Like Ice And Fire
12 Um beijo sob as estrela
Notas iniciais
POV JACK
Como toda manhã passo na casa da Astrid para leva-la para escola. Geralmente é sempre ela que surgi pela porta branca de sua casa, mas hoje foi a Sra. Helga que surgiu pela porta, ela parecia meio abatida e inconformada. Ela se aproximou do carro e eu abaixei a janela.
- Desculpe Jack querido, Astrid não está se sentindo muito bem hoje, está naqueles dias! – falou a mulher calma para mim.
- Entendo, espero que ela melhore! – falei não tentando pensar na palavra com “M”. Segui meu caminho deixando a mulher voltar para casa inconformada de que a filha não possa ir para escola por causa de uma simples “M”. Cheguei à escola depois de uns quinze minutos, avistei Punz que vestia seu uniforme de líder de torcida, Merida com sua roupa em seu estilo rockeira e Soluço em seu típico estilo de garoto americano.
- Como vocês vão? – perguntei.
- Quem se importa... onde está Astrid? – perguntou Soluço no instante em que as garotas abriram a boca para responder e depois fecharam.
- Ela não pode vir para escola, mais porque esse interesse súbito em saber da Astrid? Vocês não estão brigados?- perguntei arqueando as sobrancelhas.
- Sim estamos. Só que ontem... – Soluço contara tudo sobre o ocorrido da noite anterior.
- Espera! – perguntei abismado – a Merida te salvou da Astrid?
- Foi! – falou Soluço envergonhado. Eu soltei uma risada e recebi um soco no braço de Merida.
- Como você pode ser tão marxista? – perguntou à ruiva.
- Deixa ele Meri – falou Soluço – não me leva a mal, mais para um homem é meio humilhante!
- Então senhor ingrato, da próxima vez u vou deixar aquela loira azeda torcer seu... seu... até ele quebrar no meio – disse a garota vulcão entrando em erupção. Eu rir muito com essa.
- Não seja tão baixa Merida – falou Rapunzel fazendo cara de nojo.
- Bom, eu já vou para minha aula de química! – falei, enquanto observava a expressão no rosto da minha parceira de laboratório.
- Não seja tão falso Jack Frost – rosnou a ruiva.
Eu procurava irritar ao máximo Merida, pala simples razão de me dar prazer, era tão engraçado vela se estressando. Principalmente quando ela explodia de raiva. Estávamos indo nós quatros para sala de química, eu e soluço na frente e Punz bem atrás do moreno, e para minha satisfação Merida que vinha bem atrás de mim. Era meu momento aprontar. Eu parei do nada no corredor, a ruiva que vinha distraída conversando com Rapunzel não percebeu e deu de contra comigo. Continuei a andar como se nada tivesse acontecido.
- JACK! – agarota está vermelha de raiva.
- Calma Merida, lembre-se que ele só quer te deixar estressada! – falou Rapunzel passando a mal no braço da amiga.
- Ele é muito bom em fazer isso! – sem ao menos eu perceber a garota me agarrou pelas costas e me jogou no chão.
- Merida! – gritou Soluço e Punz juntos.
- Muito bem Srta. DunBroch, o que você pensa que esta fazendo com esse rapaz? – falou um homem estranho com um sorriso satisfatório no rosto.
- Desculpe Sr. Mitchell, ele pediu pra isso! – falou Merida que parecia assustada.
Soluço ajudou a me levantar do chão, eu olhava confuso de Merida para o homem misterioso.
- Quem é ele? – perguntei pelo canto da boca em sussurro para Soluço.
- É o diretor! – agora que pude perceber o quanto Rapunzel e Soluço estavam preocupados.
- Venha comigo, por favor! – falou o diretor para a ruiva que parecia triste. Ele deu as costas e começou a andar.
- Não, espere senhor... – falei e homem voltou a atenção a mim.
- Sim, meu jovem! – falou ele intimidador.
- Eu estou bem, não precisa levar a Merida para sua sala! – falei nervoso.
