Notas iniciais
Desculpem me pelo atraso! Mil, mil desculpas. Eu simplesmente esqueci completamente sobre qualquer coisa relacionada a fic e quando eu me lembrei ontem minha criatividade não vinha. A culpa é toda minha. (Eu fico realmente mal quando atraso o capítulo) É que agora tem vindo muito trabalho da escola. D: Bem, aí esta ele. Ele tá meloso pra caralho e as culpas são a Dear God, Seize the Day, Hearts Brust Into Fire, Demolition Lovers, Desert Song, Saturday Night e da The Westerner. u-u É isso, boa leitura. :3

3ª Pessoa:

Gerard sorria enquanto contemplava o corpo menor em seus braços, dormindo pacificamente. Ele ainda não acreditava que aquilo era real, ainda não acreditava que ele estava mesmo, pela primeira vez em muito tempo, sendo feliz. Ao lado de Frank tudo parecia mais fácil, nada parecia dar errado, ambos pertenciam um ao outro e o mundo era deles. Se aquilo era um sonho, a última coisa que Gerard queria era acordar.

Havia começado a chover calmamente lá fora e Frank ainda não acordara. Gerard observava o rosto do menor, cada detalhe era único. A pele branca que coincidia com o tom verde dos olhos, o nariz pequeno e os lábios finos de um vermelho pálidos adornados por pequenas argolas, tudo em Frank era perfeito. O tom de voz divertido, os toques carinhosos, a pele macia; todos esses pequenos detalhes faziam Frank ser diferente de todas as pessoas do universo. Admirando o pequeno ser em ser braços Gerard, começou a lembrar-se do que aconteceu pela manhã.

Flashback On.

Gerard adentrou á casa com cuidado, temendo seu pai estar lá, mas quando entrou viu sua mãe sentada na poltrona á frente da porta. Acenou com a cabeça para ela, que sorriu em retorno. Subiu as escadas até seu quarto, pegando a mala que estava embaixo da sua cama. Abriu o armário e começou a jogar suas camisetas, calças e o que mais julgasse importante dentro da mala. Viu sua mãe escorada na porta do quarto.

– Mãe, eu sinto muito mas eu não posso mais viver na mesma casa que ele. Eu amo a senhora mas- ela o abraçou.

– Gerard, eu quero que você me escute agora. Seu pai é um idiota, um animal e é minha maldição aguentá-lo, mas você não tem nada a ver com isso. Você é especial, Gerard, eu soube disso desde o dia em que vi seus olhos pela primeira vez. Você é um garoto maravilhoso, é inteligente, carinhoso e nunca se deixou abater por nada, você é um verdadeiro artista. E não importa se a sua felicidade depende de você se afastar de mim, por que eu sei que você vai estar sempre comigo. E se você ama aquele garoto, se ele é quem te faz feliz, eu quero que você lute por ele, quero que enfrente tudo por ele. Não importa o que seu pai irá dizer, ou o que pessoas como ele irão dizer, por que a vida é sua, e você tem que viver o quanto pode por que ela dura muito pouco e ninguém nunca voltou pra dizer se temos segundas chances. Eu te amo, Gerard, amo mais que tudo nessa vida. E pra mim, você vai sempre ser aquele garotinho que entrava correndo pela porta de casa, puxando o irmão pela manga da camiseta, preocupado por ele ter se machucado. Você sempre cuidou tão bem dele, tão bem de mim. Você é o motivo de eu nunca ter desistido, Gerard. E você vai sempre ser o meu garotinho, o meu pequeno Gee. O mundo é de pessoas como você, e você pode toma-lo a hora que quiser.

– Eu te amo, mãe. – Ambos ficaram ali, abraçados, até Gerard se libertar dos braços de sua mãe, que voltou para a sala.

Quando terminou de fazer a mala, Gerard desceu de volta para onde sua mãe estava, lhe dando outro longo abraço. E depois correu, correu até a casa de Frank, direto para seus braços.

