Liberty- One Shots
31 Capítulo 31- Silas & Amara.
Notas iniciais
POV Misto. (Silas e Amara)
Não vou negar que estava apreensivo no meu plano. Era arriscado se desse algo errado, mas valia a pena por Amara. Qetsyah teria que me desculpar, mas a única que amo era ela. Faltavam dois dias para tudo entrar em ação, mas eu não conseguiria mais ficar longe dela. Consegui lhe mandar um aviso e a estava esperando no local.
Chegava no lugar que Silas tinha marcado. Ainda estava com medo. Qetsyah podia ser perigosa. Mas logo quando o vi, nada mais importou. Sorri e fui até ele.- Oi.
— Oi meu amor.- Disse.
Sorri.- Eu amo quando me chama assim.
— É a plena verdade. Meu amor.- Disse.
Sorri, ficando corada. Não tinha experiências com homens. Ainda era algo estranho. Silas era experiente e eu ainda era uma garota assustada. Não sei como ele me prefere ao invés de Qetsyah.
— O que foi?- Perguntei.
— Nada.- Respondi.
— Estava sentindo sua falta.- Disse.
— Também senti a sua.- Falei.
A abracei e me deliciei no seu perfume, e no seu corpo junto ao meu.
Me abracei nele. Era tão bom ficar em seus braços. Me sentia completamente segura.
— Está tudo pronto. Daqui a dois dias poderemos seguir nossas vidas, só nos dois.- Disse.
— Eu ainda não sei o que você vê em mim. Você já teve...- Parei.- Algo com a Qetsyah. E eu sou só uma garota assustada ainda. Como você pode troca-la por mim?
— Não se preocupe com isso. Você tem algo em especial que ela não tem, Amara.- Falei.
— O que?- Perguntei.
— Você me trás paz, me faz sentir tudo que a de bom, tudo que o seu amor me proporciona.- Disse.
Sorri.- Eu fico feliz em ouvir isso.
— Não tem que se preocupar com o meu amor, ele é só seu.- Disse.
— O meu amor também é seu. Eu sou sua.- Falei.
Sorri e a beijei, ainda um beijo suave, meio casto.
Retribui o beijo e acariciava sua nuca.
— Amara, eu te desejo tanto que esses dias para ficarmos juntos parece uma eternidade.- Disse.
Sorri.- E nós ficaremos uma eternidade juntos.
— Mas está longe.- Disse rindo.
— Porque?- Questionei.
— Por que eu queria para agora.- Peguei um botão e fiz a rosa abrir para dar a ela.
Sorri e peguei.- É linda.
— Sim, como você.- Me sentei e ela sentou ao meu lado.
Olhei para rosa.- Acho que eu devia ir. Antes que alguém nos pegue.
— Não, fique mais.- Pedi.
O olhei.- Tudo bem.
— Vem aqui.- A trouxe mais para mim e a beijei.
Retribui o beijo e acariciava a extensão do pescoço dele.
Eu não conseguia segurar meus impulsos sempre e agora era um deles. Tocava suas costas e a base dos seus cabelos.
Minha mão descia delicadamente pelo peito dele. Ele era tão bonito. A camisa que ele usava estava entre aberta e podia sentir sua pele.
Eu queria tirar suas vestes, tocar seu corpo todo, mas não só por prazer, e sim para completar nossa união.
Me arrepiava ao sentir sua mão em mim e sentia que estava realmente pronta para ser dele. Eu sabia que podia ser louco, não nos conhecemos a tanto tempo, mas Silas é especial. Ele é... incrível.
— Amara..- Quebrei o beijo ,mesmo com seu jeito quieto, ela beijava bem.
— Sim?- Perguntei.
— Assim eu não resisto a você.- Disse.
— Você não precisa resistir.- Falei.
— Eu achei que queria esperar.- Falei.
Peguei a mão dele e coloquei por dentro do meu vestido, subindo pela minha perna.- Não preciso esperar com você. Eu amo você.
— Eu amo você demais, agora vamos completar isso.- Disse.
Sorri.- Sim, vamos.
Ela já estava no meu colo mesmo, então era mais fácil deixar meus lábios descerem pelo seu pescoço. Estávamos no jardim dos fundos, ninguém nunca ia ali, por isso escolhi.
Me arrepiei ao sentir seus lábios em mim e minha mão descia delicadamente pelo braço dele.
Desci a alça do vestido dela e logo a contemplei parcialmente nua. Linda.
Sorri ao sentir seu olhar em mim. Ao mesmo tempo que era um pouco constrangedor, era bom ver que ele gostava do que via. Ele era o primeiro homem que me via nua, e seria o último.
