Liberty- One Shots
26 Capítulo 26- Sam & Jess.
Notas iniciais

POV Sam.
Aquele era o começo de uma nova vida. Depois de resolver toda a papelada, eu era aluno de Stanford. Apesar de feliz, queria poder dividir isso com meu pai e Dean, mas sabia que era melhor deixar eles quietos. O inicio das aulas foram tranquilos e na hora do almoço peguei minha bandeja e quando vi uma mesa, esbarrei em alguém.
Me desculpe, estava distraída.- Ela disse.
Eu também. Sou Sam.- Disse.
Sou Jessica.- Ela sorriu.
Pelo visto esse aqui é um dos últimos lugares. Posso sentar com você?- Perguntei.
Claro. Fique a vontade. Assim já te apresento aos meus amigos.- Ela sorriu.- É novo por aqui?
Na verdade primeiro dia.- Falei.
Oh, isso é péssimo mesmo. Ano passado eu me sentia meio deslocada do resto.- Ela riu.- Mas você se acostuma rápido, vai ver.
Obrigado. Aqui é bem maior do que pensei.- Comentei.
Verdade. Stanford é maravilhosa. Você vai adorar as festas. Se você gostar de festas, é claro.- Ela disse.
Estou um pouco por fora, mas vou me acostumar rápido.- Falei.
Ela mordeu o lábio e corou um pouco.- Me desculpe. Eu falo demais, não é? É só alguém puxar papo que saio falando.- Ela riu.
A olhei melhor e era linda. Ainda mais corada.- Tudo bem, não tem problema.
Ela sorriu.- Você é um cara legal, Sam.
Valeu. Então, vai ter alguma festa dessa logo?- Perguntei.
Hoje a noite. A de boas vindas aos calouros. E amanha a dos veteranos.- Ela falou.
E você vai em alguma?- Questionei.
Irei nas duas.- Ela disse.
Nossa, então deve ser popular.- Disse.
Ela riu.- Não tanto quanto gostaria. Brincadeira. Não sou popular, conheço bastante gente, mas não fico só com jogadores de basquete ou futebol e nem sou líder de torcida.
Entendo. E passa o tempo todo aqui?- Perguntei.
Não. Só pela manha e um pouco da tarde.- Ela disse.
Qual o curso?- Perguntei.
Administração e você?- Ela perguntou.
Direito.- Disse.
Nossa, que legal.- Ela sorriu.- Tenho um amigo que faz também e olha eles chegando aí.
Não acreditava que estava me enturmando tão fácil. Os amigos dela vieram até nós.
E aí Jess?- Um dos cara chegou e deu um beijo na bochecha dela.- Quem é ele?
Bart, esse é Sam. Sam, esse é Bart.- Ela nos apresentou.
Oi Bart.- Disse.
Olá Sam.- Ele sentou.- Novo por aqui?
Sim. A Jessica está me falando como algumas coisas são.- Falei.
Hey Sam, sou Kevin.- Kevin disse.
Lisa.- Lisa disse.
Acreditam que ele me aguenta falando mais do que devia?- Ela riu.- Isso é raro.
Tenho experiência com gente assim.- Disse.
É? Então se prepare para a Jess.- Kevin disse.
Pronto. Agora te deram corda.- Lisa disse.
Santo Deus. É hoje que ela não para.- Ele falou rindo.
Ela deu um tapa de leve nos três.- Seus chatos.
Coitada gente, não é para tanto. Ela foi super simpática comigo.- Falei.
Ai, ele é um amor.- Lisa falou.
Jessica sorriu e deu um beijo no meu rosto.- Obrigada Sam. A partir de agora você irá me defender deles.
Pronto. Agora ela arrumou um defensor. Vai grudar em você.- Kevin disse.
Eu faço. Sei como é estar no seu lugar.- Disse.
Bart riu.- Cuidado Sam, ela pode grudar tanto que quando vê vira casamento.
Bart!- Ela atirou uma maça nele.
Tão fofinho assim, eu não duvido.- Lisa disse.
Nossa, casado e formado. Aqui tem de tudo mesmo.- Falei.
