Let Her Go - Delena/ Klaroline
30 Capitulo 29 Baby
Notas iniciais
Pov Cecília
As lagrimas banhavam o meu rosto quando minha mãe me deu a mão, eu me levantei.
–Oh, minha filha – ela me abraçou tão forte, como estava com saudades desse abraço.
–Isso não é real – disse para mim mesma.
Ela se separou de mim e olhou dentro dos meus olhos, mamãe me segurou pelos ombros.
–Claro que é minha princesa- me arrepiei toda ao ouvir ela me chamar de minha princesa.
–Eu te amo tanto, mamãe – a abracei.
–Também te amo, Angel, porem outras pessoas a querem ver – a encarei então ela arrumou meu cabelo, passando as duas mãos nele colocando os cachos em ordem.
–Quem? – perguntei curiosa.
–Você verá – e assim sumimos e fomos para outro lugar.
Abri os olhos e me virei de costas, vi meu pai de braços abertos e Felipe ao seu lado sorrindo.Corri em direção ao meu pai, as lagrimas não me deixavam ver direito.
–Papai – o abracei, ele me abraçou de volta.
–Angel – ele sempre me chamou assim – sem a tiara – ele riu e eu ri de volta.
Deitei a cabeça em seu peito e chorei.
–Não chore, não chore minha pequena . Estou aqui com você – ele me apertou.
Levantei a cabeça e olhei nos seus olhos verdes, estavam marejados.
–Esperei tanto tempo para lê abraçar – sorri e ele arrumou minha tiara de flores – sempre irei fazer isso.
Ri e me virei para Felipe, ele sorriu mostrando seus dentes brancos. Felipe pode ser mais velho que eu somente 11 anos, mas eu o vejo como um exemplo. Sempre cuidou de mim, sempre esteve ao meu lado, ate mesmo na sua morte.
–Fe – corri para seus braços.
O mesmo me ergueu do chão.
–Ceci, Ceci, Ceci – exclamou enquanto eu banhava sua camisa azul de lagrimas – estava com saudades. Sabe como foi horrível te ver sofrer? Sempre estive com você – o abracei de novo e tive a certeza que era ele no cativeiro – sempre dramática –ele riu, mas vi que ele estava chorando.
O soltei e vi meus pais abraçados.
–Mas como? Como isso? –mexi com as mãos mostrando ao nosso redor.
–Feitiços – mamãe me lançou uma piscadela.
–Sou um bruxo poderoso, Cecília – abri a boca e fechei olhando para meu pai.
–Cecília, a nossa terceira Salvatore – disse uma voz atras de mim.
Me virei e vi uma mulher morena em torno de uns 55 anos de idade. Vi uma foto dela na casa da Bonnie, Sheila Bennet.
–Porem, isso não é um retiro de férias. Você – ela apontou para mim – esta aqui para aprender a lidar com os seus poderes, e, para matar Mikael e Esther – estreitei os olhos e sorri de lado.
–Que assim, seja – disse a encarando.
POV CAROLINE
Faz uma semana que mamãe esta aqui, e 21 dias que a Ceci nos deixou. Ninguém parou de procurar uma forma dela voltar, procuraram por todo mundo, mas nada. Não iremos desistir, nem que leve a eternidade teremos a nossa Ceci de volta, ela ainda vai entregar aquela gargantilha a Hope.Sorri enquanto comia brigadeiro de panela, lá fora esta um frio do cacete e eu aqui a noite, comendo igual uma louca. Apurei a audição e pude ouvir a respiração serena de Hope de seu quarto, me sentei no balcão frio. Me distai olhando as fotos de Tyler e Liv no celular, ela postou no fecebook. Eles parecem felizes, sorri mas as lagrimas veio. Eu amei tanto Tyler, mas meu ultimo amor sempre será o Klaus. Bufei ao pensar nele, paramos mais de brigar, ele sabe que a gravidez é de risco e não quer arriscar. Quando levantei os olhos vi o par de olhos verdes do Klaus me encarando.
