Liberty- One Shots

33 Capítulo 33- Damon & Bonnie.


Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capítulo o/ Bem, Bonnie e Damon ganharam de lavada, então aqui estão eles :3 Pegamos lá na primeira temporada, episódio 1x9, por ai. Ah, qualquer erro que vejam, relevem, é porque enquanto eu revisava o capítulo eu via um filme com a mãe HAHA´ mas revisei aqui no Nyah antes de postar, então espero que não tenha erros ^^ Bem, vamos ao capítulo... espero que gostem :3 P.S: LEIAM AS NOTAS FINAIS! IMPORTANTE!

POV Misto. (Damon e Bonnie.)

O dia que eu estava esperando estava chegando e eu precisava agir. Stefan estava um saco pela amiguinha dele. Devia ter deixado o conselho pegar ele. Eu sabia quem podia resolver para mim, a amiga de Elena, Bonnie. Ela era uma Bennett e tinha a obrigação de me ajudar. A segui e a encontrei na porta da casa dela, que reparei estar vazia.

— O que você quer aqui?- Perguntei.

— Falar com você.- Disse.

— Some daqui.- Falei.

— Bem, tentei educadamente.- A pressionei na parede.- Você como uma Bennett, tem uma divida comigo.

— Me solta!- Tentei empurra-lo.

— Calminha ai Bonnie. Basta fazer uma coisa para mim. Coisa que vocês prometeram, todos felizes.- Disse.

— Me solta seu desgraçado! A Elena e o Stefan me contaram tudo que você fez. Você é um monstro e eu NUNCA irei te ajudar!- Exclamei.

— Ai, vocês sempre são tão difíceis. Você só tem essa vida por minha causa e isso pode ser mudado.- Disse.

— Então me mate. Eu garanto que você não irá gostar das consequências que as bruxas podem fazer. Emily, para ser mais exata.- Falei.

— Você está nisso exatamente por culpa dela, então é bom ela cumprir a parte dela.- Estava colado nela e podia perceber o quão gostosa ela era.

— Eu não vou fazer nada para você. Seja lá o que for, sei que não é nada bom.- Disse.

— Você está avisada. Traga para mim o colar que Caroline está até as nove da noite. Sabe onde me encontrar.- Disse.

— Espere sentado.- Falei.

— Espere você ter notícias minhas então.- Disse.

— Eu não tenho medo de você.- Falei.

— Deveria ter.- A deixei totalmente contra mim.- As Bennett's melhoraram muito nesses anos.

Minha respiração falou. Não sei exatamente o porque.- Do que você está falando?

— Você é muito melhor que todas que eu tenha visto.- Disse.

— Melhor?- Perguntei.

— Tão... gostosa.- Botei um dos cachos dela para trás.

Olhei a mão dele no meu cabelo.- Não me toque.

— Por que não?- Eu ouvia os batimentos dela que aceleravam, isso deixava mais interessantes.

— Porque eu não quero.- Respondi.

— Tem certeza disso?- Toquei o rosto dela.- Seu corpo diz diferente.

Me arrepiei com o toque dele. Acho que era um pouco de medo. Afinal ele era um vampiro e eu não sei controlar meus poderes.- Você não sabe nada sobre mim.

— Olha que eu posso saber.- Disse.

— Não, não pode.- Falei.

— Posso sim, bruxinha.- Disse no ouvido dela.

Senti-me arrepiar. Mas acho que qualquer um se arrepiaria se um vampiro estivesse a centímetros do seu pescoço. Não é uma sensação muito reconfortante.- Me solta, Damon.

— Você parece ser uma das boas. Traga o colar para mim.- Sorri e sai dali.

— Vai sonhando com isso.- Entrei em casa novamente e tranquei tudo. Elena me disse sobre ter que convidar um vampiro para entrar, senão eles não podem. Só iria me sentir segura quando minha vó chegasse em casa.

Arrumei o que fazer. Mentira, não tinha nada de bom para fazer ali. Então como estava meio recente para morder alguém na cidade, fui na vizinha. O que foi fácil de arrumar. Voltei a noite e esperei. Ah Bonnie, se fosse você não faria isso.

Minha vó veio em casa e disse a ela que estava com cólica por isso não fui na aula. Não queria preocupa-la. Quando foi de noite ela saiu para uma reunião com amigas dela. Comi alguma coisa e quando olhei para o relógio era 21:00. Suspirei e fui tomar um banho. Coloquei um pijama; short e blusa. Fui até a janela do meu quarto e olhei. Tudo calmo. Abri uma fresta para entrar um ar. Desliguei a luz e me deitei, tentando esquecer tudo.

Deu 22:00 e ela não veio. Hora da ação. Bruxas estúpidas e irritantes. Fui na casa dela, só tinha uma respiração. Ela estava sozinha. Arranhei a janela dela.

Levei um susto e me sentei na cama. Me cobri e me agarrei no travesseiro. Ok, isso é muito infantil. Mas não sou uma bruxa poderosa como minha vó.

Fui no sistema da casa e desliguei o disjuntor, o que fez a casa ficar as escuras.

Fechei os olhos.- Ah meu Deus.- Me agarrei mais no travesseiro.

Puxei a janela do quarto dela.- Não devia deixar destrancada.

— Você não pode entrar.- Disse.

— E você não pode sair.- Falei.

— O que você quer?- Perguntei.

