Like I'm Gonna Lose You - Leia a sinopse por favor
6 Capítulo 5 - Things I did not do
Notas iniciais
No caminho até a quadra eu pensava em várias formas de tentar fugir dali, mas tinha certeza que nenhuma delas ia dar muito certo, então, deixei que a Isabelle me guiasse até lá. Durante o percurso a morena falava como o irmão era um cara legal e como aquele meu medo era "bobo", afinal, ela tinha certeza que assim como ela o irmão entenderia perfeitamente.
Bom, eu não tinha tanta certeza.
Assim que vi a porta com a palavra "GINÁSIO" escrita em letras vermelhas e garrafais, senti o meu coração bater mais forte... Só não sabia dizer se era de nervosismo ou algum pressentimento ruim. Possivelmente, teria a minha resposta dentro de alguns segundos. Minha consciência me dia que era a segunda opção, e eu resolvi acreditar nela.
—Izzy, tem algo errado, eu… -Ela não me deu ouvidos e abriu as portas, assim que ela o fez eu arregalei os olhos.
A cena fez o meu coração se quebrar em milhares de pedaços, eu sabia que isso poderia acontecer um dia, claro que sabia, mas não estava preparada. Ver a pessoa que você ama, beijar outra é doloroso para todos, tanto que eu estanquei no lugar.
O Jace estava aos beijos com uma garota, aos beijos é pouco, ele quase a engolia, eu podia sentir o desejo de onde estava. Sua camisa já não estava mais em seu corpo, jazia no chão junto á uma bola de basquete e uma garrafinha de água. A menina estava sentada em seu colo, o casaco que ela usava estava na metade de seus ombros, deixando a fina regata branca mostra; suas mãos bagunçavam os perfeitos cabelos loiros, já o Jace deslizava as mãos pelo corpo dela, tocando-a em lugares que eu nunca fui tocada antes. Vi seus lábios descerem até os pescoço dela, e nesse momento eu agradeci mentalmente a Izzy por ela ser a Izzy.
—Procurem um quarto! -Ela gritou e os dois separaram-se -Vaza, Helen! -A menina suspirou, deu um selinho no Jace e saiu arrumando os cabelos loiros. -Helen? -Ele riu e pegou a camisa do chão, tratando de vesti-la. -Achei que estava com a Lydia.
—O Alec está com a Lydia hoje. -Ele passou a mão pelos cabelos e me olhou. -Não vai sair correndo, vai?
—Ah… Não. -Abri um sorriso sem graça. -Eu…
—A Clary queria pedir desculpas pelo que aconteceu. -Queria? Dessa parte eu não sabia. -Acontece que você parece com o ex dela, e ele era um babaca, então, ela adquiriu certo receio dele.
—Izzy, da próxima vez, fala pelos auto falantes, não ia fazer a menor diferença. -Ela riu, desviei a minha atenção para o loiro. -Mas, é isso, Jace, não é nada pessoal. -Ele assentiu sorrindo e caminhou até mim, foi inevitável me afastar, ele estendeu uma das mãos para mim e sorriu. -O que…
—Jonathan Christopher, prazer em conhecê-la, Clary. -Abri um sorriso involuntário.
—Prazer em conhecê-lo, Jonathan. -Ele franziu o cenho. — O que foi?
—Você me chamou de Jonathan quando nos conhecemos. -Olhei para a Izzy e a vi com um expressão confusa no rosto. -Era o nome dele? -Assenti. -Entendo. -Olhei para baixo e vi que ainda segurava em sua mão, a soltei rapidamente e desviei o olhar.
—Ah.. Eu acho que já vou indo, eu… -Não disse mais nada e saí andando.
—Ela é sempre assim? Esquisita?
—Sim. É o que a torna especial.
—Tem razão.
…
Eu havia cometido um erro, e o pior é que não havia como concertá-lo, até havia, mas algo me dizia para não fazer aquilo, então, eu apenas tive que lidar com as consequências da minha boca grande. Eu queria poder voltar no tempo, apenas duas horas atrás, mas infelizmente nem Sereias tinham esse poder.
