Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capitulo o/ Bem, dessa vez quem ganhou foram Dean & Bonnie e esse ficou o maior capitulo até agora, espero que curtam :3Bem, esse fizemos uma dinâmica diferente, colocamos alguns personagens diferentes, pra ter um enredo melhor, espero que gostem disso também ;)Nos POV's Misto os pensamentos do Dean estão em negrito e os de Bonnie em itálico. P.S: LEIAM AS NOTAS FINAIS!

POV Dean.

Eu e Sam estávamos procurando a maldita tabua e pra descobrir como acabar com aqueles Leviatãs. Estávamos na Virginia e era a noite quando paramos em um bar. Enquanto fui ao banheiro ouvi um cara discutir com alguém no telefone, mas foquei quando ele disse algo sobre fantasmas. Mas exatamente que tinha ido embora por que não ia ficar onde corpos aparecem e ele vê um fantasma na rua. Uhm, não faria mal um trabalhinho nessa tal Mistyc Falls. Voltei a mesa.- Sammy, acho que encontrei um trabalho.

— Leviatãs de novo?- Ele perguntou enquanto mexia no computador.

— Não. Nossos queridos e quase esquecidos fantasmas. Talvez mais.- Disse.

— Uau. Seria estranho se eu dissesse que sinto falta deles?- Ele disse rindo.

— Eu também. Principalmente daqueles que nos dão uma boa briga e com aquelas caras estranhas de... morto.- Falei.

— Claro né seu sabichão.- Ele disse irônico.- No dia que enfrentarmos um fantasma com cara de vivo, a gente tira uma foto pra recordar.

— As vezes aqueles mais fresquinhos não são tão nojentos. E poderíamos encontrar alguma gostosa né? Nunca tivemos o caso de uma assim nua, como será? Tudo caído ou durinho?- Perguntei.

— Você só pensa em mulher Dean?- Ele perguntou.

— Vou pensar em que? Homem?- Rebati.

— Talvez em como sair vivo dessa?- Ele disse.

— Sam! Eu aqui curtindo um fantasminha e você volta com aquele Dick seboso? Que isso cara. E você fez um pedido?- Perguntei.

— Não. Nós temos que ir de uma vez. Não temos tempo para comer.- Ele disse juntando as coisas.

— Ei eu tenho que comer sabia?- Disse.

— Meu Deus Dean. Ou é comer ou é mulher. Quando você vai pensar em algo diferente?- Ele balançou a cabeça rindo.

— Ai não vai ser eu e sim um metamorfo no meu lugar. Ai quero vê o que você ia fazer. Mas vê ai se tem alguma coisa do lugar enquanto pego algo pra viagem.- Disse.

— Tudo bem, vai lá.- Ele se sentou na cama com o notebook.

Fui e peguei duas tortas e um hambúrguer pra mim e um hambúrguer com fritas pra ele. Sem esquecer meu pudim e a cerveja. Voltei.- E ai tem um fantasminha camarada mesmo?

— Sim. Aparentemente algumas pessoas morreram em um incêndio a um ano atrás e a poucos dias apareceram rondando por ai. E matando pessoas em publico.- Ele disse.

— Nada como uma boa vingança.- Disse.

— E nada como ser um serial killer de fantasmas.- Ele disse sorrindo.

— É disso que estou falando. Mas é só isso por lá?- Perguntei.

— A cidade tem fama por ser o berço de vampiros, lobisomens e bruxas. Mas até hoje nada além de boatos e lendas.- Ele falou.

— É quase um parque de diversão pra gente ou colônia de férias. Amei o lugar.- Disse.

— Concordo. Estamos precisando nos divertir. Matar uns vampiros sempre me fez relaxar.- Ele disse.

— Você relaxa ouvindo musica lenta Sammy. Ou acha que não vi aqueles cd no carro?-Disse comendo.

— São clássicos! E come isso direito e de boca fechada.- Ele disse.

— Clássico? Musica de balé? Só se você botar um collant e ficar dando pirueta. E me deixa comer em paz.- Falei.

— Não é musica de balé. São musicas relaxantes. E não sou obrigado a ouvir você comendo. Fecha a boca.- Ele falou.

— Cara, você sabe ser chato. Vamos lá? Ou vai preferir ficar nas musiquinhas do balé?- Disse rindo.

— Vamos de uma vez antes que você coma a garçonete ao invés da torta.- Ele falou.

— Tá doido? Você viu que baranga? Os peitos dela vão na barriga, eca.- Fiz cara de nojo.

Ele riu.- Dean, você olha pra outra coisa além dos peitos?

— Você é inocente pra saber dessas coisas Sammy.- Disse rindo.

— Engraçadinho. Ok, vamos de um vez.- Ele pegou as coisas.

— Ok.- Peguei minhas coisas e fomos pra o carro. Foram um dia e meio de viagem, mas chegamos.- Bem vindo a Mistyc Falls. Até que fim.- Sam dormia e comecei a fazer carinho no rosto dele de brincadeira.

Ele se mexeu com o toque.- Dean!- Ele se acordou.

— Desculpa boneca, mas você parecia tão tranquilo que tinha que te acordar suavemente.- Disse rindo.

— Boneca? Eu só não te dou um tapa por que ainda estou sonolento.- Ele disse bocejando.

— Nós estamos chegando, já passamos pela placa. E limpa essa baba, é nojento.- Falei.

— Vai tomar banho.- Ele pegou a água e passou na boca.- Aonde vamos primeiro?

Entramos na cidade.- Não é que é bonitinha.

— Mas mesmo assim um parque sobrenatural.- Ele disse.

— Bem, esse Grill parece o único bar daqui. Vamos ver se descobrimos um lugar pra ficar.- Disse.

POV Bonnie.

Depois de ter trazido Jeremy de volta a vida tudo tinha mudado e ficado... um saco. Ele me traiu descaradamente com a fantasma da ex namorada dele. E quem é a culpada? Eu. E agora Jer queria voltar e estava tentando me convencer disso. Ainda bem que a gente não tinha transado ainda. Pelo menos sairia sem muitas "ligações".- Não vai dar Jer.- Disse depois dele ter pedido pra voltar.

— Mas Bonnie, eu cometi um erro, sei disso, mas não significa que não gosto de você. Foi uma idiotice ainda mais por te magoar.- Ele disse.

— Jer, eu te perdoei. Mas não você deixou claro que amava ainda a Anna. Se não, não teria beijado ela.- Disse.

— Eu estava confuso e vê-la foi tão repentino que misturou tudo. Foi estranho por que nem me despedi dela da outra vez e vê-la tão perto...- Ele parou.- Acha mesmo que faria de proposito?

POV Misto. ( Dean e Bonnie.)

Fui pegar mais cerveja e vi a morena gata no bar e parecia estar numa discussão. Pelo visto tinha mulher bonita aqui.

— Eu sei que você não é assim Jer. Mas você ainda a ama. E não te culpo por isso. Vocês não separaram, elas morreram.- Ela disse.

Ela morreu? Coitada da garota, o rapaz idiota ainda pensa na ex. Pensava enquanto bebia a cerveja.

— Bon, não posso perder você também. Já não basta todo o resto e tudo que está acontecendo, agora o que tinha de bom também tem que ir?- Ele disse.

— Ei, eu não estou indo. Sempre estarei com você. Sempre fomos amigos, lembra? Faria de tudo por você. Você sabe disso.- Ela disse.

— Sei disso mais que deveria e olha como retribui.- Ele disse.

— Não me arrependo de ter te trazido de volta á vida Jer. Pelo contrario, faria de novo.- Sorri.

— Me desculpe Bonnie mesmo, não sei se um dia vou poder agradecer a tudo que faz por mim e principalmente pela minha irmã. Você é incrível.- Ele disse.

POV Dean.

Fingi beber tranquilamente mas por dentro estava animado. Para trazer de volta uma vida, só com algum poder sobrenatural. Só faltava saber o que essa menina era. Voltei a mesa.- Liga isso ai.

— O que houve?- Ele bebia da cerveja.

