Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capítulo o/ Agora começa o especial, oficialmente e estava louca para compartilhar com vocês. Bem, deixa eu explicar ou tentar, no caso HAHA' O especial é sobre uma família. Os pais são Mikael e Esther, a família é a Mikaelson que inclui dez filhos, sendo eles; Freya, Elijah, Klaus, Kai, Kol, Rebekah, Amara, Tatia, Katherine e Elena. Nessa ordem foi os nascimentos. O especial contará com 11 capítulos, sendo o ultimo o de Mikael e Esther. Os capítulos serão postados na ordem de nascimentos dos filhos e o par deles não iremos revelar para ser surpresa. Como vocês já viram no titulo a primeira é a Freya com o Dean. Conseguiram entender como vai ser? Espero que sim. Bem, vamos ver como vai ser esses dois? Nos vemos lá embaixo...

POV Freya.

O ano é 2009 e o dia, é simplesmente o dia mais feliz da minha vida; o dia da minha formatura! Sorri para meu reflexo no espelho. Sei lá se minha roupa estava boa, o que importa é a beca por cima e o chapéu na minha cabeça. Respirei fundo. Coloquei a beca, minha mini bolsa que cabia somente cartão de crédito, celular, corretivo, rímel e o batom que estava usando. Peguei o chapéu para colocar somente na hora. Desci para esperar todos e sair.

Elijah chegou logo depois de mim.- Nossa, você está linda.

— Obrigada.- Sorri.- Ai eu não consigo parar de sorrir, pareço uma idiota que usou botox demais.

— É que você está feliz.- Ele deu um beijo no meu rosto.- Minha geniazinha.

— Freya, a Rebekah não quer emprestar o batom que você deu a ela!- Tatia veio correndo.

— Ela me deu, não foi para você!- Rebekah disse.

Kath suspirou.- Talvez seja porque a Rebekah é feia e espinhenta!

— Kath!- Elijah exclamou.

— Que gritaria é essa?- Klaus perguntou.

Suspirei e sorri.- Aqui esse é para vocês quatro.- Peguei na bolsa o batom e dei a eles. Era um nude mesmo.

Tatia sorriu, pegando o batom.- Valeu.- E as duas saíram correndo.

— Meu Deus, não sei se quero elas logo grandes ou que voltem a ser bebês.- Klaus disse.

— Disse o garoto que se masturba até hoje com a foto da Megan Fox.- Disse.

— Eu não!- Klaus exclamou.

— Você sim, eu já vi.- Elijah disse.

— Um alerta; os peitos dela são silicone. Não sei se vale a pena desperdiçar espermatozoides por isso.- Ri.

— Mentira.- Klaus disse.

— São sim. Freya, imagina ele agora com carne fresca na universidade.- Elijah disse.

Ri.- Ele vai ficar bem doidinho. Não vai saber para onde mirar.

— Viu Kai? Estão falando de você.- Kol disse.

— E sabiam que o Kol é com a Miley Cyrus?- Questionei.

— É sim, eu vi.- Kai disse.

— Não Kol.- Klaus riu.

— Ele fica bem louquinho quando começa; “ I’ve the best of both worlds...”- Cantarolei.

— Freya, para com isso.- Kol disse.

— Acho que vai ser uma disputa; quem tem mais calo na mão.- Elijah disse.

— Não se preocupe Elijah, você ainda ganha.- Disse.

Kol riu.- Se deu mal.

— Não sou eu que vi pornô escondido de madrugada.- Elijah disse.

— E vi mesmo e isso não dá prazer nenhum. Tive que matar minha curiosidade mórbida. Me desculpem vocês que acham que mulher geme daquele jeito, não geme. E ela nem vai pedir para você suja-la com o seu “gozo”. É nojento e chega a dar arrepios de nojo e me dá vontade de limpar. Parece que tenho TOC.

— Credo, isso é nojento. Eles tratam as mulheres como objeto na maioria.- Elijah disse.

— Você bem que podia levar a gente no seu campus né Eli?- Kol perguntou.

— Isso, numa festinha.- Kai disse.

Ri.- Vocês dois, sosseguem. Joguem vídeo game e parem de pensar só em mulher.

— Ai estão vocês. Freya, minha princesa, está tão linda.- Meu pai disse.

— Agora ninguém tem as mãos mais calejadas do que a do papai, né?- Ri, mordendo o lábio.- Obrigada pai.

— Isso é. O pai é o melhor.- Kai disse.

— Obrigado. Não acredito que vai se formar tão cedo.- Meu pai disse.

— Nem eu.- Disse.

Rebekah veio correndo.- Pai, diz para elas que eu sou a mais bonita! Eu sou parecida com a mamãe, vocês não suas feias!

— Não somos não, você que é feia! E nós somos parecidas com a mamãe!- Tatia disse.

— Meninas, sem brigas. Rebekah, você é linda e elas não são feias. Quer dizer que quem é parecido comigo é feio?- Meu pai perguntou.

— Isso mesmo mocinha, é assim?- Elijah perguntou.

— Só as mulheres que são parecidas com o papai são feias, porque elas tem traços de homem!- Rebekah apontou a língua para a irmã.

— Eu não tenho traço de menino!- Tatia exclamou.

— Claro que não Tatia. Nenhuma de vocês tem.- Meu pai disse.

— A Freya parece com o pai, mas tem as características da mãe. E ela não é feia. Só...-Klaus começou.

— Klaus é para ajudar, não fala isso.- Elijah disse.

— Hey, o que você ia falar seu loiro de farmácia?- Questionei.

— Liga para ela não Taty, nós morenos somos em maior numero e mais bonitos. A unica linda é a mãe.- Kol disse.

— O resto é bem estranho.- Kai disse.

— Estranho é? Vou lembrar disso.- Disse.

— Cadê a sua mãe para gente ir?- Ele perguntou.

— Posso levar o carro?- Kai perguntou.

— Não.- Ele disse.

— Desculpe, estava ajudando a Elena e a Amara.- Minha mãe descia com elas.

— Tudo bem. Cadê a Kath?- Ele perguntou.

— No banheiro.- Ela disse.

— Vamos, vão se arrumando no carro.- Ele disse.

— Mãe, você deixa eu levar o seu?- Kol perguntou.

— Não. Eu vou com as quatro. Rebekah, Kai e Kol vão com o pai de vocês. Elijah, você pega seu carro e leva Freya e Klaus.- Ela disse.

— Isso é injusto, já sei dirigir e bem.- Kol disse.

— Mas só vai tirar a carteira depois do aniversário, então podem sossegar.- Meu pai disse.

— Ok, vamos de uma vez.- Disse.

Kath chegou e saímos. Não demoramos muito a chegar na faculdade.

— O seu é qual na fila?- Meu pai perguntou.

— Depois da turma de Economia.- Disse.

— Tudo bem, vamos tomar nossos lugares.- Meu pai disse.

— Pode deixar que a gente trouxe até cartaz para você.- Kai disse.

— Graças a Deus na minha pararam vocês dois a tempo.- Klaus disse.

— Foi injusto, fizemos uma homenagem a você.- Kol disse.

Ri.- Estou indo. Até depois.- Sai dali.

*****

Foi lindo. Só isso que tenho a dizer. Uma formatura sempre é linda, para falar a verdade. Deve ser um dos poucos momentos que arrepiamos com o hino nacional. Depois que tudo acabou, fui encontrar minha família.

— Ai mãe, para de chorar.- Klaus disse.

— Fácil dizer.- Ela disse.

— Você ainda vai ter mais nove.

