Let Her Go - Delena/ Klaroline
31 Capitulo 30 Esperança
Notas iniciais
POV DAMON
Eu e Elena estamos em Paris procurando alguma forma da Cecília voltar, mas ate agora nada. Nada de uma forma da minha pequena voltar a me atormentar. Elena explicava pelo telefone a Caroline a que as bruxas francesas não sabiam de nada que podia nos ajudar, ate o momento não temos nenhuma pista de onde ela esta, se ela encontrou sua paz, se ela esta em algum lugar, não sabemos de nada.
–Car, não chore – Elena disse com lagrimas nos seus grandes olhos castanhos.
–Como não? – escutei a Barbie perguntar do outro lado da linha.
Bebi a bebida de meu copo de uma vez e voltei para a sala, estava na varanda. Elena me encarou e sorriu de lado.
–Ceci esta morta Elena, aquela Cecília que nos amou tanto que deu a vida pela a nossa. A vida por milhões de vampiros no mundo – Caroline bufou.
–Calma ai, lovah – escutei Klaus dizer.
–Não mande eu me acalmar, você não manda em mim. E alias, eu estou grávida com os hormônios a flor da pele, e sou uma vampira – ela berrou.
Sorri de lado.
–Mas... – Caroline interrompe o hibrido.
–Nada... – disse brava.
–Uiii... de hibrido temido pelo mundo, agora é o Ken comandado pela Barbie – comecei a rir e Elena me fuzilou com os olhos, mas acabou rindo um pouco.
Do outro lado da linha, todos riram, menos o Klaus . Não escutei sua risada.
–Eu ainda posso te matar – com certeza ele estava sorrindo de lado.
–Mas não vai – complementei.
–Cala a boca, Damon – Caroline gritou.
Elena prendeu o riso. Revirei os olhos. Já não basta Enzo esta pegando a chata da Lexi, eu devo aturar a Barbie grávida.
–Eu so quero ela de volta... precisamos dela mais do que nunca, kol desligou a humanidade e esta terrível – Rebekah falou com a voz chorosa.
Fechei os olhos e prendi o choro, não vou chorar mais uma vez pela Cecí.
–Vamos dar um jeito – abri os olhos – sempre damos, não é?
–No final tudo fica bem! – complementou Caroline – vou ter que desligar, to com fome.
–Fale uma novidade?! – falei e ela bufou de ódio – so não engorda por que é vampira, se não, já estava uma baleia.
–Damon...
–Não escute ele, lovah. Vamos ligar para a bruxinha Bennet e o pequeno Gilbert. Eles devem saber de algo – Klaus disse com esperança na voz.
–Então, tchau. Vejo vocês no natal – falou a Barbie e desligou.
Encarei Elena e me sentei ao seu lado no grande sofá, deitei a cabeça em seu ombro e ela suspirou.
–Damon, já faz vinte dias que ela se foi. Você precisa me falar como esta se sentindo... por favor – implorou Elena.
Me sentei direito e a encarei.
–Como eu me sinto? Me sinto horrível, me sinto horrível pois a neguei no começo – lagrimas quiseram cair de meus olhos – me sinto horrível por que eu não pude fazer nada, você viu Elena, você viu o que ele fez com ela. Eu vi o medo nos olhos dela quando ela estava dentro daquele maldito circulo, mesmo ela tentando disfarçar com o seu sorriso de lado, ela não conseguiu. Ela estava com medo, ela sabia que ia morrer. Ela sabia – comecei a chorar, Elena me olhou com os olhos marejados e limpou minhas lagrimas – por que ela nos deixou, ela era a minha Irmã, a terceira Salvatore. A minha pequena, eu devia a ter protegido, a ter jogado dentro do quarto e mandar Bonnie fazer um feitiço para ela não sair dali ate voltarmos, mas não. Cecília era teimosa demais para isso, ela sabia Elena, ela sempre soube que morreria... viu o que Bonnie falou. Por que ela entrou nas nossas vidas se foi para nos deixar? O que a Ceci fez foi covardia, nos deixou. So deixou uma mera carta com piadas engraçadas, uma carta onde fez ate o Klaus chorar, a minha pequena, ela se foi por nos. Ela acha que eu acredito que ela foi para um lugar bom onde pode fazer compras? Poupa-me, so ela para acreditar naquilo, ela esta morta, morta, isso me machuca demais – abracei Elena que já chorava igual a mim.