— Eu te pedi uma coisa, você não ouviu.- Disse.

— Eu não vou dar nada a você.- Falei.

— Não seja orgulhosa, você não quer morrer.- Falei.

— Prefiro morrer do que dar o que você quer.- Disse.

— Por que? Não é nada ruim assim.- Disse.

— Não vou arriscar.- Falei.

— Vocês gostam de complicar as coisas.- Disse.

— Vai embora, Damon. Não vai adiantar nada.- Falei.

— Você não vai sair. Tem muita gente aqui fora sabia? Acho que vou visitar a Caroline.- Disse.

— A Liz está com ela. E você não quer sujar sua imagem com ela.- Disse.

— Como sabe, ela gosta muito de mim, deixaria eu entrar fácil.- Falei.

— E você não a mataria porque eu faria questão de te entregar. Ou te matar.- Disse.

— Venha tentar.- Eu estava sentado no batente e estava me irritando.

— Eu não vou chegar perto de você novamente.- Disse.

— Pode querer mais que isso.- Falei.

— O que?- Questionei.

— Você só fica ai, não vai saber.- Me levantei.- Me deixa entrar.

— Nunca.- Atirei meu abajur que era feito de madeira no chão, peguei um pedaço e me aproximei mais um pouco.- Saia daqui ou eu te mato.

— Você não consegue.- Disse.

— Eu consigo sim.- Me aproximei mais e ameacei acerta-lo.

— Movimento errado gata.- Ela chegou a colocar a mão para fora e a segurei, logo trazendo ela.

Droga, ele era mesmo rápido.- Me solta!- Me soltei dele.

— Não mesmo.- A peguei no colo e sai de lá com ela.

— Me solta!- Me mexia nos braços dele, assim como as pernas. Bem que podia acerta-lo na cara.

Ela não ia se soltar. A levei até uma casa abandonada que tinha visto na estrada.

— Me larga seu maluco!- Disse.

Botei ela no chão.

— Para onde você me trouxe?- Perguntei.

— Algum lugar.- Disse.

— Eu vou embora.- Comecei a andar.

Usei a velocidade.- Não mesmo.

— Me deixa passar.- Falei.

— Não até você concordar em abrir a tumba.- Disse.

— O que?- Questionei.

Peguei ela entrando num quarto, ficando na porta.- Aqui na cidade tem uma tumba que foi lacrada para salvar alguns vampiros que eram caçados em 1864. Foi a única alternativa. E a sua querida Emily fez um acordo comigo. Eu a ajudo e a descendência dela me ajudava a abrir a tumba.

Comecei a rir.- Você acha mesmo que só porque a minha ancestral de fez uma promessa eu vou cumpri-la?- Ainda ria.- Você é tão idiota.

— Acabar com a linhagem Bennett não é algo tão difícil.- Disse.

— Você fala, fala e não faz nada!- Fui até ele.- Me mata então. Porque ou é isso ou me deixar ir. Porque eu não vou abrir nada!

Avancei nela e segurei seu pescoço. Algo na minha mente dizia que era um desperdício matá-la.- Isso é o que você quer, mas que estimulo sua avó teria se estivesse morta?

— Você é um monstro. Desprezível, sujo e cruel. Você não merece NADA. Você tem e vai morrer sozinho. Porque isso é a única coisa que você tem; solidão.- Disse.

— Ai, essa doeu.- Sorri.- Mas não, sabe por que bruxinha? Você não me conhece, não sabe do que sou capaz e nada de como vivo. Então baixa a bola.

— Sabe o que eu sinto quando você me toca? O que eu senti quanto toquei Stefan? Morte. Vazio, escuro e frio. Morte na sua forma mais pura. Vocês só andam porque sobrevivem de pessoas inocentes. Stefan ainda é correto. Já você? Você não merece nada além de morrer para sempre.- Disse.

— Stefan correto? É a piada do ano.- Falei.

— Não me interessa o que você acha. Eu não quero saber de nada. Me solta de uma vez que eu já estou de saco cheio dessa coisa.- Disse.

— Continue tentando.- Olhei ela de cima a baixo, e que gostosa.

Suspirei.- Você é chato.

— E você gostosa.- Disse.

Agora que tinha reparado que estava só de pijama.- E você devia ter pelo menos deixado eu me vestir. Estou com frio agora.

— Faz fogo ué.- Disse.

— Eu não sei fazer isso.- Falei.

Ela olhava para mim.- O que? Minha jaqueta?

— É o mínimo que você pode fazer.- Disse.

Tirei.- Toma. Droga, isso vai acabar com a minha visão.

— Visão? Você é um tarado.- Coloquei a jaqueta.

— Eu disse, você é bonita. Eu gosto de mulher bonita.- Disse.

— Ah, que bom então. Isso prova que tem bom gosto.- Fui até uma poltrona e tirei o pano empoeirado que tinha ali. A poltrona estava boa. Me sentei com as pernas encolhidas.

— Você não vai ficar sempre aqui.- Disse.

— Claro que não. Vou sair daqui para um buraco qualquer onde você vai enfiar meu corpo depois de drenar todo o meu sangue.- Disse.

— E se eu não drenar todo?- Questionei.

— Bem, ai você é realmente burro.- Respondi.

— Você é muito arrogante.- Disse.

— Obrigada.- Falei.

Eu não consegui tirar os olhos daquelas pernas ou quando dava, de seu corpo.

