Let Her Go - Delena/ Klaroline

39 Capitulo 38 O Impossível se tornou possível


Notas iniciais
Bom gente, eu decidi colocar uns capitulos extras antes do fim, tipo se vcs quiserem que ela acabe logo me falem. A história esta boa? Ruim, comentem por favor... por favor, por favor eu preciso deles. Boa leitura.

POV Cecília

Encarei Alexander.

–Como? Alexander, eu a vi morta – sussurrei chorando.

Ele se levantou e andou na minha direção.

–Samantha na verdade não morreu, sim, ela nasceu de cinco meses, mas a parteira... ela era bruxa e aplicou sangue de vampiro na nossa filha – levei as mãos a cabeça em desespero – na verdade Samantha nunca fora enterrada, eu e você não vimos e deixamos por conta da parteira – ele andou em minha direção.

Ergui a mão para ele parar.

–E por que não nos avisou? Por que não nos contou? Porra Alexander era a minha filha... eu chorei sua morte, eu sou vampira por causa disso tudo... por causa da depressão profunda que entrei depois de sua ida – limpei as lagrimas – conte mais.

Ele se sentou.

–Samantha fora dada a uma Família, pois a parteira não queria contar para nos por medo de ser considerada bruxa e queimada.

Suspirei me sentando no chão.

–Alexander, nosso país não era assim... porra somos de Ileá, um país onde o rei era bom... meu pai era bom e não a denunciaria, eu não a denuncia pois eu era a rainha – berrei – eu não a denunciaria, eu so queria a minha filha.

–Eu sei Ceci, eu sei – o encarei – ela fora dada para uma família nobre, rica que não podia ter filhos, eles sabiam que ela não era qualquer bebê... então eles mudaram de Iléa e foram para Madri – respirei fundo – Samantha passou a ser chamada de Charlotte Samantha Carter.

Franzi o cenho.

–Tenho uma foto dela aqui — me levantei.

–Me de a foto – disse com a voz embargada , estou ligando tudo.

Alex tirou a foto do bolso e me entregou.

–Meu deus – levei a mão a boca ao encarar a pequena criança, de olhos azuis, cabelos negros como os meus em cachos perfeitos presos em duas fitas de cetim rosa, usando um perfeito e rodado vestido rosa.

Sai correndo em minha velocidade inumana para o meu quarto, arrastei minha penteadeira para perto de uma prateleira, subi em cima dela e fui jogando tudo no chão ate encontrar uma caixa de madeira com dois infinitos desenhados, ela tem um cadeado, a peguei e desci da penteadeira, levei a caixa para cima da minha cama e me sentei, com Alex ao meu lado. Tirei a pequena chave de dentro do colar de coração que meus pais me deram e a abri, tirando a boneca de porcelana de dentro com cuidado.

–O que esta fazendo? – ele perguntou.

–Tentando comprovar o que eu já sei – respondi olhando ainda para dentro da caixa.

Tirei de dentro uma chupeta de bebê, um sapatinho, e uma Correntinha, ate encontrar a foto. É ela.

–É ela – falei a única coisa que saiu, sem eu me engasgar com as lagrimas – é a minha filha- coloquei as duas fotos lado a lado para comprovar

1866 On

–Mas tia Ceci, não telo tilar foto – sorri para a Charlotte.

–Meu amor, mas seus pais querem – passei a mao por seu cabelo preto como a noite, arrumando a fitinha – esta linda igual uma princesa.

–Eu quelia se uma plincesa – a ajudei descer da cama, com um sorriso bob o nos lábios.

Sou baba da Charlotte desde que ela tinha um ano de vida, me apeguei muito a ela.

–Jura que se a titia te contar um segredo, você não conta para ninguém... so para sua filha? – ela sorriu marota e eu sorri de volta, me abaixei e fiquei a sua altura – todos nos somos uma princesa, princesa não é so quem usa uma coroa meu amor, princesa é quem tem um enorme coração – coloquei o dedo no rumo do seu coração – igual a você – ela sorriu.

–Entlão voxce é una plincesa – sorri – é muuuuuuuuuuuuitooooo lindaaaa, e boazinha – apertei suas bochechas.

–Nos somos meu amor, somos sim — me levantei com ela nos braços – te amo meu pinguinho de gente.

–Tamblem te amoooo – ela deu um beijo no meu rosto.

1866 off

–Alex, eu fui baba da nossa filha – me virei para ele com as fotos em mãos.

