Liberty- One Shots

83 Capítulo 83- Klaus & Freya.


Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capítulo o/ Então, ficou empatado entre Klaus e Freya e Klaus e Rebekah, então escolhemos Freya primeiro :3 Vamos ao capítulo e nos vemos lá embaixo... P.S: LEIAM AS NOTAS FINAIS! IMPORTANTE!

POV Misto. (Klaus e Freya)

Me deitei e estava irritado com aquela discussão de sempre. Elijah me julgando por tudo que fiz, ele não entende; minha prioridade é a Hope. Assim que fechei os olhos a escutei chorar, estranhei já que sempre dorme bem. Fui até o quarto dela e a olhei, a pegando. Ainda pegava o jeito disso, mas gostava da paz que me dava. Escutei um barulho na porta e olhei.- Sister.

— Pensei ter a ouvido chorar.- Disse.

— Sim, mas ela se acalmou, não foi?- Ela encostou a cabeça no meu ombro e fechou os olhos.- Acho que já vai dormir de novo.

Sorri.- Parece que sim. Mas nem sei porque vim, já que ainda sou estranha para ela. Duvido que se acalmasse assim. Mas claro que como a família de vocês não é nada normal, ela corre perigo e poderia ser alguém a atacando.

— Agora é família de vocês?- Perguntei.

— Eu vim atrás dos meus irmãos e da minha liberdade, claro, mas meus irmãos, principalmente um caçula loirinho me receberam com ameaças grandiosas de como poderia “não morrer”.- Disse.

— Foram dias complicados Freya e confiar nunca foi o meu forte.- Disse.

— Se tivéssemos crescido juntos, você com certeza levaria uns cascudos de mim.- Mordi o lábio e ri.- Estou brincando. Eu mimava o Finn já, imagina você que eu já seria grande e você um bebê.

— Quer dizer que ia me mimar?- Botei Hope no berço.

— Claro.- Disse.

— Ai ia ser a minha irmã favorita.- Disse.

— Ainda bem que não nos conhecemos então, Rebekah ia odiar perder esse posto.- Sorri.- Bem, vou ir dormir.

— Vou descansar também.- Ia acompanhar ela, mas quando apaguei a luz, Hope voltou a chorar.- O que será que ela tem?

— Acho que ela quer ficar com você.- Disse.

— Até parece.- Acendi a luz e voltei.

— Porque?- Perguntei.

— Segundo nosso estimado irmão, seria muito melhor para ela que a situação fosse invertida e eu estivesse longe.- A peguei.

— Ah não, não me faça ficar no meio de vocês. Desculpe, mas os dois são meus irmãos e não vou escolher um. Nem defender um ou outro.- Disse.

— Tudo bem, sei que a opinião de todos é essa mesmo.- Disse.

Suspirei.- Meu Deus, você é uma criança carente de mil anos.

— Carente?- Perguntei.

— Sim.- Disse.

— Eu não sou carente.- Disse.

— Sei. Bem, leve-a para seu quarto e durma com ela.- Disse.

— Você acha?- Perguntei.

— Niklaus, caso você não saiba, você é o pai dela.- Disse.

— Só que não sei nada de bebês.- Ela tinha se acalmado.

— É só coloca-la na sua cama, deitar ao lado dela e cuida-la.- Disse.

— Você podia ir para lá né?- Perguntei.

— Tem certeza?- Perguntei.

— Sim.- Disse.

— Ok. Vou colocar um pijama e vou para lá.- Disse.

— Tudo bem.- Fui para o quarto com Hope. Eu gostava de Freya, ela se mostrou bem confiável e boa de conversa.

Tomei um banho rápido, tirando a maquiagem e lavando o cabelo. Sai e coloquei um pijama. Enxuguei o cabelo um pouco, mas ainda o deixei úmido, estava sem paciência para seca-lo. Passei todos os cremes que usava, tanto no corpo quanto no rosto e o perfume que usava para dormir. Sai do quarto e fui para o do Klaus.

Estava sentado com ela no colo, agora ela demorava a dormir. Senti logo o perfume e Freya entrou.- Acho que dá pra sentir seu cheiro do outro lado da cidade.

— Assim camufla o cheiro do meu sangue para vampiros sedentos.- Sorri.- E eu gosto de me arrumar bem para dormir. Não tenho namorado ou marido, então pode ser esquisito, mas eu gosto.

— Mas é muito bom.- Sorri.

— Que bom. Bem, quer que eu faça o que?- Perguntei.

— Vem para cá, ela está quieta agora. E é bom ter alguém para conversar.- Disse.

— Tudo bem.- Me sentei na ponta da cama na frente dos dois.

— Não saiu hoje?- Perguntei.

— Sai. Estou conhecendo New Orleans.- Disse.

— Sei o conhecendo.- Disse.

Ri.- Hoje em especial eu estava conhecendo sim. E descobri que aqui não tem muito homem bonito.

— Não? É uma pena.- Fiz cara de triste.

— Pois é.- Disse.

— Mas como não está atrás de um marido não tem problema.- Disse.

