Liberty- One Shots

18 Capítulo 18- Damon & Elena.


Notas iniciais
Olá meus amores, mais um capitulo o/ Esse é o ultimo da maratona de TVD, então fiquem com Delena! Como disse no outro, espero que o negócio de "shippers" não atrapalhe e que degustem o capitulo ;) Pegamos esse do 3x19. Espero que gostem! :) P.S: LEIAM AS NOTAS FINAIS! IMPORTANTE!

POV Misto. (Damon e Elena)

Essa viagem não ia acabar bem. Não pelos motivos perigosos e sim por eu tão próximo de uma Elena dividida como está, não sei até onde posso não fazer nada. Essa oscilação do que ela diz me mata e me deixa mais confuso sobre o que fazer em relação a ela. Estava sentado olhando pela janela pensando nisso e depois de tudo que houve hoje, lembrando de Rose e ela estava já deitada.

Não conseguia pegar no sono e abri meu olhos. Vi Damon sentado, sem camisa e bebendo. Ele fica tão sexy assim. Elena, você não devia pensar essas coisas. Balancei a cabeça e me virei para o outro lado.

Estava cansado e tinha que descansar para amanhã. Ainda mais com um original por ai. Me deitei e tentei relaxar. Mesmo com minha cabeça fervilhando por estar tão próximo a ela.

Jer estava em outro quarto, o que piorava tudo. Eu não devia e nem podia me sentir atraída por Damon. Isso é errado.

Sentia a mão dela perto e alcancei para toca-la.

Fechei meus olhos e minha respiração falhou.- Damon...

Me virei para olha-la.- O que?

— Não podemos fazer isso.- Olhei nossas mãos juntas.

Tirei e me virei de volta.- Durma Elena, vai ser bom estar descansada amanhã.

— Não fique assim, Damon.- O olhei.- Eu gosto de você.

— Vá dormir.- Me virei para o outro lado. Controlava todos aqueles sentimentos de sim e não, mas por mais que eu o fizesse era mais forte a magoa que crescia mediante a mais um sentimento em vão.

Suspirei.- Tudo bem. Boa noite.- Me virei para o outro lado e desliguei o abajur. Fechei meus olhos e esperava o sono me vencer.

Não conseguiria ficar quieto, esse é o meu problema.- Por que não?

Suspirei e me virei para ele.- Porque não quero magoar ninguém.

Ri sem humor.- Ok, então.- Sinto informar que não está tendo exito, mas desde quando alguém se importa com isso mesmo?

Juntei minhas mãos em meu peito e fechei meus olhos. Fazia isso quando criança. Eu devo estar pagando por todos os meus pecados mesmo.

Me virei a olhando. Já a tinha visto dormir assim. Sim, eu já vigiei o sono dela. Burro. De qualquer uma que pudesse se apaixonar, tinha que ser ela?

— Sinto muito Damon.- Disse ainda de olhos fechados, mas sabia que ele me observava. Senti uma lágrima escorrer pelo meu rosto.

— Esquece Elena.- Sequei a lágrima dela. — Não se importe comigo, faça o melhor para você.

Peguei a mão dele.- Eu me importo com você, Damon. Você é uma das pessoas mais importantes para mim. Uma das poucas que me restaram.

— Assim você torna isso mais difícil. Pare. Você me odiando fica mais fácil.- Disse.

— Eu não te odeio, nunca mais irei te odiar.- Acariciei a mão dele.- Você é especial para mim Damon, você nunca irá mudar isso.

Minha auto defesa me dizia para recuar e esquecer, mas essa droga que carrego no peito se rendia aquelas palavras.- Mas nunca vai me amar, já entendi isso.

— Eu te amo sim. E é muito forte, acredite em mim. Só que não quero que isso magoe você, Damon. Eu só quero que você seja feliz. Mesmo que me odeie e diga que eu não presto e que só te machuquei.- Falei.

Me levantei.- Você quer me deixar maluco, é isso?

— Não, claro que não.- Disse.

— Então que diabos está fazendo? Uma hora me diz que o que sinto por você é um problema, outra diz que me ama e me deixa te beijar! Até onde vai levar isso?- Questionei.

Me sentei na cama para olha-lo.- Eu...- Suspirei.- Eu estou confusa, ok? Eu não posso controlar o que sinto.

— E fica assim lá e cá? Tem ideia do que isso faz comigo? Me destrói e reconstrói consecutivamente. Uma hora não vou suportar mais isso.- Disse.

— Você está me ofendendo agora!- Me levantei da cama.- Você acha o que? Eu não ando da sua cama para a do Stefan. Então antes de falar que fico de "lá para cá", olhe você para o seu umbigo.- Sai do quarto e fui para a varanda.