Ela riu.- Não se apavore Sam. Não irei prende-lo.
Você vai na festa?- Kevin perguntou.
Não sei.- Disse.
Claro que vai! Bart irá com Missy, Kevin com Tina, Lisa com Ryan e você vai comigo.- Ela sorriu.
Traduzindo; ela te intimou a ir.- Lisa disse.
Essa é a Jess.- Kevin disse.
Ela riu.- Desse jeito ele vai ter medo de mim.
Claro que não. Pelo contrário, ele que tem que temer a gente. Mexeu com a nossa Jess, vai ter problemas conosco.- Kevin disse.
Pois é. Somos assim, mas ela é a nossa bebê.- Lisa disse.
Com certeza. Ninguém mexe com nossa bebê.- Bart disse.
Gente, assim eu fico sem jeito.- Ela sorriu e estava levemente corada.
Ri. Eles eram legais. Era bom estar numa convivência assim e não aquela loucura toda.- Tudo bem Jess, eu vou com você. E podem deixar que não vou fazer nada com ela.
Que pena.- Lisa disse.
Lisa!- Ela disse rindo.
Que horror Lisa, assim você vai corromper a mente pura dela.- Kevin disse.
Claro. Porque nossa Jess ainda é virgem e nunca viu um homem pelado, não é?- Ele perguntou divertido.
Claro. Se isso faz vocês se sentirem melhor.- Ela disse.
Sim, faz.- Kevin disse.
Meu Deus, a gente aqui falando. Sam, você não tem namorado ou ficante, né?- Lisa questionou.
Não, estou livre.- Falei.
Ela sorriu.- Ótimo. Eu sou meio ciumenta com amigos, tenho que conhecer a pessoa por quem eles irão me trocar.
O sinal tocou.
Não vamos trocar você. Eu tenho que ir.- Kevin falou
Eu também, tchau amores.- Lisa disse e os três saíram.
Eles são legais.- Comentei.
Sim, eles são ótimos.- Ela sorriu.
E onde vai ser essa festa?- Perguntei.
No campus mesmo.- Ela disse.
Que horas?- Questionei.
Começa as 21:00 e vai até o sol raiar.- Ela riu.
Nos encontramos lá então ou vou pegar você?- Perguntei.
Não precisa. Vou vir com Lisa. Ela mora perto da minha casa.- Ela disse.
Ok então. Nos vemos lá?- Falei.
Claro.- Ela falou.
Eu tenho que ir.- Dei um beijo no rosto dela.- Até lá então.
Até mais, Sam.- Ela acenou e sorriu.
POV Misto. ( Sam e Jess.)
Sorri também e fui para minha aula. Estava feliz. Quando as aulas acabaram, eu fui para o meu apartamento, aluguei um pequeno, mas que era suficiente. Fiquei fazendo os trabalhos que já tinha até a hora de me arrumar. Não podia deixar de estar meio nervoso. A tempos que não saia assim, muito menos com uma garota tão linda como Jess. Botei uma roupa simples, uma camisa azul, uma jaqueta e jeans. Fui para o campus e não foi difícil achar o lugar. Fiquei perto de onde tinha umas bebidas, tentando achar ela.
Cheguei atrás dele e toquei em seu ombro.- Oi perdido.- Sorri.
Hey.- Sorri a abraçando.- Estava pensando como ia achar você.
Acabou de achar.- Sorri.
Quer alguma coisa? Passei pela parte da comida e tem bastante coisa lá.- Disse.
Sorri.- Sam, você precisa se enturmar.- O puxei para a pista.
Ah, eu não sou de dançar.- Disse.
Acredite, você vai querer dançar comigo.- Sorri e larguei a mão dele, logo começando a dançar no ritmo da musica.
Era verdade, eu não era de dançar. Era alto e parecia uma vareta se mexendo. Cheguei junto dela, mas sabia que não ia bem.
Não fique envergonhado Sam. Faça o que tem vontade e não pense no que os outros vão pensar.- Sorri.
É que nunca dancei assim.- Estava perto para ela ouvir.
Sorri.- Coloque as mãos na minha cintura e chegue mais perto.
Eu estava morrendo de vergonha. Fiz como ela falou.