- Bom senhor Frost, eu sou o “Diretor” e faço o que quiser e não preciso que ninguém diga o que devo ou não devo fazer! – falou o homem secamente. Aquelas palavras fizera com que eu explodisse de ódio, mas mantive a calma para não agravar as coisas.
- Entendo! – falei com um sorriso irônico, eu cheguei perto de Merida que estava com os olhos quase ara explodir em lagrimas e sussurrei em seus ouvidos – vou te livrar dessa, prometo!
Soltei a ruiva que parecia confusa, mais entendera o recado. Eu, a loira e o moreno observamos até o diretor e Merida sumir no final do corredor.
- Ele vai trucidar Merida! – falou Punz lastimada.
- Como assim? — perguntei para a loira.
- As detenções que ele impõe pros alunos são medievais! – falou Soluço.
- O que ele pode fazer? Pendurar Merida pelos calcanhares e açoita-la... – falei brincando mais os dois pareciam concordar com as palavras.
- É quase isso! – falou os dois juntos.
- Então acho que vou faltar à aula de Química por hoje! – falei com um sorriso malicioso.
- O que você vai fazer? – perguntou Punzie.
- Eu só preciso que vocês digam para o professor que eu vou estar na enfermaria.
De fato eu fui para enfermaria, mas no caminho encontrei um faxineiro e propus para ele um trato. Ao chegar à enfermaria falei para enfermeira Louise que estava sentindo dores na cabeça, enjoo e tonturas. Ela me examinou e se virou de costa para pegar um medicamento quando o sinal de incêndio tocou.
- Querido... – falou a enfermeira Louise para mim – vamos, é o alarme de incêndio, precisamos evacuar o prédio!
Ela segurou no meu braço para me ajudar. Eu tive que manter o personagem do jovem doente, quando chegamos ao corredor havia filas e filas de alunos sendo acompanhados por professores nervosos. Já estávamos todos no lado de fora da escola, era gente vazando pelas bordas. Foi quando avistei Merida saindo da escola. Segui pelo meio da multidão até ela.
- Foi você? – perguntou ela incrédula.
- Foi, porque esse tom de surpresa? – perguntei abraçando-a.
- Obrigado, eu estava preste a assinar minha advertência quando o sinal tocou, o diretor Mitchell saiu desesperado da sala me mandando sair da escola o mais rápido o possível – falou ela saindo dos meus braços.
- Desculpa te meter nessa confusão! – falei. Nesse momento sentir minhas bochechas corarem.
- Desculpa te derrubar no chão... – nós rimos ao lembrar o momento.
- Merida o que você esta fazendo com esse garoto? – perguntou alguém a minha costa. Assim que me virei pude perceber quem era, moreno, corpo atlético e com uma tatuagem tribal azul que percorria todo o seu braço direito.
- Só estava falando com o Jack! – falou a garota acanhada.
- Você nem gosta dele... – retrucou o garoto – Venha comigo agora!
Merida seguiu o garoto como um cãozinho obediente. Se eu esperava que ela fosse se recusar a ir com o Macintosh? Pensei. De fato essa não é a garota durona que eu conheço.
- Achei você... – era a enfermeira Louise que me encontrara – venha para sombra, esse sol lhe fará mal!
- Não precisa, eu já estou me sentindo melhor! – falei demostrando melhora com um sorriso maroto.
- Tem certeza meu jovem? – perguntou a mulher desconfiada.
- Tenho sim, estou forte como um touro! – falei lhe mostrando os músculos.
A mulher assentiu com a cabeça e se retirou pelo meio da multidão. Saí pelo meio dos estudantes procurando Soluço e Rapunzel, mas não obtive sucesso algum. Foi quando para minha surpresa o diretor Mitchell surgiu no meio da multidão, ele carregava um megafone.
- Atenção, Atenção! – ele apertou um botão no megafone que soltou um ruído horrível e fez com que todos o observa-se – Quero informar de que nada passou de um trote, o aluno que cometeu tal ato será punido severamente. Enquanto não identificamos o culpado, sugiro que retornem a suas salas de aula!