Ela não sabe o quer quer e eu que saio de vilão? Fui atrás dela.- Elena!

— Me deixe em paz Damon! Já entendi o que você acha de mim.- Disse.

— E você entende tudo errado! Disse lá e cá querendo dizer que se aproxima e se afasta de mim. Você que veio com essa história ai.- Falei.

Passei a mão pelos meus cabelos.- Você tem o dom de me deixar louca, Damon!

— É reciproco então.- Acabei com a distância entre nós.- Está vendo? Eu não ia fazer isso, mas você me atrai me fazendo ir contra mim mesmo.

O olhei e nossas bocas estavam próximas e sentia sua respiração.- Damon... Eu juro que nunca quis te magoar.

Encostei minha testa na dela.- Então por que o faz todos os dias negando o que sei que existe? O que acabou de dizer que existe.

— Porque eu não devia sentir isso. Não podia. Mas sinto.- Disse.

— Eu também não queria, e cá estou eu.- Falei.

Sorri suavemente.- Então estamos quites.

A boca dela estava tão perto mas não cometeria o mesmo erro.- Tente pensar em como quer as coisas e depois me diga.- Me afastei, contra tudo o que eu queria.

Peguei na mão dele.- Espere.

— Sem mais torturas, Elena. Achei que tinha entendido.- Disse.

— Eu gosto de você, Damon.- Me aproximei dele e entrelacei minha mão na dele.

— Lena, pare.- Já estava no limite de hoje.

— Vamos dar uma chance á isso. Não precisa ter compromisso, não agora. Mas quero dar uma chance ao que eu sinto por você.- Falei.

Não, eu não estava ouvindo o que ela falou. Ela disse chance?- Não quero te pressionar a nada.

— Você não está me pressionando. Estou dizendo o que eu quero.- Disse.

Nos levei até uma parede.- Quer?

O olhei no fundo dos seus olhos azuis.- Quero.

Não questionei mais nada e a beijei.

Retribui o beijo e minhas mãos estavam pousadas cada uma de um lado do seu pescoço.

Me deixei levar e a beijei na intensidade que eu queria desde o nosso ultimo.

Envolvi meus braços em torno do pescoço dele e acariciava seus cabelos.

Meu corpo pressionava o dela contra a parede. Sentir ela assim era o que queria, o que desejava. Sabia bem como isso ia acabar, mas não recuaria.

O que sentia era algo bom. Não pensei que me sentiria assim por Damon. Mas não me arrependo de sentir isso, de estar agora com ele.

A peguei e levei para o quarto. Meu corpo pedia pelo dela, mas do jeito que as coisas são entre nós tinha que pensar antes de irmos a adiante. Fechei a porta e enquanto ela tomava folego, beijava seu pescoço.

Me arrepiei ao seu beijo. Entrelacei minha mão em seu cabelos e o puxava suavemente. Tocava no braço dele.

Tirei a manta que ela se cobria e continuei a beijar por ali. Um dos meus braços a mantinha junto á mim enquanto o outro percorria a lateral do seu corpo.

Me arrepiava aos beijos e toques dele. Ele estava com a camisa aberta então já tirei ela. Tocava em seu peito suavemente.

Ela dava indícios que queria mais, então continuei. A mão que estava livre entrou pela blusa que usava e começou a levanta-la.

Sentir a mão dele em um lugar intimo, resultou em uma boa sensação. Nunca imaginei que isso um dia iria acontecer.

Tirei a blusa e a encaminhei para cama. Como bem sabia ela tinha um corpo maravilhoso, mas dessa vez eu podia toca-lo e explora-lo com liberdade.

Nos deitamos na cama e entrelacei minha perna na cintura dele. Minha mão descia pelas costas dele.

Minha boca descia avida pela pele dela. Minha língua traçava caminhos que se alternavam com meus lábios brincando em um lugar ou outro. Já sentia ela responder a cada um deles. Relaxe querida, é só o começo.

Suspirei ao contato dos lábios dele. Arqueei levemente meu pescoço e acariciava os cabelos dele.

Tirei o sutiã dela e mordisquei seu seio antes de suga-lo.

Gemi. A sensação era maravilhosa e ela se espalhava pelo meu corpo. Tocava a nuca dele delicadamente.

— Seu corpo é maravilhoso.- Disse subindo minha mão pela barriga dela.

— Nada que dois anos de dança não faça.- Sorri.

— Perfeito. E você dançando é melhor ainda.- Disse.

— Oficialmente você nunca me viu dançar.- Falei.

Beijei o outro seio.- Olha que já.

Mordi meu lábio.- Andou me espiando?

