Liberty- One Shots
106 Capítulo 107- Klaus & Cora.
Notas iniciais

POV Misto. (Klaus e Cora.)
Depois de deixar Hayley num quarto, passei no meu antigo e tomei um banho. Não acreditava que Elijah e Rebekah tinham tomado aquelas atitudes. Precisava esfriar a cabeça, então sai. Andei pela cidade e acabei parando em um bar que percebi que era uma boate. É, isso vai me distrair bem. Passaram algumas garotas no palco e quando anunciaram a próxima, pela reação do público era das boas.
Eu estava em New Orleans agora. Depois que Derek salvou minha vida, resolvi aproveitar ela e não ficar arriscando tanto. Eu estou trabalhando como bartender em uma boate de stripper, não era minha primeira opção, mas né? A pior parte ou não, é que mesmo sendo só bartender tinha que usar roupas sexy. Como saia e blusa decotada. Atendia os clientes.
— Mais um.- Disse balançando o copo.
Peguei e enchi.- Aqui.
— Você é nova.- Disse.
— Sim.- Disse.
— É da onde?- Olhei ela melhor e era bem gostosa.
— Do mundo.- Disse.
— Uma viajante?- Perguntei.
— Talvez.- Disse.
— Gostosa assim, você vai ali?- Indiquei o palco.
— Não. Só sirvo.- Disse.
— Isso é uma pena.- Disse.
— Pois é.- Disse.
— Qual seu nome?- Perguntei.
Indiquei o crachá.
Olhei.- Cora. Belo nome.
— Nem tanto.- Disse.
— É sim.- A observei e no jogo de luz, percebi os olhos dela de outra cor. Mas como?
— Você devia ir cantar uma garota com que você pode conseguir algo, não acha?- Perguntei.
— Quer dizer que não posso conseguir algo aqui?- Sorri.
Sorri e me aproximei dele.- Não estou afim de me envolver com lobos.
Sorri.- Então não bebi demais.- Com a proximidade dela, senti o cheiro dela, mas era um pouco diferente.- Mas fiquei curioso lobinha, vocês não costumam vir para esse lado.
— O que?- Perguntei.
— Se não me engano, vocês vivem lá para o lados do Bayou.- Disse.
— Eu não sou daqui e sou uma loba de cidade. Odeio pântano.- Disse.
— Mesmo assim não explica seus olhos.- Disse.
— Meus olhos?- Perguntei.
— O reflexo.- Disse.
— Longa história.- Disse.
— Imagino, já que nunca vi um assim. E olha que eu já vi muitos.- Disse.
— Vai achar alguém, vai.- Disse.
— Já achei alguém muito interessante.- Sorri e bebi do meu whisky.
Suspirei.- Você está perdendo tempo.
— Você disse que não teria nada com lobos, não estou vendo nenhum aqui.- Disse.
— Você é cego?- Perguntei.
— Com exceção de você, nenhum.- Disse.
— E você.- Disse.
— Eu não sou um lobo, não apenas. Sou um hibrido.- Disse.
— Um o que?- Perguntei.
— Hibrido.- Disse.
— Hmm... Ok, eu acho.- Disse.
— Bota mais.- Disse entregando o copo.
Coloquei mais.
Virei de uma vez.- De onde você é? E não diga por ai.
— Não sou obrigada a dizer.- Fui atender outros.
Como é? Ela está achando que pode falar comigo assim?— Cora.
— O que?- Perguntei.
— Copo vazio.- Disse.
Coloquei mais.
Peguei no bolso um dinheiro.- Para você me servir o resto da noite.- Botei em cima do balcão; eram 500 dólares.
— Uau, você gostou de mim.- Peguei o dinheiro e coloquei dentro do sutiã.- E os outros como ficam?
— Problema deles.- Sorri e que peitos lindos ela tinha.
— Se tiver problemas, você que vai responder.- Disse.
— Não se preocupe. Não quer sentar ali?- Perguntei.
— Sentar?- Perguntei.
— Sim.- Indiquei uma mesa vazia logo atrás de nós.
— Hã... estou trabalhando e essas mesas são para os clientes das meninas.- Disse.
— Então somos prisioneiros a esse balcão?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Tudo bem Cora.- Ela se virou para pegar algo e olhei por cima do balcão; que bunda.
Me virei e o olhei.- Você sabe que não conseguir sexo comigo, né?
— Normalmente eu consigo o que quero.- Disse.
Sorri.- Sei... Vamos ver então.
— Você não faz ideia de quem eu sou.- Disse.
— E nem você quem eu sou.- Disse.
Ri.- Cora, você é das boas.
— Eu sei.- Disse.
— Em todos os sentidos.- Disse encarando os peitos dela.
— Perdeu alguma coisa ai?- Perguntei.
— Posso procurar?- Perguntei.
— Você é muito engraçadinho, não é?- Questionei.
— Hoje prefiro estar assim, porque se fosse extravasar a raiva que ainda estou, não faria bem a cidade.- Disse.
— Hmm... Você não tem cara de causar muitos estragos.- Disse.
Sorri.- Bem terminei com uns vinte ou trinta que me atacaram hoje.
— E se orgulha disso?- Perguntei.
— Bem, me interessa mais quem os estimulou a isso.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
Fiquei mais um pouco, tentando convencer a Cora, mas não deu, pelo menos não foi com ela que extravasei aquela noite. Uns dois dias se passaram e enquanto eu resolvia algumas coisas pelo telefone, esbarrei em alguém.
— Olhe por onde anda!- Me agachei para pegar os livros que derrubei. Estava fazendo um curso local de fotografia.
— Como é?- Perguntei.
— O que ouviu.- Disse.
— Cora.- Disse.
— Ah, você.- Disse.
Peguei o livro para ela.- Desculpe, estava no telefone.
— Tudo bem.- Disse.
Olhei o livro e sorri.- Fotografia?
— Sim.- Disse.
— Então gostamos da mesma arte em ângulos diferentes.- Disse.
O olhei.- Posso fazer uma pergunta?
— Faça.- Disse.
— Você tem forma?- Perguntei.
— Hã?- Questionei.
— Você é evoluído?- Questionei.
— Com certeza de alguma forma sou sim, mas você quer saber se ando me transformando?- Questionei.
— Não exatamente... Eu só cheguei a uma forma mais ou menos. Garras, focinho, orelhas, pelo no rosto... Mas tem lobos que conseguem a forma completa. Queria saber se é um desses, pois estou a procura de lobos transformados para um ensaio fotográfico.- Disse.
— Pelo no rosto? Isso não é a coisa mais sexy que já vi e eu me transformo quando quiser.- Disse.
— Conhece outros assim? Hoje eu esbarrei em um outro lobo, essa cidade está minada. Ele tem o mesmo cheiro que você. Doce com terra, e no fundo um cheiro de podre.- Disse.
— Ah, Tyler.- Disse.
— Isso. Ele é bem legal.- Disse.
— Você andou conversando com ele é?- Perguntei.
— Ele foi na boate ontem.- Disse.
— Ele ficou com alguém?- Não aguentei em perguntar.
— Hmm... Não. Mas o moreno que estava com ele fez a limpa. Ele é gato, mas cheira a estrume.- Disse.
— Moreno?- Pensei.- Mais ou menos da minha altura? Cabelo bem baixo?
— Sim.- Disse.
— Que diabos Marcel e Tyler estão fazendo juntos?- Perguntei.
— Hmm... Não sei. E bem, você pode me ajudar? Esse Tyler disse que posaria para mim. Estou querendo impressionar meu professor chato com fotos de lobos, ele vai ver que não conseguir, mas só dois também não adianta...- Suspirei.- Até agora não entendo como foi fácil encontrar dois que tem forma.
— Esqueça o Tyler, eu poso para você. E posso conseguir mais.- Disse.
Sorri.- Sério?
— Sim.- Disse.
Sorri e o beijei na bochecha.- Obrigada. Irei te dever para sempre.
— Quem sabe uma hora eu cobro.- Disse.
Peguei minha caneta no meu estojo, logo pegando a mão dele e anotando meu numero.- Quando puder, me mande mensagem com o lugar.
Sorri.- Tenho certeza que vai ser logo. Anota o meu.
— Ok.- Ele me deu o numero e anotei.
— Se você precisar de alguma coisa, qualquer coisa, ou alguém mexer com você, pode falar no meu nome.- Disse.
— Não preciso de homem para me defender.- Disse.
— Nunca se sabe Cora.- Cheguei junto dela. Ela era muito gostosa, isso não tinha dúvidas.
Ele era bem mais alto que eu. Tenho 1,63 de altura, então ficava pequena perto dele. Levantei meu olhar para olha-lo.- Isso não vale.
— O que?- Perguntei.
— Você sendo alto.- Disse.
— E você continua uma delícia, mesmo baixinha.- Disse.
Ri.- Você gosta mesmo de me cantar.
— Eu disse que não ia desistir. Vamos tomar um café.- Disse.
— Tudo bem.- Disse.
— Vamos então.- Saímos dali.
Chegamos em uma cafeteria e nos sentamos. Coloquei meus livros ao meu lado e peguei o cardápio para escolher algo.
— O cappuccino daqui é ótimo.- Disse.
— Cappuccino então e um folhado doce.- Disse.
— Só um cappucino, sem canela.- Pedi. Eu gostei da Cora no outro dia já que com ela esqueci um pouco dos meus problemas, como agora. Depois de resolver umas coisas de segurança pela cidade, voltei, encontrando Hayley almoçando.- Ei lobinha.
