Let Her Go - Delena/ Klaroline

35 Capitulo 34 Natal Part Dois


Notas iniciais
Então, ja são sete meses com vcs, neh? Muito tempo gente. Mas tudo que é bom dura pouca, entramos definitivamente na reta final da fanfic... Let Her Go esta chegando ao fim, mas o fim não é o fim. Quem sabe eu nao pense em uma segunda temporada? Sou sempre meio louca, gente que bapho eu nao sabia que as meninas eram gêmeas... morta feat enterrada kkk. SUAS DIVAS EU AMEI A RECOMENDAÇÃO DE VCS DUAS. Vamos ao capitulo bapho.

POV KLAUS

PLAY

Estou no porão da casa, esperando minha querida mãe acordar. Elijah esta ao meu lado, posso escutar seu coração acelerando conforme minha mãe vai abrindo os olhos. Rebekah queria ter vindo, mas não quero que ela veja isso, ela é muito impulsiva e com certeza iria tentar intervir. Kol esta abaixado ao lado do corpo de nossa mãe, a encarando.

–Ainda não entendo, como ela fez o que fez? – perguntou Elijah a mim.

O encarei, estalei a língua para responde-lo.

–Ela so queria que pagássemos, que eu pagasse pelo que fiz. Ela nunca quis nossa felicidade – respondi indo em direção ao corpo de minha mãe.

–Nunca a entendi, ela programou as pessoas que seriam muito importante para nos para entrar nas nossas vidas apenas para serem nossos pontos fracos. Elas nos fazem felizes – Elijah disse parando ao meu lado – ela so queria pontos fracos, e não a nossa felicidade.

Minha mãe se sentou de uma vez.

–Onde eu estou? – perguntou confusa.

Ela fez uma careta de dor ao lembrar do que Cecília fez. Sorri com isso.

–Argh, a patricinha não fez isso – ela quase chorou.

É tão bom a ver tão vulnerável, tão confusa com isso. Esther Mikaelson se tornou naquilo que mais odeia, um vampiro. Kol a ergueu pelo braço e a colocou em uma cadeira, a amarrou com cordas de verbena e ela apenas olhava aquilo com ódio. Ela ainda não completou a transição.

–Acho precisa completar isso, não? – perguntei sarcástico.

–Sim, acho que sim – kol riu.

Peguei uma bolsa de sangue, fresca, que Matt cedera para nos. E andei rumo a Esther. Fiquei cara a cara a um dos meus pesadelos. Abri a bolsa e as presas dela saltou.

–Eu não quero, por favor, não faça isso – ela implorou.

–Não tem isso – disse antes de a obrigar tomar todo o sangue – agora você é uma de nos – sorri malicioso.

As cordas com verbena começaram a fazer efeito no corpo dela, queimando onde ela as pega.

–AAAAAAAAAAAH – ela grita de dor.

–Isso foi o que você fez com Caroline, a mãe do seu neto – berrei para ela.

Os olhos de Esther se encheram de lagrimas, não, ela não pode chorar. Ela não tem sentimentos.

–Elijah, me de o brasão da família – pedi.

Elijah me olhou em duvida, mas retirou o brasão do fogo, logo me entregando o mesmo. O finquei na perna de minha mãe que berrava de dor. Acho que toda New Orleans escutou.

–Por que mãe? Por que voce não nos deixou em paz? – Elijah quis saber.

Esther ergueu os olhos, e kol jogou verbena na ferida.

–Isso querida mamãe – ele disse o mais sarcástico possível – não chega nem perto da dor que causou em nos – Esther riu sarcasticamente, mas ficou calada. Ela acha que em todos esses mil anos não a nada a se falar.

–Como é ser aquilo que mais odeia? Aquilo que sempre tentou destruir? – perguntei me aproximando com uma ceringa, onde tem meu veneno.

–ME MATE LOGO – berrou ela fraca.

–Ainda não – apliquei todo o conteúdo em sua veia artéria – ainda não, mãe. Eu amo Caroline mãe, pela primeira vez na minha vida eu estava Feliz, eu estava com a minha família reunida. Kol, Rebekah, Elijah, Hope, Hayley, Cecília, Caroline, meu nono herdeiro... e ate mesmo os amigos da Caroline. Mas você, você e Mikael tentaram tirar tudo de mim novamente.

Me sentei no chão, com lagrimas nos olhos. Kol sem humanidade, continuou a tortura.

–PELO SEU BEM – ela berrou quando kol começou a cortar sua pele.