–Ainda temos esperanças de ater volta, Damon – Elena disse com a voz rouca.
A encarei.
–Tudo vai ficar bem, meu amor. Eu prometo – e assim ela me beijou, um beijo calmo . ela se separou de mim – você esteve sempre ao meu lado, nunca vou te abandonar – ela voltou a me beijar.
Elena nos deitou no sofá, ficando por cima de mim. Em um movimento rápido, me virei ficando por cima dela. Rasguei o fino vestido que ela usava, tendo a visão maravilhosa de seus seios cobertos apenas pelo sutiã vermelho.
–Te amo – ela disse quando beijei seu pescoço.
–Também te amo – sussurrei trilhando um caminho de sua mandíbula ate a sua boca – muito – a beijei e ela sorriu entre o beijo.
POV CAROLINE
Suspirei cansada, frustrada com tudo isso. Precisamos da Cecília, ela é a única chance de termos kol com humanidade novamente. Falando nisso, o mesmo esta descendo as escadas com um sorriso sínico.
– Estou ótima mamãe – falei para minha mãe que insistia em ficar me paparicando.
–Já que esta bem, irei dar uma volta pela cidade – sorri de lado.
–Okay – me acomodei no sofá.
Kol se jogou ao meu lado.
–So recapitulando, eu te tratei bem por que esta grávida – sorri esperançosa.
–Para você ainda tem esperança Kol – sorri e ele revirou os olhos.
–Não vem com isso – ele disse pacifico.
Bufei.
–Você se recusa, mas no fundo, você ainda sente ...
–Não vem, Car – ele falou se levantando — Não vou cair no seu joguinho, que é o mesmo que o da Rebekah. E so para avisar, tem cinco corpos dentro do meu quarto, peça para limpar – ele sorriu cínico.
Cinco garotas mortas, meus olhos encheram de lagrimas.Kol virou as costas.
–Kol me espere – Davina gritou descendo as escadas.
Eu conheço esse vestido. Bufei de raiva e sai da sala, fui para o quarto da minha pequena.
–O que acha de sairmos? – perguntei para Rebekah – já é véspera de natal, vamos comprar os presentes, a arvore – falei e ela riu pelo nariz — e temos que arrumar o detalhe da ceia.
–Vamos – ela disse pegando Hope do berço.
A mesma estava linda, usava um lindo vestido rosa e com um casaco branco.
–Mamãe ama demais – peguei ela e enchi seu rosto de beijos.
Saimos do quarto de Hope e fomos rumo a saída da mansão.
–Onde vão? – Klaus nos barra.
–Compras de natal – avisei – e você, você vem junto com a gente para carregar a arvore para o carro – falei animada. Klaus me olhou indignado.
–Me recuso, passo dessa vez – ele disse cínico.
Semi cerrei os olhos para ele.
–Entrao fique, e me deixe sair na rua sem proteção – falei seca.
Estou fazendo chantagem emocional, sou ótima nisso. Klaus bufou.
–Vamos – sorri ao conseguir o que queria.
–Vamos – falei toda animada.
***
Escolhemos uma linda arvore, ela é perfeita, enorme compramos também todos os infeites possíveis de natal. Eu e Rebekah compramos tudo, todos os presentes, para todo mundo. Rebekah e eu compramos um ate para Cecilia, iremos deixar no seu tumulo. Klaus reclamou o tempo todo, mas não liguei muito para isso. Eu apenas o ignorei, não quero brigar. Não hoje, não depois de ontem, sorri ao lembrar da vaga lembrança de escutar ele gritar com Vamille, para mim não teve coisa melhor.
–Esse ou esse? – perguntei erguendo para Klaus, erguendo duas estrelas para colocar no topo da arvore.
–Qualquer uma, são iguais – ele bufou com Hope nos braços.
Ela ria de tudo, que fazíamos. Rebekah estava com Matt, eles estão organizando a ceia. So a comida mesmo.
–Não são não... essa – ergui a amarela – chama mais atenção, e essa — ergui a dourada – é mais fofinha – Klaus segurou o riso mais falhou – não tem graça – virei as costas e sorri para a vendedora.
–Eu sei Lovah – me virei para eles novamente.
–Hope entende mais de decoração do que você – falei e ele novamente segurou o riso – qual meu amor? – perguntei erguendo as duas estrelas para Hope, ela sorriu e olhou ambas a admirando-as.
