Liberty- One Shots

19 Capítulo 19- Eric & Sookie.


Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capitulo o/ Achei que demoraria mais, mas aqui estou eu :3 Com Sookie e Eric para vocês! Eu e a Priscila adoramos escreve-los. E espero que no fandom de True Blood não tenha tanta briga quanto o de TVD. Espero que todos curtam o capitulo :3 P.S: LEIAM AS NOTAS FINAIS! IMPORTANTE!

POV Misto. (Eric e Sookie)

O meu dia foi cheio. Descobri que passei um ano desaparecida, descobri que meu irmão é um policial e melhor, descobri que ele vendeu a minha casa. Ótimo. Suspirei. Depois que todos saíram, pois Jason chamou todo mundo para mostrar que estava viva. Ri. Logo após eu subi e fui tomar um banho. Lavei bem meus cabelos e meu corpo. Pois depois de descobri que estou sumida a um ano não sei bem como pensar em questão ao meu banho. A água passeava suavemente pelo meu corpo e tirava a tensão do dia. Sai e fui até o armário do banheiro. Escovei os dentes e tomei um remédio para a dor de cabeça. Sequei meus cabelos e os penteei. Prendi em um rabo de cavalo e sai do banheiro nua mesmo. Fui até a minha comoda e comecei a escolher uma lingerie e camisola.

— Então está de volta mesmo.- Falei.

Levei um susto e coloquei a camisola que estava nas mãos em minha frente para me cobrir, nem que fosse um pouco.- O que você faz aqui? E como entrou?

Me aproximei dela.- Eu posso.- A olhei. Parecia bem, isso me aliviou.

O olhei.- E como você pode? Eu te expulsei daqui.

— Mas eu voltei.- Fiz menção ao redor.- E tudo é meu.

Comecei a rir.- Seu? Vai sonhando.

— Então vá ao cartório e procure a escritura da casa.- Disse.

— Você...- Suspirei.- Você é um cretino, Eric Northman! E saia do meu quarto, eu preciso me vestir.

— Ei, eu fico se quiser.- Falei.

— Não fica não. Você não tem o direito de me ver nua.- Disse.

— Se eu quiser vejo.- Me aproximei mais dela.

Percebi que não tinha como me afastar mais. Estava contra a comoda.- Eric, seja um cara legal e volte para sua boate.

— Cara legal? Eu não sou e nem nunca fui o cara legal.- Disse.

— Eu percebi.- Passei a mão pelos meus cabelos presos.- Mas você precisa me dar licença para que eu possa me vestir.

— Não queremos você vestida.- A olhei e aprovei a maneira que seu corpo estava coberto apenas pela camisola não vestida.

Ele estava perto demais e sentia seu perfume. Era maravilhoso. Percebia o quanto ele era lindo. Sookie Stackhouse, concentre-se.- E porque não?

— Por que por mim já estaria sem isso.- Queria negar a necessidade que tinha dela, ou a saudade e preocupação que tive durante esse tempo.

— Eric...- Comecei mas me perdi nos seus olhos azuis. Me sentia extremamente pequena ao lado dele.

Estávamos tão próximos que o cheiro dela me invadia e me fazia a desejar mais ainda. A encostei na parede e a peguei pela cintura.- Diz que não quer, que não sente vontade de estar comigo.

Olhei de seus olhos até sua boca. Eu queria dizer que não queria. Mas não conseguia falar nada. Fora que a mão dele em minha cintura tinha feito que me desconcentrasse.

Cheguei ao ouvido dela.- Eu sei que quer ser minha, seu corpo me diz isso.

Me arrepiei instantaneamente ao ouvir sua voz tão perto. Meu coração deu uma leve acelerada.- Nunca deu muito certo quando fui de alguém.- Murmurei.

— Eu não me importo com isso.- Rocei meus lábios em seu pescoço.

Me arrepiei e senti minha respiração dar uma leve falhada. Sentia uma incrível atração por ele. Mais do que pensei que sentiria.

Fui mais e chegava a seu colo. Fazia ela abaixar a mão.

Me arrepiava ao toque dos seus lábios. Era incrível como estava totalmente submissa á ele. O que pensava que estava sob controle, estava totalmente bagunçado agora.

