Liberty- One Shots
92 Capítulo 93- Kai & Hanna.
Notas iniciais

POV Misto. (Kai e Hanna.)
Se tem uma coisa que adoro é quando tem esses ensaios. Ah, eu sou o Kai, isso você já sabe né? No meu curso de fotografia eles já estão encaminhando a gente para alguns trabalhos e hoje é um com uma modelo que não conheço. Não me importo nem um pouco ainda mais quando dá pra ver elas se trocando. Cheguei onde era o ensaio e montei meu equipamento, esperando ela chegar.
Fui chamada para uma campanha nova de uma loja e eu adoro ser modelo. Só estou na faculdade por causa do meu pai, porque ganho bem como modelo e sou até “conhecida”. Não tanto, mas sou. Pelo menos o curso de moda não é tão chato. Coloquei o primeiro look e fui para o estúdio.
Estava acertando a lente e vi uma garota entrando. Cacete, que gostosa.
— Você é o novo fotografo?- Perguntei.
— Sou sim, prazer.- Disse.
— Prazer. Onde primeiro?- Perguntei.
— Pode ser ali.- Apontei o painel.
— Ok.- Fui para onde ele disse.
— Seu nome é?- Perguntei.
— Hanna e o seu?- Perguntei.
— Kai.- Disse.
— Ok.- Disse.
— É seu primeiro ensaio?- Perguntei.
— Nem de longe. Comecei com 15.- Disse.
— E você tem muito mais que isso?- Ela fazia a pose como preferia e eu fotografava.
— Vinte um.- Disse.
— Tenho vinte e dois.- Disse.
Sorri e continuei as poses.
Ela era linda. Ok, estava acostumado com essas modelos, mas essa Hanna tinha corpo não era uma daquelas magrelas estranhas. E era divertida, impossível não sorrir com ela.
Depois de umas duas horas, terminamos o ensaio.- Viu a Debby?
— Acho que ela foi buscar um lanche.- Me sentei em um puff.- Quer dar uma olhada?
— Sim.- Me sentei ao lado dele.
Já tinha enviado tudo para o tablet, foi só abrir.- Você fica muito bem.
Sorri.- Obrigada.
Chegamos em alguma que ela botou uma roupa mais ousada e tive que me concentrar muito para não me excitar.- Essas então ficaram perfeitas.
— Acho que essa blusa e essa calça vão vender muito. Eu mesma vou comprar.- Disse.
— Ficaram perfeitamente sexys em você.- Disse.
Sorri.- Algum dia talvez eu as use, mas acho que faço mais o estilo menina sexy do que mulher sexy.
— Eu acho que qualquer uma delas é uma maravilha.- Disse.
Ri.- Ok.
Passei mais algumas.- Gostou delas, quer dizer, de mim?
— Amei.- Disse.
— Valeu, minha nota depende desse trabalho.- Disse.
— Espero que seus professores gostem de mim então.- Disse.
— Com certeza vão.- Disse.
— Que bom.- Disse.
Olhei mais algumas.- Seu sorriso é lindo.
— Obrigada.- Disse.
— Toda você na verdade.- Disse.
Sorri.- Obrigada novamente.
— De nada.- Disse.
Apenas sorri.
Tinha bastante fotos e a Debby voltou logo.- Espero que trabalhamos juntos de novo.
— Digo o mesmo.- Disse.
Juntava minhas coisas e a olhava. Cara, que peitos. Como ela podia ser tão gostosa assim?
— Eu vou indo então.- Disse.
— Eu também, vamos descer.- Disse.
— Vamos.- Disse.
Saímos e pegamos o elevador.- É daqui da cidade?
— Sim e você?- Questionei.
— Nascido e criado.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
Me segurei na lateral, odiava elevadores.
— Tudo bem?- Perguntei.
— Eu odeio elevadores.- Disse.
— Porque não foi de escada?- Perguntei.
— Porque tenho que parar com isso.- Disse.
— Se você diz.- Disse.
— Não tem nada demais, certo? É o lugar mais seguro aqui na Terra.- Disse.
— Ah, claro.- Disse.
Ele deu uma sacudida e parou.- AH CARAMBA!
— O que será que aconteceu?- Fui no painel e apertei em um botão para falar com alguém.
— Manutenção?- Questionei.
— Claro que não né? Eles fazem essas coisas quando não tem ninguém.- Disse.
— Ótimo.- Disse.
— Resta esperar.- Disse.
— Sim. Ninguém respondeu?- Perguntei.
— Não.- Disse.
— Que droga.- Disse.
— Sim.- Disse.
Suspirei. Estava tudo bem, ia sair dali. Eu sei, era um medo bobo, mas quer que eu faça o que? Eu tinha. Pelo menos estava tentando melhorar. A olhei.- Você está tão calma.
— Não tenho medo.- Me sentei no chão.
— Eu sei que é idiota.- Me sentei também.
— Não é não. É normal ter medo de algo.- Disse.
— Meu irmão me zoa pra caramba.- Disse.
Sorri.- Posso imaginar.
— Você tem irmãos?- Estar com ela desviava a minha atenção do que estávamos passando.
— Não.- Disse.
— Sorte sua. Eu tenho nove.- Disse.
— Nossa.- Disse.
— Sim. Meus pais parecem coelhinhos não?- Questionei.
Ri.- Sim.
— Por isso se quiser, te doou alguns.- Disse.
Sorri.- Melhor não, obrigada.
— Ah, que pena, já estava fazendo planos.- Disse.
— Não foi dessa vez.- Disse.
— Sonhar não custa nada.- O elevador mexeu e no reflexo agarrei a barra que tinha ali.
— Hey, calma.- Disse.
— Merda! Eu odeio isso.- Disse.
— Está tudo bem.- Disse.
A luz no painel piscou e um cara começou a falar. Eles tinham tido um problema e estavam resolvendo.- Pelo menos isso.
— Viu? Está tudo bem. Agora é só você se distrair.- Disse.
— Pelo menos tenho boa companhia.- Disse.
Apenas sorri.
Ri.- Uma garota dessa aqui comigo e eu pagando um mico desses, só eu mesmo.
Sorri.- Não tem nada demais.
— Você é tão boazinha...- Disse.
— Obrigada, eu acho.- Disse.
— Boazinha e linda.- Lá em cima não podia falar muito, era trabalho, aqui não.
— E você está acostumado com as más?- Perguntei.
— Depende. Tipo, aqui no trabalho tem muitas metidas.- Disse.
— Eu é que sei. Todas elas dizem que sou gorda e que não sirvo para ser modelo. Mas enquanto não me despedirem, ficarei aqui.- Disse.
— Você gorda? Você é uma gostosa de primeira. Uma delícia só de olhar.- Disse.
Ri.- Nossa, obrigada. Mas eu sei que o tipo perfeito de modelo não é o meu tipo de corpo. Mas eu não consegui diminuir meus peitos para simular ser mais magra ou a minha bunda. Fora que tenho medo de cirurgias.
— Nunca faça isso, seria um crime contra a imaginação masculina e do seu namorado.- Ok, essa eu joguei para saber.
— Acho que meu ex namorado não ligava muito para isso.- Disse.
— Imbecil então.- Disse.
— Não, ele é gay mesmo.- Disse.