–Etaaaa – ela mostrou a dourada.
–Viu? — perguntei para Klaus que olhou para a filha espantado.
–Essa mesmo moça – falei toda sorridente.
–Acho que Hope fez coco – Klaus sussurrou para mim.
–Troque-a – respondi prendendo o riso.
–Ta bom – ele revirou os olhos e saiu com a criança.
Ao me virar com a sacola nas mãos vejo uma figura loira a minha frente, Camille sorria cínica para mim.
–Mas não era você ontem que estava quase morrendo – a olhei.
–Sabe, ridícula essa sua atitude de morar no mesmo planeta que o meu – falei e virei as costas para loira aguada.
Sorria vitoriosa, encontrei Klaus dentro do carro com Hope. Ela estava na cadeirinha, e Klaus ao seu lado dando um Danone para ela. Sorri de cena e bati uma foto.
–Come vai? – ele pedia – por favor – ela sorriu e comeu.
–Vamos? – perguntei para ele.
–Vamos – Rebekah disse chegando com Matt ao seu lado, o coitado estava cheio de sacolas. Estamos no shopping da cidade.
Entramos todos dentro do carro, ao sairmos do estacionamento coberto estava tendo uma tempestade de neve. Seguimos para nossa casa, como a casa fica um pouco afastada da cidade passamos por uma estrada quase deserta. Ficamos todos calados, já é tarde, ao chegarmos na casa deixei Hope com a babá, sim, contratamos uma babá. Mas Hope quase não fica com ela, eu fico mais. Fui pro meu quarto tomar banho, ao sair eu quase caiu de costas ao encontrar Klaus sentado na cama, ele esta sem camisa.Revirei os olhos.
–Da próxima vez eu morro de susto – falei.
–Morre não – ele piscou sexy para mim.
Fui para o closet e coloquei meu pijama de bichinhos.
–Sai – ordenei arrumando os travesseiros.
–Não – ele falou fazendo beicinho.
–Por favor – fiz também.
–Não...
–Por favor – pedi com a voz manhosa.
–Não...
Revirei os olhos segurando o riso.
–Olha, sente aqui – Klaus bateu do seu lado.
Me sentei, prendi meu cabelo em um coque frouxo. Ao terminar cruzei os braços e encarei o lindo homem a minha frente.
–Te amo – ele sussurrou – como não vê isso? Como não vê que eu daria a minha vida pela sua? Pela vida de você e dos meus filhos? Caroline, pela primeira vez em mil anos eu tenho uma família de verdade. E, é ao lado da mulher da minha vida, sabe o que isso significa? Você so trouxe coisa boa para minha miserável vida – meus olhos estavam cheio de lagrimas – eu te amo mais que tudo no mundo, vocês são o meu tudo.
Sorri entre o choro.
–Klaus ... – sussurrei admirada.
Klaus sorriu e se aproximou ainda mais de mim, senti suas mãos em minha cintura me puxando para ele. Sua respiração fazia cócegas em meu nariz, e então eu selei nossos lábios. O beijo começou calmo, apenas estávamos matando a saudade. Não sei como, mas já estava no colo de Klaus, não queria me separar dele, não agora. Passei minhas mãos por seu abdômen e ele gemeu contra meus lábios, em um segundo eu já estava sem a blusa do pijama azul bebê nada sexy estou sem sutiã, Klaus parou o beijo e admirou meu corpo, mordeu o lábio inferior e me olhou com tanto desejo, o que me fez corar e esconder o rosto no vão do seu pescoço.
Klaus riu rouco e me virou, ficando por cima de mim na enorme cama. Ele começou a beijar meus seios já nus. Gemi seu nome quando ele sugou um, ele voltou a beijar meu pescoço. Senti sua ereção roçar em minha barriga e nesse momento eu estava para implorar por ele.
–Estava com tanta saudades –ele sussurrou no meu ouvido.
–Também — gemi sentindo sua língua em meu pescoço – vamos logo com isso – implorei.
Eu preciso do Klaus, agora, preciso dele dentro de mim. Ele se separou de mim e me olhou indeciso.
–Não iramos machucar o bebê? Pois sabe, somos brutos nisso – ri e ele me olhou serio – é serio, to com medo, ele é tão pequeno.