— Acho que encontrei uma pista. Tá vendo a morena gostosa com o cara de bobão no bar?- Disse.

Ele tentou não rir.- Sim. O que tem eles?

— Ela...- Olhei e não tinha ninguém que pudesse ouvir.- Ela disse que não se arrependia de ter trago ele de volta a vida. Pelo visto ele a traiu, com a ex, ou a lembrança dela. Que pode ter sido um dos fantasmas já que segundo ele, não se despediram.

— Interessante. Então temos talvez, uma deusa pagão?- Ele perguntou.

— Tenho um sobrenome. Procura sobre Bennett.- Falei.

— Ok.- Ele começou a procurar.- Aqui diz que as Bennett é uma linhagem de bruxas muito poderosas.

— Não brinca! Sam, bruxas são nojentas e não morenas gostosas.- Falei.

— A "morena gostosa" é uma bruxa. Porém aqui não é como as "nossas". A magia delas vem de espíritos de outras bruxas mortas e não magia negra.- Ele disse.

— Quer dizer tipo, do time das boazinhas? Essa é boa.- Disse.

— Bem, me parece que sim. Acho que devíamos ir falar com ela e com o "zumbi".- Ele disse.

— Sim, claro. Oi bruxinha, podemos matar você e seu namorado zumbi?- Ironizei.

— Não. Vamos como profissionais. Como sempre.- Ele se levantou.- Está com seu distintivo ai?

— Claro, mas você vai usar?- Perguntei.

— FBI sempre abre portas. Estava pesquisando e aqui é um arsenal de mortes.- Ele falou.

— Ok, vamos lá.- Disse.

POV Misto. ( Dean e Bonnie.)

Estava sentada tomando um suco. Jer tinha ido já. Pensava em como isso tudo estava sendo diferente. Mas não podia deixa-lo morto. Além de tudo o amava como amigo.

— Desculpe incomodar senhorita. Sou o agente Collins, esse é o meu parceiro. Podemos fazer algumas perguntas?- Perguntei em um tom casual.

Olhei para eles.- Claro. Posso ajudar?

— Na verdade estamos investigando as recorrentes mortes da cidade e gostaríamos de saber se sabe algum fato que possa ajudar. Alguma coisa que tenha visto ou ouvido.- Dean disse.

— Sim. Algum tipo de símbolos ou algo do tipo? Mortes estranhas?- Sam perguntou.

Eles sabiam de algo.- Na verdade não. Não sou muito ligada á essas coisas. Não vejo o jornal. Se me derem licença.- Me levantei e me encaminhei para a rua.

— Ela está fugindo?- Perguntei.

— Vai atrás dela. Irei pesquisar mais sobre e falar com o " zumbi".- Sam disse.

— Ok, mas cuidado. Ele pode querer o seu cérebro. Sabe como zumbis são.- Dean disse.

— Eu sei me cuidar. E você cuidado para não cair nos feitiços da bruxinha.- Sam disse.

— Que isso, está me estranhando? Hotel, no sistema de sempre. Até.- Disse saindo e olhando pra ver se a via.

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O que aqueles caras queriam? Eles sabiam de algo. Estava indo em direção a casa de Damon e Stefan. Acho que eles deveriam saber.

Comecei a andar pelas ruas que davam saída pra que estava até que a vi e comecei a segui-la.

Senti ele me seguir e comecei a andar ainda mais rápido. Mandei um sms para Damon e outro para Stefan. Estava ficando com medo.

Ela apertou o passo e tive que andar mais rápido. Podia olhar bem daqui, como uma menina tão bonita podia ser um ser desses? Nunca vou entender.

Suspirei e parei. Não adiantava correr. Olhei para ele que chegava ainda mais perto.- O que você quer?

Corajosa, gostei. Dean, com a cabeça de cima.- Isso não precisa ser complicado bruxinha.

— Como... como você sabe?- Ela perguntou em um tom surpreso.

— Pesquisando e ouvi você com seu namorado zumbi.- Ele disse.

— Ele não é zumbi. Ele é humano.- Ela falou.

— Bem, ele morreu e está vivo. Tecnicamente ele é sim.- Ele disse.

— Porque eu fiz isso. Implorei as bruxas que o trouxessem. Mas elas não são muito amigáveis.- Ela disse.

— Uma bruxa que fala com outras bruxas? Isso é estranho, até pra mim.- Ele disse.

— E o que você é? Por que até agora não me aparece um vampiro ou lobisomem.- Ela disse.

— Tem isso aqui também? Isso é mesmo um parque de diversão pra nós caçadores.- Ele disse.

— Caçadores? Você é um caçador? E eu pensando que depois de Ric isso não seria mais problema.- Ela disse.

— Ric? Bem, não o conheço. Mas se é um dos nossos tem a minha consideração.- Disse me aproximando dela.

Me afastei dele.- Porque você está aqui? Não machucamos ninguém aqui. Damon está sobre controle agora.

— Quem é Damon?- Ele perguntou.

— Meu amigo. E ele não mata ninguém a meses. Acredite, quase o matei por ele ser tão... frio.- Ela disse.

— Bem, não era esse o roteiro de vir aqui, mas já tenho um próximo na lista.- Acabei com a distância.

— Você não vai mata-lo. Não vou deixar.- Minha respiração estava meio ofegante. Estava com medo dele. Mesmo não querendo sentir isso.

— Quem vai me impedir? Você? Nossa, como uma garota assim pode ser uma bruxa? Serio, é mesmo uma pena.- Ele disse.

— Assim?- Ela perguntou.

— Linda e gostosa. Se não fosse dessa espécie tão traiçoeira, a passagem por essa cidade seria divertida.- Ele disse.

Olhei pra ele.- Isso deveria ser um elogio? Porque soou mais como uma ameaça.

Por que eu estava demorando a ataca-la e conversando? Não tem conversa é chegar e fazer o serviço. Mas não sentia aquela maldade comum que sinto nessas horas. Ela parecia uma garota assustada, isso sim.- De inicio sim, Bonnie Bennett.

— De inicio?- Ela perguntou.

Avancei segurando ela.— Por que vai ser uma pena matar você, mesmo.

Não sei se ficava assustada ou não. Ele era lindo e gostoso e com certeza a sensação de estar entre seus braços era bom.- E porque você vai me matar? Não entendi isso ainda.

— Fantasmas andando pelas ruas e matando, pessoas ressuscitando. Bem, isso é só o começo. Daqui a pouco a cidade inteira vai estar em perigo com você podendo mata-los com seus poderes. A única diferença é que você é nova e gostosa, não velha com verrugas.- Fiz cara de nojo.

— Eu não uso meus poderes assim. Na verdade nem gosto de usa-los. Uso quando preciso ajudar alguém.- Ela disse.

— Com feitiços e coisas mortas. Isso é nojento, ainda mais quando são animais.- Ele disse.

— Não. Assim.- Me concentrei e fiz um pedra se levantar e vir pousar em minha mão.

— Assim como pode fazer isso, pode matar alguém. Como imagino que tenha ocorrido aqui para ter tantas mortes.- Ele disse.

— Eu não mato ninguém. Somente causei algumas dores de cabeça.- Fiz cara de pensativa.- Mas eu não machuco ninguém.

— Acha mesmo que as coisa funcionam assim? Sempre vai ter um escorregão e pessoas inocentes vão morrer. E posso afirmar que isso já aconteceu aqui.- Estava de frente á ela e a olhava atentamente. Dean, trabalho, trabalho.

— E.U N.Ã.O M.A.T.O N.I.N.G.U.É.M, ok?- Disse firmando as palavras.

— Então não tem nada a ver com nada que aconteceu aqui? Nem com os fantasmas revoltados ou pessoas sumidas?- Disse irônico ao fato de que podia estar em frente a uma bruxa boazinha mesmo. Isso é impossível.

— Fantasmas revoltados não. Na verdade foi as bruxas mortas que abriram as portas do outro lado para eles. E as pessoas sumidas são os vampiros ou híbridos.- Ela disse.

— Outro lado? Híbridos? Vamos.- Disse a segurando pelo braço.

