Notas iniciais
CAPITULO SUPER CALMINHO aff adoro paris (amorzinho da minha vida) como sempre arrombando com minha vida né ok enfim

"Everybody wonders, where we've run off to; my body on your body, baby, stickin like some glue."

Meus olhos se abriram, deparando-me com o peito quente de Percy contra minha bochecha. Sua mão estava pousada em minha lombar. Afastei-o com cuidado, colocando um pijama e um robe por cima.

Assim que alcancei a sala, olhei pela janela. Sábado. Folga. Era a primeira de muitas. Soltei um suspiro, abraçando meu próprio corpo enquanto via os policiais do lado de fora. Talvez eu devesse fazer um café da manhã.

Fui à cozinha, preparando ovos mexidos, suco de laranja nas caixas, batata e bacon. Seria o suficiente. Arrumei tudo em uma grande bandeja e abri a porta com a ponta do pé.

Um dos homens da viatura saiu com um sorriso.

Antes que eu pudesse atravessar meu jardim, ele já estava no meio fio, a mão na arma, vindo em minha direção com os olhos esmagados pela abertura de sua boca.

– Sra. Chase. Não precisa fazer isso.

– Não precisa dar uma de bondoso. — brinquei, empurrando-o a bandeja — Espero que goste.

– É um prazer vigiar você. Pode ter certeza.

– Espero que valha de alguma coisa. — pisquei, puxando meu robe contra meu corpo — Tem algum sinal?

O sorriso dele diminuiu. Seus olhos mudaram de foco rapidamente, passaram a ser mais sérios e sua postura, imediatamente, voltou a ser rígida.

– Sinto muito, senhora, mas não posso revelar nada que venha a ser parte do caso.

– Nem se eu jogar meu charme? — tentei mais uma piada

Os olhos dele continuaram sérios.

– Sim, senhora. Fui avisado sobre isso. Realmente sinto muito, mas saiba que está protegida.

– Sei disso. — fechei meus lábios em uma linha fina e assenti — Bom, aproveite. Você ficou de guarda pela noite?

– Sim, senhora.

Por um momento, senti pena dele. Senti pena de que ele não pudesse aproveitar de uma cama de verdade por uma noite, que não pudesse estar com sua família em sua casa enquanto eu estava aproveitando de um bom sexo com o melhor cara do mundo. Senti-me uma egoísta.

– Sabe dizer se Paris chegou? Acabei dormindo antes que ele chegasse e...

– Sim. Ele está bem, senhora.

Soltei um suspiro diante de sua afirmação.

– Obrigada... Mesmo. Bem, aproveite.

O policial assentiu mais uma vez antes de chamar os colegas da outra viatura. Um suspiro saiu de minha boca, não sei se de raiva ou de alívio. Sim, eu queria saber tudo que estava acontecendo, no entanto, tinha certeza que quando a informação chegasse, parte de mim desmoronaria.

Voltei a minha sala, vendo Percy encostado na janela com as cortinas fechadas e uma grande xícara de café. Seus lábios se abriram em um sorrisinho enquanto caminhava em minha direção. Uma de suas mãos seguraram minha cabeça, beijando minha testa.

– Bom dia, meu amor. Tendo um momento caridade?

– Percy. — revirei os olhos, abraçando sua cintura

Sua pele estava morna, seus olhos cansados e embora todo aquele pacote de estresse e preocupação estivesse prestes a explodir, eu ainda queria ficar perto dele.

– O que foi? Só estou dizendo a verdade.

Passos baixos e rastejantes me fizeram olhar por cima do ombro.

Virei-me sobressaltada, Percy inclinou a cabeça, pondo-se ao meu lado. Ele bebericou o café enquanto os olhos pousavam em uma figura pequena.

A garota tinha cabelos castanhos, segurava saltos vermelhos e ajeitava o vestido preto a todo momento que descia um degrau, Supus que ela estivesse bêbada pelo modo que segurava a parede e o suspiro de alívio que soltou ao atingir o chão.

– Quem é você?