–cecilia, meu deus – ele sussurrou espantando.

–Como você soube disso tudo? – perguntei.

–Uma bruxa, me viu na rua e me parou... e por incrível que pareça uma ancestral dela deixou uma carta para nos. ela pede desculpas por isso Cecília – sorri sem humor.

–Tudo culpa das Esther, ela daria um jeito de tirar minha filha de mim,ela deu um jeito de eu encontrar com kol – sussurrei chorando –Alex nossa Samantha era um anjo, como eu não percebi isso antes? Uma criança adorável.

–Ela não morreu Cecília, alguns dizem que ela virou vampira.

–Am?- perguntei espantada.

–Porem ela deixou família, ou seja Cecília, temos descendentes.

–Meu Deus – me levantei com a mão no pingente de coração – Alex – o encarei, então ele se levanta e me abraça – eu não sou o ultimo ser da luz, eu tive uma família, mesmo não sendo como eu pensei – molhei toda a sua blusa com as lagrimas.- eu preciso ficar sozinha – sussurrei.

–Entendo, mas qualquer coisa estarei aqui – ele me deu um beijo na testa e se virou, e saiu do meu quarto.

Quando escuto barulho da porta se fechar, eu caiu de joelhos no chão chorando. Minha pequena Samantha, era Charlotte... meu deus, o destino esta brincando comigo.

–Você deve estar rindo da minha cara, não é mesmo Esther? – perguntei sarcástica, limpando as lagrimas – rindo da garotinha que chora de amor pela filha – Ri e chorei junto.

Um vento forte entrou pela varanda.

–Mamae, é você? – perguntei me levantando meio tonta – converse com as bruxas, eu preciso encontrar a minha filha ou os seus descendentes... por favor – pedi com as lagrimas nos olhos.

Quando eu mais preciso do kol ele some, por que? Por que eu estou passando por tudo isso? Limpei as lagrimas e me joguei na minha cama, abraçada com a boneca que Charlotte, não, que Samantha me dera no dia que fui embora, na verdade fui baba dela durante 14 anos, fui embora um dia depois do seu aniversario de 15, alias eu não envelhecia e as pessoas estavam desconfiando.

1880 On

–Ceci você tem mesmo que ir? – perguntou Charlotte.

Eu vejo uma semelhança incrível em nos duas.

–Sim meu amor, você já cresceu, não? Cheguei aqui com 15 anos e já estou quase com 30 – ela riu.

–Mas não parece – sorri para ela – você é mais minha mãe do que a minha mãe de verdade, você sabe, ela sempre me deu amor e tudo... mas foi você quem me criou – as lagrimas vieram – não me deixe.

–Aaah minha pequena, já é estranho eu te chamar de pequena... você ate noiva já esta – ela sorriu corando- e feliz – passei a mão por seu rosto.

–Sempre irei me lembrar de você – Charlotte limpou as lagrimas que escorria dos seus olhos – me prometa que ira vir em meu casamento? Ainda falta tres anos, mas me prometa que ira vir.

–Prometo – sussurrei contendo as lagrimas.

Sabia que não iria, mas ela é a minha princesinha.

–Eu ainda sou uma princesa, não? – ela perguntou me soltando.

–Sempre, nosso segredo ainda esta guardado? – perguntei e ela concordou – enquanto houver bondade no seu coração, você será uma princesa.

Ela sorriu largamente.

–Me coloque para dormir?- perguntou com lagrimas nos olhos.

Sorri de lado, concordando com a cabeça. Samanta sorriu e pulou na sua cama, me sentei ao seu lado com a cabeça dela em meu colo.

–Estou com medo Ceci, medo de estragar tudo – ela sussurrou.

–De que meu amor?

–Do meu casamento... estou com medo – seus olhos encheram ainda mais de lagrimas.

–Você o ama, ira dar tudo certo... alias ainda tem muito tempo para pensar nisso, Charlie – limpei suas lagrimas – tudo vai dar certo.

Ela se esticou na cama, e pegou uma boneca de porcelana, a mais parecida com ela.

–Quero que fique com ela – sorri para ela, pegando a mesma de sua mao.

–Obrigada , agora vamos a musica – ela sorriu animada.

Cantei a mesma musica que cantava para Samantha em minha barriga, e a mesma musica que sempre cantei para Charlotte.

–Eu te amo, Ceci – ela disse antes de fechar os olhos azuis.

Sorri, passei a mao por seu rosto.