—E então?
—Está linda. -Ela sorriu.
Haviam dois dias que eu havia voltado a agir normalmente, ou pelo menos, tentava. No primeiro dia não foi nada fácil olhar para o Jace, com nada fácil quero dizer que não o olhei o dia inteiro. No segundo dia, eu consegui olhar para ele, raramente, mas conseguia. Eu sabia que não iria ser fácil, mas tinha que aprender a ficar perto dele, e ao mesmo tempo, o mais longe possível também. Não podia o deixar se aproximar, nem um pouco, seríamos colegas e não amigos, nada além disso.
—Vamos, os meninos estão nos esperando. -Assenti e a segui.
—Que roupa é essa, Fray? -Revirei os olhos para a pergunta do meu irmão. -Está muito curta.
—São roupas da Izzy.
—Entendo agora. -A morena revirou os olhos.
—Admita, Sebastian. -Ela aproximou-se do meu irmão e apoiou as mãos em seu peito, notei naquele momento que suas unhas estavam pintadas de vermelho. -Você adora as minhas roupas. -Ela piscou para ele, o fazendo sorrir e enlaçar sua cintura.
—Eu prefiro você sem elas. -A Isabelle deu um leve tapa no ombro dele e saiu de perto revirando os olhos, fazendo o meu irmão rir.
—Podemos ir? -Eu perguntei.
Mesmo sob os protestos da Izzy, o Jace conseguiu ir com o próprio carro, enquanto os irmãos Lightwood iriam no carro do mais velho, e eu iria com o Sebastian no carro dele. Naquela noite iríamos à uma festa neon, que segundo as informações que me foram ditar seria em uma casa de festa chamada Seelie Court, e pelo que eu sabia, coisas aconteciam lá, coisas do tipo… Coisas que eu não fazia.
Chegamos lá dentro de 20 minutos. A fachada da casa de festa era coberta por hera, como um grande muro inglês e o nome Seelie Court brilhava em um tom dourado, era um local realmente grande. Havia uma enorme fila do lado de fora, e na porta deviam ter pelo menos três seguranças, todos usando o uniforme habitual, terno preto.
Diferentemente do que eu pensava, nós não fomos para fila, a Izzy nos guiou direto até a porta. Faltou pouco para as pessoas nos xingarem de todos os nomes quando os seguranças nos deram passagem. Fui empurrada para dentro daquele lugar pelo meu irmão, acabei revirando os olhos.
Havia uma grande quantidade de fumaça lá dentro, tanto das máquinas, quanto dos cigarros e drogas. Todos os presentes usavam branco, assim como nós, e os que não estavam vestidos tinham o corpo pintado. Além das luzes, e da tinta neon, havia muito brilho ali também. Algumas cortinas de hera decoravam o local, alguns sofás, já ocupados, estavam espalhados, assim como algumas mesas altas e sem nenhum assento. O DJ estava no centro do lugar, e tocava uma música eletrônica conhecida que fazia todos dançarem.
Senti o meu corpo ser puxado pela Izzy e a segui, ela me levou até o local onde as pessoas eram pintadas. Ela foi a primeira, fez várias curvas aleatórias pelo seu abdômen, braços, pescoço e rosto, nas cores verde, azul e rosa. O Simon só fez algumas curvas no rosto, o meu irmão arrancou a camisa e pediu para a mulher o surpreender, ela marcou com tinta laranja todos os seu músculos, no rosto ela fez o desenho de uma caveira. O Alec fez o mesmo que o meu irmão, e a mulher pintou labaredas em seu corpo. O Jace foi o último, e para a minha surpresa, a mulher pintou algumas runas antigas em sua pele.
—E você?
—Ah… Sei lá. -Ela sorriu e me puxou.
