Lightweight.

19 Life Happens.


Notas iniciais
Olá, amorzinhos!! Avisos e surtos lá embaixo! E mano, de novo, aff pq vcs nao comentam??????? Tem uns avisos lá embaixo MUITO importantes!!

"To feel like you've been pushed around, to be on the edge of breaking down and no one's there to save you"

Levei os olhos para ver a cabelereira dourada de minha mãe presa em um rabo de cavalo.

– O que está fazendo aqui? – não percebi o tom acusatório da minha voz até que minha mãe franziu o cenho

A última vez que vi minha mãe, ela estava em sua fossa de velhice. Minha preocupação com ela pareceu perdida a tanta confusão e me senti culpada por aquilo. Ela não tinha ninguém além de mim. Que tipo de filha eu era?

Mas agora, vendo-a em jeans e uma blusa de linho, com as bochechas coradas e enormes sacos compras nos braços, parecia perfeitamente saudável.

– Estava trazendo algumas compras para meus netos.

– Você está morando aqui? – perguntei

– Não, Annie. Aliás, estou feliz de vê-la.

Sorri e balancei a cabeça. Caminhei até poder alcança-la com os braços. Envolvi-a em um abraço apertado.

– Desculpe, mamãe. Senti sua falta.

– Está tudo bem. – ela acariciou meus cabelos e se afastou de mim – Parece que cheguei em um momento errado. Vocês estavam conversando?

– Estávamos bem, Atena. – Kaya disse com um sorriso – Vou deixar vocês conversarem. Com licença.

E sumiu atrás de minha mãe.

– Ela anda bem estressada ultimamente. – minha mãe comentou

– Você anda muito por aqui, mãe?

– De vez em quando. Fiquei sabendo sobre... Problemas. Você sabe os quais. Quer conversar com sua mãe sobre isso?

– Adoraria. Mas só vou ficar por aqui até Paris e Liv chegarem. Poderíamos marcar um jantar ou um almoço.

– Ah, Poseidon não vai chegar tão cedo. Talvez umas seis horas, mas podemos tomar um café enquanto isso. Venha, vou pedir que preparem um café para gente.

Assustei-me com a naturalidade que minha mãe se infiltrou pela cozinha, avisando a alguém que tinha visita. Em seguida, ela puxou meu braço e me direcionou para uma mesa em frente a porta de entrada, que nos dava uma visão especial da fonte e das margaridas no jardim.

– Você parece... Entrosada.

– É. Depois da morte de meu pai... Tudo ficou meio perdido.

– E você veio morar com Poseidon? – a pergunta veio tão rápido que não tive tempo de controla-la

– Quase. Só passo bastante tempo aqui. Gosto de não me sentir sozinha.

Perguntei-me se ela sabia que Poseidon havia assumido o lugar de Cronos. Se ela aprovava. Tirei a ideia da minha cabeça tão rápido quanto aparecera.

– Deveria me avisar. Ainda sou sua filha.

Atena sorriu e assentiu, bebericando seu café.

– Sei disso. Acho que deveria deixar Paris e Liv mais um pouco por aqui. Eles pareciam bem abatidos quando chegaram.

– Não foi nada. Uma briga em casa e sabe como é? Saem loucos como se fossem donos de seus próprios narizes.

Minha mãe sorriu e assentiu.

– Sei bem como é.

Ri e balancei a cabeça.

– Imagino que saiba, mamãe.

Sua cabeça se virou para as margaridas e ela suspirou.

– As coisas estão difíceis. Poseidon me contou sobre o incidente no jogo de Paris. Sei que está em perigo, querida e algo dentro de mim me diz que vai ficar bem pior.

– Mãe. – sussurrei, segurando suas mãos entre as minhas – Não vai ficar pior. Claro que não. Luke, Ethan, até o Poseidon estão nisso. Mamãe, eu não estou correndo perigo.

– É por causa de Frederick, não é? Eu não sabia que ele trabalhava com... Isso. E me senti uma tonta por nunca ter percebido. Ele não te deu algo de perigoso, deu? Eu devia ter descoberta, aquele maldito te colocou em perigo.

– Mãe, não foi culpa de meu pai.