— Por enquanto não. Mas agora que a Dhalia se foi, eu posso ter um filho novamente.- Toquei de reflexo minha barriga.- Ele não vai correr perigo.

— Sim, é um alívio e tanto.- Olhei para Hope. Não me arrependia de tudo, ela está a salvo.- Mas saiba que não vou deixar um safado qualquer perto de você.

— Então você não está se saindo muito bem.- Disse.

— Talvez seja por não ter visto ainda. Rebekah sabe como sou seletivo.- Disse.

— É, mas isso com sua irmã mais nova e que você conhece a mil anos. Eu você não conhece a nem um mês e sou mais velha, então tira seu cavalinho da chuva.- Disse.

— Acha que não irei?- A olhei. Ela era mesmo uma mulher bonita.

— Se eu acho? Eu tenho certeza. Até porque sou uma bruxa poderosa e não uma amadora com as quais está acostumado.- Disse.

— Tudo bem, bruxinha.- Ri.

— Ótimo.- Disse.

— Teve notícia da Rebekah?- Perguntei.

— Não. Ela saiu daqui esses dias.- Disse.

— Ah sim. Acha que vão conseguir trazer o Kol?- Perguntei.

— Bem, eu não tenho nenhuma ligação com ele, então eu não faço questão, mas Rebekah que ajuda, então estou ajudando.- Disse.

— Tudo bem.- Eles achavam que tinha decidido de modo fácil, mas eu também queria Kol de volta.

— Ok.- Disse.

Hope dormiu enquanto conversávamos e a botei no meio da cama. Sem querer reparei nas pernas de Freya, mesmo para quem era da nossa época, ela tinha um corpo torneado.

Olhei Hope.- Posso não ficar por perto enquanto ela crescer, mas assim que ela começar a ter problemas com poderes, pode me chamar que virei ajuda-la. Sei como é ser uma primogênita e carregar esse peso de poder.

— Porque não ficaria?- Perguntei.

— Sei lá. Sou do sangue de vocês e somos parentes, mas família é mais que sangue e tenho consciência disso agora.- Disse.

— Você ainda está se acostumando e não nos pegou num bom momento. Eu gostaria que ficasse e não é para ajudar minha filha.- Disse.

— Eu vou ver.- Disse.

— Não fala assim que eu apelo.- Sorri.

— Apela para que?- Perguntei.

— Emocional?- Questionei.

Ri.— Sei.- Me levantei.- Vou deixar vocês dormirem.

— Achei que ia ficar.- Disse.

— Você quer que eu durma aqui?- Perguntei.

— Não me incomodaria.- Disse.

— Tudo bem.- Disse.

Me deitei melhor na cama.

Freya também dormiu logo e fiquei a olhando, era uma das poucas que podia contar no momento. Gostei de ficar com ela e virou um hábito ela dormir no meu quarto. Hoje ela me convenceu a sair com ela.- Isso não é uma boa ideia.- Elijah tinha levado Hope e só ia sossegar quando ele voltasse.

— Ela tem que ver a mãe, mas se prefere espera-los tudo bem. Mas creio que ela só vai voltar quando amanhecer, já que isso é o mínimo que a Hayley merece. Eu vou indo.- Disse.

— Você já me convenceu Freya.- Disse.

— Você não vai se divertir preocupado. Porque você não a leva da próxima vez?- Perguntei.

— Não estou a fim de ver a cara dela. Vamos.- Disse.

— Ok.- Disse.

Saímos.- Tem certeza que tem que ser boate?

— E quer ir onde?- Perguntei.

— Você que está me levando.- Disse.

— E você não quer ir.- Disse.

— Vamos logo.- Tomei o lado dela e fomos.

— Tudo bem.- Disse.

Chegamos no lugar e entramos. Parecia-me ser bom e tinha muita gente dançando.- Você não disse nada sobre dança.

— O que você acha que fazem em boates?- Perguntei.

— Sobre eu dançar.- Disse.

— Não precisa. Eu vou dançar. Você pode tomar alguma coisa no bar.- Dei minha bolsa para ele e fui para a pista.

Pedi um whisky e fiquei a olhando, ela dançava muito bem e ficava ainda mais bonita sorrindo assim. Ela estava certa tinha que relaxar um pouco. Bebi mais e quando olhei tinha um cara dançando com ela. Não gostei de ver aquilo. Ele descia as mãos pelo corpo dela e aquilo foi me irritando.

Estava de costas para ele e dançávamos no ritmo da musica.

Ela podia dançar com ele assim? Ele era um qualquer! E ainda estava se aproveitando dela. Ia acabar com aquilo.

Me virei para o cara.- Você dança bem? Qual seu nome?

— Tony.- Ele disse.

— Ok.- Voltamos a dançar.

Cheguei junto dela e separei o cara.- Some daqui.

— Que isso, tá maluco?- Ele questionou.

— Klaus! Desculpe o meu irmão Tony.- Disse.

— Ele é doido. Vai procurar uma mulher para você.- Ele disse.

O peguei pelo braço.- Você vai solta-la.