Meu pai abraçou minha mãe.- Eu a entendo. Não podemos ser mais orgulhosos de você princesa. E sem ataque de ciúme dos nove, é o dia da irmã de vocês.

— Deixa eles.- Somente senti Rebekah, Amara, Tatia, Katherine e Elena me abraçarem.

— Você não vai sair de casa né?- Rebekah perguntou.

— Claro que ela não vai.- Elijah disse.

— Não permitiria isso meninas.- Meu pai disse.

— Só se levasse vocês junto.- Sorri para elas.

— Olha, vamos ter trabalho com essas meninas.- Klaus disse.

— Por isso vou ter a ajuda de vocês.- Meu pai disse.

— Klaus, você é um bebê ainda. Fica quieto.- Disse.

— Vamos tirar as fotos.- E começamos.

POV Dean.

Nem acredito que consegui, me formei. Claro que bombei em algumas matérias pelo caminho, mas consegui me livrar de tudo. Ah, nem me apresentei; sou Dean Winchester e acabei de me formar em Mecânica de Automovéis, acabei tipo, acabei mesmo, peguei meu diploma agora. É, vou sentir falta da universidade, peguei muita mulher aqui e me diverti muito. Eu não esperava cursar uma faculdade assim, mas meus avós me surpreenderam com uma poupança para mim e Sam, meu irmão mais novo. Meu pai não ficou muito feliz, sabe o orgulho é uma coisa séria em casa, mas acabou aceitando. Escolhi esse curso porque sempre vivi na oficina com ele (que começou pequena e agora estamos crescendo bem) e me apaixonei por carros. Sai do meio da turma e os vi.- Quem disse que eu ia bombar?

— Foi sorte bobão.- Sam disse.

— Parabéns garoto.- Meu pai disse.

Minha mãe me abraçou.- Meu menino, você foi ótimo. Parabéns.

— Dean, que orgulho de você garoto.- Meu vô disse.

— Obrigado. Vó, não precisa essa cara de choro.- Disse.

— Porque não viu a da mamãe.- Sam disse.

— Vocês são muito insensíveis.- Minha mãe disse.

— Concordo.- Minha vó disse.

— E não vai demorar vai ter a do Samy.- Meu vô disse.

— Mal comecei vô e é Sam.- Sam disse.

— Nem parece que até ontem os dois estavam brincando de carrinho pelo chão da casa.- Meu pai disse.

Minha mãe suspirou.- Daqui a pouco estão saindo de casa. Isso é um pesadelo. Não sei se gosto mais de formaturas.

— Calma mãe, não vou sair tão cedo.- Disse.

— A não ser que alguém te enlace por ai.- Meu pai disse.

— Não sei é como ele chegou até aqui sem nenhuma grávida por ai.- Sam disse.

— Sam!- Ela exclamou.

— Qualquer coisa te passo os números das que ainda estão ai. E não vou ligar, afinal é um elogio já que não engravidei alguém sem querer.- Imaginei a cena.- Deus, não mesmo.

— Vocês poderia por favor parar de falar dessas coisas?- Ela perguntou.

— Sim, somos novos para sermos avós.- Meu pai disse.

— Bisavós.- Meu vô disse.

— Sim.- Minha mãe disse.

— Calma gente, sem bebês por um tempo a vista. Só o Sam que tem cara de casar logo.- Disse.

— Eu não.- Sam disse.

— Menos mal.- Ela disse.

Estava rindo e olhei ao redor. Vi a Freya.- Espera ai.- Me afastei deles e cheguei junto dela.- Olha se não é a gênia da universidade.- Disse rindo.

POV Misto. (Dean e Freya.)

Suspirei.- Você de novo.

— Ah é assim? Vai me renegar na frente da sua família?- Questionei.

— Só estou cansada de cantadas.- Disse.

— Quem é esse Freya?- Elijah perguntou.

— Isso mesmo, quem é?- Klaus perguntou.

— É o Dean. Um amigo.- Disse.

— Amigo, sei.- Mikael disse.

— Prazer, Dean Winchester. Nossa, bem que falou. É muita gente.- Disse.

— Sim.- Disse.

— Eu tenho um só e já me deixou doido.- Disse.

— O Sam é fofo.- Disse.

— Fofo e agora chato com direito.- Disse.

— Qual o problema com Direito?- Klaus perguntou.

— Klaus vai fazer direito.- Disse.

—Ah sim.- Disse.

— Você fez o que?- Mikael perguntou.

— Mecânica de automóveis.- Disse.

— Show! Quero isso também.- Kai disse.

— Você quer tudo que os outros fazem.- Ri e beijei os cabelos dele.

— Vai na festa?- Perguntei.

— Ainda não sei. Gosto de comemorar com a minha família.- Disse.

— Vamos vai.- Disse.

— Preferimos que vá para casa.- Mikael disse.

— Fazem assim; Elijah e Klaus vão com você, e vocês voltam antes das 23:00 para podermos jantar em família.- Esther disse.

— Boa ideia. Assim os dois cabeças conversam sobre as coisas da lei. Samy.-Chamei.

Ele foi até eles- O que foi? Oi Freya.

— Oi Sam.- Disse.

— Ele é bonito.- Rebekah disse.

— É mesmo. Quer ser meu namorado?- Tatia perguntou.

— Nossa, seria uma honra linda.- Sam disse.

— Ele é grande.- Kol disse.

— Vocês vão ser altos também.- Mikael disse.

— Sim.- Esther disse.

— Podemos ir nessa festa também?- Kol perguntou.

— Não, vão para casa.- Mikael disse.

— Esperamos vocês para jantar.- Esther disse.

— Eu quero dormir com você hoje Freya.- Elena disse.

Sorri.- Combinado.

— Que bonitinha.- Disse.

— Ela é o meu carrapato.- Acariciei os cabelos de Elena e beijei o nariz dela.

— Tudo bem. Turma para casa. Meninos, olho na sua irmã.- Mikael disse.

— Pode deixar.- Elijah disse.

Saímos de lá. Me despedi dos meus pais e avós, e todos seguimos para onde seria a festa. Todas as turmas formadas se combinaram para um lugar e era engraçado ver tantos jeitos diferentes. Klaus e Sam conversavam enquanto Elijah olhava por ai. Peguei uma cerveja.- Quer uma?

— Não, obrigada.- Disse.

— Qual é? É a nossa formatura, relaxa. Só uma.- Disse.

— Hã... Não.- Disse.

— Nossa, você não muda.- Tomei da minha.- E ai? Como é terminar antes de todo mundo?

— Diferente. Porque eu sei que eu posso detonar com qualquer administrador que tenha vinte anos de trabalho.- Disse.

— Nossa, quanto poder.- Ri.- Seu pai deve estar amando isso.

— Não é poder. Eu sei, é diferente. Com onze anos eu já ia para empresa com meu pai e ele me ensinava. Entrei na faculdade já podendo dar aula.- Disse.

— Isso eu sei como é. Quando comecei já podia montar e desmontar motores de olhos fechados.- Disse.

— A diferença é que a sua área é manual basicamente, a minha é financeira e como onze anos já era melhor que o contador da empresa.- Disse.

— Ou seja, mais inteligente.- Disse.

— Por ai.- Disse.

— Uma maneira muito sutil de falar claro. Vai ficar tudo em família mesmo?- Perguntei.

— Óbvio. Eu já fico com o pé atrás de quererem colocar o Damon na empresa para substituir o Guiseppe. Não parece do tipo competente, só se mete em merda no colégio junto com Kol.- Disse.

— E o garoto quer isso?- Perguntei.