Seus olhos eram escuros, percebi e Percy prendeu um sorriso. Ela endireitou a coluna tão rápido que achei que pudesse voar, suas bochechas pálidas coraram, parecendo um pimentão. Ela era bonitinha, admiti. Um pouco esguia demais, todavia era o tipo de mulher que qualquer garoto levaria para cama em um piscar de olhos.

– Hm, eu sou...

– Não invente um nome. — Percy repreendeu

– Ash. — suspirou, mudando o peso do corpo — Olha, me desculpa por qualquer coisa, eu... Estava com Paris. Só preciso que me deixem ir.

– Quer uma carona? Desculpe por isso, meu filho deveria acordar e...

– Não. — ela balançou a cabeça — Sem problemas. — ergueu a mão para Percy e percebi seu olhar descer pela sua barriga, até a barra do moletom, coloquei-me a frente dele com as mãos no quadril, ela pigarreou e voltou a falar — Só preciso que me deixem ir.

– Pode ir. — apontei — Vou me arrepender quando perguntar, mas... O que estava fazendo com Paris?

Ash mexeu nos cabelos e passou por mim.

– Sinto muito. — fez uma careta que beirava um sorriso escondido e saiu

– É o que estou imaginando? — sussurrei

Percy riu e assentiu.

– Exatamente.

Soquei seu peito.

– Ouch! O que eu fiz?

– Você está encorajando-o!

– Claro que não. O que quer que eu faça? — ele ergueu a xícara e fez uma cara de bravo — Ei, Paris, não coma as garotas.

– Percy! Isso é ridículo.

– Ele está agindo como qualquer garoto agiria.

– Você não agia assim. — acusei, baixando o tom de voz

Percy sorriu e passou um braço pelo meu pescoço, fazendo nossos rostos ficarem juntos.

– Porque eu tinha uma namorada... E você.

Cutuquei sua barriga, dando um sorriso a contragosto.

– Eu te amo.

– Eu sei. — ele deu de ombros

– Aliás, — belisquei a pele de sua barriga — você não agiu da mesma forma quando disse sobre Olivia.

Ele revirou os olhos, bebericando seu café.

– Porque a garota não é filha de um dos homens que mais odeio. Então, não tenho nada contra ela.

Arqueei a sobrancelha, vendo seu sorriso aumentar.

Isso é ridículo.

– Apenas a verdade, meu amor.

Mais uma vez, ouvimos passos só que fundos e preguiçosos. Sabia exatamente de quem era.

Paris era uma cópia minha. Interiormente. Porque, agora, enquanto descia as escadas de moletom azul, sem camisa e o cabelo negro todo bagunçado, era exatamente a Percy depois de uma longa noite. Fiz uma careta de nojo e o encarei.

– Só vim pegar um copo de leite. Tenho treino hoje e jogo amanhã. — resmungou, indo em direção a cozinha

– Quem era aquela garota?

Ele parou um momento, pareceu pensar, então pegou seu copo, dando de ombros.

– Uma garota.

– Você, ao menos, lembra o nome dela?

Paris franziu o cenho, fechou a geladeira e revirou os olhos.

– Por que tenho que saber o nome de toda garota que eu transo? Elas querem uma transa, eu dou uma transa.

– Paris!

– Estou superando, ok? Não era isso que queria?

– Você tem que superar! — revidei — Mas não desse jeito!

Por um momento, percebi a raiva queimando em seus olhos azuis. Ele terminou de tomar o leite, limpando a boca com as costas das mãos e as pousou, encarando-me de um jeito ameaçador. Quase levantei o dedo para obrigá-lo a parar com aquilo.

– Esse é o único jeito que eu conheço, mãe.

– Paris Jackson!

– Estou subindo! — retrucou

Não pude formar outra frase já que, em instantes, não podia ver sua sombra.

Percy suspirou, terminando seu café.

– Não sei se amo ou odeio isso.

Encarei-o com raiva.

– Eu odeio isso.