—Tira o casaco. -Fiz o que ela pediu. Senti ela mexer em meu cabelo e pintar minha pele, alguns minutos depois ela me liberou e eu me olhei no espelho mais próximo. Meu cabelo estava preso apenas em cima e a parte de baixo brilhava, meu pescoço estava salpicado de todas as cores, meu rosto estava pintado como se fosse escamas próximo aos olhos, esses que tinham um delineador também brilhante, assim como os meus lábios. Meus braços seguiam os desenhos dos olhos, as escamas variavam entre todas as cores.
—Nossa, Fray! -Revirei os olhos. -Vamos dançar. -Reclamar seria inútil, então, a deixei me levar até aonde as outras pessoas dançavam. Em pouco tempo eu consegui, por um milagre, entrar no ritmo da música.
Senti uma mão em minha cintura e o meu sangue gelou, olhei para trás e relaxei ao ver o Alec. Como na outra festa, deixei a música me levar, e ele guiar os movimentos. Meus cabelos colavam na minha nuca assim como minha camisa, mas não era louca de tirá-la. Eles já tinham me oferecido o que bebiam, mas eu me recusava, tinha trauma de bebida.
—Eu vou pegar outra. -Assenti e continuei a dançar sozinha.
—Posso? -Olhei para a mão á minha frente, ergui o olhar e respirei fundo quando o vi.
—Ah… Claro. -Abri o meu melhor sorriso.
Eu não conseguia me sentir confortável perto dele, ainda mais daquela maneira, mal tínhamos vinte centímetros de distância, por mais que eu gostasse da música que tocava eu não conseguia relaxar. E percebia que ele também ficava desconfortável.
Olhei para a Izzy em busca de ajuda, ela estava alta, mas talvez, me ajudasse. Quando percebeu o meu olhar de desespero sorriu travessa. Segurou as mãos do Meliorn, que havia aparecido há poucos minutos, e as levou até a sua cintura, escorregou uma para as suas pernas, e eu vi que ela estava de olhos fechados. Obrigada pela ajuda Isabelle.
A música mudou, assim como o ritmo. Senti os meus cabelos úmidos serem afastados e fiz de tudo para não ficar rija, sua era mão grande e calejada, e ao mesmo tempo que era bruta tinha um toque de delicadeza, acariciou o meu pescoço. Ele deslizou a mesma pelo meu pescoço, fazendo todo o meu corpo se arrepiar, até os meus lábios, e os contornou. Arfei e fechei os olhos. Ele aproveitou e colou seu corpo ao meu.
—Jace, o que…
—Só uma música. -Ele sussurrou rouco no meu ouvido. Aquele jogo era perigoso, eu sabia o que iria acontecer com ele, e o que poderia acontecer conosco se aquela brincadeira continuasse. A parte que mais me assustava era o fato de eu não ligar.
Sua mão livre acariciou minha cintura, um arrepio percorreu o meu corpo. Ele me virou de frente para si, eu não ousava abrir os olhos, mas sabia que ele estava sorrindo. Sua respiração estava perto, aquilo causou reações desconhecidas em meu corpo. Abri os meus olhos e o encarei, seus olhos não desviavam dos meus lábios, eu queria aquilo, precisava, mas não podia.
Segurei seu rosto e o fiz me olhar. Seu sorriso aumentou, e aquilo me afetou mais do que deveria. Ele me puxou mais contra si e eu mordi o lábio, em uma atitude involuntária. Ele me fez rebolar no ritmo da música contra ele. Por que eu nunca havia feito aquilo antes? Senti seus lábios sobre o meu pescoço e fechei os meus olhos novamente, toda vez que sua língua tocava minha pele, um arrepio passava pelo meu corpo e terminava entre minhas pernas. O que estava acontecendo comigo?
Minhas mãos estavam em seus cabelos, eu fazia o que podia para me controlar, mas não sabia como controlar algo que até pouco tempo atrás não conhecia. Suas mãos apertavam minhas coxas, e esse arrepio juntava-se com o outro e eu nem pensava direito. Seus lábios subiram até os meus e eu o afastei, ele franziu o cenho.
—A música acabou. -Sua expressão me fez rir.
