Let Her Go - Delena/ Klaroline

37 Capitulo 36 New York


Notas iniciais
Hey, minhas provas acabaram hehehehe. Eu sei, eu sei que eu matei vcs de susto, mas como disse.. O FIM DELA SO ESTA COMEÇANDO, agradeço vcs pelos comentarios do cap passado, fiquei feliz em saber que tem leitora que nao quer a fic acabe, pensei que vcs queriam que eu acabasse logo com tudo isso, mas vi que nao. Bom, no inicio do capitulo tem uma montagem kolia que eu fiz, tem como ver? queria saber que tem como ver no pc ou celular de vcs? Gente, to triste, desde sexta eu to chorando muito... me inscrevi umas 500 vezes para o acustico com o meu Ze Felipe e nao ganhei, e é hoje, tipo to drepessica e chorona. VANESSA E CAROL, OBRIGADA POR ESTAREM AO MEU LADO NESSE MOMENTO DIFICIL VANESSA SUA VADEA, MINHA VADIVA, dedico esse capitulo a vc, alias é amanhã neh? Saiba que agradeço a deus todos os dias por ter te colocado na minha vida minha vadiva preferida, saiba que sempre estarei ao seu lado, sempre que precisar, pois vc é um dos meus anjos, posso dizer que uns dos que eu mais conto sempre que preciso. Hj vc provou realmente que é minha amiga, nao que eu duvidava, mais vc fez algo que me emocionou de tal forma que eu quase chorei na sala de aula, aquela mensagem q vc mandou para a radio provou o quando sou especial para vc, e saiba que por vc eu faria tudo tambem... serio, vc é a minha escritora, somente minha viu? Nao aceito ser de mais ninguem, pois sou ciumenta sim, minha amiga, minha irmã de outro estado e de outra mãe, minha vadiva, minha conselheira, minha psicologa, saiba que te amo e te desejo tudo de bom, sempre estarei ao seu lado, sempre e para sempre... e nesses 11 meses que te conheço, so tenho a agradecer a amiga que deus colocou em minha vida, alias, dia 11/04 faz 11 meses neh? Muito tempo e hj nao me vejo sem vc, sem vc, sem umas das pessoas mais especiais para mim, que aguenta meus chiliques sobre o Ze, e sobre meus outros boys, então, parabéns... feliz aniversario, que Deus te abeçoe sempre pois vc merece minha princesa, sempre estarei aqui... saiba disso. TE AMO, SEMPRE E PARA SEMPRE, chorei agora kkk te amo, serio mesmo, nao canso de ler a mensagem q vc mandou para a radio e cair na gargalhada e vontade de chorar ao saber que eu tenho vc... PARABÉNS E TE AMO MUITO. Bom, vamos ler o capitulo.

POV CECILIA Um mês Depois

Suspirei ao ver um lindo vestido na vitrine da loja da Chanel, olhei as sacolas nas minhas mãos e nas mãos do motorista e sorri sem graça, para o mesmo. Eu preciso desse vestido. E assim entrei na loja.

–Pois não – a atendente veio ao meu encontro.

Sorri animada para ela.

–Bom, eu vou querer aquele vestido ali – apontei para o vestido branco com detalhes em dourado por toda parte.

Meus olhos brilharam quando ela me entregou o vestido e eu fui experimentar.

–Perfeito – sussurrei olhando no espelho — o que achou Marques? – perguntei saindo do provador, e parando na frente do motorista.

–Perfeito senhorita – sorri para ele.

–Se não tivesse ficado tão bonito, essa seria sua resposta. Foi a mesma coisa com aquele vestido verde musgo horrível – a vendedora riu e Marques sorriu de lado.

Ao sair da loja, com mais 5 bolsas novas, 3 vestidos e 4 sapatos estava mais do que feliz.

–Pode ir para casa no carro, quero passear por New York – avisei para Marques.

–A senhora quem manda – ele disse e pegou as sacolas das minhas mãos.

Me virei e andei pela cidade, arrumei o sobre tudo vermelho no corpo. Parei em frente uma loja de brinquedos, e resolvi entrar para comprar um presente para Hope e para as crianças do orfanato onde sou fundadora. Andei pela loja, e tudo que eu gostava eu colocava dentro do carrinho. Uma criança dos olhos azuis, com cabelos em perfeitos cachos se aproximou de mim, ela deve ter uns quatro aninhos.

–Oi – ela disse e eu sorri.

