Letters To Anyone
17 Fourth chance
Notas iniciais
Mas por que eu to falando isso nas notas iniciais, cacete? >___>
CARALHO DE TUMBLR LERDO! QUERO CATAR ESSE LINK DEMONÍACO, TÁ DIFÍCIL, PORRA?!
~le MIRROR apperars~
(?)
Isso que dá, ficar dopando a filha... Vai lá, mãe, faz teu nome.
Nem vi quando foi a última vez que atualizei, tava a fim de atualizar essa bagaça e
Fim ~explode le mundo~
PORRA, TUMBLR!
Vou ficar aqui falando até o tumblr abrir u-u
Abriu T_T
Então calo-me aqui.
Ah, não!
Agora que me toco que já é dia 2 de janeiro (menos de um mês pra ficar mais velha que já sou; cu) e nem perguntei como foi o início do ano de vocês. Como foi? ~piscapisca~
Shiu, eu; shiu.
O tanoshimi. Enjoy ♥
.
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Vamos jogar?
Quantia alta demais.
.
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Stéphane estava apreensivo enquanto fitava o homem ir de um lado para o outro do quarto. Nunca o vira tão irritado ou energético quanto naquele momento e tinha medo do que pudesse acontecer. Jamais, tinha certeza, vira seu amado naquele estado. Aliás, o que ele sentia? O que lhe perturbava? Não deveria ser algo tão extravagante, uma vez que não haviam segredos entre os dois. Um sabia literalmente tudo sobre o outro, e vice-e-versa.
Ajoelhou-se, então, na beirada da cama e alisou os lençóis desarrumados segundos antes, olhando-os com pesar. Ergueu os orbes claros em direção ao parceiro e ficou observando-o atônito. Estendeu a mão direita lentamente até a do outro, pretendendo alcançá-la. Quando sentiu os dedos frios do parceiro contra os seus, suspirou e fechou os olhos por um instante.
Ele parou no mesmo instante e ficou observando o louro, esperando que este abrisse os olhos e lhe dissesse o que queria, o que havia de errado para agir daquela forma tão súbita.
– Coletti...
– Não.
– O que houve? – sentou-se ao lado do menor e fez menção de abraçá-lo, mas este logo se desviou do carinho e virou-se de costas para o mais velho. – Coletti, me diga: há alguma coisa de errado e não percebi?
– Até porque você nunca percebe nada – disse com a voz chorosa. Não queria parecer mais fraco do que já era, não queria levar ao pé da letra ser o passivo da relação e agindo como uma mulher na beira de um ataque emocional. Logo ele que sempre era tão controlado...
Mas talvez as coisas tenham mudado.
– Vire-se e me diga o que houve.
Apenas negou com um simples gesto de cabeça, fazendo com que algumas mechas louro arruivadas lisas caíssem pelos ombros e cobrissem seu rosto ainda mais.
Respirou fundo e pousou ambas as mãos na cintura fina do menor, virando-o de frente para si com um rápido e calmo gesto. Em seguida afastou habilmente os fios que escondiam as faces coradas do jovem, desejando apenas ouvi-lo.
– Agora pode me dizer, hime [1]? – sussurrou contra o pescoço alvo do amante.
– Não faça isso – suspirou e jogou a cabeça para trás.
– Isso o quê?
– Me cortejar desse jeito, seu amante barato – deu um tapa no ombro do maior e desejou ter mais força e que o golpe realmente doesse. Talvez só desejasse mas não queria de fato isso: queria mais do que tudo abraçá-lo e chorar até dormir, tendo consciência de que ele velaria seu sono como sempre e o protegeria do mundo.
– Então vai me dizer por que ficou tão nervoso de repente?
– Não. Se quer saber, terá que arrancar cada detalhe de mim.
– Coletti...
– Não – repetiu.
– Espere... Não gosta mais que lhe chame assim? – deitou o menor e ficou por cima deste, sustentando seu peso nos cotovelos e mantendo o rosto excessivamente próximo ao de Legrand.
– Hmm?
– Já lhe chamei de Coletti duas vezes e você disse “não”. O que houve? Sempre gostou que lhe chamasse assim...
– Espere! – empurrou o outro de cima de si e voltou a sentar-se na cama, respirando fundo e reorganizando os pensamentos.
– O que eu fiz? Ande, não estou mais com tanta paciência assim.
