Liberty- One Shots

32 Capítulo 32- Damon & Jessica.


Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capítulo o/ Então, esse é o capítulo Damon e Jessica. Fizemos esse de um modo "diferente", espero que gostem :3 Vamos ao capítulo... P.S: LEIAM AS NOTAS FINAIS! IMPORTANTE!

POV Misto. (Damon e Jessica)

Estávamos na frente do local onde Sookie estava presa e eu estava realmente de saco cheio de ficar esperando. Andava de um lado para o outro e pensava em alguma coisa. Todos pareciam nervosos. Mas vimos a porta do local abrir e prestamos atenção. Uma mulher saiu e nos olhou. Começou a falar um monte de bobagem e eu a contra disse. E ela me chamou de "vadia dentuça". Ninguém me chama assim. Usei a velocidade, mas tinha uma coisa que me impedia de passar. Escutei o grito de Bill e a mulher rindo, depois disso tudo ficou preto.

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Quando acordei estava desnorteada. Mas de imediato vi a luz sol e minha pele queimar.- Meu Deus.- Usei a velocidade e depois de alguns minutos e minha pele quase frita, achei uma casa enorme e bati na porta. Meu Deus, que eles atendam logo ou eu morreria ali.

Terminava mais um whisky quando bateram na porta. Que saco de cidade. Fui e abri.- Que você quer?

Entrei em velocidade também, sem olhar para quem atendeu. Procurei um lugar escuro e achei um porão. Entrei lá.

— Ei vampirinha, sei lá de onde você saiu, isso aqui não é hotel não, sabia?- Ia joga-la contra parede, mas vi que estava machucada do sol. Só usei a velocidade a encurralando.- Quem é você?

— Jessica.- Ofegava. Minha pele ardia. Minhas presas estavam para fora. Como sempre acontecia.- Eu preciso de sangue.

— Que porra de presas são essas? Tem certeza que é vampira?- Questionei.

Franzi o cenho.- São minhas presas. Não precisa falar delas assim.

— Claro que falo. Elas são esquisitas e grandes. E eu nunca vi uma assim.- Disse.

— Você é delicado como uma tempestade. Você tem algum True Blood?- Me sentei no chão. Minha pele voltava ao normal.

— Tem o que? Olha eu conheço muitas bebidas, mas não essa. Tem vinho, whisky, cerveja...- Disse.

— Só me vê um pouco de sangue, por favor.- Disse começando a desmaiar de fraqueza.

— Oh, calma ai ruivinha. Eu vou pegar.- Corri no freezer e peguei duas bolsas, voltando a ela que estava meio apagada, então a peguei e o coloquei no sofá, colocando o sangue na boca dela.

Senti o sangue na minha boca e segurei a mão da pessoa que me colocava o que quer que fosse na boca. Rapidamente bebi tudo.

Dei a outra bolsa e ela se recuperou. Como estava bem perto podia ver que ela era linda.

Me sentei melhor no sofá.- Obrigada pelo sangue.

— De nada. Mas você deu sorte em bater na porta certa.- Tirava alguns cacos de garrafa que estavam pelo tapete. Era o terceiro dia seguido que estava assim por culpa daquela piranha. Eu tinha que esquecer.- Se fosse em outra estaria presa ou morta agora.

— Porque?- Perguntei.

— Dã, pessoas tem medo de vampiros. Quantos anos você tem?- Questionei.

— Um ou quase dois. Mas não tem nada. Todo mundo sabe de vampiros.- Disse.

— Ai esses bebês.- Suspirei e peguei minha camisa, a colocando.- E de onde você vem para achar que todos sabem de vampiros?

Me levantei.- Eu não sou um bebê!

— Para mim é.- Disse.

— Então você é mais um velho centenário metido a besta? Bom saber.- Falei irônica.

— O que veio fazer na cidade? Ou melhor, na minha porta?- Questionei.