–Oi – respondi a encarando.

–Oia, eu não quelo se uma pessoa incovinente mais... – ela pareceu pensar, e isso me divertiu um pouco.

– Mais? – a incentivei.

–Eu podiiia te da um ablaço?– meu coração se partiu – é que voxce se palece com a minha mamãe que esta no céu, ela nunca me ablaço

Não acredito que ouvi isso, meus olhos se encheram de lagrimas enquanto a pequena me olhava com expectativa.

–Claro – me abaixei e fiquei da sua altura – eu também não pude abraçar a minha filha – respondi tentando segurar o choro.

Ela sorriu minimamente. Sorri entre as lagrimas, e a puxei para um abraço quentinho em um dia de inverno em New York. Fiquei uns cinco minutos afagando os cabelos dela, enquanto escutava seu coração acelerado, eu tentava conter o choro, mas era impossível. As pessoas passavam por nos e nos olhavam. Depois de um bom tempo, a soltei e ela a mim.

–Não tola – ela limpou as minhas lagrimas – saiba que a senhora é um anjo.

–E você uma princesa – sorri e limpei as minhas lagrimas.

Dei um beijo na testa dela, e me levantei arrumando a roupa e a postura.

–Eiadlin – um homem chegou correndo.

Ele devia ter no mínimo 24 anos.

–Não suma mais, por favor – ele pediu desesperado.

–Mas papai, eu estava com o meu anjo da guarda – ela apontou para mim.

Ele me olhou , sorriu logo em seguida.

–Ela te deu trabalho?

–Magina, ela é um amor – dei uma piscadela a garota a minha frente.

–Bom, olha os meus modos... prazer, Jason Carter, dono da Carter Model’s – sorri para ele, e estendi minha mão.

–Cecilia Samantha Veja Salvatore – ele riu do meu nome completo – embaixadora de um orfanato, dona de uma boate, dona de uma boutique e mais.

–Mulher de negócios – sorriu.

–Sim, bom... – olhei as horas no relógio – devo ir.

Me despedi deles, Eadlin é um amor de criança... o seu pedido me pegou de surpresa. AO chegar em casa já fui abrindo a porta, dei de cara com Felipe em cima de uma menina no sofá, ela estava sema blusa e ele também.

–AI meu deus – tapei os olhos – da próxima vão para um quarto – avisei rindo e passei direto para as escadas.

–DA PROXIMA VEZ, CHEGE MAIS TARDE – Felipe avisou.

***

Ao terminar de me arrumar , me olhei no espelho. Tudo que eu mais preciso é de uma noite na boate mais badalada da cidade. Amo essa cidade. Ao sair do quarto, dei de cara com Felipe arrumado.

–Alguém esta superando um certo original – sorri para ele.

–Não, só quero festar e aproveitar essa cidade maravilhosa.

–Então, vai – ri da cara que ele fez.

Sorri animada e sai dali, me virei e franzi o cenho.

–Cadê a menina que estava com você, mais cedo? – perguntei.

–Foi embora.

–Hum – disse simplesmente.

***

Ao chegar na boate Kiss-me, umas das mais movimentadas de New York, entrei direto, pois tenho contato com os seguranças e o dono da mesma.Pedi uma bebida ao bar Mem e fui para a pista de dança, dançava sensualmente e todos os homens ficavam me olhando... as mulheres me olhavam com certa ira, mas eu não ligo, não importo. O fato de eu ter feito os cachos mais definidos, deixou meu cabelo na altura dos ombros e isso os movimenta muito. Bebo a bebida do copo de uma vez, ficando levemente alterada. Começo a dançar com um cara que esta na minha frente, passo os braços por sua nunca e rebolo o deixando louco.

–Vamos sair daqui – ele sussurra no meu ouvido.

–So vou pegar mais uma bebida – sussurro e dou um beijo no seu pescoço.

Demoro a sair da mutidão de pessoas na pista de dança, as luzes neon deixa tudo mais divertido.Ao pegar o drink volto para o lugar onde o homem devia estar, o vejo e sorriu para ele acenando. Ele faz um sinal para mim esperar e eu começo a dançar sozinha novamente, o esperando. Sinto um cheiro conhecido, mas não tem so ele que usa esse perfume! Tem? Ignoro isso e volto a beber da minha bebida, sinto duas mãos na minha cintura e um choque elétrico percorre todo o meu corpo, fecho os olhos e suspiro aos constatar que é ele, Kol Mikaelson.