— Sei lá, não me interessa. Ele nunca me pareceu boa companhia para Kai e Kol, muito encrenqueiro. Já deixei claro para ele, pouco me importo que ele tenha quinze anos, que se ele fazer alguma merda na minha empresa, eu castro ele e faço ele engolir.- Disse.

Engasguei e cuspi um pouco da bebida.- Quem vê esse rosto lindo não imagina o gênio forte.

Me escorei no balcão.- Acho que ele ficou com medo de mim. Não é que eu não goste dele ou queira o mal dele, longe disso. Eu adoro ele desde que ele era bebê, mas depois de adolescente eu não consigo suportar aquele garoto sempre arrumando encrenca para Kai e Kol e eu tendo que esconder do pai para ele não mata-los. É da idade, mas...

— Você é uma leoa com eles, sempre percebi isso.- Disse.

— Claro. E hoje em dia eles nem dão bola para mim, só na hora do aperto.- Disse.

— Eu sei. Esse cabeçudo ai vivia no meu pé, mas depois que entrou na faculdade se acha melhor e mais inteligente que eu.- Disse.

— A diferença é que o Sam tem dezoito anos.- Disse.

— Bem, porque estamos falando dos pirralhos mesmo?- Perguntei.

— Porque a conversa surgiu.- Disse.

— Vamos deixar eles para lá. Vem.- Disse.

— Para onde?- Perguntei.

— Dançar, se divertir... Lembra quando fizemos isso ano passado? Fiz você rir.- Disse.

— Somos só amigos, Dean.- Disse.

— E isso impede de dançar? Você já me deixou claro isso.- Disse.

— Ok então.- Disse.

Passamos pelo meio de gente e paramos, começando a dançar .É, eu tinha uma certa queda pela Freya; ela era a única mulher que eu já quis, mas que não caiu na minha. Isso me fez a ver diferente, só que prefiro não insistir e manter nossa amizade que é melhor do que ficar longe dela. Dançamos umas três musicas e tinha a feito relaxar. Ríamos do que ia vir a frente e de como faria falta a faculdade.- Tinha esquecido como dança bem.

— Não acho.- Disse.

— É claro que dança. Tinha uns dez otários babando em você.- Disse.

— Se tivessem, Klaus já teria arrumado briga.- Disse.

— Acho que ele não viu, porque está meio ocupado com uma loira ali.- Disse.

Suspirei e fui até Klaus. Cutuquei o ombro dele.- O que você tá fazendo? Ô minha querida, ele é menor de idade, tá ouvindo? Eu posso te denunciar.

— Freya!- Klaus exclamou.

Ri da cara dele e da garota indo embora.

Puxei ele para perto de mim.- Você completou dezessete a uns dias. Vai ficar quietinho aqui.

— Não deu nem para pegar o telefone dela!- Ele exclamou.

— Ainda bem. Ela deve ter vinte e dois como o Dean e você é uma criança.- Disse.

— Que criança o que.- Klaus disse.

— Viu Sam como eu sou bonzinho com você?- Questionei.

— Só se for com os outros. Sua cara não engana ninguém.- Sam disse.

— Só porque ele tem pelo no corpo, ele acha que é homem.- Segurei o queixo dele delicadamente.- Você é lindo Klaus e não vai ser brinquedinho de quarentonas querendo serem jovens. Seja mais homem e ignore.

Ele virou a cara.

Merda, esse pirralho ia acabar estragando a noite.- Vamos comer alguma coisa? Desde que chegamos aqui não comemos.

— Nossos pais estão nos esperando para jantar. Não vamos comer nada.- Disse.

— Só uma batatinha não faz mal.- Disse.

— Tudo bem.- Disse.

Pedi uma porção e comemos algumas.- Já vai começar a trabalhar direto ou vai descansar um pouco?

— Vou descansar duas semanas.- Disse.

— Eu também. Vai viajar?- Perguntei.

— Não. Vou ficar em casa colocando séries em dia com essas pestes que não me olham na cara por causa de um rabo de saia. E quando eles saem na briga com os caras, eles gostam.- Disse.

— A gente podia sair então.- Disse.

— O que?- Perguntei.

— Se ver durante essa folga.- Disse.

— Ah sim.- Disse.

— Vou te ligar então, mas não vamos perder o contato. Eu gosto do tempo que ficamos juntos.- Disse.

— Eu também.- Disse.

— Sério?- Perguntei.

— Sim.- Disse.

— Eu poderia jurar que mal está esperando pra se livrar de mim.- Disse.

— Nesse momento eu estou louca para ir para casa, comer a comida da minha mãe, tomar um banho e dormir. E dormir muito para recompensar o sono perdido com provas, trabalhos e depois com a organização da formatura.- Disse.

— Vai então, não se prenda por mim.- Disse.

— Tenho que achar o Elijah.- Disse.

— Sam, usa as suas canelas para alguma coisa e procura ele ai.- Disse.

— Quanta educação.- Sam disse.

— Não precisa Sam.- Disse.

— Eu faço.- Ele olhou por alto.- Está conversando com uma garota ali do outro lado.

Suspirei.- Que ótimo. Vou mofar aqui então.- Sentei no banco.

— Vai buscar ele agora.- Klaus disse.

— Ele tem dezoito.- Disse.

— Eu resolvo para você.- Disse.

— Não precisa, deixa.- Disse.

— Não, tudo bem.- Sai na direção que Sam disse e consegui achar o garoto. Disse que ela não estava muito bem e ele voltou logo.

— Freya, tudo bem?- Elijah perguntou.

— Sim, pode voltar. Eu disse para o Dean não ir e ele não me ouviu.- Disse.

— Tudo bem, podemos ir.- Disse.

— Não. Ainda temos duas horas para ficar. Pode voltar para lá.- Disse.

— Tem certeza?- Perguntei.

— Sim.- Disse.

— Tudo bem então.- Ele saiu.

POV Dean.

Eles ficaram por ali e eu e ela conversávamos. Eu prestava atenção nela. Quer dizer, sempre prestei, mas hoje percebi que agora não teremos mais nossas conversas e tempos a toa. Disfarcei e ficamos assim até a hora dela ir. Depois eu tinha que ficar de olho no Sam, e perto de meia noite fomos para casa. No outro dia não vou negar; eu dormi, dormi pra cacete. Fiquei de bobeira pelo sofá e ria dos meus avós contando historias e tal. No outro dia foi o mesmo, mas de bobeira, peguei meu telefone e mandei uma mensagem para Freya.

Dean Winchester: Pronta para sair desse sofá?

Freya Mikaelson: Não mesmo.

Dean Winchester: É bom né?

Freya Mikaelson: Sim.

Dean Winchester: Então que tão juntar eles? Vou para a sua casa; melhor que sair.

Freya Mikaelson: Pode ser. Se não se importar com crianças de dez anos e doze.

Dean Winchester: Ficou tudo bem depois da festa?

Freya Mikaelson: Como assim?

Dean Winchester: Seu irmão estava bem chateado.

Freya Mikaelson: Não importa. Ele faz o mesmo comigo. O diferente é que eu sei que ele faz por amor e não fico nem um pouco chateada. Acho até fofo. Se ele quiser conversar comigo de novo, ele que venha.

Dean Winchester: Ah sim. Então posso ir para ai?

Freya Mikaelson: Pode.

Ela mandou o endereço e logo sai do bate papo. Me troquei e sai. Nossa, eu sabia que a família dela era rica, mas nem tanto. Me deixaram entrar, parei, desci e toquei a campainha.

POV Misto. (Dean e Freya.)

Amara abriu a porta.- Oi.

— Oi hmm...- Esqueci o nome da garota.- Sua irmã está ai?