–O que foi? – ele perguntou – você esta bem, Caroline? – ele limpou as minhas lagrimas.
–To sim, so estava pensando – travei o celular e o guardei.
–Não chore – ele me abraçou e eu deixei, to carente.
Comecei a chorar de felicidade por Tyler e agora estou chorando por que acho que não serei uma boa, mãe.
–Ei, o que foi? – deitei a cabeça em seu ombro.
–E se eu não for uma boa mãe? – perguntei com a voz rouca, o som ficou abafado, mas ele escutou.
–Ei, Caroline – me soltei dele e ele olhou dentro dos meus olhos – você será a melhor mãe do mundo – sorri entre o choro – você foi a mãe que eu sempre quis para meu filhos, nunca pensei que você iria cuidar da minha pequena, mas cuidou. Deu a ela todo amor do mundo, se Hope é a criança que é, tudo por você. Todo o amor que você deu a ela e da, ira fazer ela ser diferente de mim – pressionei os meus lábios.
Limpei as lagrimas.
–Vou voltar a dormir – falei simplesmente.
Desci do balcão e quando coloco os pés no chão e dou o primeiro passo sinto Klaus me puxar de volta para seus braços.
–Me solta – sussurrei quando ele passou a mão no meu rosto.
Senti uma pontada no ventre e levei a mão ao mesmo, não sei expressão que fiz mais Klaus me soltou no mesmo momento.
–AI –gritei curvando os joelhos.
–Caroline – Klaus colocou os braços em redor de minha cintura.
–NÃO TOQUE EM MIM – gritei – ta doendo – as lagrimas vieram a tona – doi muito – berrei.
–O que foi? – perguntou Rebekak chegando.
Ao seu lado kol, Elijah e Hayley.
–O bebê, eu acho que... aiiiiiiii – ia ao chão se Klaus no me segurasse – me solta, Klaus – eu pedi entre o choro – não quero ficar perto de você.
Ele me colocou no chão com lagrimas nos olhos. Fiquei tonta e ia ao mesmo se kol não me pegasse no colo.
–Vou levar ela para o quarto dela, e vocês – ele apontou para os irmãos – façam algo para a loirinha não perder o bebê – e assim ele me levou para o meu quarto – doi muito? – ele perguntou quando me deitou na minha cama.
–MUITO – fechei os olhos.
–Vocês vão ficar bem – Kol disse se sentando ao meu lado.
Minha mãe entrou no meu quarto correndo.
–O que foi? – ela perguntou arrumando o hobby.
–Não sabemos, mas eles vão ficar bem – Klaus entrou no quarto – não deixarei nada de ruim acontecer com eles.
–Sai daqui – pedi para ele.
–Caroline, isso não é uma escolha minha. Tenho que ficar ao lado da minha mulher e do meu filho.
–Não sou sua mulher... aiiiiiiiiii – fechei as duas mãos e minhas unhas machucaram as mesma.
–É sim – ele bateu o pé.
–AIIIIIII, NÃO SOU NÃO.
–Pelu amor de deus, sem brigas conjugais nesse momento – kol pediu olhando pela janela do quarto.
Klaus e eu o olhamos com um olhar mortal, ele sorriu sínico e ergueu as mãos para cima.
–Pelo menos nisso vocês dois concordam – revirei os olhos mesmo com a dor e Klaus mostrou o dedo do meio pro irmão.
–Não concordo em nada com esse daí... – apontei o dedo para Klaus.
–Nem eu com essa daí – kol olhou sugestivo para ambos.
–Sai do quarto Klaus – berrou mamãe.
Então Klaus saiu.
Suspirei em meio as lagrimas, não quero perder o meu filho.
–Você esta queimando em febre, mas vampiros não tem isso – mamãe passou a mão na minha testa suada.
Hayleu entrou com uma bacia com água fria e entregou a mamãe, a mesma colocou um pano na minha testa.
–Mamãe, a senhora acha que o papai esta orgulhoso de mim? Eu sou uma vampira, me apaixonei por um vampiro mal, irei ter um filho com esse vampiro e já tenho uma menininha que por incrível que pareça é o ser sobrenatural mais poderoso? E o que ele mais odiava era vampiros – falei entre soluços.