— Vamos para onde?- Ela perguntou.

— Pra onde passamos conversar. Você parece um boa fonte de informação.- Me virei pra ela.- Uma gracinha e seu tempo acaba.

— Acaba?- Ela perguntou.

— Sim, você morre. Preciso desenhar?- Perguntei irônico.

— Você está louco?- Tentei me soltar.

— Onde é a sua casa?- Ele perguntou.

— E porque eu deveria dizer onde é?- Ela rebateu.

— Por que você não quer que eu faça perguntas na rua. Fora que está gelado. Lugarzinho que esfria de repente. Bem, eu espero que seja isso.- Disse olhando ao redor.

Suspirei.- Tudo bem. É daqui a duas quadras.

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Fui guiado por ela mas sempre mantendo-a segura e com a mão a arma. Chegamos a casa dela e olhei bem a porta antes de entrar.- Mora sozinha?

— Sim. Minha mãe me abandonou, meu pai não quer me ver e minha vó morreu.- Ela disse.

Olhei pra ela. Nossa, coitada. Para Dean, sem instinto protetor agora.- Esse outro lado que você falou, é céu ou inferno?

— Nenhum dos dois. Quando um ser sobrenatural morre, fica preso sem conseguir encontrar a paz... ou não. E eles vagam por aqui. Esse é o castigo deles. Ver todo mundo e ninguém te ver.- Ela disse.

— Bem, não parece tão ruim quanto o inferno.- Olhava pela janela para ver se ninguém tinha nos seguido.

— Você é paranoico assim mesmo ou só hoje?- Perguntei o olhando.

— É que você acha que só existe isso, eu não. E esses híbridos como são?- Ele perguntou.

— Metade vampiro, metade lobisomem.- Ela disse.

— Arrancar a cabeça serve ou tem que ser algo especifico? Tipo... estaca de prata?- Ele disse em duvida.

— Um hibrido comum arrancar o coração ou cabeça. Já o Klaus... bem, ele é imortal. Nada o mata. Ele e os vampiros originais.- Ela disse.

— Imortal?- Ri.- Essa é boa. E original? Acho que tem alguém errado ai, já demos fim no vampiro original.

— Os vampiros originais são cinco. Klaus, Elijah, Kol, Rebekah e Finn. Eles foram criados por uma bruxa. A bruxa original. Klaus é um hibrido. O hibrido original. E até hoje ninguém sabe como mata-los.- Ela disse.

— Não. Vampiro original era um Alpha, filho de Eve, a cadela mãe de todos os monstros.- Ele disse.

— Bem, eu conheço bem eles. E eles são assim. Não gostaria de ficar perto de Klaus. Ele é um monstro.- Suspirei.- Até hoje encontro um jeito de mata-lo.

— Já cortou a cabeça? Normalmente funciona.- Ele disse.

— Eu já disse que ele é imortal. Fora que se você conseguir chegar perto dele é milagre. Você não consegue simplesmente ultrapassar a pele dele. Ele já entrou no corpo de uma pessoa. E pode compelir vampiros e a mordida dele mata um vampiro. E o sangue dele é a cura para mordida de lobisomem.- Suspirei.- É uma longa história.

— Me pareceu interessante. Se não tivesse outros assuntos mais urgentes, seria uma boa caçada.- Ele disse.

— Você não iria me matar? Então me mate de uma vez. Eu não vou usar meus poderes em você mesmo. Você é humano e não machuco humanos.- Ela disse.

Considerei. Tinha visto tanta coisa. Anjo vilão e demônios ajudando, que fica meio embaralhado as coisas. Costumava sentir só de olhar para um deles para perceber se valia ou não. No caso dela tudo indicava que não, que não era uma ameaça aos humanos. Decidi ligar para o Sam para ver o que ele achava.

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— Ei Dean. Então, a matou?- Ele perguntou.

— Ainda não, estamos com uma complicação.- Disse.

— Complicação?- Ele perguntou.

— Sim, pelo visto a bruxa não é das ruins e não faz nada as pessoas humanas. Nem com animais.- Disse.

— Na verdade consegui informações bem interessantes com o Jeremy. Eles me parecem serem legais e são seres que nunca vimos. De formas diferentes. Porém também acho que ela é inofensiva.- Ele disse.

— Sim, também fiquei sabendo de umas coisas bem interessantes. Então... nossa diversão vai ser divertido?- Perguntei.

— Em qual sentido você quer dizer?- Ele disse tentando não rir.

— Bem, se não é em um é em outro. Sem viagem perdida Sammy.- Disse.

— Você está totalmente perdido.- Ele riu.- Acho que podemos salvar a garota. Enquanto isso eu vou tentando descobrir mais sobre essa cidade.

— Sim, vê ai sobre hibrido supostamente de vampiro original e lobisomem. Pode ser uma boa quando decidir tirar outra folga.- Falei.

— Ok. Mesmo isso soando estranho. Até mais. Ah, não se esqueça do preservativo.- Ele disse isso e desligou.

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— Seu...- Ri. Sammy.- Bem, acho que devo pedir desculpas.- Tirei a arma e a faca colocando em cima da mesa.

— Você acha?- Disse irônica.- Sabe, ter uma arma apontada pra você é assustador.

— Coisas do trabalho. Sabe como é, não podemos aliviar até ter certeza ou pessoas podem se machucar por conta disso. A proposito, sou Dean.- Ele disse.

Suspirei.- Prazer Dean. Como já sabe, sou Bonnie.

— Sei muito bem. Cidade diferente essa sua hein? Bruxas são boas, tem amigos vampiros, híbridos de originais...- Ele falou.

— Bem, nenhum vampiro se transforma porque quer. Ou um hibrido. Por exemplo todos meus amigos, foram transformados "forçados". Fora que eles já ajudaram muita gente também. E outra informação boa é que sangue de vampiro cura um humano. De qualquer doença ou ferimento.- Ela disse.

— Eu que diga. Fui sanguessuga por um dia. Coisinha desagradável. Mas com anjos matando, demônios como ajudantes, a gente se acostuma.- Disse me sentando no sofá.

— Anjos e Demônios? Isso existe?- Ela perguntou.

Ri.- Claro. Assim como céu, que não é lá tanta coisa assim, e inferno também. Esse é bem pior que você imagina. Sem esquecer o purgatório.

— Eu prevejo que depois de morrer e passar um tempo do outro lado pagando pelo pecado de ser uma bruxa. Irei ir pro inferno. Então, um dia irei saber.- Ela disse.

— Garota, não deseje ou pense isso. Esse outro lado parece um paraíso.- Ele disse.

— Olha, eu sou um ser sobrenatural. Eu ajudo vampiros. As bruxas estão bravas comigo. Com certeza quando morrer, não terei "paz" do outro lado. Porém, continuo sendo humana. Morro como uma humana e tudo que acontece com um humano. Somente tenho um pouco de magia.- Ela disse.

— Bem, só está ouvindo quem tem experiência própria. Mas isso é você quem decidi. É a melhor coisa que temos, livre arbítrio.- Ele disse.

Suspirei.- O que posso dizer é, obrigada. Não podia morrer e deixar meus amigos na mão. Sabe tenho que descobrir um jeito de matar os originais e manter minha melhor amiga viva.

— Sei como é. Dias virando entre pesquisa, perca de sono e comida congelada. Fora que sempre acha que acaba, começa de novo e ainda pior.- Ele disse.

Suspirei.- Sim.- Me sentei na poltrona oposta á ele cruzando as pernas.

Ela estava de vestido e pude ver, que pernas.- E o que mais tem aqui? Os vampiros são normais pelo menos?

— Eles morrem com um estaca de madeira no coração, arrancando o coração ou cabeça. E a verbena os enfraquece e os impedem de compelir os humanos.- Ela disse.

— Verbena? O que que isso? Parece nome de bebida que te deixa doidão.- Ele disse.

Ri.- Bem, deixa eles doidos com certeza. Se eu ingerir verbena, por exemplo, se eles me morderem, meu sangue os queimara e os deixaram fracos.

