Let Her Go - Delena/ Klaroline
38 Capitulo 37 SAMANTHA?
Notas iniciais
POV Caroline
Sorri colocando a mão no ventre, minha barriga esta enorme, já faz quatro meses que meu bebê esta comigo. Isso me deixa feliz, ninguém sabe explicar como isso aconteceu... como eu fiquei grávida, acho que so o feitiço de Esther não o manteria vivo, ou manteria? São perguntas sem respostas para mim e Klaus. Mas, estamos muito felizes, quase não brigamos.
Parei de andar pelo corredor, quando escutei o choro de Hope.
–Naum telo, telo minha mama dois — reclamou a minha pequena.
Sorri cansada com isso, estou muito cansada, entao Rebekah esta cuidando dela para mim hoje. Tudo que eu precisava agora era da minha cama, mas não agüentei seu choro.
–Euuuu telo mina mamã, ela queceu de mim – lagrimas quiseram cair, Hope pode ser muito pequena, mas sabe de muita coisa.
–Hope, sua mamãe esta cansada – Rebekah sussurrou.
Tirei a mão da maçaneta do meu quarto e de Klaus, e suspirei, andei em direção ao quarto de Hope e abri a porta colocando todo o cansaço de lado, ao ver o sorriso de Hope entre as lagrimas.
–Cuido dela, já pode ir dormir – falei para Rebekah que me olhou em duvida.
–Mamã – Hope parou de chora e estendeu os bracinhos para mim.
A peguei do berço, e me sentei com ela na poltrona para a fazer dormir.
–Qualquer coisa, me chama – Rebekah falou saindo do quarto.
Balancei na cadeira de ninar com Hope em meu colo.
–Quer saber de uma historia, minha pequena? – perguntei – era uma vez, uma linda princesa loira dos olhos azuis piscina, ela sonhava em encontrar um príncipe... mas o quão cliche é isso nos dias de hoje? Então, os sonhos da princesa fora destruídos por um feitiço – me referi ao vampirismo — um rei, muito mal chegou a cidade fazendo todos os amigos da princesa sofrerem, e por algo, que ninguém sabe explicar se encantou com a princesa, alguns dizem que por ela ser a luz e ele a escuridão, por ela ser boa e ele mal nos olhos dos outros... a princesa, por outro motivo desconhecido viu bondade neste rei – suspirei, passando a mao no rosto de Hope — seus amigos, a julgaram por isso, mas o seu coração dizia que era o certo, ela era a humanidade dele, e mesmo ela não assumindo ele a fazia bem. Entre bailes e danças, a princesa tentou esconder o que sentia pelo rei. Então, antes dele partir ele falou que as portas de seu castelo sempre estaria aberta para ela, mas ela não quis ir, negou o que sentia. Ela era a única que entedia os demônios do rei, e ele sabia o que ela queria, o que ela sempre quis... ela queria um amor épico, e ele, ele era o amor épico dela, porem, ela o deixou ir.O rei voltou depois de algum tempo, com problemas o quais não queria contar para princesa, ela novamente o rejeitou, e ele partiu. Mas, em uma tarde o rei volta, e eles se encontram na floresta, a princesa, se entrega a esse amor, porem, faz o rei prometer que nunca mais iria voltar. Quando rei foi embora, para nuca mais voltar a princesa ficou desolada, mas se mostrou forte. Então, a princesa recebe um presente do rei, não qualquer um, ela recebe um anjo — aconcheguei Hope a mim – ela sabia que era errado amar esse anjo em forma de criança como sua, ela so estava a protegendo para o rei, pois ele a pegaria. – lagrimas quiseram cair de meus olhos – mas ela amou tanto essa pequena, era sua, de alguma forma ela sentia isso. Entao 8 meses depois chegou a hora da criança partir, a como a princesa se sentiu horrível por isso... mas, ela lembrou da promessa do rei “ Meu coração, Sempre e para sempre seu” feita na floresta, ela parti junto com a pequena. A princesa Car se entrega ao amor junto com o Rei Nik, onde vivem um lindo amor, com problemas, mas um lindo amor... onde outro bebê entra em jogo, e ali eles são uma família, uma linda família e eles são felizes, sempre e para sempre – encarei Hope que já dormia e sorri, me levantei com ela no colo e a deitei no berço, a cobri e liguei o baby sister, beijei o rosto dela – eu te amo, minha pequena – e sai do quarto toda sorridente por ter feito ela dormir.
Hope depois do acidente no lago, disse que um anjo, a ajudou. Estranho, para ela dizer isso, o que nos deixou preocupados, ninguém sabe dos poderes dela, o que ela é capaz ainda. Abri a porta do quarto e encontrei Klaus lendo Cinqüenta Tons Mais Escuros. Revirei os olhos e ele sorriu, me encarando.
–Você é ótima com historias, a aquela me lembra uma – sorri de lado.
–Quantas vezes disse para não ler os MEUS livros? – enfatizei o meu.
–Umas 100 vezes essa semana, e olha que hoje ainda é quarta. Ao total, umas duas mil, mas não ligo – bufei e me joguei ao lado dele – Sabe, esse Senhor Grey é quase igual a mim, bilionário, lindo, as mulheres caem matando em cima – Klaus sussurrou, segurei o riso e fechei os olhos, contando ate três.
As vezes eu tenho vontade de matar ele.