— O que você está olhando?- Perguntei.

— Você.- Falei.

— E perdeu alguma coisa aqui?- Questionei.

— Estou achando muitas.- Respondi.

— Devia parar de procurar então.- Disse.

— Devia?- Perguntei.

— Sim.- Disse.

Avancei nela.- Pode ser interessante.

— Não mesmo.- Disse.

— Por que não?- Questionei.

— Porque não.- Respondi.

— Não para mim.- Disse.

Suspirei.- Dá para dizer o que você quer comigo?

Eu não estava pensando direito. Eu queria que ela abrisse a tumba, não ficar de joguinho, mas por mais que tentasse eu não gostava da ideia de a machucar.- Estou te dando uma boa oportunidade Bonnie.

— Oportunidade?- Perguntei.

— De sairmos disso sem maiores problemas.- Disse.

— Eu já disse que não vou abrir essa tumba.- Falei.

Estava de frente a ela.- Eu não quero machucar você. Faça.

— Não.- Disse.

— Faça Bonnie.- A levantei, segurando pelo braços.

— Não.- Falei.

Ela tinha uma boca tentadora. Talvez eu conseguisse algo assim. A beijei.

Fiquei totalmente imóvel. Tinha sido realmente pega de surpresa. Afastei minha boca da dele.- O que foi isso?

— Hã... um beijo?- Perguntei como se fosse óbvio.

— É, um beijo! Você está louco? Você vem me aterrorizando o dia todo e agora me beija?!- Exclamei.

— Qual o problema?- Questionei.

— Santo Deus. Você é mesmo burro.- Me soltei dele.- Chega. Eu vou embora daqui e você não me enche mais o saco. Já estou cansada de você.- Caminhei para a porta.

— Você não vai a lugar nenhum.- Quem se encheu agora fui eu. A peguei e joguei na cama.

— Você está louco?- Perguntei.

— Não, estou de saco cheio de você me subestimando.- Procurava algo no quarto para amarrar ela.

Eu tinha que fazer alguma coisa. Fechei meus olhos, me concentrando. Esperando que fizesse alguma coisa.

Do nada a lareira acendeu, as portas bateram e foi como se a casa tremesse.- Bem, poder sabemos que você tem.

Me levantei e sai correndo dali.

— Não vai não.- Peguei ela chegando na escada, mas ela escorregou caindo.- Merda Bonnie.- A peguei antes que batesse no chão.

— Eu sinceramente não sei qual foi o meu pecado para estar vivendo isso. Eu só quero ter uma vida normal. Porque não me deixa em paz?- Perguntei já cansada.

— Porque você não quer dar a minha paz!- Exclamei.

— Eu não tenho essa obrigação.- Disse.

— Emily sua maldita, dá um jeito nisso. Você que fez isso. Eu salvava sua filha e sua geração abriria a tumba na época certa! Eu esperei 145 malditos anos para isso!- Eu gritei como se ela pudesse ouvir.

Suspirei.- Você é louco mesmo.- Me levantei.- Eu tenho pena de você.

— Não tenha, não preciso da sua pena. Eu preciso abrir a merda daquela tumba! Você não quer se livrar de mim? Depois de entrar e pegar o que quero, você não vai me ver nunca mais.- Disse.

Suspirei.- Ok então. Tudo bem. Mas depois disso eu não quero ver sua cara nem pintada de ouro e se vir, irei te matar.

— Não vai.- Falei.

— Vou.- Disse.

— Você vai precisar do colar. Que eu saiba é a única coisa que precisa.- Disse.

— Então pegue-o. É do seu interesse.- Falei.

— Isso não vai ser difícil. Hoje mesmo?- Perguntei.

— Sim.- Respondi.

— Tá. Vem, vou te levar e depois ir buscar.- Disse.

— Não preciso da sua ajuda.- Tirei a jaqueta dele e entreguei.- Eu vou sozinha.

— Nós estamos a quilômetros e a não ser que consiga usar uma vassoura, não vai descalça até a cidade.- Disse.

— Sim, eu vou. Não quero nada de você. Só distância.- Falei.

— Ui. Vamos.- A peguei e mesmo irritada, a levei de volta.

Desci do colo dele e entrei em casa, fechando a porta.

Fui até a casa de Caroline. Enrolei a Liz e fui falar com ela, que fez doce, mas peguei o colar. Finalmente eu teria o que tanto esperei. Fui até Bonnie e o entreguei.

Peguei o grimorio.- Vamos então.

Me dirigi na direção onde ficava a tumba.- Você consegue sozinha?

— Não é do seu interesse. Você quer que eu abra, eu irei abrir.- Disse.

— Se você diz.- Disse.

— Sim.- Falei.

Nós andávamos e eu prestava atenção nela. Era bem gostosa, corpo bem definido. O que eu tô pensando? Eu vou reencontrar a Katherine.

Chegamos a tal tumba e organizei tudo. Coloquei o grimorio na minha frente e me ajoelhei. Sabia que não ia aguentar o feitiço. Mas isso não vem ao caso. Meus amigos ficariam livre deles. Fechei meus olhos e comecei.

Eu podia perceber que era muito poder, dava para sentir. Mas se ela disse que podia, eu ia esperar. Várias coisas passavam pela minha cabeça, valeria tudo? Kath ainda ia me querer? Não, eu não podia duvidar. Ainda mais depois de eu a tirar desse lugar.