– Ele está idêntico a você ou é impressão minha? Chapado nas festas, uma garota diferente por noite. — Percy apontou para mim com a xícara — O que acha disso?

– É por isso que não o quero ver desse jeito!

– É só uma fase. Ele vai passar por isso. Quem quer que seja a garota que ele estava apaixonado vai sumir, ele vai esquecê-la e vamos ter nosso Paris-Certinho de volta. Embora eu goste um pouquinho mais desse.

Revirei os olhos, encolhendo-me.

– Preciso fazer uma visita a um navio que está sendo construído. — ele beijou minha boca levemente — Que tal um almoço juntos?

– Não sei. Acho que irei encontrar aquele casal... O que te contei da casa maravilhosa. — menti

– Hm... Gramar?

– Graham. — corrigi

– Tanto faz. Quer carona?

– Não. Estou bem. — dei um passo para trás

Percy segurou meu pulso, com as sobrancelhas arqueadas.

– Agora, o que vai fazer para o almoço?

Soltei um xingamento.

– Provavelmente dormir, trabalhei todo o dia ontem, se não percebeu e talvez, claro, conversar com Thalia.

– Sem trabalho. — ele sussurrou, roçando seus lábios nos meus

– Hm, sem trabalho.

– Já estava na hora. O que quer fazer pelo resto da manhã? — segurou minha cintura

Sorri, repleta de segunda intenções.

***

Continuei sentada no balcão de mármore enquanto Percy preparava uma coisa maravilhosa na frigideira.

– O que é isso? – tentei espiar

Ele bateu em minha coxa.

– Manjericão, salmão...

– E isso? – apontei para um pedaço vermelho

– Pimenta.

Fiz uma careta, cutucando-o com meu tênis.

– Percy, eu não gosto de pimenta.

– Eu já fiz uma salada para você.

– Percy... – choraminguei – Não quero salada.

Seus lábios se abriram em um sorriso profundo, o tipo de sorriso que me fez pensar o quanto eu era abençoada de ter alguém como Percy ao meu lado. Então, seu avental roçou em meu joelho coberto pelo jeans.

– Então, não coma, amor.

Revirei os olhos, cutucando o molho verde que estava ao meu lado. Enfiei-o em minha boca, deliciando-me com o gosto beirando ao ácido.

– Como aprendeu a fazer tudo isso? – gemi, aquilo estava delicioso – Acho que perdi essa parte.

– Eu fiz um curso de gastronomia enquanto você cuidava do Paris.

Arqueei a sobrancelha.

– Sério?

– Claro que não. Eu nasci com um dom, idiota. – ele jogou o salmão com o manjericão mergulhado em manteiga em uma travessa – Ótimo. Onde estão os meninos?

Franzi o cenho. Pulei do balcão, peguei a travessa, arrumando tudo delicadamente na mesa. Naquele momento, ele me relembrou que não tínhamos dezessete anos, que tínhamos uma vida e um grande problema lá fora. Do tipo, tudo poderia acontecer hoje.

Percy trouxe um jarro estreito branco, ele ajeitou o pequeno vaso com duas rosas de cor clara em meio aos pratos. Havia um vinho, suco de maçã e tudo estava arrumado com calma e carinho.

Havia passado alguns dias desde que houve o “incidente” com Paris e Jake. Eu tentei ignorar Paris, seus ataques de raiva recheados com comentários irônicos, assim como os resmungos de Olivia e o fato dela supostamente “perder” o celular. Resumindo, nossa casa estava uma desordem e por incrível que pareça, não era minha culpa ou de Percy.

Eu pensei em falar com ele sobre Kaya, sobre seu sumiço nos últimos tempos, sobre como ela estava lidando com tudo aquilo, no entanto de acordo com Thalia, eu deveria calar a droga de minha boca e deixar as coisas irem a seu eixo. Além disso, ela ressaltou que a conversa com Jack foi pacifica e talvez, só talvez, eles nos dará alguma pista sobre Jay; Luke disse que era um grande passo.

