Notas iniciais
OHAAAAAAAAAYO, MINNA! ~não é de manhã, mas okay~
Isso aí. Estou com os capítulos das outras fics prontos, vou postando aos poucos. Estou fugindo rapidinho de estudar para as provas para postar o capítulo.
Cara, vou repetir: estou AMANDO os reviews dessa fic em particular. Todo mundo deduzindo alguma coisa; estou adorando respondê-los. Tem algumas que desconfiam do Gee ~não gostei disso~, outras que duvidam do Franks ~ele parece suspeito?~ e até do Kurt! Continuem assim, por favor! Devem ter percebido que estou postando mais rápido essa fic. Não é só por ter os capítulos curtos, mas porque gosto de ver a criatividade de vocês na hora do review. Mesmo :3
Isso aí. Falei tudo que tinha que falar, agora ao capítulo.
Estou com a suspeita de que talvez a capa desse não vá, então o link (apesar de a foto ser igual a do capítulo anterior): http://yasha-hime.tumblr.com/post/11324057482
O tanoshimi, minna-san. Enjoy ♥

Vamos jogar?

Talvez estivesse agitado demais com simples palavras.

Então quer dizer que agora está ajudando aqueles cães desesperados? Que mesmo depois de anos sem minha presença, eles continuam atrás de mim? É impressionante, devo admitir.

Mas será bom tê-lo envolvido no caso. Logo você! Que tanto gosta da minha mente brilhante, não? Sei que sim, não precisa ter o trabalho de responder.

Agora tenho certeza que você está muito perto de desvendá-la, como sempre quis, como sempre almejou. Ora, os sonhos se realizam! Por que com você seria diferente?

E então? Vamos jogar?

Era só o que tinha escrito, mas sempre acompanhado pelo rei de copas, como havia imaginado anteriormente.

Agora tentava juntar as peças que ele me fornecia, sem nem ao menos saber quem era. Só o que sabia era que estava me comunicando com o assassino. Não fazia ideia de como ele me conhecia e como obtinha aquelas informações sobre mim. Tudo o que faço é estritamente sigiloso, ninguém de fora conseguia um único vestígio da minha vida, seja particular ou não.

Vamos jogar?

Apenas isso.

Naquele momento, relendo aquela pequena carta, sabia que tinha de encontrá-lo o mais rápido possível. Não por questões óbvias, mas sim porque tinha. Queria sempre cada vez mais e mais entendê-lo, queria saber cada segredo que aquela mente guardava a sete chaves em um baú esquecido no fundo de sua consciência.

Novamente, sentia aquele fogo arder pelo meu corpo. A ansiedade voltara, estava tudo de volta. A vontade louca de ajudar e por logo as mãos em seja lá quem for o autor de tais crimes. Tinha que... Tinha que tê-lo em meu poder, fosse homem ou mulher, não importava, só queria estudá-lo de todas as formas possíveis. Tinha certeza de que ninguém mais queria desvendá-lo, mas isso parecia fazer parte do motivo de minha existência. Era a única coisa na qual conseguia me agarrar para conseguir viver. E só isso bastava, claro.

Alcancei uma caneta que estava sobre a mesa do pequeno escritório que mantinha em minha casa, pegando em seguida os envelopes com seus respectivos conteúdos dentro de cada envelope. Anotei o dia em que recebera cada um, ou seja, a mesma data três vezes, e em seguida tentei precisar uma hora para cada um.

Tinha de me manter em ordem para entender sua desordem.

Fiquei apenas olhado as duas cartas, postas uma ao lado da outra sobre os respectivos envelopes. Aquela letra tão bem desenhada não poderia ser feita em pouco tempo, creio eu. Deveria levar pelo menos meia hora para fazer uma carta daquelas, já que cada mísero a era um igual ao outro, como se fossem reflexos. Era tudo muito padronizado para ser feito às presas. Quanto tempo? Como ele as fazia? E como as mandava?

Talvez quisesse se arriscar realmente ao mandá-las pessoalmente, ou talvez apenas pedisse para que alguém as mandasse para mim. Talvez trabalhasse com alguém, então tínhamos duas hipóteses: era um cão solitário ou trabalhava com uma dupla.

Estava terrivelmente excitado trabalhando com mil hipóteses.

Vindo do lado de fora daquele meu pequeno mundo quase secreto, ouvi três batidas na porta.

Respirei fundo e guardei rapidamente tudo de forma organizada na primeira gaveta da mesa, logo saindo do escritório e voltando para o térreo, e, ao abrir a porta da frente, deparo-me com um homem que parecia ter um metro e noventa, com um corpo volumoso em todos os aspectos, então rapidamente lembrei-me da época em que já trabalhei na polícia e via muitos militares circulando ao meu redor. Os cabelos louros escuros eram lisos e quase chegavam aos seus ombros, nada que já não tivesse visto anteriormente. Trajava uma calça social azul marinho, de forma que combinava com a camisa preta, conferindo-lhe um ar neutro.

Tinha também um aspecto de boa pessoa, de forma que poderia ser fácil ter uma boa amizade com ele. Parecia ter mesmo um ar agradável a sua volta e logo senti que era uma pessoa cativante, e isso incluía os olhos azuis que pareciam analisar tudo com cuidado.

Ao seu lado, havia outro homem.

Este, por sua vez, não era tão exageradamente alto quanto o primeiro, mas era óbvia a diferença de altura que tínhamos. Tinha os cabelos negros caindo pelos ombros, nada tão grande ou exagerado, era bonito, por sinal. Olhos verdes críticos que não deixavam o mísero detalhe lhe escapar. Vestia-se do mesmo modo neutro que o primeiro, mas inteiramente com roupas pretas. Não havia um sorriso em sua face, diferente do maior, e sim uma expressão cansada e abatida, que parecia combinar muito bem com o tom quase doentio de sua pele pálida.

Parecia ter o humor oposto ao homem cativante que acompanhava.

– Boa tarde, doutor Iero – o primeiro sorriu ainda mais. – Sou Kurt Coudec. E este é Gerard Way, agente especial do FBI que conseguimos roubar para nos ajudar.

O rapaz de olhos verdes acenou da mesma forma que o outro fizera, mas não de forma tão entusiasmada quanto.

Acenei brevemente com a cabeça e pedi que entrassem com um leve meneio.

Fechei a porta atrás de mim, girando nos calcanhares para observá-los novamente.

– O escritório é no primeiro andar, segunda porta à direita. Subo em um instante.

Não sabia como Kurt parecia tão feliz daquele jeito, a menos que aquele fosse o seu normal, uma vez que o outro parecia terrivelmente perturbado com aquilo tudo.

Fascinante, era só o que conseguia pensar sobre o tal Way. Terrivelmente fascinante.

Notas finais
Capítulo ridiculamente curto, desculpem. Mas ta aí. Desculpem erros e tal. Já sabem.
Suspeitem do Gee agora! Agente. FBI. Quem ainda acha que é ele?
q
Até o próximo *-*
Kissus. Way.