– Claro que foi, Annabeth. – ela encarou nossas mãos, tocou o anelar onde o anel que Percy me deu repousava, seu sorriso se alargou – Achei que aquele seu marido fosse cuidar de você. Mas parece que não fez tanta diferença.

– Ah, mamãe, ele cuida de mim. Não precisa se preocupar.

– Espero que não.

– Olhe, vai ficar tudo bem. Meu pai não me deu nada de que eu não possa cuidar. É só mais uma louco e ele não vai encostar em mim, nem em meus filhos. Em nenhum de nós.

Atena piscou, acariciando minha mão com carinho.

– Não minta para si mesma, filha. Se proteja. Por favor. E dê o que quer que ele queira nem que isso signifique que tenha que se desfazer de seu pai. Ele estará com você em seu coração e blábláblá. Não em um pedaço de papel ou... Em um isqueiro.

Soltei uma risada e segurei sua mão um pouco mais forte entre as minhas.

– Significa muito para mim, mãe. Espero que entenda isso.

Ela balançou a cabeça.

– Seu pai era um babaca sentimental. – ela soltou uma risada e seu olhar se perdeu – Dizia metáforas todo o tempo, resmungando sobre como queria ensinar em Harvard.

Sorri. Ela iria voltar a falar do meu pai. Seus olhos voltavam aquele tom enevoado, como se estivesse sendo transportada para um lugar distante.

– E queria ter uma vida pacata em Connecticut. – completei

– Ter mais alguns filhos e um jardim de tulipas. Uma estufa... – ela suspirou e agarrou nossos dedos – Sinto tanto que ele tenha ido tão cedo.

Assenti. Entendia sua dor. Minha mãe poderia não amar meu pai como marido, mas o amava como amigo, e sempre deixou claro isso para mim.

Suspirei e então, de repente, os olhos de minha mãe pareciam velhos, cansados e distantes. Ela encarou o jardim como se fosse outra dimensão, enquanto isso, eu abaixava meu olhar para o café em minha frente.

– Acha que Liv e Paris vão demorar?

– Sim. Poseidon gosta de paparicá-los. É normal, como eu disse. Eles saem e compram coisas. Mas Paris não parecia tão animado hoje de manhã. Quer falar sobre seus problemas familiares? Desabafar?

Balancei a cabeça, negando. Mordisquei um dos cookies, pensando que havia perdido minha tarde. Poderia pegá-los depois.

E eu estava fugindo de minha mãe. Como uma péssima filha que eu sempre fora.

Ergui os olhos mais uma vez, apenas para ver os seus tão idênticos aos meus, encarando o jardim.

– Sinto que estou ficando velha. — Atena riu e balançou a cabeça — Isso é tão idiota. Faz anos que não trabalho. Isso é idiotice, não é?

– Mãe, você continua maravilhosa. — lhe ofereci meu melhor sorriso e toquei sua mão — Olhe, você também está sendo paparicada por Poseidon. Estou até com medo que ele te roube de mim também.

Ela riu adoravelmente, o que me fez acompanha-la.

– Fico feliz que Poseidon não possa te roubar Percy. Embora, o ache um babaca, não preciso morrer de preocupações por você.

Minha mãe nunca foi melosa nem sentimentalista. Talvez com excesso de preocupação em coisas desnecessárias. Mas eu a amava. Claro que eu a amava. Era minha mãe, a única pessoa que sempre esteve comigo em todos os momentos de minha vida. Não sei por que meus olhos lacrimejaram, no entanto, enxuguei as lágrimas que tendiam a cair sobre minhas bochechas.

– Certeza que não quer conversar comigo? Ainda temos algum tempo antes que as crianças cheguem.

Assenti e encarei novamente o anel do meu dedo, rodando contra minha pele.

– Você tem... Alguma coisa do papai? Qualquer coisa. Talvez, uma lista?

Atena franziu o cenho, confusa e me encarou como se eu tivesse tido outra amnésia histérica.

– Tudo se foi com o incêndio, Annie. Papéis, identidades, objetos de valor. Tivemos que correr no cartório para provar algumas das nossas propriedades.

– Eu sei. É só que... Ele não deixou nada para você?

– Joias que ele me deu há muito tempo. — ela esfregou uma das sobrancelhas douradas — Aonde você quer chegar? Seu pai ficou devendo algo?

– Não. Eu achava que você teria algo dele. Algo que foi deixado para ele, talvez.