— Está na sala, deitada só de calcinha e uma blusa. Você não pode ver.- Amara disse.

— Hey!- Gritei da sala.- Eu não estou só de calcinha não, é um short.

— Mas parece uma calcinha de tão curto.- Amara disse.

— Eu peguei um lençol, pode vir Dean.- Disse.

— Suas irmãs são uma fofas.- Disse entrando e tentando não observar as pernas dela.

Sorri.- Sim são.

Amara voltou a sentar no colo de Freya.

— Tá vendo o que?- Perguntei.

— Estamos fazendo maratona de Charmed.- Disse.

— Não conheço.- Disse.

— Você é um E.T?- Perguntei.

— Você sabe que não.- Disse.

— Se você me disser que não conhece Harry Potter, eu te mato com um pé de cabra.- Disse.

— Ah, esse sim.- Disse.

— Menos mal. Ai, nem acredito que semana que vem, dia 15 de julho, vai estrear Harry Potter e o Enigma do Príncipe.- Disse.

Ri.- Que empolgação.

— Claro que sim!- Disse.

— Você vai se dar bem com o Sam nisso. Ele me fez ir com ele nos outros.- Disse.

— Sam é inteligente. Eu vou com Elijah e Klaus. Isso é, se Klaus falar comigo até lá. Se não vou ir com Elijah só ou meu pai.- Disse.

— O meu mais esperado já foi, agora vou me contentar com Predadores no fim do mês.- Disse.

— Eu podia convidar o Sam para ir comigo. Ele seria um ótimo namorado né meninas?- Questionei.

— Com certeza! Ele é lindo e alto.- Tatia disse.

— E meu namorado o primeiro requisito é amar Harry Potter.- Disse.

— E é? Essa é nova. Ainda bem que vi todos os filmes na estreia.- Disse.

— Isso não te faz amar HP. Para amar, você tem que sentir. Você tem que chorar com o Harry, chorar quando um personagem que você ama morre, chorar quando tem uma cena fofa ou triste. Sentir o filme, sentir os livros. É puro amor.- Sorri.- Eu sou poética quando quero.

— Quem é você e o que fez com a minha Freya?- Questionei.

— Sua?- Perguntei.

— Eu disse isso? Não, entendeu errado...- Disse.

— Eu tenho ótimos ouvidos.- Disse.

— Pois entendeu errado.- Disse.

— Ok.- Disse.

— Cadê o resto da tropa?- Perguntei.

— Meu pai fazendo churrasco, minha mãe o almoço em si e os outros na piscina.- Disse.

— Ah tá, cheguei de intruso.- Disse.

Pausei o DVD.- Vamos lá na piscina comer uma carne.- Tirei o lençol e me levantei.

— Não quero atrapalhar vocês.- Disse.

— Vamos lá.- O peguei pela mão, levando-o para lá. Não importava pelo meu short. Estava vestida onde importava.

Segui ela. Ok, segui ficando pirado na bunda dela, mas tinha que me controlar. Chegamos na parte de trás e cacete.

— Pai, tem carne pronta já?- Perguntei.

— Tem sim amor. Já tá com fome?- Mikael perguntou.

— Sim.- Deixei Dean com Klaus, Elijah, Kai e Kol, e fui pegar um pedaço de carne.

— Então você voltou para falar com ela.- Klaus disse.

— Somos amigos.- Disse.

Me sentei do lado da churrasqueira para ir comendo os pedaços de carne. Que visão linda; eu comendo churrasco, de pijama na piscina; ótimo.

— Freya, o que seu conhecido está fazendo aqui?- Mikael perguntou.

— Ele é meu amigo e veio visitar.- Disse.

— Amigo?- Ele perguntou.

— Sim.- Disse.

— Não parece querer isso.- Ele disse.

— Como assim?- Perguntei.

— Nenhum cara vai na casa da amiga do nada, coisa que nunca fez durante o estudo.- Ele disse.

— Pai, desencana.- Disse.

— Posso ficar despreocupado?- Ele perguntou.

— Pode.- Disse.

— Que bom porque por mim vai ficar assim para sempre.- Ele disse.

Ri e fui até onde eles estavam. Foi novo meu pai não ter se importado com o meu pijama.

— Cara, seus irmãos são engraçados.- Disse.

— Eu sei.- Disse.

— Ele disse que tem um Impala... Isso é raridade.- Kol disse.

— É, mas nem pense em chegar perto do meu bebê.- Disse.

Ri.- Ele conseguia todas as garotas da faculdade assim.

— Quer dizer que elas só queriam o meu carro?- Perguntei.

— Sim.- Disse.

— E eu achava que era meu charme.- Disse.

— Não.- Disse.

— Pobre de mim.- Ri.

— Sim.- Disse.

Ri e acabei comendo com eles. Claro, eu não sou de recusar comida. Estava divertido e finalmente ficou só nós dois.- Eu não sei se me acostumaria com tanta gente.

— Todos dizem isso.- Levantei.- Eu vou ir colocar uma roupa decente.

— Pode me mostrar o banheiro?- Perguntei.

— Claro.- O levei até o banheiro social. Combinamos de nos encontramos novamente no jardim. Subi para meu quarto.

Fui no banheiro e olhei pela casa. Acabei vendo ela descer.- Eu preferia a outra.- Disse de atrás dela.

— Outra o que?- Perguntei.

— Roupa.- Disse.

— Não era roupa. Era um pijama.- Saímos para o jardim.

— Por isso era bom.- Disse.

******

POV Freya.

Os meses passaram rapidamente e eu já trabalhava com meu pai. Eu amo aquela empresa demais. Eu e Dean ficamos cada vez mais próximos e íntimos. Falávamos de tudo – ou quase tudo- , mas eu o considerava meu melhor amigo. Mantinha também contato com as minhas amigas que são a Camille e a Jenna. O tempo passou tão rápido que hoje é dia 31 de dezembro de 2009. Eu não estava afim de sofrer com o frio – e como eu ia sair com meus amigos da faculdade- eu resolvi colocar uma calça jeans preta, uma bota de cano longo até o joelho, blusa de gola alta, um blusão muito bonito branco e um casaco longo branco também. De acessórios coloquei um anel, brincos e fiz uma maquiagem. Um fato curioso sobre mim. Terminei de me arrumar e desci.

— Tá bonita.- Kai disse.

— Obrigada.- Disse.

— Ainda não gosto disso de você ir.- Meu pai disse.

— Porque?- Perguntei.

— Passar o ano novo longe de casa.- Ele disse.

— Pai, não faça esse bico.- Ri.- Você mais que ninguém sabe que a mãe não gosta de comemorar no dia 31 de madrugada porque o vô e a vó só vem amanha. E meus colegas me convidaram, seria chato recusar.

— Podemos ir também?- Kol perguntou.

Sorri.- Infelizmente não amorzinho.- Beijei a testa dele.

— Isso ainda vai ter volta, vocês vão ver.- Kol disse.

— Vai fazer o que?- Perguntei.

— Ninguém vai impedir de ir nas festas.- Kol disse.

— Vai achando isso.- Meu pai disse.

— Deixa ele sonhar.- Minha mãe disse.

— Qual é mãe!- Kai exclamou.

— Abaixa o tom, Kai.- Minha mãe disse.

— Não fiz nada.- Kai disse.

— Vocês dois estão se achando muito velhos já. Acho bom se aquietarem.- O pai disse.

— Que nem o Klaus na festa da formatura. A um mês tinha feito 17 anos e já queria pegar uma mulher mais velha. Uma criança.- Disse.

