Notas iniciais
Postei e sai correndo.

– A meu Deus eu vou morrer — gritou Caroline se debatendo na cama.

– Tecnicamente não, Lovah.

– Cala a sua bocaaaaa.

Elijah havia ido buscar Bonnie, nesse momento estavam todos na sala. Damon escutou os gritos da loira lá de sua casa.

– A meu deus — Elena abraçou Valentina.

– Ela vai ficar nem — disse Damon com o Ian nos braços.

–Chegamos o mais rápido possível — avisou Rebekah entrando pela porta, arrumando Claire nos braços.

– Klaus pelo amor de Deus tira esse menino de dentro de mim — berrou ela apertando os lençóis.

Rebekah fechou os olhos, Hope que estava sentada no sofá se assustou com o grito de sua mãe.

–Ela vai ficar bem — afirmou Hayley para a filha.

Caroline apertou os olhos.

–Tá doendo muito — chorava — eu quero a Bon.

–Eu sei amor.

–VOCÊ NÃO ESTÁ ME ESCUTANDO? — ela puxou ele pra ela, segurando o híbrido pela garganta — eu quero a Bonnie — repetiu com raiva.

–Calma, eu cheguei — Bonnie entrou no quarto, vendo klaus segurando a mão da loira.

–Ainda bem — Car sorriu.

–Pela primeira vez sinto feliz em te ver, bruxa — klaus sendo klaus.

–Otario — Bonnie exclamou se aproximando da amiga. -Preciso de uma bacia de água quente, toalhas, e, tesoura — pediu.

Klaus saiu do quarto correndo, voltando ao mesmo trinta segundos depois com as toalhas e a tesoura. Hayley entrou no quarto com a bacia de água quente, colocando ela ao lado da bruxa.

–Klaus — Car gemeu de dor -fique do meu lado

–Nunca sairei dele, mesmo quando você me quiser longe, eu estarei por perto — ele sorriu, beijando a testa dela.

–Vamos lá Car, tudo pronto aqui em baixo. Força.

Caroline olhou para klaus que fez um sinal positivo com a cabeça. A loira fez força, toda a força que conseguia fazer, só sentia dor e nada de sentir algo passar pela sua flor.

– Vamos car, voce consegue – Bonnie incentivo.

– Eu consigo – car sorriu – claro que consigo.

Ela fez força, levantando as costas da cama.

– AAAAh – gritou.

– Voce consegue – Klaus sorriu.

Caroline o olhou sorrindo, estava soando. Klaus colocou os cabelos dela para trás, enquanto a loira apertava sua mão esquerda com força.

– Eu consigo – ela fez respiração cachorrinho, e Klaus fez o mesmo – Eu consigo... Ahhh... Porra eu não consigo. Que tamanho é a cabeça desse menino? – perguntou franzindo o cenho.

Klaus e os demais que estavam na sala escutando tudo, não prenderam o riso, rindo.

– Para de rir – Caroline bufou – aiii – veio uma contração forte.

– Você consegue, eu estou aqui – Klaus fez careta quando ela apertou a mão dele forte demais.

Bonnie segurava para não rir, ate que a cena estava sendo cômica.

– É, eu consigo – ela fez sua cara de determinada que todos conhecem – vamos la baby Mikaelson, esta na hora de dar as caras.

Caroline segura bem forte com uma das mãos no lençol, enquanto Klaus segurava sua mão, foi rápido, Caroline fez força como nunca e... o choro ecôo pelo quarto, o choro do novo Mikaelson ecôo pela casa, fazendo todos sorriem aliviados. Klaus sorriu em meio a careta de dor, alias Caroline havia quebrado sua mão. A loira chorava, a emoção que sentia era única.

– Ele é lindo – disse Bonnie sorrindo, enrolando o pequeno em uma manta azul.

Caroline so sabia chorar, Klaus estava parado ao lado de Bonnie. A bruxa entregou a ele o bebê. Klaus não conteve as lagrimas ao ver o pequeno que ate agora não tinha nome abrir os olhos, o encarando.

– Calma – Klaus murmurou – papai esta aqui.

Car sorria, o hibrido andou ate ela com o pequeno nos braços, se sentando na cama ao lado dela. Bonnie havia saído do quarto, deixando somente os dois.

– Ele é tão lindo – Caroline disse boba.

E ele é, tem uma boquinha pequenininha, uma nariz empinado, uma pele linda,e os olhos... Caroline olhou para Klaus, vendo que eram iguais ao do pai.

– É sua cara – Caroline disse quando o pegou nos braços, beijando o rosto do seu pequeno – A meu Deus – ela chorava beijando a criança – mamãe te ama tanto, a céus, como voce foi esperado... não acredito que esta aqui comigo agora meu filho.

Klaus era so sorrisos, a emoção que sentia era indescritível.

– Bem vindo ao mundo campeão.

Caroline encarou Klaus.

– Bem vindo ao mundo, Henrik Mikaelson Forbes – ela sorriu, mordendo os lábios.

– Lindo nome – Klaus prendeu o no na garganta.

– É, assim como quem o carrega... ou carregou.

O hibrido beijou a testa da mulher, sorrindo.

– Obrigada por tudo – pegou na mãozinha do bebê, que apertou o polegar do pai.

Klaus naquele momento sentiu que devia falar o sempre quis.

– Eu juro, juro por tudo que eu acredito que irei defender vocês de tudo e de todos, somos uma família Caroline... finalmente eu tenho a minha familia graças a voce, eu te amo – a loira levou a mão ao rosto do hibrido, beijando castamente os lábios dele.

– Mama – Hope disse entrando no quarto.

Em um momento de distração de quem a olhava, a pequena fugiu, queria ver a mamãe.

– Amor – car disse em um sussurro – venha ca – chamou.

Klaus riu, Hope estava acanhada.

– Vem conhecer seu irmão – car chamou.

Klaus se levantou da cama, pegando a bebê nos braços e levado ela para a mãe. Hope fez careta ao ver o bebe.

– Voce era assim – Caroline explicou para ela, assim que ela se sentou na cama – seu nome é Henrik, com “h” como o seu.

Hope encarou a mãe, depois o irmão.

– Hen – ela tentou dizer, pegou na mão do bebê que agora olhava – nenê da Hope.

– Nene da Hope – car repetiu — ele te ama e vai cuidar de voce, e voce dele.

Klaus queria congelar aquela cena, essa cena iria para um de seus quadros.

– Por que vocês – Klaus se sentou ao lado da filha e da sua mulher – são irmãos.

– Maninho – Hope se esticou, beijando a cabecinha do bebê – ti amu – sussurrou ela no ouvido do bebê.

– Amamos vocês – Caroline puxou Hope para um abraço – a mamãe te ama mais que tudo, assim como o seu maninho.

– E eu amo vocês – o vampiro disse.

Muitas coisas mudaram ao longo do ultimo ano, eles precisaram fazer escolhas, decisões importantes que o levaram onde estão, no meio do caminho nenhum deles se arrependeram de suas escolhas, as nossas escolhas que nos fazem quem somos, as escolhas deles os fizeram uma família.