Liberty- One Shots
30 Capítulo 30- Marcel & Davina.
Notas iniciais
POV Misto. (Marcel e Davina)
Estava na casa do Quarter e terminava tudo para poder ir vê-la. Estava com saudades. Dois dias e já estava. Peguei algumas coisas que ela gostaria, umas roupas, novo material de desenho, alguns livros, um tablet, e algumas guloseimas. Davina adorava doces. Sim, desde que a salvei no dia da colheita a mantenho em segurança e me apego a sua beleza e doçura. Não consigo entender como alguém poderia fazer mal a alguém assim. Era tarde quando cheguei na igreja. Kieran não estava, então subi direto.- Oi.
Sorri.- Hey.
Ela sempre me recebia com aquele sorriso lindo.- Trouxe algumas coisa e uma surpresa.
Larguei o pincel e fui até ele.- Surpresa?
— Sim.- Peguei a caixa do tablet na bolsa.- Aqui.
Peguei e olhei. Sorri.- Obrigada Marcel, não precisava.- Dei um beijo no rosto dele.
— Queria que você se distraísse além de desenhar e pintar.- Disse.
Olhei a tela.- Eu gosto. Eu nunca gostei antes, isso é o estranho.
— E também tem bastante música. De todos os tipo, porque não sabia muito o seu tipo.- Falei.
— Eu gosto de várias coisas.- Sorri. Me sentei na cama.- E como anda as coisas no Quarter?
— Tranquilas, ainda bem. E você? Como está?- Questionei.
— Estou bem.- Respondi.
— Não teve mais pesadelos?- Perguntei.
— Não depois daquele dia.- Disse.
— Queria estar aqui com você quando tem eles.- Falei.
Sorri e peguei na mão dele.- Não se preocupe. Eu estou bem.
— Isso é difícil, sabe que me preocupo muito com você.- Disse.
— Eu sei e eu também me preocupo muito com você.- Falei.
— Nossa, obrigado.- Disse.
Sorri.- Você sabe disso.
— E esses desenhos? Estão ótimos.- Comentei.
— Obrigada. Estou melhorando.- Disse.
Andei pelo quarto.- Eu queria poder te tirar daqui, pelo menos de vez em quando.
— Você sabe que não me importo de ficar aqui. É por um tempo só.- Falei.
— E você mudou algumas coisas não foi?- Perguntei.
— Sim, mudei. Alguns enfeites. Você é bom em reparar.- Ri.
— Sempre fui observador.- Disse.
Me sentei melhor na cama.- E você? Nenhuma namorada ou pretendente?
— Não, eu ando meio ocupado e quando tenho tempo prefiro ficar aqui com você.- Disse.
Sorri.- Fico feliz que goste. Mas você pode sair, sabe disso. Não tem que vir sempre se não quiser.
— Mas eu gosto. Você é especial Davina e adoro ficar com você.- Disse.
— Bem, é que você é homem e vampiro, acho que isso deixa suas necessidades "básicas" um pouco mais intensa. E não quero que se prive de nada por minha causa.- Falei.
Ri.- Você está preocupada com a minha vida sexual?
— Não, eu estou preocupada em você não fazer o que quiser para ficar aqui comigo. Sabe, eu te agradeço eternamente por ter me salvado, mas você não tem obrigações comigo. Pode fazer o que quiser. Você já fez muito e ainda faz, nem tenho direito de pedir nada.- Disse.
— Qual parte do "faço por que gosto" não entendeu, minha linda?- Questionei.
Suspirei e sorri.- Tudo bem então.
— A não ser que não me queira aqui.- Disse.
Ri.- Claro que não é isso! Você é tudo que tenho. Claro que te quero aqui.
— Então vamos deixar isso.- Abracei ela.- Tem uns doces pra você.
Sorri.- Você sabe mesmo como me agradar.
— Eu te adoro, sabe disso.- Disse.
— E eu também te adoro.- Beijei ele na bochecha.
Aquele beijo deu uma sensação melhor do que deveria. Será que toda esse meu sentimento de proteção é algo a mais? Não, isso é loucura. Ela só tem 16 anos. Isso é loucura.
Sorri e peguei ele pela mão, nos sentando novamente na cama.- Vamos comer esses doces então. Mas não seria melhor jantarmos antes?