— Mentira...- Ri.- Como pode com tudo isso? Eu não entendo essas coisas.
— Ele prefere mais as “suas coisas”.- Disse.
— Ainda bem que eu prefiro as suas.- Disse.
Ri.- Mas viramos melhores amigos.
— Imagino.- Disse.
— Sim.- Disse.
— Isso só vai ficar melhor se der o seu telefone.- Disse.
Sorri.- Tudo bem.- Passei a ele.
Guardei no bolso.- Valeu a pena ficar aqui.- Sorri para ela.
****
POV Kai.
Depois de algum tempo eles avisaram e o elevador voltou a funcionar e conseguimos descer. Me despedi dela e fui embora para casa. No outro dia fui para faculdade e encontrei o pessoal da minha turma.- E aí Jeremy.
— E ai.- Ele disse.
— Cara, tô quebrado.- Disse.
— Porque?- Ele perguntou.
— Fiquei preso num elevador ontem.- Disse.
— E não morreu? Milagre.- Ele disse.
— Palhaço.- Disse.
— Mas é.- Ele disse.
— Considerando que tinha uma gostosa comigo.- Disse.
— Ah, então teve sorte.- Ele disse.
Peguei o tablet.- Aqui.
— Uau, essa ai passou quantas vezes na fila de ser gostosa? E como conseguiu uma foto...- Ele parou.- Ela era a modelo?
— Sim.- Sorri.
— Meu Deus, que sorte. Quer dizer, nem tanto já que nem foi de biquíni ou lingerie.- Ele disse.
— Mas eu tenho o telefone dela.- Disse.
— Você é rápido.- Ele disse.
— Claro. Hoje vou ligar pra ela.- Disse.
— Boa sorte então.- Ele disse.
— Eu vou ter, ela me adorou.- Disse.
— Garotas amam ursinhos e coisas fofas, ela deve ter te achado fofo e com cara de ursinho.- Ele disse.
— Se ela quiser me acariciar, não ligo.- Disse.
Ele riu.
Entramos na sala e depois das aulas, adicionei ela no WhatsApp e a chamei.
— Hey.- Ela disse.
— Pediram para agradecer a você.- Disse.
— Porque?- Ela perguntou.
— Por ser a melhor companhia de elevador.- Disse.
— Bem, fiz o meu melhor.- Ela disse.
— E que melhor :3 – Disse.
— HAHA’ obrigada, eu acho.- Ela disse.
— Tenho certeza.- Disse.
— J — Ela mandou.
— Está onde?- Entrei no refeitório.
— Na faculdade.- Ela disse.
— Eu também. Hora do rango.- Disse.
— Sim.- Ela disse.
— Onde estuda?- Perguntei.
— Na UCLA.- Ela disse.
— Mentira.- Disse.
— Não.- Ela disse.
Olhei ao redor e não a vi.- Eu também tô.
— Nossa, sério? Não estou te vendo e nunca te vi antes também.- Ela disse.
— Pois é, estou no refeitório.- Disse.
— Eu também.- Ela disse.
— Qual a cor da sua blusa?- Perguntei.
— Branca.- Ela disse.
— Ok, vou ficar perto da porta que dá para o jardim.- Disse.
— Ok, estou indo.- Ela disse e ficou off-line.
****
POV Misto. (Kai e Hanna.)
Peguei meu almoço e fiquei perto da porta que disse. Estava animado em ver ela. Demorou um pouco e a vi.
— Hey.- Disse.
— Olha a minha linda.- Sorri.
Sorri e o cumprimentei com um beijo na bochecha.- Como está?
— Bem melhor em terra firme.- Disse.
Ri.- Imagino.
— Desculpe por ontem.- Disse.
— Pelo que?- Perguntei.
— Pelo quase surto.- Disse.
— Tudo bem. Pelo menos não foi aqueles aproveitadores que de “medo” pulam para se abraçar e se aproveitar dos seios das mulheres gentis.- Ri.
— Eu nunca faria isso.- Disse com a cara mais séria que consegui.
Ri.- Que bom então. E você é algum daqueles solitários que almoçam sozinho e não tem amigos?
— Não. O povo está fazendo trabalho por aí e meu irmão tá no treino.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
— E você?- Perguntei.
— Estou com minhas amigas.- Disse.
— Ah sim. Vem, vamos sentar.- Disse.
— Seria ótimo, mas tenho que voltar para minha mesa. Minha amiga inteligente, a Spencer, está me ajudando a organizar a minha agenda de trabalho e ela disse que eu preciso estar lá para ela me explicar. Outro dia que não estiver em uma “aula”, almoçamos juntos.- Disse.
— Tudo bem então, mas vai se preparando, vou te perturbar.- Disse.
Sorri.- Até mais Kai.- Sai dali.
POV Kai.
Sorri com ela indo e observei aquela bunda... Ah, aquela garota vai ser minha. Terminei a aula e fui para casa, dando de cara com Katherine e Amara na piscina.- Vocês não deviam estar na aula?
— Não tivemos aula.- Katherine disse.
— Sei.- Tomei o suco da Amara e tomando um pouco.
— Folgado você, heim?- Amara questionou.
— Você dividiu o útero com mais três, não quer dividir o suco comigo?- Questionei.
Amara suspirou.- Fica com você.
— Reage Mara. Tô brincando com você.- Disse.
— Que apelido horrível, Kai.- Katherine disse.
— Quer qual? Ama? Marinha?- Questionei.
— Todos são feios.- Kath disse.
— O que acha Marinha?- Perguntei.
— Pode escolher.- Ela disse.
— Acho que você está para Mara... vilha.- Disse.
Ela riu.- Obrigada. Você me elogiando é novidade.
— Não posso não?- Questionei.
— Pode.- Ela se levantou.- Vou ir brincar com Hope. Até mais.- Ela saiu.
— Nossa, depois quando eu fico zoando fica reclamando.- Disse.
— Vocês deviam parar com isso. A Amara é inocente, assim como Elena.- Katherine disse.
— Você a defendendo?- Questionei.
— Elas são minhas irmãs.- Ela disse.
— Vai se virar contra mim também?- Perguntei.
— Não, eu só acho que você vai se apaixonar por uma garota exatamente como elas.- Ela disse.
— Eu? Me apaixonar?- Questionei.
— Sim.- Ela disse.
— Meio difícil.- Disse.
— Sei. Vou ir para o quarto. Beijo baby.- Ela se levantou, deixando uma revista na cadeira e saindo.
Olhei e era Hanna, peguei a revista e ela era mesmo linda. Pensei nela e sorri; estranho. Subi e tomei banho, indo arrumar as fotos e separei uma pasta dela. Procurei na internet e a achei, foi fácil pegar mais fotos dela. Mandei a solicitação; cara, ela era gostosa demais e o que mais gostava era o sorriso... Não devia ser os peitos? Aff, acho que estou cansado. Deixei uma mensagem para ela me chamar e fui me deitar um pouco.
POV Misto. (Kai e Hanna.)
