Liberty- One Shots
4 Capítulo 4- Jeremy & Katherine.
Notas iniciais
POV Katherine.
Tudo aconteceu tão rápido. Um minuto estava com a tal da Nadia e na outra Damon e a sonsa da Elena me salvando. Odeio me sentir fraca e inútil. Mas já estou me acostumando com o fato de ser humana. Um pouco. Os dias eram quentes e abafados e com isso ainda não me acostumei. Me levantei me sentindo muito melhor do que nos outros dias. Fui tomar banho e coloquei um short jeans e um blusa leve e com um decote que favorece-se meus lindos seios. Sorri. Arrumei meu cabelo e fiz uma maquiagem leve. Desci para fazer meu café e dei de cara com Jeremy. Que estava bem gostoso ultimamente.- Olha quem está aqui. Bom dia, pequeno Gilbert.- Disse sorrindo.
— Como pode ser bom dando de cara com você?- Ele rebateu.
— Autch! Isso fere meus sentimentos. Agora sou humana.- O alertei com um sorriso.
— Que só está aqui para evitar que Silas e Qetisiyah tenham o que querem, então baixa a bola.- Ele falou.
— E você está obcecado por essa humana.- Sorri.- Você e seus amiguinhos.
— Obcecado?- Ele pergunta.
— Sim. Eu sei que sou gostosa. Mas não precisam ficar tão em cima.- Fui em direção a cozinha.
— Você é descarada achando que alguém aqui ainda quer você.- Ele disse.
Comecei a rir.- Tanto querem que você está olhando para minha linda bunda pequeno Gilbert.- Disse sorrindo e entrando na cozinha.
Ele desviou o olhar.- O seu mal é que acha que todos caem a seus pés.
— Eu sei que caem. Eu tenho o poder para faze-los cair.- Sorri. Conseguia vê-lo da cozinha e fazia um sanduíche para mim.
— Só se for em outro lugar, aqui está queimada.- Ele disse.
— Você, Matt, Damon, Stefan e Silas dizem outra coisa.- Disse sorrindo e indo pegar a maionese. Tinha umas vontades estranhas agora.
— Eu? Katherine, acho que o calor está fazendo mal pra você e está ficando doente de novo.- Ele falou.
— Então pare de olhar para os meus seios.- Estava fazendo o sanduíche e o decote ficava ainda mais a mostra. Adorava provocar e com Jeremy era ainda mais divertido.
— Quem disse que estou olhando? Só estou de olho pra ver o que você vai fazer com essa faca.- Ele disse.
— Acha que vou me matar? Sou muita esperta pra isso. Ou tem medo que mate você de tesão?- Perguntei divertida.
Ele bebia um suco e engasgou.- Você se acha mesmo, mas não gosto de sobras.
— Sobras? Eu não vejo sobras. Somente sei aproveitar a vida com o seu melhor. Sexo.- Disse sorrindo e comendo um pedaço do sanduíche.
— Usar os outros não é aproveitar.- Ele disse.
— Oh querido, vocês acham que eles foram para cama comigo porque eu forcei? Ele usaram esse corpo maravilhoso também. E não reclamaram.- Disse.
— Você é perca de tempo, até pra conversar.- Ele disse deitando do sofá.
Sorri.- Você não diria isso se me visse nua.- Continuei comendo. Ele era realmente gostoso, mesmo sendo novinho.
— Prefiro gastar meu dinheiro.- Ele falou.
Ri.- Você tem a língua afiada pequeno Gilbert. Mas ainda é muito novinho e não entende dessas coisas.
— E você muito velha pra ficar se oferecendo.- Ele disse.
— Não sou velha. Tenho 18 anos.- Sorri. Tomei do suco.
— Não, você tem 500... e sei lá quantos.- Ele disse.
— Eu tinha. Confesso, sinto falta da força e velocidade. E claro, imortalidade. Mas ser humana não é a pior coisa. Fora a cólica. Isso é horrível.- Falei.
— Deve ser de família, até no hospital Elena já foi para com crise disso.- Ele disse.
— Não me fale em hospital.- Disse enquanto ia lavar a louça.- Meu Deus, juro que não sabia que fazia isso ainda. Faz séculos que não lavo uma louça. A ultima vez foi pro pilantra do homem que me engravidou.- Suspirei.
— Ora, a tão mandona Pierce já serviu alguém? Isso parece mesmo outra vida.- Ele disse.
— Você não sabe nada sobre mim. Só sabe o que eu quero que saiba.- Dei de ombros.
— E o que eu sei é o suficiente pra saber que você não presta.- Ele revidou.
Sorri.- Isso é verdade. Eu não presto mesmo.
— Eu só não entendo pra que deixar todo mundo te odiar e falar mal de você. Se não quer nenhum laço, isso é possível sem atitudes tão baixas.- Ele falou.