— Sim, eu acompanho você.- Disse.
— Então eu tenho que descer para fazer alguma coisa. O padre não está.- Falei.
— Fazer? Não. Espere aqui, eu vou pegar uma pizza.- Disse.
— Tudo bem. Vou tomar um banho enquanto isso.- Falei.
— Tudo bem e já que estou aqui, vou passar a noite com você.- Disse.
Sorri.- Tudo bem.
— Eu não demoro. Que sabor quer?- Perguntei.
— Italiana.- Respondi.
— Ok, já volto.- E sai.
Peguei uma calcinha e uma camisola. Tomei um banho rápido e logo me vesti. Quando voltava para o quarto, ele chegava.
Quando a vi tentei ficar normal, mas uma visão daquelas atingi qualquer homem.- Olha, você fica a cada dia mais linda.
Sorri.- Obrigada. Trouxe a pizza?- Fui até ele.
— Aqui e suco também, sei que prefere ao invés de refrigerante.- Disse.
— Sim, me acostumei bebendo só suco. Minha mãe dizia que refri dava celulite.- Ri. Era estranho falar da minha mãe, mas não deixava isso me afetar. Então sempre falava normalmente.
— Mulheres.- Disse.
Me sentei na cama.- Acredite, não é fácil ter uma pele bonita.
— Você é bonita Dav.- Falei.
Ri.- Obrigada. Você também é Marcel.- Peguei um pedaço da pizza.
— Não precisa de tanto Davina.- Disse.
— Como assim?- Perguntei.
— Me elogiar.- Disse.
— Você me elogiou, eu retribui. Fora que é o que eu acho também.- Comi da pizza.
— Você acha?- Peguei um pedaço.
— Claro que sim.- Falei.
— Eu me rendo então.- Disse.
Ri.- Ótimo.- Continuei a comer.
— Está lendo o que?- Vi o livro marcado do lado da cama.
— Não sei o nome, mas o padre que me emprestou. É bem legal o livro.- Disse.
— Temos sorte da ajuda dele.- Disse.
Sorri.- Verdade.
— Ele continua bom com você?- Perguntei.
— Claro. Ele é ótimo.- Respondi.
— O bom é que as bruxas nunca desconfiariam daqui.- Falei.
Suspirei.- Prefiro não falar delas, se for possível.
— Tudo bem, eu esqueço as vezes.- Disse.
— Tudo bem.- Bebi do suco.
— Estava com fome.- Comentei.
— Sim, estava.- Ajeitei minhas pernas melhor.- Agora vamos aos doces.
— Cuidado para não passar mal.- Disse.
Ri.- Não prometo nada.
— Ainda bem que vou ficar aqui de olho em você.- Disse rindo.
Ri.- Isso é.- Abri uma barra de chocolate e comi um.- Quer?- Peguei outro pedaço e dei a ele.
— Valeu.- Sorri.- Hoje é tudo tão fácil. Se quer um doce, é só ir comprar, tendo de todos os tipo.
— Antes não era?- Questionei.
— Não. Doces em sua maioria só eram compotas.- Disse.
Franzi o cenho.- Então não era legal. E eu sempre gostei dessas coisas mais antigas. Aqueles vestidos. Bem, deve ter percebido que uso só vestido praticamente.
— Sim, você ficaria ótima neles. Mas era tudo regrado demais, chegava a ser chato.- Disse.
— Isso devia ser mesmo.- Falei.
— Era sim, ainda mais para alguém como eu.- Disse.
— Porque?- Perguntei.
— Por que até os 13 anos não sabia o que se tinha na boa vida, era filho bastardo do Governador.- Disse.
— Nossa, sinto muito. Mas o que aconteceu depois dos 13?- Perguntei.
— Uma família influente me pegou e me cuidou como filho. Legítimo no caso.- Falei.
— Uau, isso é legal.- Disse.
— Sim, eles foram.- Comentei.
Sorri.- Fico feliz por você.
— Eu aprendi muito com eles. Incluindo boa parte do que sou hoje.- Disse.
Assenti.- Eu imagino. Deve ter sido difícil naquela época.
— Tinha coisas boas. As pessoas eram mais respeitosas, davam importância a coisas menores, não era de todo ruim.- Disse.