Flashback Off.

Gerard delicadamente levou sua mão até o queixo de Frank, tomando-lhe os lábios. Movimento que fez o menor despertar de um sono tranquilo, retribuindo o carinho dos lábios pressionados contra os seus. Frank levou sua mão á nuca de Gerard, acariciando seus cabelos e o puxando para si. Não era um beijo vigoroso, era um beijo apaixonado, algo que explicava um ou outro o quanto os dois se precisavam, o quanto queriam ficar juntos pelo resto das suas vidas. Gerard puxava, calmamente, o corpo do menor contra seu peito, ele o queria mais perto, perto o bastante para nunca mais ter de se separar dele. Ambos precisavam daquilo, precisavam de amor, de felicidade, precisavam se sentir vivos. Pela primeira vez na vida Gerard e Frank tinham algo que não fossem sombras do passado para se apoiarem. Agora eles tinham um ao outro, de corpo e alma, e estavam dispostos a lutar o quanto pudessem para manter as coisas assim. Dificuldades, infortúnios, medos,... eles enfrentariam tudo juntos, inspirando um ao outro á se tornar as pessoas que queriam ser. Estavam certos de que nada o separaria.

– Eu amo você mais do que tudo. – Sussurrou Frank enquanto seus lábios deixavam os de Gerard, desfazendo o beijo. – Mais do que á qualquer um, mais do que á qualquer coisa. – Aquelas palavras selaram aquele momento, que para muitos seria só mais um, no início de algo grandioso e brilhante, como o início de uma revolução. O que de fato não deixava de ser, era a revolução deles, agora eram Gerard e Frank contra o mundo.

– Eu amo você, mais do que qualquer palavra, por mais bonita e profunda que seja, possa mencionar. Você é especial, Frank. Um gênio esperando pelo seu momento de mover o mundo com as suas ideias. Nada pode pará-lo quando você começar. Eu só te peço para que eu possa ser aquele á estar ao seu lado quando chegar o seu momento. Eu te imploro de joelhos se você quiser, tudo para que você me deixe ser aquele á acordar ao seu lado todas as manhãs, dormir ao seu lado todas as noites e estar lá, de braços abertos para quando você não tiver forças pra continuar. Por que eu te amo tanto, Frank. Tanto. – Gerard selou seus lábios contra os de Frank num gesto que significava mais do que todas as palavras que ele acabara de pronunciar. Ele entregou seu coração, sua alma e seu destino nas mãos de Frank naquele momento, e tudo o que pedia em troca era que Frank o deixasse ser quem estivesse ao seu lado na vitória e na derrota. Ele só queria ser feliz ao lado daquele que ama.


Notas finais
O que acharam? Muito chato? Muito meloso? Eu devo me matar? Sinto muito novamente pelo atraso, a culpa é toda minha, a Isa não teve nada a ver com o atraso. Sinto muito mesmo. D: Mas nós gostamos quado vocês deixam reviews dizendo que gostaram e tal, mesmo que sejam críticas, nos gostamos, por que assim a gente tenta acertar o que tá errado e tentamos seguir a mesma linha de pensamento. Mas é isso, beijo meus amores. Ah, antes que eu me esqueça, eu quero dedicar (me sinto no Oscar) esse capítulo Pra Ryan, PokerFace, Naiah L, BiaWay, mexapei, Zumbi da Vingança,... Enfim pra todos que leem a fic mesmo que seu nome não esteja aí. É muito bom saber que vocês leem e talz por que isso inspira a gente a continuar. Juro que se não fosse por vocês e pela Isa já tinha desistido. Mas vocês são tão... arg, perfeitos que nem dá pra pensar nisso. Bem, beijos e EU PROMETO, JURO, QUE A MINHA MÃE LEVANTE DA COVA E VENHA ME PUXAR O PÉ DE NOITE SE EU NÃO POSTAR O CAPÍTULO QUINTA!
- B de Boo, não é de Bomb mesmo. :3