— Klaus, deixa de dar vexame. Desculpe.- Peguei Klaus pela mão e o levei para o bar.

— Vexame? Ele queria era tirar sua roupa ali mesmo.- Disse.

— Eu sei me cuidar quanto a isso. Agora senta e toma uma tequila. Hoje é dia de lua e você está mais sensível.- Disse.

— Sensível?- Ri e tomei a garrafa da mão do bartender.- Eu queria era mandar esse mundo para o inferno, isso sim.

— Melhor não.- Disse.

— Tudo bem, tiro você e Hope dele antes.- Disse.

— Só eu e Hope? E Rebekah, Camille...?- Questionei.

— Vocês duas são as únicas que suportam ainda estar ao meu lado.- Disse.

— E você nos levaria para onde? Lua? Marte?- Questionei.

Sorri e virei a garrafa.- Seria uma boa ideia.

— Deixa de ser melodramático Klaus. Todos seus irmãos te amam.- Tirei a garrafa dele.- Porque não vai encontrar uma mulher? Você tem tempo hoje.

Peguei a garrafa de volta.- A ultima mulher que peguei para me distrair acabou tentando matar minha filha recém-nascida.

— Klaus, nem todas as mulheres são bruxas, literalmente. Eu sou uma, mas creio que seja mais boa do que má.- Disse.

A olhei.- Você é boa.- Sorri.- Muito boa.

— Você já está bem bêbado. Traga uns amendoins para ele, por favor.- Pedi ao garçom.

— Para que?- Perguntei.

— Para você colocar alguma coisa no seu estômago.- Disse.

— Não sou um humano frágil para ter que comer para beber. Você não queria dançar? Vai lá, o seu amiguinho ainda deve estar por ai.- Me levantei.

— Quer saber? Eu vou mesmo. Você já é bem adulto e sabe se cuidar.- Sai dali.

Fui e sai de lá. Eu estava irritado com tudo e tinha várias coisas me sufocando. Elijah, Hayley e Jackson se viraram contra mim. Marcel, Cami e Rebekah querem distância. Não tinha mais os híbridos, exército ou família para me apoiar. Só Hope e Freya restavam, mas não demorariam a me repudiar também. Tomei o resto do conteúdo da garrafa e entrei num bar para arrumar outra. Um cara quis me barrar, mas o peguei e o mordi, logo depois o compeli, indo embora. Andei pela cidade, mas acabei voltando para casa e cheguei a tempo de ver o tal Tony agarrando a Freya. Ah, noite errada para isso.

Parei o beijo e sorri.- Eu vou ter que ir agora, mas posso te passar meu número.

— Seria ótimo.- Ele disse.

— Tony, Tony, parece que não entendeu o meu recado.- Disse.

— Tony, vá embora, ok?- Questionei.

— O bêbado do seu irmão de novo? Não é bom você ficar aqui. Vamos comigo.- Ele disse.

— Eu sei me virar, não se preocupe.- Disse.

— Sim, ela sabe, mas deveria saber mais ainda a ficar longe de insetos como você.- Disse acabando com a distância entre eu e ele.

— Klaus, para com isso!- Disse.

— Você é a irmã que me resta e não vai ficar com esse merda, nenhum deles!- Exclamei.

— Hey.- O afastei de Tony, o empurrando para longe delicadamente e fui junto.- Klaus, para com isso. Suba, toma um banho e eu já estou indo.

— Para de me dar ordens! Todo mundo só quer saber de mandar em mim, me controlar!- Exclamei.

Suspirei, tentando me controlar.- Você fica insuportável bêbado e na lua cheia! Dá vontade de te dar uma surra!- O empurrei e voltei para Tony.- Vá embora e não me pergunte nada e nem fala nada. Só some antes que sobre para você.

— Depois procuro você.- Ele sorriu e saiu.

Sai dali, subindo e parando no escritório e derrubando o que via pela frente, até que vi o quadro que pintei a quase um ano antes.

Subi também, mas não fui atrás dele. Ele que se virasse. Fui para meu quarto.

Não era assim que queria estar a um ano. Perdido tudo, quase tudo. Suspirei e sai dali, indo para meu quarto. Reparei Freya não estar ali. Sai, indo ao quarto dela. Quando abri a porta ela tirava o vestido e comprovei o que pensava do corpo dela.

Me virei.- O que está fazendo?

— Estava certo quando falei que era boa.- Disse.

— Ainda bêbado?- Perguntei.

— Você não dorme mais aqui.- Disse.

— E durmo aonde?- Me sentei na cama, tirando o salto.

Ela estava mais sexy de calcinha e sutiã, assim de salto e aquelas pernas.

— Acho que para tirar a lingerie vou precisar de privacidade.- Disse.

— Sinta-se a vontade.- Encostei na porta.

— Sério?- Questionei.

— Sim.- Disse.

— Ok então.- Tirei o sutiã que usava e fui até a cômoda.

— Melhor?- Questionei.

— Melhor do que?- Coloquei uma blusa de pijama e um short.

— Acabou com o melhor.- Disse.