Era uma barulhada pra cá, era uma barulhada para lá e todos inconformados seguiram caminho para suas salas. Quando cheguei ao laboratório de química tratei de ir para minha bancada, queria muito contar para Merida como foi que conseguir fazer o faxineiro tocar o sinal de incêndio. Mas ela não veio sentar do meu lado, ela foi se sentar no lugar vazio do lado de Punz que pertence a Astrid. Achei estranho, será que aquele desmiolado do Macintosh falou alguma coisa para Merida?
Foi assim, na hora do lanche, na do almoço e na aula de literatura, na verdade Merida só fez mais e mais se distanciar tanto de mim quanto de Rapunzel e Soluço. Setembro passou voando. Os treinos de lacrosse e a montanha de dever de casa passado pelos professores só fez com que eu também falasse menos com Punz e Soluço. Astrid que voltara para escola só uma semana depois não falou mais com ninguém, tudo para evitar Soluço, ela até recusava minhas caronas de carro. O diretor estava preste a interrogar cada um dos alunos para saber se tinha alguma ligação quanto ao trote do alarme de incêndio.
Foi em uma final de tarde de 28 de setembro que estava de bobeira no parquinho do condomínio, tinha acabado de correr. Foi quando avistei Merida e seus trigêmeos, devo dizer que eles de fato eram crianças bem danadinhas. Eles deixavam Merida de cabelo em pé.
- Merida eu quero sorvete! – falou um dos ruivinhos e em seguida os outros dois.
- Desculpe pestinhas, mas eu não trouxe dinheiro – falou ela calma para os irmãos.
- Mas nós queremos! – insistiu um deles.
- Mas eu já disse que não tenho dinheiro Hamish... – eles pareciam não entender as palavras da irmã e começaram a puxar seu cabelo.
Pensei em algo, como sempre tenho dinheiro no bolço, fui até o quiosque e comprei três copinhos de sorvete de chocolate e voltei até os ruivos que agora estavam prestes a deixar a irmã nua no meio do parquinho.
- Mantenham-se calmos ursinhos raivosos, peguem aqui! – e entreguei um copinho que sorvete pra cada um, que saíram correndo pelo parque tomando felizes seus sorvetes. Merida me olhou boquiaberta.
- Não precisava Jack...
- Não tem problema – falei sentando do lado dela no banco do parquinho.
- Eles são mesmo umas pestes! – falou ela observando os irmãos tomando sorvete.
- Merida eu fiz algo? – fui direto, queria saber por que ela se afastou dos seus amigos.
- Não... – negou ela.
- Então porque você se distanciou de nós? – perguntei olhando para seus grandes olhos azuis.
- Não é por nada, é que eu tenho passada muito tempo com Macintosh! – falou ela, senti algo estranho em sua confissão.
- Eu sei que você não gosta de mim, mas até mesmo a Punz, você tem falado com ela? – perguntei alterando um pouco a vos. Merida não respondeu. Ela fungou baixinho, foi quando percebi que estava chorando – seja o que for eu estou aqui para te ajudar Meri! – falei colocando a mão em seus ombros.
- É só que Macintosh não gosta que eu ande com vocês... – falou ela soluçando.
- Devo confessar que estou desapontado – falei chegando mais perto dela – eu pensei que você era mais durona, valente, que seguia a doutrina que mulher nem uma deve obedecer a um homem.
- Mas eu sou tá! – gritou ela me fitando.
- Não é o que está parecendo... – provoquei.
- Quem é você garoto para chegar aqui e me dar lição de moral! – gritou ela e mais lagrimas caiam de seus olhos. Ela já estava de pé e indo embora.
- Sempre essa camada protetora, não é? – falei me levantando do banco e ela voltou sua atenção a mim – Você só precisa encontrar um dia alguém que faça isso por você, alguém especial!
- Eu não preciso dos seus conselhos Jack Frost! –ela veio na minha direção e apontava o dedo no meu peito – eu sei muito bem me cuidar sozinha...