— Simplesmente não finjo ser quem não sou. Não preciso fingir ser a mocinha. Todos odeiam a mocinha. Mas todos amam uma boa vilã.- Sorri.
— Ser quem você não é o problema, mas usar as pessoas só para seu conforto é que é nojento. Não adianta ter um corpo bonito e saber usa-lo se está podre por dentro.- Ele disse.
— E você sabe alguma sobre mim para dizer isso? Eu respondo. Não.- O olhei.- Eu sou a única que precisa saber, o resto é o resto.- Sai da cozinha e fui para a biblioteca.
POV Jeremy.
Ela subiu e fiquei ali pensando naquilo tudo. As coisas estavam tão diferentes desde que voltei. Tinha saudades da Bonnie. Tinha me acostumado mas mesmo assim era "novo" ainda Elena com Damon, todo esse lance de copias, Stefan com problemas. E assim estava ficando vazio aqui. Era começo da noite quando Elena ligou dizendo que não voltariam hoje e que era pra eu ficar de olho em tudo. Me preocupava como isso estava afetando ela, mas depois nos falaríamos. Pedi pizza para o jantar e fui avisar a nossa hospede sobre isso. A porta do quarto estava entre aberta, ela saia do banho e se sentou para passar um creme. Mesmo sendo igual a Elena, ela era diferente. Não sei, a postura o olhar e com certeza a maneira de ser. Estava tão simples que olhando assim não se dizia o demônio que podia ser. Porém esse estado humana era diferente e mesmo sendo quem era, era difícil negar abrigo ou cuidado, como quando estava doente. Não consigo compreender o que me deu pra cuidar dela daquela vez, como não sei o que me dá a olhando aqui. E pior, meu corpo responde a aquela mulher ali. Desde a Anna não saio com ninguém e ela era tão... Jeremy pare. Sai dali e desci pra comer. Gritei para ela que veio assim que estava subindo. Fechei a porta e esperei tudo ficar quieto e liguei o computador. Indo nesses canais adultos. É horrível recorrer a isso, mas sou um rapaz de 16 anos sem namorada a muito tempo.
Ela entrou no quarto vestindo somente uma lingerie.- O controle da sua TV está funcionando?- Ela disse indo até o controle.
Fechei o computador imediatamente.- Pra que quer saber? Tem uma no seu quarto, ou na sala.
— O meu parou de funcionar e não acho pilhas.- Ela se virou pra mim.- Pra que fechar o computador?
— Por que não é da sua conta.- Peguei o controle.- Toma, são iguais.
Ela pegou o controle.- Obrigada. E onde estão Damon, Elena e Stefan?
— Fora da cidade, não voltam hoje.- Falei.
— E estamos seguros sem eles? Essa casa é um chamariz para vampiros. E isso quer dizer, pessoas que adorariam drenar meu sangue.- Ela disse.
— Só falta dizer que está com medo.- Disse divertido.
— E se eu estiver? Vai rir da minha cara?- Ela perguntou irônica.
— E se eu fizer? Vai me bater?- Rebati.
— Não. Mas farei um stripper.- Ela falou.
Droga, era exatamente como no filme que estava vendo, e que estava me deixando bem excitado, ainda bem que o edredom disfarçava.- E quem disse que quero ver isso? Volta para seu quarto.
— E quem disse que você precisa querer?- Ela rebateu.
— Cara, você é oferecida.- Disse.
— Oferecida? Não. Somente sou sexy e você está extremamente excitado.- Ela sorri.- Ainda mais para um garoto de 16 anos, isso se torna ainda mais fácil de se acontecer.
E eu acho que estava disfarçando.- E isso não tem nada a ver com você. Vai embora daqui.
Ela mordeu o lábio inferior.- Ok, tudo bem. Mas você tem algumas estacas para mim? Sabe, prefiro prevenir.
Suspirei. Nem morto eu levanto pra ela ver como estou, e mordendo o lábio era pior. Me estiquei pegando a que tinha na gaveta da mesinha.- Toma.
POV Misto. ( Jeremy e Katherine.)
Peguei a estaca.- Valeu. Acho que hoje irei dormir na cama do Damon ou na do Stefan.- Ri.- Será que eles resistiriam se me encontrassem nua na cama deles? Acho que não.- Me encaminhei para a porta.
— Mas com certeza vai apanhar da minha irmã por isso.- Disse rindo.
— Não tenho medo da Elena. Se ela não sabe segurar um homem é problema dela.- Ela disse.
— Pelo menos ela sabe muito mais que você.- Ele disse.
— Não diria isso.- Sorri.- Se não ela não teria perdido o Stefan.- Mordi meu lábio.- Deus, saudade daquela pegada.- Balancei a cabeça.- Acho que sempre tive uma quedinha por ele.