—Tudo bem. -Ele soltou minhas coxas, e devo dizer que senti falta do calor dele. -Quer beber alguma coisa? -Assenti. -Já volto. -Ele beijou o meu rosto e saiu andando. Involuntariamente levei minha mão até o local que seus lábios haviam tocado, minha pele parecia queimar.
—Você é maluca? -Arregalei os olhos e olhei para a Izzy. Diferente da outra festa, naquela noite ela estava com cheiro forte de álcool. -Por que não o beijou? -Olhei para a figura do Jace que lutava para chegar ao bar.
—Por que eu não posso. -Ela franziu o cenho.
—Você é esquisita. -Nós rimos. Vi seu sorriso morrer aos poucos, ela baixou a cabeça e suspirou, quando a ergueu novamente seus olhos estavam cheios d’água e ela tinha um sorriso amargo no rosto. Segui o seu olhar e, com um pouco de dificuldade, avistei o Simon e a Maureen. Senti algo se aliviar dentro de mim, como perceber que a dor de cabeça passou depois de muito tempo.
—Oh…
—Esquece! -Olhei para a morena que tinha o rosto molhado. -Não ia dar em nada mesmo. -Ela terminou de beber o tinha em seu copo e manteve os olhos fechados. -Eu vou… -Ela olhou em volta e suspirou, avistei o Meliorn beijando outra garota há alguns metros de nós. -Ótimo, vou ficar com fama de chifruda novamente.
—Izzy…
—Esquece, Clary! -Ela olhou para as duas cenas. -Não é a primeira vez. -Deu de ombros e saiu andando.
—Izzy! -Fui atrás dela. -Izzy! Isabelle! -Agarrei seu pulso. -Vamos.
—Mas…
—Nós vamos embora, Isabelle. -Olhei em seus olhos enquanto falava, o cheiro de maresia deixava claro que eu havia usado o meu encanto. Ela fechou os olhos e assentiu.
—Hey! -Olhei para o loiro que se aproximava. -O que aconteceu?
—Ah… -Não sabia se podia dizer ao Jace sobre a Izzy e o Simon, uma idiotice com certeza, afinal, eu nem sequer sabia o que estava acontecendo. -Não estamos em clima de festa. -Graças à Calipso ele pareceu entender. Em poucos minutos nós três estávamos do lado de fora. Mandaria uma mensagem avisando ao Sebastian depois.
O Jace havia ido pegar o carro, e eu fiquei com a Izzy, que estava enjoada, na porta da boate. Do lado de fora, ainda era possível escutar algumas músicas, e ver a tinta brilhar, graças às luzes UV que estavam ali. Demoraria um século para tirar aquilo do meu cabelo.
Algumas outras pessoas estavam do lado de fora também, em sua maioria bêbados, outros fumavam, outros colocavam o que tinham e não tinham para fora, alguns só riam, conversavam e bebiam.
Estava começando a ficar preocupada com a Izzy, ela estava pálida, e parecia que desmaiaria a qualquer momento, não que eu não conseguisse carregá-la caso isso acontecesse, só iria ser estranho demais. E o Jace também estava demorando demais.
—Izzy, onde está o carro do Jace? -Ela apontou para o fim da rua. -Fica aqui, eu já volto. -Ela assentiu.
Comecei a caminha pela rua deserta, era uma péssima ideia deixar a Izzy sozinha naquele estado, pior ainda era eu ir atrás do Jace, mas estava começando a ficar preocupada. No fim da rua, havia a opção de seguir para a esquerda, e aquela rua estava cheia de carros. Entrei naquela rua na esperança de achar o Jace. Olhei em volta procurando por ele, ou pelo carro e não achei nenhum dos dois. Meu celular tremeu no bolso e eu o atendi.
—Alô.
—Clary, cadê você? -Era a voz do Jace, uma parte da minha consciência se perguntou como ele tinha o meu número.
—Eu vim atrás de você, achei que tivesse acontecido algo.
