Liberty- One Shots

29 Capítulo 29- Dean & Rebekah.


Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capitulo o/ Agora vamos a one shot Dean e Rebekah :3 O final dessa é um pouco diferente, espero que gostem. Bem, vamos ao capitulo.... P.S: LEIAM AS NOTAS FINAIS! IMPORTANTE!

POV Dean.

Tinha acabado de sair de um trabalho — eca, bruxas nojentas- quando Sam veio com um jornal e uma notícia suspeita. Tinham encontrado o quinto corpo dilacerado e quase sem sangue. Isso dizia uma coisa; sanguessuga nojento. Estávamos em uma cidade perto de Atlanta e seguimos ao norte, os ataques eram perto da Filadélfia. Sam levou o carro boa parte do caminho, eu estava moído e acordei quando parávamos num hotel lá.- Eu gosto da Filadélfia.

— Todo mundo gosta. Quando não se é drenado nela.- Sam disse.

— Verdade. Cara isso é muito nojento, beber sangue.- Disse.

Ele o olhou.- Isso foi alguma indireta?

Ri.- Também, mas eu digo para sobreviver.

— Bem, ninguém mandou eles existirem. Queria poder extingui-los.- Ele disse.

— Eu também. Vou pegar alguma coisa pra comer e ver se alguém ouviu falar de algum dentuço. Quer alguma coisa?- Perguntei.

— Cerveja e hambúrguer está bom.- Ele disse.

— Ok, até daqui a pouco.- Falei.

— Até.- Ele respondeu.

POV Misto. (Dean e Rebekah.)

Sai e fui até um bar que era perto de dois dos ataques. Fiz os pedidos e enquanto esperava vi uma loira que cacete, que gostosa.

Pedi um whisky e o cara me olhou de cenho franzido.- O que foi? Uma dama não pode beber durante o dia?

— Diria que não é muito comum.- Falei.

Desviei meu olhar do garçom e olhei para o cara que falou. Sorri. Comida.- Eu não sou comum.

— Estou vendo.- Tomei da minha cerveja.

— Você é daqui? Porque eu tenho vindo nesse bar a uns três meses e nunca te vi aqui.- Falei.

— Estou a trabalho.- Disse.

— Ah sim, entendo.- Falei.

— Você é daqui?- Perguntei.

— Não, só de passagem mesmo.- Disse.

— Ah sim.- Ela era uma loira bem aproveitável, apesar de ter jeito muito elegante para um bar como esse.- Você não tem cara do tipo que gosta de lugar assim.

— Bem, os melhores perfumes estão nos menores fracos.- Sorri.- Melhor, os melhores whisky, estão nos menores bares. Daqui de perto, esse lugar tem o melhor whisky.

— Nossa, uma mulher linda assim que entende de whisky não se encontra todo dia.- Disse.

Ri.- Aprendi com meus irmãos. Entendo melhor de vinhos. Mas prefiro whisky, vai entender.

— Tá ai uma coisa que não tomo muito, vinho. Dá muita dor de cabeça.- Falei.

— Vinho é bom tomar comendo alguma coisa junto. Almoço ou jantar. Casualmente não é muito bom. Ou vinho comendo chocolate. Isso é bom.- Disse.

— Você tem um jeito de que gosta dessas coisas finas.- Falei.

Sorri.- Acho que todo mundo gosta. Nem que seja um pouco.

— Eu acho que sim, mas é tudo muito cheio de frescura para meu gosto.- Disse.

O olhei atentamente.- Você tem cara de quem "lê" a playboy. Garanto que iria adorar poder pagar uma visita a casa da playboy. Isso precisa de dinheiro e é uma coisa fina. Meio nojento para mim, mas fino.

Ri.- Acho que qualquer homem iria querer. Oh, acho que o santo do meu irmão ia ficar sem jeito.

Ri.- Homens. Mas acho que nem todos. Meus irmãos não gostam muito disso. Eles gostam de mulher, não me entenda errado.- Disse rindo.- Eles me matariam se um único ser humano achassem que eles são gays, mas ok.

— Pois é, homens e seu orgulho.- Disse.

Ri.- Pois é.

— Acabei não perguntando. Você é...- Comecei.

— Rebekah e você?- Perguntei.

— Dean.- Respondi.

— Prazer Dean.- Falei.

— O prazer é todo meu, Rebekah.- A vendo mais de perto assim, ela era mesmo linda.

