Notas iniciais
Esse é o ultimo capitulo da fic... nao to bem. kkkkk zoas, ainda falta muito. Mamãe ama vocês lindas do meu coração. Bom, semana de provas começa segunda, então termina so segunda que vem, ou seja, capitulo so depois. São três provas por dia gente, muita coisa nessa bagaça. Bom, amo vcs e vcs vão chorar muito, mas muito nesse capitulo pq eu sou muito puta e estava revoltada e resolvi fazer vcs chorarem.

Pov Cecilia

PLAY

–Aiiii meu deus, é você – pulei nos braços do meu amigo, que me segurou com força.

–Sim sou eu – ele sussurrou afagando meus cabelos.

–ESSE É O FELIPE — berrei — e Como um irmão para mim.

Arrasteeeielipe pela mão ate aasala.Felipe sorriu e abraçou minha cintura. Limpei as lagrimas.

–Esta com fome? Você esta pálido, querido — passei a mão por seu rosto.

–Pare de chorar – ele riu, Felipe limpou minhas lagrimas – sua mãe mandou eu de volta, para cuidar de você – recebi uma piscadela dele.

–Mas...

–Ela estava com medo de você fazer alguma burrada. E saiba, eles estão orgulhosos de voce por ter conseguido matar Esther e Mikael. E sim eu estou com fome.

Sorri de lado. Estalei meus dedos e uma mulher apareceu atras de mim.

–Se alimente.

Então ele foi para cima dela e se alimentou. Me virei para as pessoas na sala.

–Bom, sim, esse é o Felipe – eles sorriam ao ver minha felicidade.

–Seja bem vindo ao bonde – disse Stefan.

Felipe limpou a boca e eu dei de meu sangue para a menina.

–Bom, obrigado.

–Vamos nos sentar – o puxei e o sentei ao meu lado.

Todos se aprestaram ao Felipe, e fomos tomar café da manhã. Não tem como eu estar mais feliz, estou de volta e Felipe esta comigo. Quando terminei fui ate meu quarto pegar algo para mostrar para o Felipe, quando estava no meio das escadas dou de cara com o kol. Viro o rosto para ele, que sorriu sínico.

– Não me diga que esta com raiva – ela bufou e continuou a descer as escadas.

Quando chegou na sala, onde ninguém estava, estavam todos no jardim da mansão.

–Não seja infantil – ele segurou o pulso dela – me solte – ela fuzilou o local.

–Não seja patética, eu não era criança quando você estava gemendo meu nome – kol sussurra perto da face da vampira.

–Não, você so serviu para aquilo – a vampira deu uma piscadela ao moreno.

–Claro – ele fala sínico a prensando na parede mais próxima.

–Me escute aqui, não cairei no seu joguinho – falei olhando sua boca.

Então kol sela nossos lábios, não correspondo e o empurro.

–Não sou nenhuma vadia – berrei.

–É sim, você cai na cama de qualquer um. Basta ser bom com você

Ri sínica.

–Não kol, não sou assim.

–A Cecília, me poupe. Sabe, eu sei que você dormiu com Alexander. Aquilo foi patético.

–Você é ridículo – tentei me soltar de seus braços – me solte.

–Sabe, por que você não vai embora. Ficaria feliz sem você por perto.

–Va pro inferno – berrei- sabe, isso tudo é medo, você é um covarde e esta morrendo de medo La no fundo de ligar essa maldita humanidade. Saiba que quando você ligar, tudo ira doer demais. Você vai me pedir desculpar de joelho – cuspi as palavras na cara dele.

–Não. Eu não quero você mais na minha vida – ele gritou me soltando.

–Será que ira? Eu desperto em você? – perguntei me colocando na sua frente .

Kol riu ironicamente.

–Nem raiva, nem ira, nem nada – ele se aproximou – nem amor.

Estalei a língua.

–Escroto — sussurrei.

–Vadia.

Dei um tapa na cara dele.

–Não aceito você me chamar de vadia, pois você seu filho de uma puta não é ninguém para falar isso de mim – berrei com raiva.

Kol riu.

–Vai embora daqui, se não esta satisfeita.

Mordi o lábio inferior.

–É isso que vou fazer – disse com lagrimas nos olhos.

Sai correndo dali para fora da casa, onde todos estao.

–O que foi? – perguntou Damon.