— Que melhor?- Perguntei.

— Sem sua blusa.- Disse.

— Você já pensou em procurar uma mulher por ai?- Perguntei.

— Estou vendo uma aqui.- Disse.

— Você está bem?- Perguntei.

— Não. Quando eu estive?- Questionei.

— Tenho certeza que muitas vezes.- Disse.

— Não tantas quanto gostaria.- Disse.

O olhei. Ele parecia mesmo que queria ser amado. Acho que tanto por uma mulher, sentir esse carinho além do sexo quanto por outros como irmãos e amigos.- Que tal irmos para seu quarto? Hope deve estar chegando.

— Vim atrás de você por isso.- Disse.

Sorri e fui até ele.- Só que sua irmã aqui é humana e sente fome, então vou ir preparar algo na cozinha. Quer alguma coisa?

— Duas virgens com veia aberta para mim.- Disse.

— Pedido especifico, mas acho que posso conseguir.- Passei por ele, me dirigindo a cozinha.

— Pode é?- Perguntei.

— Sou uma bruxa, tenho uns truques banais como esse.- Me concentrei e fiz um feitiço.- Elas devem chegar em cinco minutos.

— Vai me mimar assim?- Perguntei.

— Hoje estou de bom humor. Aproveite. Se Hope chegar nesse meio tempo, cuido dela.- Desci, indo para a cozinha.

Desci e encontrei as meninas como ela falou. As levei para um quarto e me deliciei, tanto no sangue quanto no sexo, mas por vezes me lembrava de Freya... Seu corpo, seu sorriso... Depois de as deixar se limpar, as mandei embora e o dia já amanhecia e olhei no quarto nada de Elijah. Freya tinha pegado no sono na minha cama e a olhei, sorrindo e peguei no sono também. Acordei o dia já estava alto e no automático olhei o berço. Elijah não tinha voltado. Pulei no mesmo instante.- Se aqueles traíras ousarem fazer isso...- Calçava os sapatos.

Me senti acordar.- O que foi?

— Elijah não voltou.- Disse.

— Relaxa, ele deve estar passeando com ela.- Disse.

— Ele deveria a trazer ao amanhecer, não sair sem me avisar.- Peguei o telefone e liguei para ele, mas só dava caixa postal.

Suspirei e voltei a me deitar. Estava com sono e com preguiça.

Sai e dei um busca na casa para ter certeza que ele não estava por lá. Comecei a ficar ansioso e voltei ao quarto.- Levanta Freya.

— Klaus, deita e dorme. Eu estou cansada. Fui dormir quatro e meia da manha.= Disse.

— Dormir, até parece.- A deixei lá e fui para a sala. O dia passou lento e eu já estava a ponto de virar aquela cidade.- Freya, faça um feitiço localizador.

— Ok. Me dá algo da Hope.- Disse.

Peguei uma escovinha dela.- Aqui.

Arrumei tudo e logo o feitiço ficou pronto.

Olhei no mapa e apontou a nossa casa. Nisso escutei o carro chegando, ele tinha feito de propósito para me irritar.

— Melhor?- Me levantei da cama.- Vou ir tomar um banho.

— Tá, já volto.- Desci e assim que Elijah entrou, a peguei, mas não ia dar a ele razão para discussão. Apenas peguei a bolsa e subi de volta. Ela parecia cansada, então a botei para dormir e a coloquei na cama. Agora podia respirar aliviado.

Tomei um banho e fiz toda a parte da higiene, mas voltei para o quarto e como estava no meu, podia dormir sem nada. Ainda estava cansada e não tinha nada para fazer. Me deitei na cama, me cobri com um lençol e voltei a dormir.

Freya não voltou então olhei e ela dormia lá. Eu estava cansado, então peguei Hope e nos deitei na cama dela. Não demorei a pegar no sono. Acordei era noite e no que fui ajeitar o lençol percebi que ela estava nua, num impulso toquei a lateral do seu corpo.

Me senti acordar por um toque.- Klaus?

Toquei seu rosto.

— Minha cara deve estar um panda.- Sorri e olhei Hope.- Já ela tem uma pele de bebê, literalmente.

— Tem sim, mas você está bem, o panda mais bonito que já vi.- Disse.

Sorri.- Todos os pandas são lindos mesmo. Essa frase não faz sentido.- Ri e me sentei na cama, mantendo o lençol firme ao redor do meu corpo.

A olhei.- Obrigado por ontem.

— Pelo que? Só dei foi mais dor de cabeça. Sabe, não precisa ter ciúme de mim.- Disse.

— Claro que tenho.- Disse.

— E porque?- Perguntei.

— Você é minha garota, não quero nenhum babaca tocando em você.- Disse.

Sorri.- Klaus, eu não sou as virgens com quem você transou ontem. Já faz mais de mil anos que fui tocada pela primeira vez.

— Pena isso não estar mais no meu alcance.- Disse.

Ri.- Só você. E você merece uma mulher para ser só sua. Uma que só tenha sido sua. Desejo isso para você. Pode ser meio machista, mas você merece uma só sua.