— O que significa que pode ter mais de um tipo de vampiro. Os que se originaram do que eu conheço e os que você conhece desses originais.- Ele disse.

— Creio que sim. Não sabia que existiam outros tipos. Isso é muito estranho. Na verdade ainda nem me acostumei com o fato de ser bruxa.- Sorri suavemente.

— Liga não isso é comum. Há um tempo atrás descobri que era receptáculo de um Arcanjo. A gente se acostuma com essa surpresas.- Ele disse.

— Arcanjo? Você é um caçador religioso?- Disse sorrindo.

— Não, um filha da mãe que acha que pode mandar na gente. Mas deixei ele a pista bonito. Só que ai ele pegou meu outro irmão. Os desgraçados sempre acham que podem levar a melhor só porque se acham superiores a nós.- Ele disse.

— Nossa. Você está revoltado.- Ri. Me levantei indo em direção á cozinha.- Quer beber alguma coisa?

— Tem Whisky?- Ele perguntou.

— Na verdade não.- Sorri.- Não bebo. E Damon consome o whisky todo da cidade.- Ri.

— Esse cara parece um astro aqui, tudo é Damon.- Ele disse.

Ri.- Não um "astro". Ele é... Damon. Ele pode ser legal, como pode te matar em meio segundo. Nunca nos demos bem, mas ultimamente até que está menos. E também porque ele é super engraçado. Até quando não deve.

— É o vampiro que você falou né? Bom saber como lidar com os daqui. Mas tem alguma coisa alcoólica?- Ele perguntou.

Abri a geladeira.- Tenho cerveja. Pode ser?

— Depois de Whisky uma cervejinha é a melhor coisa que se tem pra beber.- Ele disse.

— Ok.- Peguei a cerveja e levei para ele.- Aqui.- Sentei na poltrona e comecei a beber do meu chá.

— Sem querer abusar, mas você tem alguma coisa pra comer ai? Nossa ultima parada foi a tardezinha e não deu pra comer direito.- Ele disse.

Sorri.- Claro.- Me levantei e fui até a cozinha. Prendi meu cabelo.- Pode ser lasanha? Fiz hoje para eu e Jer comermos no almoço. Posso aquece-la.

— Claro, quem não aceita lasanha.- Acompanhei ela. Agora mais a vontade ela parecia não só gostosa, mas uma garota forte que aguentava muita coisa.

Sorri. Peguei a lasanha.- Quantos pedaços?

— Dois. Vou fingir que tenho educação.- Ele disse.

Ri.- Não precisa. Estou acostumada já. Meus amigos comem demais.- Sorri.

— Então vou vendo enquanto como.- Ele disse.

— Ok.- Separei dois pedaços e coloquei para aquecer.

— Mas fora o tempo de Hermione, você faz o que?- Ele perguntou.

— Bem, vou a escola, saio com minhas amigas e amigos. Vou de vez em quando ver meu pai. Isso quando ele quer. Ele diz que sou uma aberração.- Suspirei.

— Wow, sinto muito. Deve ser uma droga isso.- Ele disse.

— Bem, já estou acostumada.- A lasanha aqueceu e o servi.- Está aqui. Espero que goste. Receita de família.- Sorri.

— São as melhores.- Disse me sentando.- Lembro de um pão que minha mãe fazia e ninguém fez igual até hoje.

— Dizem que tudo que uma mãe faz é bom.- Sorri.- Sei dizer que de avó é.

— Eu só vi minha avó uma vez, mas ela era muito boa. Minha mãe deve ter aprendido com ela.- Ele disse.

— E aquele homem com você é seu irmão? São parecidos em algumas coisas.- Ela disse.

— Sim é. Meu carma de vida, cuidar do moleque.- Disse rindo.

Ri.- Bem, ele é bem crescido. Tipo, até demais. Ele é muito alto.- Disse rindo.

— Ele comeu muito daqueles frangos que dizem que vem com hormônio. E para irmãos mais velhos os mais novos nunca crescem, meio que sempre serão os pirralhos que temos que ficar de olho pra não fazer besteira.- Ele disse.

— Entendo. Isso é lindo. Irmãos cuidando um do outro.- Sorri.

— De perto não é tão lindo. Ainda mais com praticamente todo o tempo juntos em todo lugar. Fora as complicações que te fazem querer jogar tudo para o alto.- Ele disse.

— Bom, me parece igualmente lindo.- Me escorei no balcão ao lado dele.

— Fazer o que, como dizem iria até o inferno por ele. Epa, já fui.- Ele disse.

Olhei pra ele.- Você já foi para o inferno? Isso é figurativo não é?

— Não. Disse que era por experiência.- Ele disse.

— Nossa, sinto muito. Nem vou perguntar como é. Porque seria idiota perguntar isso.- Ela disse.

— Não precisa sentir tanto, fiz por que quis. Mas não recomendo aceitar um beijo de um estranho numa encruzilhada.- Ele disse.

Ri.- Ok, anotado.

Terminava.- Está ótima, pode me servir mais um?

— Claro.- Peguei o prato dele.- Só mais um?

— Ok, dois.- Ele disse.

Ri.- Ok.- Coloquei mais dois pedaços e aqueci. Terminei de aquecer e o servi.- Aqui.

— Obrigado linda. Se tem uma coisa que me deixa bem é comer, ainda mais uma boa comida.- Ele disse.

Sorri.- De nada. Coma a vontade.

Comia. Era mesmo uma delicia e isso me lembrava a época que estava com a Lisa e o Ben. Sentia uma saudade imensa deles, mas sabia que assim era melhor. Agora eram lembranças saudosas de um tempo feliz e tranquilo.

— Vou tomar banho e já volto. Se quiser mais, pode se servir e aquecer. Sinta-se em casa.- Sorri.- Já volto.- E fui para o banheiro.

— Claro, obrigado.- Ela saiu e fiquei pensando no que estava fazendo. Ela é só uma garota que já tem uma vida bem complicada e eu tenho o dobro de complicação e não posso me dar ao luxo de pensar em alguém assim.

Entrei no banho. Ele era realmente lindo. Mas não queria pensar assim. Ele é um cara bonito e legal, só. Sai do banho e como já estava noite coloquei um pijama. Um short e uma blusa e voltei para cozinha.- Já comeu?

— Sim e tudo limpo.- Disse colocando o que tinha sujado no canto da pia.- Estava maravilhoso.- Olhei ela e uau. Quanto anos ela deve ter? 17, 18 e parece uma mulher completamente formada e linda.

Sorri.- Não precisava ter lavado. Eu mesma podia fazer.

— Cresci sempre deixando tudo arrumado então é costume.- Disse bebendo da cerveja

— Estou vendo.- Sorri.

Voltamos para sala.- Bom Bonnie, percebi que quer ir deitar.

— Na verdade não. É que sempre tomo banho cedo, coloco o pijama e fico na sala vendo TV ou lendo até tarde.- Ela disse.

— Ah sim.- Me sentei no sofá.- Tem alguma coisa boa? Tenho andado ocupado esses dias.

— Depende do que você gosta.- Sentei no sofá também encolhendo minhas pernas e as colocando em cima do sofá.- Gosta de assistir o que?

Era melhor não dizer a primeira opção.- Filmes. Ou séries.

— Ok.- Peguei o controle e comecei a procurar um filme. Parei no canal de filmes.- Qual desses você prefere?

— Batman.- Ele disse.

— Ok, adoro esse também.- Coloquei no filme e começamos a assistir.

— Sério? Isso é difícil. Gatas sempre preferem o Super Homem.- Ele disse.

Sorri.- Mas meu super herói favorito sempre foi o Batman. Adoro ele.

— Bonnie, você me surpreendendo de novo.- Ele disse.

— Isso é bom. Gosto de surpreender.- Ela disse.

— E gosto de surpresas, as boas, como essa.- Disse rindo e olhando pra ela.

Olhei pra ele e sorri. Ele era realmente lindo e parecia ser um homem feito.