— Algumas vezes.- Disse.

— Damon!- Ri.- Você é louco? Eu podia estar sem roupa.

— A intensão era essa.- Disse.

Ri.- Você é tarado.

— Desde sempre.- Sorri.

Sorri e o beijei.

— Ei, estou numa missão aqui.- Disse quando sai do beijo.

— Missão?- Perguntei sem entender.

— Explorar cada pedacinho desse corpo maravilhoso.- Disse.

Sorri.- Sinta-se a vontade então.

— Eu já estou.- Voltei aos beijos fazendo um caminho para chegar na calça dela.

Algo em minha mente dizia que fazendo isso eu seria igual a Katherine. Que magoaria os dois e isso me torturava. Mas não queria ouvir isso. Eu gosto de Damon. Não tem como negar.

Abri a calça e a tirei. Fiz o caminho inverso agora, começando pelo pés dela e subindo.

Suspirei pesadamente. Os lábios dele ao mesmo tempo que eram doces e suaves, eram quentes e urgentes.

Cheguei na coxa e fui mais lentamente, voltando a deixar a língua caminhar sobre sua pele.

Me arrepiei imediatamente ao sentir sua língua sobre minha pele. Minha respiração estava falha e levemente ofegante.

Cheguei na parte interna da coxa e fiz uma mistura de carinhos com os dedos e com a boca. Esse que a provocava passava por cima da calcinha dela.

Gemi e mordi levemente meu lábio. Sentia meus batimentos mais acelerados, assim como minha respiração.

— Se acalma Elena, se não vou parar.- Disse.

— Você diz isso porque não é você.- Observei sorrindo suavemente.

— Assim vai ter um ataque, você é bem sensível.- Falei.

— Eu não sou tão frágil quanto você pensa, Damon. Eu garanto.- Disse.

— Não?- Voltei ao que fazia. Agora provocando com um pouco de intensidade.

Mordi meu lábio com um pouco mais de força para reprimir o gemido.- Sim.

Fui com a boca provocando-a em todos os seus pontos sensíveis. Queria ela totalmente rendida a mim, e como melhor jeito do que assim?

Gemi e suspirei. Só esperava que Jer não entre, porque me lembrei que não tinha trancado a porta.

Estimulei e brinquei com ela até o seu limite. Sentia que ela vinha para mim.- Deixe vir, querida.

Sentia todo meu corpo responder á ele, de uma forma que nunca pensei que responderia. Era muito estranho fazer... "isso" em um motel. Mesmo o lugar sendo apropriado. Porém era esquisito.

Senti o orgasmo dela iminente. Minha, ela estava sendo minha assim. Era muito mais do que podia imaginar.

O orgasmo foi maravilhoso, como toda a pré- sensação que ele trouxe.

Assim que a respiração dela voltou ao normal, a beijei e tirei minha roupa, logo entrando nela.

Retribui o beijo e entrelacei minhas mãos em seus cabelos e o acariciava. Minha outra mão descia pelo seu braço.

Gemi com nossa união e nosso movimentos já eram ritmados e com sincronia. Parecia que tínhamos feito isso sempre.

Gemia contra seus lábios, mas voltava a beija-lo. Minha perna estava em sua cintura e acariciava ali.

Beijava perto da orelha dela.- Você é muito mais gostosa do que imaginei.

Sorri.- Você imaginava?

— Claro. Acha que não pensei nisso?- Perguntei.

— Não sei.- Toquei no rosto dele.- Você sempre foi tão "pegador", não aparentava que pensava nisso.

Continuei os beijos.- Você só via o que eu deixava.

— Eu gosto da parte que eu ainda não conheço.- Sorri e lhe dei um selinho.

— Gosta?- Questionei.

Sorri.- Sim, muito.

Sorri e voltei a beija-la. Podia se acabar tudo logo pela manhã, mas guardaria cada sensação desse nosso momento. Não estava me importando agora de me entregar a ela.

Retribui o beijo e acariciava a nuca dele. Minha mão descia delicadamente pelo seu braço.

Aumentava o ritmo. Queria dizer o quanto a amava, mas me continha sabia que isso jogaria mais pressão em cima dela. Como cheguei a esse ponto?

Gemi contra seus lábios e suspirava. O beijo era quente e boca dele na minha era urgente, assim como a minha na dele.

O prazer já era imenso. Não imaginava que chegaria a esse dia, eu com Elena, ela entregue á mim. Queria manter no que seria, mas a sensação era tão boa que não conseguia e meu coração só conseguia registrar que estava com a mulher que amava.

— Damon...- Gemi seu nome suavemente. O que estava sentindo era mais do esperava sentir com ele. Ou ter com ele.