— Que bom então.- Falei.
— Eu estava pensando, se quiser posso trazer uns livro da escola.- Disse.
— Não precisa. Não é como se eu adorasse a escola.- Ri.- Está tudo bem.
— Isso é bem normal.- Falei.
Ri.- Pois é.
— Menina, chega de chocolate.- Falei.
— Depois eu pulo um pouco e perco os quilos que ganhar.- Sorri.
— Pula?- Questionei.
Ri.- É modo de dizer. Eu faço alguns exercícios ou não faço nada também.
— Ah sim, por isso que pelo que vejo está sempre com o corpo ótimo.- Disse.
Sorri.- Sempre gostei de cuida-lo. Afinal é bom tê-lo em forma, não é?
— Com certeza.- A camisola dela ficava um pouco abaixo das coxas e me deu uma vontade louca de saber melhor como era o corpo dela, sentir o corpo dela.
Sorri sem jeito ao olhar dele. Por incrível que possa parecer eu gostei de sentir o olhar dele desse jeito. Era uma sensação boa. Eu não fazia ideia do que sentia exatamente por ele, mas era mais do que "gostar" porque ele me salvou.
— Melhor tirarmos esses restos daqui. Sujamos a sua cama.- Disse.
— Sim, é melhor.- Me levantei e peguei os pratos.
Ajudei ela a arrumar ali e no caminho nos esbarramos. O calor do corpo dela era tão convidativo, assim como a sua boca.
O olhei. Ele era lindo, não podia negar isso. E terrivelmente atraente. Meu Deus Davina, ele é bem mais velho do que você, literalmente falando. Mas isso não estava importando muito nesse momento.
O olhar dela acabou com qualquer barreira que eu quisesse impor e a beijei.
Retribui o beijo e envolvi meus braços em torno do pescoço dele.
O beijo deixei suave, mas por dentro era como se me queimasse e como se fosse aquilo que eu precisava. Eu adorava ela, a achava linda, a protegeria de tudo e todos, acho que estava era apaixonado por ela.
Acariciava a nuca dele. Eu era bem menor que ele e me sentia bem ali nos braços dele.
Trouxe ela para junto de mim, e intensificava o beijo um pouco.
Acariciava suavemente o peito dele e seguia no mesmo ritmo que ele no beijo.
Estava descendo pelo pescoço dela, quando meu telefone tocou.
Me afastei um pouco.- Melhor você atender.
— Um minuto.- Olhei e era Thierry.- Droga, tenho que atender.- Mantive ela abraçada em mim e roçava meu nariz no pescoço dela.
— Hey Marcel.- Thierry disse.
— O que houve Thierry?- Perguntei.
— Eu acho que é melhor você vir aqui, teve uma confusão com os vampiros.- Ele respondeu.
— Sério? Justo agora? Você não pode resolver?- Questionei.
— Você sabe que não tenho tanta influência assim.- Ele disse.
— Tudo bem, já vou.- Desliguei.- Infelizmente eu tenho que resolver.- Olhei ela.-Mas eu volto logo.
— Tudo bem e tome cuidado lá.- Disse.
— Vou tomar, não se preocupe, deve ser rápido.- Falei.
Sorri.- Ok, vou ficar te esperando.
Beijei ela de novo.- Até daqui a pouco.
— Até.- Disse.
Sai sorrindo e fui até onde Thierry indicou o problema. Apesar de ser uma situação delicada para se resolver, eu só conseguia pensar em Davina, na boca dela, em seu corpo, e como eu queria muito mais. Acabei tendo que demorar e quando pude voltar já era um pouco tarde. Enquanto subia as escadas, escutei ela gritar. Sabia o que devia ser, os pesadelos. Corri até lá.
Me sentei na cama, estava toda suada e ofegante. Esses pesadelos que nunca consigo decifrar, ficam me assombrando e já estava cansada disso.
— Dav.- Fui até a cama e a abracei.
Retribui o abraço.- Eu preciso achar algo que pare isso.
— O que foi hoje?- Perguntei.
— Não sei, não entendi nada.- Disse.
— Odeio te ver assustada assim.- Falei.
Suspirei.- Acredite, eu também.
— Que isso acabe logo e esse seu tormento pare.- Disse.