–Kol – disse entre soluços – eu vou embora daqui, mas não é por vocês. É por mim, eu preciso de um tempo para mim – falei voltando para dentro.

Escutei passos atras de mim. Eles me tratam como criança. Entrei dentro do meu quarto, fui direto para o closet.

–Felipe me ajude com as melas – sabia que ele estava atras de mim e, seria o único a me ajudar.

Peguei minhas malas cor de rosa, com a torre Eiffel desenhada.

–Cecília... – Damon se aproximou.

–Damon – sorri para ele entre as lagrimas – eu preciso ir, preciso de um tempo para mim.

Voltei os olhos para as malas abertas em cima da cama, fui rumo ao closet pegando as minhas roupas. Sem dobrar coloquei todas dentro da mala, fungei enquanto arrumava o cabelo para trás.

–Isso será bom – falei para ele.

–Damon, deixe ela ir – Stefan falou – alias ela não esta nos deixando para sempre, e sim por um tempo – sorri para ele.

O resto das pessoas saíram do quarto. Quando terminei de arrumar tudo, desde jóias, sapatos, perfumes, produtos de belezas, minhas caixinhas de musicas deu no total de 14 malas cheias. Quando terminei de colocar todas dentro do carro, com a ajuda de Felipe me virei e vi todos me olhando na porta da mansão.

–Não fiquem com essas cara de enterro, o meu foi a um mês atrás – Damon revirou os olhos.

–Para onde você vai? – ele perguntou.

–Ainda não sei – respondi.

–Como vamos te achar? – perguntou Klaus.

Ri.

–Não irei sumir, eu prometo – me rendi – irei para algum lugar do mundo pensar, e claro que irei vim visitar vocês.

–Mas...

–Não – interrompi Stefan — é muita coisa para mim, eu acabei de voltar dos mortos e estou com uma cede descomunal, Kol desligado por minha causa, meus poderes, estou confusa com tudo...

–Eu te ajudo com os poderes – sorri para Bonnie.

Sempre querendo nos ajudar.

–Eu tenho que ir.

Todos bufaram.

–Ta ai, somos uma grande família, mesmo vocês não querendo assumir somos uma família. E estao ai com essas caras feias por que não querem deixar um membro criar asa e voar para longe do ninho. Vamos fazer assim, se tudo der certo no aniversario da Hope eu volto para visitar vocês – sorri para eles.

–Nao somos uma família – Klaus revirou os olhos. Caroline olhou para ele com um olhar mortal – ta, eu assumo, nos somos.

Seguirei o riso

–Bom, eu tenho que ir – andei na direção de todos.

Abracei a todos eles, queria chorar pois eu não sei se volto mesmo no aniversario da Hope. Talvez no de 10, 15 quem sabe. So não quero aturar o kol assim, não irei dar conta de ver ele assim e saber que é por mim. Que pessoas estao morrendo por mim.

–Okay, agora eu vou – virei as costas.

–Tia tetilia – escutei Hope chamar.

Me virei, a encarei. Andei ate ela, subindo os degrais novamente.

–Se comporte, e como eu pedi na carta, irei pedir novamente... cuide deles por mim – sussurrei como se fosse um segredo – eu sei que seu tio tem paciência com você, entao cuide daquele desmiolado – dei um beijo na bochecha dela. Limpei as lagrimas dela – eu volto, eu prometo. Nunca quebro uma promessa a você, pequena — me soltei de seu abraço – te amo, Mikaelson casula – andei ate Caroline, coloquei a mão no seu ventre – titia volta para te ver nascer – e assim virei as costas indo em direção ao carro.

Me virei para eles e sorri. Quando abri a porta do carro sinto alguém puxar meu braço.

–Não irei sem se despedir de mim, mal voltou e já esta indo – sorri para Eidan.

O abracei.

–Você sabe que esta correndo risco de vida, não? – Klaus falou – você é a nossa protegida .

Soltei Eidan, e me virei para ele. Fiz uma bola de fogo com a mão.

–Sei me cuidar – a joguei longe, dentro da fonte.

–Ainda bem – ele murmurou com raiva.

Vi kol sorrindo, e entao em minha velocidade inumana parei em sua frente.

–Não irei sem antes me despedir de você – dei um tapa na cara dele.

–Sua maneira de amar é meio louca – ele disse rindo.