Ela só acenou.
— Está comendo o que?- Perguntei.
— Quer saber porque?- Ela perguntou.
— Porque sim. Dependendo posso pedir algo melhor.- Sorri.
— Não falo com traidores da sua própria espécie. Lutou tanto para ser um híbrido, mas ainda prefere ser um vampiro. Quando você se ajoelhar e pedir perdão por ter mandado matar minha família, você fala comigo.- Ela disse.
— Se ajoelhar? Não mesmo. E estamos trabalhando com os dois lados Hayley e contra os bruxos.- Disse.
— Não sei como você pode ser irmão do Elijah e ser assim.- Ela disse.
— E mesmo assim você ficou comigo.- Disse.
— Porque você me forçou.- Ela disse.
— Não estou falando de agora.- Cheguei junto dela.- E agora o resultado está aí e você vai me ter que me aguentar.
— Eu estava bêbada e fui burra.- Ela disse.
— Sempre essa desculpa.- Disse.
— É a verdade.- Ela disse.
— Sei.- Disse.
Ela suspirou e voltou a comer.
— Está precisando de alguma coisa?- Perguntei.
— Não.- Ela disse.
— Tem certeza?- Perguntei.
— Sim.- Ela disse.
— Tudo bem então.- Disse.
— Ok.- Ela disse.
— Se precisar estarei lá em cima.- Disse.
— Ok.- Ela disse.
Fui para o meu quarto e tomei um banho. Pensei em Cora; eu não devia pensar em nada com mulher nenhuma, estava enrolado o suficiente. Tinha anotado o número dela e segurei a vontade de ligar. Sai do banho e comecei a pensar o que Tyler estaria fazendo com Marcel. Levantei algumas teorias e sairia para ter certeza depois. Sai já a noite e acabei encontrando Elijah e Rebekah, de alguma forma eles tentaram se desculpar e ainda vieram falar sobre um anel de família, algo que Esther teria dado ao meu verdadeiro pai. Não aceitei nada daquilo e sai mais chateado que cheguei lá. Andei um pouco e cheguei no bar que Cora trabalhava.
Hoje tinha falado com o Derek, pelo jeito Beacon Hills estava movimentada como sempre. Suspirei. Queria que ele não quisesse tanto ficar lá. Atendia os clientes.
— Oi minha morena.- Disse.
— Hey.- Disse.
— Me dá o de sempre.- Disse.
Servi ele.
— Valeu.- Bebi distraído.
— De nada.- Prendi meu cabelo em um rabo de cavalo e senti meu celular vibrar. Olhei e era uma mensagem do dono do apartamento que aluguei. Eu não tinha conseguido pagar ele ainda, não tinha recebido. Suspirei e mandei dizendo que tentaria pegar o pagamento hoje, mas sabia que o pagamento era só daqui quatro dias.
— Tudo bem?- Perguntei.
— Claro.- Voltei ao trabalho.
— Já tá pronta para as fotos?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
Sorri.- Vai ser a primeira vez que poso, em vez de pintar.
Sorri.- Espero que sua verdadeira forma seja bonita e fotogênica.
— Tenho certeza que serei. Mais um milady.- Lhe dei o copo.
Sorri e servi.
Meu telefone tocou, era Rebekah, provavelmente querendo tentar conversar novamente. Desliguei, botando em cima do balcão.
— Garotas?- Perguntei.
— Família.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
— Tem alguém?- Perguntei.
— O que?- Perguntei.
— Família.- Disse.
— Vivos só meu irmão e meu tio. Mas meu tio nem conta.- Disse.
— Irmãos; quando não se tem problemas para resolver, eles são os problemas.- Disse.
— Bem, meu irmão deu seu poder de alfa para me salvar, então...- Disse.
— Poder de alfa?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Que tipo de poder estamos falando?- Perguntei.
— Meu irmão era um alfa jovem, mas um alfa experiente com certeza pode matar com um rugido e comandar todos os lobos que vir.- Disse.
— Matar? Agora tenho certeza que estamos falando de espécies diferentes.- Disse.
— Diferentes?- Perguntei.
— Sim. Não conheço nenhum alfa que faça isso.- Disse.
— Então os alfas que você conhece são tudo fajutos.- Disse.
— Assim como o reflexo dos seus olhos, eu nunca tinha visto.- Disse.
— Isso é estranho.- Disse.
— Como vocês ativam a maldição?- Perguntei.
— Maldição? Não existe isso. Um alfa precisa te morder e ai talvez você sobreviva e vire um lobo... Ou outra coisa, depende do seu gene. Mas eu é de sangue, eu nasci loba, não fui mordida.- Disse.
— Por mordida?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Então estamos mesmo falando de coisas diferentes.- Disse.
Olhei ao redor.- Não é bom falar disso aqui.
— Não tem problema.- Disse.
— Tem sim.- Disse.
— Então vamos para eu poder te mostrar uma coisa.- Disse.
— Estou trabalhando.- Disse.
— Isso não é um problema; quem é seu chefe?- Perguntei.
— Hã... Aquele.- Apontei.
— Vamos resolver essa questão.- Fui até o homem que ela disse e o compeli, dando uma folga a ela.- Pronto, vamos.
— E eu vou com essa roupa?- Perguntei.
— Se fosse só para mim, eu iria adorar, mas acho melhor trocar.- Disse.
— Só para você?- Ri.- Pera ai.- Fui na sala dos funcionários e me troquei, colocando jeans, all star, blusa e jaqueta jeans. Peguei minha bolsa e voltei.
— É, eu gostava mais da outra.- Disse.
— Tarado.- Disse.
— Tenho que aproveitar antes que você fuja para as colinas.- Disse.
— Fugir para as colinas? Você não é vampiro nem nada, espertinho.- Ri e sai andando.
— Ei, me espera.- Acompanhei ela. Andamos pela cidade e saímos, indo parar num bosque perto do Mississipi.
— Porque me trouxe aqui?- Perguntei.
— Para você ver porque tenho certeza que estamos falando sobre espécies de lobos diferentes.- Disse.
— E como?- Perguntei.
— Primeiro; lembra que te disse que era hibrido?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Bem, sou hibrido de lobo e vampiro. Nasci lobo e fui transformado. A pouco tempo consegui me transformar nos dois.- Disse.
O olhei e ri.- O que?
— Não acredita?- Perguntei.
— Claro que não.- Disse.
— Ok.- Deixei meus olhos mudarem.
— São iguais os meus, tirando as veias.- Disse.
— Tem certeza que é só isso?- Sorri.
Dei passos para trás.- O que é isso?- Não sei porque meu corpo respondeu tanto a isso, fiquei realmente acuada. São apenas presas e menores que as minhas.
— Prova que falo a verdade.- Não gostei como ela recuou e me aproximei.
Me senti transformando, as garras arranhando a arvore atrás de mim.
— Satisfeita agora?- Perguntei.
Respirei fundo e me controlei, voltando ao normal. Eu ficava horrível assim e por algum motivo besta me importava com o que ele achava.- Vampiros não existem, é impossível. Você não tentou me atacar e nem nada.
— Primeiro; existem. Segundo; tenho pleno controle e não ataco assim.- Disse.
— Não precisa se gabar do seu controle.- Me afastei e me sentei no chão.
— É algo fácil.- Me sentei junto dela.
— Talvez para híbridos como você.- Disse.
— Talvez seja sim.- Disse.
— Ok.- Disse.
— Mais calma?- Perguntei.
Dei de ombros.
Arrisquei e toquei seu rosto.
Desviei meu olhar.- Eu tenho que ir para casa.
— Daqui a pouco você vai.- Disse.
— Eu vou ir agora. Assim consigo pegar o ônibus que passa na frente do meu prédio.- Levantei e limpei a grama da calça.
— Eu levo você, não se preocupe.- Disse.
— Eu não me preocupo, sei me defender. E as vezes nem é preciso usar a força, só verem minhas orelhas e meu focinho que se quisessem me roubar fogem ou se quiserem me estuprar, vão correr de decepção.- Disse.
— Deixa eu te ver, agora com calma.- Levantei também. Não sabia muito porque queria tanto ficar mais tempo com ela.
— Não é sexy como sua transformação. Quem dera fosse só olhos e presas delicadas.- Disse.
— Você achou sexy? E deixa eu ver.- Disse.
Suspirei e me concentrei, sentindo minhas garras saírem com facilidade. Estava perto da lua cheia, então era mais fácil me transformar.
Os olhos realmente pareciam os meus quando se transformava, mas as garras e principalmente as orelhas não. Toquei nela e não era repulsiva, e sim de alguma forma, fofa.
Sorri e me encolhi. Não tinha total controle sobre mim quando tocavam minhas orelhas transformadas. Era meu ponto fraco e tinha cosquinhas.
Ri e deixei ela.- Onde vocês se esconderam por mil anos? Foi a primeira vez que vejo um lobo assim.
Voltei ao normal com mais dificuldade do que esperava.- Em lugar nenhum... Nos concentramos mais em Beacon Hills, é uma cidade que chama o sobrenatural. Literalmente.
— Não diga? Acho que não conhece Mystic Falls, seria uma disputa e tanto.- Disse.
— E essa Mystic Falls por acaso tem uma arvore que chama os sobrenaturais?- Questionei.
— Hmm... Não. Aparentemente eles só gostam de lá mesmo. E como é isso de arvore?- Estava cada vez mais interessado na história dela e nela também.
— Longa história.- Disse.