Tirei a mão e a camisola saiu. Mas ao invés de falar algo fui com os beijos até seus seios. Eles eram bem como imaginei.

Suspirei pesadamente. Eu não devia estar fazendo isso. Cá estou eu. Totalmente entregue á Eric Northman. Eu devia ter expulsado ele, mas não o fiz.

A levei e joguei na cama. A queria sendo minha e compensar todo esse tempo.

Não fazia ideia se o que estava fazendo era certo ou se não iria me arrepender. Mas no momento parecia certo. E depois de quando ele me beijou a um ano atrás, venho pensando cada vez mais nele.

— Você me parece deliciosa.- Comentei.

— Isso eu não posso afirmar.- Sorri.

— Mas eu posso.- Tirei minha camisa e a beijei.

Retribui o beijo logo envolvendo os braços em torno do pescoço dele.

A pressionei contra mim. Como a desejava. Desde o inicio queria ela assim, apesar de agora isso tinha outras proporções que eram cada vez maiores.

Entrelacei uma das minhas pernas em sua cintura. Minha mão descia acariciando suas costas.

Tirei o resto da minha roupa e penetrei nela.- Merda, como você é boa.

Gemi.- Obrigada.- Disse entre um suspiro.

Olhei para ela. Não pode ir além, é só alguém que eu desejava, não posso sentir nada por ela. Mas o que eu tinha por dentro dizia outra coisa.

Minha mão descia acariciando o seu peito. A outra mão passava pelos seus cabelos.

Puxei a perna dela contra mim. O prazer que estava tempo era maior do que eu imaginava que teria.

Gemia e suspirava. Meu pescoço estava levemente inclinado. Sentia todo meu corpo se arrepiar ao seu toque.

— Assim me tenta a morder você.- Disse.

— Essa é a natureza dos vampiros, não é?- Disse entre um gemido.

— Sim, ia apenas esperar um pouco. Sentir mais você.- Falei.

— Tudo bem.- Voltei a beija-lo.

— Mas agora que você me tentou...- Disse arranhando o pescoço dela.

Suspirei ao toque de suas presas. Acariciava os cabelos dele e com a outra mão a extensão do seu braço.

A mordi e foi estranho.

— O que foi?- Perguntei.

— Você tem uma sabor diferente. Algo... perfeitamente saboroso.- Disse.

Sorri.- Obrigada. É o sangue de fada.

— Fada? Tem certeza?- Perguntei.

— Sim. Por?- Questionei.

— Nada. Apenas inesperado.- Disse.

— Ah sim. Sempre é.- Falei.

Sorri e voltei a beber dela. Seu sangue era mais intenso do que qualquer um que já tinha tomado.

Gemi. Puxava de leve os cabelos dele. Minha perna estava em sua cintura e acariciava ali.

Parei e a olhei.- Com certeza uma delicia.

Sorri.- Obrigada.

Voltei á ela. Sentia a excitação mais forte que antes.

Gemia e suspirava. Minha mão descia pelas suas costas e arranhava de leve.

— Gosta de mais intenso não é?- A olhei divertido.

— Acredite. Depois de ter tido minha primeira vez com um vampiro, o meu gosto é mais duvidoso do que achei que era.- Disse rindo.

— É?- Num movimento rápido a mudei de posição, a fazendo ficar de costas para mim e voltando a entrar nela.

Suspirei e gemi. Não era minha primeira vez assim, mas era a primeira vez que fazia isso sem estar realmente apaixonada. O que me fazia pensar se fazia o certo.

Beijei o pescoço dela e tocava suas costas. Apesar de continuar no ritmo, algo queria mais que só isso. Não queria dar ouvidos a isso, mas gritava cada vez mais alto.

Me arrepiava ao toque dele e me sentia mais vulnerável á ele. Não sabia o que sentia por ele, mas é bom.

Sentia o prazer cada vez maior e proporcionalmente aumentava o ritmo.

Gemia ao que ele fazia. Isso com certeza não era certo. Mas o pior era que não me importava com isso.

Acabamos explodindo num orgasmo intenso.- Sookie, você é muito gostosa.- Disse ao deitar ao lado dela.

Me ajeitei na cama, de burço mesmo. O olhei.- Valeu.- Sorri suavemente.