Minha mãe se calou por um momento, pensativa. Passou a mão por alguns fios desgrenhados e voltou os olhos para mim.

– Tem algo a ver com aquele homem? O...

– Não. — me apressei a dizer, a mentira entalada em minha garganta — Só curiosidade.

– Depois de tanto tempo.

Sorri.

– Me peguei pensando nele ultimamente. Mas como você não tem...

– São coisas bobas. De verdade. Alguns livros quase queimados, algumas cartas devolvidas, nada demais.

– Cartas?

– Sim. Que nunca chegaram ao seu destino. Seu pai esqueceu algo no endereço e voltaram para mim. Na época, Zeus disse que seria melhor ter tudo guardado caso tivéssemos que provar alguma coisa.

– Zeus? Posso ver essa cartas?

– Claro. Está lá em casa. Na garagem. Posso te dar as chaves e você pode passar lá quando quiser.

– Já pensou em vender a casa, mãe? — perguntei, saboreando o café

Ela riu e negou.

– Tem coisas que não podemos nos desfazer. Já pensou em jogar aquele isqueiro no mar, Annabeth?

Balancei a cabeça, rindo da sua comparação sem sentido.

Ela voltou a assentir e bebericou seu café.

– Poseidon tem uma mania estranha de tomar chá com leite. — ela franziu as sobrancelhas e um sorriso cintilou em seu rosto, tão grande e feliz que o imitei de imediato — Ah, lá estão eles.

Diferente do que pensei, Poseidon e meus filhos subiam o jardim a pé. Pareciam cansados, mas igualmente alegres.

Meu sogro nos alcançou com o mesmo ar que teria anos atrás, inclinou-se sobre mim, depositando um beijo no rosto e repetiu o mesmo com minha mãe.

– Café? — ele fez uma careta — Já tentou experimentar chá de limão com alguns cubos de açúcar? Ou um chá levemente amargo com leite? É incrível. — comentou com as mãos no bolso

– Tenho certeza que Annabeth não pretende provar isso, Poseidon.

– Podemos testar. — ele piscou

– Bem, eu adoraria. Talvez outra hora. Outro tempo. Agora, precisamos ir para casa. — ergui os olhos para eles — Prontos?

– Só preciso pegar as chaves do carro. — Paris se apressou a dizer

– Podemos pegar depois. — avisei — Precisamos ir. — insisti

– Por que tanta pressa, Annie? Certeza que não quer um chá?

– Ah, não. Muito obrigada pelo convite, Poseidon, mas como disse, deixarei para outra hora. Por enquanto, adoraria que meus filhos me obedecessem. — controlei o tom de voz para não soltar um grunhido

Liv tinha um semblante indiferente e deu de ombros quando a última frase saiu da minha boca.

Despedi-me brevemente de minha mãe, agradecendo seu tempo livre e mandando despedidas breves para Kaya.

– Desculpe-me por qualquer incomodo, sogro preferido.

– Nunca será um incomodo ter o ar de sua beleza enfeitando minha casa, nora predileta.

Dei um sorriso e o abracei antes de ir.

Por sorte, não tivemos que esperar mais de dois minutos por um táxi. O que, de fato, me incomodou foi o silêncio absoluto entre nós, embora eu não tivesse nenhuma vontade em quebrá-lo.

Queria tocar na conversa de Kaya com Paris, mas era óbvio que ele negaria. A única pessoa que poderia contar seria Thalia. E eu tinha uma necessidade louca de conversar com minha melhor amiga.

– Como foi o final de semana de vocês? — perguntei quando o taxista parou em um dos sinais

– Legal. — Paris me mandou um sorriso neutro

– Bom. Parece que gostam de ficar por aqui, hm?

– Somos bem mimados e não temos brigas e nem armas e nem mentiras. Nenhum segredo. Nem pessoas querendo nos matar. É. Legal.

Revirei os olhos para a resposta de Olivia, mandando um olhar suspeito para o taxista que parecia bastante entretido com o trânsito pacato da região.

– Você faz parecer que tudo isso é um joguinho, Liv. É sério. E perigoso. E queremos vocês fora disso.

– Não é tão fácil, mãe. — Paris retrucou e desviou o olhar

– Esqueçam aquilo. Passou.