— A partir do momento que for minha, vai ser como se fosse sempre sido só minha. Afinal, é meio complicado achar isso hoje. Bem que podia ser você né?- Questionei.

— Eu?- Perguntei.

— Me adiantaria todo drama de me conhecer.- Sorri.

Sorri e me aproximei, tocando o queixo dele.- Olha quem está louco para ter uma mulher. Você é um bebê ainda, amor.- Brinquei.

— Bebê?- Questionei.

— Sim.- Disse.

— Se não tivesse um bebê de verdade entre a gente, eu ia te mostrar o bebê.- Disse.

— Ia é? E como?- Questionei.

Olhei Hope que dormia tranquilamente e espaçosa, dei a volta e num movimento rápido, ficando em cima de Freya.- Ainda quer testar?

O olhei. Ele estava mesmo falando sério? Ah meu Deus. O pior; eu estava gostando disso. Não devia né? Ele é meu irmão.- Acho que é melhor não.

— Com medo amor?- Perguntei.

— Claro que não.- Disse.

— Então...- Rocei meu nariz em seu pescoço.- Adoro seu perfume.

Me arrepiei.- Obrigada.

A olhei e a dias que vinha percebendo como meus sentimentos por ela, eram diferentes. Ontem a vendo dançar, a vendo com outro, soube que não era ciúme de irmão. Eu a desejava como homem e queria que ela fosse minha mulher.

O olhei de volta e percebi o quanto ele é lindo. Não que eu não tenha percebido antes, mas agora parecia mais claro.

Toquei o rosto dela e ia a beijar, mas o bebê a nosso lado se mexeu, de repente acordando e chorando.

— Hey Hope, o que foi?- Perguntei, mexendo na barriga dela.- Ela fala já?

— Nada muito além de sílabas.- Sai de onde estava e fui ao lado dela.- O que foi pequena?- Ela coçou os olhos e olhou de Freya para mim.- Sabe as vezes me pergunto; será que não são pesadelos? Ela acorda assim do nada.

— Acho que não.- Toquei o rostinho dela. Sabia que ela não tinha nenhuma ligação comigo, mas eu já amava aquela bebê fofa. Eu amo bebês no geral, eu acho.

— Eu espero. Ah Deus, já sei.- Disse.

— O que?- Perguntei.

— Ela deve estar com fome. Quando chegou uma das poucas coisas que perguntei era se ela tinha comido. E de lá para cá, dormiu direto.- Disse.

— Oh, com certeza é isso.- Me sentei na cama.- Porque não faz um lanche para ela? Uma banana amassada, maça raspada... Você quer vir no meu colo pequena?- Perguntei porque não ia pega-la assim e ela recusar começando a chorar.

Vi ela engatinhar para o colo dela.- Tá, eu já volto. Comportem-se.

Ajeitei ela confortavelmente nos meus seios. Sabia que bebês gostavam desse lugar e ela devia sentir falta por não ter sido amamentada.- Pode deixar.

Sorri, as olhando e fui buscar, fazendo o que ela tinha sugerido e voltei.

Ele chegou e peguei a banana amassada começando a dar a ela.

— Você tem muito jeito.- Disse.

— É, talvez sim.- Disse.

— Tenho certeza.- Disse.

— Tudo bem.- Disse.

Deixei ela dar e depois levei o prato.- Acho que agora ela não vai dormir mais.

— Provavelmente não.- Dei ela a ele.- Vou me vestir.- Me enrolei no lençol e levantei.

— Mesmo?- Sorri.

— O que?- Perguntei.

— Se vestir.- Disse.

— Até se eu pudesse andar pelada pela casa... Mas Elijah teria um treco.- Peguei uma blusa e uma calça legging.

— Podemos fazer uma rebelião.- Disse.

Ri.- Acho que seria legal ver meus irmãos pelados.- Disse debochando e indo no banheiro, mas deixei a porta aberta para poder falar com ele.

— É um convite?- Perguntei.

— Acho que não. Porque ai seria uma orgia de incesto.- Coloquei a calcinha, a legging e uma moletom sem sutiã mesmo. Voltei ao quarto e me sentei na cama para colocar as meias.

— Mas perguntei se era para mim.- Disse.

Me virei, o olhando.- Klaus, você está falando sério? Porque ontem você estava bem animado com as suas duas virgens.

— Eu tinha que me livrar da tensão que você provocou.- Disse.

— Agora a culpa é minha?- Perguntei.

— Você me deixou maluco. Dançando daquele jeito e linda daquele jeito.- Disse.

— Eu só estava dançando.- Disse.

— Com aquele insignificante te tocando.- Disse.

— Pelo que pude sentir ele não era insignificante.- Disse.

— Freya... Você não quer que eu saia e o ache, não é?- Questionei.

— Porque? Ele não tem culpa de ter nascido bem dotado.- Disse.

— Quer mesmo me provocar né?- Questionei.

— Porque estaria te provocando? O seu é pequeno por acaso?- Me levantei, indo até o espelho e penteando meu cabelo.

