Notas iniciais
As minhas aulas voltam amanhã, se eu sumir é por isso. To com uma fanfic Klaroline nova, seu nome é Epic Love... muito boa, é sobre um casamento em crise. Vcs vão me amar e vão me odiar logo em seguida. Uma ótima leitura e comentem, eu leio todos sempre e amo eles.

POV CAROLINE

–Car, acorda – ela a voz de Rebekah.

Virei para o lado abraçando ainda mais Hope.

–Caroline – Rebekah berrou.

–O que? – perguntei me sentando na cama, tirei meu cabelo dos olhos e a encarei.

Ela sorriu sapeca, eles estão aprontando.

–Klaus esta a sua espera e tem uma surpresa para você e Hope – franzi o cenho quando a loira a minha frente terminou de falar.

–O que? – perguntei com a voz falha.

–Vá se arrumar que eu arrumo Hope – ela pegou Hope da cama que já começava a despertar.

–So espero que não seja mais um pedido de casamento – bufei, me levantando da cama.

Entrei no meu banheiro e me despi, enchi minha banheira e entrei dentro dela, a água quente me relaxou, como estamos no inverno isso é ótimo. Ao sair do banheiro fui direto para o closet, escolhi logo o que vestir pois eu estou muito curiosa para saber o que é essa surpresinha do Klaus para mim e minha filha. Ao terminar de me arrumar , prendi meu cabelo em um coque frouxo e sai do quarto.

–Me dê Hope aqui – pedi para Rebekah que estava com a bebê em seus braços.

Peguei Hope e desci as escadas com ela mexendo em meu brinco.

–Espero que você seja breve, que não seja outro pedido de casamento – disse quando cheguei na sala e vi Klaus sorrindo de lado, ele esta encantador.

–Não é. Mas você vai amar, Caroline – mordi o lábio inferior, meu nome saindo de sua boca me causou um arrepio.

Ele apontou para a sala do escritório que se abriu e eu quase morri.

–Mamãe... – disse chorando.

–Vovó – Hope bateu palminhas, ambas corremos para dar um abraço.

Forte e apertado, aquele abraço martenal que eu sempre sentia falta durantes as noites antes de dormir. Ela começou a chorar e eu mais ainda.

–Mamãe como estava com saudades de você – a abracei me esquecendo da minha força.

–Filha, menos. Você não é mais aquela grotinha que eu carregava no colo – ri entre as lagrimas e a soltei aos poucos.

Hope deus os braços para minha mãe ela sorriu pegando a criança de meus braços.

–Também estava com saudades de você, meu amor – ela deu um beijo em Hope que sorria – muito.

Meus olhos se encheram de lagrimas, ver minha mãe tratar Hope assim me emociona de tal forma. Ela a ama, e ira amar meu filho da mesma forma. Olhei para trás de mim e Klaus estava sorrindo olhando as duas, Rebekah estava emocionada também.

–Senta-se mamãe – mamãe se sentou, me sentei logo em seguida ao seu lado – mas, como? Que horas a senhora chegou? – disparei perguntas a minha mãe que franziu o cenho e sorriu logo em seguida.

–Amo seu jeito, Car – sorri – e respondendo suas perguntas, um certo hibrido original pediu para um de seus vampiros, Eidan se não me engano ir me buscar em M.F – sorri mais ainda e olhei para Klaus que estava em pé escorado na parede com um copo de Bordon. Ele sorriu e deu uma piscadela para mim, sorri de volta – e eu vim por que estava de férias.

–Obrigada por vim, ficar conosco – já estava chorando novamente.

Rebekah se sentou ao meu lado.

–Caroline, sem fortes emoções – Klaus sussurrou somente para quem é sobrenatural escutar.

Me virei para ele, ele estava preocupado.

–Okay – disse do mesmo modo.

Me virei para mamãe que brincava com Hope.

–Quer café, qualquer coisa? –perguntei.

–Aceito um café – sorri ainda mais.

–Então me siga – ela se levantou e fomos todas para a cozinha.

Ao chegar na enorme cozinha vi kol sentado no balcão comendo torta de morango. Ele, ele esta pensando nela, eu sei que esta, mesmo não querendo... kol se lembra da Cecília, quem a conhece nunca se esquece dela. Ele nos olhou espantado e se levantou colocando o prato de sobremesa na pia e ia saindo. Todas estamos paradas na porta da cozinha.

–Kol – minha mãe o parou – cadê Cecília? – ela perguntou inocente.

Me esqueci que ela não sabe, hoje faz nove dias que a nossa princesa se foi. Ele se virou para minha mãe e sorriu sínico.

–Morreu – ele respondeu secamente e saiu da cozinha.

Mamae me olhou e eu confirmei com a cabeça.