Bufei.

–Bay — entrei no carro.

Eidan me deu um beijo no rosto antes de eu ligar o mesmo. Sorri para eles. Segurei o choro na garganta.

–Pode chorar- Felipe disse.

Sorri para ele, e assim desmoronei.

–Sabe, estou indo por que eu quero. Mas dói, dói saber que não os verei todo dia – ele riu.

–Te entendo.

Limpei as lagrimas na saída de New Orleans .

–Aonde vamos, a final? – perguntei me virando para Felipe que estava com um iphone na mão, atualizando seu facebook.

–Não sei, você quem sabe.

–Que tal New York?! – sorri animada.

Amo essa cidade.

–Boa idéia – e assim acelerei o carro.

Pov Altora

Uma semana depois

Damon e Elena foram passar uma temporada em Paris, Stefan e Katherine em Londres , Lexi e Enzo em New York, Jeremy e Bonnie em Mistyc Falls, Ric no Caribe e já ate conheceu uma garota chama Jô. Estão todos felizes. Eles ainda não sabem onde a Cecília esta, ela so ligou falando que esta bem e que esta em um lugar onde pode fazer compras.

Klaus, Caroline e Hope estavam brincando na neve. O poderoso chefão tirou o dia para curtir o frio com a família.

–Assim que se faz – Caroline disse ensinando a Hope como se coloca o nariz no grande boneco de neve, que eles estavam fazendo.

Hope sorriu e Caroline a pegou no colo, a erguendo para ela colocar o nariz no boneco de neve.

–Como Vamos chamá-lo, Hope? – Klaus perguntou enquanto ajudava .

–Teed? – a garotinha fez cara de interrogação e sua mãe riu disso.

–Sim meu amor, Teed – Caroline deu um beijo estalado na bochecha da pequena em seus braços.

–O que acha de darmos uma pausa, nisso? – perguntou Klaus pegando a cenoura da mão de Hope, a mesma esta toda de vermelho com preto. Como Caroline fala, a bebê mais estilosa do mundo, mais do que Blue e North juntas.

–Acho ótimo, mas para comer – Klaus riu de Caroline.

–O que você quiser, lovah – ele pegou Hope de Caroline e abraçou a loira com o braço que não estava ocupado.

Caroline se aconchegou em seu namorado, eles entraram na cabana que fica a menos de cinco quilômetros da casa. Eles estao na floresta , perto do lindo lago que ali tem. Caroline se sentou na mesa com Hope em seu colo, Klaus serviu Caroline com uma xícara de chocolate quente e colocou para Hope na mamadeira cor de rosa da mesma.

–Cuidado que esta quente – Caroline avisou para Hope.

–Ta – ela provou da bebida – totoso – a criança fez bicota.

Klaus serviu Caroline e Hope com o bolo de chocolate, e se sentou ao lado delas para comer o seu.

–Esta uma delicia – Caroline disse com a boca cheia, e arrancou uma risada de Klaus.

–Eu sei, foi eu quem fiz – ele apertou o nariz dela que sorriu.

–Quem diria que o hibrido Original sabia cozinhar – Caroline disse rindo.

–Boba – ele estalou o beijo na bochecha dela, depois um na de Hope que estava quase se lambuzando com o bolo.

Caroline olhou para a filha e sorriu.

–Mamãe te ajuda – e assim ela começou a dar a comida de aviãozinho na boca da pequena .

Quando terminaram de comer, eles saíram para fora novamente. Klaus, Caroline e Hope se sentaram por cima de um cobertor que o Klaus colocou ali.

–Vamos tirar uma foto, para mandar para Rebekah! – Caroline sacou seu celular.

Então entre caretas eles tiraram fotos e mandaram para seus amigos.

–Para – Caroline cutucou Klaus que estava fazendo graça, para a câmera.

–Euuuu sooi tão linda – Hope disse.

Caroline e Klaus encararam a menina e riram alto.

–Ego da Familia Mikaelson – a loira cantarolou.

–Ela conviveu com você mais do que eu, esse ego ai é seu – Klaus passou a mão pelos ombros da loira, a envolvendo em um forte abraço.

–Nada a ver – Caroline deu um leve beijo no lábio do amado.

–Etaaa – Hope tapou os olhos.

Caroline se virou para a pequena novamente, a pegando e a colocando no meio dos dois.