Ela está a vontade e sorrindo. Ou seja as chances são todas.- E afinal está namorando o zumbi ou não? Por que ouvi que não, mas ele comeu aqui, é confuso.

— Não. Mas sempre fomos amigos. Namoramos por um tempo, porém eu e Jer nascemos para ser amigos.- Sorri.

— Isso é bom.- Ele disse.

— Porque?- Ela perguntou.

— Por que ai posso dar em cima de você com mais chances de dar certo.- Ele disse.

Olhei pra ele e ri.- Você é sempre assim? Tão sincero?

— Sinceridade é bom, evita interpretações erradas.- Ele disse.

— Isso é verdade.- Ela disse.

Cheguei pra frente mais perto dela.- Então Bon, tenho chances?- Disse colocando o cabelo dela pra trás.

Olhei para as mãos dele e sorri.- Sim, você tem.- Não sabia exatamente o que estava fazendo, mas era o que sentia. Então era melhor não pensar muito.

— Isso é o que esperava de você.- Como estava próximo o suficiente, a beijei.

Retribui o beijo enquanto envolvia meus braços em torno do pescoço dele. Ele devia ser bem mais velho do que eu. Mas realmente eu não me importo.

Ela beijava muito bem pra uma garota tão nova, mas era tão bom que não me importava.

Acariciava suavemente sua nuca enquanto o beijava.

— Seu beijo é muito gostoso.- Ele disse.

Sorri.- O seu também é.

— Você tem quantos anos?- Ele perguntou.

— 18 anos.- Ela disse.

— Ainda bem que é de maior, e muito bem distribuídos.- Ele disse.

Sorri. Não sei o que sentia nesse momento. Mas era bom.

Voltei a beija-la. Era uma sensação boa e sem o peso que poderia ter por ela ser nova assim e surpreendentemente nem por ser bruxa. Mas pra quem já ficou com uma anjo no carro, uma bruxinha boa não é tão ruim.

Retribui o beijo novamente e acariciava seus cabelos. Ele era forte. Mesmo para um humano, mas acho que por ser caçador, isso o deixou forte. E me sentia bem ali, nos seus braços.

Desci a mão pra sua cintura que parecia de modelo e a juntei mais á mim, e o corpo dela reagia.

Minha respiração falhou levemente. A sensação de estar tão perto dele assim, era muito boa. Minha mão estava pousada em seu braço e acariciava ali.

Não estava muito bom pra gente, então me sentei melhor e a trouxe para meu colo, agora sim. Acariciava suas costas e segurava em seus cabelos.

Cada uma das minhas pernas estava de um lado do corpo dele. Suas mãos me arrepiaram de imediato. Acariciava sua nuca.

— Você não se importa de ir rápido assim?- Ele perguntou.

— Digamos que nesse momento eu não me importo muito.- Sorri.- Não sei o que está acontecendo. Mas realmente eu não me importo. Você se importa?

— Claro que não.- Disse sorrindo.

— Então não temos porque nos preocupar.- Sorri e lhe beijei novamente.

Nossas línguas iam numa dança gostosa e começava a tomar um ritmo intenso, que ela propunha e eu acompanhava sem problemas.

Me sentia bem com ele. Com certeza se fosse planejado não daria tão certo. Desci minha mão da sua nuca e a pousei em seu peito e acariciava suavemente ali.

O toque dela era bom, suave e me relaxava por um lado, mais me excitava por outro. Não foi ruim mesmo parar aqui.

Como ele usava aquelas camisas de " FBI" comecei a abri-la. Ele tinha leves cicatrizes. E isso o deixava mais gostoso. Continuei a beija-lo e acariciar seu peito onde já tinha aberto.

— Apressadinha você. Mas acho melhor ir pra um lugar mais confortável.- Ele disse.

— Eu não sou apressada. Só sou direta.- Sorri. Me levantei do colo dele.- Vamos para o quarto então.- O peguei pela mão e o levei para o quarto.

O quarto dela era bom e espaçoso. A deitei na cama e beijava seu pescoço e passava a mão pela sua perna e subindo pelo short.

O beijo dele me arrepiou de uma forma que nenhum outro fez. Meu Deus, só me faltava eu estar me... não, não dá. Ele é um caçador, e eu uma bruxa. Esqueça isso. Somente esqueça. Tirei a camisa dele e acariciava suas costas.

Tirei a blusa dela e continuei descendo minha boca pelo vale entre seus seios e os tocando por cima do sutiã.

Suspirei pesadamente pelo contato de sua boca e mão em meus seios. Acariciava seus cabelos.

— Você tem um corpo lindo Bonnie.- Disse caminhando minha língua pela sua barriga.

Sorri.- Obrigada. Você também tem.- Disse passando minha mão suavemente pelo peito dele.

— É o trabalho, e também genética.- Ele disse.

— E eu como fui líder de torcida por anos... Deve ser por isso.- Ela disse.

— Devia ficar linda naquele uniforme.- Só de imaginar ela assim, toda sexy naquela roupinha... ai que delicia.

Sorri.- Dizem que sim. Faz algum tempo que não me vejo nele.

— Tenho certeza que sim.- Tirei o short dela e continuei beijando e tocando ela. Era como se fosse natural estar com ela, como se tivesse feito sempre isso com ela.

Me arrepiava imediatamente com seus toques beijos. Minha mão passava pelo seu braço que tinha uma cicatriz. Me preocupava com elas, não sei o porque. Tinha receio de quem tinha feito isso á ela e ódio por quem tenha feito isso.

Passei a mão por cima da calcinha dela.- Você parece muito a fim Bombomzinho.

— Eu estou afim.- Sorri.

— Estou vendo.- Tirei a calcinha dela.— E sentindo.- Brinquei passando pelo seu ponto sensível.

Suspirei e gemi suavemente a seu toque.- Você está sendo mau. Brincando comigo.- Disse mordendo meu lábio.

Subi.- Bruxinha, você não faz ideia de como podemos brincar.- Sorri e beijei ela.

Retribui o beijo dele.- Então você gosta de brincar?- Sorri e passei minha mão pelo seu peito.- E como você gosta de brincar?

— Das mais variadas formas.- Fui ao ouvido dela.- Quanto mais prazerosa melhor.- Tirei o sutiã dela.

Sorri.- E como iremos começar?- Disse começando a beijar o seu pescoço.

— Acho que vamos deixar as brincadeiras para quando tivermos tempo pra isso.- Mordiscava sua orelha e apertava seu seio com vontade.

Suspirei pesadamente pelo seu toque. Entrelacei minha perna na cintura dele e o puxei para um beijo.

— Calma boneca, vestido não dá.- Tirei com cuidado a perna dela pra poder tirar o resto da minha roupa.

— Ninguém manda você me provocar.- Disse sorrindo e mordendo meu lábio.

— Culpa sua por ser tão tentadoramente gostosa.- Peguei o preservativo no bolso e já o coloquei antes de voltar a ela.

— Bem, não tenho culpa nisso. Estou sem peso na consciência.- Ela disse.

Me coloquei entre suas pernas.- Então vamos dar alguma coisa pra você pensar.- Disse e entrei nela. Sabe quando você sente que é ali que deveria estar? Bem era isso que sentia agora. Era estranho, mas bom.

Suspirei e gemi suavemente. A sensação era maravilhosa. Como se não devesse mais sair de perto dele, ficar com ele para sempre. Nesse momento pensava que enfrentaria tudo por ele, mas depois a realidade caia e me vinha dizendo que não era nada mais que uma noite. Mas queria que fosse diferente. O beijei novamente e acariciava suas costas.

Nos movia lentamente e saboreando o beijo e estar com ela. Não, não pode passar disso, por ela principalmente. Se a vida aqui era complicada, mais próxima á mim seria um desastre, que a mataria e não suportaria mais essa culpa.

Acariciava suavemente seus cabelos. Minha outra mão descia pelo seu braço que me envolvia.

Caramba como ela era boa. Será mesmo que tinha essa idade ou era só o corpo que tinha? Eca, melhor não pensar nisso e me deixar levar por que não haverá outra Bonnie. Mas o que eu pensei? Melhor não pensar. Aumentei o ritmo e gostava de ver as expressões dela, que mostravam claramente o que sentia.