— Mentira. Sério?- Kai perguntou.

— Sim. Ele não aceita que é uma criança para essas coisas. A mulher ia notar na hora que ele não é experiente. Que nem vocês.- Disse.

— Queria ter visto isso.- O pai disse.

— Por isso ele estava tão puto aquela semana.- Kol disse.

— Olha o palavreado garoto.- A mãe disse.

— Pois é. Dá vontade de rir imaginando a cena se ele tivesse continuado.- Disse.

— Rir de que?- Klaus chegou.

— Nada não.- Disse.

— Sei.- Klaus disse.

Sorri.- Sério.

POV Misto. (Dean e Freya.)

Ah, esses meses passaram voando. Eu me firmei na vaga de uma empresa automobilística e tô ganhado até que bem. Em casa está tudo tranquilo e estou gostando dessa vida nova. O melhor de tudo é a Freya. O que não tivemos na universidade estamos tendo agora. Eu sinto que minha atração por ela está mais para sentimento do que só vontade de transar, só que ela sempre diz que me vê só como amigo. Eu tenho minhas duvidas e na noite de hoje vou arriscar. Me arrumei; uma calça Jeans, uma camisa branca e uma jaqueta. Me despedi de todo mundo em casa e parti para onde era a festa. Ela demorou um pouco, mas quando chegou... Ah merda, como ela está linda.

Sorri e fui até ele meio que correndo quando desci do carro. Caia neve. Não era muito comum nevar em LA, mas de vez em quando acontecia e eu adorava quando acontecia.- Está frio.

A segurei nos meus braços. Adorava quando podia fazer isso.- Tadinha, eu te esquento.

Sorri e toquei seu peito.- Você está com pouca roupa, não está com frio?

— É só começar a dançar.- Disse.

Sorri e entramos. O calor do ambiente aqueceu o meu corpo e pude tirar o casaco que usava, deixando na “chapelaria”.- Onde está o Francis?- Ele é quem está dando a festa.

— Estava conferindo a comida quando eu vi ele.- Disse.

— Vamos ver ele então.- Comecei a andar, procurando ele.

Andamos pela casa e vimos os tufos loiros.- Francis.

— Ah, oi.- Francis disse.

— A festa tá linda.- Disse.

— Valeu, a Mary me ajudou. As bebidas e comidas estão naquele lado, os banheiros lá em cima.- Francis disse.

— Ok.- Disse.

— Cara, relaxa e curte a festa também.- Disse.

— E a Jenna, viram? Ela disse que uma das metas para o ano novo é beijar um garota e ela quer que eu seja essa garota! Vou dizer para ela que só um selinho no máximo ou se não ela que persiga a Cami.- Disse.

— Como é?- Perguntei.

— E perdeu Dean. Vi ainda não.- Francis disse.

— Ela quer beijar uma garota e eu disse que no máximo um selinho comigo.- Repeti para Dean.

— Olha o lado positivo cara, pode ser sexy.- Francis disse.

— Vamos ver se ela consegue.- Sorri. Quem iria beijar ela seria eu.

— Que sexy que nada. Vai ser nojento. Mas selinho vai até, eu dou na minhas irmãs.- Disse.

— Quem sabe não se surpreende com quem vai beijar?- Francis questionou.

Aquele filho da puta ia me entregar?- Não vou deixar ninguém.

— Não pretendo beijar ninguém.- Disse.

— Sei. A Mary tá me procurando, até mais.- Ele saiu.

Conversamos com mais amigos, rimos, dançamos, comemos e quando vimos já ia dar a hora. Fomos todos para a varanda e dava para ver a queima de fogos dali e começamos a contar. Peguei na mão dela e sorri, ela retribuiu. Não conseguia pensar em melhor jeito de ter ano novo.

Por um lado eu adorava ano novo por outro nem tanto. Não via tanta graça em comemorar, sendo que é só um outro dia na semana, um novo mês... Mas sei lá, na hora da contagem a gente se contagia e no próximo minuto você se dá conta que foi muito idiota por ficar ansioso por isso.

Zerou e os fogos começaram, junto com os abraços e beijos.

Ri e sai da multidão, deixando os apaixonados por lá.

— Hey.- A segurei e a puxei para mim.

— O que?- Perguntei.

— Feliz ano novo.- Disse.

— Feliz ano novo.- Disse.

Sorri e no que fui a abraçar, a beijei.

Fui pega de surpresa, mas acabei retribuindo. O que fez eu ficar surpresa comigo mesma.

Ela retribui e não me bateu como imaginei. Saboreei aquele beijo e percebi como era gostoso ter ela.

Bem, ele não beija como imaginei. Não no sentido literal, ele beija bem, mas pensei que ele era mais intenso. Por tantas garotas serem loucas por ele. Ok Freya, para de pensar nisso. Me afastei dele.- Dean... não podemos fazer isso.

— Porque não?- Perguntei.

— Porque não.- Disse.

— Deixa disso Freya.- A puxei, a beijando de novo.

Eu devia ter me desvencilhado, mas acabei retribuindo novamente.

A segurei contra mim. Ah, com era bom sentir seu corpo assim.

Santo Deus, eu não devia fazer isso. Isso é completamente errado. Ele é meu amigo. Amigos não podem se beijar, não é?

Eu gosto dela, sentia isso explodir agora, mas ia deixar rolar, não ia contar para ela. Senti meu pulmão pedir por ar, mais ignorei isso.

Acariciava a nuca dele.

Tocava as costas por inteiro e me segurava para não chegar até a bunda.

Acariciava a lateral do pescoço dele e minha outra mão o seu peito.

Encostei ela na parede, mas parei o beijo, eu precisava de ar.

— Eu vou dar uma volta.- Sai dali.

— Freya...- Sai atrás dela, mas pelo caminho muitos me cumprimentavam, então demorei até alcançar ela.- Hey, o que foi?

— Vim dar uma volta, como falei.- Disse.

— Como se fosse isso. Tudo bem?- Tirei o cabelo do rosto dela.

— Não. Estou com frio.- Disse.

— Hey.- A virei para mim.- Eu esquento você.

O olhei. Os lábios dele estavam rosados pelo frio ou pelo beijo, sei lá. Sempre quis que meus lábios ficassem rosados pelo frio, é sexy. Mas eu não sou nada sexy e me pergunto porque diabos ele teria me beijado. Ele sempre saia com garotas gostosas e sexys.

Passei os braços ao redor dela.- Coloca por dentro da minha jaqueta.

— Minha mão está gelada, seria maldade te tocar.- Disse.

— Então...- Tirei a jaqueta e coloquei nela.- Pronto.

— Você tá maluco?- Tirei a jaqueta e dei a ele.- Você vai morrer de frio. O mais fácil é voltar para dentro.- Me dirigi para a casa.

A segui.- Está tudo bem Freya, eu aguento.- Ela estava estranha.

— Ok.- Disse.

— Vem, vamos dançar para você se esquentar.- Disse.

— Ok.- Disse.

A levei até a pista e começamos.- Cara, você está gelada.

— Eu sei. Está frio.- Disse.

Esfreguei minhas mãos uma na outra para ver se esquentava elas.- Você está tão linda.

— Obrigada.- Disse.

— Melhorando?- Perguntei.

— Sim.- Disse.

— Vem cá.- A segurei pela cintura e nos deixei colados.- Agora tenho certeza que vai ficar quentinha.- Disse no ouvido dela.

Me arrepiei e mordi meus lábios. Dean não era o tipo de cara que gostava de se arrumar, ele era mais “grosso” do que “mauricinho”, mas com o tempo eu aprendi a gostar do perfume que ele usa.