Podia sentir meu poder e minha vida se esvaindo. Mas pelo menos o feitiço estava dando certo.

Escutava os batimentos dela diminuindo e eu não sabia se estava dando certo.-Bonnie, tem certeza que você consegue? Está fraca.- Ela não respondeu e a via mais fraca, e nada acontecia. E agora? Olhei pela pedra que guardava a porta.- Para Bonnie.- Sacudi ela.

Ele é um idiota, pensei. Claro que me sacudindo assim vai quebrar tudo. Só me lembro de ter pensado isso antes de cair.

Segurei ela. Pelo menos não estava morta. Coloquei ela no chão. Tirei a pedra do lugar e toquei, impenetrável. Suspirei. O que eu faria? Botei a pedra no lugar, peguei Bonnie e a levei para a saca que tínhamos vindo antes. A coloquei na cama e esperei ela acordar. Me sentei na beirada da cama e olhava o cristal que estava quase destruído. Tinha acabado, não tinha mais como recuperar.

Senti-me acordar e olhei em volta desnorteada.- Eu disse que não queria mais ver você.

— Você acordou, achei que ia dormir por mais tempo.- Disse com a voz baixa.

— Adeus Damon.- Me levantei, saindo daquele lugar.

Segui ela.- Vai mesmo andando?

— Você disse que ia me deixar em paz. Então me deixa em paz.- Disse.

— Tecnicamente tenho que te deixar em casa para ser completo o trato.- Falei.

Suspirei e continuei andando.

Continuei atrás dela. Eu me sentia meio perdido. Ok, podia ser um idiota, sempre me disseram isso por esperar para tê-la. Mas agora o único jeito é seguir em frente, ter um rumo novo, mesmo que doesse.

O que ele quer comigo? Interrompeu o feitiço e agora fica me seguindo. Depois de um tempo chegamos na minha casa.- Pronto. Estou em casa.

— Toma, não vou mais precisar disso.- Entreguei o colar.

— Eu não quero saber disso.- Disse.

— Jogue-o fora então.- Disse.

— Jogue você.- Falei.

— Tá, tchau Bonnie Bennett.- Dei um meio sorriso.

— Tchau.- Disse.

Sai dali e fui para casa, me fechando no meu quarto. Queria ficar sozinho. Stefan tentou bater, mas não adiantou. No meio daquilo tudo lembrei do beijo, do corpo dela junto ao meu. E que corpo Bonnie tinha. Porque eu não a deixei continuar, porque eu me importei? Fiquei alguns dias quietos sem querer falar muito com ninguém. Mas senti falta de pertubar um certo alguém. Tinha uma festa e a cerquei quando saia de casa.- Oi.

— Ah meu Deus.- Suspirei.- Você?

— Suspirando por mim? Não sabia que tinha sentido saudade.- Disse.

— Não é de saudade, é de cansaço mesmo. Você disse que ia me deixar em paz, lembra?- Falei.

— Eu só disse oi. Não te perturbei.- Disse.

— Então oi. Agora estou indo para uma festa.- Falei.

— Está linda. E gostosa.- Disse.

— Obrigada. E estou acompanhada também.- Falei.

— Sério? Por quem?- Questionei.

— Matt.- Respondi.

Ri.- Fala sério. Merece uma companhia melhor.

— Ele é uma boa companhia.- Disse.

Passei meu braço pelo braço dela.- Eu sou uma melhor. Vamos?

— Eu não posso deixar o Matt assim. E desde quando você vai a essas festas?- Perguntei.

— Quando me dá vontade e tenho uma boa companhia.- Disse.

— Porque não leva a Caroline então? Você estava com ela até um tempo atrás.- Falei.

— Vamos dizer que o que eu tinha de paciência para aguentar os surtos dela, acabou.- Disse.

— Mas usou ela de todos os jeitos.- Falei.

— E ela gostou de todos, acredite.- Falei.

Suspirei.- Você não presta.

— Você também gostaria.- Disse.

Ri.- Acho que não.

— Você nunca transou comigo para saber.- Disse.

— E nem quero.- Falei.

— Como pode dizer não? Aposto que faço você querer.- Disse.

— Damon, me esquece. Se é isso que você quer, transar, esquece. Se quer isso sugiro procurar outra garota que seja influenciável. Porque você teria que fazer mais do que jogar charme e ser irônico para conseguir qualquer coisa comigo.- Falei.

— Teria é?- Perguntei.

— Com certeza.- Disse.

— Agora fiquei curioso.- Falei.

— Azar seu.- Disse.

— Olha quem está fazendo joguinho.- Comentei.

— Não estou fazendo joguinho.- Falei.

— Está sim. Vamos, uma dança. Se depois disso ainda querer me chutar, eu vou.- Disse.

Suspirei.- Tudo bem. Uma dança somente.

— É suficiente para mim.- Disse.

— Ok.- Falei.

Fomos para a festa e deixei chegar uma musica boa e com ritmo sensual para chamar ela. Claro que o Stefan e a Elena quiseram se meter, mas tirei eles e fui com ela.

Fiquei um pouco junto dele, era melhor não ficar muito junto. Não sei até onde ele é confiável. Começamos a dançar.

Puxei ela mais perto. Como me lembrava o corpo dela era incrível e minha mão descia por suas costas.