Por ele ser alto, as mãos dele eram grande e minha cintura quase sumia entre as duas. Porém me sentia bem entre elas.- Ótimo. Agora deixe a musica te consumir e siga no ritmo dela.
Fazia como ela me falava e me lembrei de quando via Dean fazendo isso, que parecia tão normal.
Sorri.- Você está ótimo. Só se solte mais.
É sério Jess. Eu nunca dancei assim.- Disse.
Tudo bem.- Parei e o puxei para fora da pista.- Não vou força-lo.
Não precisávamos ter saído.- Falei.
Claro que precisávamos. Você não se sente bem dançando.- Disse.
Eu não sou acostumado.- Disse.
Sorri.- Tudo bem.- Beijei de leve a bochecha dele.- Vamos beber alguma coisa então.
Você deve estar me achando um chato.- Falei.
Ri.- Claro que não. Você de longe é um chato.- Peguei na mão dele.
E você está sendo demais, sério, obrigado.- Disse.
Não tem que agradecer.- Falei.
Peguei duas cervejas. Entreguei á dela.- Você não mora aqui no campus?
Não. Tentei ficar, mas não durou um mês.- Disse.
Porque?- Questionei.
Não me acostumei.- Bebi da cerveja.
Mas você é daqui?- Perguntei.
Sou sim e você?- Questionei.
Lawrence, Kansas.- Disse.
Não conheço, mas sempre ouvi dizerem que é ótimo.- Falei.
É sim. Só que não fico muito tempo lá, como gostaria.- Disse.
Entendo. Mas talvez volte nas férias.- Disse.
Talvez.- Não me lembrava quando tinha ido lá pela ultima vez.
Você não gosta de jogar sinuca? Bart e Kevin estão jogando. Posso ficar olhando vocês.- Sorri.
Sorri.- Eu sou ótimo. Mas não vou deixar você sozinha. Vamos comer algo?
Claro. Mas tudo bem. Me divirto olhando os garotos jogarem.- Disse.
Depois vejo eles.- Andamos juntos até as comidas e pegamos umas coisas. Me sentia tranquilo com Jess, como nunca me senti.
Comi um dos salgados.- O que gosta de fazer no tempo livre?
Coisas ao ar livre e ler.- Disse.
Você é culto.- Sorri.- Gostei disso.
Você quer dizer nerd.- Falei.
Sam!- Ri.- Eu não disse isso.
É o que sempre dizem.- Ou pelo menos Dean.
E daí se você é nerd ou não? Você é incrível. A maioria dos nerds são frios e chatos. Você não.- Sorri.
Menos Jess, eu não sou incrível.- Disse.
Claro que é.- Falei.
Ri.- Acho que você bebeu antes de nos encontramos.
Ri.- Talvez um pouco.
Riamos e falávamos besteiras. Ela era linda. Só que eu não tinha muita prática nisso. Porque sempre ficávamos pulando de cidade em cidade, então não dava tempo de ter um relacionamento.
Era bom ficar com Sam. Ele era lindo, engraçado, divertido e muito legal. Mas sabia quando uma coisa não ia passar de uma amizade. Meu telefone tocou e era meu pai.- Desculpe, mas preciso atender. Me espere nos puffs. Não demoro.- Saí para atender.
Eu devia estar sendo um pé no saco, verdadeiro fracasso. Deveria ter ido mais vezes com meu irmão para ter prática. Me sentei nos puffs e mesmo não sentindo falta daquela vida, sentia falta dele.
Falei com meu pai. Ele queria saber como estava e o tranquilizei. Ri. Ele é um amor, mas as vezes cansa de tanta ligação. Voltei para onde Sam estava.- Pronto.- Me sentei em um dos puffs também.
Tudo ok?- Perguntei.
Tudo ótimo. Era meu pai.- Disse.
Ah, no minimo querendo saber se não está fazendo as loucuras da faculdade.- Falei.
Ri.- Por aí.
Ele é legal com você?- Questionei.
Ele é um amor e sua família? Como é?- Perguntei.
Somos eu, meu pai e meu irmão.- Disse.