Minha mão entrou pelos cabelos dela e a beijei de novo.

Mesmo não devendo, retribui o beijo.

Dessa vez não economizei e a beijei na intensidade da minha vontade. Droga, acho que estava mesmo apaixonado por ela.

Acariciava o peito dele e a outra mão seus cabelos.

A segurei mais contra mim e me deixava levar por aquele beijo.

Eu sempre fui aquele tipo de garota que lê vários livros de romance sabe? E fica se imaginando no lugar da principal do livro. E eu sempre gostei daqueles em que o cara é meio louco, ciumento, possessivo, dominador e tudo mais. Deve ser porque é isso que sempre vi em casa com meu pai e minha mãe. Não que meu pai mostrasse muito isso na nossa frente, mas as vezes dá para perceber se você presta atenção. Mas claro que meu pai também é carinhoso, gentil, fofo e doce. Ele não é bruto, longe disso, ele é até meio chorão as vezes. Eu não sei ainda como é o Dean, mas ele me parece o oposto do que eu sempre quis, e não é que eu estava começando a gostar disso nele? Eu não devia me apaixonar por ele; tudo dizia que ele não fazia o meu tipo. Estava tudo tão bem enquanto só me apaixonava por caras de livros.

Eu não devia me apaixonar, não devia. Mas a Freya é tão... Ela. Ah, eu posso quebrar a cara, mas eu quero essa mulher.

Parei o beijo quando senti algo se “mover” demais perto da minha coxa.- Acho que é melhor irmos tomar alguma coisa.

Sorri.- Gelado de preferência.

Ri.- Ok.

Fomos até o balcão e peguei uma cerveja.- Quer o que?

— Pode ser um drink de abacaxi com leite condensado.- Disse.

— Tá.- Pedi e quando veio bati no copo dela.- A melhor virada de ano de todas.

Sorri para ele e bebi do drink.

— Vai passar a noite?- Perguntei.

— Não. Vou para casa. Amanha meus avós vão almoçar.- Disse.

— Os meus também.- Disse.

— E você vai ficar aqui?- Perguntei.

— Até você querer ir embora.- Disse.

— Dean, você é um amor, mas não precisa ir embora cedo por minha causa.- Disse.

— Relaxa linda, eu sei o que tô fazendo.- Disse.

— Tudo bem.- Disse.

— Veio de carro?- Perguntei.

— Sim.- Disse.

— Ah tá. Mesmo assim te escolto até em casa.- Disse.

Ri.- Ok, segurança.

— Sou sim. Tenho que prezar pelo que é meu.- Disse.

Sorri.- Seu é? E o que é seu?

— Você. Completamente.- Bebi da cerveja, mas sem deixar de a olhar.

Sorri e mordi meu lábio.- Será?- Perguntei o provocando.

— Tenho toda certeza.- A beijei de leve.

Sorri.- Tudo bem.

Rimos e depois dançamos mais, e era aquilo que eu queria. Era alta madrugada quando ela decidiu ir para casa, então a segui até em casa. Quando ela estacionou parei junto dela.- Entregue senhorita.

Sorri.- Boa noite Dean.

— Não tá faltando nada não?- Perguntei.

— O que?- Perguntei.

— Isso.- A beijei.

Retribui o beijo.

A virei, deixando de costas para o carro e minha mão acariciava sua cintura enquanto a deixava junto a mim.

Envolvi meus braços em torno do pescoço dele e entrelacei meus dedos no cabelo dele.

Nós já tínhamos uma certa intimidade, então minha mão desceu pela perna dela, indo até sua bunda.

Sorri contra os lábios dele.- Você está se aproveitando bem né?

— A tentação é grande.- Disse.

Olhei a hora no meu celular.- São 3:15. Eu preciso ir. Consegue dirigir? Não está cansado demais? Porque se estiver, pode ficar aqui.

— Posso?- Perguntei.

— Claro. Não quero que sofra um acidente.- Disse.

— Tudo bem.- Disse.

— Ok.- Coloquei meu carro na garagem e ele colocou o dele no jardim. Abri a casa e estava tudo escuro pois todos dormiam.- Vou te mostrar onde fica o quarto de hóspedes.- Sussurrei para ele.

— Hóspedes?- Perguntei.

— Bem, sim. Porque?- Perguntei.

— Achei que ia ficar com você.- Disse.

Sorri.- Tudo bem então.- Subimos para meu quarto e ele é bem grande: Uma parede bem comprida era feita só para minha estante de livros. Outra tem uma estante com DVD’s de filmes, séries e alguns shows. Eu tenho um computador de mesa e um notebook. O de mesa é para trabalho, o notebook para lazer, assim me organizo melhor. Tinha a minha escrevinha então e a minha penteadeira, fora o móvel que ficava minhas bijus e jóias com todos os meus perfumes em cima. E um armário bem grande e a cama, claro. Na frente da cama tinha um baú que eu colocava lembranças. Tipo revistas, recortes e etc.- Eu vou tomar um banho rápido. Não ia conseguir dormir assim.

— Posso tomar também.- Disse.

— Depois de mim pode.- Sorri. Peguei uma calcinha e uma camisa para dormir. Sim, eu sou o tipo de irmã que pega uma camisa de cada irmão e do pai para depois dormir com elas.- Já volto.- Fui tomar banho.

Observei ela ir e olhei ao redor, ainda me impressiona essa casa. Mandei uma mensagem para casa avisando onde estava. Tirei os sapatos e a camisa, deitando na cama.

Tomei um banho e logo voltei para o quarto. Como ele estava deitado, passei por cima dele para o outro lado.

— Isso é o que posso chamar de a tentação em cima de você.- Disse.

Ri.- Bobo.

— É sério.- Disse.

Sorri e toquei seu rosto.- Nunca me imaginei assim; eu e você numa cama juntos. Ou você em uma cama sem segundas intenções.

— Sem?- Questionei.

— Sim.- Disse.

Subi a mão pela perna dela.- Você está dizendo isso.

Sorri.- Mas é tão fofo. Faz eu me sentir diferente para você. Não uma qualquer.

— Não me chama de fofo. E você nunca foi uma qualquer para mim.- Disse.

— Porque não gosta que te chamem de fofo?- Perguntei.

— Porque não sou esses molenga fofinho.- Disse.

— Ah, então você é do tipo bruto com as mulheres?- Perguntei divertida.

— Nem tanto também.- Disse.

Ri.- Tá, deixa. Se você quer ir tomar banho, pode ir.

— Já volto.- Fui e tomei a ducha, estava precisando. Sai com minha cueca e usei o enxaguante bucal para não ter bafo. Sai do banheiro. Quando olhei ela tinha dormido já e sorri. Me deitei, abraçando ela e foi a melhor sensação de dormir com alguém, estava bem relaxado quando escutei um grito.

— Freya!- Mikael gritou.

Acordei no susto.- O que foi?

— Que merda é essa? Sai da cama da minha filha!- Mikael exclamou.

Ele me puxou, me fazendo cair da cama.

— Pai!- Me ajoelhei na cama.- Você tá louco!?

— Louca está você trazendo um cara para sua cama.- Ele disse.

— Primeiro; não fizemos nada, então fica calmo. Segundo; estamos juntos, então não sou um estranho!- Exclamei.

Suspirei.- Pai, para com isso. Dean me trouxe até em casa ontem e como ele estava muito cansado, disse para ele dormir aqui para não correr riscos. E estamos namorando, como ele disse.

— Namorado? Você tá namorando sem avisar nada?- Ele perguntou.

