Letters To Anyone
12 Third warning
Notas iniciais
Que gay, porra.
GENTE, TENHO UM PRONUNCIAMENTO IMPORTANTE A SER FEITO! Mas só nas notas finais. Mitsu já sabe o que é.
Ahn... Vou responder os reviews com calma e postar as outras fics com calma também. Tenho que passar tudo de volta pro meu pequeno encrenqueiro ~que não trave e foda tudo de novo...~ e vai levar um tempo até estabilizar. Até porque não posso usá-lo muito agora que ele sente e já fica temperamental.
Nee, vai lá ler o próximo capítulo de Letters to Anyone. Vai lá achar que é o Gee o culpado.
Mais uma coisa... EVERY SNOWFLAKE IS DIFFERENT (JUST LIKE YOU)! MCR FAZENDO A DIFERENÇA! ~have no terraço~
looool
Orgulho Killjoy...
Mas ainda vou pintar o cabelo de branco e voltar a ter fios negros. Bem como Gee...
CALEI-ME!
O tanoshimi. Enjoy ♥
Vamos jogar?
Calcular melhor suas apostas.
Se passara um mês que estava exilado na escuridão. Já não podia mais suportar aquela sensação que o tomava. Era mais forte do que qualquer coisa que pudesse tentar. Lembrava-se que a primeira vez sentira medo, tentara forçar sua mente a não fazer aquilo com ele, tentara de tudo para não cair na tentação que lhe seguia, mas acabou sendo realmente mais poderoso do que qualquer força de vontade que pudesse existir no mundo.
Não era nada comparado a deixar o cigarro ou o álcool, mesmo se você tivesse mais de vinte anos sustentando aqueles vícios. De longe, não era nada comparado a isso. Era milhões de vezes pior, só não sabia precisar o quanto. Não queria fazê-lo, também.
Fitou o envelope com o nome novamente, sorrindo maldosamente ao fazê-lo, no entanto logo se distraiu, lembrando de que horas eram e que tinha algo a fazer.
Seguiu pelas ruas movimentadas da sexta-feira até chegar ao prédio residencial que ficava ligeiramente afastado do cento comercial caótico da cidade, avistando a fachada clara que precisava claramente de uma mão de tinta, assim como todo lugar precisava de uns bons reparos.
Contou rapidamente as janelas até chegar a qual queria. Décimo andar, terceira porta à direita do elevador e do lance de escadas que levava ao apartamento em questão. Viu que as cortinas estavam abertas e a luz da sala acessa. Viu uma sombra e sabia muito bem de quem era aquele vulto. Sabia nome, sobrenome, idade, onde trabalhava, seus gostos, seus vícios, do que não gostava, onde trabalhava e sua rotina. Tinha tudo e um pouco mais anotado na vasta memória.
Rodou o quarteirão e deixou o carro em frente a uma casa com a placa de aluga-se. Não parou para olhar a casa; já estava atrasado.
Sabia que no prédio não haviam câmeras, que as únicas que existiam em todo condomínio eram as dos elevadores. Desde cedo já sabia que não poderia nunca confiar nos elevadores para aquele tipo de trabalho, não era tão idiota assim. Aliás, desde o começo sabia muito bem o que fazer e como agira corretamente para não levantar suspeitas e não lhe encontrarem.
O muro do prédio era relativamente baixo na parte de trás, não era trabalhoso pulá-lo, bastavam algumas tentativas. Mas ele, no entanto, não precisara de nenhuma. Já no estacionamento exterior do edifício, deu a volta pelo bloco que separava o salão de festas dos apartamentos. Atravessou o hall de entrada calmamente, constatando que não havia ninguém ali naquela hora. Agora só o que lhe separava de seu alvo eram alguns lances de escada.
Com o bom físico que mantinha, não demorara muito a chegar no local desejado, sequer estava cansado.
Três portas à direita do elevador social. Como já sabia, havia um símbolo na porta, mas sabia que era apenas um capricho da namorada ter o símbolo do Feng Shui ali. Sabia também que o retirava todas as vezes que a garota não estava no apartamento e o recolocava de volta no prego preso à porta quando ela voltava.