Nossa, que legal.- Sorri.- Deve ser bom assim.
Sim e não.- Falei.
Porque?- Questionei.
Nós viajamos muito, era bom estar com eles. Mas meu pai queria que fosse como meu irmão e seguisse o negócio da família, e eu não quis.- Disse.
Entendo. É uma pena mesmo.- Falei.
Tanto que estou meio que fugido aqui. Sem contato com eles. Sei que se souberem vão tentar me fazer voltar.- Disse.
Nossa, que tenso.- Disse.
É. Eu não queria que fosse assim, mas meu pai é meio irredutível.- Falei.
Sinto muito. Espero que isso melhore.- Disse.
Eu também. Mas nossa primeira festa e eu te perturbando com essas coisas em vez de estarmos nos divertindo.- Falei.
Sorri.- Tudo bem.
Não, não vou deixar isso atrapalhar como já fez das outras vezes. Vem, vamos.- Disse.
Aonde?- Questionei.
Dançar.- Disse.
Mas você não gosta.- Falei.
Eu nunca fui em uma festa ou baile assim para saber se gosto ou não.- Falei.
Sorri.- Tudo bem então, vamos.
Fomos para a pista e continuei dá onde ela tinha me dito.
Me virei de costas para ele e dançávamos no ritmo da musica.
Esqueci tudo e me concentrei nela. Passei o braço na cintura dela, a apertando contra mim.
Minha respiração falhou. Meu Deus, ele é forte e tem pegada. Minha mão acariciava o braço dele.
A semanas que não saía com ninguém. Então imagine como estou por estar com ela linda e junto de mim assim. Rocei meus lábios no pescoço dela.
Me arrepiei aos lábios dele na minha pele. Ele parecia ser doce, mas pela pegada não parecia ser assim na cama. Ok Jess, retrocede esse pensamento.
A virei e a olhei.- Jess, a muito tempo não me sinto a vontade assim, como com você.
Sorri.- Eu também Sam.
Me aproximei e a beijei de leve.
Ao toque dos lábios dele, não tinha nem chances de eu recusar. Retribuí o beijo e acariciava sua nuca.
Me surpreendi com a resposta dela. Mas não queria abusar, então mantive o beijo suave.
Sorri. Ele parecia tímido em publico. O que deixava ele muito fofo.
O beijo terminou e não pude deixar de sorrir.
Sorri de volta.- Foi ótimo.
Sim, gostei de dançar.- Disse.
Ri.- Somos dois então.
Então vamos dançar mais.- Falei.
Concordo.- E voltei a beija-lo.
Ficamos ali assim, entre dança e beijo. Quase que o resto da festa. Era de madrugada quando a fui levar em casa.
Obrigada por me trazer.- Sorri.
Seria perigoso demais você vir sozinha.- Falei.
Só se tivesse tarados por ai.- Ri.
E tem muitos aqui na Califórnia.- Disse.
Isso é verdade. Bem, melhor eu entrar. Nos vemos amanha então.- Falei.
Sim. Almoço?- Perguntei.
Sim.- Lhe dei um selinho.- Até mais.
Puxei ela e a beijei como queria antes.
Retribui o beijo e envolvi meus braços em seu pescoço.
Minha língua pedia passagem e logo estávamos envolvidos num beijo quente e intenso.
Ele estava escorado no carro e eu estava entre suas pernas. Tocava delicadamente seu peito.
Segurava ela bem contra mim. Estava acostumado com seu corpo junto ao meu e era muito bom sentir ele.
Acariciava a extensão do pescoço dele e a outra mão subia pelo seu peito.
O beijo foi acabando e ambos precisávamos de ar.
Sorri.- Agora eu tenho que entrar.
Tudo bem. Boa noite.- Disse.
Boa noite.- Sorri e entrei em casa.
Voltei para meu apartamento feliz. Os dias que se seguiram foram incríveis com Jess e a faculdade ia bem. Estávamos juntos a um mês e decidimos sair no fim de semana, ir a praia.
O dia está lindo.- Sorri.
Sim, demos sorte.- Saí na varanda do quarto que ficaríamos.