–Não, pelo seu – sussurrei.

–Sabe mãe, você torturou sua nora grávida, você ocasionou a gravidez dela para fazer ela perder o bebê... isso não se faz — kol disse e jogou um balde de verbena em cima de nossa mãe.

–AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII – ela berrou.

Limpei minhas lagrimas e fiquei em pé, não quero chorar na frente dela.

–Eu amei vocês – ela disse depois de um bom tempo calada.

A encarei, assim como o os outros.

–Rebekah, cadê ela? – ela perguntou.

–Ela não vai entrar aqui – disse Elijah, baixo, como se aquilo doesse nele.

–A chame – pediu minha mãe, calma.

–Cala a boca – Kol, jogou mais verbena nela.

–Não precisa, estou aqui – a porta do porão se abriu de uma vez.

–Minha menininha – Esther disse chorando.

–Não finja – minha Irma disse seca.

–Não estou, eu amei vocês. Amei tanto que foi por isso que fiz o que fiz, sempre quis o bem de vocês. Mas, eu fiquei cega, cega de ódio, eu queria que vocês parassem de matar pessoas. Sabe de uma coisa? Meu ódio não era por vocês, meu ódio era simplesmente por mim não ter sido boa o bastante para vocês. – encarei Rebekah que prendia o choro. Elijah deixou uma lagrima solitária cair, Kol, complemente serio – Niklaus, como eu queria impedir seu pai de fazer o que fazia com você, mas se eu o fizesse, ele me matava. Quantas vezes eu chorei por isso, por ver meu filho sofrendo tanto e não poder fazer nada. Sim, chegou em uma época em que meus sentimentos sumiram, chegou uma época em que aquela menininha inocente que seu pai conheceu... morreu. Mas, no fundo eu ainda amava vocês. Meus filhos. Falem para Finn que eu o amo também. Amo vocês – ela esta chorando.

–Pare de showzinho – peguei a estaca e fui para cima dela.

Estou chorando, não sei dizer o que eu estou sentindo neste exato momento.

–Me perdoe – ela sussurra.

Olhei para trás e todos estavam chorando, menos kol.

–Kol, meu rebelde, ligue essa humanidade. Ela esta de volta – kol revirou os olhos – Rebekah, seja feliz com o humano, Elijah... você merece uma eternidade de felicidades – mordi o lábio inferior, chegou a minha vez – você agora tem sua família, Niklaus, não a magoe, não os prenda, os ame. Seja feliz, alias, agora vocês tem pessoas para cuidarem de vocês — fechei os olhos e coloquei a estaca no rumo de seu coração – faça isso, prefiro a morte a ser um vampiro. Mas, me perdo... – antes dela terminar a frase enfiei a estaca em seu coração.

Rebekah levou a mão na boca. E saiu do porão correndo.

POV ALTORA

Quando a original saiu do porão correndo esbarra em alguém, ela ergue os olhos e o abraça.

– Ela se foi – ela sussurra – ahh Matt, ela nos fez tanto mal, mas era minha mãe.

–Não fique assim, amor – ele a pegou no colo – vamos dormir – ela sorriu entre as lagrimas.

–Eu esperei mil anos por você — ele beija sua testa.

–Eu nasci para você – ele falou.

Dentro do porão. Elijah pega o corpo da mãe. Kol saiu, e Klaus foi para o quarto ver Caroline. Quando chegou no local a loira dormia tranquilamente.

–Você esta a salvo – o original passou a mao pelo rosto as jovem adormecida, antes de beijar a testa da mesma que abriu um sorriso, para logo encarar seu amado.

–Klaus – ela o chamou quando ele foi se levantar, segurando a mão do Original.

–Sim, é algo com vocês? – ela sorriu negando – ufa – ele se sentou ao lado dela, novamente.

–Eu ouvi – ela se sentou na cama.

–Ouviu o que? – perguntou ele sem entender.

–Ouvi o que você disse a Camille, no dia em que eu quase... você sabe – ela disse olhando para o cobertor.

–Caroline – ele pega a mão da moça, delicadamente – o que eu faria? Você estava quase perdendo o nosso filho, eu não tinha tempo para camille nesse momento. Pois estou cansado de repetir, o que mais me importa no mundo é você... e nossos filhos – os olhos da loira ficaram marejados.

–Eu te amo – ela disse, se aproximando dele.

–Eu também te amo – e assim ele beijou de leve os lábios da grota.