Mesmo receosa, coloquei meus braços em torno do pescoço dele.

— Não precisa ter medo. Dance a vontade.- Disse.

— Você não é a pessoa mais confiável do mundo.- Falei.

— No momento pode confiar plenamente.- Disse.

— Você não tem só a parte vampiro, tem a parte homem também. Que não sei se é confiável.- Falei.

— Como eu disse a dias; você não me conhece.- Falei.

— É isso que estou falando.- Disse.

Virei ela de costas para mim e passei o braço pela cintura dela.- O que quer saber?

— Porque você continua me procurando?- Perguntei.

— Porque gostei de você.- Respondi.

— Isso é mentira. Não tem motivos para gostar.- Disse.

— Por que diz isso?- Questionei.

— Porque desde que nos conhecemos só brigamos.- Disse.

— Isso porque estávamos de lados opostos.- Falei.

— E de que lado você está agora? Virou mocinho?- Questionei.

— Não. Apenas não quero nada que você esteja contra.- Disse.

— Isso já é um avanço.- Falei.

— Com certeza é.- Falei no ouvido dela e estava tentado a beijar o pescoço dela.

Me arrepiei ao som da voz dele.- Está se dando melhor com Stefan?

— Isso é uma coisa muito mais complicada que imagina.- Disse.

— Só porque vocês querem.- Falei.

— Vamos deixar isso para lá.- Disse.

— Tudo bem.- Disse.

Baixaram a luz e aproveitei para beijar o pescoço dela.

Me arrepiei. Meu Deus, eu não devia me arrepiar. O que ele estava fazendo? O que ele queria?

Meus lábios subiram pelo pescoço, indo até por trás da orelha dela.

Me arrepiei mais ao que ele fez. Meu Deus, eu só posso estar louca por deixar ele fazer isso.

A virei e a beijei.

Dessa vez, retribui. Com certeza eu estou louca mesmo.

Segurei ela contra mim e percebi a vontade que estava de beija-la. E que boca, que beijo.

Entrelacei meus braços no pescoço dele.

Eu não sabia direito o que estava fazendo, só queria estar com ela. Nesses dias por várias vezes me peguei desejando isso.

Acariciava a extensão do pescoço dele. Ele com certeza beija bem.

Sentia a respiração dela e fui parando o beijo.

O beijo parou e baixei o olhar. Meu Deus, isso não devia ter acontecido.

Levantei o rosto dela.- Não se envergonhe de nada. Você pode fazer o que quiser.

— Eu sei. Mas eu não sou desse tipo, Damon. Não fico por ficar. Você pode achar que isso não é grande coisa, mas para mim é.- Disse.

— Por que eu acharia?- Perguntei.

— Porque você transa com qualquer garota que abre as pernas para você?- Questionei.

— Satisfação. Nada a ver com sentimento. Até porque até dias atrás as coisas nisso eram diferentes.- Disse.

— Aham, sei.- Falei.

— É a verdade. Não se perguntou porque eu queria entrar tanto na tumba?- Perguntei.

— Elena me contou.- Disse.

— Falaram é?- Perguntei.

— Sim.- Respondi.

— Imagino como.- Disse.

— Que você queria tirar uma vadia psicótica da tumba e que você fica de quatro por ela.- Falei.

Ri.- É eu acertei em como.

— Pois é.- Disse.

— Não vamos mexer nisso. Você dança muito bem.- Falei.

— Estava na torcida.- Disse.

— Isso explica.- Comentei.

— Acho que sim.- Falei.

— Eu tenho certeza.- Disse.

Sorri.- Tudo bem.

Acabou que ficamos mais um tempo e começou uns trovões, iria chover. E muito me ofereci para levar ela embora.

Ele me convenceu a me levar em casa e saímos de lá, indo em direção a ela. A chuva já havia começado.

Peguei ela e quando chegamos, mesmo em velocidade, chegamos bem molhados.

— Vou precisar de um banho quente.- Abri a porta.

— E talvez um anti gripal.- Disse.

— Com certeza.- Entrei na casa e me lembrei que ele não podia.- Hã...- Comecei. Não sabia se devia convida-lo.

— Tudo bem, eu vou esperar aqui. Não sou tão fã de banho de chuva.- Disse.

— Você não devia ficar ai. É que essa casa é da minha vó, não minha. Não posso tomar essas "liberdades" sem o consentimento dela.- Falei.

— Pegue uma capa então, vamos para minha casa.- Disse.

— Vamos?- Questionei.

— Quer ficar ai sozinha? Com certeza vai faltar luz.- Falei.

— É, acho que não. Eu já volto.- Entrei na casa.

Fiquei esperando ela. Era uma noite perfeita para poder ficar com ela, ainda mais que ela estava de guarda baixa.

Me troquei e voltei.- Pronto, podemos ir.

A peguei no colo, coisa que estava acostumando e a levei para minha casa. Estava vazia. Stefan deveria ficar com Elena.- Pronto, nem se molhou muito.

Ri.- Imagina. Só encharcada.

— Vamos lá em cima, você toma banho, vou ver alguma roupa.- Disse.

— Ok, obrigada.- Subimos.

Levei ela no meu quarto e indiquei o banheiro.

— Ok.- Entrei no banheiro, tirei a roupa molhada e entrei no box.

Eu peguei uma camisa minha e pendurei pra ela pegar. Pelo vidro do box dava para perceber suas curvas e queria muito me deslizar nelas.