— Eu não sei. Eu estava lutando ou esperando lutar contra uma bruxa e quando fui ataca-la, acordei aqui. Preciso encontrar meu criador. Ele vai me matar.- Disse.

— Criador? Quem te transformou? Por que daria satisfação a ele?- Perguntei.

— Porque somos ligados. Eu tenho que respeita-lo.- Falei.

— Respeitar?- Ri.- Se eu visse a vadia que me transformou agora, eu enfiaria uma estaca no peito dela com muito prazer.

— Não gosta de ser vampiro?- Perguntei.

— Eu? Adoro.- Disse.

— Então porque quer mata-la?- Questionei.

— Por que ela é uma vadia manipuladora.- Precisei ouvir tudo dela para finalmente aceitar que ela nunca me amou e fui apenas um brinquedo imbecíl na mão dela.

— Ok então.- Disse.

— E como assim uma bruxa te jogou aqui?- Questionei.

— Não sei também.- Falei.

— Bem tem bruxas na cidade, pode ir perguntar a ela.- Disse.

— Tudo bem. Quando o sol se pôr eu vou.- Disse.

— Você é uma vampira bem estranha.- Falei.

— Porque?- Perguntei.

— Suas presas e suas veias não apareceram.- Disse.

— Veias?- Fiz cara de nojo.- Graças a Deus não aparecem mesmo.

Deixei as presas saírem e as veias saltarem.- Ei, olha como fala.

— Nossa, você fica feio assim. Eu teria mesmo medo de vampiros assim.- Disse.

— Nossa, obrigado pelo elogio.- Disse.

— De nada.- Respondi.

Na verdade era a primeira vez que ficava mais a vontade com alguém que não ficava olhando cada movimento que eu fazia para saber se não ia matar ninguém.- Da onde você é? Disse que lá todos sabem dos vampiros.

— Eu sou da Terra ué. Todo o planeta sabe.- Falei.

— Terra? Você está maluca é? Quase ninguém sabe sobre nós.- Disse.

— Sabem sim.- Disse.

— Ok, eu estou aqui a mais de 150 anos, se soubessem, eu saberia.- Falei.

— Bem, eu não posso discutir isso agora.- Olhei o relógio.- Tenho que dormir um pouco.- Já começava a sair sangue do meu ouvido e nariz.

— Você está bem? Está sangrando.- Disse.

— É o que acontece quando não durmo. Eu estou morta, lembra? E devo ficar morta durante o dia. Se não acontece o mesmo que com cadáveres. O sangue sai.- Falei.

— Não sei de nada disso não. Até lá fora, se eu quiser, posso ir.- Disse.

— Somos bem diferentes mesmo. Então, tem um lugar escuro que não bata sol? Assim que ele se pôr irei embora, prometo.- Falei.

— Não tem nada para fazermos mesmo. Vem, vou te mostrar.- Levantei, seguindo pela casa.

— Obrigada.- Segui ele.

Levei ela até o porão.- Você precisa de alguma coisa? Celas não são muito confortáveis.

— Não, está bom. Já dormi embaixo da terra. Isso é luxo. Valeu.- Me deitei no chão.

— Tudo bem, quando acordar devo estar lá em cima.- Disse.

— Ok.- Falei.

— Bom dia então?- Questionei.

Sorri.- Bom dia.

— Até.- E sai dali.

Me ajeitei e logo fui consumida pelo sono e o cansaço.

Subi e arrumei a zona que eu tinha feito. Fui para meu quarto, indo para a banheira. O que me deu para dar um de bom samaritano? Sei lá, mas Jéssica parece um bebê assustado nesse mundo de vampiro. E esse tipo dela, fiquei curioso. Pelo menos ela me distraiu do buraco que eu estava. Saber que tudo o que esperei tinha sido uma mentira, uma mentira que eu aceitei como minha verdade, foi a pior parte. Perdi noção do tempo ali na banheira e depois fui para a cama silenciar minha cabeça confusa e só levantei a noitinha.