— Foder com você é com certeza uma prática recomendável.- Disse.

— Eric!- Dei no braço dele tentando soar séria.- Você podia mudar o seu palavreado, sabia?

— É a verdade.- Me virei a olhando. Mas que merda porque não obedecia a minha cabeça? Cada vez que a olhava tinha vontade de tê-la comigo sempre.

Sorri.- Vocês homens tem um jeito de falar muito duvidoso.- Ri.- Jason é igualmente assim.

— Duvidoso? Essa é ótima.- Disse.

Ri.- Mas é. Mulheres não falam assim.

— Muitas falam. No Fangtasia já ouvi muito.- Falei.

Mordi meu lábio.- Isso é verdade. Eu falo também quando estou com raiva.- Passei a mão pelos meus cabelos.

— Então vou te deixar com raiva mais vezes.- Tocava as costas dela.- Deve ficar interessante assim, aqui na cama.

Me apoiei no meu cotovelo.- Não queira me ver com raiva.- Sorri.

— Eu vou tentar, agora mais ainda.- Disse.

Ri.- Não vai dar boa coisa.

— Vai dar sim.- Rolei ficando mais junto dela. Queria ver ela zangada, ela risonha, ela feliz... Eric, PARA COM ESSA MERDA!

Comecei a rir.- Eric, para! Você vai me derrubar da cama.- Disse rindo.

Segurei ela fazendo-a ficar de frente para mim. Como esperava vê-la bem, só que estava muito melhor do que pensei. A tive, a tinha. Sookie... olhava o que já tinha feito, o que seria capaz de fazer... não conseguia evitar mais esse sentimento.

Olhei para ele sorrindo.- O que foi?

— Eu senti sua falta.- Disse.

Fiquei surpresa.- Sentiu?

— Sim, Sookie. Acha que sou tão inflexível assim?- Perguntei incomodado pela descrença dela.

— Não, não é isso. É que eu e você nunca tivemos muita ligação. Pensei que não se importava tanto assim comigo.- Falei.

Muita ligação? Então as vezes que a salvei, ajudei ou protegi não foram nada? Parabéns bacaba.- Pois é.

Franzi o cenho. Não entendia as reações dele. Parecia incomodado.- O que foi?

— Nada.- Me levantei.- Pode ficar na casa. Sou apenas o proprietário, mas não vou morar aqui.

Me sentei na cama e o olhei séria.- Que tipo de mulher você acha que eu sou?

— Mulher nenhuma. Apenas comprei para não ir parar na mão de estranhos.- Claro que para ela não seria nada de mais, ela nem lembrou de você nesse tempo, fez questão de falar várias vezes o que ela acha. Porra, por que achei que algo poderia mudar?

— Não falo disso. Eu falo do tipo você se levantar e ir embora. Eu não sou assim. Faz, se recupera e vai. Eu não sou uma vadia, Eric.- Disse.

— Desculpe Sookie, o erro foi meu de achar que um ano seria o suficiente para algo ser diferente.- Vestia minhas calças. Queria fazer sumir essa coisa que estava sentindo, tanto a boa que senti, quanto a ruim que sentia agora.

— Eric, para mim eu passei uma hora lá, não um ano. E o que você quer dizer com "diferente"?- Perguntei.

A olhei.- Nada.- Tudo sua... não percebe que mesmo odiando ter chegado a esse ponto eu te amo?!

— Ok então.- Me levantei e coloquei o roupão.- Então saia daqui e não me procure mais.

— Tipico seu isso. "Não me procure mais", como se fizesse diferença.- Disse.

— Se não faz, vai começar a fazer.- Falei.

Num movimento rápido a coloquei contra a parede, a olhando.- Nunca irei fazer a diferença?

— O que você está falando, Eric? Dá para explicar?- Questionei.

— Será tão difícil de ver que estou apaixonado por você!?- Porra, não era para ela saber.

Fiquei sem fala por um instante.- Você o que?

Ri.- Como imaginei, você nem cogitaria isso. Esquece.- A soltei e peguei o resto que era meu.

— Ok. Vai embora então.- Abri a porta do quarto.

Me virei para ela.- Me responde uma coisa. Qualquer um que chegasse aqui e te falasse isso você aceitaria, por que não eu?