Fui até ele.- Ah, Kev está cobrando o jogo de boliche só de garotos da quarta feira passada.- Ri.
Vou remarcar com ele.- Disse.
Já estou sentindo sua falta então.- Me abracei nele.
Mas não vai ser esse fim de semana, esse é nosso.- Disse.
Sorri.- Ótimo.
Então, vamos para a praia?- Perguntei.
Claro, vamos.- Disse.
Deixei ela pegar as coisas dela e fomos. As praias da Califórnia eram lindas. Como Jess parecia sensível, peguei um lugar na sombra.
Tirei a canga que me cobria da cintura para baixo. Peguei o protetor solar.- Passa para mim?
A olhei.- Claro.- Uma coisa sobre nós. Ainda não tínhamos transado. Talvez rolasse esse fim de semana, mas não vim com essa intenção.
Me deitei sobre a toalha de barriga para baixo para ele passar.
Tirei minha camiseta e comecei a passar nela que tinha uma pele maravilhosa. Afastei o cabelo dela e passava por toda a suas costas.
Suas mãos são ótimas.- Sorri.
Você adora elas.- Disse.
São meus xodós.- Ri.
Elas te adoram também.- Desci chegando na cintura dela.
E gosto delas principalmente ai.- Disse.
Aqui? Ótimo.- Falei.
Porque?- Perguntei.
Porque sim.- Passei pela bunda dela de leve e cheguei nas coxas.
Ei, passa melhor aí, se não ficarei um pimentão.- Indiquei a minha bunda.
Ri e fiz como ela pediu, me concentrando para não toca-la intimamente.
Ótimo.- Sorri.- Ah, passe bem nas minhas panturrilhas, se não elas descascam.
Sério? Nunca vi alguém descascar ai.- Disse.
Ri.- Pois é. Eu sou estranha até nisso.
Voltei as coxas. Ela tinha um corpo todo uniforme. Firme e gostoso.
Será que a água está fria demais?- Perguntei.
Vamos ver?- Era bom que eu esfriava um pouco.
Vamos.- Me levantei.
Entramos na água.- Está uma delícia.
Verdade.- Mergulhei.
Olhei ela. Acho que de hoje não vai dar para passar. A acompanho e logo estamos numa parte mais funda.
Saí debaixo da água e sorri.- Está uma delícia mesmo.
Está com certeza.- Disse olhando para ela.
O que foi?- Perguntei sorrindo.
Você; linda e gostosa.- Disse.
Sorri.- Obrigada. Você também é lindo e gostoso.- Toquei o peito dele.
Não acho, a minha visão é bem melhor.- Disse.
Sorri.- Você é tão fofo.- O beijei.
Acho que essa é a coisa que você mais me diz.- Disse.
Ri.- Eu sei. Preciso mudar isso.
Acho que viciou.- Disse.
Sorri.- Com certeza.
A beijo. Um beijo com gosto de mar.
Retribui o beijo e acariciava seus cabelos.
A trago mais junto a mim. Posso sentir a temperatura da água contrastando com a nossa que aumenta.
Entrelacei meus dedos no cabelo dele e puxava de leve.
Ouvi um pigarrear. Era de uma senhorinha. Me afastei um pouco e ri.
Sorri, tentando não rir.- Desculpe, nos... empolgamos.
A puxei de volta a margem e cai na risada.- Estávamos dando show, meu Deus.
Ri.- Verdade. Que vergonha.- Disse ainda rindo.
Nem me fala.- Passamos por umas senhoras que deu uma picada para mim que disfarcei.- Melhor a gente ir.
Ri.- Acho que encontrei concorrência.
Jess!- Agora eu que ficava vermelho.
Ri e me abracei nele.- Tadinho do meu amor.
Vamos na sorveteria pelo menos.- Falei.
Ok, vamos lá.- Disse.
Pegamos tudo e fomos a uma sorveteria ali perto.- Ai, não acredito que fizemos isso ainda.
O que amor?- Perguntei.
Show na praia. Com direito a velhinhas taradas.- Disse.
Para você ver como você é o ponto alto da nossa relação.- Sorri.
Literalmente né?- Perguntei.
Ri.- É o seu charme.