Minha respiração estava irregular e meio ofegante. Nesse momento queria poder ficar só com ele. Não me importava onde ou como.

Mudei de posição a trazendo comigo sentando e compartilhando o ritmo com ela. Podia tocar ela mais assim, sim adoro toques.

Envolvi meus braços em torno do pescoço dele e acariciava sua nuca.

Apertava sua cintura e beijava seu ombro dando umas mordidinhas, sentia ela arrepiar e era muito bom. Eu sou bom nisso.

Me arrepiava facilmente com os toques dele. Acariciava o braço dele suavemente. Voltei a beija-lo. E como gostava de sentir a boca dele na minha. Bonnie Bennett, você está ficando louca. Ou apaixonada, o que dá no mesmo.

O beijo dela era diferente, estava me fazendo sentir diferente. Dean para, lembra como foi com a Lisa e ela quase morreu por achar que dava pra ter uma vida mais completa. Mas ela me fazia sentir tão bem que... não posso me apaixonar por uma bruxa que conheço a algumas horas.

Acariciava suavemente seu rosto. Era tão bom ficar assim com ele. Me sentia segura e bem.

Olhei pra ela. Aquele olhos de chocolate com essa pele que lembrava isso também. Acho que estou viciando nela que nem chocólatra se entregava ao seu prazer. Era impossível não sorrir.

Ele sorriu e mecanicamente sorri também. O sorriso dele era tão lindo.- O que foi?- Minha voz era suave e meio rouca.

— Você é tão linda.- Ele disse.

Sorri.- Você também é lindo.- Disse acariciando seu rosto.

— Eu sei.- Ri e beijei ela.

Sorri e retribui o beijo novamente e acariciava seus cabelos.

Sentia um orgasmo chegando e também percebia que estava intenso, muito mais que o normal.

Sentia a sensação do orgasmo percorrer o meu corpo, fazendo ele todo responder á ele. Ao seu beijo e ao seu toque.

Acelerei até chegarmos ao clímax que foi uma loucura, com ela gemendo e eu também. Ainda bem que não tinha ninguém na casa. Mantinha ela no meu colo enquanto recuperava o folego.

Minha respiração estava ofegante e meus batimentos levemente acelerados. Coloquei minha cabeça no peito dele e acariciava ali. Acho que poderia ficar com ele para sempre. Ah Bonnie, porque você fez essa burrada? Se apaixonar, sério?

— Bombom, você é uma loucura garota.- Ele disse.

— Obrigada.- Beijei o maxilar dele.- Você também é ótimo. Acho que esse negocio de idade não é muito valido.- Disse rindo.

— Por que?- Afastei o cabelo dela pra ver o seu rosto.

— Porque você é bem mais velho do que eu. E normalmente cada um tem um... jeito nessas horas. E dessa vez nos quebramos uma regra.- Sorri.- Talvez.

— Oww, me chamou de velho, doeu.- Ele disse.

Ri.- Não chamei você de velho. Se você é velho, é o mais bonito que já existiu.- Sorri e lhe dei um selinho.- Mas você tem mais de 18, não é?

— Bem mais que isso.- Ele disse.

— Pois é. Isso que eu digo.- Sorri.

— Ok o velhinho aqui entendeu. Mas mesmo velho, me garanto muito mais que esses garotinhos por ai.- Ele disse.

Ri.- Eu não chamei de velho. Ok, vamos deixar assim, velhinho.- Disse rindo.- Bom, os garotos novos tem mais hormônios, então é tudo muito "explosivo". Eles são muito mais tarados.

— É verdade, a bomba está sempre pra explodir.- Ele disse.

— Pois é. Mas acho que isso não muda muito com o passar do tempo.- Ri.

— Não, mudam as táticas. Curtindo mais o que não curtimos com a pressa.- Ele disse.

Sorri.- Verdade. Ainda bem que nós mulheres somos mais calmas nesses assuntos.

— Não necessariamente. Tem uma bem ágeis e quando vimos, foi.- Ele disse.

— Verdade.- Ela disse rindo.

Deitei ela.- Onde fica o banheiro?

— Segunda porta a direita.- Ela disse.

— Já volto.- Fui tirar o preservativo e lavar o rosto. Não gostava de ficar muito suado, e lá estava quente. Sorri. Dean, o que você está fazendo? Voltei pra ela.

Nesse meio tempo que ele foi no banheiro, olhei meu celular e tinha umas 50 mensagens de Damon e outras 50 do Stefan. Acho que os assustei. Ri. Nas do Damon dizia incansavelmente: " Bonnie, se você não me responder essa mensagem agora eu mato você." Mandei a resposta para ambos dizendo que estava tudo bem e para não se preocuparem.

Vi ela no celular.- Tudo bem?

— Tudo bem sim. Eram só Damon e Stefan.- Ela disse.

— E quem é esse outro?- Me deitei junto a ela.

— Meu outro amigo. Irmão do Damon. E namorado da minha amiga, Elena. Mais ou menos. Eles meio que terminaram.- Ela disse.

— Meio que?- Ele perguntou.

— Longa história. Stefan e Damon são irmãos e Stefan tudo com Elena para salvar Damon. Ele fez um acordo com Klaus, e o acordo era Klaus salvar Damon e assim Stefan teria que ir com ele. Achar alguns lobisomens pro Klaus transformar em híbridos.- Ela disse.

— Uau, mas entendo o cara.- Ele disse.

— Sim. Stefan é um amor. Porém tem muitos problemas com sangue. Me parece mais controlado agora, porém não sabemos até quando. Damon está o ajudando, sabe vampiros não são bem vindos em Mystic Falls e podem mata-lo. E ninguém quer perder o Stefan.- Ela disse.

— Deixa eu adivinhar... ele é o mais novo?- Ele perguntou.

— Sim.- Sorri.- E Damon é o mais velho. Você não iria acreditar como eles eram no começo. Quantas vezes tentaram se matar. Quantas vezes Damon tentou matar á todos. Não sei nem como viramos amigos.

— Acredite, posso imaginar. Mas pelo menos se acertaram. Você disse que não tem irmãos, mas se tivesse saberia que não é fácil, mas no final você não resiste em salvar a peste. Ou não mata-lo, no caso.- Ele disse.

— Isso é verdade. Mas no caso deles é mulher. Duas vezes.- Ela disse.

— Ui. Então devem ser mais parecidos do que imaginam, pra ter os mesmos gostos.- Ele disse.

— E o pior. As duas são exatamente iguais. Na aparência. São chamadas de Dopplegangers. Katherine que é uma vadia e vampira. Ela ficava com os dois. E Elena que é minha amiga. Porém ela ama o Stefan, e já deixou isso claro para o Damon.- Ela disse.

— E não rolou um pega-pega sem o outro? Ela é uma santa então.- Ele disse.

— Bom, ela e Stefan estão separados e o Damon a beijou. Porém os sentimentos dela não mudaram e acho muito difícil mudarem. Mas nesse momento, ela e todos nós estamos tentando não morrer nas mãos dos originais.- Ela disse.

— Nossa, além do sobrenatural aqui é bem agitado no modo normal também.- Ele disse.

— Eu que o diga.- Disse rindo.

— Ah é, sua história com o zumbizinho.- Ele disse.

— Ele não é zumbi. Ele é humano.- Sorri.- Bem, a gente ficou por um tempo. Ele quer voltar, mas não conseguiria. Sei que ele ainda não se desligou da Anna ou até mesmo da Vick.

— Então vamos deixar ele pra lá. Quem perdeu foi ele.- Disse beijando ela.

Sorri e retribui o beijo. Acariciava a nuca dele.

Dean pega suas coisas e vai, se ficar vai ser pior. Só de pensar em deixa-la, me faz ficar mal.

Senti ele hesitar. Parei o beijo e o olhei.- Tudo bem?

— Eu deveria ir.- Disse sentindo isso pesar.