–Também te amo, minha princesa – sussurrei, dando um leve beijo em sua testa.

Tirei a cabeça dela do meu colo, coloquei um anjinho de tecido no criado mudo antes de sair do seu quarto, da sua vida, não quis olhar para trás, não quis ser mais uma vez fraca... se em 14 anos eu não dei conta de abandoná-la pois algo no meu coração não deixava, nesse momento eu tinha um aperto no coração.

Off

POV ALTORA

Caroline estava sentada em uma poltrona do quarto dela e de Klaus, comendo um pudim de leite condensado que Niklaus andou a cidade toda a procura.

–Isso é muito bom – a loira disse toda sorridente.

–Espero que o episodio do sorvete de Kiwi não se repita – o loiro lembrou de quando ele andou a cidade toda procurando durante a madrugada atras de um sorvete de kiwi, e não achou em lugar nenhum, e quando achou Caroline comeu o pote todo, porem depois jogou tudo para fora. Porem Klaus nem tirou os olhos do livro que estava lendo, para variar: Cinqüenta Tons de Liberdade.

–Por que você me lembrou? – Caroline fez careta, se levantando rápido, colocando a taça com a sobremesa em cima da mesinha e saiu correndo para o banheiro.

–Eu avisei – Klaus resmungou colocando o livro de lado, e em sua velocidade inumana estava ao lado de Caroline, a segurando pela cintura.

Caroline colocou tudo para fora, quando terminou estava tonta e com os olhos fechados... ela se jogou para tras e Klaus a segurou, a pegando no colo.

–Você esta bem? – ele sussurrou, limpando sua boca com uma toalha molhada.

–Não! Acho que vou morrer – a loira fez drama, levando a mão a testa ainda com os olhos zauis piscina fechados.

Klaus riu minimamente, e Caroline deu um leve tapa em seu peitoral.

–Amor, você sabe que não dói – ele sussurrou, dando um leve beijo em sua testa suada.

Caroline abriu os olhos, so para fazer questão de revirar os mesmos. Klaus a levou para a cama, a deitando com delicadeza.

–Nunca mais quero comer pudim de leite condensado – a loira reclamou – por favor, tire isso do quarto – ela apontou para o pudim, tapando o nariz para não sentir o cheiro doce da sua sobremesa.

–Pode deixar, lovah – ele sorriu de lado, pousando a mão em cima de seu ventre – acho que você já podia dar as caras, não ? – perguntou para o bebê.

–Tres ultras e nada, esse bebê não quer mostrar o que tem no meio das pernas – Klaus riu do comentário da loira, ela esta revoltada com isso.

Caroline colocou a mão por cima da mão de Klaus e sorriu.

–Mas acho que é uma menina – ela sorriu abertamente.

–Menino – o hibrido piscou para sua amada.

–Menina – ela sussurrou próxima a ele.

–Faça suas apostas, a minha e dos meninos já esta feita... ate Enzo acha que é menino... perdeu – ele sorriu sínico,se aproximando dela.

–Quem esta carregando esse bebê sou eu, eu sinto que é uma menina – a loira fez birra – não posso fazer nada que sou a única de todos que acha que é uma menina, ate kol aquele inútil manda uma mensagem dizendo que é menino... e Hope, céus, ela não concordou comigo. Isso não esta certo.

–O filho também é meu – Klaus semi cerra os olhos para Caroline.

–Porem quem esta passando por tudo sou eu, quem esta em risco sou eu, quem já foi quase morta duas vezes sou eu... se eu não puder acreditar que meu filho pode ser uma menina, meu amor eu estou ferrada – a loira deu uma piscadela ao hibrido.

–Mas eu passo tudo ao seu lado, sofrendo, por Deus, Caroline eu fico vendo tudo e meu coração parte e eu penso que vou morrer, pois eu prefiro morrer do que perder vocês – a loira sorriu toda boba.

–Não sei o que você tem, que me faz querer quebrar a sua cara e querer te beijar em trinta segundos – Klaus riu – não ria.

–Talvez seja o chame dos...

–Cale a boca – Caroline o puxou para um beijo.

Klaus levou as mãos delicadamente até o rosto de Caroline, a prendendo em um beijo calmo, porém a loira não queria calma e foi intensificando o beijo, puxando klaus para cima dela delicadamente pelos ombros, o loiro sorriu com o ato da sua loira selvagem. Caroline suspirou quando klaus passou a beijar seu pescoço... ela o segurou ainda mais forte pelos ombros, o ranhando com a unha comprida.