—Vai acontecer com você se continuar nessa rua sozinha. -Ele parecia nervoso.
—Mas não… -Senti alguém me puxar, o que fez o celular escorregar. -Hey!
—Quietinha. -Sua voz me fez estremecer por completo, eu podia escutar o Jace me chamar pelo telefone. -Não quer se machucar, quer? -Arregalei os olhos e engoli em seco. Ele segurou em meu rosto e me fez olhá-lo. -Você é bem gostosinha. -Meus olhos encheram-se de lágrimas quando sua mão deslizou pela lateral do meu corpo. -Nós vamos nos divertir muito.
—Não…-Não consegui terminar a frase, pois recebi um tapa bem dado no rosto por falar.
—Mandei ficar quieta. -Os faróis do carro me trouxeram um enorme alívio.
—JACE! -Chamei. Seus braços rodearam minha cintura e ele me manteve presa, eu me debati, mas não adiantou. Maldita seja a lei!
—Solta ela. -O loiro pediu quando saltou do carro.
—Ou o que? -Senti algo ser posto contra a minha barriga.
—Hey! Calma! Solta ela, cara.
—Se você fosse um cara esperto, juntaria-se a mim, e nós dois faríamos a festa com ela, aposto que você tem mais uma no carro. Mas...-Ele colocou o rosto na curva do meu pescoço e eu me encolhi. -A ruivinha é minha.
—Acontece que essa ruiva já tem dono. -Como ele havia chegado ali tão rápido? Senti a faca ser afastada de mim, e no segundo seguinte o cara cambaleava com a mão no rosto. -Aparece na minha frente novamente e eu acabou com você. -O cara saiu correndo. -Vem. -Aceitei a mão que ele me estendia e entrei no carro.
Fiquei em silêncio durante todo o percurso, não conseguia olhar para outro lugar além da janela, quanto mais nos aproximávamos da casa dos Lightwood, pior eu me sentia. E o Jace… Bom, ele esmurrava o volante o tempo inteiro e dizia que tinha que ter feito pior. Eu me encolhia toda vez que ele falava algo, afinal, a culpa era minha. E aparentemente ele não era a melhor pessoa em controlar a raiva.
Assim que o carro parou a Izzy desceu tranquilamente, talvez, a bebida não tivesse a deixando raciocinar direito, mas ela ainda chorava. O Jace desceu do carro e bateu a porta com força, eu estremeci quando isso aconteceu. Respirei fundo e abri a porta. Sentia o meu corpo tremer por completo, e tinha nojo.
—Clary. -Ele tentou se aproximar e eu me encolhi involuntariamente. -Ah… Desculpa. -Eu ainda não o olhava. -Eu não vou machucar você, só quero saber se está bem. -Assenti.
Ficamos em silêncio pelo que pareceram horas.
Eu o sentia me olhar, sentia-o esquadrinhar cada pedacinho do meu corpo, e tinha certeza que ele sabia que eu não estava bem. Já eu, sentia que se os oceanos secassem eu não me importaria com isso. Depois de muito tempo eu finalmente olhei para ele, seus olhos me transmitiam pura tranquilidade, tanta que quase esqueci do ocorrido. Sem pensar duas vezes corri até ele e enlacei seu pescoço. O apertei com tanta força que achei que o esmagaria, mas ele parecia não se importar.
—Eu fiquei com tanto medo.
—Shiiii… -Ele me apertou contra si. -Já passou, Clary.
—Não me perdoaria se algo tivesse acontecido à Izzy. -Ele me fez olhá-lo. -Eu fui tão estúpida em deixá-la sozinha...
—Eu não me perdoaria se algo tivesse acontecido com você. -Ele pareceu pensar um pouco. -Quero dizer, vocês. -Abri um pequeno sorriso. -Tem certeza que está bem?
—Tenho. -Ele assentiu. Beijei o seu rosto e o olhei. Dava para perceber que ele não queria um beijo ali, e nem eu, mas coisas ruins aconteceriam se eu beijasse seus lábios. -Obrigada, Jace.
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