Sorri.- Então, está trabalhando em quê?

— Investigação.- Disse.

— Interessante. Investigando o quê?- Bebi do whisky.

— Pessoas desaparecidas. Na verdade meu trabalho que é meio desnecessário agora.- Disse.

— Porque?- Questionei.

— O cara foi encontrado morto.- Disse.

Deve ter sido meu café da manha.- Isso realmente é uma pena.

— Pois é. Você não o viu por aqui, viu? Falaram que ele veio aqui.- Disse.

— Na verdade não.- Falei.

— Ah, que pena.- Disse.

— Sim, é.- Falei.

— Bem, deixando o trabalho de lado... está sozinha aqui?- Perguntei.

— Sim, estou.- Disse.

— Sério? Uma mulher como você diria que está com alguém.- Disse.

Sorri.- Uma mulher como eu?

— Sim. Linda e...- A olhei.- Sexy.

— Sexy?- Mordi meu lábio inferior de leve.- Obrigada então. Você também é lindo e sexy, e também diria que está com alguém.

— É complicado, estou sempre viajando.- Disse.

— Bem, então tem que achar uma mulher com alma aventureira.- Falei.

— Isso é meio difícil.- Disse.

— Isso é, mas não impossível.- Falei.

— E você? Por que não está com alguém?- Questionei.

— Hã... é complicado.- Respondi.

— Tudo bem.- Olhei ao redor. Não estava muito cheio.- Quer jogar?

— Claro.- Disse.

— Só espera eu comer? Cheguei de viagem a pouco.- Disse.

— Claro, tudo bem.- Falei.

Peguei o meu x-tudo e não demorei a lanchar. Pedi mais uma cerveja.- Agora sim podemos ir.

— Ok, vamos.- Me levantei e fomos para a mesa do jogo.

Peguei os tacos e dei um a ela.- Sabe?

Sorri.- Perfeitamente.

— Essa eu quero ver.- Disse.

— Pode começar.- Falei.

— Tudo bem então.- Comecei acertando a primeira tacada.

Ele jogou e eu logo joguei, também acertando.

— Boa.- Disse.

— Obrigada.- Agradeci.

— Estou achando que está escondendo o jogo.- Disse.

— Escondendo o jogo?- Questionei sem entender.

— Sim. Tem irmãos mais velhos, deve ter tido boas aulas.- Falei.

Ri.- Nem tanto.

— Ok, já seria pedir demais. Linda, gostosa, sabe beber, só faltava jogar.- Disse.

Sorri.- Seu tipo de mulher é muito peculiar.

— Eu sou um tipo peculiar.- Disse.

— Percebi que sim.- Falei.

Fiz minha jogada.- Duas.

— Não cante vitória.- Joguei e também marquei ponto.

Cheguei junto dela.- Querendo me vencer, é?

Sorri.- Eu sempre quero vencer. E sempre venço.

— E se eu ganhar?- Perguntei.

— Ai eu terei que me ajoelhar aos seus pés.- Disse debochando.

— Olha que quem ajoelha tem que rezar.- Disse.

— Ou fazer outras coisas.- Sorri debochadamente.

— Outras coisas são sempre mais interessantes.- Disse.

Sorri.- Com certeza são.

Ri e continuamos a jogar. Ela era boa e estava ficando doido para poder agarrar ela.

Jogamos e ficamos empatados.- Sua vez. Vamos ver quem vai ganhar.

— E se você ganhar?- Questionei.

— Eu faço um stripper em cima dessa mesa para comemorar.- Disse rindo.

— Eu adoro stripper.- Falei.

— Só que você não verá.- Sorri, logo mordendo meu lábio.

— Não?- Questionei.

— Claro que não. Como vou fazer stripper para um homem que mal conheço?- Disse em tom divertido.

— Mas é isso que está faltando, nos conhecer.- Falei.

— E o que você quer saber de mim então?- Perguntei.

— O que quer fazer depois de sair daqui?- Perguntei.

— Não faço ideia e você?- Rebati a pergunta.

— Ver o seu stripper.- Respondi.

Sorri.- E como vai me convencer a faze-lo para você?

— Só saindo daqui pra mostrar.- Falei.

— Fiquei curiosa agora.- Disse.

— Assim como eu estou.- Falei.

— Então vamos.- Tirei o dinheiro que pagaria a conta e mais uma gorjeta para o garçom. Indiquei para ele onde deixei, e eu e Dean saímos dali.