— Imagino. Vai querer me ver?- Perguntei.
— Transformado? Claro.- Disse.
— Então vamos lá.- Disse tirando a camisa.
— Oh, ok.- Me virei de costas para ele.
Ri.- Não precisa. Ou tem medo de gostar.
— Duvido que fosse me impressionar.- Disse.
— Duvido que não vá gostar.- Disse ficando atrás dela.
Senti o calor dele atrás de mim e me senti arrepiar.- Você se acha demais, não é?
— Sei do meu potencial.- Disse passando a mão pela cintura dela.
Olhei a mão dele e mordi meu lábio, logo sorrindo.- Acho que se gabar é um mal de todos os lobos. Não importa a espécie.
— Verdade.- Rocei os dentes no pescoço dela.
Me arrepiei.- Klaus... Você não devia estar se transformando?
Beijei até atrás da orelha dela e a vontade de beija-la me dominava.
Me arrepiei novamente e toquei a mão dele que estava na minha cintura. Era meio indiscutível que éramos atraídos um pelo outro, não sei se tinha alguma coisa a ver com sermos lobos, mas era perceptível que ele era o tipo de homem encrenca. Todos os bonitos e sexys, e com sotaque sexy ainda por cima, são homens encrencas.
Como ela não me repeliu, a virei e a beijei.
Acabei por retribuir o beijo.
A segurei contra mim pela cintura e com a mão livre a toquei na nuca.
Eu era mais baixa que ele, como é óbvio, então tinha que me esticar um pouco. Acariciava o peito dele.
A levantei um pouco para ficar melhor e deixei o beijo mais intenso. A boca dela era maravilhosa e se encaixava perfeitamente na minha.
Envolvi meus braços em torno do pescoço dele e acariciava seus cabelos.
A suspendi mais um pouco e a sensação dela nos meus braços era tão boa que me fazia esquecer completamente os meus problemas.
Parei o beijo e mordi meu lábio.- Você com certeza beija bem.
— Você também.- A beijei de novo.
Retribui o beijo novamente.
O beijo continuava intenso e sentia a vontade por ela aumentar. Claro, ela era uma gostosa e estava colada em mim, claro que estava excitado.
Entrelacei meus dedos no cabelo dele e acariciava ali.
Minha mão entrou por dentro da blusa dela, acariciando sua pele macia. Não me importava de estarmos no meio do mato; eu a queria agora.
Me arrepiei ao toque dele e como ele já estava sem camisa, minha mão desceu pelo abdômen dele.
Tirei a jaqueta dela, deixando cair e subi minhas mãos, tirando a blusa dela.
Desci meus lábios pelo pescoço dele e minha mão descia pelas suas costas.
A segurei e nos deitei na grama.- Até parece o meu tempo.- Sorri.
— Seu tempo?- Perguntei.
— Quantos anos acha que eu tenho?- Perguntei enquanto descia a boca por entre os peitos dela.
— Vinte e cinco, no máximo.- Disse.
— Pode botar mais mil aí.- Disse.
O olhei.- Mil?
— Sim. Minha família foram os primeiros vampiros criados.- Disse.
— Uau. Você é velho.- Disse.
— Sim.- Disse e abri a calça dela, a tirando.
Ri e o beijei novamente.
Tateei no meu bolso até achar uma camisinha, depois do que aconteceu com a Hayley passei a andar.
Comecei a tirar o cinto dele e logo depois a desabotoar sua calça.
Tirei meus sapatos, terminando de tirar a calça. Puxei a minha jaqueta e juntando com a dela, forrei o chão, era melhor para não machuca-la. A olhei e a claridade da noite a fazia ficar mais linda e sexy. Tirei o sutiã dela e a calcinha também, seguindo pela minha cueca e coloquei a camisinha.
Sorri.- Você é bem prático.
— Podemos pensar em detalhes depois.- Disse.
Ri.- Ok.
Me coloquei entre as pernas dela, puxando uma delas para mim e entrei nela.
Suspirei pesadamente e o beijei.
O prazer foi instantâneo, apesar do preservativo, odeio isso. Comecei a me movimentar e o beijo era uma delicia. Cora estava sendo a melhor parte de estar aqui em New Orleans.
Envolvi meus braços em torno do pescoço dele e acariciava sua nuca enquanto minha outra mão descia pelas suas costas.
O carinho dela me excitava mais. Como ela sabia que eu gostava disso? Apertei a coxa dela e quebrei o beijo.- Você é uma delícia.
Sorri.- Obrigada.
Aumentei o ritmo e ela gemeu. Para provocar, diminui.
— Mal nos conhecemos e você já está fazendo provocações? Você é corajoso.- Disse.
— Eu gosto do risco.- Disse.
— Eu estou vendo.- Disse.
Beijei o pescoço dela e peguei nos seus peitos. Ah, que peitos gostosos.
Gemi e suspirei pesadamente, voltando a beija-lo.
Depois de brincar com os mamilos, voltei a toca-la pela lateral e intensificar o beijo.
Acariciava o rosto dele e levei minha perna novamente a sua cintura, mantendo-nos juntos.
Aumentei o ritmo das estocadas, estando completamente dentro dela. Ela é tão receptiva, tão gostosa, que me perdia nela e naquele corpo.
Suspirei pesadamente enquanto mexia meu quadril contra o dele e descia meus lábios pelo maxilar dele.
Gemi.- Cora.
Mordi meu lábio, logo depois dando uma leve mordida no queixo dele e sorri, voltando a beija-lo.
Ela sabia provocar também. Sorri. Continuei e rolamos um pouco, acabando indo parar na grama. Ela ficou um pouco por cima, o que foi sexy pra cacete, mas perto de gozar, voltamos a eu estar por cima.
O beijei novamente e entrelacei meus dedos no cabelo dele, descendo minha mão pelo braço dele. Estou toda suja de grama, principalmente nos cabelos. Quero ver eu tirar isso depois.
Sentia o orgasmo chegando e me entreguei sem medo, me deliciando com tudo e com ela.
Parei o beijo.- Espero que não tenham nos visto.
— Que nada.- Disse.
— Pois é.- Disse.
A beijei de novo e me deitei ao seu lado.
Comecei a me vestir. Peguei meu celular e olhei a hora. Acho que dava para pegar o próximo ônibus.
— Quem disse que podia se vestir?- Perguntei.
— Eu. Tenho que ir para casa.- Coloquei o tênis e me levantei, colocando meu sutiã.
— Eu te levo.- Disse.
— Não precisa.- Coloquei a blusa.- Quando tiver outros lobos, me avisa.
— Espera Cora.- Me levantei e em segundos me vesti.
— O que?- Perguntei.
A peguei no colo.- Eu disse que te levo.
— Hey, me solte!- Disse.
— Calma; onde você mora?- Perguntei.
— Eu já disse que não, Klaus. Eu quero ir sozinha, não preciso de favores.- Pulei do colo dele.
A peguei, jogando nas costas.- Não é favor.- Disse saindo dali e em velocidade. Como não sabia onde ela morava, chutei que seria perto do bar, então só parei lá perto e a botei no chão.
— Você não sabe respeitar as decisões das pessoas.- Disse.
— Era desnecessário vir andando ou de ônibus.- Disse.
— Sua lógica é incrível.- Disse.
— Eu sei.- Disse tirando grama do cabelo dela.
— Bem, você pode ir.- Disse.
— Não quer que eu vá com a senhorita até sua residência?- Dei o braço, tentando não rir.
— Espero que saiba que só porque transamos não muda nada.- Disse.
— Relaxa Cora. Apesar de ter que agradecer em ter transformado essa noite numa excelente noite.- Disse.
— Hmm... Ok.- Disse.
— Estou com grama também?- Perguntei.
— Não. Está limpo.- Disse.
— Tudo bem. Eu já vou.- Disse.
— Ok. Boa noite.- Disse.
— Boa noite, tchau Cora.- Sorri e sai.
Suspirei e esperei um ônibus passar. Claro que ele ia presumir que moro em um bairro rico. Como se eu pudesse pagar aluguel por aqui. Eu moro no bairro mais pobre de New Orleans. Quando cheguei em casa, tomei um banho e fui dormir. No outro dia quando me acordei, me arrumei, tomei café da manha e sai de casa, indo para meu curso de fotografia.
A minha noite com Cora tinha me dado folego novo com o que tinha em frente para resolver. Comecei amenizando um pouco as coisas com a Hayley ,o que me daria uma certa tranquilidade e depois me foquei em Marcel e Tyler. Não confiava neles, deveria ter compelido o Tyler quando tive chance agora tinha mais um inimigo aqui. Ainda tinha Elijah e Rebekah rondando e tentando uma reaproximação, e em vez de resolver essas coisas, pensava na Cora. Não, não ia deixar me envolver, fiz isso com Caroline, comecei com Camille e estava fazendo com Cora. Qual o meu problema? Deixei passar alguns dias sem ir vê-la, mandei algumas mensagens, mas não resisti em ir vê-la.
— Hey.- Disse.
— Hey.- Sorri e observei; ela estava com um sutiã totalmente decorado com pedras e um short curto jeans. Como ela poderia estar mais gostosa? Não sei, só sei que a parte debaixo do meu corpo lembrou exatamente como ela era sem.
— Andou sumido.- Fazia algumas bebidas.
— Ocupado. Os três poderes dessa cidade são complicados de lidar todos juntos, mas consegui voltar para você.- Disse.
Sorri.- Me sinto honrada então.