Em poucos minutos, o táxi parou no meio fio. Entreguei o dinheiro e pulei para fora. Liv atravessou nosso humilde jardim rapidamente enquanto Paris me acompanhava. Percy tinha um sorriso enorme, ignorado rapidamente por nossa filha.

– Só perguntei se ela queria sopa. – ele franziu o cenho

– É. Ela está um pouquinho estressada, mas um hambúrguer vai fazer efeito.

– Estressada? – soltei um sorriso nasalado – Não vou me estressar com essa garota. Não agora.

Paris assentiu, franzindo os lábios.

– Licença.

E então, sumiu pelas escadas.

– Vamos jantar fora. – propus, jogando minha bolsa em cima da bancada da cozinha

Percy arqueou as sobrancelhas e apoiou as mãos no mármore, impaciente.

– O que aconteceu com ela? Não estamos pressionando eles, não quero que se sintam... Daquele jeito.

– Vamos esquecer isso. Por ora. Vamos sair para jantar com os velhos amigos. Thalia vai resolver tudo. Só é dizer o que quer comer.

– Um bom uísque. – ele resmungou, massageando as têmporas

– Tudo que quiser, meu amor. – peguei meu telefone, discando o número tão conhecido – Vou diminuir meu horário de caminhada por você. – inclinei-me sobre a bancada e segurei seu queixo depositando um beijo

– Quanto tempo?

– Vou de carro até a avenida. No máximo, quarenta minutos.

– Tudo bem, estarei pronto.

***

Correr para mim era a mesma coisa de fumar um cigarro. Só que mais cansativo.

Era depositar todo e qualquer tipo de energia no controle de sua respiração, no peso de seu pé, no impacto com o solo. Principalmente quando eu corria na beira da praia. O cheiro do mar impregnado, o azul do céu em plena tarde de outono. Parecia uma cena de filme.

Tirando o fato de que toda e qualquer energia que eu canalizava era negativa.

Eu estava irritada com Jay, irritada por Olivia estar irritada. Estressada por minha casa virar um inferno e irritada porque nem Luke nem Nico conseguiam me acompanhar.

Depois de vinte e oito minutos correndo, parei e comprei uma água.

Estávamos a poucos metros do chá onde sentei-me com Rob e sempre me sentava antes de voltar para casa. Nico apoiou as mãos nos joelhos e ofegou.

– Se eu ficar gostoso que nem você, tudo isso vai valer a pena.

Luke revirou os olhos e passou a mão fios cor de areia revoltos.

– Preciso sentar. E trocar de roupa. Sabe dizer se sua cunhada estressada e agressiva vai ao jantar?

Arqueei uma das sobrancelhas enquanto engolia os goles de água tão depressa quanto podia e balancei a cabeça.

– Quero que ela morra no fogo do inferno.

Nico arregalou os olhos e colocou as mãos no quadril.

– Sabe que ela te salvou no jogo, não foi?

– Preferia ter sido sequestrada. – retruquei – E, por favor, não tente defender aquela megera metida. Já não basta ter que ouvir Percy defendendo-a.

Atravessei a rua e encontrei Ethan bebericando um chá, com o tornozelo cruzado ao joelho. Ele me lançou um sorriso, retribuí.

– E como Ian está? – o ruivo perguntou assim que Nico sentou-se a sua frente

Ele deu de ombros, suas mãos fechando-se em punhos.

– Tudo bem, acho. Hera se voluntariou para ficar com ele por essa noite. – de repente, ele parecia desconfortável e suspirou de novo – Acho que preciso ir. Quer carona, Annie?

– Estou de carro. Obrigada.

– Nos vemos no jantar, então. Tchau.

Observei meu melhor amigo sair e entrar em seu carro. Pensei em quanto tempo eu não tinha conversado com ele e anotei mentalmente que eu tinha que conversar com ele. Sobre qualquer coisa. Em seguida, foquei nos dois homens a minha frente.

– E aí? – lambi o lábio inferior, sedenta por informações

Luke me encarou, confuso e balançou a cabeça.

– Sem chance.

– Sem chance? Luke, eu me crucifiquei com Percy para que ele lhes desse duas semanas. Duas semanas.

– Duas semanas para quê, exatamente? – Ethan perguntou com sua pose calma e relaxada

Que merda eu estava fazendo?