Mandei um sms qualquer para o Sam e fui com ela. A puxando num beco e a beijando.

Retribui o beijo e envolvi meus braços em seu pescoço.

Ao sentir o corpo dela comigo senti melhor ainda como era gostosa. Podia dizer que era louco, mas eu sentia que ela tinha algo diferente, só não sabia o que.

Minha mão descia suavemente pela lateral do pescoço dele, e descia para seu peito.

O beijo dela era ótimo, mas sentia ela querendo me dominar e assim estávamos numa batalha de línguas, uma querendo dominar a outra.

Parei o beijo, sorrindo.- Desse jeito nosso beijo será difícil.

— Você é resistente.- Disse.

Sorri.- Então você é o tipo de homem que gosta de dominar, é?

— Porque não seria?- Perguntei.

— Não sei. Tem alguns que não ligam muito para isso.- Falei.

— Pode ser o costume.- Falei.

— Pode ser.- Disse.

— Mas por que estamos falando mesmo?- A beijei de novo.

Retribui o beijo e acariciava seus cabelos.

Ela era insistente, mas era gostosa demais para perder por quem mandava no beijo.

Acariciava a nuca dele enquanto começava a abrir a camisa dele.

— A senhorita com cara de fina não se importa de transar num beco qualquer?- Perguntei.

— E porque me importaria?- Questionei.

— Tem garotas bem nojentas quanto a isso.- Disse.

— Bem, não sou uma delas.- Falei.

A virei para a parede e beijei o pescoço dela.

Me arrepiei ao beijo dele. Ele era bom nisso de "dominar".

Minha mão explorou o corpo dela e foi por dentro da blusa, ah que peitos.

Gemi e suspirei pesadamente ao toque dele. Ele tinha mãos firmes e ao mesmo tempo suaves.

Levantei mais a blusa e soltei o sutiã — obrigado a quem inventou esse fecho na frente- e chupei aquelas maravilhas.

Gemi novamente, logo mordendo meu lábio inferior. Nunca iria entender como eles gostavam de tirar a blusa ou fazer alguma coisa que deixassem nossos seios "de fora" mesmo que fosse uma transa rápida.

Subi a saia dela e baixei a calcinha.- Não vai querer perder isso.- Entreguei a ela.

— Não mesmo.- Peguei a calcinha.

Puxei ela pela cintura e sentia minha ereção explodindo na calça. Estava a alguns dias sem sexo.

Sorri contra os lábios dele.- Seu amigo quer sair.- Disse descendo minha mão até o zíper da calça dele.

— Na verdade ele quer entrar.- Falei.

Sorri.- Ele será bem vindo.- Abri o zíper da calça dele.

No que ela abaixou um pouco a calça para ficar melhor, ouvi minha arma cair.

Olhei para a arma.- Arma?

— Faz parte do trabalho. Encontramos cada coisa, não custa ter como se defender.- Falei.

Franzi o cenho, desconfiada.- Entendo.

Peguei, guardando no bolso do casaco.- Pronto.

Sorri e voltei a beija-lo.

Tateei no meu bolso um preservativo e continuei o beijo. Eita mulher que beija bem.

Peguei o preservativo da mão dele.- Não precisamos disso.

— Não?- Questionei.

— Não.- Respondi.

— Você não é aquelas malucas doentes, né?- Questionei.

Ri.- Não. É que eu não posso engravidar. Sabe... problemas. E sei que você também não é doente. Pelo menos parece que não.

— Oh sim. Não mesmo, saúde perfeita.- Falei.

— Então tudo certo.- Disse.

— Sim.- Deixei a camisinha de lado e coloquei as pernas dela na minha cintura.

Voltei a beija-lo e entrelacei meus dedos no cabelo dele.

Me posicionei melhor e entrei nela. Oh, ela era mesmo gostosa.

Gemi contra os lábios dele, mas sem deixar de beija-lo.

Com uma mão segura a cintura dela, a outra apoiava na parede. Induzi um ritmo rápido e sabia de algum jeito que ela era do tipo que gostava forte.

Gemi e desci minha boca pelo maxilar dele. Minha mão descia pelo peito dele.

— Loira, você é muito gostosa.- Disse no ouvido dela.

Sorri.- Você também é.- Desci minha mão pelo braço dele.