– Te conto depois – sussurrei – Gloria, nos sirva um lanche no jardim – pedi e sai na frente.

Não gosto de falar da Cecília, não me sinto muito bem por saber que eu sou a culpado por sua morte, não diretamente. Mas a nossa Cecília morreu me salvando, e eu serei grata a ela sempre. Nos sentamos em uma das mesas perto da piscina no imenso jardim e suspirei o mesmo esta lindo, a neve cobre maior parte mas esta perfeito, ficamos conversando amenidades o tempo todo e rindo de Hope. Ela aprendeu a fazer bichinho. Comemos e minha mãe resolve tocar no assunto.

–Acho que precisamos conversar, filha – da ultima vez que ouvi isso da minha mãe ela pediu para eu me afastar de Hope.

–É, precisamos – respirei fundo – o negocio é assim, quando eu cheguei eu e a Heyley tivemos uma briga muito feia, ela quase me matou. Daí na mesma noite eu chorei para Klaus não tirar Hope de mim, eu o beijei ou ele, não me lembro bem e sai do quarto dele correndo. Ele foi no meu quarto e nos transamos, nesse dia ele disse que me amava, mas não assumi para ele. Daí no dia seguinte brigamos pela Vamille – chamei camille pelo apelido que coloquei nela, eu, Rebekah e Hayley – compramos as coisas novas para o quarto de Hope e eu nunca imaginei ver esse lado do Klaus, depois transamos de novo e eu disse que o amava... tudo bem ate brigarmos pela Vamille. No outro dia de madrugada a mãe dele e o pai dele invadem a mansão querendo me levar, eu Hope e Cecília – minha mãe estava de boca aberta – eles não conseguiram levar Cecília por que D. os impediram, mas levaram eu e Hope. Fui torturada e La descobri que estava grávida, quase me fizeram perder meu filho. E ele seria morto em um sacrifico, ainda dentro da minha barriga... so que fomos salvos graças a Cecília...

–Ohhh – fui tudo que mamãe conseguiu dizer – grávida? Você esta grávida?

–Sim – Klaus respondeu chegando.

–Eu vou te matar – ela sacou a arma, Rebekah ria da cena enquanto filmava tudo.

Arregalei os olhos, Hayley que se juntou a nos ria muito enquanto Hope não entendia nada.

–Calma ai – Klaus disse colocando as mãos para cima em sinal de redenção.

Mamãe apontou a arma para ele e ele me olhou com o olhar de “Faça algo” ri para ele. Mamãe começou a andar para o lado dele e ele andando para trás.

–Você engravidou minha menininha – ela rosnou e colocou a arma na cabeça do Klaus que me olhava espantado.

–Acho que a senhora não sabe que eu sou irmo...

–Calado.

–Hey, mamãe. Fique calma – me coloquei ao lado dos dois – a senhora vai ganhar mais um netinho – coloquei a mão no ventre e as lagrimas invadiram meus olhos.

Ela deixou a arma cair no chão e Klaus a pegou tirando as balas, ela me abraçou forte também chorando.

–Parabéns meu amor, terei mais um neto – ela sorria entre as lagrimas e eu fazia o mesmo.

–Ufa – Klaus suspirou aliviado.

–Vou mandar esse vídeo para algumas pessoinhas... – Rebekah ainda ria.

–Não vai, não.

–Vo sim – ela deu de língua e Klaus revirou os olhos.

POV KOL

Como eu pude pensar naquela coisa rosa? Naquela vadia porpurinada? Ela dormia com qualquer um, bastava ser bonzinho com ela. Eu não quero nunca mais pensar nela, nunca mais na minha vida e isso se resume para sempre. Ela teve o que mereceu, eu nunca a amei mesmo. Ouvi um barulho vindo do quarto da little bich, e resolvi entrar. Me deparei com Davina usando um vestido de Cecília, é um preto todo rendado dela, ela o usou no dia do jogo que teve nas escola dela, ela se virou para mim com a mão no coração.

–Me assustou – ela disse tirando o sapato vermelho que usava, que também era de Cecília.

Ri.

–Não ria – ela deu de ombros.

Ela ficou extremamente sexy com o vestido curto, principalmente quando La fora esta muito frio. Mas devo admitir, ele fica melhor na Salvatore. Andei super rápido ate Davina, o que a fez se assustar e recuar três passos ficando presa contra meu corpo e a parede, olhei dentro dos seus olhos e sorri de lado.

–Nem pense nisso – ela disse com a voz rouca.

O perfume, ela também esta usando o de Cecília.

–Eu sei que você me quer – sussurrei, e logo em seguida colei nossos lábios.