— Deveria. Chegou bem naquele dia?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Me dá o de sempre love.- Disse.
— Ok.- O servi.
— Ah, acho que consegui os lobos para você, só tenho que ter certeza do lugar.- Disse.
Sorri.- Sério? Obrigada. As fotos vão ficar lindas, tenho certeza.
Os lobos tinham ficado vivos, então era só levar Cora até eles.- Mas eu vou com você, claro.
— Tudo bem.- Disse.
— Ai quem sabe dessa vez nossa vitima seja uma arvore.- Disse.
— Você anda muito esperançoso.- Coloquei o pedido numa bandeja e fui levar na mesa que pediram.
Observei ela ir, mas quase quebrei o copo quando o cara passou a mão na bunda dela.
— Hey, o que está fazendo?- Perguntei ao cara.
— Qual foi gostosa? Só apreciando as coisas boas daqui.- Ele disse.
— Eu trabalho no bar, não sou uma das garotas.- Disse.
— Isso pode mudar.- Ele disse.
— Sonha.- Deixei o pedido na mesa e voltei.
— Quer que eu dê um jeito nisso?- Perguntei.
— Claro que não.- Disse.
— Hey.- Ele chegou no balcão.- Qual o seu nome?
Suspirei e indiquei o crachá.
— Oi Cora, já que não trabalha com as outras, o que acha de a gente sair?- Ele perguntou.
— Oh pirralho, ela já está acompanhada. Some.- Disse.
— Estou?- Perguntei.
— Claro que está.- Disse.
— Isso está me parecendo enrolação.- Ele tocou nos cabelos dela.- O que acha de a gente sair mais tarde?
Voei do meu banco, segurando a mão dele. O impulso de evitar que alguém a tocasse foi maior que qualquer coisa.
— Klaus!- Exclamei.
— Você está achando que está falando com uma piranha qualquer?- Questionei.
— Ah, só estava chamando ela para sair.- Ele disse.
Suspirei.- Klaus, para com isso. Eu estou trabalhando, não me arranje problema.- Olhei pelos lados para ver se meu chefe não estava por ali.
— Então não vai se aproximar nunca mais dela.- O peguei.
— Ok, Ok.- Ele disse.
O soltei e ele voltou para mesa.
— O que é isso?- Perguntei.
— O que?- Perguntei.
Suspirei.- Esquece.
— Se você insiste.- Disse.
Franzi o cenho. Ele era estranho; as vezes parecia um homem autoritário e realmente “macho alfa” e as vezes, como agora, só parecia um homem bem passional. Eu cresci acreditando que homem tem que ser autoritário, alguém tem que cuidar, e eu acredito nisso, mas nunca achei um homem assim... No final de contas acho que não existe. Quer dizer, existe, meu irmão e meu tio, mas são minha família então não vale.- Ok então... Vou ir limpar as mesas.- Fui limpar as mesas e não era difícil ver os “clientes” das meninas já sendo atendidos na boate mesmo, mas mesmo assim era estranho.
Eu estava com a cabeça cheia e ela disse que não queria nada, por isso segurei a resposta. Enquanto bebia olhei ela trabalhando e tentei não pensar naquela bunda, mas reparei que não era só eu que reparava e isso me incomodava. Eu me segurei por uns segundos até que um cara a puxou pela cintura contra ele. Agora não me seguro mais.
— Quem você pensa que é? Me solta.- Disse.
Fui até ela, puxando e o separando dela.
— Hora, Mikaelson.- Ele disse.
— Me conhece? Bom, que ai já sabe o erro que cometeu ao mexer com ela.- Disse.
Eu adorava ser defendida, mas tinha que manter meu orgulho de ser loba também.- Hey, eu sei me defender. Já disse.
— Viu? Está perdendo o seu tempo e não já tem uma lobinha gostosa? Deixa essa gostosa aqui livre.- Ele disse.
Sorri.- Pensa que sabe alguma coisa, não é?- Dei um soco nele que o fez cair.- Mas deixa eu te ensinar algumas coisinhas.- Disse dando mais alguns socos nele.
Eu ia tentar impedi-lo, mas o que o cara disse... Então era isso, claro, como eu fui idiota. Ele só está “colecionando” troféus. Ótimo. Eu sou uma idiota, ainda bem que não fiz nada besta. Dei um basta quando aconteceu e nada precisa mudar. Meu chefe estava vindo, então já sabia que seria demitida. Tantas confusões por minha causa, ele não ia deixar passar. Ele já disse isso no dia da entrevista.
Senti me puxarem e deixei o cara no chão, não adiantaria muito, ele era um vampiro, então o compeli para não conseguir se alimentar mais, morreria de sede. Vi o chefe de Cora ir até ela e ele cometeu o erro de gritar com ela. O puxei de uma vez só.- Acho que não entendeu o que aconteceu aqui, deixa eu te explicar.- Disse para ele.
— Hey, você pare com isso. Já fez o suficiente e eu não preciso da sua ajuda. Me desculpe Jeff, você não precisa me pagar nada, fica pelos gastos que terá aqui.- Sai, indo para os fundos pegar minhas coisas.
Mesmo assim dei o aviso de ai de quem a destratasse de alguma forma, eu pegaria e pagaria por isso. Fui atrás dela, a achando se trocando.- Cora.
— O que?- Perguntei.
— Onde pensa que vai?- Perguntei.
— Para casa.- Disse.
— Você não vai.- Disse.
— Sim, eu vou.- Disse.
A segurei e me colei nela. Estava tão irritado por a terem tocado e ao mesmo tempo excitado por a ver assim, que a beijei.
Deus... Porque ele tinha que ser tão sexy? Era difícil negar que tínhamos uma conexão, então acabei retribuindo o beijo.
Ótimo, pelo menos ela não ia fazer um show. Gostava assim, decidida, mas sem tanto drama. Deus, porque fui encontrar ela agora no meio desse redemoinho de coisas que está acontecendo? Talvez seja para ter uma coisa boa. Não que o bebê seja algo ruim, mas ainda estou me acostumando com ele.
Parei o beijo, me afastando.- Não, não. Não vou cair nessa de novo. Você não pode chegar me beijando e me agarrando.
— Posso sim e você gosta. Tanto quanto eu.- Beijei o pescoço dela.
Me arrepiei.- Não... Não. Eu não sou sua e você não pode me tocar, assim como os outros não podem.- Me afastei, pegando as minhas calças para vestir.
Puxei a calça da mão dela e a puxei contra mim.- Eu só vim porque estava louco para te ver.
O olhei.- Louco? Sei. Você só gosta do sexo.
— Eu tiraria o só dessa frase, e sim, louco para te ver.- Disse.
— Seu corpo não mente e você não pode mentir porque eu estou perto o suficiente para sentir.- Disse.
— Você é gostosa e sabe disso.- Disse.
— Me solte Klaus. Eu preciso me vestir.- Disse.
— Por que você ficou tão nervosa?- Perguntei.
— Não é da sua conta.- Disse.
— Você não estava até agora a pouco.- Disse.
— Se você não me soltar, eu vou sair assim daqui. Só de calcinha.- Disse.
— Ai eu mato qualquer um que te olhar.- Disse.
— E se você matar, ai mesmo que você não vai me tocar.- Me soltei, peguei a minha mochila e sai dali daquele jeito mesmo.
— Cora!- Disse a seguindo e pegando no colo, saindo dali e no caminho decidi só parar no Quarter, especificamente, meu quarto.
— Hey, me solte!- Exclamei.
A botei no chão.
— Onde estamos?- Perguntei.
— No meu quarto.- Disse tirando a jaqueta.
— Seu quarto?- Olhei ao redor.- Nossa, seu quarto dá três vezes a minha casa.
— Bem, vantagens de se viver um milênio.- Disse.
— Nossa, você é muito simples.- Debochei e peguei uma blusa minha para vestir, então tirei o sutiã da boate que ainda usava.
A olhei e cheguei perto, tocando suas costas.
— Não vai rolar nada, Klaus.- Coloquei a blusa.- Eu até posso aceitar dormir na sua cama e gastar sua água, mas você não vai me ter.
— Porque disso?- Perguntei.
— Por nada.- Abri a porta que deduzi ser a de saída do quarto dele, e sai dali usando só a blusa e a calcinha mesmo. A casa era enorme.
— Ei, ei onde pensa que vai assim?- Disse alcançando ela.
— Conhecer a casa.- Disse.
— Não assim. Merda.- Vi Elijah vindo pelo corredor e tirei minha camisa, colocando sobre ela.
— O que foi?- Perguntei.
Tomei a frente dela.- Elijah, já veio mesmo para cá.
— Niklaus, não é educado esconder damas assim. Achei que tinha lhe ensinado isso quando você tinha 15 anos.- Ele disse.
— Não estou escondendo, só evitando que veja por completo.- Disse.
Ele olhou para baixo.- Bem, acho que Marcellus e seus amigos estão gostando da visão.
Eu disse que ia matar alguém hoje e não estava brincando.
— Trás sua amiga para cá, Klaus.- Eles riram.
— Ok, é melhor eu colocar sua camisa.- Coloquei ela.
— Volta para o quarto.- Disse.
Sorri e mordi meu lábio, depois me apoiando na barra do corredor e pulando para baixo em velocidade de lobisomen e quando me levantei, estava transformada.
— Mas que dia... O que é você exatamente?- Marcel perguntou, chegando junto dela.
O cheirei e me encolhi. Ele fedia, mas era muito gato. Era o cara que tinha visto na boate.