— Eu sei.- Suspirei.- E não posso te impedir.

— Me fez achar que não quer que eu vá.- Ele disse.

— E não quero. Por mim ficava com você. Eu sei que é idiota, e você pode achar que eu sou uma louca que se apaixona fácil, mas é a verdade. Eu queria ficar com você ou ir com você para qualquer lugar.- Ela disse.

Essa me surpreendeu.- Você quer ir comigo?

— Sim. Mas sei o que você vai dizer. E tudo bem, você não tem que ficar comigo.- Ela disse.

— Não, eu queria. Mas...- Eu estou mais doido que o normal, só pode.

— Mas, você não pode ficar com uma bruxa.- Ela disse.

— Isso também, mas não é o problema maior.- Como fui me meter nisso? Por que fiquei feliz também ao saber que ela queria ir comigo?

— Tudo bem Dean. Você não precisa se explicar. Sei que nós mulheres somos muito sentimentalistas e nos apegamos fácil.- Ela disse.

— Você não entendeu. A questão é que me preocupo com você.- Ele disse.

O olhei e sorri suavemente.- Eu já enfrentei muita coisa Dean. Até "morrer" eu já morri. E eu estar com você ou não, sempre estarei em perigo. Eu sou uma Bennett, e isso é um fardo. E não precise se preocupar comigo, sou uma bruxa. Sei como proteger a mim e a você e seu irmão, se deixar.

— Bonnie, minha bruxinha valente. Quer mesmo entrar nesse mundo de caça? Não é uma coisa ocasional. É o que fazemos. Sam e eu não temos casa, ou melhor nosso carro é basicamente nossa casa. E quando paramos nem sempre é num bom lugar ou com conforto.- Ele disse.

— Não preciso de conforto. Só preciso de você. E seria uma boa caçadora.- Sorri.- Só não me diga que terei que usar aquelas roupas de Cowboy.- Ri.

— Você e couro? Seria muito interessante.- Ele disse.

— Vocês caçadores são muito safados.- Disse rindo.- E quem sabe eu vista o meu uniforme para você.- Disse sorrindo.

— Essa oferta está ficando muito tentadora.- Beijei ela.- Não sei se posso levar você junto comigo. Tentei ter as duas coisas e, não foi bom o resultado.

— Claro que pode. Você ainda não sabe do que sou capaz.- Sorri.- Eu controlo a natureza. Desenvolvi isso com o tempo.

— O Tempestade, até que vocês se parecem, eu estou falando serio. Já perdi demais sendo caçador. Restam só o Sammy e o Bobby. Eu não me perdoaria levar você e ser mais uma perca também.- Ele disse.

— Dean.- O peguei pelo queixo e o fiz olhar pra mim.- Eu não vou morrer. Nem eu, nem você, nem Sam ou Bobby. Sei muitos modos de nos proteger.- Acariciei o rosto dele.- A única coisa que você precisa fazer é dizer se você quer ou não que eu vá junto.

Peguei a mão dela e beijei.- É perigoso Bonnie. Não faz ideia do que estamos lidando no momento.

— Dean, somente diga.- Ela disse.

— E seus amigos, sua vida aqui? Vai deixar tudo?- Ele perguntou.

— Bem, quando eles precisarem de mim, eles irão ligar. Isso não é problema. Sempre estarei lá por eles.- Ela disse.

— Está certa disso? São demônios, anjos, leviatãs, o próprio capeta que enfrentamos.- Ele disse.

— Sim, eu tenho.- Ela disse.

— Bonnie Bennett, está aceitando ser uma caçadora?- Ele perguntou.

Sorri.- Uma caçadora e sua mulher.

— Uau, você é um arraso.- Disse beijando ela.

Retribui o beijo e acariciava seus cabelos.

— Mas tem uma coisa.- Ele disse.

— O que?- Ela perguntou.

— Vai ter que pedir a minha mão ao meu irmão. Sabe, ele é meio possessivo.- Ele disse rindo.

Ri.- Ok, pode deixar. Irei convence-lo.

— Bem, só posso dizer, bem vinda a família.- Ele disse.

Sorri.- Obrigada.- E o beijei.

— Tem certeza que não me enfeitiçou? Sabe sou um bom partido, e gostoso. Não tá me querendo usar num ritual macabro, está?- Ele disse.

Ri.- Não. Minha magia não funciona assim. Ela é pura. É da natureza. A não ser que você tenha se enfeitiçado pela bruxinha gostosa aqui.- Sorri.

— Eu? Não gata, a ultima flecha do cupido que vi foi a muito tempo.- Ele disse.

Ri.- Então não tem magia no meio.

— Pois é.- A beijei e pouco depois transamos de novo. Era cedo pra dar outro nome ao que temos mas era um sentimento muito bom. O resto da noite ela dormiu nos meus braços e a anos que não durmo tão bem. Pela manhã liguei para o Sam e chamei ele para contar sobre a nossa nova integrante, sabendo que ele ia surtar. Ele bateu na porta. Bonnie estava arrumando as coisas dela então eu que fui abrir.- Bom dia Sammy.

— Porque você não voltou para o hotel?- Sam disse entrando na casa.

— Por que estou esperando ela se arrumar. E vamos demorar um pouquinho mais pra ir embora.- Dean disse.

— Ela? Se arrumar? Demorar mais? Explica isso direito.- Sam disse.

Me sentei no sofá.- Ela vai com a gente.

— Como é que é?- Sam perguntou.

— Resumindo. Ela tá comigo e vai com a gente.- Dean disse.

— Você está maluco? Como assim ela vai com a gente? É muito perigoso.- Sam disse.

— Eu sei, ela sabe. Tentei convence-la mas ela é teimosa, fora que está acostumada com isso.- Dean disse.

Sam suspirou.- Cara, você é um idiota. Sério. E o pior, terei que segurar vela.- Ele fez cara de nojo.- E você nem pense em usar o caro pra... você sabe. Se não nem entro mais nele.

— Liga não doçura, te dou um fone de ouvido.- Dean disse.

— Que nojo Dean!- Ele atirou uma almofada nele.

Descia as escadas.- Pronto, arrumei tudo que precisava.

— Ok, tem certeza que não falta nada?- Dean perguntou.

— Não. Peguei tudo.- Olhei para Sam.- Oi Sam, sou Bonnie.

— Oi Bonnie. Desde já, sinto muito. Você irá ficar com a responsabilidade de comprar as tortas dele agora.- Sam sorriu.

— Epa, nada de jogar suas responsabilidade pra cima dela mocinho.- Dean disse.

— Mas é claro que vou. Sabe são anos comprando torta.- Sam disse rindo.

Ri.- Tudo bem. E quando pudermos eu mesmo farei as tortas. Mas eu amo tortas também.- Sorri.

— Tem como não ama-la?- Disse indo até ela e a abraçando.

Sam sorriu.- Ok, tudo bem. Ela me convenceu. Vai ser bom ter alguém bonito dentro do carro. Além de mim, é claro.

— Ok, vamos deixa-lo se iludir, tadinho.- Dean disse.

— Ok, é melhor irmos. Quero me despedir de todos.- Ela disse.

— Ok, vamos. E também acho que achei um caso de um Wendigo em NY.- Sam disse.

— Nossa, quanto tempo não vou lá.- Dean disse.

— Pois é. É a nossa próxima parada.- Sam disse.

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POV Bonnie.

Saímos de casa e a fechei. Coloquei um feitiço de proteção e guardei a chave comigo. Fomos em direção a casa dos Salvatore e não demorou muito para chegarmos lá. Toquei a campainha.

Damon abriu.- A senhorita decidiu nos iluminar com a sua presença?

— Bom dia pra você também Damon.- Disse irônica.

— Ele não parece assustador como falou.- Dean disse.

— Mudou de guarda-costas agora? Me senti ofendido.- Damon disse.

Ri.- Não mudei de guarda costas. E não disse que ele é assustador. Disse que ele já tentou me matar.

— Espalhando minha fama por ai?- Damon perguntou.