Botei alguns travesseiros ao redor de Hope e me levantei, indo até ela e ficando atrás, e a segurei.- Estou com a sensação que quer testar.

Sorri.- Estamos tendo uma conversa amigável irmãozinho.

— Irmãozinho?- Gostei de a sentir assim e o corpo dela se encaixava perfeitamente no meu.

— Você é mais novo, por isso.- Disse.

— Sua sorte é que Hope está aqui.- Falei no ouvido dela.

— E você faria o que se ela não estivesse?- Perguntei.

— Te mostraria o inho.- Disse.

— Ui, como homens são sensíveis a esse assunto.- Me virei para ele e mordi meu lábio, o olhando.- E eu fiquei curiosa para descobrir agora.

Me colei mais nela.- Agora vai ter que esperar.

Sorri.- E você vai ter que me soltar um pouquinho. Vou arrumar minha cara de panda.

— Essa carinha linda?- Beijei no canto da boca dela.

— Vou ficar mais linda depois.- Disse.

— Vai é?- Perguntei.

— Não uma grande coisa, mas melhor.- Peguei meu BB cream e comecei a passar no rosto.

— Mulheres.- Sorri e beijei o ombro dela, voltando a cama.- Ainda bem que você está bem longe disso.

— Como assim?- Perguntei.

— De usar todos esses apetrechos.- Peguei Hope no colo.

— Toda mulher gosta de se arrumar ué, é normal.- Passei o corretivo nas olheiras.

— Sempre gosto de ao natural.- Disse.

— Então você está perdido.- Passei um rímel e um protetor labial com uma cor fraquinha.

— Você está ficando natural.- Disse.

— Como assim?- Perguntei.

— Já viu umas criaturas por aí? 300 kg de maquiagem.- Engraçado como com ela ficava tranquilo.

— É a mágica da maquiagem. Se você quer que pareça que não tem nada no rosto e nasceu perfeita, você pode fazer isso. Assim como você pode usar para algo que pede mais maquiagem e também tem o caso do exagero.- Disse.

— Tem muito exagero.- Disse.

Ri.- Sim, tem.- Fui até onde ficava meus perfumes e coloquei um.

— Esse cheiro...- Disse.

— É o que gosto de usar para ficar em casa.- Disse.

— Me lembra algo.- Disse.

— Ah sim.- Disse.

— Venha logo para cá.- Disse.

— Bem, eu me vesti para descermos.- Disse.

— Para que descer? Estamos tão bem.- Disse.

— Porque eu tenho um outro irmão lá embaixo que precisa de atenção.- Disse.

— Vou para meu quarto então.- Disse.

— Como quiser.- Disse.

— Não faça essa cara.- Disse.

— Que cara?- Perguntei.

— Não faça isso, vamos descer.- Disse.

— Não estou com essa cara.- Disse.

— Imagina.- Disse.

— Bem, nos vemos depois.- Sai do quarto.

Ela foi e fui para meu quarto. Coloquei Hope no berço (agora tinha um lá ) e pensei naquilo; eu gostava da Freya, mas queria tentar ter alguma coisa? Tinha decidido que sim com Cami e quebrei a cara. Mas Freya me conhecia melhor, ela estava ao meu lado ainda. Por mais que tenha demorado Hope dormiu de novo e esperei Freya voltar.

Fiquei conversando com Elijah por horas e rimos bastante falando de como era as coisas a mil anos atrás e no decorrer do tempo. Quando era uma e meia da manha, resolvi subir para tentar dormir mais cedo e emparelhar meu sono. Cheguei até a porta do meu quarto, mas olhei para porta do quarto de Klaus que era perto da minha. Suspirei. Eu não devia, mas entrei no meu quarto, peguei minha nécessaire de banho e um pijama, indo para o quarto dele.

— Decidiu voltar?- Desenhava em algumas folhas.

— Você disse para eu vir, mas se quiser eu vou para meu quarto.- Disse.

— Tudo bem, fica.- Disse.

— Ok.- Disse.

A olhei por cima das folhas.- Pijama?

— Sim.- Disse.

— Achei que ia ganhar uma camisola.- Disse.

— Oh...- Eu realmente não conseguia compreende-lo. Assim não tinha como acertar em algo.- Bem, Hope está aqui...

— Uma hora vamos ter que ver isso.- Disse.

— O que?- Perguntei.

— Vamos ter que ir a outro quarto para resolver o que está pendente.- Disse.

— E o que está pendente?- Perguntei.

— O que conversamos antes.- Disse.

— Ah sim.- Disse.

Levantei, indo até ela.- Ou não quer?

— Bem, acho que temos que conversar.- Disse.

— Sobre?- Beijei o ombro dela.

— Sobre isso. Não seria algo normal para o resto.- Disse.

— Ninguém tem que se meter na nossa vida.- Disse.

— Isso é.- Disse.

— Então não tem que se preocupar.- Disse.

— Ok.- Disse.

— O que mais quer conversar?- Perguntei.

— Nada.- Disse.

— Tem certeza?- Afastei o cabelo dela e beijei o seu pescoço.