— Eu nunca vi nada assim.- Marcel disse.
— Nem eu.- Thierry disse.
Dei impulso e voltei ao lado de Klaus, voltando ao normal.- Viu? Eu disse que é fácil fazer com que homens não me olhem mais depois que tenho focinho e orelhas.
Respirei fundo para não me irritar mais.- Então estava se mostrando de proposito?
— Mas é claro. Lá em Beacon Hills não é nada demais e aqui é tão engraçado.- Disse.
— Eu quero dizer com quase nada.- Escutei uma porta bater e olhei; ótimo, Hayley.
Senti o cheiro dela e suspirei.- Não, eu não estava me mostrando. Eu gosto de ficar a vontade.
— Hey, eu senti cheiro de lobo aqui dentro.- Hayley disse.
Virou uma festa.- Falta mais alguém?
— Falta eu.- Ela chegou, sorrindo.- Oi querida.
— Para que eu fui perguntar?- Perguntei.
— Klaus, seja educado e apresente a sua amiga direito.- Elijah disse.
Calma, não mate ninguém. Está tudo bem.- Cora, estes são Elijah, Rebekah e Hayley.
— Prazer.- Ele sorriu.
Sorri.- Prazer.
Ela riu.- O engraçado é que você, Nik, fica preocupado só com os homens, mas esquece que eu gosto de variar.- Ela provocou.
— Muita graça Rebekah, mas você não faz o tipo dela.- Disse.
— Mas eu faço.- Marcel disse.
— Ou eu.- Thierry disse.
— O que esse verme está fazendo ainda aqui que não foi embora?- Questionei.
— Niklaus, é tão engraçado ver você se irritando facilmente.- Elijah disse.
Rebekah sorriu.- Ok, vamos parar de irritar o Nik, é engraçado, mas tadinho.
— Faz como preferir, irmã.- Nisso Marcel e Tyler subiram.
— Ah, é a garota do bar.- Tyler disse.
— Hey.- Disse.
— Ah verdade, a gostosa divertida.- Marcel disse.
— Bar? Isso explica os dias que ninguém sabia onde estava.- Elijah disse.
— Hmm... Vocês tem comida? A lua cheia está chegando e a fome aumenta...- Disse.
— Claro.- Tyler passou o braço pelo pescoço dela.- A cozinha aqui é ótima.- E passou, empurrando Klaus.
— Agora deu.- O puxei pela jaqueta, o jogando lá em baixo e pulei para pega-lo.
— Meu Deus!- Pulei, separando os dois.- Parem com isso!
— Você vai voltar para o buraco de onde saiu e aí de você se o ver novamente na minha cidade.- Disse.
— Você não pode me obrigar e se enxerga; dando ataque de ciúmes quando nenhuma mulher em sã consciência vai te querer. Caroline não te quis, Hayley só te suporta por ter acabado grávida, acha que a Cora vai querer?- Tyler questionou.
Suspirei.- Vocês dois parem com isso. Não precisam ficar se espetando.- Segurava os dois com minha mão no peito dos dois.
— Eu vou matar você.- Ia me soltar da Cora, mas Elijah entrou na frente.
— Klaus, chega. Marcel, leve Tyler.- Ele disse.
Vi o tal do Marcel levar o Tyler e suspirei, recolhendo minhas garras.- Eu acho melhor ir para a minha casa.
— Desculpe por isso Cora, meu irmão não é muito conhecido por sua paciência.- Ele disse.
— Não fale por mim Elijah.- Disse me soltando dele.
— Hmm... Vou me vestir.- Subi as escadas.
Segui ela, ignorando os olhares em mim e entramos no quarto. Fechei a porta.- Agora é a hora que me diz para ficar longe de você e não se meter mais na sua vida.
— Eu não ia dizer isso. Talvez eu deva voltar para junto do meu irmão.- Tirei a camisa dele e comecei a colocar um short que tinha levado extra já que minha calça ficou na boate.
— Indo embora, claro. Deveria ter continuado a deixando longe daqui, era para evitar isso.- Disse.
Peguei minha mochila.- Bem, tchau então.
— Está mesmo indo embora?- A segurei.
O olhei.- Eu... Você vai ficar melhor sem mim. Eu só estou te causando problemas e irritação.
— Você é a única que me dá paz. Quando estamos juntos consigo esquecer tudo isso aqui.- Era verdade e não precisava mentir ali.
— Você vai ter um filho com a tal da Hayley. Você não me disse isso.- Disse.
— Eu pensava num jeito de falar. Não é tão simples dizer que não sabia que podia ter filhos até que a mulher com quem transou uma vez apareceu grávida.- Disse.
— Você tem uma boa mira então e muitos filhos perdidos por ai pelo jeito.- Disse.
— Não. Não tive muito tempo depois que virei hibrido, ainda mais com lobas. Quer dizer, até chegar aqui.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
Respirei fundo.- Não se mude.- Pedir não era algo comum para mim, mas Cora fazia ser diferente e não a perderia.
Mordi meu lábio. Eu realmente não queria me mudar, queria ficar com ele, mas nem estamos “juntos”.- Klaus, eu...
A beijei.
Retribui o beijo.
A segurei comigo e tinha uma batalha interna entre o que fazia normalmente, afastar todo mundo e a manter e poder a ter comigo.
Acariciava o peito dele delicadamente.
Tocava na cintura dela e a outra mão tocava na base dos seus cabelos.
Parei o beijo.- Você vai ter que me levantar um pouco para isso continuar.
— Isso não é uma problema.- Ainda a segurando, a levei para cama, nos deitando e voltando a beija-la.
Retribui o beijo novamente e nossos corpos, mesmo eu sendo menor que ele, se encaixavam perfeitamente, porque eu gostava de saber e sentir que ele me cobria por inteiro com o corpo dele.
Subi a mão pela perna dela, seria mais fácil se ela não tivesse se vestido de novo, mas não me importava de despi-la.
Envolvi minha perna na cintura dele, mantendo-nos juntos e era bom sentir o quanto ele me queria, mesmo com ele de calça conseguia sentir isso.
Subi a blusa dela e a tirei, pegando e beijando aqueles peitos. Não, eu não ia me importar de me perder nela.
Gemi e suspirei pesadamente. Levei minha mão até sua nuca e acariciava ali.
Suguei um pouco e mordi de leve o mamilo dela.
Gemi e mordi meu lábio, pensando se seria bom ou extremamente estranho se ele um dia quisesse me “morder” de verdade.
— Você é delícia demais.- Disse descendo, beijando entre os peitos dela e indo pela barriga.
Sorri.- Obrigada.
Continuei e tirei o short, junto da calcinha dela.
Ajudei ele a tirar e na nossa primeira vez como era escuro e foi tão rápido que acho que ele nem reparou, ou não comentou, mas eu tenho uma tatuagem na minha virilha com uma corrente de coração. Não significava nada, mas eu acho fofo. E tinha outra tatuagem embaixo do meu seio e uma no pé. Sim, eu gosto de lugares estratégicos.- Então, você é um cara ciumento pelo que vi.
— Com o que é meu? Demais. Tatuagens? Adorei.- Disse.
Sorri.- Que bom. Foi doloroso por ter que usar wolfsbane e mistletoe, mas...
— Mi... o que?- Perguntei.
Ri.- Mistletoe.
— Depois você me explica.- Disse beijando a parte interna da coxa dela.
Me arrepiei ao beijo dele e também por sentir a barba dele na minha pele. Eu tenho 17 anos, o que ele nem sabe por sinal, então normalmente me atraio por garotos sem barba, mas com certeza nele cai como uma luva.
— Espera ai.- Levantei e corri, trancando a porta.
— Eu ainda me assusto com a sua velocidade.- Disse.
— Eu adoro.- Voltei e tirei a minha calça e cueca, refazendo a trilha de beijos na pele dela.
Me arrepiei e suspirei pesadamente.
Cheguei ao sexo dela e comecei a deslizar minha língua por ali, intercalando com os lábios, sugando.
Gemi e suspirei pesadamente.
Senti uma das mãos dela nos meus cabelos e sorri. Continuei e não pararia até ela ter um orgasmo.
Gemia e logo depois mordi meu lábio. Esse não é um lugar muito intimo e todos tem ótima audição. Isso é estranho.
Fui percebendo o quão próxima ela estava e diminui o ritmo só para ver o que ela fazia.
Sorri. Era engraçado o quão pouco ele me conhecia, mas isso deixava as coisas ficarem engraçadas e iria aproveitar isso. Sim, não foi do meu irmão que puxei o lado cômico.- Você sabe que eu posso perfurar sua coluna com as minhas garras né? Ou seu cérebro, que é onde elas estão.- Rocei minhas garras no coro cabeludo dele.- Não encaro muito bem quando não fazem o que eu quero quando está perto da lua cheia.
— Nossa, que medo e o que quer que eu faça, love?- Questionei.
Fiz bico.- Você não está com medo e só não está porque acha que eu sou como os lobos que você conhece, como você. Eu não sou fraca, eu me igualo na sua velocidade, só nunca te mostrei, eu me igualo a sua força só que você nunca viu... Mas vou fingir que você não me subestimou e irei te responder; Quero que continue o que estava fazendo para seguirmos para a segunda etapa.
Ri.- Adoro o seu jeito mandão.- Disse voltando ao que fazia.
— Eu não sou mandona.- Disse.
Não respondi pois estava com a boca ocupada. Aumentei o ritmo que fazia e deixei ela aproveitar.