E algo mais que sabia era que o homem achava isso tudo idiotice e uma grande perda de tempo ter que tirá-lo e recolocá-lo. Mas não gostava, só estava agradando a garota.
Entrar no apartamento seria ainda mais fácil de tudo que já fizera naquela noite. Todas as noites, por volta de oito e meia da noite – antes de sair para o cassino –, Pietro Reeves ia ao térreo e buscava suas correspondências, mesmo quando não havia nenhuma. Era uma mania antiga, já sabia.
Como calculara, ele realmente saíra, deixando, como sempre, a porta do apartamento destrancada, mas não fez nada até se livrar do símbolo pendurado em sua porta, reclamando até não poder mais sobre o quanto aquilo era bobagem.
Pôs-se na frente da porta do elevador social, ainda reclamando e apertou duas vezes o botão para descer. Parecia impaciente.
Antes que o elevador chegasse, recebeu uma ligação.
– O que é?
Um curto momento de silêncio.
– Em uma hora, talvez. Não faça nenhuma aposta sem mim, por favor, você sempre consegue perder tudo, não sei como Deus consegue essa proeza.
E apertou novamente o botão, como se aquilo fosse trazê-lo mais rápido.
– Porra, Elay! Eu disse uma hora! Só eu sei o que há por trás de cada jogo, então feche essa maldita boca!
Uma hora. Tinha apenas uma hora até o pobre Elay perder finalmente tudo o que tinha sem a ajuda do parceiro de apostas.
Ao ver o impaciente Pietro ir ao seu destino, finalmente, saiu de seu pequeno e não tão secreto esconderijo – estava entre o décimo e décimo primeiro andar – e entrou no apartamento, não se abstendo em olhar os detalhes.
Cinco minutos se passaram quando ouviu a voz de Pietro pelo corredor curto que separava os elevadores de seu apartamento.
– Só contas... Que Elay esteja com muita sorte hoje. Preciso zerar algumas coisas – entrou reclamando e fechou a porta do apartamento de forma distraída, nem reparando se a mesma fechara realmente ou não.
Estava na cozinha quando todas as luzes do apartamento se apagaram, restando apenas a luz da lua que entrava pela janela aberta.
– Ainda mais essa! – a voz do rapaz de trinta e seis anos veio do escuro.
O moreno de cabelos castanhos curtos tateava para se encontrar no meio da escuridão, só respirando aliviado ao ver o brilho da luz da lua auxiliar um pouco pelo menos na sala.
No entanto, seus olhos deteram-se em um detalhe. Havia mais alguém com ele.
– Stephanie, é você? – sua voz vacilante percorreu a sala.
– Não é sua amada Stephanie, Reeves – uma voz respondeu um pouco depois.
A poltrona da sala de estar girou rapidamente, revelando uma silhueta que não dava para reconhecer. Algo cobria seu rosto, impossibilitando que visse seu rosto.
– Quem é você?
– Quer fazer uma aposta?
Ao ouvir aquelas palavras, logo esqueceu de tudo, como se fosse automática a vontade de jogar qualquer coisa.
– Do que estamos falando?
– É mesmo um ser humano perdido! Mas gostei da sua resposta. Vamos apostar sua vida. Se conseguir vencer, eu mostro meu rosto e digo meu nome. Caso contrário... Ah... Vai me entregar essa porcaria que chama de vida.
Não pesou as palavras e logo assentiu novamente.
– Claro. O que estamos apostando.
– Um pequeno jogo que deve conhecer bem. Vinte e um.
– Não vejo nada, como sei que as cartas são honestas?
– Você apostou, já estão fechadas. Não há mais o que mudar – sob o que escondia seu rosto, o homem sorriu deleitosamente. – Mas estou me sentindo caridoso hoje, então vou deixar que veja as cartas pelo brilho da lua.
– Cortou minha luz?
– Foi fácil. Está pronto?
– Manda.
Do baralho que estavam em suas mãos, o homem levantou a primeira carta, expondo-a ao brilho da lua. Era um dez de ouros.
– Manda – Pietro repetiu.