–Esta muito apressada hoje — klaus sussurrou no ouvido de Caroline.

A loira sorriu maliciosa. Rasgando a camisa de Klaus que a mesa dera a ele essa semana. Klaus riu alto, Caroline o acompanhou. Caroline em um impulso ficou por cima do hibrido, prendendo as mãos do mesmo para trás. Klaus abriu a boca para falar algo e Caroline sorriu, colocando o dedo indicador em seus lábios.

–Shii, hoje sou eu quem mando aqui — ela sussurrou perto de seu ouvido, fazendo o mesmo arrepiar. Caroline se levantou da cama e pegou uma fira adesiva, e colocou as mãos de Klaus na cabeceira da cama, onde amarrou as mesmas. Klaus riu alto, Caroline voltou a ficar por cima de Klaus, rebolando sobre sua ereção, o que fez o loiro gemer baixinho.

–Você está muito asanhadinha para quem estava passando mal, agora a pouco. . -Será que vou ter que tapar essa linda boquinha -Caroline passou a linguá pelos lábios de Klaus — me responda -ela pegou no rosto dele com as duas mãos

. -Não, querida.

–Isso — ela sorriu mordendo o pescoço dele. Klaus sorriu malicioso

– Sabe -ela chegou perto do ouvido dele — estou toda molhada, quer sentir?

Klaus sorriu.

–Com certeza — respondeu ele fechando os olhos, pois Caroline levou a mão ate sua ereção

–Céus Caroline

. A loira riu. A loira fatal tirou o vestido lilás, e não estava vestindo nada por baixo

. -Aiii tu vai me matar loira.

–Serio -ela perguntou angelical, soltando os cabelos do coque frouxo que prendia os fios.

A visão que Klaus teve foi dos céus, ele ainda não acreditava que ela era dele, e ele dela, e que seria para sempre. Ele ficava com medo de ser acordado do seu sonho, da sua vida perfeita... que sempre sonhou em ter, e que agora está tendo com a mulher da sua vida. Caroline em um impulso tirou a calça de Klaus e a boxer de uma vez

–Se eu soltar suas mãos, você so poderá me tocar daqui -ela mostrou o rosto — até aqui — mostrou os seios — quem dita o movimento hoje meu amor, sou eu. Promete? -Prometo — então Caroline solta klaus, mordendo a fita. Assim quando Caroline soltou as mãos do seu hibrido, ele a segurou pelos cabelos, sentando na cama. Ela sorriu

. -Vamos com calma, por causa do bebê — ele sussurrou.

–Sempre — ela mordeu a Mandíbula dele, Caroline está inebriada com o cheiro que Klaus emana. Ele desce as mãos pros seios dela e ela geme quando ele passa as mãos no mesmo, os apertando e a fazendo gemer alto, Klaus leva a boca até o seios macios de Caroline os sugando com brutalidade, fazendo a loira fincar as unhas nas suas costas.

Depois de deixar ambos os seios da sua loira roxo, Klaus sorriu, beijando a boca de Caroline, ele a vira na cama ficando por cima dela, trilhando Beijos de sua boca até seu último dedo do pé, a deixando arrepiada.

–Agora eu posso sentir o quanto esta molhada... -ele sussurra e da um beijo casto sobre sua intimidade. -Klaus -Caroline aperta os lençóis

– não é agora — ela o puxa para cima, prendendo as mãos dele para trás dessa vez com a fita do seu vestido. Ele sorriu com a sua loira, Caroline espalmeia as duas mãos no peitoral de Klaus e se alto penetra, ela dita os movimentos, lentamente, um vai e vem gostoso. -Céus, Caroline — o hibrido geme — que gostoso minha loira

. -klaus -ela geme seu nome, aumentando o ritmo — oooh — ela fala quando klaus mexe com o quadril.

Ela aumenta ainda mais o ritmo e o único som pelo quarto silencioso que se ouve é de suas reputações aguçadas, e o estralo que faz quando seus corpos se chocam, agora apenas um. Klaus em um movimento rápido rompe a fita que Caroline prendeu em teus pulsos e puxa com força a cintura da loira para baixo... fazendo ele ir ainda mais fundo dentro dela, Caroline grita de prazer, o loiro a vira na cama e volta a estocar Caroline.