Pegamos os sorvetes e nos sentamos de frente para o mar.- Acho que não podia ser mais tranquilo.
Sorri.- Verdade.
Brincávamos quando meu telefone tocou. Numero restrito? Atendi, mas desliguei.
O que foi?- Perguntei.
Nada, engano.- Menti.
O olhei. Ele parecia meio tenso.- Ah sim.
Não era possível. Como ele tinha me achado? Achado meu telefone? Preciso me livrar dele logo. Sinto muito Dean, mas não posso voltar.
Sam, acho que é melhor nós irmos. Vai chover.- Comentei.
Saí dos meus devaneios.- Sim, vamos.
Pegamos as coisas e fomos para o hotel. Logo chegamos no quarto.- Vou tomar um banho para tirar esse sal do corpo.
Tá. Tudo bem.- Disse.
Coloquei as coisas na poltrona e fui tomar banho. Terminei e olhei na bolsa que tinha levado as roupas. Tinha pensado em fazer uma surpresa para ele. Hoje completamos um mês e seria uma boa data para termos nossa primeira vez juntos. Mas ele não parecia muito no clima depois dessa ligação, então coloquei uma lingerie comum e um pijama normal de verão. Sequei o cabelo e saí do banheiro.
E ele tentou mais uma, duas vezes. Taquei o celular no quarto.
Levei um susto com o barulho.- O que foi isso?
Droga!- Exclamei.
O que foi, Sam?- Questionei.
Meu irmão.- Disse.
Está tudo bem?- Perguntei.
Se ele achou meu numero, vai dar um jeito de me encontrar.- Falei.
E isso é ruim?- Perguntei.
Não queria que fosse, mas sim.- Disse.
E posso saber porque?- Questionei.
Porque ele vai querer que eu volte, que vá embora daqui.- Falei.
Mas você não é obrigado a fazer o que não quer.- Disse.
Com isso vem uma briga gigantesca e não queria outra depois que fui embora.- Disse.
Sinto muito.- Me sentei ao lado dele.
Seria pedir demais eu escolher o que quero fazer? Sem brigas e com apoio?- Questionei.
Claro que não.- Toquei no rosto dele.
Me desculpa Jess. Não quero estragar o nosso fim de semana.- Disse.
Tudo bem.- Entrelacei a mão dele na minha.- Estou aqui por você.
Beijei a mão dela.- Obrigado.
Não precisa agradecer.- Sorri.- Bem, vamos olhar um filme então? Vou pedir uma pipoca.
Não.- A beijei, a derrubando na cama.
Retribui o beijo e entrelacei minha mão no cabelo dele.
Jess, a unica coisa que preciso agora, é de você.- Disse.
E eu já sou sua, Sam.- Abri a camisa dele.
Na verdade não ainda. Não completamente.- Falei.
Sorri.- Mas serei hoje.
A gente sempre parava por algum motivo. Mas nada que fosse uma complicação. Tudo bem que de inicio fiquei apreensivo que ela achasse que queria só sexo com ela, mas agora tudo o que eu quero é a Jess.
Terminei de abrir a camisa dele e comecei a beijar o pescoço dele. Era um dos únicos jeitos de alcançar ali ou ele me segurando, como fazia quando nos beijávamos.
Me arrepiei com o beijo dela. Ouvi um trovão e depois barulho de chuva. Enquanto tinha um temporal lá fora, aqui esquentávamos.
Subi os beijos para a orelha dele e mordi de leve seu lóbulo. Minha mão descia pelas costas dele.
Tirei a blusa dela, como era de casa estava sem sutiã e me deparei com seios lindos e quando os toquei eram deliciosos.
Gemi. Como imaginei a mão dele era uma delícia, fortes e eram grandes, o que as deixava mais sedutoras.
O abocanhei, sugando e mordendo de leve.
Gemi novamente e suspirei. Arranhava de leve a nuca dele.
Os arranhões dela eram incentivos. Coisa que eu adorava e retribui aumentando a intensidade do que eu fazia.
Entrelacei minha perna na cintura dele o prendendo mais em mim. Comecei a abrir a calça dele.
