Liberty- One Shots
2 Capítulo 2- Stefan & Caroline.
Notas iniciais
Chicago, 1920.
POV Misto. ( Stefan e Caroline.)
Estava em uma cidade que adorava e que me sentia bem. Podia me alimentar a vontade e ainda tinha amigo na aqui. Mas tinha um lugar preferido de ir. Panther's. Ri. Adorava esse nome, onde podia beber e me divertir com as garotas. E tinha uma em especial, Caroline. Ela dançava bem e era muito bonita. Essa noite tinha vindo ver ela.
O dia tinha sido cansativo. Rafael me deixava doida. Ele queria que dançasse mais ainda e que desse conta de todo mundo. Tinha eu e mais duas garotas na boate e só queria poder sair dali. Porém, nós mulheres não temos muito poder sobre nada. E não reclamo. Pois acho que se fosse uma mulher "comum" não conseguiria viver sem um marido. Estava sentada no bar e tomava uma tequila.
— Hora senão é a estrela daqui.- Ele disse.
Me virei e era o... me esqueci o nome dele.- Olá. Senhor...?
— Salvatore. Já se esqueceu?- Claro, eu a compeli pra isso.
— Me desculpe. Devo estar com a memória fraca.- Ela disse.
— Sim, deve ser a rotatividade.- Peguei um whisky.
Suspirei.- Pode ser. E o senhor faz o que por aqui? Pensei que não voltaria mais.
— Gostei daqui.- Ele disse.
— Que bom então.- Sorri. A maioria dos homens que vinham aqui eram casados. Eles vinham pra ter o que não tinham com as esposas. Ter prazer do jeito que eles querem. E o senhor Salvatore me parece ser um jovem que quer as mesmas coisas, porém, não tem aliança, então não é casado.
— Vai dançar hoje ou já dançou?- Ele perguntou.
— Ainda irei dançar.- Sorri.- Quem sabe eu não danço especialmente pra você?- Um sorriso malicioso brincava em meus lábios.
— É isso que quero. Onde está Rafael?- Ele perguntou.
— Está ali.- Apontei para o lado esquerdo da boate. Onde Rafael conversava alegremente com um dos clientes.
— Pode ir esperar no quarto.- Ele disse.
— Ok. É no quarto 5.- Sorri e fui para o quarto espera-lo.
Fui até o dono e o compeli para saber que ela estaria comigo e que não queria ser incomodado. Fui para o quarto.
Esperava ele sentada no sofá com as pernas cruzadas. O meu vestido era curto e decotado. Então mostrava muito do meu corpo. Bebia tranquilamente um copo de whisky.
Ela ficava gostosa naquele vestido.- Parece bem a vontade.
Sorri.- E você parece tenso. Está precisando relaxar.- Ele tinha um ar diferente. De um homem como outro qualquer. Porém uma coisa diferente brilhava sobre ele.
— Tenso? Longe disso loira.- Tirei aquela roupa incomoda ficando só com a camisa e a calça.
— Não?- Me levantei do sofá indo até ele. E comecei a tirar a gravata dele.- Parece preocupado com algo.
— Preocupações todos temos.- Deixei ela continuar.
— Isso é verdade.- Tirei a gravata dele e comecei a abrir a camisa dele.- Mas um homem tão jovem e bonito, teria qual preocupação?- Sorri.
— Nada que uma garota nova como você entendesse.- Ele disse.
Sorri.- Tudo bem.- Terminei de abrir a camisa dele e ele era realmente gostoso. Passei minha mão pelo peito dele.- E o que você gostaria?
— O que sabe de melhor.- Ele disse.
— Eu sei muitas coisas.- Ela sorri.- O que você quer primeiro?
A puxei e a beijei. Tinha uma boca bem deliciosa.
Retribui o beijo dele. Ele tinha um corpo bem trabalhado e forte. O que me fazia ficar bem colada á ele. Algo que claro, não me incomodava nem um pouco.
Beijava e dava algumas mordidas em seus lábios, sem machucar claro.