Mamãe limpou suas lagrimas.
–Acho que ele não esta orgulhoso – fechei os olhos lentamente.
–Ela esta alucinando – Hayley falou.
Escutei sua voz longe daqui.
–Eu quero Hope, cadê minha filha? – perguntei a abri os olhos.
As lagrimas embaçaram minha visão.
–Amo tanto minha pequena ... aiiiiiiiiiiiiiiiii – levei a mão a barriga – mamãe também te ama bebê – falei com o meu bebê – a gente vai ficar bem, claro que vamos, você é um Mikaelson.E um Mikaelson nunca desiste.... aiiii.
Mamãe limpou minhas lagrimas.
–Claro que seu pai esta orgulhoso filha, quem não estaria?! Você é uma guerreira, esta lutando pela sua vida e a vida do seu filho, tem Hope como filha por que a ama incondicionalmente. E Klaus querendo ou não foi o melhor para você filha, se eu estou orgulhosa de você, seu pai de onde estiver esta sorrindo por ser seu pai e saber o quão guerreira você é, meu amor. Você é a pessoa mais especial do mundo – sorri entre as lagrimas.
–Mas Cecília morreu por mim — solucei.
Vi kol me olhar, ele suspirou e voltou a olhar pela janela.
–Na verdade ela fez o que achou certo – Rebekah entrou no quarto e sentou ao meu lado.
Seus olhos estão vermelhos, ela chorou.
–Não... aiiiiiiiiiiiii – gritei e me debati na cama.
Rebekah ajudou minha mãe a me segurar.
–Sim, você viu a carta – kol nos olhava de rabo de olho – ela nos ama e fez isso por nos – Rebekah limpou as lagrimas de seu rosto.
–Eu quero a Hope, quero minha filha – pedi chorando.
Hayley entrou com Hope no quarto e eu chorei ainda mais.
–Eu prometo que vou ficar viva para voce meu amor – ela sorriu, porem logo começou a chorar.
–Mãmã – ela esticou os bracinhos em minha direção.
Mamãe limpou a minha testa e Hayley e aproximou com Hope, dei um beijo em sua testinha, inalei seu cheiro de bebê.
–Eu to com tanto sono – bocejei – tanto sono – fui fechando os olhos lentamente.
–Caroline, não durma – avisou mamãe – não durma.
–Mas eu...
–Não , voce não pode...
–Então cante para mim – pedi e Hope se aninhou a mim.
–Claro – nesse momento eu me mantive acordada somente pela voz da minha mãe e o calor do pequeno corpo de Hope contra o meu.
POV Klaus
Eu não acredito nisso, o que ela tem?
–Davina, o que ela tem? – perguntei para Davina que estava na sala.
–Não sei Klaus, eu não sou medica – ela piscou cínica para mim.
Minha vontade foi de matar a bruxinha, mas eu não posso. Ela é a única do nosso lado.
–Um medico, isso – Disse Rebekah entrando na sala com o celular na mão.
–O que esta fazendo? – perguntei.
Estou desesperado por dentro, mas não quero demonstrar. Eu devia estar La dentro com Caroline, mas ela não quer.
–O que você devia ter feito a muito tempo – ela revirou os olhos.
Me joguei no sofá e comecei a chorar, eu não quero a perder, eu não posso a perder eu sem Caroline não sou nada, nada alem de uma pessoa sem humanidade. Ela despertou em mim amor, amor que eu não sentia a mais de mil anos, ela despertou a paixão no meu pobre e velho coração.
–Não chore – Rebekah se sentou ao meu lado.
Eu sei que ela quer chorar, mas esta sendo forte por mim.
–Eu a amo tanto Rebekah — encarei, os olhos de minha Irmã.
Ela sorriu entre as lagrimas.
–Eu sei...
–Eu não quero a perder, Rebekah , eu não posso perder ela e meu filho – a abracei.
Ela me abraçou de volta.