–Quer falar sobre hoje? – perguntou.

–Não – ele se deitou ao seu lado.

Ela o abraçou, e depois ficou por cima dele. Os dois prontos para um longa noite, calorosa e cheia de amor.

No quarto de Hope, a criança brincava com um lobinho de pelúcia que granhara de Cecília em Mystic Falls. Do nada uma luz branca surge no cômodo. Hope encara aqui com curiosidade. A luz da formato ao corpo de alguém, de Esther. A mesma se aproxima do berço.

–Me enganei sobre você – Hope sorriu mesmo sem entender direito – você é pura, digna de amor, as pessoas te amam Hope Charlotte Mikaelson – a bruxa disse emocionada – e querendo ou não, também te amo. Cuida deles para mim, e por favor, me perdoa. – Hope sorriu ainda mais.

Ela deu os bracinhos a Esther que sorrio entre as lagrimas. Mesmo sem Hope sentir o toque de sua avó, Esther passou a mão pelo rostinho de sua neta.

–Estarei olhando por ti – uma vez dito, um vento muito forte a puxou para fora do quarto, para o outro lado criado pela Bennet.

Elijah fora para o quarto de Hayley. Kol para o dele, mas quando passou pelo quarto de Cecília, ele olhou dentro do mesmo, pela fresta da porta que estava aberta. Ela dormia calmamente com Eidan ao seu lado, a abraçando. O original revirou os olhos.

POV CECILIA

Abri os olhos toda sorridente, ainda não acreditando que voltei, que estou viva. Olhei em redor, e caiu completamente a fixa. Cecilia esta de volta vadias, eu quis dizer Davina mesmo. Me virei para o lado e vi Eidan dormindo, passei a mão de leve pelo seu rosto e ele abriu os olhos me encarando.

–Juro que pensei que estava sonhando – ri de seu comentário.

–Não esta, agora vou me arrumar – me levantei da cama.

Bati a Mao na testa e pulei na cama novamente, e dei um beijo em sua testa.

***

Me arrumei igual uma princesa. Me olhei no espelho arrumando a touca preta, arrumei a meia calça no corpo. Andei rumo ao meu puf e me sentei, calçando a bota. Sorri animada. Sai do quarto com o celular nas mãos, olhando a mensagem que melissa mandou.

“SUA PUTAAAAAAAAAAA, pensei em chamar o FBI, as Forças Armadas, a CIA, A Aeronáutica, A Marinha, A Nasa, A Polícia Federal, Policia Rodoviaria... para te acharem e trazer de volta para mim. Nunca mais faça isso, saiba que eu te amo muito...feliz natal... e eu shippo Kolia”

PLAY

Sorri saindo do quarto distraída, para que ela falar do passado? sinto o impacto de algo contra o meu corpo e ia ao chão se não fosse ele me segurar, ele, o motivo de eu querer ir embora de NoLa.

–Olha por onde anda, nem sempre estarei aqui para te segurar – ele deu uma piscadela para mim.

"É apenas mais uma noite

E eu estou olhando para a lua

Eu vi uma estrela cadente

E pensei em você

Eu cantei uma canção de ninar

À beira-mar e sabia

Se você estivesse aqui

Eu cantaria para você

Você está do outro lado

À medida que o horizonte se divide em dois

Estou a milhas de distância de vê-lo

Eu posso ver as estrelas

Da América

Eu me pergunto, você vê-los também?"

Cocei a garganta para responde-lo, mas a proximidade de nossos corpos não deixou. Encarei seus olhos, e juro que neles eu vi um pouco de sentimentos, sentimentos sobre mim. Sorri de lado com isso. Kol mordeu o lábio inferior, ainda me segurando pela cintura. Ergui minha mao para tocar seu rosto, mas quando estava no meio do caminho ele me solta. Kol suspira e vira as costas, me viro também para descer as escadas. Escuto seu passo indo para o ultimo quarto, que é de Rebekah. Paro de uma vez quando estava no meio do caminho, olhei pelos ombros e vi que ele também parou.Mordi o lábio inferior de raiva, suspirei e me virei.

"Então abra os olhos e veja

A forma como os nossos horizontes atender

E todas as luzes vai deixar

Na noite comigo

E eu sei que essas cicatrizes vai sangrar

Mas ambos os nossos corações acreditar

Todas essas estrelas vão nos guiar para casa"

–Não fuja de mim – disse em um sussurro.

–Não estou – kol já disse na minha frente.