– Você sabe... – tirei uma mecha da minha franja do rosto – Jay está na mira da CIA também.

– Descobrimos algumas coisas sobre a Lista. – meu primo trocou um olhar rápido com seu amigo e inclinou-se sobre a mesa de madeira – É uma... Lenda, na verdade. Algo sobre segredos bem escondidos que alguém os acumulou ao longo dos anos para poder ameaçar futuramente.

– As más línguas dizem que tudo está salvo em algum lugar que não morreu com seu pai. Jack disse que acha que tudo foi perdido. – Ethan completou

– Esse foi o motivo para ele ter ido atrás de meu pai?

– Um dos. Seu pai ainda é uma ameaça. – Luke se inclinou na cadeira, os dedos tamborilando, então ele voltou a posição normal em um baque – Mesmo morto.

– Deveria ficar orgulhosa? – perguntei com um tom esnobe

– No mínimo. – Ethan encarou o relógio e suspirou – Se quer que cheguemos cedo no jantar, temos que ir. Luke?

– Vamos te levar em casa.

Soltei um grunhido e afundei minha cabeça entre minhas mãos.

– Estou de carro.

– Eu sei. No entanto, enquanto não posso colocar, pelo menos, uma viatura atrás de você, quero estar por perto.

– Luke. – respirei fundo e levantei-me – Se eu for sequestrada, então serei sequestrada e irei provar que não tenho nenhuma maldita Lista comigo.

– Enquanto não pode provar, querida Annabeth – Ethan se levantou e ergueu um dos braços -, eu te acompanho até o carro.

Bufei e ignorei seu braço indo de encontro ao meu carro. Por instinto, dei uma olhada ao meu redor. Ou eu estava ficando louca ou alguém, além de meus amigos, me vigiava.

A sensação me causou arrepios. Eu estava ficando louca. Definitivamente.

Notas finais
ESSA CONVERSA DA ATENA COM A ANNIE DESTRUIDORA AFF CHORANDO AMO DEMAIS MANO POR QUE VOCÊS NAO DEIXAM SEUS COMENTÁRIOS? Vocês me odeiam, é isso? Só digam que me odeiam no próximo capítulo por favor porque estou muito emocionada então nÃO ME ODEIEM NESSE, OK? Enfim vamos ao que interessa ok ok ok thx no pro Primeiro pedido/aviso de hoje: VOU FAZER MEU ÚLTIMO VÍDEO antes das aulas começarem. Então vocês preferem a tag da taylor swift ou a tag do rbd? Ambas eu pegaria as músicas deles e diria algo relacionado a livros/séries. ME DIGAM O QUE ACHAMM Segundo: ESSE É MEU ÚLTIMO CAPITULO DO ANO NOSSA CHORANDO HORRORES Terceiro: então, dia 12 começa minhas aulas, #vemqvemterceirao to muito ansiosa pra começar/terminar o último ano na escola e eu vou me esforçar tipo MUITO pra conseguir passar em um bom lugar no curso que eu quero, então eu não posso e nem vou prometer muitos capitulos. Podem esperar por um capitulo em tres meses ou algo do tipo, a nao ser que alguem venha postar pra mim, estou pensando em alguem enta fiquem na espera, ok? QUARTO E ÚLTIMO: assistam meu videoooooo (de novo) https://www.youtube.com/watch?v=rZtHZVfNAr8&list=UU4BGy4JzzccC7Lq-uPLzVhw COMENTEM o que acharam, se inscrevam no canal e AHHHH, respondam se preferem a taylor swift tag ou o rbd tag e ANTES DE EU VOLTAR AS AULAS, eu deixo um capitulo com o link do video com tudo certinho Enfim, eu queria dizer que amo vocês, obrigada por continuarem me acompanhando durante esses anos, obrigada por me acompanharem mesmo depois de acharem que eu havia desisto de tk (triste, eu sei), obrigada por serem ótimos comigo e sempre me apoiarem quando eu mando uma ideia doida pra vocês e obrigada por fazerem desse ano muito bom! Feliz ano novo para todos vocês, meus amorzinhos que moram em meu coração. Eu gosto muuuuuuuuito de vocês e espero que saibam disso mesmo depois de eu desaparecer pelos seguintes meses. Até janeiroooooooo!!