Acordei e me sentia bem melhor. Me olhei e notei que minha roupa estava rasgada do que quer que seja que tenha me trazido para cá. Sai do porão e voltei para a sala, onde Damon estava.- Hey... você sabe me dizer se tem alguma loja aberta ou um local abandonado onde possa ficar e que não bata sol?

Olhei ela.- Mas você vai sair assim?

— Não tenho outra roupa.- Disse.

— Acho que tem algumas por aqui, se quiser.- Falei.

— Não precisa, obrigada.- Agradeci.

— Bem, que tipo de cidadão seria se deixasse você sair pela cidade sem que a conhecesse e a mercê do "terrível conselho anti-vampiro"?- Disse irônico.

— Não precisa me acompanhar. Eu vou ir embora e nem vou passar pela cidade.- Falei.

— Quer mesmo ir se arriscar numa dimensão que não conhece?- Perguntei.

— Eu sei me defender.- Falei.

— Verbena funciona em você?- Perguntei.

— Verbena? Não.- Respondi.

— Então o que te atinge?- Questionei.

— Sol e Prata.- Disse.

— Prata? Pensei que isso era apenas para os lobos da TV.- Disse.

— Não. Atinge a mim também.- Falei.

— Isso é esquisito. Mas para onde você vai?- Perguntei.

— Não sei. Vou ver.- Disse.

— Quem sabe eu...- Vi a porta abrir e o chato do Stefan entrar.

Olhei o homem que entrou.- Oh meu Deus, não me diga que vocês dois são...?

— O que?- Olhei para ela.- ECA!

— Sério Damon? Entrou na fase de trazer garotas?- Stefan questionou.

— Eu faço o que bem entender.- Ri para Jess.- Parentes.

— Ah, entendo. Mas vocês formariam um belo casal. Pelo menos para vampiros "como eu", é normal isso.- Falei.

— Vampira? Você a transformou?- Stefan perguntou.

— Isso é da minha conta. E que nojo Jess. Meu único interesse é mulher, nada além disso.- Disse.

Ri.- Ok então.

— Não. Você não é...- Comecei.

— Lésbica? Não, não sou. Só gosto de me alimentar de mulheres as vezes.- Falei.

— Eu entendo por que.- Falei.

— Pois é. É mais gostoso. Mas em homens também é.- Disse.

— Ai eu não sei.- Disse.

— Quem é você?- Stefan perguntou.

— Jessica.- Respondi.

— Prazer Jessica. O que está fazendo aqui?- Ele pergunta.

— Eu não faço ideia.- Disse.

— Como assim?- Ele questionou.

— Eu acho que ela veio de outra dimensão.- Disse.

— Espero que eu consiga achar um jeito de voltar.- Falei.

— Talvez. Por que nunca ouvi falar de pessoas de outra dimensão.- Disse.

— Eu já.- Falei.

— Já?- Stefan perguntou surpreso.

— Sim, minha amiga Sookie foi na dimensão das fadas.- Disse.

— Fadas?- Disse rindo.

— Sim. Ela é meio fada e meio humana. O sangue das fadas é maravilhoso. Parece o cheiro do paraíso.- Falei.

— No que poder ajudar Jessica, vou ajudar. Agora se me der licença.- Ele subiu.

— Chato.- Disse.

— Ele é sério como meu criador.- Ri.- Mas não parece chato.

— Ele ia atacar de certinho no seu pé. Mas eu ouvi falando que hoje tem uma festa, você não quer ir? Ai te mostro quem é a bruxa, talvez ela te ajude usando sua carinha fofa.- Disse.

— Carinha fofa?- Perguntei.

— Sim, você tem uma carinha fofinha.- Falei.

— Não é legal dizer isso para uma mulher.- Falei com um sorriso debochado.

— Mas tem.- Ri.- Vem, vamos ver se arrumamos uma roupa para você.

Sorri.- Ok, vamos.

Subimos e revirei alguns quartos.- Aqui, achei. Acho que serve.