–Hope – Caroline chamou, tirando a atenção da criança de sua nova Barbie.

–Ote? – ela encarou a mãe.

–Eu e o papai temos que te contar uma coisa, mas espero que você goste – Klaus apertou a mão de Caroline, e pegou a mãozinha de Hope – você sabe que você foi um enorme presente para mim, e como a mamãe sempre te falou : Sou sua mamãe de coração, não te dei a luz, mas cuidei de você e te mantive viva, te protegi, dei amor, carinho. – Caroline já estava com lagrimas nos olhos.

–Calma – Klaus sussurrou.

Ela mordeu o lábio inferior e prosseguiu.

–Te amo, muito, muito, muito. Mesmo você sendo tão pequena acho que esta entendendo tudo. Por você eu faria tudo, tudo mesmo, sem nem pensar. Nunca pensei que seria mãe – Caroline pegou Hope e a sentou no seu colo – eu tinha esse sonho, mas ele foi destruído. Daí você, Hope Charlotte Mikaelson apareceu na minha vida para mudar tudo, para realizar esse sonho. E agora, a mamãe esta esperando um bebezinho... um presente para a mamãe e o papai. Você vai ter um irmão – Hope desmanchou o sorriso e começou a chorar.

–Meu deus o que foi? – Klaus perguntou apavorado.

–Hope, não chore – Caroline a abraçou.

–Mamã num vai mais me amar – ela aconcehgou ainda mais a Caroline.

Os olhos da loira se encheram de lagrimas novamente

–Hope, não, claro que não. – Klaus limpou as lagrimas da loira – Hope me olhe – a criança encarou a mamãe dela. Caroline limpou as lagrimas da pequena – eu sempre vou te amar, vou amar você e seu irmão igual. Meus pequenos milagres – ela abraçou a garotinha – e ele vai te amar muito também. Você vai cuidar dele, e ele de você, um será leal ao outro.

Klaus sorriu orgulhoso de sua loira.

–Sim mamã — Hope colocou a pequena mãozinha sob o ventre da mãe – eu te amo, bebê .

–Ai meu deus, você é demais Hope – Caroline sorriu toda boba – agora vamos voltar para o boneco – Klaus ajudou Caroline a se levantar.

Eles pararam em frente ao grande boneco.

–Amor vai pegar o cachecol – pediu ao Klaus.

–Okay – ele saiu e foi pegar o mesmo.

Caroline pegou Hope nos braços, e a levantou para ela colocar o nariz no boneco.

–Hope espere um pouquinho – a loira colocou a pequena no chão novamente, pois uma tontura avia a atingido em cheio.

Caroline quase caiu e se escorou na arvore fechando os olhos. Quando isso acontece ela perde quase todos os sentidos de vampiro.

–Oia, um esquilo – Hope fala andando atras de um esquilo que ela viu.

–Hope, não va muito longe – Caroline avisa se recuperando. Mais ainda com os olhos fechados, ela não daria conta de os abrirem e ver a claridade.

Hope seguiu o esquilo ate a beirada do lago congelado, o mesmo correu para o meio do lago. Hope foi ate ele,andando quase caindo mas quando chegou perto do esquilo o gelo se rompe.

–AAAAAAAAH – ela gritou antes de cair dentro da água gelada.

–HOPE – Caroline berrou abrindo os olhos.

Ainda tonta a loira correu ate o meio do lago, olhando o buraco feito ali.

–Eu vou te salvar – Caroline disse chorando e tirando o casaco.

Caroline pula no lago, a mesma consegue ver o pequeno corpo de Hope no fundo do mesmo, ela começa a nadar rápido ate a bebê, Caroline sente algo entrar dentro de sua barriga e furar o local. Ela grita pela dor e logo fecha a boca para não se afogar, começa a sair muito sangue da barriga de Caroline. Ela consegue chegar ao fundo e puxa Hope pelo braço, a pegando. Quando Caroline vai subir para a superfície algo prende seu pé, ela puxa mas não solta, é uma rede de pesca. Caroline já esta desesperada, a loira junta toda a sua força e puxa seu pé. Ela se solta e tenta nadar ate a superfície. A mesma chega, mas no local errado, não tem nenhum buraco no local para elas saírem. Estão presas debaixo do gelo, Caroline junta suas forças e da um murro no gelo, o rompendo. Ela coloca Hope para fora e se joga ao lado da garotinha que esta desacordada.