Como essa mulher podia ser tão sexy assim? Tentava me controlar mas estava difícil, devido ao estagio que já estava, e ela assim, de calcinha e sutiã de renda vermelho estava me excitando mais ainda.- Pena que ele te mandou para o inferno, por ela.
— Mas guardou minha foto por 145 anos. Assim como Damon foi obcecado por mim pelo menos tempo. Ai bum! Aparece alguém exatamente como eu. O que eles fazem? Se apaixonam por ela, para tentar fingir que nunca me amaram ou que me esqueceram.- Ela falou.
— Ai voltamos a mais cedo, você que fez isso.- Como poderia estar desejando alguém que era idêntica a minha irmã? Não sei, mas sentia minha ereção pressionar minha calça.
— Eu fiz o que? Eles me amarem? Claro que não. Eles me amaram porque queriam.- Dei de ombros.- Fiz somente o que nenhuma garota em 1864 faria. E ai eles se encantaram.
— Digo depois que voltou.- Ele disse.
— Também não. Eu me preocupo com eles. Salvei a vida de Damon. E poderia ter deixando-o morrer. Assim como aticei um pouco a mente de Stefan. Mas só impulsionei o que ele já pensava lá no fundo. Que era me agarrar.- Sorri.
— Sempre sendo o centro das atenções.- Ele disse.
— Se é o que acha. Boa noite pequeno Gilbert.- Peguei a estaca e sai do quarto.
Meu deus que mulher gostosa e se for metade do que enche a boca pra dizer deve ser uma loucura estar com ela. Eu preciso de um banho, e gelado. Foi o que fiz. Larguei a roupa que estava pelo quarto e fui para o chuveiro.
Entrei no quarto rindo. Ele mal conseguia disfarçar, tadinho. E de pequeno não tem nada. Deu pra notar pelo "volume" que o edredom tinha. Ele era gostoso. E adoro os novinhos. É sempre mais divertido, porque eles querem muito, e ficam nas nuvens quando conseguem. Experiência de quem já tirou a virgindade de alguns. Sorri. E ele iria fazer 17 daqui uns meses. Tão novinho. Não custa nada provocar um pouquinho. Voltei ao quarto dele e vi que ele estava no banho. Não vai adiantar muito meu amor. Ri por dentro. Cruzei as pernas e fiquei esperando ele sentada na cama.
O banho não ajudou, a imagem dela tão provocante na minha cama persistia, JEREMY! Ela te matou e tentou de novo a dias. Droga tinha que ser tão gostosa? Enrolei uma toalha na cintura e fui pegar outra roupa, aquela estava suada.
— Bela visão.- Observei sorrindo.
A olhei, não ia conseguir assim.- O que foi agora?
— Você tinha razão. Estou com medo. Vim perguntar se posso dormir aqui com você.- Ela disse.
— Não.- Ele disse.
— Você vai me deixar com medo? E sozinha?- Passava meu pé suavemente pelo lençol da cama.
Botei a cueca por baixo da toalha e a tirei.- Pra quem é autossuficiente, esta assustada de mais.
— Sou humana agora. Sinto frio, fome, calor e medo. Sou nova nisso. E vocês não colaboram jogando na minha cara que eu sou "auto suficiente".- Ela disse.
Eu vou me matar. Além de deseja-la quero protege-la.- Fique dai pra lá essa metade é minha.- Disse me deitando.
Sorri.- Obrigada.- Me deitei de costas para ele, mas não me cobri, além de quente, gostava de provocar.
Peguei o controle e diminui o ar, ficaria melhor assim e também me esfriaria. Fiquei vagando sobre como tudo tinha chegado á Katherine Pierce na minha cama.
Olhava para a porta e pensava como diabos eu podia estar tão assustada. Não digo agora, mas antes. E agora eu estar na cama de Jeremy. Eu devo estar maluca, era melhor sair daqui. Me sentei na cama.- Acho que é melhor eu ir para meu quarto. Não seria legal se me pegassem aqui no dia seguinte. Mas igualmente, ficarei com a estaca.- Me levantei.
Me virei para ela.- Estamos apenas nós dois, se alguém entrar vai ser mais fácil te proteger aqui, do que eu correr até lá.
Suspirei.- Eu sei. Mas é que é meio estranho ficar aqui com você. Sei lá, não estou acostumada a sentir medo. E não gosto de sentir.
— E quem gosta?- Ele perguntou.
Sorri suavemente.- Tudo bem.- Me sentei na cama e puxei o lençol para me cobrir.- E obrigada de novo.- Me virei de costas novamente, agora coberta.
— Quer que aumente ar? Não queremos uma recaída.- Ele disse.
— Não precisa. Não estou com frio.- Ela falou.
Fiquei virado como estava a observando de costas. Ela mesmo se readaptando tinha um corpo lindo e por tudo que passou, bem firme e forte. Podia sentir o perfume do seu cabelo e fechei os olhos saboreando o máximo que teria.