–Shiiiii – coloquei o dedo indicador nos seus lábios – não vai, vamos com calma, bem devagar. Confio em você, e você meu amor não será capaz de machucar nosso filho, nunca – ele sorriu.
–Eu te amo – Klaus disse e me beijou.
Eu queria falar o mesmo, de novo, de nono de novo. Queria gritar ao mundo que eu o amo, mas não agora, ainda estou insegura em relação ao Klaus. Mas eu estou feliz por estar ao seu lado, nos seus braços. Por ser parte da sua vida, por ser parte da sua família, que agora também é minha. A família Mikaelson, a minha família. Para mim, a noite estava apenas começando, não so para mim, mas para o meu hibrido orignal gostoso. Boto gostoso nisso.
POV CECILIA
–Então ela esta amando – Felipe brincou com a minha cara.
Mostrei língua para ele, escondi o rosto entre as mãos.
–Sim – respondi abafado – e muito – suspirei apaixonada.
Peguei uma flor, e a cheirei. Aqui é muito lindo, se parece com o paraíso, mas não é o paraíso. Uma moça loira passou por nos e sorriu, sorri de volta.Aqui tem mais pessoas, pessoas que foram salvas. Todos passaram pelo que eu passei, lembrando do que já passou e já fez, do que poderia ter, somente os que se arrependeram podem ficar aqui. Os que não se arrependem do que fizeram, somem como fumaça. Ainda estou com a mesma roupa, mas ela esta limpa.
–Aqui esta chato – reclamei olhando o sol – não posso fazer compras.
Felipe riu.
–Estava com saudades de você...
–Também – o abracei.
–Sempre estive com você, sempre mesmo – sorri.
–Isso quer dizer que posso andar no meio dos vivos? – perguntei eufórica.
Ele me olhou e sorriu de lado.
–Pode, mas tem que ter sabedoria para isso.
–Eu preciso ver o kol – falei com lagrimas nos olhos – eu preciso.
–Ceci ...
–Por favor, por favor... – implorei.
Nos últimos dias eu so sei treinar, treinar esses benditos poderes que eu tenho. E que são os mais fodas, sou tipo uma bruxa. Mas ao mesmo tempo que eu sou tão forte, eu sou tão frágil. Tem uma coisa que me enfraquece, um feitiço que poucas bruxas sabem, ele tira os meus poderes para sempre. Mas também, o mal, ele me enfraquece. Eu não me sinto bem perto dessa energia negativa, e uma pedra, uma pedra malaxix... ela pode ate me matar. São raras em todo o mundo, mas eu já estou morta. Sheila esta me preparando para lutar contra todos, contra tudo, para mim ser forte. E meus pais, bom, eles estão ajudando. Como estava com saudades de passar um tempo com eles.
–Ceci, eu tenho medo do que você pode ver – revirei os olhos.
–Eles estão sofrendo? – perguntei.
A primeira vez que isso sai da minha boca nesse tempo todo.
–Não só isso! Estão atrás de um jeito para você voltar – suspirei entre o choro.
Eu não queria isso, eu pedi na carta. Onde eu falava todos os meus sentimentos por Kol.
20 dias atras
Eu sei que eu vou morrer, mas eu preciso de algo para eles não ficarem tão tristes comigo. Limpei minhas lagrimas e me levantei da cama, segui rumo a minha escrivania branca com dourado. Me sentei e peguei um papel cor de rosa, onde tem um perfume nele. Papel Frances, o melhor para meninas como eu . Ri e peguei minha caneta preta que ganhei assim quando comecei a escrever, a anos atrás, sim, ela é de tinta. Comecei a escrever, cada palavra ela uma lagrima, cada lagrimas era como se meu coração estivesse se dilacerando, mas eu devia passar uma coisa boa a eles, como eu estive feliz em viver ao lado de cada um dessas pessoas especiais. Eu ia mesmo morrer? Evitei pensar nisso desde ontem, mas, é isso. Eu vou morrer. Limpei as lagrimas e comecei a escrever mais rápido. Não verei mais eles, as pessoas que eu amo e estou dando a minha vida. Eu devia passar o dia com eles, e não ficar trancafiada nesse quarto. Ao terminar a carta, me levantei de uma vez chorando.