Quando dei por mim estava abraçando ela que se debatia para sair dos meus braços, ela desistiu de tentar fugir e resolveu me abraçar, puxa como ela me abraçava forte. Ela chorava muito no meu ombro pude sentir suas lagrimas quentes caírem no meu ombro.
- Merida? – alguém chamou à ruiva. Nós nos soltamos.
- Mamãe? – a garota se referiu a uma mulher tão bonita quanto à filha, corpo esbelto, cabelos castanhos mais com uma mecha branca revelando-lhe as marcas da idade, seus olhos eram cor de mel e sérios.
- Tudo bem? – perguntou a mulher abraçando à filha.
- Está mamãe... – ela me olhou desconfiada e depois limpou as lagrimas.
- Olá senhora Dunbroch, eu sou Jack, Jack Frost! – falei estendendo a mão a mulher.
- Já ouvi falar em você meu jovem... – falou a mulher apertando minha mão.
- Espero que bem senhora? – tentei ser carismático.
- Sem duvida – falou a mulher – e, por favor, me chame de Elionor.
- Bom eu já estava de saída, tenham uma boa noite! – disse em quanto me afastava da mãe e da filha.
- Merida você não vai convidar seu amigo para jantar em nossa casa? – escutei a mulher falar que era o que pretendia.
- Tenho certeza de que ele vai recusar... – ela parou de falar, e correu até onde eu estava – Jack você por um acaso gostaria de jantar com a gente?
Tenho certeza que Merida estava torcendo para que eu disse-se não, mas como um bom implicador da ruivinha.
- Será um prazer! – falei em um tom alto para que Elionor pudesse ouvir.
- Então vamos, eu irei preparar Cullen skink, tenho certeza que vai adorar Jack- falou Elionor que foi atrás dos trigêmeos.
- Porque você não disse não? – perguntou Merida revoltada.
- Não queria perder essa oportunidade de conhecer sua casa... – falei depois sorri marotamente – Diga para sua mãe que eu vou à minha casa tomar um banho e depois eu encontro com vocês na sua casa!
- Tá legal, mas você sabe onde eu moro? – perguntou à ruiva.
- Não faço a mínima ideia! –falei.
- A minha casa é uma laranja na Rua das Cachoeiras. Sabe onde é? – perguntou à ruiva.
- Sei sim, não esquenta! – falei e sai correndo em direção à rua da minha casa.
Eu tomei meu banho o mais rápido o possível, me arrumei em dois tempos, não queria chegar atrasado para não ser rude. Pontualidade, especialidade que corre na veia de cada londrino é o que meu pai diz pelo menos. Deixei um bilhetinho na mesinha da sala para que meu pai lesse, estava avisando que jantaria fora na casa de uma amiga.
Entrei no carro e dirigi até a casa da ruiva que era de fato laranja, não um laranja berrante e sim um bem clarinho, com bordas brancas nas laterais. Era uma casa bem agradável. Toquei a campainha e quem veio atender foram os trigêmeos que me abraçaram assim que me viram.
- Como vão tampinhas? –perguntei bagunçando o cabelo deles.
Assim que entrei na casa e fechei a porta senti um cheiro muito bom vindo da parte de trás da residência. Merida apareceu no alto das escadas.
- Jack sobe aqui! – chamou a ruiva. Os gêmeos saíram correndo para sala para assistir TV e eu subi as escadas, entrei no único quarto em que a porta estava aberta.
- Quarto maneiro... – falei ao ver o quarto da ruiva. De fato era, tinha as paredes brancas com um belo papel de parede de um urso preto, uma cama de solteiro com um edredom preto com estrelinhas brancas, em um canto separado uma escrivaninha com vários livros, porta lápis e etc.
- Senta ai, minha mãe já vai terminar de preparar o jantar – ela me ofereceu um pufe em formato de um sanduiche que estava no chão. Sentei, ela também se sentou do meu lado com outro pufe.
- Vamos tirar uma foto? – perguntei para ruiva que fazia uma cara em desaprovação da ideia.
- Pra que? – perguntou ela desconfiada.
- Agente posta no Instagram!