— Nossa, isso que eu chamo de pedaço de pano.- Ri.- Mas ok, eu gosto. E tem onde eu posso tomar banho?

— Mais garantido no meu quarto.- Disse.

— Mais garantido?- Perguntei.

— Não sei se as coisas funcionam direito aqui.- Falei.

Ri.- Ok. E não tem calcinha aqui?

— Eu não faço ideia. Pega uma cueca minha.- Disse.

— Engraçadinho você.- Ri.- Vou ficar sem então. Onde é seu quarto?

— Vem.- Levei ela.- É ali, pode ficar a vontade.

— Valeu.- Fui para o banheiro. Tirei a roupa que estava que não tinha como aproveita-la, liguei o chuveiro e entrei no box.

Mexi pelo quarto. Estava pensando em ir embora. Ficar ali só atrairia confusão e eu não queria mais nada dali. Fui até meu armário e peguei uma roupa para trocar.

Limpei bem os resquícios de sangue pelo meu corpo e logo sai. Me sequei e coloquei o vestido. Esse não era o tipo de vestido que precisa de sutiã, então não tinha que me preocupar. Só que nunca tinha andado sem calcinha, seria engraçado. Sai do banheiro.

— Ficou bom no final das contas.- Disse.

— Sim, ficou.- Falei.

— Tem certeza que não quer uma cueca?- Perguntei divertido.

Ri.- Não, valeu.

Peguei uma camisa e depois coloquei uma jaqueta. Baguncei meu cabelo.- Quando quiser ir.

— Podemos ir.- Disse.

Descemos e Stefan estava saindo.

— Aonde você vai?- Stefan perguntou.

— Sair, não está vendo?- Questionei.

— Ele parece que vai sair também.- Disse.

— Ele deve estar indo na festa também.- Falei.

— Estou sim. Estou indo pegar a Elena.- Ele disse.

— Dê lembranças minhas ao Jeremy.- Ri e peguei minhas chaves.

— Vai para o inferno Damon.- Ele rebateu.

— Eu já fui. Não é tão divertido quanto parece.- Disse.

— E tudo por culpa de uma mulher. Nossa, você é dependente mesmo e pau mandado. Merece mais é apodrecer no inferno mesmo.- Ele saiu.

— Ele adora achar que sabe das coisas.- Ri.- Vamos.

— Ok, vamos.- Disse.

Entramos no carro e peguei a estrada.- Vocês comem alguma coisa?

— Não. Só sangue.- Respondi.

— Tadinha, sem variedade.- Falei.

— Eu prefiro só sangue mesmo. Não sinto falta de comer.- Disse.

— Acho que o meu caso é mais por costume. E aparência.- Disse.

— Ah sim, entendo.- Disse.

— Como é? Não esconder o que é de ninguém?- Questionei.

— Todo mundo quer seu sangue, quer ser mordido por você e quer transar com você principalmente.- Falei.

— Tirando a parte de querer o meu sangue, não parece tão ruim.- Conclui.

— É que se você beber meu sangue, quer dizer, eu não sei se funcionaria em você, mas nos humanos, se um humano beber meu sangue, além de cura-lo, ele é tipo uma droga das bem forte e ele é como um Viagra. Te deixa excitado toda a hora. Fora que se o humano que bebeu meu sangue direto da veia, ele tem sonhos "eróticos" comigo.- Falei.

Olhei ela.- Sério isso?- Ri.- Isso é estranho e eu teria muitos problemas.

Ri.- Sim. E fazer sexo com um vampiro é tipo o melhor sexo da sua vida. Então por isso que todos querem transar com vampiros.

— Eu meio que concordo com isso. Você não precisa ter controle de nada.- Disse.

— Mas acho que não é bem por isso.- Ri.- Não sei porque também, mas fazer o que.

— Tem certeza que não?- Perguntei.

— Do que?- Questionei.

— Que não sabe?- Rebati a pergunta.

