Let Her Go - Delena/ Klaroline
28 Capitulo 27 And The Plan Fail
Notas iniciais
Pov Klaus
Acordei com muita dor de cabeça, levei a mão a cabeça e me sentei. Ainda estou tonto mas me lembrei do que aconteceu, Caroline e quebrou meu pescoço! Que ódio dela, sorte que ela está grávida, pois se a pegasse... Não existiria mais loira patricinha. Me levantei e vi que um papel caiu no chão, o peguei e era uma carta de Caroline. Sai do quarto e lia a carta enquanto ia ao quarto de Elijah.
"Niklaus... Ou melhor Klaus, você pensou que tinha o direito de me manter presa, porém olha que irônico, você não tem esse poder! Essa mansão está repleta de dor e você querendo me manter presa nela para sempre? Era esse seu plano querido klaus, pois bem você novamente falhou.
Eu só me mantinha nessa casa, ou ,melhor nesse inferno por consideração a Hope e Rebekah que ainda estão muito abaladas com a morte de Cecilia... fora isso nada me mantém ai, nem mesmo nosso filho ou filha, não se preocupe eu mando um bilhete avisando que meu bebê nasceu!
Hope é minha filha sim, mas do que sua e da Hayley, eu a cuide, eu a dei amor, eu estive presente nos seus primeiros passos, nas suas primeiras palavras,no seu primeiro sorriso, quando ela ficou doente, eu estive ao lado dela ...então você e ninguém não tem o direito de tentar me tirar o direito de ve-la, eu a amo mais que tudo no mundo… Pois Hope Mikaelson é a minha filha, ela não saiu de dentro de mim, mas do meu coração.Quanto a meu filho eu quero que você mantém a distância, e nem tente me tira-lo ou todos os seus problemas serão pequenos perto do que eu vou fazer com você.
Você e nem ninguém irão me impedir de ve-los, nunca Niklaus.
Eu disse que te amava, sim, eu fiz essa burrada. Porra, e o que você faz? Ah, me lembrei...i beija a vadia da Camille ou melhor, Cami para os mas íntimos como você. Pois bem você novamente conseguiu me afastar de você. Sim você consegui, parabéns.
Vivíamos brigando sempre por motivos inúteis ou motivo graves. Mas sempre resultava em briga! Sempre para sempre séria briga. E pelo amor de Deus eu simplesmente cansei disso. Cansei de olhar para você e lembrar do que você fez!
Então me deixe ir embora será melhor para nós dois. Quem sabe você não fica com a Cami? Ah tenho certeza que ela quer estar na sua cama. Mas não se esqueça que no seu coração ou na sua cama sempre será meu lugar, mas vou doar meu brinquedo para as necessitadas. Por enquanto era isso. Qualquer coisa, mando cartas! Beijos..
Ahhh, de um beijo na Camille por mim... ela ira adorar saber que ela conseguiu o que queria.
Com amor e ódio Caroline Forbes!"
Ao terminar de ler eu estava com lágrimas nos olhos, Caroline Forbes se eu te pegar... eu te mato. Bufei de ódio, como ela pode? Ela sabe que lá fora muitos a querem morta e ela foge, eu tenho que encontra lá e o mais rápido possível.
–Elijah, Kol e Rebekah — grito.
Em três segundos aparece uma Rebekah com o cabelo todo bagunçada e com a camisola amarrotada. Kol aparece ao seu lado com um sorriso sínico, e Elijah ao meu com um olhar preocupado. Eles né olhavam com perspequitiva.
–Niklaus não temos a noite toda — Kol reclamou, cruzando os braços.
–Caroline fugiu — fui direto ao ponto.
Rebekah arregalou, e Kol riu alto, Elijah me olhava sem entender nada.
–Claro, ela não iria aguentar esse inferno — Kol se pronunciou e era melhor ele ter ficado calado pois minha vontade foi de jogar ele do outro lado da cidade.
–Cala a boca — Rebekah o cutucou.
Ele apenas olhou para ela e revirou os olhos.
–Precisamos encontra lá — Elijah disse saindo na frente.
Caroline Forbes eu vou te achar e vou fazer da sua vida um inferno. Sai atrás do Elijah enquanto discada o número daquela doida, coloquei meu número em confidencial.
–Alo — ela disse com aquela voz doce e suave.
–Só digo uma coisa, vou te achar e fazer da sua vida um inferno sua mimada. Mas eu te dou uma segunda opção... Você volta de onde está e tudo fica bem — escutei ela rir do outro lado da linha.
Se ela estivesse perto de mim eu quebraria o pescoço daquela loira mimada.
–Isso nunca meu amor — Ela respondeu sínica e desligou o celular.