Gemi e suspirei pesadamente, acariciando o cabelo dele. Claro que recolhi minhas garras, podia machuca-lo mesmo. Depois de mais alguns minutos, cheguei ao orgasmo.
Os gemidos dela me excitaram mais ainda e depois que ela gozou, me estiquei para pegar uma camisinha enquanto ela se recuperava.
— Ok, calma ai. Eu ainda estou sem fôlego e não estou mais “preparada”.- Disse.
— Acabei com o seu pique foi?- Disse deixando a camisinha já na cama.
— Bem, deixa eu pelo menos recupera-lo, porque você já tem mil anos e deve saber que mulheres não são iguais a homens nesse assunto. Agora você teria que me “conquistar” novamente. Por isso que preliminares nunca podem chegar as finais.- Arrumei o cabelo dele.
— Na ultima vez não tive tempo de ler você querida.- Beijei o pescoço dela.
Me arrepiei e sorri.- Tudo bem.
Eu teria que me controlar agora, por mais que estivesse excitado demais. Acabei voltando a beija-la.
— Você pode me ter. Eu quero ser sua e eu não preciso de dois orgasmo numa noite. Já é difícil ter um.- O beijei delicadamente e beijei sua bochecha.
— Isso é o melhor que eu poderia ouvir; você querer ser minha.- Sorri, colocando a camisinha.
Sorri.- Sempre.
— Odeio esse negócio.- Disse.
— Eu poderia dizer para você não usar, mas ai você teria que sair de mim antes de gozar.- Disse.
— Não mesmo.- Disse.
Ri.- Porque vocês homens odeiam isso?
— Não é a mesma coisa.- Voltei a estar sobre ela, já me colocando na sua entrada.
— Eu entendi. Vocês gostam de deixar a bagagem no depósito certo.- Ri e o beijei.
Tentei não rir e a penetrei, depois de todo estresse dessa noite, não tinha nada melhor.
Suspirei pesadamente, continuando a beija-lo. Eu podia já ter tido minha cota de hoje, mas ser dele não deixava de ser bom. Isso será que é algum aviso? Não sei.
Me movimentei, a reivindicando completamente. Cora era tão gostosa que não queria saber de nada; ela é minha e essa noite provou isso. Como vai ser eu não sei, mas eu a quero.
Gemi e suspirei pesadamente, voltando a beija-lo. Envolvi minha perna na cintura dele, mantendo-nos juntos.
Não me importei de botar um ritmo intenso. A beijava e tocava no mesmo ritmo das estocadas; eu a desejava e ela era minha, cada vez que a sentia contraindo ao meu redor, confirmava isso.
Ele era grande dentro de mim e mesmo assim cabia perfeitamente. Eu me sentia aperta-lo e sabia que ele gostava disso, o que me fazia gostar também. Eu ando muito melosa, isso é só uma coisa comum do sexo quando os tamanhos divergem.
Achei a mão dela e segurei junto a minha, perto da cabeça dela e a olhei, depois a beijando de novo e indo cada vez mais rápido até gozar.
Aos poucos fui parando o beijo e o olhei, acariciando seu rosto.
Retribui o olhar dela e sorri. Merda, eu estou ferrado agora.
Sabia que ainda não era hora para falarmos o que estamos sentindo, é muito cedo ainda, mas também sabia que um olhar fala mais que palavras.- Hmm... sem querer estragar nosso momento mágico, mas vocês tem comida mesmo? Eu realmente estava com fome aquela hora.
Ri e me deitei ao lado dela.- Tem sim.
Sorri.- Ok. Vou pegar.- Me levantei e coloquei a camisa dele.
— Lá vai você de novo assim.- Disse.
— O que?- Perguntei.
— Andar por ai assim.- Disse.
— Não tem nada demais.- Disse.
Suspirei.- Traga para dois, vou tomar banho.
— Ok.- Sai dali.
Fiz para o banheiro e tomei um banho, relaxando e aproveitando as sensações de agora a pouco. Terminei, vesti uma cueca e fui para a cama espera-la.
Olhava na geladeira e acabei por fazer dois sanduíches, suco e subi.
— Demorou.- Disse.
— Você acha?- Me sentei na cama.
— Demais.- Disse.
Ri e comecei a comer.
Peguei o meu, comendo junto dela.- Vai voltar para o bar amanhã?
— Eu fui demitida, mas vou lá para pegar minhas coisas que não peguei.- Disse.
— Não, não foi.- Disse.
— Fui sim e se não tivesse, acho que não voltaria mais lá. Ia ser estranho, não é meu lugar dos sonhos.- Disse.
— Isso eu concordo e me agrada. Talvez eu possa ajudar. A bartender de um bar aqui perto teve que ir embora, acho que o lugar ainda está vago. É um bom lugar, perto de mim e não tem que ficar de calcinha e sutiã.- Disse.
— Não era bem uma calcinha.- Disse.
— Era quase.- Disse.
— E você gostava de ficar olhando.- Disse.
— Prefiro essa versão exclusiva.- Disse olhando para ela.
Sorri.- Que bom.- Tomei do suco.
— Vai ficar aqui?- Perguntei.
— Não sei... Você quer?- Perguntei.
— 100% que sim. Mas você precisa saber de coisas que talvez façam você mudar de ideia.- Disse.
— O que?- Perguntei.
— Promete que não vai embora antes.- Disse.
— Eu prometo.- Disse.
— Por onde quer que eu comece?- Perguntei.
— Bem, você que quer dizer alguma coisa... como vou saber?- Questionei.
— Tudo bem.- Como não queria nenhuma surpresa, comecei a contar desde que cheguei a New Orleans, passando por tudo até hoje.
— Uau, você é mal.- Disse.
— É uma questão de ponto de vista.- Disse.
— Bem, eu não tenho mil anos, então não tenho grandes histórias.- Disse.
— É só isso? Não vai me recriminar e se afastar por tudo que eu sou?- Questionei.
— É que você não conhece meu tio, ele é o diabo encarnado.- Disse.
— Já me chamaram disso, algumas vezes.- Disse.
— É como disse; é porque não conhecem o Peter.- Disse.
— Então tudo bem?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
Era estranho, ninguém além dos meus irmãos fazia isso de tão bom grado, mas a sensação era gostosa. Como já tínhamos acabado o lanche, a beijei. Por um momento conseguia mandar para longe aquele sentimento de que no fim sempre estaria sozinho.
Sorri.- Posso usar seu chuveiro?
— A vontade.- Disse.
— Já volto.- Fui para o banheiro, liguei o chuveiro, tirei a camisa dele e entrei. Estava aliviada que ele não perguntou nada sobre mim. Tive sorte nisso. Tirei a maquiagem o máximo que consegui e lavei meu cabelo. Sai, me sequei e coloquei a camisa dele novamente, voltando ao quarto.
— Gostou da camisa.- Disse.
— É a única coisa que tenho para dormir.- Disse.
— Eu aprovo.- Disse.
— Que bom.- Disse.
Tinha tirado a mesinha do lanche e ela se deitou comigo. A tempos não dormia com ninguém.
Ficamos de conchinha e beijei a mão dele.- Boa noite.
— Boa noite.- Passei a perna por cima dela, depois que ela dormiu me senti tão calmo que dormi também. No outro dia ela foi no bar que Camille trabalhava e conseguiu a vaga lá, e estudaria pela manhã, depois iria para o bar ficando até a noite. Sempre deixava alguém de olho nela, claro que ela não sabia. Ela se mudou para o meu quarto e as vezes via ela conversando com Rebekah e até com Hayley, que acho que se sentiu melhor com outra loba aqui. Um mês passou e consegui saber onde os lobos estariam e poderia levar ela lá. A avisei e a peguei no bar, indo para lá.
Vi vários lobos vindo quando descemos e sorri.- Eles são lindos.
— Sim, são.- Disse.
Me agachei perto de um e acariciava o “queixo” dele.- Eu sei que você é humano, mas é tão fofo que não resisto.
Ele rosnou quando me viu.- Cuidado Cora.
— Se transforme, se quiser. Vai ser melhor para eles.- Os olhei.- Hey, eu posso tirar fotos de vocês?- Indiquei minha câmera.
Vi o lobo a cheirar e depois acenar para ela.
Sorri.- Obrigada.- Beijei a cabeça dele.- Eu prometo que tentarei ajuda-los com essa maldição. Eu não entendo do mundo de vocês, mas vou tentar ajuda-los.
Ele se abaixou e fez uma carinho nela.
Sorri e me levantei, arrumando a câmera.- Você vai também?- Perguntei a Klaus.
— Claro, mas é melhor separados, não vamos provocar uma briga.- Disse.
— Ok.- Começamos as fotos e eles eram realmente muito bons e me obedeciam quando pedia para sentarem, deitarem... É tão fofo.
Deixei ela aproveitar com eles e coloquei as roupas no carro, me transformando ali perto e a olhando até terminar com os outros.
— Klaus?- O chamei.
Me aproximei dela.
Me virei quando escutei passos e sorri.- Você é lindo, branquinho.- Me agachei e beijei o focinho dele, deixando ele me lamber.
Rocei o focinho nela.
Sorri.- Ok, agora fica deitado ali.- Indiquei.
Fiz como ela pediu.
Sorri e começamos a tirar as fotos. Ficamos uma hora tirando as fotos e depois Klaus foi voltar ao normal e se vestir.
Cheguei junto dela.- Acabou?
— Sim.- Disse.
— Tenho certeza que ficaram ótimas.- Disse.
