Notas iniciais
NÃO, nós não abandonamos a fic. DESCUUULPEM pela demora, nós sentimos muitíssimo mesmo, mas a minha inspiração foi tomar café na casa de alguém por ae e esqueceu de voltar. Fora que eu passei essa semana inteira anêmica. ~sim, sou uma doente, sorry~
A nossa intenção não foi ficar tanto tempo sem postar, mas só que NADA vinha. Bem, tá ai o capítulo, ficou uma merda as always, boa leitura e hoje é importantíssimo que vocês leiam as notas finais.

Gerard’s POV:

Logo após terminarmos de limpar a cozinha, Frank e eu decidimos dormir um pouco, já que era o que todos na casa estavam fazendo.

O pequeno tinha seus braços em volta de minha cintura e sua respiração quente batia em meu pescoço, enquanto, seus lábios estavam pousados sob o tecido negro que cobria minhas costas. Subimos as escadas preguiçosamente indo até o quarto. Precisávamos aproveitar ao máximo nosso tempo juntos, logo voltaríamos ás malditas aulas.

Chegamos ao quarto e Frank atirou-se na cama, puxando-me pelo braço para fazer o mesmo. Ficamos ali deitados em silêncio por longos minutos. Tinha meu braço direito posicionado na frente dos olhos, enquanto o outro acariciava as costas de Frank que já pegara no sono com a cabeça muito bem aconchegada em meu peito. Tentei não o interrompê-lo — estava tão perfeitamente sereno — enquanto pegava o cobertor aos pés da cama, mas foi inútil. O pequeno se remexeu enquanto eu o cobria e voltava á deitar-me — agora de lado — de frente para o mesmo, que se agarrou á minha cintura. Enlacei-o em meus braços, trazendo-o para mais próximo de mim enquanto o garoto encholhia-se. Eu poderia ficar assim para sempre. Domingos embalados por risadas gostosas na hora do almoço, tardes ensolaradas gastas com quem se ama, seria isso a minha tão esperada felicidade? E se fosse?! Por que demorou tanto para me alcançar? A estrada estava mesmo tão esburacada?

Entreguei-me á imensidão negra inconsciência, imerso em meus pensamentos.

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Andava pela rua, distraído. A noite já se fazia presente e as pessoas já não mais eram avistadas. Eu traçava o mesmo caminho de sempre: A rua deserta e assustadora que levava até o apartamento temporário.

Um grito, agudo e desesperado, ecoa pelo beco no lado direito da rua. Corri até lá, mas fui impedido de entrar por uma grade. Como eu desejo jamais ter passado pela aquela rua, jamais ter demorado demais conversando com minha professora sobre quadrinhos.

As grades eram grossas, mas não poderiam me impedir de ver a cena horrível que se passava lá: Ao meio do longo beco, bem embaixo da fraca luz que iluminada parcialmente o lugar, havia uma garota. As roupas rasgadas, marcas de arranhões e cortes rasos pelo corpo, sangue escorrendo pelas pequenas, porém visíveis marcas expostas.

Eu batia nos ferros, tentando inutilmente ajudar. Paralisei ao ver a sombra de um homem alto, vestido de preto que saía da penumbra do local. A garota gritava e implorava por ajuda, mas por maior que a minha vontade fosse, meu corpo não respondia á meus esforços.

Com a astucia de uma cobra, o manto negro se moveu sob a luz fraca, enfiando a faca no abdômen da garota, que agora gritava de dor e desespero. Eu não me movi, nem mesmo milímetros. O homem escorregou a faca em direção á garganta da garota, cortando tudo o que via pela frente. Eu sentia tudo.

Em algum lugar em meu subconsciente eu sabia que aquilo não era um simples sonho, mas sim uma lembrança. O cadáver que ainda sangrava no chão sob a luz do poste se chamava Samantha Field, ela tinha dezesseis anos e teria marcado um encontro com o namorado á duas quadras do beco, mas o garoto não sabia daquele encontro. Os detalhes da morte foram noticiados na televisão no outro dia, mas nada do que eles disseram pareceu com o que realmente aconteceu lá.

O assassino, depois de notar minha presença, começou a andar em minha direção. As grades não mais estavam lá, nada me separava da silhueta que vinha direto para mim. Corri, para o mais longe dali que pude. Isso não estava certo, não foi assim que aconteceu. Mesmo tropeçando, e aos ofegos, eu continuava correndo desesperado, mas tudo á minha volta era a escuridão e a sombra que me seguia. Cai, sem mais forças para levantar. O homem estava mais perto. Cada vez mais perto. Ele pegou a faca e...

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- GEE! – despertei aflito. – Gee, por que estava gritando? – Abracei o corpo do pequeno sentado na cama.

- E-eu sonhei que ia morrer, Frank. Eu ia te perder. – O menor me abraçou com força, a força que eu precisava.

- Jamais. Você jamais vai me perder. Eu te amo, Gerard.

Notas finais
Ohai! Bem, como todos já sabem das novas regras do Nyah... não podemos continuar com a fic como Frerard. Nós até criamos uma história nova, com novos nomes e tal, mas então decidimos que, perto do fim do ano, vamos alterar a fic original. Vamos mudar os personagens dessa história por que não queremos perder nossos leitores. E é só por vocês. Reviews, favoritos, recomendações, nada disso importa, só queremos manter vocês leitores. Fantasmas ou não, vocês agora fazem parte da nossa vida. :3 Bem, espero que nos perdoem pelo atraso, mas agora vamos tentar postar com a mesma frequência de antes. Desculpem os erros, a minha linda e talentosa beta não leu todo o capítulo e eu não pude esperar pra postar, a saudade falou mais alto. Bem, é isso, see you next time. ♥33
- Agora me chamam de Bomb The Ripper. :3