— Espero. Agora vou ter que tomar outro banho. Esses sonhos sempre me deixam toda suada.- Falei.
— Tudo bem, eu espero.- Disse.
— Ok.- Peguei o que precisaria para me trocar e fui tomar banho.
Tirei os sapatos e podia sentir o perfume dela por todo quarto, e ele era delicioso.
Tomei um banho rápido, porque agora era só tirar o suor. Sai e coloquei a camisola novamente. Voltei para o quarto.
— Melhor?- Perguntei.
— Sim.- Me deitei na cama.
Passei o braço por ela e a beijei.- Agora não seremos mais interrompidos.
Sorri.- Que bom. E como foi lá?
— Chato. As vezes vampiros podem ser burros.- Disse.
Ri.- Tadinhos.
— Mas são. Acham que por que são fortes podem fazer todo tipo de merda.- Falei.
— Isso porque eles não me conheceram.- Sorri.
— Verdade. Minha bruxinha linda e poderosa.- Disse.
Sorri.- Queria poder controla-lo melhor, mas com o tempo eu consigo.
— Sim, você vai.- Disse.
Sorri e me ajeitei melhor no peito dele.
Levantei o rosto dela e voltei a beija-la, mas também, como não se render aquela boca?
Retribui o beijo e acariciava o peito dele.
Deslizava minha mão pela perna dela e que perna. Apesar da idade, ela tinha um corpo incrível.
Me arrepiei ao toque dele. Nenhum homem havia me tocado assim. Sim, eu sou virgem. Isso é meio óbvio, eu acho.
— Você é bem sensível. Já está arrepiada.- Disse.
Mordi meu lábio inferior de leve.- É que ninguém nunca me tocou assim.
— Eu imagino, mas tenho que admitir que é tentador.- Falei.
— O que?- Perguntei.
— Tocar você assim.- Disse.
Sorri.- Bem, você pode tocar. Afinal já tocou.
O fiz de novo e apertei um pouco.- Que pernas.
Me arrepiei novamente ao que ele fez.- Gosta delas?
— Com certeza.- Disse.
Sorri.- Que bom.
— Na verdade eu gosto de tudo. Quando digo que é linda, é por inteiro.- Falei.
Sorri.- Desse jeito você vai me fazer corar.
— Deve ficar linda.- Falei.
Ri.- Não é tanto assim.
— Por que não? Eu acho que é sim.- Disse.
— Mas não é. Eu fico toda vermelha.- Falei.
Ri, olhando ela.- Não importa pra mim.
— Não?- Questionei.
— Não. Porque eu gosto de você de qualquer jeito. Eu achava que era só proteção, mas não é.- Falei.
Olhei ele.- E o que é?
— Muito mais que isso, eu gosto mesmo de você.- Disse.
Sorri.- Eu também gosto de você.
— Gosta?- Questionei.
— Sim.- Falei.
— Estamos juntos nisso então.- Rocei meus lábios nos dela.
Sorri e o beijei. Era bom beija-lo.
Deixei tudo rolar e quando percebi o clima estava quente. Só que ela era nova nisso, eu estava receoso de continuar.
Ele parecia meio receoso e parei o beijo.- Tudo bem?
— Demais.- Respondi.
Franzi o cenho não entendendo.- Ok então.
— Davina, estamos esquentando aqui. Quer que continue assim?- Perguntei.
— Por mim sim.- Disse.
— Qualquer coisa se quiser que eu pare, me diga, está bem?- Falei.
— Tudo bem.- Disse.
Voltei a sua boca como antes e me virei ficando por cima dela.
Retribui o beijo novamente e minha perna estava na cintura dele, o que fez a camisola subir. Normalmente eu sentiria vergonha, mas nesse momento não senti. Não sentia vergonha com ele.
Tocava a lateral do corpo dela enquanto minha boca beijava o seu pescoço. Já estava excitado por estar assim com ela.
Sentia que ele estava excitado e podia sentir claramente contra o meu corpo. Achei que seria uma sensação mais estranha do que é. E me arrepiava aos beijos dele. Desde que vim para cá fico pensando em como seria a mordida de um vampiro e agora nesse momento pensava ainda mais em como seria. E como funcionava esse desejo por sangue que acho que se ligava ao desejo do corpo.