Sorri. As mordidas eram deliciosas. Passei minha língua pela extensão da sua boca. Envolvi meus braços em torno do pescoço dele.
— Você é muito boa nisso, o beijo denuncia isso.- Ele disse.
Sorri.- Você ainda não viu nada.- Disse dando um beijo em seus lábios.
— Eu sei.- Me sentei e trouxe ela comigo.
Me ajeitei no colo dele.- Acho que esse vestido não é mais necessário, não é?- Disse começando a abrir o vestido.
Tirei o vestido e o que tinha por baixo também.- Belo corpo. A dança faz muito bem.
Sorri.- Obrigada e sim faz muito bem. Principalmente pra quem tem imaginação fértil.- Sussurrei no ouvido dele.
Ela é o tipo de garota que eu prefiro. Sexy, sem aquele pudor, sabia o ponto que queria.- E o que essa imaginação pode mostrar?
— Muitas coisas. Por exemplo, o que você gosta no sexo?- Disse casualmente. Não precisa enrolar na linguagem. Ele era homem mesmo.
— Obediência.- Ele disse.
Sorri.- Você gosta de mulher obediente então?- Disse descendo os beijos para o pescoço dele.- E o que você gosta que façam?
— Isso que está já é um belo começo.- Ele disse.
Sorri. Desci os beijos para o peito dele. Mesmo ele sendo assim, como todos os homens. Com ele era diferente, nesse momento. Gostoso do jeito que é, toparia qualquer coisa. Claro, eu tenho que fazer o que ele querem e deixar eles fazerem o que querem. Mas, nesse caso... seria tudo que ele quer, com prazer. Enquanto descia os beijos para o abdômen dele, minha mão acariciava delicadamente seu peito.
Tudo que ela fazia era ótimo e excitante. Como fui transformado jovem ainda tenho essa sensibilidade a flor da pele.
No fundo, ele transmitia uma certa carência. E um dos remédios, era o sexo. Os outros, é claro que não tinha como dar á ele. Mesmo querendo, no fundo. Ele não ia conversar comigo. Mas quem sabe um dia, caso ele continue vindo aqui. Mas hoje, ficaria satisfeita em dar o remédio que ele parecia mais precisar. Beijava o abdômen dele, ele tinha muitos músculos ali e eram muito gostosos. Os beijava deixando minha língua passar ali.
— Está indo para o lugar certo Caroline.- Ele disse.
— Estou?- Disse descendo para a barriga dele.
— Com certeza.- Disse sorrindo.
Sorri. Abri a calça dele. E seu membro já estava extremamente excitado. Desci os beijos para ali, ainda por cima da sua cueca que "guardava" o volume já visível.
— Vai querer brincar antes é?- Ele perguntou.
Sorri.- Você gosta de brincar antes?- Perguntei maliciosa.- Se sim, posso brincar.
— Vamos deixar as brincadeiras pra outro dia.- Ele disse.
— Tudo bem.- Tirei a calça dele e a cueca também. Comecei a beijar a extensão de seu membro e aos poucos comecei a coloca-lo na boca.
Um prazer tomou conta de mim e me joguei pra trás na cama. Se tem uma coisa que agrada um vampiro, além de se alimentar, é o sexo.
Deixei os movimentos lentos, porém intensos.
Suspirava. Coisa que não perdemos costumes, como respirar ficava presente. Com ela era mais prazeroso do que com as outras.
Deixei minha língua passar pela extensão do membro dele. E deixei os movimentos mais suaves.
As garotas de agora são bem mais experiente, imagino como vai ser no futuro.- Caroline sua boca é simplesmente perfeita, pra tudo.
— Obrigada.- E voltei a fazer o que estava fazendo. Os homens que veem aqui, veem para isso. As mulheres com quem casam, devem não querer fazer sexo oral ou até mesmo o anal e eles veem aqui pra isso. E já estava acostumada com todo tipo. Nem me importava mais. Logo que tinha vindo pra cá, ficava meio receosa, mas apanhei tanto por não obedece-los que comecei a fazer e hoje é uma coisa normal.