Afastei o meu cabelo, o deixando cair sobre o travesseiro. Tentava pegar no sono. Mas não estava cansada para dormir.
Ela estava de maneira que não perceberia, então devagar pousei a mão nas pontas do cabelo no travesseiro e os tocava, tão macios.
Quando eu tinha que dormir, não conseguia. Ai quando não devo dormir, o sono vem e me faz cair de cansaço. Odeio esse organismo tão fraco.
Como ela não deu sinal de perceber, continuei. Eu devo estar maluco, voltar dos mortos deve ter feito isso comigo.
Senti Jeremy mexendo nos meu cabelos. Sorri.- Você gosta? Sempre fizeram sucesso entre todo mundo.
— Sim, estão bem melhores de que quando você chegou.- Ele disse.
— É que naquela época eu tinha que fingir ser sua irmã. Não dava para aproveita-los muito.- Ela disse.
— É. E muito melhor que nesse verão.- Ele observou.
— Nem me lembre disso.- Ri.- Foi um tempo difícil.
— Eu imagino. Garotas e seus cabelos.- Já estava ali mesmo, subi a mão, descendo pelo seu pescoço e o vão nas suas costas.
O toque dele me arrepiou. Agora era humana e tudo ficava mais frágil. Antes como vampira era mais intenso, porém arrepios, respiração ofegante e falha ou gemidos, é sua escolha.
Dane-se. Continuei até a borda do lençol e o abaixei continuando o carinho.
— Jeremy... o que você está fazendo?- Perguntei em um tom suave, mas meu corpo estava arrepiado pelo seu toque.
— Nada.- Cheguei mais perto dela, sem parar os toques.
— Nada?- Perguntei em um tom divertido.- Tem certeza disso?- Como um garoto podia causar essa sensação em mim?
— Tenho.- Pude inalar melhor o seu perfume, já que estava perto do seu pescoço.
— Mas então você não está fazendo isso certo.- Mesmo ele não sendo virgem, continuava sendo um garoto e tinha certos receios. Peguei a mão dele e a deslizei pela minha perna. Virei um pouco meu rosto e falei em seu ouvido.- É aqui que você quer tocar.
— Não, é aqui.- Disse colocando a mão entre as penas dela pela frente.
Sorri. Me virei e subi em cima dele.- Você é muito assanhado, sabia?- Disse passando minha mão pelo peito dele.
— Sua influência.- Ele disse.
— Minha influência? Mas eu não fiz nada.- Sorri inocentemente.- Mas posso fazer se quiser.- Ameacei abrir o sutiã.
— Nós podemos fazer.- Abri o sutiã, tomando um dos seios nas mãos.
Mordi meu lábio.- Isso parece tentador.- Sorri. O toque dele me fez arrepiar, como os outros fizeram.
— Como você me provocando o dia todo?- Alisei a sua perna.
— Eu não estava provocando. Eu estava apenas sendo eu mesma.- Sorri.
— Vou fingir que acredito.- Disse beijando o pescoço dela.
Ele tinha os lábios muito suaves e tentadores. Quando que eu pensei que estaria prestes a transar com Jeremy Gilbert? Nunca. Porém ele era muito gostoso e com certeza não me arrependeria.
Beijava e mordiscava o pescoço. Ela tinha uma pele deliciosa de fazer isso.
— Isso me lembra muitas coisas.- Disse sorrindo e passava minhas mãos pelo cabelo dele.
— Imagino.- Ele disse.
Desci meus lábios para o pescoço dele e beijava ali. Passava minha mão pelo braço dele. Que agora era forte e bem definido. Com certeza ser caçador fez bem á ele.
O toque dela era bom e firme, ela sabia muito bem onde ia.
— Para um garoto de 16 anos você parece um homem feito.- Disse no ouvido dele enquanto minha mão descia para o abdômen dele.
— Muito treinamento. Damon me fez cortar muita madeira.- Ele disse.
Sorri.- Isso fez muito bem á você. Além dos hormônios ajudarem.- Disse beijando o peito dele.
— Não me fale em hormônios.- Ele disse.
— Porque não?- Levei minha mão até a barra da cueca dele.
Aquilo me arrepiou e lançou uma onda de excitação me fazendo voltar a como estava.- Por causa disso.
— Mas isso é muito bom.- Disse sorrindo e toquei em seu membro ainda por cima da cueca e com certeza ele estava muito excitado.
— Nem sempre. Pode ser em momentos indesejados.- Aquilo era muito bom, e quanto tempo que não tenho.
— Isso é verdade. Mas o bom é que os adolescentes estão sempre dispostos.- Sorri.- Na verdade não existe um homem na face da terra que não esteja disposto todos os dias.- Disse aumentando o carinho no seu membro.
— Kath...- Como eu estava meio necessitado não ia resistir muito tempo e ela tinha precisão.