— Não tenha vergonha de você. É maravilhosa.- Disse.
— Não tenho vergonha de mim. Tenho vergonha de você me olhando desse jeito.- Sorri e minha mão tocou seu rosto, fazendo a linha dos seus lábios.- Mas ao mesmo tempo é ótimo.
— Isso é desejo querida.- Beijei a mão dela.
Sorri e lhe dei um beijo.
A virei, a deixando debaixo do meu corpo. Era um lugar gramado aos pés de uma arvore, não a machucaria.
Minha mão desceu pelo peito dele e comecei a abrir a roupa que ele usava.
Ajudei ela a tirar e tirei o seu vestido totalmente, um vestido simples azul, mas que para mim a deixava mais bela.
O olhei. Nunca tinha visto-o nu. Quer dizer, nunca vi nenhum homem nu. Eu me mantinha longe dos lugares em que eles iam só para ter mulheres. Podia presumir que Silas já tinha ido lá. Ele era uma boa pessoa e maravilhoso, mas não tinha cara de santo.
— Gosta do que vê?- Perguntei.
Sorri.- Com certeza. Você é perfeito.
— Assim como você.- Voltei a beija-la, deslizando minhas mãos pelo seu corpo.
Retribui o beijo e envolvi minha perna na cintura dele. Acariciava seus cabelos.
Apertei de leve os seios dela. Tinha que ter cuidado pra não deixar marcas nela.
Gemi contra os lábios dele, mas voltei a beija-lo. Sentir suas mãos era ótimo.
— Está gostando?- Perguntei.
— Sim, estou. De tudo.- Podia sentir sua intimidade tocando na minha e a sensação ao mesmo tempo que era estranha e nova, era boa.
— Eu também.- Olhei todo o corpo dela. Ela tinha curvas bonitas. Seios nem grandes demais, nem de menos, perfeitos. E a região intima dela era bem tentadora. Toquei ali de leve.
Suspirei pesadamente ao toque dele enrubesci. Era estranho ser tocada, ainda mais ali. Mas começava a me acostumar com suas mãos.
— Está parecendo algumas rosas de tão vermelha.- Comentei.
Sorri e mordi meu lábio inferior de leve.- Ainda é estranho ser tocada assim.
— Eu sei, mas vai se acostumar.- Voltei a me debruçar sobre ela e me posicionei.
— Com você? Com certeza irei.- Disse.
Sabia como era isso de primeira vez com um homem e não queria a machucar, então a beijei e fui entrando nela aos poucos.
Suspirei contra os lábios dele, mas de início foi de dor e da sensação de me acostumar com ele dentro de mim.
— Está tudo bem, vai passar logo.- Sussurrei no ouvido dela e beijei o pescoço dela.
A sensação de dor logo foi passando e logo uma sensação bem melhor substituiu ela. Mas podia sentir claramente que ele era grande relacionado a mim.
Senti ela relaxar e comecei os movimentos dentro dela. Tudo ali me deixava com essa vontade, esse desejo maior por ela. Me segurava para não escapar nenhum som para não levantar suspeita.
O beijei novamente e o mantinha junto a mim com a minha perna em sua cintura.
O impulso de aumentar o ritmo era mais forte do que o meu controle e cedi a ele, indo mais rápido e mais forte dentro dela. Sentia o prazer pelo meu corpo, de estar com ela, era bem como pensei.
Gemi contra os lábios dele e voltava a beija-lo. Entrelacei meus dedos no cabelo dele e acariciava ali.
A mão que tinha na perna dela apertava sua coxa. A pele dela era macia demais, qualquer lugar que eu tocava sentia a reação dela.
Suspirei contra os lábios dele. Sabia no que isso podia dar. Eu podia engravidar, mas não me importava com isso.
A vontade que passei de estar com ela era um acelerador de todos os meus sentimentos juntos, que pareciam que iam explodir com o clímax que chegava a mim.
Sentia o prazer aumentando e sabia que era o tão falado clímax. Sabia também que quase nunca elas sentiam algo.
Aumentei o ritmo até que chegasse ao clímax completamente e foi muito mais do que esperei ou imaginei ter com ela.
— Eu te amo.- Disse contra os lábios dele.
Recuperava minha voz.- Eu também te amo.
Sorri e o beijei novamente, só que dessa vez levemente.
Nos deixei aproveitar aquele momento só nosso. Eu não podia estar mais feliz que nos braços dela. Sabia as consequências que meus atos teriam, mas estar com ela compensava tudo, eu arriscaria tudo e assim poderia viver a eternidade com o meu anjo.
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