Sorri com isso, quem saiba eu ativo suas emoções. Kol me pega com força pela cintura e me prensa na parede mais próxima a nos, encaro seus olhos tão intensos, com tanto desejo. Ele passa o polegar pelos meus lábios antes de me beijar. Kol me beijava com tanta intensidade, escutei vozes La de baixo, mas no momento eu não ligo para elas. É tão bom o ter assim para mim, mesmo sem sentimentos. O calor de suas mãos passeando pelo meu corpo, tudo esta me deixando louca. Kol me pega no colo e abre a porta do quarto de hospedes, a tranca e me joga na cama, ficando por cima de mim. Kol desabotoa meu casaco, o jogando longe.

Nos viro na cama ficando por cima dele, kol sorriu malicioso com isso. Ele abriu a boca para fazer um comentário sobre isso.

–Shiii – sussurrei colocando o dedo indicador em seus lábios.

Ele riu alto, e me virou na cama novamente, beijando meu pescoço enquanto puxava a minha blusa para cima. Fui tirar a bota, mas ele me impede.

–Te quero assim, com ela – sorri de seu comentário.

–A meia calça – disse o obvio.

–Eu resolvo – ele disse rasgando a meia.

Kol tirou minha saia . Ajudei ele a tirar suas roupas, quando estávamos nus, eu com a bota. Kol começou a sugar meus seios, me deixando louca.

– Huuum – gemi baixinho.

–Você me deixa louco – kol sussurrou me beijando.

Kol abriu minhas pernas com brutalidade e me penetrou, unhei suas costas pela dor e a sensação de prazer ao mesmo tempo.

–Mais rápido – pedi quase gritando.

–Geme mais baixo – kol riu e me beijou.

Ele intensificou os movimentos, me levando a loucura. Kol continuou nesse movimento ate que chegássemos ao epice juntos. Kol caiu ao meu lado, com a respiração ofegante. Puxei o lençol para me cobrir, e olhei no relógio, ainda são sete e meia da manha. Fechei os olhos e tirei os fios de cabelo dos meus olhos, me virei e encarei kol com tanta intensidade.

–Tenho que ir – ele se levantou vestindo suas roupas.

Quando kol estava prestes a chegar na porta, o parei entrando na sua frente. Nua, completamente nua.

–Não me diga que voce não sentiu nada – falei seria.

–Não, apenas senti prazer- ele disse frio.

–Cade o kol que eu amo? O kol que eu me apaixonei? Ligue sua humanidade, por mim – pedi, implorei praticamente. kol fechou os olhos.

"

Eu posso ouvir seu coração

Na batida rádio

Estão jogando 'Chasing Cars'

E eu pensei que nós

Voltar ao tempo

Você estava deitada ao meu lado

Olhei e me apaixonei

Então eu peguei sua mão

Voltar através da lâmpada acesa ruas que eu conhecia

Tudo conduzido de volta para você

Assim você pode ver as estrelas?

Ao longo amsterdam

Você é a música que meu coração é

batendo a mil por segundo"

–Você não vale isso – fechei os olhos pela dor que suas palavras me causaram – não caiu no seu joguinho – ele sussurrou próximo ao meu rosto, me entregando o hobby. O peguei e o vesti.

–Por favor, você me ama, eu sei kol... – o segurei pelos ombros – eu sei que você me ama – lagrimas escorriam por meus olhos – eu vi seu sofrimento, mesmo de longe, eu vi... eu estive com você. Eu te amo, eu te amo kol Mikaelson. Voce não viu a corta? Eu fiz por você, tudo por você. EU TE AMO – gritei — eu queria ficar para você, mas, mas eu tive que ir... eu fui, mas eu voltei para você. Somente por voce- ele desviou os olhos dos meus – o que eu faço para você ligar essa meda humanidade e ficar comigo? Me fale algo por favor, eu faço – limpei as lagrimas. Estou desesperada.

Ele me encarava sem nenhuma emoção.

–Que dó – ele sussurrou.

–Eu sei que La no fundo você sente, eu sei. Sei que voce pode ser salvo.

–Não, eu não sinto nada.

–Por favor, por mim, eu te amo. Lembre no dia que eu morri, sem vida em seus braços e você implorando para eu ficar. Você queria que eu ficasse, você me queria ao seu lado, você me queria com você, sempre e para sempre. Pense em tudo que vivemos, pense em nos, isso ira ajudar – falei passando a mão levemente por seu rosto.