Nos encostei mais na parede e a mão que me apoiava agora apertava a coxa dela, enquanto eu mordiscava o seu pescoço.

Me arrepiei ao que ele fazia e sorri com a ironia dele morder meu pescoço. Mexia meu quadril no ritmo que ele estava, podendo senti-lo completamente dentro de mim.

Transar num beco durante uma tarde, era raridade para mim. Mas ela me deixou com um tesão tão louco que nem liguei pra isso.

Minha mão desceu até onde estávamos unidos e o toquei ali.

Gemi.- Oh gata, assim eu chego lá antes da hora.

Sorri.- Está sensível aqui.- Continuei tocando-o.

Gemi mais alto e ri.- Assim vamos ser presos.

Sorri.- Não se preocupe quanto a isso.

Apertei mais as coxas dela e tentava controlar minhas reações.

O beijei novamente e continuei tocando-o ali. A outra mão acariciava sua nuca.

Aquela era o tipo de garota que sabe deixar um cara doido. Em resposta acelerava o ritmo das minhas estocadas.

Gemi contra os lábios dele e o beijo ficava cada vez mais intenso. Eu até poderia morde-lo, mas não tinha como saber se ele usava verbena ou não, e se tentar compeli-lo e não der certo, ele faz o tipo esperto e iria sacar tudo.

O orgasmo chegava e ela pelo visto também, mas o meu estava mais perto de acontecer. Depois de parar para tomar fôlego, a beijei de novo e a ajudei a chegar no dela.

Depois do orgasmo, ajeitei minha blusa e coloquei a calcinha, logo ajeitando a saia também.

— É, gostei de vir nesse bar.- Disse.

Sorri.- As vezes temos sorte.

— Hoje foi um dia de muita sorte.- Disse.

— Com certeza foi.- Falei.

Terminei de me ajeitar.- Demos sorte é de não aparecer ninguém.

— Verdade.- Ajeitei meus cabelos.- Bem, é melhor eu ir.

— Eu também. Quem sabe nos esbarramos por ai.- Disse.

— É, quem sabe.- Sorri e sai dali.

POV Dean.

Não é todo dia que encontramos uma gata afim de uma rapidinha assim. Voltei no bar e peguei o lanche do Sam. Fui para o hotel.- Sammy, achou alguma coisa?

— Não. Os ataques pararam.- Ele falou.

— Assim do nada?- Questionei.

— Sim.- Ele respondeu.

— Isso é esquisito. Andei pela região dos ataques e não vi nada suspeito.- Disse.

— Mas é bom ficarmos de olho.- Ele falou.

— Sim. Alguma ligação entre as vítimas?- Perguntei.

— Não, nenhuma. Totalmente aleatório.- Ele respondeu.

— Então foi apenas comida. Não é nenhum dentuço querendo vingança ou algo assim.- Disse.

— Apenas?- O celular dele vibrou e ele olhou.- Rápido. Mais um ataque e aqui perto.- Ele se levantou, pegando a arma.

POV Misto. (Dean e Rebekah.)

Botei minha arma no lugar e peguei o facão. Começava a escurecer e andamos pela região até que perto do bar que tinha ido, vimos uma figura loira em cima de um cara.- Ali!

Virei meu rosto e sorri com quem vi.- Hey Dean.

— Rebekah?- Olhei o cara no chão e ela suja de sangue.- Você é uma sanguessuga? Nem fudendo eu teria percebido quando transamos.

— Você e ela...?- Sam fez cara de nojo.

Usei minha velocidade, ficando na frente deles.- Eu sou uma original, mostre mais respeito.

— Original? E agora vocês tem marca é?- Ri. Peguei o facão e encostei ela na parede com ele no pescoço.- Menos um dentuço no mundo.

Ri e sai dali na velocidade de vampira, o empurrei contra a parede e meu pé estava em sua espinha — estou usando um salto agulha-. O outro tentou me atacar, mas o peguei pelo pescoço e apertava forte.- Qualquer movimento e os dois morrem.

— Você não é uma vampira normal.- Disse.

Ri.- Claro que não, querido. Já disse que sou uma original.

— E que diabos é isso. Outra raça?- Questionei.

— Significa que minha família foram os primeiros vampiros do mundo. Tenho mil anos.- Disse.

— Ô gatinha dentuça, dá para tirar a pata?- Ela fazia força e aquele salto estava me machucando.

Apertei mais o salto contra ele.- Mais respeito. Peça desculpas.