Me arrepiei.- Tenho.

— Então temos que sair daqui para ter essa conversa apropriadamente.- Disse.

Olhei Hope.- E ela vai ficar bem?

— Eu tenho super audição, se ela acordar vou saber.- Disse.

— Ok.- Disse.

Subi minha boca e a beijei.

Retribui o beijo.

Não imaginava me sentir assim ao beija-la, mas reagi a desejando por completo, como se ela devesse ser minha.

Levei minha mão a lateral do pescoço dele, acariciando ali.

A segurei e a levei dali, entrando no quarto dela e a derrubando na cama.

Envolvi minha perna na cintura dele e descia minhas mãos pelas costas dele.

O nosso beijo ficava urgente e minhas mãos percorriam o corpo dela. O tesão por ela era algo que estava me descontrolando.

Comecei a abrir a camisa dele.

Subi a blusa dela e nos separamos para se livrar daquelas roupas. Tinha um alerta na minha mente para ter atenção sobre como estava no outro quarto. Tirei minha calça e ela a dela.- Agora sim.- Voltei a me deitar sobre ela.

— Você quer usar camisinha ou quer que eu anule seus espermas?- Perguntei.

— Hã?- Questionei.

— O que?- Perguntei.

— Não acostumo ouvir isso, pode fazer.- Beijei o pescoço dela, pegando em seu seio.

— Ok, mas tenho que fazer... nele.- Disse.

— Ah é, tudo bem.- Deitei ao lado dela.

— Ok.- Me ajoelhei na cama e baixei a cueca dele. Coloquei minha mão sobre o membro dele e me concentrei, mas em um minuto estava pronto. Era um feitiço simples.

— Você fez só isso né?- Perguntei.

Ri.- Sim. Você está desconfiando de mim?

— Sabe, é uma parte importante.- Disse.

— Sente alguma coisa de diferente?- Perguntei.

— Não.- Disse.

— Pois é. Você vai ejacular normalmente, eles só não terão o poder de me engravidar.- Disse.

— Tudo bem.- Disse.

— Ok.- Disse.

A beijei de novo. Estava aproveitando para sentir ela mais.

Como ele estava de lado, fiquei em cima dele.- Uma coisa; eu não sou mais virgem, sabe? Eu sei como o sexo funciona e sei quando um homem perde o ritmo. E você não está no ritmo de quando entramos nesse quarto, você me jogou na cama e arrancou nossas roupas.

— Você quer testar meu ritmo? Ainda estamos sob efeito da lua sabia?- Questionei.

— Não, eu quero saber porque você está fazendo as coisas pausadamente. Entramos aqui de um jeito e agora você está ai, deitado com beijos de garoto de ensino fundamental. Se você não quer arriscar isso, tem que falar.- Disse.

— Não quero? Freya, já viu como estamos? Não tem nada de não querer aqui.- Disse.

— Ah tá, sei. Não é o que parece.- Sai de cima dele e me sentei na cama, vestindo o moletom.

— Freya, o que está fazendo?- A segurei pelo braço.

— Me vestindo, não está vendo?- Perguntei.

— Porque?- Perguntei.

— Porque sim.- Disse.

— Isso nunca foi resposta para mim.- A puxei, fazendo cair na cama e ficando por cima dela.

— Mas é para mim.- Tentei me soltar dele.

— Para com isso.- A beijei. Não estava entendendo esse surto dela, mas não ia a deixar ir.

Eu devia me odiar muito para retribuir o beijo. E pelo jeito me odeio mesmo, sou burra, só pode.

Ela não parecia gostar que a provocasse ou brincasse com ela antes, então me afastei só para tirar o moletom e voltei a beija-la, ficando entre as pernas dela.

O parei.- Para. Eu não quero isso agora.- Me sentei na cama, pegando meu moletom novamente.

— O que há de errado agora?- Perguntei.

— Eu não quero nada agora. Sai daqui, por favor.- Disse.

— Freya...- Toquei nela.

— O que?- Perguntei.

Toquei seu rosto e cheguei mais perto dela.- O que houve?

— Eu já tive muitas inseguranças na minha vida, muitas incertezas. E não quero mais uma. E se você muda de jeito até nesses momentos, eu não quero você na minha vida. Não quero alguém com incertezas ou que mude de jeito, os atos e tudo mais.- Disse.

— Quem mudou alguma coisa? Eu só beijei você com mais calma, para sentir você, sua boca e seu corpo.- Disse.

— Mas eu não gosto disso. Ou você é de um jeito ou de outro. Ou você é fofo e calmo, ou você urgente e não gosta de esperar. Decida-se e depois venha falar comigo.- Disse.

— Decidir? Eu não tenho nada o que decidir. Eu quero você e ponto, não importa o jeito.- Disse.

Revirei meus olhos e me levantei da cama.

Me levantei, me juntando a ela.- Vai continuar me mandando embora?- A fiz olhar para mim.

— Eu não quero que você vá embora. Eu só não me sinto segura com pessoas inconstantes. Eu não queria ter tanto medo, mas eu tenho e não posso mudar isso.- Disse.