Desci as alças da camisola dela ao mesmo tempo que subi um pouco nas pernas. A conhecia e sabia que ela era do tipo calma, e se fosse de outro jeito a assustaria.
Eu estava sem sutiã e agora que percebi que a visão estava sendo direta, o que me fez corar um pouco.
Tirei totalmente a camisola e a olhei. Era de deixar qualquer homem louco com tudo aquilo.
Mordi meu lábio de leve e sorri ao olhar dele. Era bom senti-lo me olhando.
— Olha, mordendo o lábio assim você deixa de parecer inocente para parecer sapeca.- Falei.
Ri.- Fique sabendo que não sou tão inocente assim. Ok, eu não sou "sapeca" no nível que você está acostumado, mas... Eu não sou tão puritana assim.
— Não?- Perguntei.
— Não. Eu tive um "caso" com um garoto. O Tim. Claro, nunca chegamos a esse ponto. Mas também não é como se eu não soubesse a diferença de uma mulher para um homem.- Disse.
— Ah sim.- Sorri e nem me importei com isso. Deslizei as mão por aquele corpo e tirei logo a calcinha.
Me arrepiei ao toque dele e o puxei, beijando-o novamente.
Nos livramos da minha camisa, depois a calça e cueca. Posicionei ela melhor na cama e fui entrando nela devagar.
A sensação era nova e bem diferente. Eu era pequena comparada ao tamanho dele. Sim, ele era dos bens "dotados". Mas aos poucos fui me acostumando com ele dentro de mim.
— Continuo?- Perguntei.
Sorri.- Você já entrou, não tem porque sair.
Ri.- Verdade. Vamos relaxar de tudo isso minha linda, somos só nós agora.- Disse enquanto começava a me movimentar.
Suspirei pesadamente.- Sim, somos.- O beijei novamente.
Não me lembrava a ultima vez que tinha me sentido assim com uma mulher que me fizesse a querer tanto, a desejar tanto. Davina estava despertando sentimentos que me faziam achar que lá no fundo, já a amava.
Minha mão descia acariciando as costas dele e meus sentimentos eram meios loucos. Eu o amava, sabia disso. De dois meses para cá tinha certeza disso. Só que agora esse amor estava a um nível bem diferente.
Os movimentos se tornavam mais intensos, o nosso prazer aumentava, podia perceber isso nela.
Gemi perto do ouvido dele e suspirei pesadamente. Não entendia muito dessas coisas de sexo e prazer, mas era uma sensação boa.
— Assim você me excita mais.- Disse.
— Assim como?- Perguntei.
— Gemendo.- Disse.
Sorri.- Então vou me lembrar de fazer isso sempre.- Lhe dei um selinho.
Ela era tão fofa e linda. Acelerei. Ela merecia isso, merecia relaxar, descansar de toda essa merda que tinha na vida dela, e eu ficava feliz em lhe proporcionar isso.
Sentia que o orgasmo chegava e a sensação era ótima.
Fiquei dentro dela um pouco ainda. Queria sentir aquilo o máximo de tempo. Sorri olhando ela voltar ao normal depois de gozar.
Fui parando o beijo e minha respiração voltando ao normal. Isso realmente cansava, não é brincadeira quando dizem que é quase um exercício físico.
— Sim, você fica linda vermelha.- Disse.
Sorri.- Não fico nada. Se ficar me olhando vou ficar ainda mais vermelha.
Deitei ao lado dela.- Meu moranguinho.
Ri.- Você falando fica sexy.
— Fico?- Perguntei.
Sorri.- Com certeza.- Puxei o lençol e me cobri.
Toquei o rosto dela.- Acho que agora vou vir passar a noite mais vezes.
Sorri.- Será muito bem vindo.
Fiquei ali com ela e logo ela dormiu. Vendo-a assim tinha certeza que a amava. Amava seu sorriso quando me via, ou quando fazia uma brincadeira, amava a sua coragem, o como queria fazer as coisas. Amava também a sensação de protege-la e de saber que ela se sentia segura onde estava, aqui e comigo. Pode ser loucura isso, mas iria protege-la com a minha vida caso fosse necessário. A minha linda bonequinha, ao meu tão novo amor.
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