Pude perceber que ele estava ali. Ao mesmo tempo que era embaraçoso, não era. Não conseguia me entender. Terminei o banho, me sequei e coloquei a camisa dele. O ruim é que ficava sem calcinha. Isso sim é constrangedor.

Voltei para o quarto e quando ela saiu, juro que fiquei logo excitado. Ainda úmida com a minha camisa que não a cobria tanto assim.

Fiquei um pouco corada com o olhar dele.- Obrigada pela camisa. Esqueci de trazer uma roupa.

— Ficou ótima.- Disse.

Sorri.- Obrigada.

— Agora eu vou, é rápido.- Disse.

— Tudo bem.- Falei.

Tomei o banho rápido e coloquei uma cueca e uma calça. Sim, era para provocar ela.

Estava olhando alguns enfeites e livros que ele tinha por ali. Não podia me abaixar porque sabia que aparecia tudo, literalmente. Escutei a porta do banheiro abrir e me virei. Nossa, ele é mesmo lindo.- Seus enfeites são bem interessantes.

— Obrigado. Fazia tempo que não vinha para cá e dava um jeito nessas coisas.- Disse.

— São lindos. Não parecem só vintage, são antigos mesmo.- Falei.

— Por que são.- Disse.

— Eu percebi.- Falei.

Fui junto dela.- Você tem cara de que gosta de coisas assim.

Sorri.- Eu gosto sim.

— Fui adquirindo durante os anos e tenho alguns por ai.- Disse.

— Isso é legal.- Falei.

— Não sou tão ignorante quanto parece, gosto de muitas coisas boas.- Falei.

— Nunca disse que era.- Disse.

— Quantas vezes me chamou de burro?- Questionei.

— Burro por acreditar na tal Katherine. Mas dizem que o amor nos deixa burro mesmo. Espero que isso não aconteça comigo. Mas nunca te chamei de ignorante.- Falei.

— Vamos deixar as considerações de lado. Vamos, você tem que beber algo quente.- Disse.

— Eu não quero nada, obrigada.- Agradeci.

— Eu poderia jurar que você era daquelas viciadas em chá.- Disse.

Ri.- Eu gosto, mas não quero agora. É melhor eu ligar para minha vó e avisar ela que estou bem. E pedir para ela me buscar.

— Se conseguir sinal.- Falei.

— Vou esperar a chuva passar um pouco.- Disse.

— Então melhor deitar. Eu conheço bem essa cidade, vai demorar.- Disse.

— Deitar?- Questionei.

— É melhor que esperar sentada.- Ri.

Ri.- Acho que prefiro a opção de sentar.

— Deitar é mais confortável.- Disse.

— Mas deitar é algo mais... íntimo e é estranho fazer isso.- Falei.

— Vocês garotas.- Sorri e indiquei o lugar ao lado da cama.

Me sentei na cama.

— Vai ficar com frio.- Disse.

— Eu estou bem. Estamos dentro de casa.- Falei.

— Você que sabe.- Peguei o livro que estava na cabeceira.

Me ajeitei melhor e fiquei olhando a chuva pela a janela.

Demorou alguns minutos e depois de um raio, faltou luz.- Eu disse.

Suspirei.- Isso é horrível. Odeio quando falta luz.

— Então vem para cá.- Esse foi o motivo mais diferente para eu levar uma garota para cama.

— Hã... Ok.- Me aproximei um pouco.

— Vou pegar umas velas para você iluminar.- Disse.

— Ok.- Falei.

O escuro para mim era indiferente, então achei logo as velas e as espalhei pelo quarto.- Pronto.

Me concentrei e acendi as velas.

— Sabemos no que é boa. Acender velas.- Disse.

Sorri.- É o mais fácil.

— Você não é tão chata quanto as outras.- Falei.

— Acho que devo levar isso como um elogio, então obrigada.- Disse.

— E é. Bruxas sempre são chatas com a postura de superiores.- Falei.

— Bem, isso é porque somos.- Disse.

— Ah, você não vai começar não, né?- Questionei.

— Ok, parei.- Falei.

— O engraçado é que diz a lenda que foram as bruxas que criaram os vampiros.- Disse.

— Eu não duvido.- Falei.

— Ai vem as outras gerações e nos odeiam.- Disse.

— Por motivos óbvios.- Falei.

— Quais?- Perguntei.

— Vocês matam. São predadores e estão mortos. Mortos não deveriam andar.- Respondi.

— Ei, eu não morri porque quis.- Falei.

— Mas devia ter permanecido morto. Essa é a ordem natural.- Disse.

— Mas não foi o que aconteceu. Não posso reclamar hoje, mas não morri por vontade, não completei a transição por vontade.- Disse.

— Você não leva a vida de um vampiro que odeia o que é. Ou que não queria isso. Não venha com desculpas, Damon. Senão queria, não fazia.- Falei.

— Quando estiver com Stefan pergunte a ele sobre isso. Agora, o que você gosta senhorita Bennett?- Questionei.

— Como assim?- Perguntei.

— Você deve fazer outras coisas além de acender velas no tempo livre.- Disse.

— Nada demais ué. Escola e ficar em casa.- Falei.

— Nossa, que chato.- Disse.

— Se você acha.- Falei.

— Tem tanta coisa legal no mundo para se fazer, descobrir, testar.- Disse.