Saia do banho e fui procurar um pijama. Hoje meu dia tinha sido bem cheio; fotos, entrevistas e gravação em um programa de TV contando minha história e dando dicas de moda e beleza. Não era um programa grande e famoso, mas eu estava feliz. Coloquei uma calcinha, um short de pijama e uma blusa sem sutiã. Coloquei um perfume leve para dormir e desci. Estava sozinha em casa no momento, então fiz uma pizza congelada enquanto estava no banho. Peguei dois pedaços, azeitonas e um suco de manga. Subi novamente, liguei a TV e peguei o notebook, entrando no facebook. Quando abri vi uma solicitação e uma mensagem. Era Kai. Sorri e respondi a mensagem.
Cochilava e acordei com o telefone tocando. Olhei e era a Hanna.- "Oi."
— Você já disse isso.- Disse.
— Hola.- Disse.
— HAHA’ tudo bem?- Perguntei.
— Sim. Descobri uma coisa.- Disse.
— O que?- Perguntei.
— Minhas irmãs tem a sua revista.- Disse.
— Sério?- Perguntei.
— Sim, vi hoje elas com uma.- Disse.
— Nossa, que legal.- Disse.
— Demais. Se todas elas comprarem coisas que você posa, vai ser uma fortuna.- Disse.
— Não sou tão influente.- Disse.
— Você não conhece minhas seis irmãs.- Disse.
— HAHA’ melhor para mim.- Disse.
— Fico feliz então. Tá fazendo o que?- Perguntei.
— Comendo pizza, azeitonas e vendo TV.- Disse.
— Vida boa.- Disse.
— Debby vai me matar se eu tiver pesando um quilo a mais amanha.- Disse.
— Relaxa, não vai aparecer.- Disse.
— Qualquer coisa faço uma hora de esteira amanha de manha.- Disse.
— Onde você mora?- Perguntei.
— Perto da universidade.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
— Ok.- Disse.
— Sozinha?- Perguntei.
— No momento sim, mas moro com meus pais.- Disse.
— Estava vendo mais fotos suas, você arrasa.- Disse.
— Obrigada.- Disse.
— Amanhã meu irmão tem jogo e depois, se ganhar, vai rolar uma festa, quer ir?- Perguntei.
— Claro.- Disse.
— Se não quiser ir sozinha leva uma amiga, meu irmão vai ficar feliz.- Disse.
— Todas namoram.- Disse.
— Hey, liga ai o Skype.- Disse.
— Ok.- Liguei.
Liguei o meu e sorri.- Olha ai você.
Sorri.- Hey. E estou horrível sem maquiagem.
— Nem me fale.- Ri.- Brincadeira, linda do mesmo jeito.
— Sei.- Disse.
— É a verdade.- Disse.
— Ok.- Disse.
— Mas você pelo menos pode descansar em paz.- Disse.
— Como assim?- Perguntei.
— Sem ninguém te chamando.- Disse.
— Ah sim.- Peguei uma toalha e sequei meu colo, estava quente.- Espera ai, vou ligar o ar.- Coloquei o computador na cama e me estiquei para pegar o controle no criado mudo.
Minha nossa, ela queria me tentar? Que visão era aquela? Aquelas pernas... Ela está me deixando excitado assim.
Liguei e voltei.- Pronto.
— Senti o frescor aqui.- Disse.
Ri e comi uma azeitona.
Observei ela.- Ou melhor, acho que o calor está vindo para cá.
— Porque?- Perguntei.
— Você sensualizando ai.- Disse.
— Sensualizando?- Perguntei.
— Demais.- Disse.
— Quando?- Perguntei.
— Agora, qualquer hora.- Disse.
— Nossa.- Disse.
— Você é gostosa Hanna.- Disse.
— Obrigada.- Disse.
Bateram na minha porta.- O que!?
— O que foi?- Perguntei.
— Não foi com você.- Levantei e fui abrir.- Ah, oi mãe.- Disfarcei.
— O jantar está pronto.- Ela disse.
— Tudo bem, vou já.- Disse.
— Ok.- Ela disse.
Voltei.- Tenho que ir. Dona Esther já veio me arrastar para o jantar superlotado da casa.
Sorri.- Tudo bem. Bom jantar e boa noite.
— Até amanhã. O jogo é as três.- Disse.
— As três eu não posso ir, tenho fotos, mas vou direto para a festa. Me manda o endereço pelo whatsapp.- Disse.
— Ok.- Disse.
Sorri.
— Até amanhã então gata.- Disse.
— Até.- Disse.
Desliguei e desci, mais estava distraído pensando em amanhã ou nela? Quando voltei ao quarto mais tarde, fiz o que todo garoto já fez; bati uma com a foto dela. O que? Aqueles peitos são perfeitos demais. No outro dia mandei o endereço e durante o jogo fiquei de olho no celular. Kol foi bem e o nosso time ganhou, o que confirmou a festa. Todos saíram da quadra e fomos para o Grill onde era a festa.
A sessão de fotos de hoje foi para uma coleção jovem adulto e adorei quase todas as roupas, e como me deram de presente o ultimo look fotografado, sai com ele mesmo. Era uma saia jeans, sandália e uma blusa com um decote bonito. Peguei um táxi, indo para o endereço que Kai me passou. Desci e entrei no lugar.
Recebi uma mensagem que ela tinha chegado e olhei por alto.- Kol, olha quem veio.
— A modelo?- Ele olhou.- Se você não pegar, eu pego.
— Pode saindo.- Empurrei ele e fui até ela.
— Hey.- Disse.
— Oi.- Agarrei ela e beijei no rosto.
Sorri.- Acho que devo parabéns ao seu irmão. Onde ele está?
— Ali, vem.- Não soltei a cintura dela e fui até onde Kol tava.- Kol, Hanna, Hanna Kol.
— E ai loirinha.- Kol disse.
— Parabéns pelo jogo.- Disse.
— Valeu. Olha tenho uma notícia para você.- Kol disse.
— Qual?- Perguntei.
— Não divido meu gêmeo, ele é meu.- Ele agarrou o irmão.
— Eee, bateu carência nessa criança.- Disse.
Sorri.- Que fofo. Nem parecem gêmeos.
— Pois é... Nove meses e ele não quer me largar mais.- Disse.
— Eu né?- Kol questionou.
— Sim, agora fica quieto ai, se não assusta ela.- Disse.
— Ele se acha por ser quase três minutos mais velho.- Kol disse.
— Ah sim.- Disse.
— Desculpe esse maluco. Vamos pegar alguma coisa para beber.- Disse.
— Ok.- Disse.
Levei ela e cheguei no balcão.- Quer o que?
— Um suco.- Disse.
— Suco?- Perguntei.
— Bebida alcoólica dá celulite e cerveja é a pior. Só vinho e champanhe de vez em quando.- Disse.
— Chique.- Disse.
Ri.- É a dieta que tenho que seguir.
— Tadinha.- Disse.
— Não acho.- Disse.
— Por que?- Pedi o suco e uma cerveja.
— Porque eu já sigo isso a sete anos.- Disse.
— Ah sim.- Peguei os pedidos.- Bem, vai ser burrice perguntar qual o seu curso.
Ri.- Talvez.
— Moda.- Disse.
— Sim.- Disse.
— Legal. Pretende posar sempre ou desfila também?- Perguntei.
— Em desfile só me encaixam em Plus Size e a Debby, minha agente, não aceitou.- Disse.
— Isso é absurdo, sério.- Disse.