–Vai ficar tudo bem, vai ficar tudo bem, sempre fica – ela sussurrava enquanto fazia cafuné em mim.
Eu não estava com cabeça para pensar em nada, Elijah que esta atrás de respostas. Eu confio nele para isso.
–Sempre fica, não? – perguntei limpando as minhas lagrimas.
–Plagiando as frases da Cecília, isso é crime – Rebekah soluçou.
–Rebekah, eu também prometo que irei trazer ela de volta.
–Eu que sim, não vamos desistir dela.
Deitei no colo de Rebekah, ela fazia um cafuné gostoso em mim. Mas não tirava da minha cabeça que Caroline esta La em cima passando mal, isso esta me matando por dentro. Eu preciso estar com ela, eu devia estar com ela.
–Não conte isso para ninguém – me referi ao nosso momento de irmãos.
–Nunca – ela riu.
Ficar assim com Rebekah me acalmou um pouco mais, Elijah ira descobrir o que é isso com Caroline.
Escutei Caroline chorando de dor e em menos de dois segundos estava na porta do quarto dela. Olhei e vi sua mãe ao seu lado, segurando sua mão.
–Mamãe eu não quero perder o meu bebê .
–Não vai – Liz limpou as lagrimas da mesma.
–Promete? – perguntou Caroline fazendo cara de dor.
–Prometo – a mãe dela pegou sua mão direita.
Sai dali antes que eu não agüentasse e entrasse ali e ela não me que por perto, isso esta me matando. Tudo por causa de um beijo idiota que a humana me deu. Quando estava no meio das escadas escuto uma voz conhecida, Camille esta brigando com Rebekah:
–Como eu não posso vê-lo? – perguntou Camille incrédula.
–Se toca querida, você sai da sua casa a essa hora da manhã para vir nos pertubar – Rebekah lixava suas unhas sentada no sofá com as pernas cruzadas.
–Eu preciso ver ele...
Rebekah a olhou com um olhar moral e se levantou do sofá.
–Escute aqui queridinha, Caroline esta passando mal La em cima. Acho que não percebeu o clima tenso na mansão, estamos todos preocupados. Entao se não quiser que eu te desmaie no tapa novamente, va embora – Rebekah sorriu sínica.
Essa é a minha Irmã, amo o jeito sínico dela.
–Camille, escute Rebekah – falei entrando completamente na sala.
Ambas me olharam e Rebekah sorriu para mim.
–Mas eu preciso falar com você, querido – ela andou ate mim.
–Agora não Camille, Caroline precisa de mim – respondi seco.
Rebekah levou a mão a boca para não rir, mas falhou.
–Mas eu...
–EU DISSE NÃO – gritei com ela – EU NÃO TENHO TEMPO – berrei saindo da sala.
Ela veio atrás de mim, Camille me virou para ela.
–Eu preciso de você... – os olhos da loira estavam marejados.
–Não agora, agora quem precisa de mim é minha rainha e meu futuro herdeiro – sai dali e a escutei suspirar entre o choro.
Ao entrar no quarto de Caroline ela olhou para mim.
–Dói muito Klaus – ela fez careta.
–Vocês vão ficar bem... – peguei sua mão, limpei suas lagrimas com o meu polegar.
As lagrimas vieram e eu não as consegui evitar.
–Nada vai acontecer com vocês — me sentei ao seu lado, deitei a cabeça de Caroline em meu colo.
Limpei as minhas lagrimas. Liz se levantou da cama e me olhou.
–Não querendo admitir em voz alta, mas infelizmente você é a melhor opção para Caroline – ela suspirou.
A olhei.
–Obrigada, eu acho...
–Eu vou deixar vocês a sos. – e assim ela saiu.
Caroline se agarrou a mim.
–O que você esta realmente sentindo, eu preciso saber, Caroline – ela me olhou entre lagrimas.
–Esta doendo e queimando muito.
–FILHA DE UMA PUTA – Kol disse da janela.
Nem vi que ele estava ali.
–O que? – perguntei.