Depois de fazer o mesmo no outro seio, abaixei descendo pela barriga dela e tirando o seu short.
Terminei de abrir a calça dele e toquei de leve seu membro. Que podia ver e sentir já estava duro, o que me fez sorrir contra sua pele e continuava os beijos.
Gemi de leve com o toque dela. As vezes que tinha transado com alguém não tinha sentimentos assim.
Tirei a cueca dele e toquei mais diretamente. Beijava a extensão do maxilar dele.
Acabei me virando deixando ela a vontade.
Sorri e me inclinei sobre ele. Meus lábios desciam pelo pescoço dele.
Enrosquei minha mão nos cabelos dela. Se eu tinha algum conhecimento de sentimentos, eu podia dizer que a amava.
Beijava o abdômen dele e dava leves mordidas por ali.
Arfei.- Sua boca é tão gostosa.
Sorri.- Obrigada amor.- Descia minha boca pela barriga dele, perto da sua virilha.
Você vai mesmo fazer isso?- Perguntei.
Só se você quiser, é claro.- Disse.
Oh, eu quero.- Sorri.
Ri e me inclinei um pouco para beija-lo. Aproveitando e o provocando deixando nossas intimidades coladas.
Beijei intensamente e a virei. Oh, droga.
Senti ele hesitar.- O que foi?
Eu acho que esqueci.- Fui até onde estava minhas coisas.
Ri.- Não se preocupe. Eu trouxe.
Trouxe?- Perguntei.
Sim. Eu vou ser seu presente de aniversário de um mês.- Sorri.- Veja na minha bolsa. Acho que é o tamanho certo.- Ri.
Ri e peguei.- Sim, você acertou.
Eu presumi pelo seu tamanho.- Ri.
Voltei a me deitar junto a ela.- Que bom que é boa de dedução.- Tirei a calcinha dela.
Sorri.- E de imaginação também.
Coloquei o preservativo e me posicionei melhor junto a ela.- Imaginando?
Com certeza.- Sorri e o beijei.
Aos poucos entrei nela.Tinha noção que era um pouco maior que o normal.
Aos poucos fui me acostumando com ele dentro de mim. Com certeza ele era bem dotado, literalmente. E como era pequena perto dele, a sensação era ainda melhor.
Podia sentir a preenchendo completamente e isso por si só já proporcionava prazer. Comecei a me mover dentro dela que com certeza era uma delícia.
Gemi contra os lábios dele e coloquei melhor minha perna na cintura dele.
Fui aumentando a velocidade que estocava nela. Me sentia tão bem. O prazer corria pelo meu corpo e sabia que a amava.
Minha mão descia pela costas dele. Era perfeito senti-lo dentro de mim, sendo dele. Sabia que mesmo estando juntos somente um mês, o amava.
Gemiamos juntos. Os toques dela era uma delicia. Beijava dando mordidas no seu pescoço enquanto uma mão corria pelos seus seios.
Sam...- Gemi no seu ouvido e mexia meu quadril no ritmo dele.
Sorri e a beijei. Sentia um calor aumentar e a minha excitação também. Ela estava me consumindo totalmente.
Acariciava o abdômen dele e a outra acariciava ele no local que estávamos unidos.
Ela fazer isso aumentava mais ainda o que sentia.- Jess...
Sorri e voltei a beija-lo. Um beijo intenso e quente. Puxava de leve seus cabelos.
Sentia que chegávamos perto do orgasmo, então acelerei o ritmo.- Jess, você é uma delícia.
Sorri.- Você também é, Sam.
A beijei novamente e senti aquela onda maravilhosa de prazer passar por mim.
O orgasmo chegou e foi maravilhoso. O olhei, ainda ofegante.- Eu te amo.
Não podia ser mais feliz.- Eu te amo.- Retribui a ela. Aquele fim de semana era um dos mais felizes da minha vida. Quando voltamos ao campus sempre que podíamos escapávamos para poder ficar juntos e namorar a vontade. Mais uns meses e Jess veio dividir o apartamento comigo. Apesar de sentir saudades do Dean e meu pai, estava feliz e fazendo o que queria. Vivendo a minha vida tranquilo.
Fale com o autor