— Fazer o que?- Perguntei.
— Tipo; os caras que quiser aqui, você teria.- Disse.
— Nem tanto.- Disse.
— Agora tens uns dez babando em você.- Disse.
— Você é exagerado.- Disse.
— Não sou não.- Bebi.
— É sim.- Disse.
— Então não olha agora, porque o cara atrás de você tá olhando sua bunda.- Me aproximei dela.
— Sério? Assim? Descaradamente?- Questionei.
— Demais.- Aproveitei e inspirei por ali.
— Nossa.- Disse.
A puxei para mim e olhei por cima do ombro.- Bonito, não é?
— Delícia.- Um cara disse.
— Vaza daqui.- Disse.
Me virei.- O que foi?
— Nada.- Disse.
— Que isso, ela é muito gostosa pra você.- Ele disse.
— Obrigada, eu acho.- Disse.
— Para mim não é não, agora para você com certeza. Some da minha frente.- A puxei mais junto de mim.
Senti minha respiração falhar quando ele me puxou o que me fez me sentir bem nos braços dele. Eu sempre era meio lerda, mas será que estou gostando dele?
— Se se cansar desse ótario, me procura.- Ele sorriu e saiu.
— Não disse que atraia de tudo?- Ver ela era bom, mas a pegar assim, melhor ainda.
— Esses lugares são bem cheios de hormônios, né?- Perguntei.
— Um pouco. Vem, vamos dançar.- Disse.
— Vamos.- Disse.
A levei para o outro lado onde improvisaram uma pista e a musica estava alta e bem escurinho, perfeito.
Começamos a dançar.
Passei o braço pela cintura dela e íamos no ritmo da musica.- Você dança bem.
— Você também.- Disse.
— Prática.- Ri.
— Imagino.- Disse.
A mão subiu pelas costa dela.- E você está gostosa demais.
Sorri.- Obrigada.
— Não tem nada que agradecer.- Beijei o pescoço dela.
Me arrepiei.- Ok.
Subi, beijando o canto da boca dela e a beijei.
Fui pega de surpresa, mas retribui o beijo.
Estava segurando para não pegar na bunda dela. O que? Eu gosto de bundas! Ainda mais tipo a dela... Ah, eu vou ficar excitado de ficar pensando nisso.
Acariciava a lateral do pescoço dele e a outra mão seu peito.
Ah, que se dane; fui ao lugar de meu desejo e peguei ali. Ah, macia e gostosa, como ela é por inteiro. Ela Hanna, não a bunda, claro.
Fiquei surpresa, mas não me importei. Não me pergunte porque não, porque se fosse outro qualquer, eu me afastaria. O que Kai tem de diferente?
Subi e a apertei mais contra mim e sentia que precisava de ar. Quebrei o beijo e a olhei.
Sorri para ele. Acho que estava apaixonada. Mas eu era tão lerda e burra que com certeza ia me ferrar nessa história.
— Mesmo eu adorando bundas, adoro é esse seu sorriso.- Disse no ouvido dela.
Sorri e me arrepiei com a voz dele.- Obrigada.
— Lá vem o obrigado de novo.- Disse.
— Quer que diga o que?- Perguntei.
— Você é gostoso também.- Disse.
Sorri.- Você é gostoso também.
— Melhor agora.- A beijei de novo e voltamos a dançar. Eu estava adorando a companhia dela. Depois que saímos da pista ficamos num canto e ela era engraçada e ríamos toda hora. Gosto de gente assim; bem humorada e não chata.- Você não caiu na sessão.
— Cai sim.- Disse.
Ri.- Que cena! Não estava de saia, estava?
— Vestido.- Disse.
— Queria estar lá para ver essas pernas no ar.- Botei a mão na perna dela.
Sorri.- Não foi legal aquele dia.
— Tadinha. Se serve de consolo, eu já cai na apresentação de Natal da escola.- Disse.
— Que fofo.- Disse.
— Eu fiquei traumatizado de palco.- Disse.
— Tadinho.- Disse.
— Sim, pobre de mim não? Minha mãe disse que fiquei arrasado.- Disse.
— Você e seu irmão são gêmeos, mas não são iguais. São de placentas diferentes?- Perguntei.
— Sim, acho que o mundo não aguentaria dois de mim. Eu sou mais velho, ele era menor que eu, ficamos um mês no hospital, diferente das gêmeas.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
— Quadrigêmeas idênticas.- Disse.
— Nossa.- Disse.
— Sim, imagine ter quatro rostos iguais dentro de casa.- Disse.
— Pois é.- Disse.
— E a graça acaba ai, os outros são normais.- Disse.
— Vocês não são anormais.- Disse.
— Isso porque não nos viu todos juntos. Os 10.- Disse.
— Tenho pena dos seus pais.- Disse.
— Por que? Eles adoram. Acho que se fossem mais novos teriam mais. São meio louco os velhos.- Disse.
— Quantos anos eles tem?- Perguntei.
— 51 e 50.- Disse.
— São novos e podem ter outros bebês sim.- Disse.
— Não mesmo, eles tem a Hope para isso.- Disse.
— Hope?- Perguntei.
— Minha sobrinha.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
— Família grande dá nisso.- Disse.
Olhei a hora.- Eu vou indo. Moro com meus pais então respeito as regras.- Me levantei.
— Eu te levo.- Disse.
— Não precisa. Ainda está cedo para você.- Disse.
— Levo sim, sem problema.- Disse.
— Melhor não Kai, meu pai está acordado essa hora e se ele me ver com você, vai fazer você entrar e me pedir em casamento, então não. Eu prefiro ir sozinha.- Disse.
— Não tenho medo, vamos.- A peguei pela mão.
— Kai, por favor, eu estou falando sério. Se você for me levar, ou vai sair casado ou nunca mais nos veremos. Com meu pai ou é 8 ou 80.- Disse.
— Você tem 21, decidi essas coisas.- Disse.
Suspirei.- Esquece isso. Eu vou sozinha. Até amanha.- Dei um beijo na bochecha dele e sai.
POV Kai.
Não queria que ela fosse tão rápido, mas estava contente com a nossa noite. Fiquei mais um pouco e depois fui para casa, e encontrei a mãe na sala.- Mãe?
— Oi.- Ela disse.
— Tudo bem?- Perguntei.
— Sim.- Ela disse.
— Tá fazendo o que então aí?- Ri, sentando junto dela.
— Esperando todos os meus filhos chegarem em casa. Agora só falta Kol.- Ela disse.
— É melhor nem esperar.- Disse.
— Não vou conseguir dormir sem ele chegar, então pode ir dormir.- Ela disse.
— Mãe, ele estava agarrado numa loira, não vai chegar tão cedo.- Disse.
— Não importa. Pode ir dormir.- Ela disse.
Dei um beijo no rosto dela e levantei.- Se aparecer um garoto com as meninas vocês vão fazer eles casarem?
— Bem, eu vou querer saber qual é a dele, se ele quer algo sério, os antecedentes dele e vou deixar claro que se ele machucar elas vai ser castrado por mim, sem piedade e depois irei coloca-lo na forca. Agora seu pai com certeza vai querer casa-los, só assim para deixar elas saírem ou dormirem fora. E irá fazer pior se eles a magoarem. Dean foi bem avisado já.- Ela disse.