— Que bom então.- Falei.

— Não gostaria de vê-las?- Questionei.

— Não tenho esse interesse. Gosto da vida que tenho, do jeito que está.- Respondi.

Me virei, ficando de frente a ela.- Isso não é muito comum.

— Nunca falei que era comum.- Disse.

— Tá ai uma coisa, não gosto do comum.- Falei.

— Porque?- Perguntei.

— Porque é comum, todos tem.- Disse.

— Ah sim.- Falei.

A tempestade estava intensa lá fora. Eu estava gostando disso, ela ficaria mais tempo aqui. Mas eu estava gostando disso por que? Eu a olhava e ficava doido para tirar aquela blusa.

Senti o olhar dele em mim e gostava. Não sei porque gostava. Algumas coisas são incontroláveis mesmo. O único problema é que nem todas são boas.

Ela estava do meu lado e eu cansei de ser tão quieto, a puxei e a beijei.

Fui pega de surpresa, mas retribui o beijo.

A mantive segura pela cintura. Deixava o beijo intenso e mais urgente.

Entrelacei os meus braços em torno do pescoço dele e acariciava seus cabelos.

A mão que estava livre passou a correr pelo corpo dela, mas sem chegar muito na intimidade dela, não queria que ela corresse.

Acariciava a extensão do pescoço dele, descendo para o peito e a outra mão acariciava sua nuca.

Descia pelo pescoço dela. Claro que dava aquela vontade de morde-la, mas eu tinha pleno controle.

Me arrepiei ao sentir os lábios dele na minha pele e suspirei pesadamente.

Beijei até onde a gola da camisa ia e depois voltei, mordiscando a orelha ela.

Eu só podia estar louca fazendo isso. Todo mundo já deixou claro que ele não presta e eu já vi com meus próprios olhos isso, e mesmo assim estou aqui.

Mudei nossa posição um pouco, estava meio incomoda, e a deitei ficando por cima dela.

Senti a camisa subir um pouco, o que me fez ficar com um pouco de vergonha. Era meio estranha ficar sem nada, só com uma camisa.

Voltei a beija-la. Me perguntava se ela era virgem, tinha jeito que sim. Isso era bom, mas podia ser complicado, esperava que ela não fosse dessas.

Retribui o beijo novamente e entrelacei meus dedos em seu cabelo, acariciando.

Meus dedos chegavam a perna dela e dessa vez eu não evitei de toca-la, e apertar aquelas coxas.

Suspirei com o toque dele, mas sem deixar de beija-lo. Minha mão descia pelas costas dele.

Comecei a abrir a camisa que estava.- Se for parar o minuto é esse.

Eu podia parar, eu devia parar, mas não foi essas palavras que saíram da minha boca.- Não, tudo bem.

Sorri e terminei de abrir a blusa, e me deparei com uma mulher e tanto.

Sorri com o olhar dele. Sim, eu sou virgem, então nenhum homem me viu nua. E era ao mesmo tempo divertido e estranho sentir o olhar dele.

— Você é linda.- Disse.

— Obrigada.- Falei.

Tirei aquela calça e voltei ao corpo dela, tomando seus seios com a boca.

Gemi e suspirei pesadamente. Uma das minhas mãos descia pelo braço dele e a outra pelas suas costas.

Os seios dela não eram grandes demais, são perfeitos. Ela parecia aproveitar bastante.

Gostava de sentir a boca dele na minha pele. Era uma boa sensação.

Desci um pouco, passando pela barriga dela, um belo tanquinho e cheguei ao sexo dela.

Esperava que ele não tentasse fazer nada "ali", porque mesmo que talvez algum dia irei querer saber como é, na primeira vez é estranho. Começar com tanta coisa de uma vez.

Arrastei os lábios pela parte interna da coxa dela e a mão tocava na outra.

Me arrepiei e suspirei pesadamente com o toque dele.

— Gosta?- Perguntei.

— Sim.- Respondi.

— Vai gostar mais ainda.- Voltei pelo caminho, chegando no sexo dela e tocando ali.

— Damon... isso pode ser estranho de se dizer, mas eu não quero nada desse tipo. Nem com mão ou boca. Isso é muito para uma primeira vez. Eu prefiro ir com calma em tudo.- Disse.

Sorri para ela e subi.- Não tem problema, cada um tem seu tempo.

— Eu sei.- Falei.

— Não se preocupe.- Beijei ela rápido e me afastei para tirar a cueca. Uma coisa boa é que não precisava de camisinha. Uma vez experimentei para ver como era e não sabia como viviam usando aquilo.

Ver um homem nu não era novidade. Afinal todo mundo conhece o que tem no corpo de todo mundo. Então não foi estranho vê-lo assim.

Me deitei sobre ela e voltei a beija-la.

Retribui o beijo novamente.

Posicionei ela melhor na cama e fui penetrando nela.

O inicio foi bem desconfortável e dolorido, mas logo foi melhorando.

Senti ela mais a vontade, então comecei a me movimentar. Estar dentro dela já era uma delícia; quente e apertada.

O desconforto foi passando e aos poucos se transformando em prazer. Acariciava delicadamente as costas dele e continuávamos nos beijando.

Apertava o seio dela, alternando com beijos por onde alcançava. Percebi que tinha dias que não transava e isso me deixava com mais tesão.