–Eu te amo -ela berra puxando klaus para si, e cruza as penas pela cintura do mesmo. Ambos suados, ofegantes, isso é a paixão, eles são calor, fogo, ardência. -Eu também te amo. Caroline escutando o coração de Klaus bater forte, deu cede. -Quero teu sangue -ela sussurrou lambendo o pescoço dele. Klaus se arrepiou.

–Não passe vontade — ele segurou uma coxa dela, então ela o morde. Klaus segura com a mão livre na cabeceira da cama, quebrando — a quando ambos chegam ao clímax, juntos — uau — ele sussurra ainda dentro dela, Caroline ainda estava mole nos braços de Klaus, então ela tira as presas do pescoço dele e o beija com muita vontade e amor.

Caroline estava deitada sobre o peitoral de Klaus, e o mesmo fazia um cafune gostoso na loira que estava quase dormindo

. -Lovah? — chamou.

–AM? — a loira ergueu a cabeça do peitoral do hibrido, para o encarar.

–Esta acordada? -perguntou, Caroline revirou pena olhos azuis

–Não! — ele riu da resposta mau dada.

–Bobina — ele apertou sua costela, fazendo fazendo a mesma pular de susto.

–Fale logo — ela bufou — você atrapalhou o sono de uma mulher grávida, tem noção disso?

–Nossa -ele murmurou indignado — pode voltar a dormir, vou terminar de ler o livro.

–Ótimo, trocada por um livro -ela bateu palmas e virou pro lado oposto de Klaus.

Caroline está deitada na cama ao lado de klaus o mesmo insiste em terminar de ler aquele maldito livro. A loira ao seu lado revira os olhos e bufa pois não conseguiu pregar os o olhos.

–Não revire os olhos para mim baby! -Diz Klaus do nada fazendo Caroline arquear as sobrancelhas.

–Mas que porra, deixe este livro de lado. -Grita a loira.

–Diz a garota que já releu 6 vezes. -Diz Klaus e nenhum estante tira os olhos do livro.

Eles ficam em silêncio novamente até que klaus se vira para Caroline.

–Lovah você seria minha submissa?

–Que pergunta é essa? -Caroline fica seria do nada olhando para Klaus que simplesmente sorri.

–Ue você seria minha submissa?

–Você me quer submissa a você é isso?- a vampira logo sente uma raiva e dor. Isso deve ser os hormônios. Ela se senta na cama encarando suas mãos, para depois encarar klaus. -Não seria má idéia, imagina trocar minha sala de tortura por uma de jogos. Gostei da ideia. -Diz o híbrido sério ou quase sorrindo ao ver a cara da sua amada.

–NÃO ACREDITO SEU IDIOTA, VOCÊ QUER COMO SUBMISSA? Você não gosta mais de mim como eu sou? É isso né?- ela se levanta da cama, pegando o hobbi e o colocando no pequeno corpo. -Vai atrás das suas prostitutas então elas não estão gordas e querem ser sua submissa. Eu to gorda? Feia? Horrorosa? Estou acabada? Eu to uma bola né? Você não me quer mais. Meu deus. -Nesse momento Caroline está gritando e andando pelo quarto se dando alguns adjetivos bem ofensivos. Klaus apenas olha espantado, ele ama ela de qualquer jeito

. -Caroline você est....- ele se levanta da cama vestido sua boxer.

–EU ESTOU GORDA NÉ? GORDA, EU NÃO QUERO FICAR GORDA. -Grita Caroline chorando. A loira leva as mãos ao cabelo em desespero. -PARE CAROLINE, EU TE AMO FEIA OU LINDA, GORDA OU MAGRA, ESTRANHA OU NÃO LOIRA OU MORENA, PARANOICA OU NÃO. PARE DE FAZER DRAMA! -Explode Klaus cansado. -EU TE ODEIO, MAS VOCÊ TAMBÉM ME ODEIA. EU VOU EMBORA. MEU DEUS EU ESTOU HORRÍVEL. -Grita Caroline se olhando no espelho, abrindo o hobbi -estou horrível — ela sussurra para ela mesma.

– Pelo amor de deus Caroline foi apenas uma brincadeira, pare. Olhe para mim. -Ordena Klaus. -O que? Vai me chamar de gorda? Eu estou gorda porque você me engravidou. A culpa é sua por eu estar gorda. -literalmente Caroline estava desesperada por sua estrutura física. Klaus horrorizado com a reação da sua amada ao uma mera brincadeira.