— Não. Somente contando um pouco de vocês. A propósito, esse é Dean e esse é Sam.- Os apresentei.

— Prazer, Sam Winchester.- Sam esticou a mão pra Damon, que logo pegou.

— E eu sou Dean. Sabe, você tem um histórico interessante.- Dean disse.

— Bonnie o que está acontecendo?- Damon perguntou.

Suspirei.- Eu estou indo embora.

Stefan chegou ali.- Você vai embora?

— Bonnie, entra aqui pra gente conversar.- Damon disse.

Indiquei para Dean e Sam me acompanharem e entramos na casa.

— Segurança 1 e 2 estão colados em você é?- Damon perguntou.

— Não somos seguranças. Não de certo modo.- Dean disse.

— Somos caçadores.- Sam disse.

— O que? Bonnie...- Damon disse.

— Damon que falatório é... esse? Bonnie e Sam?- Jer chegava.

— Eles não são caçadores comuns. E nem vão machucar vocês.- Falei.

— Ei Jer.- Sam disse.

— Ok, dá pra alguém explicar? Foram numa festinha e esqueceram de contar? E Little Gilbert, como conhece dois caçadores?- Damon perguntou.

— É que viemos aqui para matar ele e a Bonnie.- Sam disse com certa simplicidade.

— Você tem razão, olhando de perto ele não tem cara de zumbi.- Dean disse.

— Isso porque não viu ele depois de acordar.- Damon disse.

— Vocês querem parar de me chamar de zumbi?- Jeremy disse.

— Não liga pra eles Jer.- Ri.

— Bonnie.- Elena chegava.- O que está acontecendo?

— Ela apareceu com esse armário e o baixinho e dizendo que vai embora.- Damon disse.

— Baixinho? Eu tenho altura mediana.- Dean disse.

— Não perto dele.- Jer disse.

— Ei! Eu não sou armário.- Sam disse.

— Ir embora? Porque? Pra onde?- Elena perguntou.

— NY.- Dean disse.

— Tá faltando alguma... ah entendi. Trocou o emo com visão pra Gasparzinho pelo caçador aventureiro.- Damon disse.

— O que?- Jer perguntou.

— Damon! Eu não troquei ninguém. Eu e Jer não estávamos mais juntos. E eu e Dean, aconteceu.- Sorri e dei um selinho em Dean.

— Ah, que lindos.- Elena sorriu.- Se for pra você ser feliz, eu concordo em tudo.

— Emo com visão pra Gasparzinho?- Dean perguntou.

— É ele passou a ver fantasmas depois que morreu. E voltou.- Damon disse.

— Todo mundo pode ver fantasmas.- Sam disse.

— Não pode não.- Damon disse.

— Claro que pode, todos vemos.- Dean disse.

— Aqui não podemos não.- Damon disse.

Sam riu.- Que tipo de cidade não se pode ver um fantasma? Normalmente são os mais simples.

— Fora que como vocês estão nessa claridade?- Dean perguntou.

— Segredo de família.- Damon disse.

— Ele quer dizer segredos de bruxas.- Sorri.

— Bonnie!- Damon disse.

— O que? Quer ficar com os créditos para você é?- Disse rindo.

— Só por que teve uma noite boa, tá tagarela é?- Damon rebateu.

— Não vejo problema dela falar, já que vocês são uma espécie diferente.- Dean disse.

— Cala a boca Damon.- Disse em um tom divertido.

— Damon, você não tem nada a ver com os relacionamentos da Bonnie.- Elena disse.

— Tá bom Bonnie, entendi. Mas qualquer coisa sabe, só ligar. E... cadê o Stefan?- Damon perguntou.

— Aqui é que não tá.- Dean disse.

— Ah meu Deus. Eu vou ver onde ele foi.- Elena disse saindo dali.

— O problema dele com o sangue ainda não melhorou?- Perguntei.

— Mais ou menos. Estou pensando seriamente em botar uma coleira nele pra ele não fugir, sério.- Damon disse.

— Já tentou prender?- Dean perguntou.

— Já, ele fica pior.- Damon disse.

— Sei como é. Fui um viciado em sangue de demônio uma vez. É horrível.- Sam disse.

— Sangue de que?- Damon perguntou.

— Demônio. Sim, existe pra valer e são uns capetinhas enjoados.- Dean disse.

— Na verdade eu sou a casca de Lúcifer. O diabo. E tomei sangue de demônio por muito tempo.- Sam disse.

— Uau, você diz isso quase animado. É, parece que não é só Mistyc Falls que é animada.- Damon disse.

— Uma dica. Mantenha ele de barriga cheia. Esse aqui só ficou calmo depois que se empanturrou até não aguentar uma gota.- Dean disse.

— Na verdade não é legal. Eu desencadeei o apocalipse. E ele não fica atrás já que é a casca de Miguel. Devíamos ter tido uma briga épica e bíblica. Porém eu fui para o inferno.- Sam disse.

— Nossa.- Disse impressionada.

— Vocês são animados. Gostei.- Damon disse.

— Ah, de quem é o Camaro azul lá fora?- Dean perguntou.

— Meu.- Damon disse.

— E ai começa a discussão sobre os clássicos.- O celular de Sam vibrou.- É o Bobby. O Dick deu sinal.

— Até que fim o seboso apareceu.- Dean disse.

— Seboso?- Damon perguntou.

— Leviatãs. As primeiras criaturas criadas por Deus.- Sam disse.

— Vocês tem esses originais problemáticos e nós esses nojentos chatos.- Dean disse.

— Cada um com seu carma.- Damon disse.

— Acho que é melhor irmos. Antes que o Dick mate mais alguém.- Sam disse.

— Sim vamos. Bem, tchau pra vocês. E não saiam da linha, se não voltamos aqui.- Dean disse.

— Quem está fora da linha, nós colocamos.- Damon disse.

— Ok, vamos. Vamos deixar a Bonnie se despedir deles Dean.- Sam disse.

— Te esperamos lá fora.- Ele me deu um beijo e saíram.

— Bonnie, posso falar com você?- Jeremy perguntou.

— Claro.- Fui com ele para a biblioteca.

— Então é isso, você vai embora?- Ele perguntou.

— Sim, eu vou. Mas sempre que precisarem de mim, estarei aqui por vocês. Sempre.- Falei.

— Então não tenho mais chance nenhuma mesmo?- Ele perguntou.

Fui até ele e toquei seu rosto.- Eu te amo Jer. Mas como amigo.

— Eu sinto muito Bonnie, mesmo.- Ele disse.

— Não tem que pedir desculpas.- O abracei.- Nós vemos. O mais rápido possível, prometo.- Dei um beijo na bochecha dele.

— Tudo bem, toma cuidado.- Ele falou.

— Pode deixar. Qualquer coisa, liguem.- Sorri e sai dali.

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POV Misto. ( Dean e Bonnie.)

Me despedi de todos e com um peso sai dali. Mas sabia que estava fazendo o certo. Entrei no carro e pegamos a estrada, como eles dizem. Agora, mais do que nunca, sei que serei feliz.

Eu sei que sou maluco ou como quiser me chamar, mas nunca fui normal mesmo. A diferença é que me permiti tentar de novo. Não conseguiria deixa-la e eu não acredito que estou namorando uma bruxa de 18 anos. Isso pode dar muito problema, mas também posso ter acertado. Se tem uma coisa que aprendi durante esses anos foi que pior que jogar errado é não jogar. Ela está dormindo agora no banco de trás e olho pelo retrovisor. Tão linda, gostosa e boa pessoa também. Contrariando tudo o que eu sabia sobre o tipo delas. Mas ela não é qualquer bruxa. É a minha bruxinha, a minha namorada super quente, que me faz pensar que mesmo estando ruins, as coisas podem acabar bem.

Notas finais
Então, gostaram do capitulo? Aqui vão os próximos casais:- Elijah e Elena.- Klaus e Hayley.- Kol e Caroline.Vamos encerar as votações após três dias da postagem, no caso sexta encerra a pro próximo capitulo.Não deixem de deixar o voto de vocês e comentem o que acharam do capitulo.