- Tá pode ser... – eu tirei meu celular do bolço e fui até o app do Instagram e apertei no botão da câmera. Estávamos fazendo cara de pirados bem engraçado quando capturei a foto. Postei com a legenda “Jantando na casa da Meri”.
- Soluço e Rapunzel vão ficar loucos... – rimos.
- Vem aqui Jack – chamou ela se levantando do pufe e saindo pela janela.
- Espera Merida! – eu saí pela janela também, só que estávamos no telhado da casa, que era bem plano e feito de um material bem resistente. A ruiva estava sentada mais adiante da janela.
- Esse é meu lugar preferido, eu posso me esconder de quem eu quiser... – falou ela.
- É bem legal aqui em cima!
- Jack eu posso te fazer uma pergunta? – falou a ruiva me fitando.
- À vontade! – falei meio indeciso.
- Foi você quem me beijou naquele dia? – falou ela, caramba faz tanto tempo e ela ainda se lembra.
- Foi sim, por quê? – perguntei, queria saber o motivo, porque do nada ela veio com essa pergunta.
- Eu já sabia só não queria acreditar! – falou ela com certeza.
- Eu beijo tão mal assim? – falei fazendo biquinho.
- Bom... prefiro não entra em detalhes sobre isso! – falou ela corando.
- Não vale, eu te respondi a sua pergunta e seu dever responder a minha também – falei para ela que só fez corar ainda mais.
- Está bem – ela respirou fundo e falou – não, até que não foi ruim!
- Tipo e que tal esse – e beijei-a, a sensação de agora foi à mesma de antes só que melhor, estávamos mais envolvidos. Merida não se negou a meu beijo, senti que ela estava gostando.
- Ainda está a mesma coisa – mentiu a garota que tentava manter o folego. E beijei-a de novo só que mais voraz. Quando nos soltamos estávamos os dois sem oxigênio, sem duvida foi incrível.
- Merida não é melhor vermos se sua mãe esta precisando de ajuda? – falei para ela assim que recuperou o folego.
- Você esta certo, vamos lá! – nos déssemos às escadas até a cozinha onde uma Elionor muito atarefada mexia uma panela com uma colher de pau.
- Mãe precisa de ajuda? – perguntou à ruiva.
- Não mais você poderia arrumar a mesa – falou a mulher jogando uma pitadinha de sal na panela.
- Pode deixa, vem Jack! – fomos até o armário e pegamos pratos talheres e copos, logo depois seguimos para sala de jantar.
Arrumamos toda a mesa em silencio, para abafar qualquer comentário sobre o beijo no telhado. Não demorou muito para que a Elionor trouxesse uma caçarola de porcelana branca recheada com um caldo branco. Sentaram-se a mesa Elionor, Merida, eu e os Trigêmeos.
De fato aquela refeição estava divina, era uma espécie de bacalhau com patadas em um molho fresco. Os trigêmeos que pareciam não gostar muito do que comiam.
- Estava delicioso Elionor! – falei assim que terminei de comer, na verdade todos terminaram.
- Obrigado Jack – falou à mulher que começara a retirar os pratos e foi para cozinha. Os trigêmeos saíram correndo atas dela.
- Merida eu prometo que não falo para ninguém do nosso beijo – falei me virando para ruiva que estava sentada do meu lado.
- Espero que sim – ela falou se levantando da cadeira, eu a segui até a sala onde sentamos no sofá.
- Bolo? Alguém quer bolo? – perguntou Elionor surgindo do nada.
- Não obrigado, já estou satisfeito! – falei educadamente.
- Eu também não vou querer mãe – a mulher saiu do cômodo parecendo chateada de que ninguém queira ter comido seu bolo.
- Você promete que não vai mais se distanciar de seus amigos? – perguntei para ruiva que me olhou furiosa por retornar a falar sobre.
- Prometo! – falou ela parecendo indecisa.
- Então eu já estou indo, agradeça sua mãe pelo jantar! – ela me levou até a porta de onde tomei meu rumo em direção a minha casa.
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