— Espero que sim.- Disse.
— Se o seu professor não te der nota máxima, vou falar com ele.- Disse.
Sorri.- Não precisa.
— Sabe como sou, não resisto.- Disse.
— Eu sei.- Disse.
— Quer ir para onde agora?- Perguntei.
— Qualquer lugar.- Disse.
Entramos no carro e saímos daquela parte, indo para o outro lado da cidade. Parei numa lanchonete.- Já que você não gosta muito de restaurantes.
— Não faz meu estilo.- Disse.
— Reparei depois daquele dia.- Disse.
— Pois é, desculpe.- Disse.
Eu tinha a levado para jantar uns dias atrás e foi um completo desastre, e por final ainda brigamos.- Tudo bem.
— Tem como ajudarmos os lobos?- Perguntei.
— Davina está vendo se tem algum feitiço que possa reverter a maldição.- Disse.
— Ok.- Disse.
— Conseguiu falar com o Derek?- Perguntei.
— Sim. Tem um Nogitsune atormentando.- Disse.
— Um Nog...?- Questionei.
— Um Nogitsune.- Disse.
— É cada criatura que aparece nessa cidade.- Disse.
— Nem me fale.- Disse.
— Mas ele está correndo algum risco?- Perguntei.
Suspirei.- Espero que não. Derek é teimoso.
— Não se preocupe love, pelo que você diz ele é forte.- Disse.
— Sim, é.- Disse.
— Você não me disse porque acabou se mudando para cá.- Disse.
— Ah, é uma longa história.- Disse.
— Eu te contei minha longa história. Ok, parte dela.- Disse.
Respirei fundo.- Quando eu tinha uns 8 anos, minha casa foi incendiada pelos Argent, são uma família de caçadores. Para mim todos tinham morrido e passei boa parte desse tempo na América do Sul e um tempo atrás tinha sido sequestrada por um bando que era composto só por Alfas.
— Nossa. Caçadores também já me deram dor de cabeça.- Disse.
Eu podia deixar de fora a parte que era na “prisão” dos Alfas que perdi minha virgindade, ou melhor, fui estuprada. E abafar o caso do meu tio Peter ter escondido tudo, matar adolescentes inocentes e tudo mais.- Minha história não é impressionante como a sua.- Sorri e bebi do chá gelado que havia pedido.
— Mesmo assim quero saber, saber tudo de você.- Disse tocando o rosto dela.
— Bem, é só isso. Depois Derek me resgatou, lutamos contra o bando de Alfas e tinha ficado seriamente ferida e ai Derek me curou passando seu poder de Alfa.- Disse.
— Tem certeza?- Perguntei.
— Sim. Eu nunca te falei desse nosso poder né? Podemos tirar a dor de pessoas, lobisomens ou animais.- Disse.
— Sério?- Perguntei.
Sorri.- Sim. É uma das melhores parte.
— Isso é muito legal.- Disse.
— Sim.- Disse.
Bebi meu café e um casal chegou com um bebê. Isso me lembrava que eu não fazia ideia do que fazer com o que estava por vir.
— Você vai se sair bem.- Disse.
— Eu duvido muito. Dou até os 5 anos para não querer ficar perto de mim.- Disse.
— Bem, ai eu mesmo bato nela e dou uma lição de moral nela. Só quem não tem pai sabe como é. E se fosse me aguenta, sendo adolescente, vai aguentar uma bebê fedorenta.- Dei de ombros e comi da torta.
— Eu sei como é, meu pai nunca foi um pai de verdade.- Disse.
— Pois é.- Disse.
— Não quero ser assim para ela, mas também não sei ser bom.- Disse.
— Seja você.- Disse.
— Pela primeira vez, com você, isso está funcionando.- Disse.
Apenas sorri.
*****
Para tranquilidade dela as coisas com o irmão dela ficaram bem, ele até estava falando em uma visita e todos ao nosso redor tinha acostumado com a gente juntos. Nesse tempo as coisas com Davina ficaram bem e deu para resolver o problema dos poderes dela sem que ela morresse, o que era ótimo, tinha contato direto com as bruxas agora. Dois meses se passaram e Hayley está com seis meses já, temos certeza que é uma menina, mas a ideia de um bebê indefeso continua me preocupando, de como eu seria com ele. Tínhamos todo um esquema de segurança montado, afinal não podíamos relaxar, mas hoje vai ser diferente ,tem uma festa na cidade. Marcel iria ficar de olho em Davina e eu, Elijah e Rebekah em Hayley. Me arrumei e esperei a Cora. Pensava em tudo que sentia por ela, não tinha mais como negar que estava apaixonado. Elijah estava comigo e falava algo.- O que?
— Perguntei se quer um whisky.- Ele disse.
— Ah sim, quero.- Disse.
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Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!Ele serviu e deu a ele.
— Acha certo ter liberado tanta gente para a festa?- Perguntei.
— Só saberemos no final da noite.- Ele disse.
— É um risco. E tem a Cora também.- Disse.
— O que tem ela?- Ele perguntou.
— Ela está com a gente, comigo. Isso sozinho já é um risco para ela.- Disse.
— Você deve ter suas prioridades Niklaus. Hayley é a prioridade dessa família.- Ele disse.
— Cora é minha também.- Disse.
— Ela parece saber se cuidar.- Ele disse.
— Isso não muda o fato de querer ela a salvo.- Disse.
— Tudo bem.- Ele tomou do whisky.
Escutei o barulho e Cora desceu. Sorri.
— Por mim podemos ir.- Disse.
— Falta Hayley.- Disse.
— Ok.- Disse.
Fui até ela e a beijei.- Está linda.
— Obrigada.- Disse.
— Já sei que vou ter muito trabalho.- Disse.
— Não precisa se preocupar comigo.- Disse.
— Até parece.- Disse.
— Você tem que cuidar da Hayley, eu me cuido.- Disse.
— E de você também.- Disse.
— Não vou discutir.- Disse.
— Ótimo.- Hayley desceu.- Hayley, você está parecendo mais redonda.
— Você é muito gentil Klaus.- Ela disse.
Sorri.- Estou brincando, você está ótima.
— Obrigada.- Ela disse.
— Vamos então?- Questionei.
— Vamos.- Elijah disse.
Saímos e a festa era um festival de musica, a cidade estava cheia. Eu estava com o braço em volta de Cora e percebi os olhares de Elijah e Hayley, coisa que já via a muito tempo.- Acho que não vamos ser os únicos a aproveitar hoje.- Disse no ouvido dela.
Sorri.- Pois é.
— Eu deveria me importar, mas acho é bom que seja ele.- Disse.
— Fica tudo em família.- Disse.
— Com certeza.- Olhava ao redor, para ver se não havia nada estranho. Não engoli muito a baixa guarda das bruxas, para mim elas ainda estavam preparando alguma.
Não demoramos a chegar a tal festa.
Peguei um refrigerante para Cora e um suco para Hayley.- Espero ter acertado no sabor.
— Está ótimo, obrigada.- Disse.
— Ah que saudade do Jazz assim. Você lembra Elijah? No começo?- Estávamos parados junto a um artista.
— Claro.- Ele disse.
— Você tentando aprender a tocar foi uma pesadelo.- Disse.
— Até parece.- Ele disse.
— É sério meninas, ele é terrível tocando.- Disse.
— Tadinho.- Hayley disse.
— Mas até que dançava bem.- Disse.
Ri.- Só imagino.
— Você viu a Rebekah?- Questionei.
— Não.- Ele disse.
— Ela deveria ter vindo com a gente.- Disse.
— Pois é.- Ele disse.
— Ela não está com Marcel de novo, está?- Perguntei.
— Bem, não sei. Rebekah sabe se cuidar.- Ele disse.
— Quanto cuidado.- Disse.
— Ela não é de porcelana e não é uma garota comum.- Ele disse.
— E você liga muito pouco para isso.- Disse.
— Ou você demais.- Ele disse.
— Agora sou o errado?- Perguntei.
Ele suspirou.- Tanto faz.
Peguei Cora pela mão.- Vamos ver aquele ali do outro lado.- Disse saindo.
A festa foi bem legal, mas não era o tipo de festa que costumo gostar, mas tudo bem. Gostei mesmo assim. Quando a festa terminou, estava com os pés doloridos e chegamos na casa dele, indo para o quarto dele.
— Gostou?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Sabe do que eu gostei mais?- Perguntei.
— O que?- Perguntei.
— Ter estado com você lá.- Disse a puxando para mim.
Sorri.- Que bom.
— E não aconteceu nada, acho que estou paranoico.- Disse.
Sorri.- Hayley e sua filha estão bem.- Lhe dei um selinho.- Vou tomar um banho.
— Você também está.- Disse.
Ri.- Sim. Isso é óbvio.
— Não, é tão importante quanto elas que você também esteja bem.- Disse.
— Ah sim. Hmm... Obrigada? Eu não sei como responder a isso.- Tirei os sapatos e fui para o banheiro.
Será que eu estava enganado em respeito do que ela sentia também? Não, não queria ser direto demais, só que não podia mais ficar tratando ela com quem transo e durmo, era mais que isso, sempre foi.
Tomei o banho e depois sai do banheiro enrolada na toalha.
Tinha tirado os sapatos e a camisa, mas olhava pela janela, pensando no melhor a fazer.
Tirei a toalha e me sentei na cama.- Hey, eu já vou me deitar. Você vem?
Me virei e a vi nua na cama.- Isso é um convite irrecusável.
