Let Her Go - Delena/ Klaroline
52 Capitulo 52 - 15 Anos Depois
Notas iniciais
Cecília acordou com os gritos de Hope, ela e Henrik estavam brigando de novo.
— Kol – sussurrou a vampira – amor – ele estava apagado.
A Salvatore revirou os olhos, haviam se passado quinze anos, ela e o namorado estavam morando em Los Angeles, onde kol trabalhava como medico e ela como psicóloga e ambos estão bastante felizes.
— Eu vou matar você seu fofoqueiro – Hope berrou, jogando o irmão longe com os poderes de bruxa.
— Eu não contei nada ao papai e a mamãe Hope – gritou de volta, deixando a Irmã sem ar.
— Eu odeio você — Hope foi para cima do irmão, o jogando no chão com toda a força de vampira que tinha.
— Eu tenho do de te espancar – revirou os olhos verdes, idênticos ao de Klaus.
— Somos iguais irmão, temos os mesmos poderes – sorriu prepotente, o mesmo sorriso do pai.
— Sonsa – a virou de uma vez.
Hope se livrou do irmão, ficando em pé. Henrik fez o mesmo, ambos se encaravam com raiva.
No quarto de Caroline e Klaus, a loira acordou com raiva ao escutar os gritos dos filhos.
— Eu vou deixar eles de castigo – murmurou ainda de olhos fechados.
— Não vai não – Klaus riu.
— Vai você ou eu? – Caroline perguntou cansada.
— Você resolve isso sempre melhor que eu – ela revirou os olhos.
Klaus sempre gostava de parecer bonzinho para os filhos, nunca deixava de castigo e sempre sobrava para Caroline.
— Eu vou – se levantou da cama, vestindo o robi.
Em sua velocidade inumana Caroline já estava na sala, vendo os filhos se encarando.
— PAREM AGORA — berrou cansada, fazendo os dois a olharem.
— Eu vou matar ele mamãe – Hope berrou indo pra cima do irmão, porem Caroline se colocou na frente.
— Ninguém vai matar ninguém – gritou – os dois, sentem, agora – olhou desafiadora para Henrik que o fez emburrado.
Hope cruzou as pernas, olhando para o nada... Caroline segurou um sorriso, como se parece com ela.
— Quero saber o porquê da briga – cruzou os braços, andando de um lado para o outro porem sem tirar os olhos dos filhos.
Klaus via tudo, prendendo o riso.
— Vamos la meus bebês – Caroline incentivou, se sentando no meio dos dois.
— Mamãe – Hope choramingou, encarando a mãe – to com vergonha – levou as duas mãos ate a face tampando a mesma, pois estava corando.
— Olha mãe eu falo – Henrik sorriu pro pai.
— Falar o que? – Klaus se sentou na mesinha de centro.
— Eu odeio você – Hope sussurrou, a bruxa lançou um olhar mortal ao irmão.
— Hope esta brava por que eu...
— Henrik, não conte isso da sua Irmã – Cecília disse descendo as escadas – deixe que ela mesmo conta – sorriu para Hope, passando para a cozinha com kol atrás dela.
— Cecília do que você sabe que eu não sei? – perguntou Caroline, fazendo a morena se virar.
— Pergunte pra sua filha – lançou uma piscadela saindo da sala.
— Hope... – car olhou para a menina.
— Eu beijei o Paul, eu gosto dele – disse rápido demais.
Henrik deslanchou a rir.
— E meu irmão lindo de morrer que eu amo muito, me fez o favor de contar que eu gosto dele, pro Paul – Hope gesticulava com as mãos – aaah e não me esquecendo, Henrik gosta da Valentina – Hope tinha um sorriso perverso nos lábios.
Klaus ainda não tinha digerido todo esse assunto, estava com cara amarrada sobre Hope e Paul.
— Henrik — Caroline semi cerrou os olhos para o filho – peça desculpas a sua irmã, agora.
Henrik suspirou, olhando a irmã.
— Desculpas – pediu.
— Desculpado – ela tinha um sorriso maligno nos lábios.
—Eu tenho medo dela – Disse Henrik se afastando da irmã que o mandou um dedo do meio.
Caroline revirou os olhos indo para a cozinha onde Cecília preparava o café da manhã.
— Você e suas comidas – Car riu alto – vou voltar a dormir — os meninos te ajudam.
Ela saiu da cozinha puxando Klaus junto consigo.
Logo Ian chegou junto a Pual, Valentina e Claire que chegou reclamando do calor que fazia seu cabelo ficar feio. Eles foram ajudar a tia Cecília na cozinha que estava toda sorridente com os sobrinhos, ela os ama tanto.
— Paul da titia – ela apertou a bochecha do menino que olhava Hope todo bobo – ta amando – sorriu fazendo ele corar.
Hope sorriu abaixando os olhos. Ian estava todo se todo para o lado de Claire, enquanto Valentina havia dado uma fugidinha com Henrik. Kol rio alto, abraçando Cecília por trás beijando o pescoço da mesma. Anos haviam se passado e a felicidade os rondava e permanecia, e assim seria. Cecília se virou beijando kol com amor. Caroline e Klaus estavam no quarto.
— Eu te amo, sabia? – perguntou Klaus.
Caroline riu o puxando.
— Para sempre? – questionou.
— Sempre e para sempre – a beijou.
