Like Phantoms Forever. - Frerard.
14 Fogo.
Notas iniciais
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Eu tive que vir compartilhar isso! kkkkkk Eu cheguei hoje *Domingo* e me deparei com isso http://a4.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-prn1/561689_267827170003780_1344778849_n.jpg kkkkkkkkkkk Cês querem lemon, né? *le emotion com carinha safada* ok, agora eu deixo vocês lerem. :3
Frank’s POV:
Fogo. O cheiro de fumaça infestava o ar e invadia meus pulmões. Eu corria ofegante. Tropeçava, mas nunca diminuindo a velocidade. Até que eu avistei as chamas, lutando umas contra as outras para tomar espaço. Corri em direção á uma sombra negra que observa tudo de pé, mas logo que cheguei perto ela se dissipou, deixando em seu lugar um ser inconsciente estirado ao chão. Sem pensar duas vezes, tomei-o nos braços e apoiei a cabeça em seu peito ensanguentado enquanto lágrimas caíam desavergonhadamente do meu rosto. Eu queria gritar, suplicar e soluçar, mas som nenhum deixava meus lábios naquele momento. A camiseta antes branca que cobria seu tronco agora estava vermelha e pingava sangue. Seu rosto pálido estava coberto por cortes e queimaduras. Aquilo não poderia ser real. Até que tudo mudou. O som da madeira queimando for substituído por um doce som de pássaros. O calor que as chamas emitiam agora era o frio de uma manhã de inverno. O cheiro de carne queimada havia virado um perfume inconfundível de rosas que se espalhava pelo ar, e a cena aterrorizante de destruição havia se transformado em um pacato jardim colorido, com o que parecia uma capela ao fundo. O lugar estava deserto, e minhas roupas de casuais haviam virado um terno preto bem passado, uma gravata vermelha e sapatos sociais. Olhei ao meu redor, buscando por alguém que pudesse me dizer o que eu estava fazendo ali, mas foi em vão. Andei até a capela, mas assim que abri a porta daria tudo para ter ficado parado no mesmo lugar. O lugar tinha uma decoração impecável, os bancos eram de madeira maciça, talhados neles haviam o que parecia a imagem de um carvalho. No altar, aos pés de cristo, se encontrava uma pessoa, vestida com os mesmos trajes que eu, imóvel, os braços cruzados diante ao peito e uma expressão profunda e distante. Desabei ao chão, o impacto de meus joelhos contra o chão foi doloroso, mas não tanto quanto á cena que eu presenciava. Lágrimas escorriam desesperadamente sob minha face coberta por minhas mãos. Igualmente á noite do incêndio, eu queria gritar e gritar, cada vez mais alto, até perder á voz ou que alguém me escutasse, mas nada saía. Minhas cordas vocais pareciam estar congeladas, eu estava tão imóvel quanto o corpo gélido á minha frente. Reuni forças e andei até o altar, encarei o rosto pálido ainda com cicatrizes e marcas roxas. Toquei seu rosto, sentindo como se algo me atravessasse o peito, atingindo em cheio o coração. Aquilo era ilógico, não poderia estar acontecendo de verdade. Beijei seus lábios sem cor, e pensar que nunca mais veria os sorrir novamente, nunca mais seria correspondido. Minhas lágrimas agora colidiam sobre a pele de seu rosto, escorrendo por sua bochecha. Nunca mais seriamos nós dois. Nunca mais veria seu sorriso. Eu morria naquele dia, naquela capela, junto ao corpo de Gerard.
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Acordei exaltado, deparando-me com a cama vazia, o que aumentou mais minha preocupação. Desci as escadas correndo, tropeçando entre um degrau e outro até chegar na cozinha, onde não o encontrei, eu estava prestes á entrar em pânico quando senti braços envolverem minha cintura e uma respiração quente em meu pescoço, respirei aliviado.
– Bom dia, flor do dia. – Ouvir a voz suave de Gerard me fez ficar mais tranquilo, eu não o tinha perdido.
Virei-me e o abracei o mais forte que pude, ele hesitou, mas correspondeu ao meu abraço.
– Hey, o que houve? – Pegou meu queixo com uma de suas mãos, levando meu rosto para mais perto do seu. Aproveitei a chance para beijá-lo, provar para mim que ele ainda era meu. Ele correspondeu, iniciando um beijo suave e calmo, que logo acabou quando Gerard afastou seus lábios dos meus, ainda mantendo nossos rostos próximos o suficiente para sentirmos a respiração um do outro.
– Nunca, jamais me deixe. Por favor, Gerard. – Afundei a cabeça em seu peito, tentando conter as lágrimas teimosas que insistiam em cair ao lembrar do sonho. – Por favor, não me deixe sozinho, Gee. Eu te amo demais pra viver sem você.
– Frank... – Me puxou mais para perto. – Eu prometo. Para sempre. Eu... eu te amo tanto. Me puxou para mais um beijo, mas esse beijo era necessitado, urgente, nós precisávamos um do outro mais do que qualquer coisa naquele momento.
O beijo se tornava mais ardente e eu puxava Gerard pelo moletom em direção ás escadas. Subimos com dificuldade, em meio á carícias e um beijo inseparável. Comecei a beijar seus pescoço enquanto Gerard arfava em meu ouvido. Retirei seu moletom negro, deixando a pele branca e macia de seu peito á mostra, voltei á beijar seu pescoço, desta vez mordendo de leve enquanto ele massageava minhas costas por baixo da camiseta. Nós dois precisávamos daquilo. Nós dois precisávamos possuir um ao outro. Ser um do outro.
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