— Eu não disse nada. Eu só fiquei surpresa. Você que está sendo grosso.- Disse.

— Grosso? Sookie, o que você sente por mim?- Perguntei.

— Eu...- Suspirei.- Eu gosto de você. E o que sinto é bom.

— Bom? Bom como?- Questionei.

— Bom do tipo que deixaria tomar conta de mim.- Disse.

Ponderei. Tinha ouvido isso?- Deixaria?

— Sim, deixaria.- Falei.

— Não brinque comigo Sookie.- Disse.

— Viu? Você sempre faz isso. Por isso nunca dá certo. Por isso sempre discutimos.- Disse.

— Eu faço o que?- Perguntei.

— Desconfia de tudo que falo.- Disse.

— Eu não desconfio, quero saber. Até porque até essa noite nada indicou qualquer sentimento vindo de você.- Disse.

— Claro. Até ontem, pelo menos para mim, você era de certo modo perigoso.- Disse.

— Claro, eu sou isso. Eu sou perigoso. Sempre fui, sempre soube disso. Mas não achou que tinha mais que isso?- Perguntei.

— Eu achei que você somente me desejava, não que me ama.- Disse.

— Não achou nada diferente? Com as minhas atitudes com você?- Perguntei.

— Eric, você nunca demostrou nada. Você sempre foi frio com relação á isso.- Disse.

— Tá Sookie deixa isso.- Estava vendo que nunca chegaríamos a um ponto em comum e não me daria ilusões de um "grande amor". Quer dizer, viver um, por que existir, ele já existe.

Suspirei.- Nossa, como vocês são confusos. Ok, Eric. Se vai ficar esse clima horrível. É melhor você ir.

— Vocês?- Perguntei.

— Sim, homens. É o que você é, não é?- Ironizei.

— Acabei de mostrar isso, não?- Questionei.

— Isso não vem ao caso e também não define nada. Já vi gays em séries e novelas transando com mulheres, mas na verdade são gays.- Disse em um tom de diversão.

— Novelas? Sério?- Perguntei.

— O que? Eu sou mulher e gosto dessas coisas. E também eu olhava com minha vó.- Disse.

Voltei a me aproximar dela.- Quer que eu vá?

— Eu nunca disse que queria.- Falei.

— Teoricamente mandou ir.- Disse.

— Porque você começou a dar chilique. E a ultima coisa que preciso agora é de chiliques. Acabei de ver meu avô morrer, não preciso de mais drama.- Falei.

Ajeitei o cabelo dela que caia no rosto.-Sinto muito por isso.- Dane-se como vou ficar depois. Puxei ela e voltamos para a cama.

Suspirei.- Tudo bem. Tecnicamente ele já estava meio que morto. Mas todo mundo achava que ele tinha abandonado minha vó. Só que ele estava lá. E pensava que estava por meia hora.

— Tempo legal esse. Não pra quem fica, claro.- Disse.

— É, pode ser.- Mexia no meu cabelo.

— Pelo seu jeito não foi bom lá.- Disse.

— Não. Eu fiquei no meio de uma guerra de fadas. Elas me queriam.- Falei.

— Para que?- Perguntei.

— Sei lá. Coisa de fadas.- Disse.

Me preocupei. Não sabia muito essas coisas de fadas mas me pareciam que podiam arrumar problemas.- Que esquisito.

— É, eu sei.- Suspirei.

— Acha que elas podem vir para cá?- Questionei.

— Não faço ideia. Espero que não.- Disse.

Numa coisa não pensada, a abracei. E estava preocupado com essas fadas, poderiam a colocar em risco.

Me surpreendi pelo ato, mas retribui. Acariciava o peito dele.

— Sempre vai ter essa expressão de surpresa é?- Perguntei.

— Preciso me acostumar com você carinhoso.- Sorri.- Mas gosto disso.

— Você não me conhece em nada mesmo.- Disse.

— Claro, eu te conheço a menos de um ano.- Falei.

— Isso não quer dizer muito.- Falei.

— Quer dizer se eu só te via lá de vez em quando.- Disse.

— Deixa isso pra lá. O que vai fazer em relação ao Compton?- Perguntei.

— Ignora-lo, odiá-lo, despreza-lo... posso passar o dia falando se quiser.- Disse.