Enquanto isso, Percy tinha afundado a conversa sobre Jay, CIA ou qualquer outra coisa. Ele estava mais focado em manter nossa família unida, fazendo diversos pratos diferentes, fazendo questão de andar comigo na praia depois que chegava ao trabalho. Ainda compartilhava suas ideias para iates ou navios, convidando-me para a estreia de um deles.

Foi os dias como se Jay não existisse e eu adorei aquilo.

Por fim, ele pousou as mãos nos quadris.

– Bom. Bom.

– Legal. – dei de ombros

Percy sorriu, afundou os dedos na parte exposta de minha pele, agarrando-me contra seu corpo. Sorri quando senti sua língua afundando-me em um prazer instantâneo, de repente, eu estava afundada em um fogo próprio em que o calor perfurava meus poros, fazendo-me ofegar.

Alguém pigarreou, mesmo assim, eu queria continuar ali, envolvida naquele amor, naquele calor... Nele. No entanto, Percy forçou-me a afastar.

– Ótimo. Achei que fossem gerar outro bebê.

Paris usava uma camisa azul folgada que se ajustava bem ao seu corpo, com o emblema da escola dele. Além disso, usava um boné e jeans.

– Está nervoso, cara? – Percy perguntou com um sorriso

– Um jantar o espera, vencedor. – segurei seu cotovelo, saltitante – Aqui, querido. Salmão e...

– Você não me precisa citar os ingredientes.

Respirei fundo, franzindo as sobrancelhas para Percy.

– Paris, por favor.

Ele nos olhou, confuso, por um momento.

– O que eu fiz? Deveria ser delicado...

– Você deveria voltar a ser um garoto normal. Por favor, Paris, por uma garota? Você é mais que isso. – Olivia resmungou atrás dele.

Lá estava ela em seu uniforme de torcedora, sua saia de pregas azul com borda amarela e top das mesmas cores. Sua maquiagem estava bonita, repleta de glitter, assim como seu cabelo. Ela colocou o sobretudo enorme sobre seu corpo.

– Quem é você para me dar lição de moral, garota?

– Sou a única que pode te dar uma lição de moral, não é, seu playboy? Por que não desconta na garota e não nos nossos pais?

Paris virou-se contra ela. Raiva borbulhava em seus olhos, seus punhos se fecharam.

– E quem você acha que é para me dar lição de moral? – sua voz era grossa e rouca

– Oh-oh. Filhos, vocês terão um jogo daqui a pouco. Queremos um jantar calmo, ok? – Percy interviu

– Eu sou a garota que você deveria ter medo porque se você tentar fazer um desses seus charminhos...

– Como você fez sua vida toda? – Paris retrucou – Você fez a mesma coisa, todos os dias. Jogou seu cabelo, pediu alguma coisa e lá estava, ah, por favor, Olivia, você não é ninguém para me dar lições de amor ou de coração partido.

– Paris. Pare com isso agora mesmo. – apontei, ficando entre eles – Não tente em continuar com isso, entendido?

Os olhos azulados de Paris estavam cobertos de névoa, aproximei-me dele.

– Escute bem, aquela garota vai destruir você. Pense em nós. Pense em como seu pai ficaria. – sussurrei o mais baixo possível para que apenas ele ouvisse

Percy respirou fundo, massageou o lugar entre suas sobrancelhas, deslizou a ponta dos dedos pelo nariz e soltou a respiração.

– Ótimo. Agora nosso jantar foi destruído pelo seu ataque, Paris. – ele bateu palmas – Quer um troféu agora? Uma medalha? Porque saiba, garoto, se não se concentrar para a droga desse jogo, você irá perder por causa de uma porra de coração partido.

– Perfeito! Você nunca teve um coração partido, não é, Grande Percy? Você sempre amou minha mãe e foram um casal perfeito.

Ele se virou para ir embora, no entanto agarrei seu braço, apontando para seu lugar.

– Você vai sentar aí imediatamente, vai comer e vamos embora, ok?

Paris bufou, sentou-se em seu lugar e começou a se servir. Olivia fez o mesmo. Eu e Percy trocamos olhares nervosos.