Ela dizendo meu nome me excitava mais, e me felicitava também.- Meu... Elena..

Arqueei meu pescoço de lado e afastei meu cabelo.- Me morda.- Já dizia com dificuldade. Queria sentir as presas finas dele rompendo minha pele.

Ela me surpreendeu mais uma vez.- Tem certeza?- Percebi minha voz rouca.

Acenei.- Sim.

Não me fiz de rogado e deixei minhas presas saírem e a mordi. Se era possivel, beber dela assim, me jogou numa explosão de prazer que não estava esperando.

No inicio deu uma leve dor, mas logo foi substituído por prazer. Minha mão acariciava as costas dele, enquanto a outra puxava suavemente seus cabelos.

Bebia com vontade mas sabia o limite e parei. Ainda sentindo o saber dela, a beijei e senti o orgasmo chegar.

Sentia o orgasmo passar pelo meu corpo e a sensação era incrivelmente boa. Retribui o beijo e acariciava sua nuca.

Permaneci nela enquanto nossos corpos se recuperavam. Descansava a cabeça junto a seu pescoço e inalava seu perfume, junto ao meu cheiro que estava nela. Não queria esquecer isso nunca.

Acariciava os cabelos dele e seu rosto. Beijei suavemente sua testa.- Foi maravilhoso.

— Com certeza.- Disse.

Acariciava sua nuca. Estar com Damon me proporcionou sensações e sentimentos diferentes. Acho que não custava realmente tentar isso. Dar uma chance para esse sentimento.

Sai e me deitei ao seu lado. Toquei seu pescoço.- Te machuquei.

— Não. Foi incrível.- Toquei na mão dele.

Sorri e beijei a mão dela. A puxei, a ajeitando no meu peito e acariciando seus cabelo. Não me sentia bem assim... nem sei quando.

Acariciava o peito dele.- Será que Rose irá conseguir alguma pista?

— Acho que sim, ela é boa.- Falei.

Acenei.- Sim. Torço para que não seja Klaus. Elijah seria perfeito, espero que seja ele.

— Temos que relevar a nossa sorte. Já demos uma de não ter sido o Finn. Teria sido... o fim.- Ri da piada horrível.

Ri.- Verdade. Mas tem o Tyler. Como mataríamos Klaus sabendo que Tyler irá morrer junto?

— Deve ter um jeito de anula-lo sem o matar.- Falei.

Suspirei.- Eu espero. Não teria coragem de fazer isso com Caroline.

Ainda me irritava lembrar que podia ter acabado se Stefan não tivesse interrompido. Não me importava de ter morrido naquele dia.- Pois é.

Suspirei e me abracei mais nele. Não queria pensar no que podia acontecer. Só queria pensar que tudo daria certo. Pelo menos dessa vez.

— Vai ficar tudo bem. Eu prometo.- Disse.

Acenei e suspirei.- Eu espero.

Ficamos assim por um bom tempo, apenas nos sentindo e ela pegou no sono. Eu não consegui dormir e fiquei velando seu sono e pensando em tudo. Tinha uma sensação que as coisas não iam ser facies. Tinha quase certeza que éramos da linhagem de Klaus, só não disse para não deixar mais aflita que já estava. E tinha a gente. Como seria eu não fazia ideia, principalmente quando voltássemos a Mystic Falls. Mas estava preparado para a decisão dela quando tomasse, só esperava que ela tomasse porque depois de hoje não conseguiria mais ficar na situação que estava. Mas tinha esperança, ela parecia mesmo me amar de algum jeito. Aqui estou eu novamente, amando e sem saber como vai ser o meu futuro com a mulher que amo.

Notas finais
Então, terminou a maratona! Espero que tenham gostado :D Agora vamos a True Blood. Se algum de vocês não conhece a série vou deixar o link com a foto dos personagens. Será somente dois casais, vamos lá.... — Sookie e Eric. — Sookie e Bill. Fotos: Sookie: http://feelingsfckpretty.files.wordpress.com/2010/03/anna-paquin-as-sookie-stackhouse.jpg Eric: http://truebloodfansource.com/wp-content/uploads/2011/09/tumblr_llzjwaYZvI1qc5buuo1_1280.png Bill: http://cdn01.cdnwp.celebuzz.com/wp-content/uploads/2012/08/25/true-blood-finale-bill-hbo-580x435.jpg Bem, esses são os personagens para quem não os conhece. Então votem e comentem o que acharam do capitulo! ;) Posso demorar mais para postar o próximo porque é sempre bom ter o maior numero de votos possíveis e também porque tenho que terminar de arrumar e revisar os capítulos. Até o próximo! ;)