Rpaidamente a peguei no colo e a fiz entrelaçar as pernas na minha cintura, o nosso beijo era desesperado, mas falava algo, não liguei para isso. As mãos de Davina bagunçando o meu cabelo, seu corpo quente contra o meu, esta me deixando louco. Em um movimento rápido a deitei na cama e fiquei por cima dela, comecei a passar as mãos por suas cochas ate subir para o zíper to vestido na suas costas, quando abri o zíper a porta do quarto se abre.

–QUE POCA VERGONHA É ESSA? – gritou Rebekah da porta.

Me virei frustrado para ela e bufei de ódio, Davina estava vermelha igual a um pimentão. Sai de cima de Davina enquanto Rebekah me fuzilava.

–Davina, te dou tres segundos para sair desse quarto – Rebekah ergueu a mão – um, dois...

–Ela esta morta, para que todo esse draminha? – perguntou Davina se levantando.

–No quarto dela não, façam essa pouca vergonha em qualquer lugar, menos no quarto da minha amiga – Rebekah deu uma pausa – um – e assim Davina saiu correndo arrumando o vestido.

A loira furiosa se virou para mim.

–Saia daqui...

–Eu em, ela esta morta! – passei a mão nas caixinhas de Cecília e La no meio tinha uma que eu a dei antes dela sumir.

Revirei os olhos.

–Ela era tão humana, dava importância para coisas mínimas da vida – Peguei a caixinha de musica.

–Era isso que você amava nela, o jeito humano dela, ela te fazia sentir como se você fosse humano Kol, você amava isso nela – Rebekah se aproximou chorando.

Ri na cara dela.

–Eu não a amava – falei seco.

–Amava, amava e ainda ama. Por que você desligou a humanidade? Por que ela morreu nos seus braços e você não pode fazer nada, Kol. Você não pode impedir meu pai de enfiar a estaca em Cecília, ela morreu dizendo que te amava, ela morreu olhando para você e sorrindo, mesmo na morte ela sorria em estar com você – ela gritou — . A dor, era dilacerante, você foi fraco irmão. Lembra o que você disse para ela, quando ela estava ponto de desligar a humanidade? A dor precisa ser sentida, esse é o problema da dor.

Ri ainda mais.

–Rebekah pare com esse seu joguinho, você não vai me fazer ligar a humanidade usando isso.

–Não, so estou te lembrando de como ela era frágil e forte ao mesmo tempo. – ri e revirei os olhos.

–Se me dê licença, devo sair.

–Sendo fraco mais uma vez – ela gritou.

–Eu não sou fraco – retruquei.

–É o que parece.

Sai dali e quando cheguei perto do escritório do Klaus escutei uma conversa dele e de Elijah.

–Nada, eles procuraram em todo canto NIklaus. Nossos pais não foram encontrados – Elijah disse triste.

Escuto Klaus bater na mesa, eu tenho vontade de encontrar meus pais e matar eles.

–E, há Cecília? – Klaus pergunta triste.

–Pior ainda Niklaus, ela esta morta e disseram que ela não tem como voltar. Eles estão procurando uma forma dela voltar por todo o mundo, mas não tem – suspirei e sai dali.

Não quero escutar mais nada sobre ela. Vi Caroline sentada na sala comendo pipoca e assistindo um filme. Me sentei ao seu lado, ela me olhou de relance.

–So vo avisando, so vou ser legal com você por que esta grávida. Alias, um novo Mikaelson esta a caminho – sorri de lado e ela sorriu com a boca cheia de pipoca – me dê pipoca – peguei um pouco e me levantei do sofá e fui para farra.

***

Sorri olhando as quatro garotas mortas no meu quarto, todas com os cabelos pretos e olhos azuis. Me aproximei de uma das quatro, ela parece um anjo, me ajoelhei e por um momento vi Cecília morta nos meus braços, me levantei rápido e assustado.

–Kol, kol, kol – gritou Rebekah entrando no quarto – meu Deus – ela berrou assustada.

Me olhei no espelho, estou com a barba por fazer... lindo como sempre e todo cheio de sangue.

–EU VOU TE MATAR – ela gritou partindo para cima de mim, mas antes ela teve que pular os corpos jogados no chão sem vida, fiz careta, elas estão sujando o meu carpete.

Rebekah me deu um tapa na cara, logo em seguida me jogou longe fazendo eu cair em cima da cama e a quebrar. Ela ficou por cima de mim me estapeando, Rebekah fincou as unhas na minha face a unhando toda. Revirei os olhos e a joguei longe, ela por ser mulher é muito forte. Rebekah caiu do outro lado do quarto em cima da mesinha de bebidas, ela esta toda machucada também. Ela me olhou com fúria e se levantou em sua velocidade inumana, ela enfiou a perna da pequena mesa na minha barriga e eu tirei muito rápido do local e prensei minha litthe sistah na parede.

–Não vai doer, so um pouquinho – comecei a colocar a estaca em seu coração.