— Tenho. Nunca transei com um vampiro. Eu só sou uma.- Disse.

— Ah sim.- Respondi.

Não demoramos a chegar na tal festa. Descemos e entramos no lugar.

— Você bebe?- Perguntei.

— Não.- Respondi.

— Não? Que tipo de vida é essa?- Questionei.

— Uma vida boa. Vivemos de sangue.- Falei.

Peguei um whisky.- Está vendo aquela morena de azul? É a bruxa. O nome dela é Bonnie. Talvez ela ajude você.

— Ok, depois eu vou falar com ela então.- Disse.

— Depois?- Estava de frente a ela e prestava atenção. Ela era linda, sorriso bonito e eu gostava de ruivas.

— Sim, ela deve querer se divertir. Não vou atrapalha-la.- Falei.

— Ok, eu estou precisando me divertir também e você?- Perguntei.

— Hã... acho que minha vida está muito boa ultimamente.- Disse.

— Mas me acompanharia numa dança?- Foda-se tudo. Ela era gostosa e se rolar, rolou.

Sorri.- Claro.

— Então vamos dançar.- Bebi o resto no copo e puxei ela para dançar.

Fomos para a pista e logo começamos a dançar.

— Você está com alguém? Lá no seu lugar?- Questionei.

— Não exatamente.- Respondi.

— Então é não.- Conclui.

— Sim, é não.- Disse.

— Você enrolou e não disse onde fica.- Falei.

— Bon Temps.- Disse.

— Onde fica isso?- Perguntei.

— Louisiana.- Falei.

— Nunca ouvi falar, desculpe.- Disse.

Suspirei.- Tudo bem.

A música se agitava e puxei ela mais perto.

Envolvi meus braços no pescoço dele e dançávamos no ritmo da música.

Segurei a cintura dela com um braço. Ela dançava super bem, isso era difícil de se ver.- Você é boa.- Disse no ouvido dela.

Sorri.- Você também é bom.- Acariciei a nuca dele.

— Eu sou ótimo.- Disse.

Ri.- Metido.

— Uma das minhas qualidades.- Falei.

Sorri.- Se você diz.

Dançamos por um bom tempo e sentia o clima esquentando de acordo com a música, e eu não demorei a beijar ela.

Retribui o beijo e acariciava os cabelos dele.

E ainda beija bem. É, não se encontra uma garota assim batendo na sua porta toda hora. Aumentava o beijo e a colava mais em mim.

Minha mão descia pelo peito dele. Ele era mesmo gostoso e tinha pegada. A outra descia pelo braço dele que me envolvia.

Sorri.- Desse jeito vamos ficar aqui na pista mesmo.

— Eu não me importo com isso.- Falei.

— Eu também não.- Cheguei no ouvido dela.- Mas ai não poderíamos ficar a vontade com o que somos.

Sorri.- Isso é verdade.

Pisquei e a levei até ao balcão. Acho que já estava mais a vontade porque sentou na minha perna. Pedi dois whiskys.- Experimenta.

— Não posso. Me faz mal.- Disse.

— Sério? Que chato.- Falei.

Suspirei.- Pois é. Acabei morrendo sem experimentar bebida alcoólica.

— Shh! Aqui tem muitos ouvidos.- Disse.

— Oh, desculpe. Me esqueço disso.- Falei.

— Vem, podemos ficar mais a vontade em casa.- Disse.

— Ok, vamos.- Disse.

Parei na porta.- Não vai falar com a Bonnie?

— Oh, é. Vou lá.- Disse.

— Eu espero você aqui.- Falei.

— Ok.- Fui até a garota que ele disse e expliquei tudo a ela. Mas ela não sabia me dizer o que era também, mas que ia pesquisar para ver se achava algo. Agradeci e voltei para onde Damon estava.

— E?- Perguntei.

— Ela não sabe, mas disse que ia pesquisar.- Disse.

— Ok, vamos.- A levei até o carro e não demoramos a chegarmos em casa.