–Quando tempo Salvatore – ele sussurra no meu ouvido.

Me arrepiei toda e me preparei para me virar para ele, para o encarar.

–Muito, não? – perguntei sarcástica – agora, devo me retirar – sorri para ele e sai de perto desse original filho de uma puta.

–Não fuja de mim – ele sussurrou segurando meu pulso.

–Não estou – respondo seca.

–Então dança comigo – ele estende a mao para mim.

Eu sei que ele esta desligado, mas o que custa? Meu coração esta mandando, meu corpo precisa sentir o calor do seu novamente. Respirei fundo e peguei sua mao, kol me puxou com força para, bato com a mao livre em seu peitoral. Passo os olhos por seu corpo ate encontrar os seus olhos, tão frios, tão sem sentimentos, tão secos... esse não é o meu kol. Eu sei que ele esta ai, em algum lugar eu sei, eu sinto... mas eu não consigo o trazer de volta e isso me machuca de tal forma.

Comecei a me mexer e ele também, deixei a musica animada me consumir, tentei esquecer que estava ao lado dele, mas isso é impossível. Kol colocou as mãos na minha cintura, acompanhando meus movimentos, me virei de costas para ele. Rocei meu bum bum em seu membro já ereto e sorri com isso. Me virei para ele novamente, e quando vejo já estamos com as nossas bocas quase coladas. Fechei os olhos e o empurrei para longe, sai de perto dele e encontrei o Liam, menino que eu estava dançando mais cedo, o puxei para um canto da boate sem dizer nenhuma palavra e me joguei para cima dele, o prensando na parede.

–Você é linda – ele disse beijando meu pescoço.

Soltei um suspiro e ele subiu os beijos para o canto da minha boca, sinto seus lábios contra os meus, mas não era esses que eu queria no momento. Sinto alguém puxar meu braço com força e eu me separo de Liam.

–Babaca – grito com kol.

–Esse cara ia te comer – ri disso.

–Desculpe-me liam, me liga – dei meu cartão a ele e sai dali.

Fui para o bar, onde bebi todas. Começou uma musica que eu gosto, entao eu subo em cima do balcão e começo a dançar. Todos da boate param para me ver dançar, rebolo ate o bar Mem e pego a tequila de sua mão, a viro rápido e limpo o canto da boca, sorriu para um homem o chamo para cima comigo, a gente começa a dançar sensualmente. Me viro de costas para ele e levo a mão a minha blusa.

–TIRA, TIRA, TIRA, TIRA, TIRA – todos pediam.

Fiz beicinho para ele e fiquei de quatro, sim de quatro no balcão... puxei outro homem para mim e ia o beijar, mas não o fiz. Subo novamente e tiro a minha blusa, a jogando longe.

–UAUUUUU – os homens falam e eu sorri maliciosa.

Vi um par de olhos castanhos me encarando com certa raiva, sorri com isso. Espera, eu vi um pouco de raiva neles? Acho que estou doida. Voltei meus olhos ao meu publico que estavam com os celulares filmando tudo, então levei a mão ate a saia e fui a subindo ate o meio das minhas chocas, me lembrei do zíper e levei a mão delicadamente ate o mesmo, quando estava no meio sinto duas mãos me tirarem de cima do palco.

–Já chega, Cecília – kol berra me jogando em seus ombros.

–Me solta seu bruta montes – berrei.

Ele bufou, onde passávamos todos nos olhavam . Kol entrou no banheiro comigo e me colocou sentada em cima da enorme pia de mármore.

–Não acredito que você ia fazer isso, tirar a roupa em publico – ele berrou.

–Você não se importa, não é mesmo? – perguntei levando a mão a cabeça, estou tonta pelo álcool engerido.

–NÃO – ele berrou parando na minha frente.

Kol colocou as mãos na minha cintura, me puxando mais para ele. Abri as pernas e ele se encaixou perfeitamente no meio delas, ele passou a mão delicadamente por meu rosto e pegou no cabelo da minha nuca, os puxando com delicadeza e beijando meu pescoço. Suspirei e sinto ele subindo os beijos, encaro seus olhos e puxo sua nuca para mim, selando nossos lábios. Ele começa a passar as mãos nas minhas chocas, subindo ainda mais a saia... enfio as mãos para dentro de sua camisa preta, arranhando levemente seu abidomem sarado. Quando kol levou as mãos no meu zíper a porta do banheiro de abre...