–Hope, estamos salvas. Você esta salva – Caroline sussurra.

Mas não recebe resposta. Ela não esta se sentindo bem.

–Hope – Caroline volta a chorar e se senta – Hope – Caroline pega a criança nos braços – não, não, não – ela sacado Hope – você ainda não é vampia, você não pode estar morta.

Ela não escuta os batimentos da pequena, ela esta gelada e não esta respirando.

–Eu não fiz isso – ela sacode a pequena novamente – meu amor, minha filhinha eu não te deixei morrer, meu amor – Caroline sentiu uma portada no ventre – Hope por favor, não faz isso comigo. Não me deixe – ela berrou de dor, não pelo ventre e sim pela pequena nos seus braços – Por favor, fale comigo. Eu sou uma péssima mãe, eu sou uma péssima mãe – ela chorava — eu deixei minha filha morrer – Caroline se engasgou por causa do choro – eu te amo, meu pequeno milagre.

Ela abraçou o corpo da filha.

–KLAUS, SOCORRO, AGLUEM ME AJUDE – ela implorou por ajuda – KLAUS, HOPE NÃO ME DEIXE. SOCORRO.

Klaus chegou junto com Matt, Rebekah, Hayley e Elijah o mesmo aviam acabado de chegar para passar o dia com eles.

– AI MEU DEUS – hayley berrou indo de encontro as duas.

–NÃO ME ODEI, MAIS EU FIQUEI TONTA EU NÃO VI, EU NÃO VI, EU NÃO, EU TENTEI MAIS SER RAPIDA. FUI RAPIDA, MAS – ela não conseguia falar .... MEU AMOR EU TE AMO, VOCÊ É

–MINHA FILHA .

–O que aconteceu aqui? – Rebekah perguntou.

–EU FIQUEI TONTA, E FECHEI OS OLHOS PARA REPSIRAR, SO ESCUTEI O GRITO DA MINHA FILHA E FUI A SALVAR MAIS EU MACHUQUEI A BARRIGA DENTRO DA AGUA E ALGO PRENDEU MEU PÉ, DEPOIS NÃO ACHEI A SAIDA. EU JURO QUE EU NÃO FIZ POR MAL – ela berrava em desespero.

Rebekah caiu de joelhos no chão, enquanto Klaus estava paralisado, era tantas emoções.

–Me dê ela – Hayley pediu.

–NÃO – Caroline abraçou a pequena — minha filha, por favor.

–Dê ela a Hayley, Caroline – Klaus falou e a mesma entregou chorando.

Ela levou a mão a barriga, ela sentiu o cheiro de sangue e ergueu a mão vendo o sangue.

–EU SOUUMA PESSIMA MAE, EU SOU UMA PESSIMA MAE – Caroline se amaldiçôo.

–Sua barriga esta sangrando – Klaus disse chorando.

–EU SO QUERO A MINHA FILHA – a loira berrou.

Hayley, Elijah e Matt estavam tentando reanimar Hope.

–Vamos La para dentro — Klaus foi pegar Caroline.

–ME SOLTE – ela berrou – eu quero a minha filha, Klaus... aiiiiiiii – ela sentiu a pontada novamente.

Klaus a ajudou a se levantar.

–Va os ajudar – ela disse ao Klaus.

Então Rebekah segura Caroline, Klaus não a quer ali pois ela não pode se extressar.

–Sua barriga não quer cicatrizar – Rebekah avisa segurando Caroline pelos braços, a mesma queria ir ate Hope.

–Me solte, eu so quero morrer, eu não deixei minha filha morrer – ela lutava contra.

–Quieta, ela vai ficar bem – Rebekah dizia sem saber.

–Me solta, Hope, eu tentei Rebekah eu tentei – Caroline se mexia como nunca – me solte, eu preciso salvar minha filha.

Rebekah cansa e a solta. Caroline corre ate eles.

–Deixa eu tentar – ela implora – eu quero sumir, aiii – a barriga dela doi novamente – por favor.

–Se minha filha morrer por sua causa, eu te mato – Hayley ameaça.

–Não foi minha culpa, eu juro, eu a amo mais que tudo no mundo Hayley entao não me culpe. Esta doendo demais eu saber que a culpa é minha, e você ainda joga isso na minha cara.