— Ok. Foi melhor vim para casa.- Disse.
Ela sorriu.- Talvez ou talvez não.
— Ah, foi sim.- Disse.
— Que pena então. Queria que encontrasse alguém que pensasse que vale a pena.- Ela disse.
— Quer que eu case agora!?- Questionei.
— Você já tem idade para casar e talvez não necessariamente casar agora, mas que você encontrasse uma garota que pensasse ser possível isso acontecer. Uma pena que não foi o caso de hoje pelo visto. Mas nessas festas nunca tem garotas decentes mesmo.- Ela disse.
— Hey! Ela é decente sim.- Disse.
— Sei.- Ela disse.
— Nem transamos.- Disse.
Ela riu.- Seu limite é esse? Não transou é boa garota? Kai, ela pode simplesmente estar se fazendo de difícil. Garanto que você abusou das suas mãos, como seu pai e todos os homens dessa casa, e ela não fez nada.
— Ela é legal mãe.- Disse.
— Kai, meu amor, vai dormir.- Ela disse.
— Tudo bem, boa noite.- Subi, tomei banho e me deitei. Acabei pensando nela, em como o corpo dela ficava gostoso com o meu, a sua boca... Droga, eu estou gostando dela. Mandei uma mensagem se ela tinha chegado bem, mas como ela não visualizou devia estar dormindo. Fui dormir pensando naquela garota. No sábado estava um tempo ótimo e quando acordei liguei para ela.
— Alô?- Ela atendeu.
— Bom dia flor do dia.- Disse.
— Hey Kai.- Ela disse.
— Quer ir na praia hoje?- Perguntei.
— Claro.- Ela disse.
— Me dá seu endereço que vou te pegar.- Disse.
— Te passo por mensagem.- Ela disse.
— Tá, daqui a pouco eu chego ai.- Disse.
— Ok.- Ela disse.
— Chegou bem?- Perguntei.
— Sim.- Ela disse.
— Fiquei preocupado.- Disse.
— Foi tudo bem.- Ela disse.
— Tá, deixa eu ir para te pegar, até daqui a pouco.- Disse.
— Até.- Ela disse.
POV Misto. (Kai e Hanna.)
Desliguei e fui me trocar. Botei uma muda de roupa numa mochila, peguei minha prancha e botei no carro. Tomei café e a mensagem dela chegou. Sai e não foi difícil achar a casa dela, toquei a campainha.
Coloquei um biquíni e uma saia jeans, mas sem nada por cima. Prendi meu cabelo em um coque e escutei a campainha tocar. Peguei minha bolsa de praia, a carteira e o celular, logo descendo. Abri a porta.- Hey.
— Nossa, você parece que está sempre indo para um ensaio.- Disse.
— Porque?- Perguntei.
— Porque está sempre linda.- A beijei.
Retribui o beijo.
Parei.- Vamos?
— Vamos.- Disse.
Peguei ela e entramos no carro; escolhi a praia, estacionei e aluguei as cadeiras.- Quer guarda sol?
— Por favor.- Disse.
Peguei um e armei.- Eu adoro essa praia.
— Eu também.- Disse.
Tirei a camisa.- Vamos entrar na água?
— Vamos.- Disse.
Ela tirou a saia.- Cacete.
Olhei em volta.- O que?
— Você.- Disse.
— Eu?- Perguntei.
— Gostosa assim.- Disse.
— Ah, obrigada.- Disse.
Passei a mão pela cintura dela e fomos para a água. Mergulhei e voltei para ela.- Isso que é vida.
Sorri.- Verdade.
— E com uma companhia dessa, melhor ainda.- A colei em mim.
Sorri e toquei seu rosto.- Digo o mesmo.
A beijei. Fazer o que? Wu gostava de estar com ela, era melhor deixar rolar.
Retribui o beijo.
Senti as ondas passarem por nós e foi o beijo aquático mais gostoso que tive.
Sorri e toquei seu rosto.- Você surfa? Vi a prancha.
— Sim, adoro.- Disse.
— Vou querer assistir.- Disse.
— Isso é fácil, fica aqui.- Fui e peguei a prancha, nadando para onde as ondas estavam melhores e comecei a me deliciar.
Fui para a areia e me sentei, o olhando. Ele é bom.
Peguei algumas ondas mas não queria deixar ela muito tempo sozinha, então voltei.- Gostou?- Coloquei a prancha em pé.
— Você é ótimo.- Disse.
— Obrigado, a água está ótima.- Disse.
— Está mesmo.- Disse.
Beijei ela.- Essa sua boca é boa demais. Tá me viciando.
Sorri.- Acho que isso é bom.
— Deve ser.- A peguei pela mão, a trazendo para meu colo. A beijei e minha mão deslizou pela sua perna.
Retribui o beijo e acariciava a lateral do seu pescoço.
Acariciava a cintura dela e subia um pouco as vezes. O corpo dela era tão lindo que era difícil ficar só assim.
Parei o beijo delicadamente.- Posso perguntar uma coisa?
— Claro.- Disse.
— Nós estamos “ficando”?- Perguntei.
— Com certeza.- Disse.
— Ok, era só para saber.- Disse.
— E ai do engraçadinho que mexer com você.- Disse.
Sorri.- Talvez tenhamos sorte de ninguém pedir autógrafo ou foto.
— Pedir pode, ser abusado não.- Disse.
Ri.- Ok.
— Com fome?- Perguntei.
— Não.- Disse.
— Não vai pegar sol?- Perguntei.
— Vou.- Disse.
— Quer que eu passe protetor?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Me dá então.- Disse.
Dei a ele.
Ela forrou o chão com a canga e se deitou. Espalhei o protetor, começando pelas costas. Claro que aproveitei cada segundo de a tocar assim e terminei beijando o pescoço dela.- Não fica assim que fico tentado demais.
— Assim como?- Perguntei.
— Gostosa, relaxada e diria um tanto excitada.- Disse.
— E porque diria isso?- Perguntei.
— Eu sei, porque também estou.- Deitei ao lado dela.
Ri.- Garotos são muitos explícitos.
— Não tenho porque esconder meu desejo por você.- Disse.
— Ok.- Disse.
— Falando em desejo, melhor eu me refrescar antes que todos vejam como você me deixa.- Disse.
Mordi meu lábio e ri.- Ok.
— Já volto.- Tirei a bermuda que estava, ficando só de sunga.
O olhei.- Ok, acho que homens deviam se controlar mais mesmo.
— Sua gostosura acaba com meu controle.- Disse.
— Tadinho.- Disse.
Ri.- Agora vou mesmo.- Fui e entrei na água, nadei um pouco e olhei ela de lá, tinha uns caras estranhos olhando ela, era melhor voltar.- Linda, porque não vamos tomar algo?
— Claro.- Disse.
— Vamos.- Peguei nossas coisas e a levei até a orla, numa lanchonete.
Nos sentamos e o garçom veio nos atender.
Pedi um refrigerante e um x-bacon, de reflexo olhei e eles tinham ido embora.
— Eu quero salada, salmão, ovo cozido em rodelas e um suco de laranja.- Disse.
— Nossa.- Disse.
— O que?- Perguntei.