— Eu gostei disso.- Beijei ela.

Sorri e retribui o beijo. Acariciava a extensão do pescoço dele.

— Mas tem que saber uma coisa.- Disse.

— O que?- Perguntei.

— Ele é o rei agora.- Falei.

— Ele é o que?- Questionei.

— Rei da Lousiana.- Disse.

— E a Rainha?- Perguntei.

— Ele a matou. Triste, gostava de como Sophie Anne levava as coisas.- Disse.

— Nossa.- Falei surpresa.- Bill, rei? Isso é estranho.

— Um nojo, na minha opinião. Tinha opções melhores.- Disse.

Sorri.- Tipo você?

— Não, eu não queria isso. Estou bem como xerife.- Disse.

Ri.- Sei. Todo homem adora um poder maior. Principalmente vampiros. E você ficaria muito bem como rei.- Sorri.

— Arrancaria corações demais. E é chato ter que se resolver com a Autoridade toda hora.- Suspirei.- Assim sou mas livre.

Sorri.- Tudo bem.- Recostei minha cabeça no peito dele.

— Está com sono é?- Perguntei.

— Um pouco. Mas também estou elétrica com tanta informação e lutas.- Balancei a cabeça.

— Então vamos usar essa energia, usar bem.- Disse a beijando.

Retribui o beijo e sorri entre ele.- Você tem disposição inesgotável?- Perguntei divertida.

— Minha gostosa, se usar a minha disposição, não sobra muito de você.- Disse.

Sorri e entrelacei minha perna entre as dele.- Até hoje eu sinto pena da pobre moça no porão.

— Não sinta, ela não sentiu.- Disse.

— Se duvidar ela não transou com mais ninguém depois daquele dia. 6 horas? Deus, coitada.- Falei rindo.

— Eu não duvido.- Disse.

Ri.- Tadinha Eric, podia ter dado uma folga. Não podia estar com tanta vontade assim.

— Ah, estava. Três dias.- Disse.

— Três dias? Só? É, nós mulheres somos diferentes.- Falei.

— Se fosse vampira não diria isso.- Disse.

— Talvez. Mas passei 25 anos virgem e desde que terminei com Bill essa foi minha primeira vez.- Disse.

Não gostei de saber que Bill tinha sido o primeiro dela. Gostaria que tivesse sido apenas minha.- As coisa são um pouco diferente.

— Realmente são. Deve ser porque vocês homens são mais animalescos que nós. Principalmente vampiros.- Ri.

Ri.- Talvez. Mas elas bem que gostam.- Nos mudei e fiquei sobre ela.- Resta saber se você gosta.

— Eu amo.- Rocei meus lábios nos dele.

— Sookie...- Comecei.

— O que?- Perguntei.

— Eu preciso saber uma coisa.- Não era de me abrir, mas era uma ocasião especial.

— Diga.- Toquei no rosto dele.

— Você quer ser minha como eu quero que seja?- Perguntei.

Sorri.- Gostei de você perguntar. Normalmente vocês só afirmam.- Fiz a linha dos lábios dele.- E sim, eu quero ser sua Eric Northman.

Sorri.- Sookie, você é minha agora.

Sorri.- Sim, eu sou.

Nunca imaginei que ficaria tão feliz de ouvir aquilo.Transamos quase o resto da noite e depois de a deixar dormindo fui me recolher. Quando nos encontramos a noite, receei ela ter mudado de ideia, mas pelo contrario, ela parecia ter pensado e estava era mais certa que queria estar comigo. Sookie e eu realmente juntos? Novidade, mas não apressaria nada. Nem a confirmação do que sentia, nem dos sentimentos dela. Mas no que estou me preocupando? Vou aproveitar o tempo que temos juntos e o resto que se foda.

Notas finais
Então, gostaram? :3 Espero que sim! Bom, o próximo é Bill e Sookie e talvez seja o ultimo da grande maratona de "casais clássicos". Ainda teria The Originals e Supernatural, porém TO é meio que TVD né? E SPN não tem muitos casais. Ai voltaremos com o ritmo normal, daremos três casais diferentes e vocês votam. Porém isso não é certo ainda e se não fizermos agora os clássicos dessas séries, faremos mais adiante. Até o próximo e nos vemos nos comentários! ;)