– Dá um tempo! Não é tudo tão simples quanto parece! Você mesmo entende isso, já que é o pior do mundo e a mente mais esquisita que possa existir! – no calor das emoções, Stéphane acabou dizendo o que não deveria, arrependendo-se no mesmo segundo de tudo que dissera, querendo retirar cada palavra naquele exato momento. – Eu não... Não quis dizer isso... Desculpe, Faletti, desculpe – virou-se de súbito para o moreno, mas não teve muito tempo para raciocinar.
Estava sozinho na cama, mas ainda assim o apartamento estava mergulhado na escuridão.
Ouviu uma série de sons metálicos vindos da cozinha, seguidos por sequências de vidro se chocando contra algo; até arriscou pensar que alguns copos haviam se quebrado ou até as taças que usaram no jantar daquela noite.
Alguns segundos em silêncio já bastaram para deixar o louro mais alerta, só não entendia porque não ia atrás do outro e ver o que estava acontecendo. Tinha medo de que algo acontecesse de grave novamente e ser tarde demais para qualquer coisa. Possivelmente era tanto o medo de ter aquelas cenas se repetindo que ficou ali paralisado por tais sentimentos.
Em meio a esses pensamentos, ouviu o som de projéteis caindo no chão da cozinha. Reconhecia perfeitamente aquele barulho.
Não crendo em sua própria coordenação, Stéphane levantou-se rápido e torceu para que não tivesse que tirar o revólver da mão do amante. Partiu para a cozinha acendendo todas as luzes possíveis do apartamento.
– Solta isso agora! – rosnou no portal da cozinha. – Eu pedi desculpas! Não queria ter dito aquilo! Por favor, não faça nada! Do que vai lhe adiantar repetir tudo?!
Avançou um passo mas, de súbito, teve a arma apontada para si, sendo desviada da têmpora direita do moreno. Via a precisão que sua mão tinha; não tremia nem um pouco, mesmo tendo os pulsos sangrando, assim como os dedos. Poderia até sentir dor, mas ainda sim seu pulso era firme na arma engatilhada e pronta para o disparo.
– Se fizer algo, já sabe o que vai acontecer.
– Preste atenção! Recobre a consciência! Está se ouvindo?!
– Stéphane... Por favor, me deixe sozinho...
– Não.
– O que há com você?! – gritou alto demais, assustando o louro.
– Eu te amo! – tentou sobrepor sua voz.
– Ama?
– Claro que sim e você sabe disso.
– Sei?
– Retome a razão... – sussurrou apreensivo e avançou mais um passo. E mais um. Foi aos poucos avançando milimetricamente até o mais velho. Segurou firmemente a arma que lhe era apontada, não constatando nenhuma diferença no outro: não havia resistência, mas também não aparentava desistência. – Sabe quem você é, então não seja alguém que nem ao menos sabe o seu nome. Você sabe que eu realmente te amo, sei que sabe.
Ao ver uma lágrima rolar pela face esquerda do maior, Stéphane relaxou ainda mais. Sabia que estava voltando ao normal.
– Agora se acalme – pegou a arma em mãos e tirou a munição, ouvindo e vendo as cinco balas escuras rolarem pelo chão respingado de sangue.
E foi tudo culpa minha... Não podia deixar de pensar repetidas vezes enquanto cuidava dos ferimentos do companheiro, culpando-se cada vez mais. Eu fiz isso. Fiz isso por não estar conseguindo administrar tudo.
Notas finais
~
VEY, de boa, quer nota inicial mais retardada que essa? g-g
Eu consigo, não me subestimem!
Vou fazer pior ~planeja~
WTF, tumblr? Magia negra, seu cuzão?
ENFIM!
Carai... O que deu em mim? g-g
O que me lembra... Tem que tirar aquele bg de Pikachu; cansou. Vou jogar umas tábua lá e fim. Morram-se os twitteiro que fica olhando meu bg ~lê-se eu~
Mas... O quê... QUE PORRA TUDO ISSO TEM A VER?!
Só me aturem.
Danke.
E desculpem os errinhos e tal. Já sabe o processo. Cu de capítulo curto g-g
Mas esperem chegar no "Eleventh letter" que a porra fica séria! LOL, vocês tudo vai gostar OIAJSAOIJSAOISJ
Calei. Parei de estragar a surpresa. Sério que vocês leem as coisas idiotas que aqui escrevo? Vocês é tudo umas santa ♥
Kissus. Way.
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