–Ai meu deus – uma mulher cora e sai correndo, eu começo a rir e kol também.

–Vamos para a sua casa – ele sussurra tirando o casado e colocando sob os meus ombros .

–Vamos – desci da bancada de mármore com sua ajuda.

Minha casa fica a tres quadras daqui, entao fomos ape mesmo. Fomos em um silencio que chega a doer. Minha casa fica perto do central park, vi um carrinho de sorvete e sorri.

–Me espere aqui – disse e sai correndo onde o sorveteiro estava, não sei o que ele esta fazendo aqui a essa hora da manhã. Mas eu quero sorvete.

–Me espere – kol disse atravessando a rua, ele quase foi atropelado e eu cai na gargalhada.

Ele revirou os olhos. Ao terminar de pedir nossos sorvetes, kol pagou e a gente começou a andar pelo central park, esta frio aqui... não tem ninguém, somente eu e kol.

–A lua esta bela hoje – disse a admirando.

–Sim, esta – kol sussurrou a olhando.

–Kol – disse.

–Cecilia – ele puxou a minha cintura e eu deixei o sorvete ir ao chão – olha, eu preciso de você... somente você consegue saciar esse meu desejo – ele sussurra contra o meu rosto.

Rocei nossos lábios e sinto os pingos de chuva cair em mim, me arrepiei toda com a gota grossa e gelada. Comecei a rir alto.

–Não quero me molhar – disse quando ela começou a engrossar.

–Nem eu – comecei a correr com kol atras, meu apartamento fica do outro lado, entao corremos muito. Escorreguei em uma poça de lama e kol me segura para mim não ir ao chão, foi a vez dele rir. Dei de língua, e por um momento esqueci de tudo, que ele estava desligado. Voltei a correr, fui atravessar a rua mais sinto a mao de kol segurar a minha, não da para ver nada direito, a chuva esta forte e eu estou encharcada, mas vi que kol me segurou pois um carro vinha correndo – hoje voce esta descuidada – ele disse, dei de ombros.

Ao chegarmos na porta do meu apartamento, custei encontrar a chaves para o abrir a porta, mal abri a porta e sinto as mãos de kol me puxar para dentro do apartamento, ele sorriu com isso e trancou a porta, tirando a chave logo em seguida, e a jogando pela varanda.

–Ops – ele levou a mão a boca, abri e fechei a boca sem reação – hoje você é so minha – ele me puxa novamente, me prensando na parede, entrelaço as pernas na sua cintura e ele sorriu com isso, me beijando com força, tiro sua camisa, enquanto kol tira o casaco dele do meu corpo, foi difícil mais conseguimos. Kol me levou ate a mesinha de bebidas, e passou o braço nela, derrubando todas as bebidas dela, e me coloca logo em seguida em cima da mesma, não quero desgrudar ele, começo a desabotoar seu cinto e ele me pega no colo.

–Qual é seu quarto? – pergunta mordendo o lóbulo da minha orelha.

–Terceiro, a direita – respondo ofegante, não consigo raciocinar direito, assim, com kol ao meu lado e semi nu.

Kol abre a porta do meu quarto, e me coloca no chão, ele me olha com certa adimiração e sorri com isso, kol tranca a porta e vem para cima de mim, rasgando a minha saia e a puxando logo em seguida, ele me joga na cama e se deita por cima de mim, o Mikaelson beija todo o meu corpo, enquanto suas mãos passeia pelo mesmo, o ajudei a tirar meu sutiã. E ali, na minha cama, no meu quarto, com o meu homem, a noite mais prazerosa da minha vida, mesmo kol não sentindo nada por mim, foi intenso, foi tão nos, como sempre. Mas eu não estava preparada para acordar sozinha na cama, com apenas um bilhete.

“Foi bom enquanto durou, Adeus”

Aprendi que nem sempre um Adeus significa o final de tudo, vamos esperar e ver o que o destino esta preparando para nos.

Notas finais
Kol mais que um filho da puta sim... KKK, sei que estão com raiva dele. E bom, eu precisava apimentar a relação desses dois. Quem quase chorou no momento em que a ceci encontra a menininha? eu chorei escrevendo. Bom, espero que comentem. Nao me deixem mais triste do que ja estou hoje, to indo la chorar mais uma vez ao saber que daqui meia hora todas aquelas vadias vao ver ele e gritar o nome dele, enquanto eu vou estar aqui chorando de raiva... Bjs e um otimo feriado minhas lindas.