— Sua escolha; gostosas, mas não assim.- Disse.
Ri.- Eu amo.
— Ainda bem que tinha essa lanchonete logo aqui.- Disse.
— Sim.- Disse.
— Não isso amor e sim que estavam seguindo a gente.- Disse.
— Seguindo?- Perguntei.
— Sim, estavam de olho em você quando estava na água, por isso chamei para vir para cá.- Disse.
— Nem percebi.- Disse.
— Tudo bem, agora eles já foram.- Disse.
— Ok.- Disse.
— Está coradinha.- Toquei o rosto dela.
— Do que?- Perguntei.
— Sol. Vem cá.- Me colei nela e peguei o celular.
— O que foi?- Perguntei.
Liguei a câmera.- Tirar foto, claro.- Atrás de nós tinha uma parede de vidro, então saímos com a praia de fundo.- Agora postar..."Melhor sábado de todos... com ela J “
Sorri.- Você é fofo.
— Fofo? Eu?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Se você acha.- Ri. Ninguém me chamava de fofo assim, fiquei até sem jeito.
Sorri.- Tenho certeza.
— Deixa eu tirar mais então.- Tirei mais algumas dela.
Sorri.- Eu estou com cara de praia.
— Está linda.- Disse.
— Obrigada.- Disse.
— De nada loirinha.- Disse.
Apenas sorri.
Os lanches chegaram e comemos, depois voltamos a praia e voltou a ficar tranquilo, tirei várias fotos e algumas até beijando ela. Quando ela voltava da água um cara ficou de gracinha para cima dela,f alando cada merda que estava me enfurecendo.
— Eu tenho que ir.- Disse.
— Já?- Um cara questionou.
— Vai não delícia, fica mais, mostra a marquinha desse biquíni.- O outro dia.
— Vocês são tarados ou idiotas?- Perguntei.
— Eu vou é quebrar sua cara para aprender a respeitar uma garota.- Estava cheio daquilo.
— Não quero violência, por favor.- Disse.
— Ela manda no bichinha.- Um cara disse.
Fui até Kai e toquei seu peito.- Por favor, vamos. Sem complicações.
— Tudo bem, vamos.- Pegamos nossas coisas e levei até o carro, guardando, mas antes de entrar, agarrei ela.
— O que foi?- Perguntei.
Encostei ela no carro e a beijei. Droga, eu precisava daquela mulher.
Retribui o beijo.
Desci a mão até a perna dela e a trouxe para mim.
Acariciava a lateral do pescoço dele e entrelacei minha outra mão em seu cabelo.
Me colei mais nela e ela estava sem blusa, e eu estava bem perto de pegar nos peitos dela, mas lembrei que estávamos na rua e ela não iria gostar.
Parei o beijo.- Melhor pararmos. Algum policial pode vir aqui.- Sorri.
— Olha, eu quero correr o risco.- Disse.
Ri.- Bobo.- Lhe dei um selinho.
— Vamos lá em casa?- Perguntei.
— Vamos.- Disse.
— Ótimo.- Entramos no carro e a levei para casa. Estacionei e saímos.- Quer ir na piscina?
— Não, obrigada.- Disse.
— Então vamos subir.- Entramos.
— Olha, ele apareceu.- Kol disse.
— Oi Kol.- Disse.
— Oi. Hanna, né?- Ele perguntou.
— Sim.- Disse.
— Você chegou que horas?- Perguntei.
— De madrugada.- Kol disse.
— Até imagino a comemoração.- Elijah riu, sentando na sala.
— Onde fica o banheiro?- Perguntei.
— Vem, eu te levo lá no meu quarto.- Disse.
— Olha lá vocês dois, tem criança na casa.- Elijah disse.
— Não precisa me levar, pode ficar aqui, eu já volto.- Disse.
— Eu vou.- Disse.
— Sabemos porque.- Ele riu.
— Ok.- Disse.
Peguei ela e subimos para meu quarto.- Eu sei, está meio bagunçado.
— Está tudo bem.- Disse.
Eu não era o mais organizado e o meu quarto tinha uma expansão para minhas fotos.
— Bem, já volto.- Entrei no banheiro dele e tirei a saia jeans que estava, colocando um vestido leve que coloquei na bolsa. Arrumei meu cabelo em um coque que estava todo ressecado do mar e voltei ao quarto dele.
— Não disse? Sempre linda.- Disse.
— Obrigada.- Disse.
— Deixa eu tomar banho para te mostrar uma coisa.- Disse.
— Ok.- Disse.
Peguei uma roupa e fui, não demorei a terminar.- Vem.
Fui com ele.
Abri a porta e depois as cortinas. Eu tinha uma parede inteira de fotos. Tanto da família como da rua, da praia, de tudo. E estava começando uma nova, dela.
— Fotos minhas?- Perguntei.
— Sim, estão lindas.- Disse.
Sorri.- Obrigada e você é ótimo fotografo.
— Obrigado. É uma coisa que amo, a primeira que tirei foi essa.- Fui até a parede e peguei uma meio torta da mãe e Freya.- Eu tinha uns cinco anos.
Sorri.- É linda.
— Eu sei, mas agora tenho outra modelo favorita.- Disse.
— E quem?- Perguntei.
— Essa.- Apontei onde tinha as dela.
— Acho que sua sobrinha é melhor.- Apontei a bebê.
— Ela é linda. É um empate então.- Disse.
Ri.- Pois é.
Toquei o rosto dela.- Sei que faz alguns dias só que nos conhecemos, mas com você é diferente.
— É?- Questionei.
— Pra você não?- Perguntei.
— Bem, é bem atencioso da sua parte perguntar isso e eu não me acho muito comum mesmo. As vezes eu sou meio burra, mas não é por mal sabe? E nem por falta de estudar, quer dizer, eu não estudo muito, tenho preguiça e talvez seja por isso mesmo... Sou meio desinformada as vezes também e lenta...- Disse.
Sorri.- Hanna, linda, estou querendo dizer que o que nós temos um com o outro é diferente dos relacionamentos que já tive.
— Ah sim, isso é verdade. Você não é gay que nem o Sean, então é diferente.- Disse.
— Querida, esquece.- A beijei.
Retribui o beijo.
— Só para esclarecer, você é minha agora.- Disse.
Sorri.- Sim, sou.
— Não acredito que tenho uma namorada em uma semana.- Disse.
— Acho que fui fácil demais, né?- Perguntei.
— Não tem como resistir a mim.- Disse.
Ri.- Metido.
— Eu? Imagina.- Ri.
— O metido e a burra. Parece até um conto de fadas.- Sorri.
— Burra nada. Não quero ver você falando isso.- Disse.
— Ok então senhor não sei brincar.- Sorri e lhe dei um selinho.
— Vem, quero te apresentar alguém.- Disse.
— Ok.- Disse.
Levei ela e bati no quarto da minha mãe.- Mãe.
Ela abriu a porta.- Kai, o que foi?- Ela olhou a garota.- Quem é?
— Essa é a Hanna, minha namorada.- Disse.
— Prazer senhora.- Disse.
— Namorada?- Ela perguntou.
— Sim, é a garota que te falei.- Passei o braço ao redor dela.