O prazer aumentava, e segurava pelos seus cabelos. Estranhamente não queria machucar essa menina e que normalmente não me importava. Mas algo em seus olhos profundamente azuis não me deixava fazer.
Aumentei mais um pouco o ritmo e os intercalava entre intensos e suaves e deixava minha mão também acariciar a parte de seu membro que não estava em minha boca.
Gemia, ela fazia com pratica mas isso deixava melhor e sentia o "eu" sair. Não dava pra ter controle uma hora dessa.
Sentia que ele estava mais intenso. Então deixei mais intenso e os carinhos da minha mão também.
Inclinava meu corpo pra ela, sentia um orgasmo eminente. Isso era ótimo.
Ele estava perto do orgasmo, pois sentia seu membro mais rígido e ereto em minha boca, então aumentei o ritmo, deixando rápido e intenso.
Gozei com ela assim, uau essa garota é a melhor que já encontrei.
Ele gozou e parei. Subi até ele. Me sentando em seu colo.- Então, gostou?
— Você é ótima.- Disse beijando ela.
Ela sorri.- Obrigada.
— De nada. Com uma sessão dessa não tem como não ficar de bom humor.- Tem que ser isso, bom humor apenas.
— Que bom. Você parecia meio tenso. Agora está bem mais relaxado.- Disse sorrindo e acariciando o peito dele.
— Ficamos tensos quando não fazemos.- Ele disse.
— Eu percebi. Homens tem essa certa necessidade.- Disse enquanto acariciava a extensão do pescoço dele. Ele era lindo. Tinha uma carinha de bebê, porém tinha pegada de homem.
— Sim e nada melhor que um orgasmo pra relaxar.- Ele disse.
— E fico imensamente feliz em dá-lo a você.- Disse dando um beijo suave nos lábios dele.
— É bom ter com você também.- Ele disse.
— Fico feliz.- Dei lhe dando um beijo.
Retribui o beijo. Não devia estar me sentindo assim, tão a vontade, tão "feliz" por estar com ela. Isso significaria ligar, não faria.
Envolvi meus braços no pescoço dele. Minha mão descia do seu peito para seu abdômen.
Deitei com ela, tocando seu corpo, e beijando seu pescoço, como a desejava.
Suspirava pelos beijos e suas mãos em meu corpo. Meu corpo estava levemente arqueado e minha respiração entre cortada.
Senti uma vontade profunda de morde-la, mas se iniciou uma guerra em mim. Poderia parar?
Senti ele hesitar.- Tudo bem?- O olhei preocupada.
Olhei para ela.— Você não vai gritar, nem se mexer e vai até gostar.
— Sim, eu vou.- Ela disse obediente.
Sorri. — Isso.- Cedi a esse desejo e a mordi. Ela se retraiu no reflexo, mas continuei de forma moderada e saboreei aquele liquido delicioso até ela poder resistir bem.- Agora você não vai lembrar disso.
— Não, não irei lembrar.- Ela disse.
— Isso.- Passei uma toalha que tinha ali no ferimento e a beijei.
Retribui o beijo e passava minha mão suavemente pelas suas costas.
Desci para os peitos dela, eu adoro peitos e os dela são ótimos e macios.
Me arrepiei com seu toque em meus seios. Me sentia meio diferente com ele. Como se pudesse fazer o que ele pedisse. Então não me importava em nada dele me tocar onde quisesse.
Os apertava e mordiscava, eram deliciosos e do tamanho certo.
Arqueei meu corpo levemente para ele. Sentir suas mãos, era uma sensação muito boa.
Aquilo me excitava novamente e junto com o prazer que deu beber dela, estava pronto pra tê-la. Penetrei nela.
A sensação foi ótima. E não pude deixar de gemer. Ele era incrivelmente bom nisso. Minha mão descia pelas suas costas e a outra pelos seus braços.
Me movimentei suave e logo depois intenso. Me sentia diferente de como cheguei aqui, o que tinha nessa garota que me fazia sentir assim?
Meu corpo respondia a cada toque, movimento que ele fazia. Me sentia tão diferente com ele. Mas não podia ser o que pensava. Ele nunca olharia pra mim, não sou uma mulher pra casar.