Kol retirou minha mao de seu rosto com certa brutalidade.

–Não ah o que pensar – disse ele me empurrando para o lado, como se eu fosse um objeto – se eu fosse você, ate iria embora daqui. Você – ele apontou para mim – não tem importância nenhuma para minha pessoa. –levei a Mao aos cabelos em raiva, desespero por me sentir tão vulnerável.

E assim ele saiu do quarto. Deitei na cama e comecei a chorar igual uma menininha desesperada. Me levantei da cama depois de um tempo, limpando os olhos e deixando a maquiagem borrada. Fui para o banheiro e tomei um banho, me vesti novamente. E sai para o meu quarto, fiz uma Make bem forte, bem cara de Cecília vadia e sai do quarto arrumando o cabelo para frente. Ele terá o pior da Cecília, se eu não consegui despertar amor nele, ódio eu consigo. Desci as escadas e todos estavam a minha espera, vestidos com roupas de inverno, o que foi extremamente fofo. Sorri e me sentei.

–Bom dia – eles disseram em coro.

–ótimo dia – fitei kol que bebia Bordon.

Depois da troca de presentes, ganhei vários.

Play

Era a vez de Damon dar o da Elena, ele sorriu para Hope que estava no chão brincando com sua Barbie nova, entao ela se levantou e foi ate a arvore, pegando uma caixinha de veludo escondida... ela andou ate o Damon, meio sem jeito e todos nos rimos. Elena olhava aquilo sem entender, com o cenho franzido. Ela entregou a caixinha a damon que sorriu.

–Obrigada Hope – ele deu um beijo no rosto dela e ficou em pé, estendendo a mão para Elena que pegou e ficou na sua frente, o encarando.

Eles se amam tanto, Elena sorriu boba.

–Olha Elena, eu sou péssimo com isso... ainda mais na frente de pessoas – Klaus riu alto – não ria, a caroline disse não a voce – Klaus calou na hora e todos rimos – continuando, você nasceu para mim Elena... para mim, pois nem esse universo zuero nos separou.. voce é a minha metade, sem você Elena Gilbert, eu não seria nada, seria o mesma cara de antes... mas quando a gente de ama a gente muda para ficar com a pessoa amada, não mudar em todos os sentidos... eu mudei para melhor, eu mudei para ficar com você. Te quis humana e te quis vampira por você ser a mulher que eu – Elena já chorava , e bom, todas as meninas também – eu quero que você, você mais do que ninguém Elena quero que seja a minha senhora Salvatore – ele abriu a caixinha, onde continha um lindo anel. Elena levou a mao a boca – quero voce sempre, sempre, sempre... pois eu te amo como nunca Elena Gilbert. Elena Gilbert, aceita ser a minha futura senhora Salvatore? – perguntou ele querendo chorar.

–Ceus, eu, eu – Elena não dava conta de falar por conta das lagrimas – claro que eu aceito – e assim ele coloca o anel perfeito no dedo da minha cunhada.

–Claro, se Pequeno Gilbert... deixam – todos nos rimos.

Jeremy revirou os olhos.

–Não tenho escolhas – ele deu de ombros, rimos novamente.

Bonnie o cutucou e ele deu um selinho nela.

–Então – damon se levantou do chão – já estava com dor no joelho – e assim puxou Elena para si – eu te amo Elena Gilbert, minha futura senhora Salvatore.

–Tambem te amo – ela sussurra antes dele a beijar.

Todos aplaudimos. Quando eles terminaram a campainha toca, e todos vão os parabenizar.

–Eu abro – fiz sinal para Lexi se sentar — eu sentia isso, eu sabia que Damon iria pedir a Elena em casamento — Damon deu de lingua — amo sua maturidade — dei de lingua tambem.

Me levantei e andei ate a porta com todo o meu glamor, claro. Abri a porta com um enorme sorriso no rosto, e esse sorriso abriu ainda mais quando eu vi quem era.

–Presente especial para Cecília Salvatore – ele sorriu abertamente.

–Felipe? – perguntei o obvio.

Notas finais
Não ficou bapho? Espero que gostem e comentem, me chamem no waths (62)9326-7096. Amo vcs e comentem, amei escrever esse capitulo, chorei em vairas partes da fic. Gente eu estou com uma fic nova, Epic Love - Klaroline... vcs vao amar ela. ANEL DE NOIVADO DELENA : http://www.tudoorna.com/wp-content/uploads/2014/07/aneis-de-noivado.png Bjs e ate o proximo.