— Eu a pedi ontem, ela não teve tempo de contar.- Disse.

— Ele não pediu literalmente, mas...- Sorri e desci da cama.- Sem gritos pai, estávamos só dormindo. Eu não desrespeitaria nossa casa assim. Fico ofendida por pensar que eu o faria.

Ele respirou fundo.- Veste suas roupas garoto. E você também Freya.

— Já vamos.- Disse.

— Dez minutos.- Ele saiu.

— Nossa.- Disse.

O olhei.- E você tem dez minutos para resolver essa sua situação ai embaixo.

— Oh.- Botei a mão na frente.- Me acompanha que conseguimos.

Sorri.- Só que não amor. Vai lá.

— Um cara pode sonhar.- Ri, indo para o banheiro.

Ri e tirei a camisa que usava. Coloquei uma legging, um moletom, meias e pantufas.

Tomei um banho e tive que bater uma, silenciosamente claro, para meu amigo se acalmar, mas não o culpo. Vesti as roupas da noite passada e sai.- Oh mocinha, sujou minha blusa de batom.

— Desculpe.- Disse.

— Adorei as pantufas.- Cheguei junto dela.- Namorada.

— Adorei o cabelo molhado, namorado.- Sorri.

— Fazer o que? Sou gostoso de todos os jeitos.- Disse.

Ri e lhe dei um selinho.- Vou arrumar minha juba e minha cara, já volto.

— Está ótimo assim.- Disse.

— Imagina depois então?- Ri e fui para o banheiro.

Ela foi e era meio louco isso. Namorada!? Freya, que efeito está tendo em mim? Quando voltou descemos e ele estava no sofá com a mulher.

— Demoraram.- Mikael disse.

— Levo mais do que dez minutos para ficar pelo menos apresentável.- Disse.

— Senta ai garoto.- Ele respirou fundo.- Que maneira de começar o ano.

— Mikael, você não precisa fazer disso uma grande coisa.- Esther disse.

— Concordo.- Disse.

— Como não é uma grande coisa? Encontro ele quase pelado na cama da minha filha!- Ele exclamou.

— Ele não estava pelado pai, sem exageros. E eu durmo seguido com os meus irmãos, sei como é um homem de cueca.- Disse.

— Não tem comparação.- Ele disse.

— Senhor e senhora, vocês me conhecem a alguns meses já, a Freya a mais que isso. Acho que podem concluir que se eu estivesse desejando só uma diversão, já teria saído daqui.- Disse.

— Eu não me importo com isso. Me importo que o cara seja gente boa, mas fora isso.... não posso cobrar muita coisa.- Ela disse.

— Esther!- Ele exclamou.

— O que?- Ela perguntou

— Que cuidado é esse?- Ele perguntou.

— Eu mataria ele se soubesse que fez alguma coisa, mas ela tem que tentar se não nunca vai saber. Decepções fazem parte da vida.- Ela disse.

— Sua mãe é sempre sutil.- Disse.

— É o charme dela.- Disse.

— Desculpa, mas nisso tudo são que horas?- Perguntei.

— 11:00.- Ela disse.

— Ai cac... Caramba, eu tô morto.- Me levantei.

— Que bom que sabe.- Ele disse.

— Vai para a sua casa Dean.- Disse.

— Eu tenho que ir, minha avó vai me matar.- Disse.

— Tudo bem.- Disse.

— Senhora Mikaelson, foi um prazer. Desculpe pelo susto e obrigado pelo apoio.- Disse.

— Tudo bem. Até mais Dean.- Ela disse.

— Senhor Mikaelson...- Comecei.

— Vai logo garoto.- Ele disse.

*****

Relembrava aquela noite, aquela boca... Freya era gostosa demais! Não sei como eu vou me segurar. Começamos a sair, mas só tínhamos tempo nos fim de semana, mas todo dia nos falávamos pelo celular e gostava de ficar falando sacanagem para ela até tarde. Só não sei ficar frio, já que ela disse que não está pronta ainda e que quer esperar para transar. Cacete, isso me deixa doido, as vezes fico de mal humor, mas esperava por ela. A família dela ficou mais tranquila e eu adorava ir lá. O meu aniversário chegou e fizemos uma festinha em casa, e como caiu uma tempestade ela ficou para dormir aqui.

Saia do banheiro de Dean vestindo uma camisa dele.- Seu chuveiro é ótimo.- Secava meu cabelo com a toalha.

— Nem me fala. É tentador ficar lá.- Disse.

— Sim.- Disse.

— Mais tentador é você com essa camisa.- Disse.

Sorri.- E o pior é que estou sem calcinha.

— Freya...- Disse.

— O que?- Perguntei.

— Está uma delícia assim.- Disse.

E eu esperando um comentário mais... “proibido para menores”. Mas Dean sempre me surpreende, o que é bom. Me deitei na cama ao lado dele.- Quer ver alguma coisa?

— Quero. Obrigado pelo presente.- Disse.

— De nada.- Disse.

— Sabe o que quero mesmo?- Perguntei.

— O que?- Perguntei.

— Matar a saudade de você.- A beijei.- Acho que não deixo você viajar mais.

Sorri.- Quem me dera ter essa opção.

— Não gostei mesmo disso.- Beijei o pescoço dela.

Me arrepiei.- Nem eu.

Beijei até onde a blusa cobria e depois voltei, a beijando.

Retribui o beijo.

Ela já estava junto a mim, mas a puxei e minha mão entrou por dentro da blusa, a tocando ali.

Confesso que levei um susto quando ele fez isso, porque por mais que eu me sentisse confortável com ele me tocando livremente, ainda era estranho ser tocada nessa intensidade por um homem. Parecia invasão de privacidade. É uma coisa idiota, mas fazer o que?

Minha mão foi direto na bunda dela e a apertou. Tanto pela postura dela, quanto pelo meu cuidado você pode deduzir; ela é virgem. Não me importo com isso, até gosto de nenhum homem ter estado com ela ainda; ser algo só meu.

Envolvi meus braços em torno do pescoço dele e acariciava seus cabelos.

Acariciava toda a extensão das coxas até a bunda, e apertava as vezes. Por mais que eu estivesse necessitado de sexo para valer, esses amassos sempre me davam uma ideia de como ia ser.

Minha mão desceu pelo abdômen dele. Duas coisas que eu realmente gosto no Dean; as mãos deles e o abdômen. Porque as mãos? Porque são mãos de homem mesmo. Não são delicadas e macias. São grossas e fortes. Deve ser pelo trabalho dele e por ele adorar ficar arrumando o carro dele. Eu devo ser meio idiota por reparar nessas coisas, mas fico pensando se ele gosta de alguma parte do meu corpo que no caso não seja sexualizada.

Acabei rolando e ficando por cima dela, e subindo a blusa. Como a queria nua. Esse seria o presente mais perfeito.

Envolvi minhas pernas na cintura dele e entrelacei meus dedos em seu cabelo.

— Freya... espera.- Disse.

— O que?- Perguntei.

— Nós vamos continuar? Porque tenho que pegar a camisinha.- Disse.

— Vamos.- Disse.

Sorri e levantei, pegando a camisinha na minha cômoda, e trancando a porta.- Não queremos abelhudos aqui.

— Abelhudos.- Ri.- Você fala cada coisa.

— Eu sei e faz você rir.- Tirei a camisa, voltando para ela.

— Como você consegue dormir de camisa no verão?- Perguntei.

— É o costume de chegar e colocar. Na hora de dormir eu tiro.- Disse.

— Ah sim.- Disse.

— E você está sexy pra cacete assim.- Disse.

— Assim como?- Perguntei.