Entramos na casa dele. Ainda era estranho estar ali. Queria entender o que aconteceu.

— Está bem com isso?- Questionei.

— Com o que?- Perguntei.

— Outra dimensão.- Disse.

— Preferia estar na minha.- Falei.

— Parece legal lá.- Disse.

— É sim.- Me sentei no sofá.

— Mas podemos melhorar a sua estadia aqui.- Afastei o cabelo dela e beijei seu pescoço.

Sorri, me arrepiando ao beijo dele.- É uma boa ideia.

— E eu gosto de ser um bom anfitrião.- Disse.

— Está sendo.- Falei.

Beijei por trás da orelha dela.- Como disse, sou bom em tudo o que faço.

Me arrepiei novamente e logo minhas presas saíram. O puxei para um beijo.

Era diferente, mas bom com as presas dela. A trouxe para meu colo.

Comecei a abrir a camisa dele, logo a tirando. Minha outra mão descia pela extensão do pescoço dele e seu peito.

Rasguei a frente do vestido e para ficar melhor, ela estava sem sutiã, o que me permitiu chupa-lo logo.

Gemi e inclinei meu pescoço para trás. Minha mão desceu e comecei a abrir o cinto que ele usava.

A virei, a deitando no sofá e tirando os restos do vestido.

Parei o beijo.- Antes, uma coisa.

— O que?- Perguntei.

— Quando eu me transformei eu era virgem, então quer dizer que sou virgem eternamente. Então não se assuste com o que terá no seu caminho.- Disse.

Uau, essa eu não esperava.- E tudo bem com você pra isso?

— Ah sim, minha primeira vez já faz um tempo. A oficial pelo menos. Já nem sinto mais nada.- Disse.

— Ok então.- Isso era estranho, mas não importava muito. Beijava o corpo dela, que diga-se de passagem, era um baita corpo.

Me arrepiava com o beijo dele. Ele tinha uma boca suave e ao mesmo tempo intensa.

— Você é linda Jess.- Disse.

Sorri.- Valeu. Você também.

Voltei a boca dela. Tinha gostado do beijo dela, gostado demais.

Retribui o beijo e entrelacei meus dedos no cabelo dele.

Ajudei ela me livrar das minhas calças e cueca. Me coloquei mais junto dela. Mesmo ela falando que tudo bem, entrei devagar.

Gemi e suspirei pesadamente. Minha perna descia pela cintura dele, o mantendo mais junto de mim.

Depois que estava tudo bem, acelerei o ritmo. Ela era vampira, não tinha porque ir devagar agora. E podia perceber, ela era muito boa nisso.

Mexia meu quadril no ritmo dele e o beijo ficava mais intenso. Mas presumi que ele não estava acostumado com as minhas presas, então parei o beijo e desci beijos suaves pelo pescoço dele.

Gemi.- Você descobriu uma coisa que me deixa louco. Irônico, mas louco.

Ri.- Bem irônico mesmo.

— Mas eu gosto.- Disse.

Sorri.- Que bom.- Tentava retrair minhas presas, mas acho que era impossível nessa situação.

Ela me arranhava durante o beijo e isso me deixava mais excitado ainda.- Querendo me deixar louco?

— Com certeza sim.- Com certa dificuldade consegui retrai-las e subi os beijos até seus lábios novamente.

Parei a boca dela.- Não precisa guarda-las.

— Você as acha estranha. Então é melhor mantê-las no lugar. E deve te incomodar.- Disse.

— Que nada. Não são mais estranhas, são sexys.- A beijei.

Sorri e retribui o beijo. Acariciava a nuca dele.

— Jess.. — Gemi sentindo o prazer cada vez mais intenso.

Sentia que o orgasmo chegava e a sensação era ótima. Ele é bom nisso.

Tombei em cima dela. Fazia tempo que não tinha uma transa tão boa assim.- Você é ótima.- Ainda estava sem fôlego.

Sorri.- Você também.

