Let Her Go - Delena/ Klaroline
50 Capitulo 47 Eu To Calma
Notas iniciais
Cecilia encarava Kol de longe, ela caminhava lentamente pelo campus de Harvard, onde que para entrar teve que compelir algumas pessoas. Nada que um seqüestro, planejado por kol obviamente não resolvesse, claro ele é kol Mikaelson.
– Ei – ela correu ate ele, pulando no namorado deixando os livros que estava nas mãos ir ao chão.
Ele a segurou pela cintura, a rodando. A Salvatore passou as pernas pela cintura dele, beijando ele logo em seguida.
– O que esta achando disso? – sussurrou ele no ouvido dela, a descendo de seus braços.
– A melhor coisa do mundo?! – ela riu, arrumando o cabelo atrás da orelha.
Kol se abaixou rindo, pegando os matérias de Cecília e a entregado.
– Vamos la psicóloga – ele pegou na mão dela, a puxando pelo campus.
Eles estavam andando de mãos de dadas, quando Ceci parou de uma vez.
– To com saudades deles – murmurou rindo.
Kol riu dela.
– Bom, final de semana estaremos la.
Ela pulou nele novamente.
– Ceci para de marcar território – disse Davina chegando com Kaleb.
Cecília revirou os olhos. Bom, talvez esteja na hora de Davina ter uma vida normal.
– Final de semana, NoLa – a Salvatore gritou para a amiga, chamando atenção das pessoas.
– Menos – Davina riu alto.
Já era noite em New Orleans.
–Matt, shiii – Bex fez assim que Matt entrou no quarto da filha.
Eles separaram casa, e assim que Damon e Elena foram no orfanato de Cecília e Bex viu um embrulho rosa se aproximou de um dos berços e viu uma linda bebê loira, de uns dois meses a olhando curiosa. A loira se perguntou como alguém abandonaria uma coisa fofa daquelas e... Claire a escolheu, Claire escolheu Rebekah para ser sua mãe quando abriu aquele sorriso sem dentes.
– Ela não vai acordar por agora – Matt disse rindo, olhando a filha nos braços de Rebekah.
Foi o prazo de ele rir que a bebê acordou chorando.
– Vai – Bex riu, entregando a criança a ele.
– Vou tomar banho, dê a mamadeira a ela.
Em uma casa não tão longe da deles Damon e Elena sorriam feito bobos olhando os gêmeos dormirem calmamente nos berços.
– Eles são tão pequenos — Damon murmurou passando a mão de leve no rosto de Valentina.
– E lindos – Elena sorria abobada, pegando Ian nos braços que acabara de abrir os olhos azuis, seu cabelo era castanho e sua pele branquinha.
– Ei pequena – Damon riu vendo Tina, como ele carinhosamente chamava abrir os olhos azuis, a o seu cabelo era negro como a noite.
– Tenho medo de quando contarmos a verdade a eles – Elena se sentou na poltrona no quarto dos bebês.
– Uma etapa por vez – Damon deu um beijo na testa da mulher, beijando a testa de Ian logo em seguida para depois Beijar o rosto de Valentina.
– Eu sei, mas to com medo... Nem mesmo Stefan e Katherine estão passando por isso com Paul – Elena ria, tentando controlar o choro.
Katherine e Stefan haviam adotado também; o pequeno Paul de um ano e meio. Katherine não agüentou quando viu aqueles pares de olhos castanhos a olhando com curiosidade.
– Eles nunca vão nos abonar Elena – Damon pegou na mão livre da morena — ele nos ama, assim como nos os amamos.
Elena sorriu com isso, se Damon dizia, assim seria.
Caroline estava se arrumando para sair com Klaus, quando o loiro entra no quarto.
–Que cheirosa – ele disse rindo.
– Eu sou ne – ela deu de ombros – agora me ajude com a sandália – se sentou na cama.
Klaus se abaixou, pegando as sandálias de salto alto, colocando nos pés de sua amada.
– Pronto – ele estendeu a mão para a loira, que a pegou ficando em pé.
Klaus a puxou para um beijo, a girando no ar.
– Cadê Hope? – parou o beijo, perguntando pela filha.
– Aquela ali serve? – virou o rosto de car para o lado, onde as filha estava parada de pijama olhando os dois.
– Ei vida – car desceu do colo de Klaus, pegando a bebê nos braços – que cheirosa mamãe – a loira beijava a criança que sorria.
Caroline sorriu para Klaus.
– Me espere na sala, irei a colocar para dormir primeiro – ela disse já começando a andar rumo ao corredor, entrou no quarto de Hope deitando a pequena no berço, cobrindo a bebê com o edredom rosa – boa noite, mamãe te ama – beijou a testa da sua pequena.
– Te amo – Hope disse abraçando o lobinho.
Caroline saiu do quarto da pequena rindo atoa, como ama esse ser tão pequeno. Sentiu uma pontada no ventre, levando a mão assustada ate o mesmo.
– O que foi bebê ? – murmurou a pergunta preocupada – Klaus – ela chamou ao sentir a dor se intensificar – céus.
Andou ate as escadas, ficando tonta, com certas dificuldades ela desce as mesmas com medo pelo seu filho, não esta na hora dele nascer. Ao chegar no final das escadas sente outra pontada. Já chorava, ao ver Klaus sair do escritório ela se joga nos braços dele.
– Shii, calma – ele a segura pelos ombros – não é nada não, mas você fez xixi – ele disse rindo.
– Não Klaus – olhava estática para o chao, onde o liquido estava não esta na hora – a bolsa estourou.
– Não Lovah, suas bolsas estão no closet.
Caroline narrando.
– Não Lovah, suas bolsas estão no closet – o olhei sem acreditar naquilo, ele me explicou como se eu tivesse cinco anos de idade.
Fechei os olhos, abrindo os mesmos.
– Fiz algo errado? – perguntou se afastando.
– Não seu idiota – berrei – o bebê vai nascer — apertei seu braço com força, sentindo a primeira contração vir – ai meu Deus, meu Deus, Meu Deus – soltei seu braço.
Comecei a andar de um lado pro outro, ainda falta uma mês pro dia certo, to com medo. Parei de andar abruptamente olhando Klaus olhando pro nada.
– Porra Klaus – berrei – O BEBE VAI NASCER... VAMOS AGIR – chamei sua atenção.
Ele me olhou ainda parado, bufei me aproximando dele, dando um tapa na cara dele para ver se ele volta para o nosso mundo.
– O bebe vai nascer – repetiu – a céus – levou as mãos ao cabelo desesperado.
O olhei obvia, dando um tapa na minha testa. Onde foi mesmo que amarrei meu burro?
– Sim; ele vai – respondi cansada.
– Pra onde vamos? – perguntou.
Meu deus, me diz que ele não fez essa pergunta estúpida.
– Shopping – respondi.
– Am? — perguntou meio bobo.
– Na verdade me leva la pra cima que eu não quero ganhar meu filho em um hospital – disse já chorando, tentando não surtar.
– Calma – ele disse me pegando nos braços.
–Não me mande ficar calma – gritei.
– Você esta stressada – ele riu.
– Não estou – o fuzilei quando ele me colocou na cama — vai sair um bebê – apontei pra la – da flor e voce quer que eu fique calma?
Ele me olhou com medo.
– Fique calma.
– NÃO ME MANDE FICAR CALMAAAAA – gritei com raiva.
Ele riu alto, o puxei pela camisa.
– Fique calma — sussurrou ele.
– EU TO CALMA... AGORA PARA DE RIR CARALHO – o soltei – o bebe vai nascer... aiiii – gritei pela dor.
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