— Você fica sexy me chamando de "Kath".- Sorri e aumentei mais um pouco o toque. Ele era um garoto, mas com certeza tinha corpo de homem, em todos os lugares.
Me joguei na cama deixando ela totalmente no controle. Todo os problemas relacionado a ela, deixaria apenas por hoje porta a fora. Me permitira uma noite com essa mulher que pode não ser uma boa pessoa, mas isso não se aplica na cama.
— Você a meu mercê é tentador meu pequeno Gilbert.- Murmurei no ouvido dele. Comecei a tirar lentamente a cueca dele.
— Pequeno?- Disse rindo.
Sorri.- Você era menor quando o apelido carinhoso pegou.- Acariciava suavemente o peito dele.
— As pessoas sempre nos subestimando.- Ele disse.
— Não estou subestimando. Pelo contrário. Você é muito mais homens do que muitos de 21 para cima.- Sorri.- Porém tem as vantagens de ser um adolescente.
— Gostei disso.- Ela parecia ter seus momento que não era uma doida assassina e era divertido esse lado.
Sorri.- Então, me diga. Para um garoto que está em pleno vigor, você está em um estado bastante delicado. O que aconteceu?- Disse passando suavemente minha mão pelo membro dele, sem tocar ou acariciar, somente passar.
— Muito tempo sem sair com ninguém. Sabe não sou de transar com a primeira que aparece.- Meu corpo, mesmo eu tentando controlar, reagiu fortemente a aquele simples toque.
— Entendo. Mas você precisa relaxar. Ficar muito tempo sem transar pode te deixar de mau humor e tenso. Principalmente você que pelo jeito começou cedo.- Me acomodei melhor no colo dele. Gostava de provocar, ainda mais quando já estavam nesse estado.
— Sempre fui um pouco mais desenvolvido pra minha idade. E você sempre boa em torturar.- Ele disse.
— Mas minha tortura é boa.- Passei meu dedo pelos lábios dele. Ainda não tínhamos nos beijado e vamos ver se rolaria o beijo.
— Boa mas malvada.- Sorri e a segurei pra um beijo, pelo menos nisso já podia mostrar o quanto eu queria e precisava continuar.
Sorri e retribui o beijo. Minha mão acariciava seu peito e abdômen suavemente.
Passei meus braços por ela, um na cintura e o outro com minha mão em seus cabelos e tocando as vezes no pescoço. Minha língua invadia sua boca e brigava com a dela que queria tomar o controle, mas não pense que é ruim, muito pelo contrario.
Ele beijava muito bem e nosso beijo já era intenso e feroz. Além dele ter pegada. Seus braços fortes me envolviam e era ótimo senti-los ao meu redor. Minha mão estava em seus cabelo e os acariciava.
Nos virei.- É minha vez.- Disse trilhando seu corpo com minha boca e minhas mãos completando o trabalho.
Sorri. Os beijos dele eram muito bons. Pode ser estranho. Mas meus sentimentos nessa hora também mudaram. E com ele era... diferente. De algum modo me apeguei á ele. Mas não digo amar, acho que isso não aconteceria tão rapidamente entre eu e ele.
Cheguei no seu sexo e beijei ali. Ri por dentro. Tinha umas coisa que sabia, outras pelo que via os outros garotos falando que faziam que botava em pratica e outras por computador mesmo. E pelo visto estava dando resultado.
Um arrepio de prazer passou pelo meu corpo. Ele podia ser um garoto e ter toda aquela fofura da adolescência, mas com certeza na cama ele era muito bom. E com pratica conseguiria superar muitos homens que se acham os bons. E com certeza adoraria treinar com ele. O que diabos você está pensando Katherine? Para de pensar coisas idiotas.
Estava adorando dar isso a ela. Tadinha precisava relaxar. Lembro de quando era tenso quando os holofotes estavam em mim. Mas o que... gostar? Jeremy, não pense em deixar isso passar de hoje, com ela não. Afastei um pouco as pernas dela e a penetrei. Juro que quase tenho um orgasmo ali mesmo.
A sensação era ótima e pela cara dele a sensação nele foi ainda melhor. O puxei para um beijo intenso e passava minha mão pelas costas dele.
Me movimentei intercalando entre forte e suave e mantendo o seu beijo que era uma delicia. Eu com ela? Nunca diria que pudesse ter acontecido, mas estava acontecendo e era muito bom.
Entrelacei minha perna na cintura dele o trazendo para mais perto. Envolvi meus braços no pescoço e acariciava a nuca dele.
Pior que ela era boa. Se gabava e com razão, que mulher era essa? Se ela não fosse como era... não me importaria de continuar... não! Não vai ser além de sexo, até por que ela não pensa em ninguém além dela. Aumentei o ritmo.
Não é que ela era realmente bom? Mordi o lábio dele. E desci uma trilha de beijos desde do queixo dele e ia para o maxilar. Minha mão acariciava seu braço dele que estava ao meu redor.