Andei em círculos, ate que cai de joelhos no chão. Eu to com medo, medo de dar errado, medo de doer, medo de eu não encontrar a paz, medo... medo... medo. Eu não posso passar isso para eles. Eu não posso, me levantei do chão e fui rumo ao meu cofre, o abri e peguei a gargantinha. A coloquei dentro do envelope, apurei minha audição e não tinha ninguém na sala, sai em minha velocidade inumana e coloquei a mesma em cima do piano. Subi correndo e me tranquei no quarto, me olhei no espelho e estou um caco, e que seja para morrer... que eu morra com estilo. Entrei dentro do meu banheiro e fiquei dentro da minha espaçosa banheira, kol. Kol, kol, como ele ira reagir? Logo agora que estamos nos dando tão bem. A como eu o amo, o amo tanto, amo mais que tudo no mundo. Subirmegui meu corpo e fiquei sem respirar por muito tempo, se a morte é dolorosa como ficar sem ar... é horrivel. Me levantei de uma vez puxando o ar para os meus pulmões. Ao sair do banheiro eu me arrumei como uma princesa, eu sou uma princesa. Escutei os gritos da Bonnie e desci sabendo que a morte me esperava em algum lugar de New Orleans.
OFF
–Eu quero, eu preciso ver eles – implorei novamente.
–Então, vamos – mordi o lábio em nervosismo.
Ao abrir os olhos estávamos na mansão Mikaelson.
–Cade meus irmãos? – perguntei olhando ao redor.
Estamos na sala, vi Caroline com um telefona na mão falando com alguém. Klaus ao seu lado, assim como Rebekah e Matt. Todos estavam tristes. Ela esta falando com a Elena, céus. Lagrimas vieram antes mesmo de eu raciocinar direito. Sinto a mão de Felipe em meu ombro direito.
–Cadê o kol? – me virei para ele.
–No seu quarto – ele disse e eu sai correndo.
Subi as escadas correndo, ao chegar na porta do quarto de kol, fechei os olhos. Suspirei e abri a porta. Não acreditei na cena que vi, se eu já estava chorando antes, agora eu não sei mais. Cinco garotas mortas no quarto dele, e kol sentado em uma poltrona todo cheio de sangue. Senti minhas pernas moles e me segurei na parede, não acredito nisso, esse não é ele.
–Kol – sussurrei chegando perto dele.
Ele olhou na minha direção.
–Ele não pode te ver – Felipe completou.
Fechei os olhos, ele esta matando, matando pessoas inocentes.
–Esse não é ele – falei com a voz chorosa.
–Não, não é. Esse é so o kol sem humanidade – abri a boca e fechei.
–Não, não, não por mim. Ele não se tornou um mostro por mim – cai de joelhos no chão.
–Tínhamos medo disso – mamãe disse atras de mim.
Não a olhei, fixei meus olhos em kol que olhava na minha direção, me levantei e me aproximei novamente. Passei a mão no seu rosto, mesmo ele não sentindo, mas ele se arrepiou todo. Sorri de lado, como estava com saudades dele, eu preciso voltar para ele, eu preciso salvar o meu kol de si mesmo. Me abaixei perto de seu rosto e com lagrimas nos olhos encarei seus olhos castanhos. Ele me encarou também. Fechei os olhos, não agüento mais isso.
–Sua missão ainda não acabou, você é muito especial Cecília. Você é a humanidade de um Original – papai disse e eu o olhei.
POV KOL
Estou cansado de escutar o sexo klaroline, mesmo com fones eu ainda escuto isso. Revirei os olhos, a porta do meu quarto se abre de uma vez, fiquei em pé rapido e preparado para o ataque, da ultima vez que isso aconteceu eu fiquei desmaiado.Mas nao era nenhuma ameça, era Davina com uma camisola de renda vermelha. Ela sorriu e trancou a porta, e eu fiquei sem reação. Ela andou ate mim e entrelaçou a mão em minha nuca.
–Vamos continuar de onde paramos aquele dia — ela disse sexy e deu uma piscadela para mim.
–Claro — sorri de lado e a joguei na cama.
Fiquei por cima dela a beijando, a beijando por toda parte. Esse perfume, eu conheço, o mesmo que a Cecilia usava. Não liguei muito no momento, eu so precisava de Davina, eu precisava estar dentro dela o mais rapido possivel. E é isso que ira acontecer, nossos beijos foram esquentando e minhas maos criando vida passeando pelo corpo da jovem a mece para mim.
Fale com o autor