–Nik – ela disse sem forças

A soltei e me virei para trás e Klaus sorriu sínico com suas presas e seus olhos amarelos para mim, ele veio para cima de mim me jogando contra a parede.

–INCONSEQÜENTE – berrou – lide com isso agora – e assim ele quebra o meu pescoço.

POV CECILIA

Andava pela floresta, esta a noite, porem a lua esta iluminando tudo. Olhei para cima e fiquei tonta mais uma vez, e La vamos nos para mais uma lembrança. Me escorei na arvore e cai lentamente, senti o empacto do meu corpo contra o chão e tudo ficou escuro.

ON

–Pare – murmorou a minha possível ultima vitima da noite.

Não o respondi, apenas continuei sugando de sua veia artéria. Senti o homem bambo em meus braços, falta pouco para mim o drenar. Suguei, suguei, suguei tudo, suguei ate sua ultima gota de sangue e sem deixar derramar nada, odeio bagunça e disperdicio de comida. Não me importo com ele, não me importo se ele tem família, não me importo se ele era um bom rapaz... o que me importava era o sangue que corria por seus veias e bombeava seu coração. Ele já não valia nada para mim, e agora morto muito menos. Jogo o corpo dele no chão do beco escuro e viro as costas e saiu andando rebolando, so escuta o toc,toc,toc, toc de meu sapato preto batendo no chão do beco. Para no final do beco e pego um lenço e um espelho dentro da minha bolsa e limpo a boca, sorria satisfeita e não olho para trás, arrumo meu vestido vermelho sangue. Engraçado, não? As vezes durante a noite não tem nada legal para fazer a não ser matar, pego o batom vermelho dentro da bolsa e o passo em minha boca a contornando e a deixando mais sexy. Sorri de lado e joguei um beijo para mim mesma, começo a andar pelas ruas movimentadas de Londres, não tenho piedade de ninguém, na verdade tinha, mas a muito tempo não tenho e não sei o que é sentir. Alias, vinte anos não foi ontem!Foi? Sou fria, arogante, irônica, mimada, ciumenta... o que é meu é meu e de mais ninguém. O que eu quero eu tenho nas minhas mãos. Arrumei meus cachos e me aproximei de um homem muito belo.

–Vamos para meu apartamento, essa noite sera divertida para nos — disse e ele sorriu de lado.

–Claro linda — e assim ele me beijou.

Minha noite so esta começando, sorri entre o beijo.

OFF

Abri os olhos de vagar e me sentei chorando, não acredito que eu era esse monstro. Sentia o gosto do sangue do rapaz na minha boca, corri para o lago chorando e tentava lavar a boca para tirar esse gosto me ajoelhei, gosto de sangue de pessoa inocente. Quando mais eu lavava a boca mais sentia o gosto do sangue, olhei para o lago e vi ele ficando todo vermelho sangue, olhei para as minhas mãos sujas de sangue.

–Cecilia – escutei vozes me chamando.

Levantei os olhos e me virei para trás, vi todas as minhas vitimas atras de mim, todas andaram para o meu lado.

–Parem – barrei chorando.

Me levantei e a cada passo que eles davam era um meu.

–Não – gritei e senti meu vestido molhar de sangue do lago, estava entrando para dentro dele – não — eles andavam para perto de mim.

–Por que voce nos matou? – tapei os ouvidos.

Entrei mais para dentro do lago, virei as costas e corria ate não sentir mais meus pés tocaram no fundo. Comecei a me afogar, eu tentava nadar, porem não conseguia. Tentava, tentava, quando estava me afogando abri os olhos e vi tudo sangue em minha volta, mas vi o rosto de kol e isso me deu esperanças. Tentei me agarrar somente naquela imagem enquanto me afogava.

Abri os olhos e claridade não me deixava ver nada direito estou deitada no chão e sinto meu vestido molhado, já é dia, tem mulher a minha frente tinha lindos cabelos pretos como os meus, forcei a vista e não acreditei no que vi.

–Filha – disse a voz doce e aveludada ecoando pelos meus ouvidos.

–Mamãe – falei chorando e minha mãe sorrio meiga e doce para mim.

Notas finais
KOLIAS SHPPERS ME AMEM, kkk. Eu sei, eu sei... vcs pediram para o Kol nao beijar a D. mas eu tive que fazer isso. Tive mesmo,para dar emoção a historia. A mams da Ceci esta na aria minhas lindas, espero do fundo do coração que tenham gostado. E a surpresa do klaus? Super fofa, nao? E ele com medo da xerife Forbes, muito engraçado kkk.Cecilia com a humanidade desligada é aquilo lá, acho que mais para frente ela tera que fazer isso para dar emoção kkk pois ela sim é uma vadia de primeira sem humanidade. Ate semana que vem e espero que cometem, amo vcs muito. Bjs.