Letters To Anyone
18 Tenth letter
Notas iniciais
Sou paga desta forma. E sinceramente? Já cansei de explicar os motivos. Posto com uma frequência regular e dou sempre o que vocês querem, seja como forma de fanfiction ou one apenas, mas sempre me esforço para fazê-lo. Vocês não tem noção do que eu passo e não vou ficar aqui me justificando. Só queria que vocês entendessem que eu escrevo direto; minha vida é isso. Escrevo inclusive quando estou a ponto de morrer, literalmente, e tento fazer coisas legais para vocês. Posso estar na porra do fundo do poço mas tento fazer coisas animadas. Tenho que me clonar umas quarenta vezes para cumprir os prazos (ou tentar) que dou a vocês. Quase exclui Seven Days With Him e estou pensando em deletar Akaku Sekai. Se não fosse por uma pessoa tão fofa (a pessoa sabe quem é, não convêm aqui dizer), Seven Days não estaria mais aqui. Porra, gente! Só o que eu quero são reviews! Isso é a alma do autor! Não tô cobrando nada para escrever e postar aqui, estou? Então só o que eu quero são simples reviews, caralho! Daqui a pouco eu paro de postar aí quero ver.
Amo todo mundo aqui (Mitsu, você muito mais, sem comparações) e não quero nada demais. Adoro ler as reviews e tudo mais. Posso não responder na hora, mas um dia vocês podem ter certeza de que vão ser respondidos. Mesmo que seja depois de vinte anos.
Salvo algumas fofas que sempre comentam em todo capítulo, seja uma porra de um aviso (elas inclusive já o fizeram, oi) ou um capítulo normal! E são sempre as mesmas três (quatro, mas essa quarta se salva porque sei que a porra do Nyah fode com ela) pessoas. Se não fossem por elas, já teria deletado essa fic há muito tempo.
Se não tá agradando, basta falar, caralho! Vocês sabem que eu faço tudo para que sejam felizes e que curtam o que eu poste!
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Enfim, era isso.
Agora curtam o capítulo. É um pré "Eleventh letter", pra quem ficou curioso (e sei muito bem quem foi, porra).
O tanoshimi. Enjoy ♥
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Vamos jogar?
Aprendendo a jogar.
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Só eu não concordava com aquela ideia.
– Por que justamente eu?
– Já viu uma garota parecer um general do exercito russo? – sua voz continuava cortante.
– Não, mas... Por que eu? Por que não você?
– Sério? – Kurt franziu o cenho.
– Estou falando muito sério. Sei que é para o bem das investigações e tudo mais, mas isso já é ridículo.
– E eu lá tenho algum traço feminino? – seus olhos verdes me encaravam sem dó.
Tinha que admitir que o único com feições mais andrógenas ali era eu.
– Não... – murmurei. – Só não acha isso extremo demais?
– Você tem que dar uma olhada em Stéphane, mas, ao que tudo indica, ele não se sente confortável na presença masculina, talvez seja por isso que não tenha um amigo.
– O que quer dizer?
– Pelo relatório que recebi, ele tem o instinto de fugir dos homens, é só isso. Na verdade, muito me admira que tenha um amante... – Gerard murmurou. – Mas não é o caso. Você terá que vigiá-lo e ver se descobre algo.
– Sozinho? Em um salto quinze?!
– Não! – ele e Kurt disseram em uníssono. Podia sentir o ar da sala pesado. – Eu vou com você.
– Enquanto eu tomarei notas à distância – Kurt concluiu.
– E se ele vier falar alguma coisa comigo e pedir que você não ouça?
– Então deixe isso com a escuta – Kurt explicou.
– Não é uma boa ideia...
– Se o problema é a aparência, não se preocupe! Ninguém ficará sabendo que Frank Iero virou mulher por meio dia – algo na voz do moreno não me inspirava confiança.
– Isso foi gozação?
– Claro que não.
Revirei os olhos.
– Okay, mas vejo dois problemas óbvios no seu plano, Sherlock.
– E seriam? – virou-se preocupado.
– Seios e... Lá embaixo.
– Kurt já deu um jeito nisso. Vocês dois me deixarão trabalhando no que falta ser ajustado e terão um dia divertido fazendo compras.
– Hm?!
– Ao shopping, garotas.
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E foi assim que acabei na seção feminina daquela loja esperando roupas. E maquiagem. E acessórios. E sapatos.
Ser mulher é bem mais difícil do que parece.
Tentava ao máximo pensar que era para o bem das investigações. Gerard já estivera atrás de Stéphane há algum tempo e vira no garoto algumas atividades suspeitas. Queria que eu visse de perto e dissera que o louro não se portava bem diante à presença masculina. De fato, isso me impressionou um pouco uma vez que já vira o inverso: homens que não sabem como agir diante às mulheres.
Mas acho que o que me dava mais medo não era me equilibrar em um salto de dez ou quinze centímetros o dia inteiro para lá e para cá, nem ter que me incomodar com nenhuma peça do vestuário feminino, e sim que seria um... Encontro.
Desde que o vira pela primeira vez sentira algo nele que era diferente dos demais. Não fazia ideia do que poderia ser, mas me sentia confortável com ele e queria conhecê-lo melhor. Queria sair daquele quadro de trabalho e conhecê-lo como humano. Nem como um paciente, mas como um amigo.
E, devo confessar: estava ansioso.
Notas finais
Desculpem a porra dos erros, manda por review se achá-los. Não to com cabeça pra corrigir merda nenhuma agora.
Kissus. Way.
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