Sorri.- Ok, mas antes vai tomar banho.
— Me chamando de fedorento?- Perguntei.
— Claro que não, só que eu estou cheirosa e macia para você. Extremamente macio você não precisa estar, seria estranho.- Disse.
Ri.- De macio não vai ter nada meu amor. Já volto.- Disse entrando no banheiro.
Sorri e entrei para debaixo das cobertas, ficando de bruço enquanto mexia no celular.
Tomei o banho e fiz minha higiene, voltando para o quarto. Entrei debaixo da coberta e ela estava deliciosamente sexy e nua. Passei a mão pela cintura dela.- Alguém está com muitos planos para hoje.
Sorri e me virei de lado, acariciando seu peito.- Eu sei que não sou nada boa em conversas profundas e sou horrível em dar conselhos, então me desculpe por fugir de situações assim. Prometo que vou melhorar. Eu quero cuidar de você e não sei como.
— Só de você ter ficado, já o faz.- Toquei o rosto dela.
— Tudo bem.- Disse.
— Eu também não sou bom nessas coisas, mas estar com você...- Disse.
Sorri e o beijei.- Eu te amo.
Me surpreendeu aquilo, mas uma surpresa boa.- Eu também.
— E eu sou sua.- Disse.
— É minha lobinha brava?- Questionei.
— Completamente.- Disse.
A beijei, me deixando levar por aquilo que estava sentindo. Sim, não só estava apaixonado, mas a amava.
Retribui o beijo e como estamos de lado, passei minha perna por entre as deles.
Minha mão correu pelas costas dela. Era como se estar com ela assim, com tudo as claras, me deixasse mais forte. Ok, eu falando isso é estranho.
Acariciava o rosto dele enquanto minha outra mão estava em seus cabelos.
— Você me viciou em você sabia?- Questionei.
Sorri.- Que bom.
— Como conseguiu não sei.- Beijei o pescoço dela.
— Deve ter sido meu focinho.- Disse.
— Ou as orelhas.- Disse tocando ali.- Se enrola e vem comigo.
— Hmmm... Ok.- Me levantei, coloquei uma calcinha e um roupão.
Mesmo já excitado, coloquei uma cueca e a peguei no colo.- Segura.
Fiz o que ele disse.
Sai em velocidade, a levando para o meu quarto de pintura.
— Onde estamos?- Perguntei.
— No meu quarto de pintar.- Disse.
— Oh, o lugar para onde você vem e some.- Disse.
— Sou ciumento, não gosto que fiquem entrando aqui.- Disse.
— Então porque me trouxe?- Perguntei.
— Porque confio em você.- Disse.
— Obrigada então.- Disse.
Botei ela no chão.- E quero te mostrar uma coisa.
— O que?- Perguntei.
Andei até a tela que estava próximo a janela e descobri. Era uma pintura dela, sorrindo e tranquila sob o luar.
Sorri.- Meu Deus. É linda.
— Gostou?- Perguntei.
— Eu amei.- Disse.
— Que bom É seu.- Disse.
— Meu?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
Sorri.- Obrigada.
— De nada meu amor.- Disse.
Apenas sorri.
A puxei e a beijei, enquanto eu pintava eu tinha uma certa fantasia de a possuir aqui.
Retribui o beijo.
A levantei, o que virou um hábito, e a coloquei contra parede.
Envolvi meus braços em torno do meu pescoço dele e entrelacei meus dedos em seu cabelo.
— Eu quero você; aqui e agora Cora.- Disse.
Mordi meu lábio e sorri.- E eu sou sua, então você pode me ter sempre.
— Merda, você é tão sexy falando assim.- Disse.
Sorri e o beijei.
A segurei e levei no divã que tinha ali .As vezes pegava um bloco e deitava ali, desenhando por horas.
Envolvi minha perna na cintura dele, mantendo-nos juntos e acariciava seus cabelos.
— Cora...- Quebrei o beijo e gemi.
— Sim?- Perguntei.
— Se vira.- Disse saindo de cima dela.
Fiz o que ele disse.- Porque?
Tirei o roupão dela.- Merda, você é muito gostosa.
Sorri.- Obrigada.
— E eu estou doido para fazer isso.- Disse pegando na bunda dela.
Suspirei pesadamente e sorri.- Demorou tanto tempo que deduzi que era do time que prefere peitos.
— Time?- Perguntei.
— Sim. Bem, o normal é gostar dos dois, mas todo mundo tem sua preferência.- Disse.
— Eu prefiro por completo.- Disse tirando a calcinha dela.
Sorri.- Que bom.
Fiquei por trás dela e a coloquei de quatro no divã, e eu fiquei de cara com aquelas maravilhas.
O olhei por cima do meu ombro.- Você fica sexy me olhando assim.
— Você ainda não viu nada.- Disse.
— Tem outros olhares então?- Questionei.
— Sim.- Disse.
— Ok.- Disse.
Sorri e dei um tapa naquela bunda. Tirei a cueca; ah, coisa gostosa a se fazer. Percebi ela segurar na beirada do divã e toquei suas costas, deslizando até chegar na bunda.- Delícia.
Sorri.- Obrigada.
Me coloquei na entrada e a penetrei. Não consegui evitar o gemido, era muito bom.
Gemi e suspirei pesadamente.
— Você gosta, não é?- Enrolei uma das mãos nos cabelos dela e puxei de leve.
Mordi meu lábio e sorri.- Sendo você, eu gosto de tudo.
— Que bom querida, porque isso vai ser intenso.- Disse a penetrando mais forte.
Gemi e para provoca-lo ainda mais, principalmente por causa da posição, mexi meu quadril contra ele.
— Cora!- Exclamei.
— O que?- Perguntei.
— Quer me deixar doido, não é?- Perguntei.
Sorri.- Talvez.- Continuei os movimentos.
Tive que me segurar se não faríamos um show para a casa toda ouvir e para compensar, aumentei o ritmo.
Sorri, mordendo meu lábio. Sim, eu tenho mania e uma delas é provocar ele. Gostava de ver até onde o lado “animal” dele ia.
Minhas duas mãos desciam e tocavam as costas dela, o que a fez arrepiar. Dei mais alguns tapas na bunda dela que tomou um tom lindamente rosado.
Gemi e suspirei pesadamente, me arrepiando ao toque e me perguntava como seria se ele me mordesse... Ele nunca falou nada, então ele não deve querer. Afinal, eu nunca vi ele se alimentar.
Estávamos perto da lua e me sentia mais intenso, ou como falavam, mais estressado com tudo, incluindo a sede. Toquei o pescoço dela, eu queria saber seu gosto, mas será que ela aceitaria?
O olhei.- Tudo bem?
— Estou com sede.- Disse.
— E você quer o que?- Perguntei.
— Posso beber de você?- Questionei.
— Claro que pode.- Disse.
Sorri e sai dela, a virando e deitando, depois voltei a entrar nela, beijando seu pescoço e a mordi.
Gemi e entrelacei meus dedos no cabelo dele, acariciando ali.
O sabor dela era diferente, mas uma delicia. Bebi com vontade, mas parei antes de a deixar fraca. Meu corpo logo reconheceu o que fiz, já que fui atingido por uma onda muito maior de prazer.
Comecei a sentir o machucado curar e o beijei.
Retribui o beijo e nunca tinha me sentido assim. A amava, ela me aceitava completamente e as coisas estavam bem com a família... Acho que é o mais próximo que cheguei da felicidade. Continuamos assim e não demoramos a gozar ,agora estávamos completos. Não levantei logo para voltar ao quarto, ficamos ainda ali; nos beijando e trocando caricias. Ah, eu amava essa mulher demais.
*****
Três meses se passaram desde do dia da festa, que foi um marco, segundo o papel que segurava nas minhas mãos. Suspirei. Faz o que? Uns seis meses que eu e Klaus estamos juntos e agora tenho que contar a ele isso... Ótimo. Eu o amo tanto e com certeza estou amando essa novidade, mas ele está com um bebê em casa e não há nada no mundo que o faça sorrir mais do que a Hope. Não adianta ficar especulando... O tempo dirá. Estava no quarto e ouvi ele chegando, então escondi o papel e esperei ele abrir a porta.
Entrei no meu quarto e vi Cora.- Love, onde estava?
— Por ai.- Disse.
— Você perdeu a minha bem sucedida tentativa de fazer a Hope dormir.- Disse.
Sorri.- Você é ótimo.
— Nem tanto. Enquanto for um bebê sem entender o seu redor, será mais fácil.- Disse.
— Um dia todos nós crescemos.- Disse.
Cheguei junto dela, a beijando de leve.- Deixa a minha cabeça aproveitar agora, naquele bebê fofinho.- Disse e beijei o pescoço dela.
Sorri.- Como quiser.
— Falou com seu irmão? Ele vai vir mesmo uns dias aqui?- Questionei.
— Sim, acho que sim.- Disse.
— Está feliz com isso, não está?- Questionei.
— Claro.- Disse.
— Ótimo, assim que eu gosto.- Desde que tinha me abrido com ela sobre o que sentia e depois que a Hope nasceu, as coisas mudaram, principalmente para mim. Estou até levando bem estar com Hope e quero aproveitar cada momento.- Acho que deveríamos aproveitar suas ferias de algum jeito.
— Eu preciso falar com você.- Disse.
Tinha tirado minha jaqueta e passei os braços ao redor dela.- Diga.
Me ajeitei na cama, ficando de frente para ele. Respirei fundo e o olhei.- Eu estou grávida.
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