Não era o melhor momento e só tendia a piorar.

Depois de terminarmos o almoço tenso, recebi a ligação de Thalia. Podia ouvir resmungos e gritos ao fundo.

– Onde você está? – perguntei assim que atendi.

Nico e Luke. Uma briga sobre levar ou não Ian.

Mordi o lábio inferior.

– Estou de acordo com Nico. É melhor prevenir do que remediar, ele poderá ver diversos jogos futuramente.

E Luke não quer que vivamos com medo pelo resto de nossas vidas.

Soltei um suspiro quando Percy abriu a porta do carro para mim. Ele franziu as sobrancelhas, balancei a mão, indiferente enquanto nos acomodavam.

– Acho que Nico ainda está certo.

Sabe de uma coisa? Eu vou leva-lo! Sim, cale a boca! Eu sei o que estou fazendo, ok? O garoto quer assistir o jogo dos primos e está totalmente certo, temos dezenas de viaturas ao redor do estádio, nada vai acontecer com a gente. Te encontro lá.

Um sorriso falho se apoderou de mim.

– Thals? É realmente isso que quer?

Pude ouvir um suspiro pesado do outro lado.

Não quero viver com medo, isso é o que quero. Aliás, sabe se a irmã birrenta vai hoje?

– Eu espero que não. Realmente não sei como reagiria se... Estivesse lá ou... – dei uma olhada de esguelha para Percy que tentava se concentrar no trânsito e passar a música no rádio, ele parecia alheio a minha conversa – Não sei. – terminei – Nos encontramos lá, então?

Ela concordou e encerrou a chamada.

Notas finais
Primeiro de tudo, eu queria perguntar se alguém já leu Estilhaça-me de Tahereh Mafi. Se você não leu, só quero dizer que vc ta perdendo a chance extraordinária de conhecer O WARNER PQ MANO "I MIGHT GO TO HELL BUT THAT DOESNT MEAN U DESERVE HER" nossa pq ele é tao maravilhoso e "I WANT THIS UP. I WANT THIS DOWN. I WANT TO FEEL UR HEART RACE AND KNOW THATS BC OF ME. BC U DONT WANT ME TO STOP" COMO ALGUEM PODE SER TAO MARAVILHOSOA VA aff chorei demais POR FAVOR se vcs nunca leram LEIAAAAAAAM E meu deus, ok agora vem as imensas desculpas, vocês devem estar pensando "nossa ela tá no terceiro ano, fica lendo porra de livro e não vem postar" Eu sei, eu tb falaria isso, mas aqui vão os motivos: primeiro, eu sei que eu jurei que iria postar na terça, mas dai eu acabei estudando, acabei viajando, acabei fazendo inumeras coisas e acabei nem entrando no computador. Segundo, não veio quase nenhum review, então eu tava meio "ah se eu postar terça ngm vai ler mesmo entao fodam-se" e sim, eu sigo essa lei, se n deixou review é pq nao leu, é pq nao gostou então aff odeio MIL DESCULPAS pra quem deixou review, eu vou tentar responder prox semana (sorry de novo), mas é que prox final de semana ja tem prova de novo dai vem plantao aula a tarde e tchau inspiração E eu criei um método pra conseguir ler os livros que me restavam, não funcionou muito, mas tudo bem pq eu ja acabei e só vou ler dps do meu aniversário. MAS ENFIM, tá muito apertado pra mim, como eu disse eu ia dar meus pulos para postar mas vcs n estão colaborando dai fode né gente por favor Além do mais eu consegui responder os reviews de lw e só falta o ultimo cap agora, mas falta uns dois caps de reviews pra responder dai se eu conseguir adiantar tudo q tenho p estudar amanha, consigo responder os outros reviews de noite, ok? dai aproveito e ja respondo o de sm tb bota tudo junto e fechou MAS ME AJUDEM OK ME AJUDEM MESMO deixem aqueles reviews enormes que eu fico dormindo sorrindo