Os lábios dela eram como as mãos, doces. E o contato na minha pele fazia uma combinação calorosa no meu corpo que já tinha sinal que estava próximo ao clímax.
Sentia o clímax dele chegando, e o meu também. Voltei a sua boca e o beijo voltou ao que era, intenso e feroz.
O orgasmo chegou num onda intensa de prazer em mim, mesmo sem querer era o nome dela que saia da minha boca enquanto ele durava.
Ouvir o meu nome sair da boca dele, foi no mínimo ótimo. E mesmo entre gemidos e suspiros de ambos, continuamos o beijo.
Fui parando o beijo aos poucos. Isso foi perfeito.
Paramos o beijo e ele deitou ao meu lado. Tinha sido maravilhoso. E por sorte ninguém estava em casa, porque se não com certeza ficaria ouvindo as piadinhas do Damon. E elas me irritam! Passei as mãos pelo meu cabelo.- Você é muito bom nisso.- Olhei para ele.
— Sempre fui um aluno aplicado, mas acho que isso também é natural.- Ele disse.
— Agora eu entendo porque Pearl tinha uma queda pelo Gilbert.- Sorri.- E Annabelle tinha por você.- Suspirei.- No fundo gostava delas.
— Você?- Ele perguntou.
— Sim. Elas foram minhas amigas. E sim eu tenho amigas. Apesar de poucas. Isobel, mãe de Elena era uma. Assim como aquela maldita bruxa que depois me traiu e me colocaram naquela maldita tumba.- Ela disse.
— Isso é surpreendente. Mostra que não é tão ruim assim.- Ele falou.
— É que vocês que se intitulam "mocinhos" só veem pelo lado do que é bom para vocês e do que vocês querem. Mas não veem pelo lado de que talvez eu precisasse muito mais do que vocês daquela pedra da lua. Ou que talvez o meu objetivo fosse tão "digno" como o de vocês.- Ela falou.
Estava mais relaxado e a respiração já tinha ficado normal.- Acho é que sempre ficou alguém do nosso lado. Acho que só azarados.- Disse virando pra ela e sorrindo.
— Talvez.- Suspirei.- Bom, pelo menos eu fiz meu papel de vilã muito bem. Porém...- Me virei pra ele também.- Me desculpe por ter te colocado na boca do Silas, literalmente e por ter deixado você pra morrer a dias atrás.- Sorri suavemente.- Hoje eu notei que seria um grande desperdício. Fora que você tem muito o que viver ainda.- Não faço a mínima ideia do que estava fazendo, mas parecia que precisava pedir desculpas por isso.
— Está mesmo se desculpando?- Ele perguntou.
— Sim. Não devia ter feito aquilo á você ou ter nos acidentado. Confesso que foi a pior coisa que fiz. Fiquei toda machucada.- Fiz cara de nojo.
— Tadinha, foi mesmo. Sorte sua não ter tido nada grave.- Uma coisa me veio a mente.- Ah meu deus...
— O que?- Ela perguntou.
— Você é humana... nós esquecemos uma coisa...- Ele disse receoso.
Segui o raciocínio dele.- Meu Deus, é verdade. Alguém me diga que não terei um mini Gilbert!- Dramatizei e logo após rindo.
— Kath! É serio, tem possibilidade do seu lado?- Ele perguntou.
Tentava parar de rir.- Não, não tem. Meu período fértil foi a 3 dias atrás.
Suspirei aliviado.- Sua culpa, me deixou tão doido que até esqueci.
Sorri.- Eu te deixei doido? Mas eu nem fiz meu stripper para você ou outras coisas que com certeza só eu sei fazer.- Disse sorrindo.
— Garota, eu estava a meses sem, ok? Se você faz isso, eu tenho um treco.- Ele disse.
— Ok, tadinho de você. Porém você deve estar orgulhoso. Muitos dariam o próprio... você sabe, pra ter um noite comigo.- Disse sorrindo.- Porém se eu soubesse que você fosse tão bom, eu teria te provocado um pouco antes.
Não acredito que diria isso.- E você tinha razão, você é incrível.
— Com certeza eu sou.- Dei um beijo nele.- Mas você não viu muito do que sou capaz.
— Querendo...- Escutei um barulho lá em baixo, tentava ouvir mais alguma coisa.
— Eles chegaram.- Me deitei na cama.- Pode deixar eles virem. Vamos ver a reação deles ao me ver nua. Adoro isso.- Disse rindo.
— Não são eles. Elena me disse que se fosse voltar avisaria.- Disse me levantando e alcançando uma calça.
Me levantei e coloquei a camisa dele que estava ali perto.- Então quem é?
Peguei a balestra e uma estacas.- Fica aqui.
— Você está louco? Vamos ficar aqui. Você tem verbena aqui?- Ela perguntou.