Aumentei o ritmo e aproveitava cada centímetro daquele corpo, daquelas curvas, aquela pele macia com algumas marcas, principalmente nas pernas e já tinha visto nas suas costas também, algo em mim não gostou de pensar nela sendo machucada.
Suas mãos em meus pequenos e leves roxos me fizeram estremecer. Mas não de dor e sim, por sentir um certo carinho em suas mãos. E era meio estranho sentir isso de algum cliente, porém eu gostava de receber dele.
— Quem fez isso?- Ele perguntou.
Ela suspirou.- Alguns homens.
Odiei aquilo. Para Stefan, vai o que se envolver e bancar o príncipe e tira-la daqui?- Desculpe, tem uns que não sabem se portar direito.
— Tudo bem. Você não tem culpa.- Sorri suavemente e lhe dei um beijo.
Aquele sorriso, aqueles lábios doces, para! Aumentei o ritmo, desejava ela somente para mim.
Entrelacei minhas pernas na cintura dele. E acariciava seus cabelos enquanto nos beijávamos.
Nosso beijo junto com nossa relação provocavam uma reação em mim. O que eu não queria sentir, eu sentia, o que não queria pensar, eu pensava. Eu estava tão bem como deixei isso acontecer?
Meu coração estava devidamente acelerado. Não podia me apaixonar. Ele nunca iria querer ficar comigo e Rafael não me deixaria sair daqui, não viva.
Mesmo com essa mistura de sentimentos sentia o clímax chegar e ficava mais e mais encantado pela expressão dela.
O clímax estava chegando e a sensação era maravilhosa. Minha respiração estava ofegante e entre cortada. Meu Deus, isso só pode ser um pesadelo. Não podia me apaixonar. Mesmo adorando sentir isso, só vou me machucar.
Senti ela me abraçar quando o orgasmo chegou e aquele sorriso, com aquele olhar. Me perdi nele ou me achei?
Sabia que já estava passando do ponto quando o abracei. Então, me afastei.- Me Desculpe...- Disse ainda ofegante.
— Não.- Abracei ela de volta, era isso que queria ela assim e de mais ninguém. Nunca mais.
Sorri. Retribui o abraço. Me sentia tão bem ali, nos braços dele.
— Minha querida, ninguém mais vai tocar em você.- Ele disse.
— Queria que isso fosse verdade.- Ela disse em um tom meio triste.
— Mas será. Não vou deixar machucarem você mais. Nunca.- Ele disse.
— E como você poderia fazer isso?- Ela perguntou.
— Falarei com Rafael.- Ele disse.
— Mas ele nunca vai me deixar sair daqui. Não eu enquanto eu viver.- Ela disse.
— Vai deixar sim.- Me deitei ao seu lado.
Me virei pra olha-lo.- E como você sabe?
— Por que vou faze-lo aceitar e você vai comigo hoje mesmo.- Ele disse.
— Não adianta eu perguntar como você fará isso não é?- Ela perguntou.
Mesmo desligado não gostava de mentiras.- Por que eu posso faze-lo aceitar. Eu sou diferente dos homens que conheceu.
— Diferente como?- Ela disse interessada.
— Não sou humano normal. Na verdade, não sou considerado um.- Ele disse.
— Como assim não é humano?- Ela perguntou.
— Não grite.- Deixei o meu "vampiro" ficar a mostra.
De reflexo me afastei dele.- O que é isso?
— É o que eu sou.- Ele disse
— E o que você é?- Ela disse em um tom de medo.
— Vampiro. Você sabe o que é?- Ele perguntou.
Engoli em seco.- Ouvia algumas histórias quando era criança. Mas é impossível!
— Não é.- Disse convicto. Porém gostaria que ela estivesse certa, é que fosse impossível.
Tentei me acalmar.- Me explica isso melhor.- Pedi. Ainda estava afastada dele.
Contei a ela sobre o que era e como vivia. Ela tinha medo, e não queria isso. Queria que confiasse em mim, e mesmo querendo que fosse só minha que aceitasse isso.- Vai querer ficar comigo? Pois de qualquer maneira vai sair daqui.