–Mamãe esta fazendo isso – ele grunhiu – leve Caroline para dentro da piscina, ira ajudar a quebrar a febre, se continuar assim ela ira ter uma convulsão, não so ela como o bebê. E vampiros entram em choque– ele falou e eu já estava com Caroline nos braços.
Tirei o hobby dela a deixando somente de camisola. Ela esta quase inconsciente nos meus braços.
–Não durma, não durma por favor, você tem que se manter acordada – pedia a sacudindo em meus braços.
Sai do quarto dela e fui direto para a piscina, passando pela sala e deixando uma Rebekah confusa. Todos me seguiram.
–Vamos, Car... agüente – pedi chorando – você não pode morrer e me deixar – sua respiração estava tão serena, seus olhos azuis fechados, seu coração tao fraco – você tem que agüentar pelos nossos filhos, não so por mim – entrei dentro da piscina com ela e andei ate o meio da mesma.
–Davina tente cortar o feitiço da minha mãe, agora – Kol avisou a Davina.
Estou de costas para eles.
–E aproveite, e faça um favor para mim e deixa Caroline imune a todo tipo de feitiço – ate que kol serve para algo.
Davina murmurava algumas coisas e então eu mergulhei com Caroline, levantei depois de um tempo imerso com ela em meus braços. Quando fiquei em pe no meio piscina, Caroline não respirava e seu coração estava quase inaudível.
–NÃO ME DEIXE – implorei – você não pode me deixar, eu me recuso a aceitar isso – gritei e as lagrimas já rolavam por meu rosto a muito tempo – isso não esta acontecendo, não esta, eu prometi que voces dois iam ficar bem, eu te amo tanto Caroline e preciso de voce para viver – dei um beijo casto em sua boca.
Fechei os olhos, quando os abri vi Caroline abrindo os dela e puxando ar para os seus pulmões
–PASSOU, PASSOU – gritou Rebekah toda feliz.
Caroline se agarrou a mim.
–Vou te tirar daqui – sorri entre as lagrimas.
Sai da piscina e peguei a toalha que Rebekah segurava, enrolei ela em Caroline. Vi um sorriso de lado nos lábios de Kol. Elijah já estava La dentro com Hayley e Hope. Subi para o meu quarto e deitei Caroline na minha cama, ela não protestou, fui para o meu banheiro e La eu enchi a banheira para dar banho em Caroline. Depois que eu dei banho na minha loira aproveitei e tomei um banho também, eu a ajudei a se vestir. Peguei Caroline no colo e a deitei na cama, a cobri para ela ficar bem quentinha e dei um beijo em sua testa. Ia saindo do quarto:
–Klaus – ela chama com a voz doce e aveludada.
–OI?! – me virei para ela.
–Fique comigo – ela pediu chorosa – dorme comigo hoje.
Sorri de lado e me deitei ao seu lado, ela se virou e me abraçou.
–Obrigada, obrigada por não ter me deixado morrer e perder o meu filho – lagrimas queiram cair de seus olhos.
–Não chore – sussurrei – eu prometi que nunca irei deixar nada acontecer com voces, e assim será – a abracei de volta – eu te amo Caroline, sempre e para sempre – ela suspirou.Pousei minha mão em sua barriga, Rebekah entrou no quarto pé por pé com Hope nos braços.
–Ela quer dormir aqui — sussurrou e Hope nos olhou sapeca.
Deitei ela no meio de mim e Caroline, continuei com a mão pousada no ventre de Caroline, e ela abraçando a Hope.
–Nossa família esta completa, amo vocês — sussurrei e beijei o rosto de Hope e a testa da Caroline.
–Sim, nossa família — a loira disse antes de apagar.
Sorri bobo, que dia da minha vida eu pensei em ter dois filhos e uma mulher que eu amo? Nunca, mas olhe isso agora, estou realizado com isso tudo. Minha família, nao perfeita, mas é a minha família e eu os amo mais que tudo no mundo. Esther e Mikael nunca irão conseguir tirar isso de mim, pois pela minha familia lutarei como nunca, sempre e para sempre.
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