— Vai sonhando.- Disse.

Deixei minhas presas saírem e o mordi sem prévio aviso.- Peça desculpas!- Apertei mais o salto.

Aquela puta estava me furando e aquela merda daquela mordida doeu.- Sua puta.

Mordi ele do outro lado.- Peça desculpas ou eu vou furar a sua coluna, sem piedade.

Ela ia me pagar.- Desculpa.- Sua vadia.

Soltei os dois.- Ótimo.

Coloquei a mão no pescoço, estava sangrando. Mas tinha algo errado.- Espera. Dois furos? O que houve com todos os dentes?

— Todos os dentes? Só temos duas presas.- As mostrei a ele.

— Cacete.- Disse.

— Bem, eu gosto de você Dean.- Me aproximei dele. Mordi meu pulso e dei a ele.- Se quiser, beba. Irá te curar. Mas irei oferecer só uma vez. Me sinto solidária hoje.

— Sangue de vampiro? Está oferecendo ao cara errado. Que tipo de vampiro é você? Não é dos normais.- Disse.

— Então tá.- Me afastei e me ajoelhei perto do outro. Estava desmaiado. Coloquei um pouco de sangue na boca dele.- E somos vampiros. Estaca de madeira, queima a luz do sol, verbena, sangue humano... essas coisas. Ah, mas eu não morro com estaca, caso tente e nem ao sol.

— Estacas? O que houve com o sangue de morto?- Questionei.

— Sangue de morto?- Fiz cara de nojo.- Isso é nojento.- Coloquei o outro cara escorado na parede.- Ele vai ficar bem.

Fui até ele.- Sam? O que você fez com isso ai?- Agora que tinha prestado atenção.- Merda, o que você fez com meu irmão?

— Só dei sangue para ele se curar. Mas precisa ficar de olho nele por 24 horas. Depois disso o sangue sai do organismo dele e ai ele não corre risco de virar vampiro.- Falei.

— Está maluca? Só o sangue já transforma.- Disse.

— Não. Ele precisa morrer com o sangue no organismo, ai ele vai entrar em transição e só completa bebendo sangue humano direto da veia.- Falei.

— Isso é louco. Agora tem dois tipos de vocês.- Disse.

— É o que parece. Tem certeza que não quer o sangue? Irá ficar novinho em folha.- Falei.

— Não. Então o que mata você?- Questionei.

— Só existe um tipo de estaca que me mata e ela está em poder da minha família.- Disse.

— Os seus irmãos. E quantos são mesmo?- Perguntei.

— Não é da sua conta. Está querendo saber demais.- Me levantei de onde estava sentada.- Vou embora agora.

— Dessa vez você me pegou desprevenido, numa próxima isso não vai acontecer.- Falei.

Ri.- Sonhe com isso.- Sai dali em velocidade de vampira.

Ela foi e levei Sam para o carro. Voltei ao hotel e esperei ele acordar, ainda bem que ele estava ok. Contei sobre essa raça de vampiros, pesquisamos e achamos algumas coisas deles, mas nada sobre matar originais. Toda vez que eu lembro da transa com Rebekah, me pergunto como ela pode ser tão normal, como qualquer garota e ainda enganou a mim, um caçador experiente. Agora andamos com estacas e verbena no arsenal. Nunca sabemos quando vamos encontrar outro vampiro desse, ou no meu caso, uma vampira gostosa num bar qualquer a fim de pegação. Se isso acontecer, agora estou preparado com a minha estaca a postos.

Notas finais
Então, gostaram? :3 Espero que sim. Bem gente, temos alguns avisos que vocês devem já ter percebido, mas não custa reforçar. Incluímos as séries Reing e The 100 a nossa coleção de One Shots. Espero que tenha fãs das séries aqui :3 E os próximos três casais que irei colocar aqui, faremos todos. Em ordem de mais votados. É que gostamos tanto dos três, que ai já viu né? HAHA´ Aqui os casais: Damon e Jessica. Silas e Amara. Davina e Marcel. O mais votado será o primeiro, o segundo mais votado será o segundo e o terceiro o último (não diga? HAHA´). Então votem ai no seu favorito :3 Ah, postamos uma short fic na segunda, então deem uma passadinha lá: http://fanfiction.com.br/historia/535142/Amor_Proibido/ Até o próximo capitulo e nos vemos nos comentários ;)