— Semi nua com a minha camisa.- Disse.

— E depois eu vou fazer você me dar essa camisa.- Sorri.

— Dou com prazer.- A suspendi e tirei.

— Vou cobrar.- Disse.

Dei a ela.- Pronto senhorita.

Sorri.- Obrigada.

— De nada mocinha. Agora tirando essa ai também.- Disse.

Tirei a camisa.

— Agora sim.- Ri e tirei a cueca.

— A sua teoria é dormir de camisa em pleno verão, mas dormir sem calça?- Perguntei.

— Sim.- Disse.

— Você é louco.- Disse.

— Um pouco.- Me colei nela e a beijei.

Retribui o beijo.

Nos deitei e minhas mãos corriam pelo corpo dela. Ah, eu adorava a tocar assim.

— Pensei que você tinha dito que era mais “bruto” quando se trata de sexo, para mim está bem carinhoso.- Disse.

— Não vou pegar pesado com você na primeira.- Disse.

— Aham, sei. Acho que você amoleceu, Dean Winchester.- Disse debochando.

— Amoleci?- Perguntei.

— Sim.- Disse.

— Vou te mostrar o amoleceu.- Me afastei para colocar a camisinha.

— Você é fofo.- Disse para o provocar.

— Isso, me provoca mesmo.- Disse.

Ri.

Coloquei a camisinha e fiquei por cima dela. Podia ouvir a chuva ainda lá fora e agradeci por ela ter desabado e com isso poder transar hoje. E não é por "só transar" e sim poder ter a Freya finalmente minha. A beijei e comecei a entrar nela.

Retribui o beijo e acariciava seu rosto.

— Qualquer coisa me diz.- Olhei ela.

— Ok.- Disse.

Voltei a beijar ela e entrei nela até sentir que tinha a "rompido".

Retribui o beijo e não é que nem doeu? Não senti nada demais.

Ela até que reagiu bem, então fui me movimentando devagar e ah cara, como é gostoso estar dentro dela.

Aos poucos me acostumava com ele dentro de mim. Dor eu não sentia, só é diferente ter algo dentro de você.

— Cara, você é tão apertada.- Suspirei.- Mas só te deixa mais gostosa.

Sorri.- Você que é gostoso amor.

— Eu sei linda.- A olhei. Me deixei ir nela profundamente e gemi. Cacete, isso era bom e mais ainda ser ela.

Suspirei pesadamente e voltei a beija-la.

Ajudei ela a pegar o ritmo comigo e tentávamos não fazer barulho, afinal as paredes não eram tão grossas assim.

Desci meus lábios pelo pescoço dele e roçava meu nariz por ali.

Peguei nos peitos dela. Ela não era daquela que tinha peitões, mas os que tinha me deixavam muito feliz. A estimulei, brincando com os mamilos e aumentei a velocidade.

Suspirei pesadamente e entrelacei meus dedos no cabelo dele.

Algo me dizia que não precisava me segurar mais tanto e voltei a beija-la e sentia o seu corpo totalmente contra o meu, e isso só me deixava mais excitado junto com os gemidos dela.

Envolvi meus braços no pescoço dele e acariciava seus cabelos.

Seguíamos assim e eu nos virava na cama, as vezes para tentar outras posições e ela se saia bem. Fiquei sentado e ela no meu colo. Segurei na sua bunda.- Por isso eu gosto assim.- Ri.- Desse jeito vou gozar gata.

Sorri.- E você pode.

— Quero você junto comigo.- Disse.

— E isso é algo possível na primeira vez? Acho que o sexo teria que durar vinte minutos ou mais para se estar completamente relaxada.- Disse.

— E você não está?- Perguntei.

— Dean, é minha primeira vez. Essa pergunta é meio descabida.- Disse.

Isso me desaminou um pouco, eu queria ela comigo.- Tudo bem.

— Ok.- Disse.

Bem, teríamos tempo para eu dar isso a ela. A segurando, nos deitei e me deixei levar até que chegasse ao orgasmo.

Sorri.- Eu te amo.

Ri meio sem fôlego ainda.- Repete.

— Eu te amo.- Disse.

— É minha geniazinha?- A provoquei ainda descansando sobre ela.

— Completamente.- Disse.

Olhei ela. Eu podia ser ruim em declarações, mas isso eu não poderia segurar.- Não mais do que eu amo você.

Sorri e lhe dei um selinho.

Sai dela e tirei a camisinha, a jogando na lixeirinha perto da cama. Me voltei para ela e ajeitei sua franja bagunçada.- E ai?

— E ai o que?- Perguntei.

— É do jeito que imaginou?- Perguntei.

— Melhor.- Disse.

— Eu sei que sou bom.- Ri e passei o braço ao redor dela.- E você tá bem com tudo ai?

— Estou sim.- Disse.

— Porque não começamos isso antes? Quer dizer, já nos conhecíamos antes de nos formar.- Disse.

— Porque você sempre foi mulherengo.- Disse.

— Bem, eu mudei isso, não mudei? Perdemos muito tempo.- Disse.

— Mudou depois que se formou.- Disse.

— Um pouquinho. Mas ai uma loira me prendeu, sabe, nem olho mais para os lados.- Disse.

— Ainda bem né?- Questionei.

— Com toda certeza. Agora eu quero saber uma coisa.- Disse.

— Diga.- Disse.

— Você quer aquele tipo de compromisso para agora?- Perguntei.

— Que tipo?- Perguntei.

— O grande C.- Fiz cara de mistério.

Ri.- Não. Por enquanto não.

Suspirei aliviado.- Que bom. Então vamos ficar como estamos por um bom tempo. Eu queria me estabilizar primeiro.

— Tudo bem.- Disse.

— Mas ai vai ter que fazer isso mais vezes.- Disse.

— O que?- Perguntei.

— Vir para cá, para gente ficar assim.- Acariciava as costas dela.

Sorri.- Combinado.

A beijei e ri. Não achei que fosse gostar disso de relação séria.

Sorri e retribui o beijo.

Abracei ela mais e ficamos conversando. Tomamos banho e ela ficou aquela noite comigo. Os pais dela não gostaram muito, mas eu consegui convence-los e tivemos uma conversa, e deixamos claro que tínhamos uma relação séria, só que não íamos casar por agora. Ai eles ficaram meio putos, mas depois foram voltando ao normal. Eu sei que a Freya vai querer morar na casa dos pais dela, mas quero ter nossa própria renda. Até lá vamos indo assim, mas só namorando ou casados, isso não muda o fato que a mulher que conseguiu me prender, é a mulher da minha vida.

Notas finais
Então, gostaram? Espero que sim! :3 Essa família já começou sendo uma confusão, não? HAHA' Contem o que mais gostaram nessa One shot! :3 Ah, viram que mudamos a capa? Gostaram? Tem série nova ai e depois que acabar esse especial (Que será um capítulo por semana ou dois, dependendo) iremos focar nas novas. Mas podem mandar pedidos, ok? Estamos anotando tudo :) Ah, uma novidade; vamos fazer uma segunda versão da Liberty o/ E sim, vamos continuar postando nessa normalmente. A Segunda versão vai ser para postarmos OS que já fizemos aqui. Temos várias ideias para fazer com um casal e ele já foi postado aqui e tal, ai resolvemos fazer essa... Vamos postando sempre que fizermos um casal e teremos votações ocasionalmente, e não prometeremos dias e tempo para postar nela, porque será mais para novo conteúdo para casais que já fizemos aqui, ok? Mas espero que gostem da novidade :3 Bem, nos vemos nos comentários e até o próximo! ;)