— Oh, prazer em conhece-la querida. Você é linda. Kai tem bom gosto. Mikael venha aqui.- Ela chamou o marido.
— O que foi?- Ele chegou sem camisa.- Tem visitas?
— Deus, eu não quero saber porque você está sem camisa...- Disse.
— Essa é a namorada do Kai.- Ela disse.
— Namorada? Até que fim, estava achando que suas histórias eram só histórias. Ela é linda e com licença, gostosa.- Ele disse.
— Pai!- Exclamei.
Sorri e corei.- Obrigada senhor.
Ela riu.- Não dá bola para os homens dessa família querida.
— Quer ficar para jantar?- Perguntei.
— Será bem vinda.- Ela disse.
— Então eu aceito.- Disse.
— Ótimo, vai ser um prazer para nós.- Ele disse.
— Valeu, vamos.- Levei ela de lá.- Isso foi mais simples que imaginei.
— Foi?- Perguntei.
— Sim.- Nos derrubei na cama.
Sorri.- Que bom.
A beijei e terminamos o dia assistindo um filme, antes de jantar. As vezes eu me empolgava e fomos pegos num amasso que estava mais que quente quando Kol veio chamar para jantar. Esse correu bem, todos gostaram da Hanna e minha família foi a de sempre. Quando acabamos fui levar ela para casa e ela estava um tanto ansiosa.- Assim vou achar que seu pai é um gigante que vai arrancar minha cabeça.- Disse quando descemos do carro.
— Por ai.- Disse.
— Ainda bem que sempre ganhei de gigantes nos jogos.- Disse.
Sorri.- Ainda bem mesmo.
Chegamos na porta dela e entramos. Ela me conduziu até a sala.
— Hanna, você demorou.- Tom disse.
— Oi pai.- Disse.
Ele olhou.- Quem é esse?
— Boa noite, sou Kai, namorado da Hanna.- Disse.
— Sim.- Disse.
— NAMORADO!? Hanna, que história é essa? E você tira as mãos dela.- Tom disse.
— O que é isso?- Ela chegou na sala.
— Esse moleque chegou aqui dizendo que é namorado dela!- Ele exclamou.
— Moleque não senhor. Tenho 22 anos, estudo e trabalho.- Eu estava doido para dar uma boa resposta, mas era melhor evitar.
— Tom, se acalme, por favor.- Ela disse.
— Eu já namorei antes pai.- Disse.
— E vi bem como acabou. Fora daqui.- Ele disse.
— Ah, por favor. A sua filha é linda e eu vou continuar sendo o namorado dela. Hanna pode ser um tanto inocente, mas ela sabe o que quer, que sou eu. E eu a quero, adoro e a respeito. Minha família adorou ela e espero o mesmo recebimento.- Disse.
— Ok, você está sendo bem petulante garoto. Você não pode exigir nada e não começou nada bem.- Disse.
— Me desculpe senhora Marin, mas sou louco pela Hanna e não quero e nem vou me separar dela.- Disse.
— Louco não é uma boa definição para dizer o que sente sobre uma garota como Hanna. Louco você fica com uma prostituta se esfregando em você. Quero coisas concretas.- Disse.
— Acredite, não me apresentaria e a apresentaria se não quisesse algo sério. Passei o dia todo com ela hoje e sei que é isso que quero.- Disse.
— Sabe que quer a levar para cama, isso sim. Sua cara diz o safado que é.- Ele disse.
— Ok Tom, não exagere. Eu e meu marido vamos conversar e amanha Hanna lhe diz se o pai dela não lhe matar se chegar perto dela. Ele só precisa se acalmar. Você vai para casa agora.- Ela disse.
— Tudo bem.- Me virei para ela.- Boa noite linda e passe hidrante para não ficar ardendo. O dia foi perfeito.
— Tudo bem. Tenha uma boa noite.- Disse.
— Você também.- Dei um selinho nela e sai. Foi uma noite entre bem estar e tensão, mas uma coisa eu sabia, não ia a perder. No fim o pai dela cedeu, suspeito que ele até levantou meus antecedentes, mas não tem problema, a questão era que estava livre para ver ela. Durante a semana eu tive vários tempos livres e quando ela tinha também, aproveitávamos. Um desse foi agora, que fomos no cinema e quando chegamos no carro a agarrei; eu estava a quase um mês sem sexo.
— O que foi?- Perguntei.
— Você gostosa e eu com tesão pra cacete.- Beijei o pescoço dela.
Me arrepiei.- Obrigada, eu acho.
— Hanna, eu tenho que perguntar uma coisa.- Disse.
— O que?- Perguntei.
— Você é virgem?- Perguntei.
— Sou.- Disse.
— Tudo bem.- Ok, eu gostava dela e ela era virgem, como vou cheio de sede ao pote assim?
— E você não gosta disso.- Disse.
— Não amor, não é isso. É que eu estou meio na seca e sei como as garotas são nesse caso, preferem ir com calma.- Disse.
— Ah sim, ok então.- Olhei a hora.- É melhor eu ir para casa.
— Não.- A segurei.- É cedo ainda.
— Bem, isso porque você pode chegar a hora que quiser.- Disse.
— Mas nem é noite ainda.- Beijei pelo queixo dela e mordi o pescoço de leve. Ah, se ela não estivesse a fim era só me dizer, mas se eu não tentar, não íamos sair disso.
— Ok.- Disse.
Voltei a beija-la.
Retribui o beijo.
— Eu quero você minha por completo.- Disse.
— Hã...- Não sabia como responder essas coisas. Por isso homens não gostam de virgens.- Ok.
— Hanna.- A fiz olhar para mim.- Não tem que ceder a minha vontade, você quer?
— Não sei. Nunca pensei que teria que decidir, só que ia rolar.- Disse.
— Vamos sair daqui primeiro, ok?- Perguntei.
— Ok.- Disse.
Liguei o carro e saímos do estacionamento, estava quente ainda e me dirigi a um apartamento que eu tinha quando eu queria fugir da loucura de casa.- Bem vinda.
— Obrigada.- Disse.
— Quer alguma coisa?- Perguntei.
— Não, obrigada.- Disse.
— Ok.- Eu não tinha passado por um situação assim, mas de certo ponto estava gostando de controlar tudo.- Eu venho aqui quando estou cansado de tanta muvuca, aquelas meninas sabem como perturbar.
— Imagino.- Disse.
— Vem ver o quarto.- A levei. Não era um apartamento grande, mas me satisfazia muito bem.
— Tudo bem.- Disse.
Abri a porta.- Não é grande como o outro, mas é bom também
— Você tem bom gosto.- Disse.
— Em tudo.- Derrubei ela na cama, me deitando junto dela.
— Isso é. Você se veste muito bem.- Disse.
Sorri.- Mais ainda na minha namorada.- Subi a mão pela perna dela.
— É, talvez sim.- Disse.
— Talvez não, certeza.- A beijei.
Retribui o beijo.
Continuei tocando até a barra do vestido dela, esse eu comecei a subir, pegando na bunda dela.
Envolvi meus braços em torno do pescoço dele e acariciava sua nuca.
Meus sentimentos por ela aumentaram muito e de repente eu tinha certeza que estava apaixonado, e isso era estranho para mim. O beijo ficava mais intenso e tocava da coxa para a bunda, apertando ali.