— Tem uma garrafa com e uma arma na mesinha, eu já volto.- Ele disse.
— Jeremy, por favor. Tome cuidado.- Disse com toda sinceridade que tinha e a preocupação que estava me surpreendeu.
— Ok.- Disse surpreso pela preocupação dela. Sai e desci. Tinha uma porta aberta, estranho, tinha trancado tudo. A fechei e comecei a olhar pela casa, tinha um barulho na cozinha, droga. Estava certo, era um. Ataquei ele, era forte mas meu treinamento ajudou e um pouco de sorte ele ser meio burro também para eu conseguir mata-lo. Ia ver os outros cômodos quando ouvi um grito.- Kath!
Alguém tinha me pego e não sabia quem era.- Me solta!- Tentava me soltar, mas não tinha mais a minha força.
— Silas mandou pegar você.- O homem disse.
— Ele não é homem suficiente para fazer isso não?- Ela rebateu.
Cheguei no quarto. Tinha um cara parecido com o outro, segurando ela a prendendo.- Kath! Solta ela.
— Humano abusado, tenho ordens. Saia.- O cara disse.
Como tinha pego uma verbena, ainda em flor, tirei do bolso da camisa dele que usava e passei no braço do homem.
— Ahh, sua...- Disse a soltando no reflexo.
— Arma.- Disse pra ela, enquanto parti pra cima dele. Lutava com ele, não era tão forte quanto outro. Dei um empurrão e me afastei.- Atira.
— Ok.- Mirei no coração do vampiro e atirei a estaca. E acertou. Sempre fui boa de mira.
— Uau, você é ótima.- Ele disse.
— Eu deixei de ser um vampira. Mas ainda luto como uma.- Ela falou sorrindo.
Verifiquei se estava morto mesmo.- Vou tira-lo daqui, tranque a porta quando eu sair.
— Ok, tudo bem. Mas antes.- Coloquei a arma de lado e o beijei.
Respondi surpreso.- Não demoro.
Sorri.- Tudo bem.- Não sei o que estava sentindo, mas era ótimo.
Sai do quarto carregando ele e juntei com o outro. Liguei a lareira e os joguei lá. Fiz uma busca na casa e não tinha mais nada, eram somente eles. Ainda bem. Mas foi estranho o tanto que fiquei preocupado com ela, coisa que só passou quando ela me beijou. Merda não estou começando a gostar dela. Depois de tudo colocado no lugar voltei ao quarto.- Kath, sou eu.
Me levantei e abri a porta.- Você está bem?
— Sim. Tá tudo tranquilo agora.- Ele disse.
Respirei aliviada.- Que bom. Agora que meu sangue é a maldita cura, virei carne fresca em um mar de vampiros.
— E nem sabemos como isso pode te afetar, se não você se transformava.- Ele falou.
— Seria a primeira coisa que eu faria. Porque dependendo de como funciona a cura. Se é uma simples gota ou só se for drenada, daqui a pouco temos um hibrido na porta de casa. Ele vai adorar saber disso.- Ela disse.
— Bem, ele vai ter uma bela disputa.- Queria abraça-la, mas acho que ela não gostaria, ela não é do tipo que se deixa proteger a esse nível.
— Não se engane Jer, Damon e agora quando Stefan recuperar a memória, a primeira coisa que eles fariam se Klaus aparecer aqui, é me entregar á ele. Tudo para deixar a doce Elena a salvo. E você também faria isso. Afinal ela é sua irmã.- Ela falou.
Olhei pra ela. Doeu da mesma maneira pensar o que Klaus faria quando era com Elena, principalmente com os problemas que já tiveram, ele a maltrataria e.... não. Mesmo que ela saísse e me xingasse, a abracei. Parece que a única coisa que queria no mundo era protege-la.- Eu não vou deixar.
Estranhei o abraço, mas não sai. Eu gostava de ficar nos braços dele.- Você não poderia contra o Klaus. Ninguém pode.
— Como disse se ele vier, vai ter uma ótima disputa. Ou acha que Silas e Tessa vão deixar ele chegar e pegar o que eles querem também?- Ele disse.
— Esse é o problema. Como sempre sou uma disputa. Prefiro quando é dois homens brigando por mim do que dois imortais e uma bruxa louca.- Ela disse.
Ele riu.- Mas isso pode te dar uma bela vantagem. Deixe ele brigando enquanto nós tentamos descobrir mais sobre os efeitos dessa cura em você.
Suspirei.- Ok, tudo bem.- Me separei dele para olha-lo.- Sua irmã vai te matar quando souber que você transou comigo. Melhor, vai enlouquecer por saber que foi com alguém idêntica á ela.- Ri.- Porém, eu sou mais gostosa. Isso é um fato.- Sorri.