— De todas as complicações que podemos ter, acha que estou aqui só para ter você e ignora-la depois?- Questionei.

— Não é isso exatamente. Deixa para lá, você não entende. Eu sou complicada, só isso.- Disse.

— Não precisa ter medo.- Beijei ela de leve.- Eu estou aqui e não estaria se não quisesse.

Assenti e me abracei nele.

Retribui o abraço, a apertando. Ela parecia precisar.- Está tudo bem love.- Não gostava de a ver assim e queria confortar ela, ser quem a deixava bem.

O olhei e lhe dei um beijo.- Se ainda me querer, podemos voltar de onde paramos.

— Mais calma?- Perguntei.

— Sim.- Disse.

A beijei e levei para a cama de volta.

Retribui o beijo.

Tirei o infeliz do moletom.- É a ultima vez que tiro isso.

Ri.- Ok.

Tirei minha cueca de novo e voltei a me colocar junto dela, a beijando. Por mais que não parecesse, ela precisava de cuidados e mesmo que eu nunca confessasse em voz alta, eu também precisava de algo assim.

Retribui o beijo novamente e acariciava seus cabelos.

Peguei em seus seios. Sorri, ela tinha seios perfeitos.

Suspirei ao toque dele, mas sem deixar de beija-lo.

Minha mão desceu até sua perna, apertando sua coxa e me coloquei na sua entrada, já estava pronto de novo.

— Para vampiros é bem rápido ficar excitado, não é?- Perguntei, fazendo a linha do seu abdômen com meu dedo.

— Até demais as vezes.- Sorri e penetrei ela.

Suspirei pesadamente e voltei a beija-lo.

Gemi ao estar completamente dentro dela e comecei a me movimentar. Não estava achando aquilo estranho, tínhamos algo mais importante que um laço de sangue, e ele era muito mais intenso e profundo.

Gemi contra os lábios dele e descia beijos pelo seu maxilar.

Uma das minhas mãos a mantinha segura comigo e a outra a provocava com toques, como agora no seu mamilo, o apertando de leve.

Suspirei pesadamente ao toque dele e subi meus lábios pelo seu rosto, mordendo de leve o lóbulo da sua orelha.

Gemi pela surpresa e por ela estar tão sexy.- Você é deliciosa.

Sorri e chupei de leve ali.

Sorri e aumentei o ritmo com o prazer aumentando, na verdade o jeito que estávamos já era prazeroso, mas parecia ficar maior.

Gemi e suspirei pesadamente, voltando a beija-lo.

Era fácil se perder nela, o jeito que ela me beijava, me tocava, me fazia achar que tinha encontrado alguém que me aceitava do jeito que eu era e isso era a melhor parte. Fui aumentando a intensidade, sabia que chegaria ao orgasmo logo e ainda bem que a beijava, se não poderíamos acordar alguém.

Envolvi minha perna melhor na cintura dele, mantendo-o ainda mais perto de mim.

Ela me seguia facilmente e em instantes chegamos ao orgasmo, e como foi bom sentir aquilo com ela.

Beijava perto da orelha dele.- Eu te amo.- Sussurrei no ouvido dele.

A olhei.- Eu também.

Sorri e lhe dei um selinho.

Deitei ao lado dela e passei o braço ao seu redor.- O que foi aquela crise?

— Coisa de gente louca.- Sorri e acariciava seu peito.

— Então estamos muito bem juntos.- Ri.

Sorri.- Sim.

— Espero que continue tendo paciência comigo.- Disse.

— Vou ter.- Beijei-o delicadamente.- Sempre.

— Olha que eu posso acostumar.- Disse.

Ri.- Fique a vontade.

— Ok, desculpe ter te matado.- Disse.

— Bem, eu tentei te matar várias vezes, então tudo bem.- Disse.

— Estamos quites.- Disse.

— Sim.- Disse.

— Eu... Eu quero que isso dê certo Freya.- Disse.

Me virei, ficando de lado e o olhando.- Eu também e vai dar certo. Nós dois somos imortais. Eu ainda funciono como humana, então quer dizer que se enfrentarmos um momento de crise no mundo, você ainda terá alimento e nunca vai secar e se eu começar a morrer de fome, você pode me dar seu sangue para eu não morrer.- Ri.- Nos completamos.

— Um futuro apocalíptico, que lindo.- Disse.

— Pois é. Estaremos vivos para ver isso.- Disse.

Beijei os cabelos dela e sorri por estar ali. Levantamos e no que fomos tomar banho, transamos de novo e sentia que Freya era a mulher para mim. Fomos para o meu quarto e Hope dormia tranquilamente, então também fomos dormir. Aquele era um começo de uma relação, um amor que eu estava me permitindo sentir e torcendo para dar certo, afinal, eu também merecia ser feliz.

Notas finais
Então, gostaram? Espero que sim :3 Como não tivemos muitos votos, vou deixar para votarem novamente; — Klaus e Hope. — Klaus e Aurora. — Klaus e Rebekah. Nos vemos nos comentários e até o próximo! ;)