–Vai La, pega elas – tirei os sapatos – elas são doidas para lhe ter – respondo levantando da cama.
–Caroline – ele fala parando na minha frente – eu não quero nenhuma delas, eu quero so você – Klaus disse e sorriu – quero você pois você me deu a MINHA FAMILIA.
–Pare de gritar, se Hope acordar a culpa é sua – Ele riu me ignorando complemente.
–Eu quero so você – Klaus beijou meu rosto – so você – Nik selou nossos lábios.
***
Estamos todos os 7 sentados na mesa do café da manhã, calados como sempre. Hayley, Elijah, Rebekah, Matt, Kaus, Hope e eu. Essa casa esta um silencio depois que kol se foi, ninguém sabe para onde, mas ele sumiu do mapa, Klaus esta preocupado com Cecília pois a mesma sumiu e ele esta com medo de kol ter feito mal a ela, mas algo me diz que ele não seria capaz de machucar a alavanca de sua humanidade... ainda há esperança para ele.
–Uma semana para o aniversario de Hope, e Cecília não confirmou presença , todos confirmaram, menos ela– resolvi falar alguma coisa.
Todos me encararam.
–Ela deve estar por ai, fazendo compras – disse Hayley.
–Sim, mas é estranho — Rebekah sussurrou – Cecília não ficaria assim, sem voltar para nos, não é? – minha cunhada franziu o cenho.
–Claro que ela ira voltar, amor – Matt abraça os ombros da loira.
–Ela da conta de se cuidar sozinha – Elijah tentou nos aclamar – com os poderes que Cecília possui, ela esta bem protegida.
–Claro – voltei a comer.
Klaus me olhou e sorriu, tentando me acalmar, mas eu so fico pensando que Cecília precisa de mim a qualquer momento. Ela vai precisar de nos.
Pov Cecília
Passei os canais de TV, sem achar um que me agrade. Bufei de raiva, e resolvi colocar um filme da Barbie, meus olhos marejaram ao lembrar que era sempre Hope que via comigo. Enfiei a mão no pote de pipoca e levei a boca, bebi o copo de coca em um so gole e peguei a barra de chocolate e dei uma mordida. Uma coisa é certa, desde que vi aquela menininha eu não a consegui tirar da cabeça, foi como se eu e ela tivesse alguma ligação de alguma forma, alem de ela parecer muito com a Charlotte Samantha, a criança a qual fui babá depois que me transformei e queria esquecer que fui princesa. A campainha tocou e eu fui gritar Felipe para abrir a porta, porem me lembrei que estou sozinha em casa em uma sexta a noite. Bufei e me levantei, abri a porta ainda com a boca cheia e quase cai de costas quando vi que era Alex.
–O meu deus – levei a mao a boca, tentando engolir logo o chocolate.
–Olha os modos princesa, não ira dar um abraço no pai da sua filha, seu quase marido, e um príncipe? – ele perguntou sarcástico.
Neguei com a cabeça, pulei nos braços de Alex que me segurou com força.
–Sabia que voltava – ele sussurrou beijando o topo da minha cabeça – você não é se desistir.
–Uma princesa não desiste – sorri para que riu alto – vamos, entre – o puxei para dentro do meu apartamento triplex, sonho de consumo de toda menina igual a mim.
Fechei a porta.Alex se jogou no sofá, pegando a pipoca e a coca.
–Aceita algo? – perguntei sarcástica.
Ele riu.
–So fiquei sabendo ontem que estava de volta, depois de uma ligação de Kol. – engoli em seco – muito estanho.
Concordei com a cabeça.
–Mas, estou aqui para lhe falar uma coisa. – ele fez mistério.
–Diga – pulei ao seu lado.
–Eu conheci alguém – paralisei.
–Am? – franzi o cenho.
–Isso que voce que ouviu – sorri de lado – e queria que você fosse umas das primeiras a saber disso.
–Alexander... – o abracei – sabe que sempre estarei aqui, não?
–Claro que sei sua baixinha, eu te amo, sempre irei amar.
–Também te amo meu príncipe. Alias – fiz cara ruim – so eu posso lhe chamar de príncipe – ele riu alto – bobo – mostrei língua para ele.
–Ain que gracinha – ele apertou minhas bochechas — porem, prepare o coração. Eu descobri algo que ira lhe abalar...
–Pode falar – me sentei ereta, arruando o pijama.
–Cecilia, isso é muito delicado, te conheço bem e sei que ira ficar abalada... mas, eu não posso esconder isso de você.
–Alex, esta me assustando – ele segurou minha mao tremula.
–Olha, a parteira que fez o parto de Samantha, ela...
–Ela o que? – perguntei.
–Olhe Cecília, Samantha não morreu.
Engasguei, com a própria saliva. Vi a minha sala girar e fiquei tonta, me soltei de Alex e me escorei no sofá.
– O que? – o perguntei sem olhar.
Fechei os olhos e me levantei do sofá, esmurrei a parede, fazendo um furo na mesma. Alex se assustou e me olhou com piedade, odeio esses olhares. Segurei o no na garganta.
–Péssima brincadeira, de muito mau gosto – tentei controlar a minha respiração, ele negou – impossível, eu vi minha filha morta na minha frente – falei pausadamente – eu vi, eu vi, eu a vi morta na minha frente – quase berrei.
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