de levá-la para lá! Desde sua criação, aquele era um lugar destinado aos Uzumaki, única e exclusivamente. Ergui raivosamente as mãos dele, arrastando seu corpo no chão.



- Nossa, quanto carinho....



Ele se diverte com as piadinhas, só pode... ou então faz para me testar. Mas não sei que testes ainda são necessários.



- Não posso fazer esforços, Madara-sama. — Ofereci meu melhor sorriso — Afinal, você quer que esta criança nasça perfeita, não?



Ele me fitou, curioso. Mas sua voz soou firme e decidida.



- O contrário não será admitido. Não se esqueça disso.



E depois se foi. Enfim estava sozinha agora.


Olhei para o menino que carregava. Agora ele carregava uma lembrança completamente diferente daquela que passei de início, tudo porque precisava acreditar que eu não o odiava e não o queria morto. Madara fez um ótimo trabalho nele, não se recordará.


Da melhor maneira que pude, acomodei-o em meus braços e saí em disparada para o esconderijo do meu clã. Afinal, as palavras de minha irmã jamais deixaram de ecoar em minha mente:



"- Cuide do meu menino, Nayuri-chan"



E era isto que eu estava fazendo... tudo o que podia para que no final dessa guerra, o filho de minha irmã não terminasse morto.

Notas finais
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E ae, criou alguma expectativa???

A intenção era confundir mesmo, rsrsrs