Tentava absorver tudo.- Eu gosto de você Stefan... e se você aceita o meu passado, que foi de ser de vários homens, eu aceito você. Do jeito que você é.
— O que desejo é que não seja de mais ninguém, só minha. Pode com isso?- Ele perguntou.
Suspirei.- Sim, eu posso.
Aquilo estava em total conflito do caminho que vinha. Não quero ligar, não posso.
Olhei pra ele.- Está tudo bem?- Ainda estava com um pouco de medo, porém estava preocupada.
Me levantei. Não era pra fazer isso, não quero sentir toda aquela culpa, angustia, e até dor por tudo que tinha feito. Quanta gente eu matei...inocentes...
— Stefan....- Me levantei e fui até ele.- O que foi?- Estava realmente preocupada.
— Me desculpa..eu não devia...- Não posso sentir tudo de uma vez, vai me destruir.
— Stefan, calma...- Peguei nas mãos dele.- Me fala, o que foi?
— Eu mordi você, bebi de você... Caroline, me perdoe...- Como vim parar tão fundo? Eu que nunca quis machucar ninguém...
— Você não fez isso comigo...- Disse sem entender.
Olhei pra ela.- Se lembre.
Sacudi a cabeça e abri os olhos. Tentava por tudo em ordem. Eu gostava de Stefan e ele parecia tão frágil, tão indefeso nesse momento, tão culpado. O abracei e não disse mais nada.
Me abracei nela, era quem tinha ali.- Por que eu deixei virar esse monstro que eu sou?
— Você não é um monstro.- Olhei para ele.- Olha, eu não sei muito sobre você, mas do que vi hoje, já posso dizer que você é apenas um garoto Stefan, não no sentido de "criança" e sim no sentido de uma certa inocência e pureza. Mesmo com tudo isso que te envolve. E você é um homem incrível.
— Eu não sou incrível, bem o contrario disso.- Pensei no que eu fiz com a minha família... a anos que não via Damon... ele nunca vai me perdoar.- Eu fiz de tudo e por isso não tenho mais ninguém.
— Você tem a mim.- Disse olhando em seus olhos.
— Eu vou machucar você como todo mundo.- Ele disse.
— Não, não vai. Você podia ter feito, mas não fez.- Toquei no rosto dele.- Eu confio em você.
Olhei para ela. Poderia confiar em mim perto dela? Minha doce Caroline.
— Eu vou te ajudar. Você vai me explicar tudo que preciso saber, e eu vou te ajudar. E não diga que não, por favor. Eu realmente gosto de você e quero ajudar.- Ela sorri.
Tinha aquilo tudo explodindo dentro de mim. Tinha que lembrar das lições de Lexi. Canalizar... mas em que? No que Caroline me fazia sentir, era isso.
Ele parecia tentar se acalmar ou se concentrar, algo do tipo. Então peguei na mão dele e a apertei.
Apertei de volta. Isso me daria força o suficiente, pelo menos por agora. Depois descobriria onde ela estava para vir me ajudar com o resto.
Sorri e dei um beijo nele.- Eu estou com você Stefan.- E o abracei.
Aquilo foi bem mais longe do que eu esperava. Mas depois dessa minha ligação, saímos dali e fomos para meu apartamento. Escrevi uma carta para Lexi e algum tempo depois ela veio ajudar. Mas o fundamental para tudo isso era Caroline. Contei toda a minha historia pra ela e fomos nos conhecendo. Ela me dava apoio e era imprescindível nas horas criticas. Não demorou para perceber que nos amávamos. Depois de adquirir um bom controle, ela pediu para transforma-la. Tinha receio disso mas ela foi insistente como só ela sabe ser. Agora, dois anos depois, estamos casados e ela é uma ótima vampira. Eu estava melhor a cada dia com esse amor que só aumenta e me segura onde cheguei. Tenho medo de uma recaída? Tenho, mais sei que para o que for, ela vai estar lá. Minha Caroline.
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