Tirou uma nova carta do baralho, segurando-as de forma correta para que sua vítima pudesse ver bem. Vinte.
– Quer parar?
– Manda – disse eufórico, crendo que receberia um ás.
Tirou mais uma carta do monte e colocou-a contra o brilho da lua. Trinta.
– Foi armação!
– Vou tirar a próxima, então – não recolocou as três cartas de volta no monte que ainda estava em sua mão esquerda e fizera o que dissera ao homem assustado a sua frente. – O que me diz, meu caro apostador?
Os dizeres você perdeu estavam escritos de uma forma elegante em tinta vermelha como sangue, revelando sob essas letras um ás de paus.
– Aqui está seu ás, amigo, agora vou recolher meu ganho – levantou-se da poltrona de couro marrom e deixou o baralho sobre a mesinha que havia ao lado.
Foi de encontro ao moreno, que tentava em vão aplacar sua eminente morte.
– Aja como um jogador descente, seu maldito! Quando perde, sei que chora por ter perdido seus milhões e ter sido ludibriado em um jogo que você mesmo comprou! Mas arque com as consequências, mal jogador.
O homem não estava irritado, por outro lado: aquilo o dava mais prazer ainda. Perseguir sua vítima era ainda melhor do que simplesmente matá-la sem dificuldade alguma.
– E agora, Black Jack? [1] Está preso. E preso por sua sede de jogos. Agora se arrepende por não ter deixado esse vício maldito?
Não havia outra voz ali que não fosse a de seu assassino.
Com as costas contra a parede gelada da cozinha, tateou em vão em busca de algo que pudesse ajudá-lo. Nada, nem uma colher ao seu lado.
– Jogou mal, jogou muito mal. Se parasse no vinte, ganharia, sabe disso? Agora encare sua idiotice.
Avançou de vez contra o homem que tremia escorado contra a parede, pedindo clemência e uma revanche.
– Nem apostando a vida se cansa dos jogos! Tenho algo especial para você, então.
Levou uma das mãos ao pescoço de Pietro, apertando com força os dedos naquele lugar tão sensível. Aos poucos, mesmo com o brilho vacilante da área, podia ver o rosto dele mudar de cor aos poucos, desde o vermelho mais intenso até o tom quase arroxeado.
– Você perdeu – foram suas últimas palavras antes de correr a lâmina afiada do punhal pelo pescoço do homem que agonizava por ar.
O corpo caiu sem vida no chão, formando uma poça de seu sangue em tal velocidade que chegava a ser assustador.
Tirou o que escondia seu rosto e sorriu para o morto aos seus pés, deliciando-se com o sangue que se espalhava cada vez mais.
– Faça alguma aposta melhor da próxima vez.
Notas finais
Preguiça de corrigir tudo agora. Achem vocês os erros ~deita na cama, liga a TV e come pipoca~
Agora o pronunciamento...
Estou pensando em vender Letters to Anyone.
Vocês: COMO ASSIM, CACETE?!
Eu: É, estou pensando em vender a ideia para alguma editora. Estou conversando com os caras ainda. Ainda tem o negócio da idade (porra, filha da puta, tenho que ter vinte para uma publicação). Mas, em todo caso, mesmo usando pseudônimo, talvez não dê certo. Então tenho que vender como se a ideia fosse da minha mãe ou do meu pai. E é isso. Se caso dê tudo certo, terei que parar de postar e excluir a estória da minha conta do Nyah e ser apenas uma ideia no papel. De uma forma ou de outra, assim que terminar a fic, colocarei em pdf e disponibilizarei o link para quem quiser. Eu mesma quero colocar no meu celular e ler. Essa bebezinha está me rendendo felicidade. É algo fantástico e estou adorando fazer.
Vocês: ...
Eu: Torçam por mim. Posso dar autógrafos e vocês podem FINALMENTE me matar com a falta de atualização. Que tal?
*vê todos cruzarem os dedos e pedirem para que isso aconteça*
Só pra deixar registrado, estarei usando a armadura do Camus ~rouba armadura de Aquário~
Falei tudo que tinha de falar *-*
Kissus. Way.
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