Era novo para mim ser tocada assim e me sentia meio mal por ser virgem depois do que ele disse, e sabia que não devia me sentir assim.
Me afastei para tirar aquele vestido.- Qualquer coisa, me diga.
— Ok.- Disse.
Abri o zíper e a ajudei a tirar.- Cara, acho que você é mais gostosa de lingerie do que biquíni.
Sorri.- Qual a diferença?
— Esse só eu posso ver.- Toquei pelos seios dela.
Sorri.- Sim, só você.
— Que fique assim, sempre.- Beijei entre os seios dela e tateando nas costas até acertar o fecho e abri-lo.
Me arrepiei e suspirei pesadamente.
— Você é sensível.- Disse.
— Sim.- Disse.
— Eu gosto disso.- Peguei em ambos. Ah, eles são tão bons quanto imaginei.
Suspirei.- Que bom.
Desci as mãos e tirei a calcinha dela.- Completamente linda.
— Ah, vamos combinar que não é linda essa parte. É bem depilada, mas linda não.- Disse.
Hanna e suas pérolas, mas eu gostava, amava, isso nela e me fazia querer a proteger de quem pudesse se aproveitar disso.- Bem, na minha visão é.- Desci a mão pela coxa, chegando ali.
— Cada louco com a sua mania.- Disse.
— Não é uma boa hora para me chamar de louco.- Tirei minha camisa.
— Porque?- Perguntei.
— Logo vai saber.- Tirei a calça também.
— Ok, calma ai. Eu sei que você se conhecesse muito bem e não fica mais surpreso com o que o vê, mas eu é a primeira vez e você poderia ir com mais calma e eu poder processar isso né? Não tão lento porque não tenho paciência para lerdeza além da minha.- Disse.
— Você quer mais devagar?- Perguntei.
Ri.- Credo. Fomos feito um para o outro mesmo. Eu disse que você pode se despir com menos pressa, sem arrancar a roupa.
— Ah claro, você quer um stripper.- Ri, subindo na beirada da cama.
— Ah Deus, não.- Escondi meu rosto.- Desce dai, eu prefiro não ter essa visão desse ângulo ainda.
— Oh mulher indecisa.- Desci e fechei as cortinas, deixando o quarto escuro.- Melhor?
— Porque eu abro a boca mesmo?- Perguntei.
— Não é nada demais amor.- Tirei a cueca e subi na cama, ficando junto dela.
— Ok.- Disse.
A beijei.- Ok, foi mal, é que você está toda gostosa e eu a semanas sem sexo.
— Tudo bem.- Disse.
— Para se acostumar, talvez seja melhor assim.- Voltei a beijar ela e peguei sua mão, levando até meu membro.
Retribui o beijo e era estranho, mas não como eu pensei. Eu imaginava uma coisa muito nojenta e pegajosa, mas não era assim, ainda bem.
Guiei ela fazendo movimentos devagar e tentei me conter; ela parecia boa nisso, mãos suaves.
Ele movimentava minha mão e eu o acompanhava.
Fui parando o beijo e deixei ela continuar, enquanto me esticava para pegar a camisinha.
Continuei o que fazia, rezando para não errar.
Peguei a camisinha.- Aqui Hanna, deixa eu colocar.- Sorri.- Sinto que irei gostar muito das suas mãos.
— Que bom então.- Disse.
— Sim.- Abri e coloquei a camisinha. Afastei um pouco as pernas dela e me coloquei entre elas.
O olhei e eu sabia que ele era o cara certo, eu o amava. Tinha medo de dizer isso agora e ele não corresponder, mas eu o amo.
Me coloquei melhor e me deitei sobre ela, toquei seu rosto e a beijei de leve, enquanto começava a entrar nela.
Senti uma dor que não foi nem pouca nem muita, foi suportável.
— Tudo bem?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
Sorri e continuei até estar quase completamente dentro dela e comecei a me mover.
O beijei novamente e entrelacei meus dedos no cabelo dele.
Comecei devagar, já que ela parecia bem queria que ela curtisse tudo. Desci a mão até a perna dela e a trouxe mais para mim, podendo estar mais colado nela.
Desci meus lábios pelo maxilar dele, beijando por ali.
Gemi e peguei no peito dela, apertando de leve.
Gemi e suspirei pesadamente. Mordi de leve a orelha dele, beijando por ali.
— Ah Hanna...- Gemi.
Sorri. Eu não fazia ideia do que estava fazendo para agrada-lo, mas ficava feliz por estar fazendo isso.
— Você é muito mais gostosa que pensei.- Disse.
Sorri e beijava pelo seu rosto.- E sua agora.
Sorri e aumentei o ritmo da gente, ela até que já conseguia me acompanhar.
Eu sabia que ele não gostava muito de eu ser virgem e inexperiente, sentia isso. Mas eu esperava melhorar com o tempo e poder recompensar minha falta de experiência.
— Minha Hanna.- Disse no ouvido dela e mordi ali.
Sorri.- Sim, sua.
O tesão aumentava e sentia que com ela era mais gostoso por ser ela. É, eu estava apaixonado mesmo.
O beijei novamente e acariciava seu rosto.
Não precisava ter mais tanto cuidado e fui mais intenso. Esse orgasmo ia ser delicioso.
Entrelacei meus dedos no cabelo dele e acariciava ali.
Atingi o ápice e ela não gozou comigo, mas ia trabalhar nisso depois. Sorri.- Eu me rendo, sou apaixonado por você.
Sorri. Bem, estava bem perto do que eu sentia por ele que era amor, então ficava feliz.- Eu também.
— Sério?- Perguntei.
— Claro.- Disse.
Me deitei ao lado dela.- Você tá legal?
— Sim.- Disse.
— Ótimo. Sabe, eu achei que ia ser estranho.- Disse.
— Imagino.- Disse.
— Mas não, foi muito bom, até demais.- Disse.
— Que bom.- Disse.
Me virei para ela.- Você é especial Hanna e não estou falando de inteligência ou esperteza, e sim pelo que você é. Não deixe ninguém mudar isso.
— Não vou.- Disse.
— E eu prometo te proteger sempre de qualquer um que queira se aproveitar ou fazer mal por isso.- Peguei a mão dela e beijei.
— Eu sou burra, não idiota. Sei me cuidar.- Disse.
— Mas você tem a mim agora. E já falei para não ficar falando isso.- Disse.
— Se eu não me incomodo, você não tem que se incomodar também. Estou falando de mim.- Disse.
— Bem, só sei que se algum imbecil tentar falar um A de você, vai ficar sem dentes.- Disse, passando o braço por ela.
Sorri e beijei o peito dele.- Eu me conformo com isso então.
— Ótimo.- Abracei ela e me invadiu uma coisa diferente ao tê-la assim. Ela era minha Hanna, minha garota, minha mulher. Não conseguia pensar em mais ninguém depois de estar com ela. Por mais que quisesse, ela teve que ir embora, mas passamos a sempre ir no apartamento para nossos momentos. Eu acabei ficando com um certo ciúme quando ela fazia fotos mais ousadas e não era eu que tirava, mas não é que ela descobriu como me deixar calminho depois? Essa garota vai me deixar maluco, mas quem disse que isso é ruim?
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