Hormônios de grávida! -pensa klaus sorrindo de leve. –

Você não está gorda.- Klaus diz cansado de brigar por coisas bobas.

–Estou sim, eu estou uma bola... Céus, vá atrás das suas vadias pois eu estou horrível -ela anda para perto da enorme cama.

–Caroline... — ele ia se aproximar, porém a loira joga um abajur no mesmo — Você está louca — klaus berra cansado .

–Isso, além de gorda... louca — ela senta na cama de uma vez, porém se levanta na mesma velocidade -Sabe o que essa gorda, louca vai fazer?

Klaus arqueou uma de suas sobrancelhas

–Vou embora,e Hope vai comigo -ela disse já dentro do closet.

–Ooou não -klaus disse depois de digerir a tal notícia, então klaus correu atrás de Caroline — Você não vai, não — Caroline abriu a mala

. -Você não vai me impedir — ela berrou colocando as roupas dentro da mala, era ela colocando as roupas e ele tirando as mesmas e jogando no chão. Caroline fungou, limpando as lagrimas.

–Calma, isso não faz bem à vocês! -Não manda eu, Caroline Forbes me acalmar. Eu te odeio, você me odeia, tu resolvido eu vou embora

–Eu não te odeio- klaus tentou pegar no braço de Caroline. Caroline continuo a pegar as roupas, Klaus andava atrás dela desesperado. Ela pegou o vestido que ele dera a ela no baile de MF e ele puxou de volta, porém ela não queria soltar.

–Solta que vai rasgar — a loira berrou puxando o vestido -seu cretino, agora você pode ir atrás das suas vadias.

–Caroline, eu te amo — klaus berrou. Neste momento caroline solta o vestido e Klaus fica com o mesmo em suas mãos. Klaus assustado com a expressão de pânico pânico de Caroline deu dois passos para trás, vendo vendo a loira levar as duas mãos ao ventre.

–Céus — ela chorou compulsivamente. Klaus se aproximou dela, assustado com tudo isso.

–Vocês estão bem? – ele pergunta se aproximando, ela o encara espantada – pelo amor de Deus Caroline, você esta me assustando, vocês estão bem? – ele perguntou.

–Sim – ela disse sorrindo – o bebê, ele mexeu – Klaus sorriu entre lagrimas, Caroline pega a mão dele a leva ate sua barrigada, delicadamente, como se fosse assustar o bebê.

–Meu deus – Klaus sorriu, se abaixando na altura da barriga de Caroline – você mexeu, ahh meu amor eu te amo tanto – ele beijou a barriga desnuda de Caroline com tanto amor, Caroline sorria igual boba com a mão por cima da mão de Klaus sentindo o seu filho mexer, ela chorava e ria ao mesmo tempo pois é tanta emoção, eles sorriam iguais bobos, nada se compara a esse momento – amo vocês, minha família – Klaus se levantou e sem tirar as mãos do ventre de Caroline, deu um beijo casto nos lábios da amada.

Do outro lado de NoLa. Eidan estava em uma boate bebendo, sente seu telefone tocar, avisa para os amigos que ia La fora atender.

–O que devo a honra do vampiro desligado me ligar? – Eidan fez piada com a cara de kol, que revirou os olhos do outro lado da linha.

–So estou ligando por que sei onde Cecília esta, e sei que ela precisa de você... Henrique – Eidan sorriu de lado, como estava com saudades de sua amiga.

–É Eidan – ele avisou.

–Tanto faz – kol bufou – Cecília esta em New York, e precisa de você.

–Mas como você...- Kol não deixou ele terminar e desligou a ligação.

Eidan franziu o cenho.

–New York, La vou eu, ou melhor... Cecília, me espere que estou chegando.

Ele estava preocupado com a sua amiga, alias kol disse que ela precisava dele, ele iria pegar o primeiro vôo para New York agora, so iria avisar para Klaus que estava indo buscar Cecília de volta... pois ela agora sim, precisa mais do que nunca deles.

Notas finais
Spoiler : Eadlin tem alguma ligação com a cecilia, qual é? chutem, vamos ver que prestaram atenção no capitulo que nele tinha coisas escondidas que sera usadas para frente. Espero que tenham gostado dos momentos klaroline, o que é o bebê? alguem sabe? me falem as suas opiniões, preciso delas para chegar ao final perfeito. Amo vcs e comentem, eu preciso deles pois eles me incentivam a querem continuar, fiquei chateada com isso. Bjs e ate o proximo.