Gemi ao que ele fez e acariciava seu peito, descendo para seu abdômen. Como não tinha tanta experiência e nem tanta "intimidade" com ele, não sabia muito bem como lidar e o que fazer nesse momento.

Sorri com a falta de jeito dela.- Pode ficar a vontade, está ótima, você é perfeita.- Disse no ouvido dela depois mordendo de leve ali.

Me arrepiei e sorri.- Eu não sou perfeita. Tenho vários defeitos.

— No momento está sendo sim.- Disse.

Sorri.- Que bom então.

Coloquei minha mão por dentro do cabelo dela e a beijei de novo. Estava ficando viciado naquela boca.

Retribui o beijo novamente e coloquei melhor minha perna em sua cintura.

Estava me sentindo diferente. Esses dias todos estava, mas o que mais queria estava tendo e estava me deixando mais feliz do que deveria.

Entrelacei meus dedos no cabelo dele e acariciava ali. Eu sabia que isso seria só agora, só hoje. Eu só esperava não me arrepender de ter tido minha primeira vez assim.

O prazer aumentava e o orgasmo estava chegando. Pelo que sentia do corpo dela, ela já estava perto também.

Sentia que o orgasmo chegava e a sensação era boa. Não era como todos falavam, mas deve ser por ser a primeira vez.

Acelerei o ritmo e cheguei. Droga, aquilo estava tão bom, eu sabia que ia querer de novo.

O beijo foi parando e minha respiração voltava ao normal.

— Nossa, você é... sensacional.- Deitei ao lado dela.

— Tecnicamente eu não fiz muito.- Me deitei de lado para olha-lo.

— Eu sei, sei que sou bom. Mas você também foi, acredite.- Disse.

Ri.- Você é metido isso sim. Quero ver quando encontrar uma mulher super exigente.

— Querida, eu tenho 150 anos de prática.- Falei.

— E dai? Tempo não quer dizer qualidade. Você pode encontrar alguma mulher bem mandona e ai você se apaixona, e ela só gosta das coisas do jeito dela. Existe várias possibilidades. E a experiência nem sempre se encaixa nelas.- Disse.

— Quer dizer que eu não tenho qualidade, é?- Ri.

— Eu não disse isso. Para mim você é ótimo nisso. E a Caroline também concorda com isso, com certeza.- Disse.

— E a lista só fica maior. Mas você não vai querer ficar ouvindo isso.- Falei.

— Com certeza não. Acho que acabaria dormindo na metade.- Disse.

— Sim, iria.- Beijei ela.

Sorri e retribui o beijo.

Teve outro trovão.- É, acho que vão ter que usar barquinhos.

— Isso é chato. Chuva é chato.- Disse.

— Não para ficar assim.- Passei o braço por ela que se acomodou no meu peito.

Ao mesmo tempo que era estranho ficar assim, era bom e me sentia bem.

— Você está bem?- Perguntei.

— Sim.- Respondi.

— Bom.- Puxei um lençol para cobrir ela.- Quer um mais grosso?

— Não, está bom assim.- Disse.

— Por que estamos nos sentindo bem assim?- Questionei.

O olhei.- Você está?

— Sim.- Falei.

Sorri.- Bem, eu também estou. Mas não sei exatamente o porque.

— Pois é Bonnie. Estamos numa estranha, mas gostosa situação.- Disse.

— E acho que o melhor é deixar acontecer. Sem forçar nada.- Falei.

— Tudo bem.- Disse.

Me ajeitei melhor em seus braços e realmente esperava que aquilo desse certo.

Ficamos conversando, mas ela logo dormiu. Pela manha foi meio estranho, mas não resistimos em transar de novo e assim seguiram-se os dias. Eu evitava ir na casa dela porque na vez que fui a vó dela quase me fritou vivo. Eu estava gostando dela, mas tínhamos um problema; eu queria sair da cidade e ela ficar. Deixa-la não era uma opção e chegamos a um acordo. Eu ficava e antes de entrar na universidade sairíamos um pouco para viajar, caso estejamos juntos. Mas acho que vamos estar sim. Ela vem me surpreendendo na cama e decididamente sabe fazer um cara ir a loucura. Saímos para passar o fim de semana fora, estamos num quarto de frente para a praia e ela foi se trocar, e me voltou com um biquini... Não resisti e a joguei na cama. A praia pode esperar a gente se divertir um pouco aqui. Eu e a minha bruxinha teimosa.

Notas finais
Então, gostaram? Espero que sim :3 Bem, tenho três "avisos" para vocês. 1º: Vocês gostam de Teen Wolf? Se sim, iremos colocar aqui na coleção de One Shots também :3 2º: Eu e a Priscila fizemos uma short fic. Ela é Datherine e terá 7 capítulos. Estamos no segundo capítulo. Deem uma passadinha por lá, tenho certeza que irão gostar ^^ Segue o link: http://fanfiction.com.br/historia/543652/Complicacoes_com_o_Amor/ 3º: Agora é a votação do próximo casal. Como falamos no capítulo passado, de agora em diante iremos fazer os três casais propostos, só que em ordem de votação. Agora vão os dois que perderam na passada: — Matt e Bonnie. — Stefan e Bonnie. Votem e respondam a primeira pergunta, precisamos saber da opinião de vocês ^^ E claro, digam o que acharam do capítulo! :3 Nos vemos nos comentários e até o próximo! ;)