Logo Damon e Elena chegaram e ficaram na sala, Lexie e Enzo haviam chegado de viagem e já estavam na casa de Klaus e Caroline, Rebekah e Matt chegaram todos sorridentes, Davina e Kaleb – agora vampiros – estavam ali também, Elijah e Hayley chegaram todos felizes. Quando todos chegaram Cecília subiu para se arrumar, já havia deixado tudo pronto. Se arrumou, vestindo um vestido rosa escuro e seus típicos saltos, ao chegar na sala já escutava as risadas vindo da sala de jantar, sorriu, não tinha como estar mais feliz... Cecília descobriu a dor da perda muito nova, Eadlyn sua “neta” já era moça e graças aos céus não havia adquirido o poder da luz. Cecília descobriu que Samantha, a sua pequena Samantha havia morrido pela idade, descobriu que a filha fora muito feliz. Samantha sabia que Cecília era sua mãe e deixou uma carta sabendo que Cecília era vampira também.
“Mamãe, como queria poder lhe abraçar mais uma vez e dizer o quanto eu a amo... Cecilia, uma princesa de um reino hoje instinto é minha mãe, acima de tudo, uma mulher guerreira e de luz, mulher de fibra. Eu te amo, te amo por ter cuidado de mim mesmo sem saber que era minha mãe. Talvez o destino fora cruel em ter tirado você de mim e eu de você, talvez se nada disso teria acontecido você não encontraria as pessoas que encontrou, talvez vivesse presa naquele pequeno reino pelo resto de sua vida, ou ate a monarquia ser extinta ali. A minha vida fora cheia de surpresas, todas boas e felizes, fui e sou uma mulher muito feliz graças aos seus ensinamentos, eu te vi no meu casamento, te vi de longe, mas você foi. Sei que cuidava de mim mesmo de longe. Eu te amo.
Com amor e carinho Samantha Vega”
— Esta tudo bem amor? – Kol perguntou ao ver a namorada chorando.
— Sim – limpou as lagrimas o olhando, se jogou nos braços de seu amado – eu te amo – sussurrou no ouvido dele – agora vamos comer.
Kol a puxa pela mão a guiando ate a sala de jantar, Cecília abriu um enorme sorriso ao ver a cena: todos sentados conversando amenidades do dia a dia, rindo felizes da vida.
— Bom dia Cecília – Damon disse se levantando na velocidade inumana, parando em frente a jovem.
A puxou para um abraço a beijando no topo da cabeça.
— Ei princesa – Stefan a fez sentar em seu colo bagunçando os cabelos dela.
— Idiota – murmurou tentando arrumar os fios – amo vocês.
— Também te amamos – o loiro abraçou ainda mais a Irmã.
Ela riu se levantando.
— So pra constar eu e os meninos fizemos o café da manha hoje – deu de ombros se sentando na cadeira.
— Mamae, papai – Hope exclamou ao ver os pais se beijando – que nojo – fez careta.
Caroline riu entre o beijo, segurou a mão de Klaus e fitou a filha.
— Não era nojento quando você fez com Paul – Hope arregalou os olhos com a resposta da mãe.
— Eu quero sumir, tia Ceci, me ajuda – pediu, fazendo todos rirem alto.
— Se vira amor – Cecília lançou uma piscadela a jovem.
— Eu posso apagar isso da memória de todos com um feitiço – Hope sorriu esperta.
— Foi tão ruim assim? Pensei que havia gostado – Paul disse parando de comer encarando Hope.
— Não foi, eu gostei – ela se virou em sua direção.
— Esse moleque esta muito folgado – disse Klaus bravo.
Caroline o olhou, puxou a face do hibrido para perto da sua e sorriu.
— Calma – murmurou rindo.
Ele fechou a cara emburrado. Hope revirou os olhos. Ian e Claire conversavam animadamente enquanto Valentina e Henrik se olhavam toda hora sorrindo bobos.
— Se seu filho fizer minha Hope sofrer, você morre – Klaus bebericou do café olhando para Stefan que riu.
— Quem diria Klaus, eu e você parentes – brincou Katherine, fazendo Klaus rir debochado mandando um dedo do meio para a morena.
Damon abraçou Elena, enquanto olhava os filhos.
— Deu tudo certo – sussurrou para a mulher que sorria abertamente.
Céus, amava os filhos mais que tudo no mundo. Eles voltaram a conversar amenidades enquanto comiam. Cecília se engasgou com algo e começou a toscir.
— EU AVISEI QUE ELA IRIA SE ESNGAGAR KOL – gritou Davina já do lado da amiga.
Kol arregalou os olhos vendo ela roxa. Novamente todos riram.
— Não era pra acontecer isso – Kol gritou.
Cecília fez força, tirando o trem da garanta e cuspindo fora, uma linda aliança caiu no chão e kol a pegou limpando a mesma.
— Eu coloquei no bolo – deu de ombros.
Cecília ainda se recuperava olhando a aliança nas mãos do moreno.
— E ai – ele se ajoelhou em sua frente, pegando as duas mãos da jovem – aceita se casar comigo?
Arregalou os olhos rindo feliz.
— Estava passando da hora – murmurou Enzo.
— SIM, MEU DEUS SIIIIIM. MEU DEUS EU TO PASSANDO MAL – fez drama se levantando da cadeira – me segura que eu vou desmaiar, meu deus, sim, sim a nos eu aceito ser sua esposa. Meu deus eu te amo – pulou no homem a sua frente que ria para não chorar.
— Eu te amo, sempre e para sempre – murmurou ele.
Sempre e para sempre é o lema deles, a família mais bagunçada do mundo e que por incrível que pareça e ate mesmo cômico, tem amor ali e não é pouco.
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