— Milagre, o sofá nos aguentou.- Disse.

Ri.- Seu sofá é dos bons.

— Valeu.- Me deixei ficar de lado.- Mas tecnicamente não é meu.

— Porque?- Perguntei.

— A casa é meio que da família, então qualquer Salvatore pode ficar nela.- Falei.

— Ah sim, entendi.- Disse.

Coloquei o cabelo dela para trás. Eu estava adorando ficar descontraído naqueles olhos azuis e naquele sorriso.- Mas se você não puder voltar, vai ficar aqui?

— Bem, eu acho que sim. Parece uma cidade agradável. Só que você disse que podem desconfiar de mim. Principalmente se sair só a noite. Acho que é meio óbvio mesmo.- Disse.

— Se quiser, pode vir comigo.- Falei.

O olhei.- Você quer que vá com você?

— Bem, nos demos bem e eu gostei da sua companhia. Foi a melhor desde que cheguei nessa cidade de volta.- Disse.

Sorri.- Que bom. Também gostei da sua.

— E como eu não tenho mais nada para fazer aqui, vou voltar para o mundo.- Falei.

— É um bom plano. Mas eu tenho que ficar até a Bonnie descobrir se posso voltar para casa.- Disse.

— Eu posso esperar.- Disse.

Sorri.- Tudo bem então.

Ficamos ali e foi uma noite bem animada. Enquanto esperava algo de Bonnie eu mostrava algumas coisas daqui a Jess, mas não era muito diferente do que ela estava acostumada, só algumas coisas. Eu estava acostumado com aquele sorriso, aquele olhar. Eu sou um filho da mãe louco mesmo. Todo despedaço e sorrindo feito bobo já em outra. Um mês passou e a Bonnie tinha chamado ela para conversar, eu fiquei em casa. Tinha cortado qualquer tipo de relação com todos, só tinha o necessário com Stefan. Estava deitado vendo TV quando ouvi a porta abrir.

— Hey.- Cumprimentei.

Ela não estava com uma cara muito contente.- E como foi?

— Não tem como voltar.- Disse.

Me levantei. Pelo meu lado gostei, estava animado com a ideia de sair com ela, mas sabia o quanto ela queria voltar.- Ei, vem cá. Sinto muito.

Suspirei.- Tudo bem. Eu já imaginava isso.

— Sim, mas eu sei quanto queria voltar para sua casa.- Disse.

— Queria não, eu quero.- Falei.

— Então, é uma coisa que ela não sabe ou não tem mesmo jeito?- Perguntei.

— Só a bruxa que fez o feitiço pode reverter.- Disse.

— Quais as chances dela estar desse lado também?- Questionei.

— Acho que nenhuma.- Disse.

Toquei o rosto dela.- Podemos dar uma procurada.

Balancei a cabeça em negação.- Esquece isso. É melhor.

— Você que sabe. Se quiser olhamos.- Falei.

— Eu não quero.- Disse.

— Tudo bem.- Falei.

Depois dali, fomos arrumar nossas malas e pegamos a estrada. Tinha a sensação que seria divertido, mas o meu corpo todo doía de saudade do Bill. Era o único de quem sentia falta e a saudade dele era insuportável. Nessas horas essa ligação é terrível. Se tivesse sorte talvez algum dia conseguisse voltar para casa. Mas até lá vou ficar por aqui mesmo. Parece que será bom.

Notas finais
Então, gostaram? Espero que sim :3 Agora vamos aos casais, como dessa vez, iremos fazer os três, em ordem de votação. Iremos fazer assim a partir de agora ^^ OBS: Os três serão com a Bonnie. — Damon e Bonnie. — Stefan e Bonnie. — Matt e Bonnie. Então, votem no casal que querem ver primeiro. Ah, podemos demorar um pouquinho porque ainda estamos esperando os banners, mas qualquer coisa voltamos sem eles e depois colocamos. Nos vemos nos comentários e até o próximo! ;)