— Ah, sempre deixei as opiniões dela a parte nesse lado. É sempre a mesma coisa. Vickie, Ana... Mas ela pode achar que tem algo contra ela sabe? Você ficou com o ex-namorado, o namorado e o irmão dela.- Ele disse.
— Ela que tem algo contra mim! Eu que fiquei com o Salvatore primeiro. Não ela. Ela somente está seguindo os meus passos. Só falta um pouco mais de sensualidade. E quanto a você. Bem, você é muito mais que o irmão dela.- Ela falou.
— Sou?- Perguntei sorrindo.
Sorri.- Sim.- Toquei no rosto dele.- E por incrível que possa parecer, eu gosto de você. Mesmo que muitos não acreditem que seja capaz de gostar de alguém.
— Bem senhorita Pierce, então temos um problema.- Ele disse.
— Temos?- Ela perguntou.
— Sim, por que eu também gosto da senhorita. E quero pelo menos que me dê a oportunidade de protege-la.- Ele falou.
Sorri.- Isso soa muito bom.- O beijei.- Meu relacionamentos nunca foram fáceis mesmo. E ter que aturar uma irmã exatamente como eu, com certeza é o mais fácil.- Disse sorrindo.
— E aturar todo mundo falando um monte também é fácil.- Devolvi o beijo.
Sorri.- Eles só iram falar o quanto você é sortudo por ter tudo isso só para você.- Disse o beijando novamente.
— Uhm... acho que estou interessado em ter mais disso tudo.- Disse deitando ela na cama.
Mordi meu lábio e entrelacei minha perna na cintura dele.- E o que você gostaria de ter?
— Tudo.- Ele disse.
— Você é guloso.- Sorri.
— Sempre fui.- Tirei a camisa dela e voltando a tocar aquele corpo maravilhoso.
Sorri. Gostava de sentir as mãos dele em meu corpo. Eram fortes e decididas.- Estou vendo.- Disse beijando o maxilar dele.- Mas eu amo homens gulosos.- Murmurei no ouvido dele.
— Então acho que deu sorte. Encontrou um muito guloso.- Ele disse.
Sorri.- Com certeza eu dei.- O puxei para um beijo e acariciava seus cabelos.
Tirei minha calça e voltei pra ela. Mesmo que não demostrasse ela era em parte frágil e também precisava de carinho, já que todo mundo precisa disso e no caso dela que só ouve coisas ruins de todos uma hora deve ficar pesado. Posso estar maluco, mais quero dar isso á ela.
O beijei novamente. Agora que era humana, conseguia sentir meu coração palpitar quando ele está perto ou me toca. Sentir suas mãos em meu corpo, me arrepiava, e era tudo involuntário. Mas eu gostava dessas novas sensações.
Beijava mais suavemente agora e fazia caminhos pelo corpo dela, e o melhor era sentir as reações dela, reações positivas. Talvez exista algo de bom mesmo dentro dela.
Nosso beijo estava mais suave e doce. E assim dava para sentir melhor sua boca na minha, o que era muito bom. Minha mão acariciava suas costas suavemente.
— Você é incrível assim também.- Disse no ouvido dela e mordendo de leve ali.
— Assim como? — Disse enquanto acariciava seus cabelos.
— Mais suave, sem toda aquela explosão.- Ele disse.
— Eu sou flexível.- Sorri.- Mas não era eu que estava explosiva e sim você.
Ri— Tudo bem.- Me estiquei na mesa pegando um preservativo.- Não vamos atentar a sorte né?
— Com certeza. Não estou pronta para ser mãe. Sou nova demais.- Disse rindo.
— Essa sua idade é meio confusa, mas também sou muito novo. Fora que seria morto umas dez vezes.- Ele disse.
— Na verdade eu tive um filho com 15 para 16 anos. E hoje tenho 18 anos. Pois me transformei com 18.- Ela disse.
— Começou cedo hein? Bem, depois falamos disso. Agora não é hora de assuntos tristes.- Voltei a beija-la.
Retribui o beijo enquanto envolvia meus braços em torno do pescoço dele.
Coloquei o preservativo. Com esses poucos carinhos estava pronto de novo, e entrei nela. Mas agora mantendo o ritmo lento.
Como podia ser tão bom estar com ele? O que eu estava sentindo? Eu não sei ao certo, só sei que quero estar perto dele. E não me importa por quem tenha que passar por cima.
Foi diferente ficar com ela assim mais docemente, só que estar assim me fez sentir que a queria cada vez mais. Depois ela deitou no meu peito e a abracei. Sabia que seria difícil, todos contra e principalmente vencer esse lado duro dela, mas enfrentaria. A teria comigo seja o que fosse a não ser que ela não quisesse. Enfrentaria Klaus, Silas, Tessa e quem mais aparecesse pra defender essa mulher que pode parecer dura e insensível. Só que eu não via assim, pelo menos não mais. Só via uma mulher linda com cachos que me encantavam e que me arriscava a chamar de minha Kath.
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