–Ela, ela, ela não quer voltar – Elijah disse em desepero.

–NAOOOO – Klaus esmurrou a arvore ao lado, a jogando longe.

–Meu amor – Caroline empurrou Hayley e correu ate a bebê, se sentando no chão e a pegando nos braços – me perdoe, eu não fui boa o bastante para você, e nem pro seu irmão. Por que eu acho que estou o perdendo, junto com você – a loira sussurrou beijando o rosto da pequena, Klaus fechou os olhos. Sabendo que ali pode estar indo seus dois herdeiros, seus filhos, sua vida – eu te amo Hope, eu não canso de berrar ao mundo que você é a minha filha, a minha primeira filha. Você me salvou de eu mesma, então eu imploro para você não me deixar. Minha barriga esta doendo, mas eu não quero sair daqui, não me deixe, não me deixe sozinha. Você foi a luz no fim do meu túnel, você foi o meu sorriso nos meus dias tristes, você foi a minha esperança de que eu não era um mostro, você me mostrou o que é ser mãe o que é amar alguém mais do que você mesmo, você mais do que ninguém me amou, eu prometi cuidar de você e eu falhei, falhei com você, logo com você meu amor. Eu disse que por você eu iria ate o fim do mundo, e eu vou, eu vou por você ate o fim do mundo. Entao, me perdoe por ter deixado isso acontecer – Caroline derrubou uma lagrima no rumo do coração da pequena – seu irmão, eu estou com medo de o perder. Por que eu não estou sentindo o coração dele bater.

–Não – Klaus sussurrou.

–Eu te amo, minha pequena – Caroline beijou a testa da criança.

Ela fechou os olhos.

–Céus – todos levaram a mão a boca.

Caroline abriu os olhos e Hope a estava encarando.

–Mãmã, o naliz do Teed – Caroline chorou de felicidade.

–Sim meu amor, vamos colocá-lo — ela ia se levantar mais não deu conta por causa da dor.

–Vem, eu te ajudo – Klaus a ajudou.

Caroline fechou os olhos chorando.

–Sua barriga...

–Vai melhorar – ela avisou ao namorado.

–Espero.

Ele a colocou no chão com delicadeza, e ela pegou Hope.

–Vamos colocar o nariz no Teed?

–Vamos – Hope sorriu – sabia que eu te amo?

–Sabia que você é a minha vida? Te amarei sempre, minha pequena.

Hayley sorriu aliviada.

Todos se sentaram.

–Mas primeiro, eu e voce vamos tomar um banho na água quente – e assim Caroline saiu com Hope e Klaus atras dela.

Klaus deu o banho em Hope, enquanto Caroline se olhava no espelho. O corte não quer se curar, esta curando lentamente. Ela pega o copo de sangue o bebe, ela olha e o corte se cura rápido e ela volta a escutar o coração do bebê mais forte. Ela sorriu com isso, feliz por seus filhos estarem salvos. Quando terminaram de fazer o que tinham que fazer eles voltam para fora.

–Agora sim, vamos terminar o boneco – e assim ela entregou a cenoura a Hope, que colocou no boneco.

E ali, ali eles tinham uma família reunida. Todos felizes após esse susto, na verdade Hope tinha um certo anjo, ou melhor bruxa da guarda ao seu lado. O que a bruxa não fez pelos seus filhos, elas esta fazendo por sua neta. Esse poderia ser um perfeito final para a historia, mas o fim dela esta so começando.

Notas finais
ASSUSTEI VCS? Muito neh kkkk. Bom, espero que tenham gostado, e sim, a cecilia foi para New York, mas não por muito tempo. Kol filho de uma putaaaaa, uma das minhas leitoas ficou morrendo de raiva de mim por causa disso. Olhem isso "Mas o fim dela so esta começando" A Vanessa amou essa frase, ate postou no facebook. Gente falando nisso, 11 de maio faz um ano que eu converso com ela e 07 de abril com a Carol. MEU DEUS, ELAS ESTAO ESSE TEMPO TODO NA MINHA VIDA. SO QUERIA DECLARAR QUE NAO VIVO MAIS SEM VCS MINHAS DIVAS, AMO VOCES MUITO, MUITO, MUITO SEMPRE E PARA SEMPRE. Bjs minhas negas, ate o proximo.