Olhei da tela do celular para os vampiros na minha frente. Peguei o celular e o joguei na parede. Olhei para os vampiros que pararam até de respirar.
–Quero todos vocês atrás dela, a procurem nas rodoviárias, aeroportos, quero vampiros em todas as saídas da cidade de New Orleans e todos os hoteis… se algum de vocês a encontrar eu sei que ela ira brigar, ira xingar, ira lutar e se você a segurar ela ira se debater ate você a soltar, ela tem um ótimo poder de persuasão nao caiem no joquinho dela… não quero ela machucada, lebrem-sem ela esta esperando um filho meu e é mãe de outra, e a tragam sem nenhum ferimento — todos me olhavam atentos — vocês sabem onde ficam os carros e as chaves, podem ir — e assim cada vampiro montou o seu grupinho e saiu a procura dela.
Me virei para meus irmãos.
–E, nos… vamos a procura dela.
–Me obrigue — Kol se pronunciou.
Olhei para meus irmãos sem entender nada, franzi o cenho.
–Caroline no momento não é o único probleminha na família, esse otario desligou a humanidade — Olhei para Rebekah que estralou a linguá e deu um tapa no braço direto de Kol.
Me virei para Kol com vontade de matar ele, então ele sorriu sínico.
–Aprendi a lidar com a dor, sabe como é bom não sentir? Isso é perfeito — fechei os olhos com raiva.
–Niklaus, não sabemos o que fazer com ele — Elijah me olhou com angustia.
–Eu sei — me virei para Kol — Kol Mikaelson, se você não ligar essa porcaria de humanidade… te jogo dentro de um caixão novamente — kol riu ironicamente.
–Sei que você não fara isso, Nik — revirei os olhos e Rebekah fuzilava Kol com os dela enquanto Elijah estava pensativo.
Suspirei.
–Tenho que achar a mãe dos meus filhos, me dêem licença — sai e Rebekah veio atrás.
–Vou com você.
Elijah ia ficar em casa, caso alguem apareça com Caroline. Rebekah trocou de roupa e colocou um casaco preto pois lá fora há nove por toda parte. Decidimos procurar Caroline primeiro no aeroporto central de New Orleans, pegamos meu carro, vários voos foram cancelados por causa da neve isso é bom. Ao entrarmos no imenso aeroporto peguei iphone de Rebekah que por incrível que pareça é todo rosa.
E digitei a seguinte mensagem para Caroline.
“Você gosta de brincar de esconde-esconde, não? Vou entrar nesse seu joguinho Lovah…
Klaus Mikaelson”
–Nik — Rebekah parou de andar e me parou segurando minha mão — deveriamos a encontrar meu querido, e não passar medo nela — Ela bufou.
Sorri de lado.
–Esse é o meu jeito — voltei a andar com Rebekah ao meu lado.
O celular de Rebekah começou a tocar o tema do filme as branquelas, revirei os olhos e atendi.
–Fico feliz que pensa que isso é um jogo, querido, mas esta completamente enganado — Caroline disse do outro lado da linha.
–Serio Lovah? O que seria? Se não é um jogo, o que é? — forcei meu sotaque nessa frase.
Ela suspirou do outro lado da linha, senti um cheiro conhecido entre as pessoas e me aproximei de onde fica a lanchonete do aeroporto. Avistei uma loira vestida com um sobretudo vermelho e com uma bolsa preta de lado, enquanto falava no seu iPhone rosa com dourado. Sorri de lado e Rebekah revirou os olhos para mim…
–Otario — ela disse em mudo para mim.
Decidi brincar um pouco mais com a loira a minha frente que estava no telefone… ela estava no balcão pedindo alguma coisa gesticulando com as mãos. Isso já são quase cinco da manhã.
–Foda-se, eu ganhei me livrando de você — ela disse essa frase rindo depois que terminou de fazer o seu pedido apontando o que queria.
Me aproximei ainda mais dela, a ponto de ficar dois passos da loira a minha frente. Eu queria pegar ela pela garganta e apertar ate ela parar de respirar, depois jogar o corpo dela para outro lado.
–Acho que não, sweetheart — nesse momento ela se vira para mim boquiaberta ainda com o celular na orelha.
Coloco o celular no auto e desligo o mesmo.
–Mais como? — ela gagueja, ela fecha os olhos quando eu dou o primeiro passo a frente — não ouse, não se aproxime — Caroline esta quase chorando.
–Vamos embora! — falo pegando o seu braço direito.
Ela olha para o braço que eu estou segurando.
–Vai quebrar este também? — ela pergunta com a voz embargada.
–Car… — Rebekah se aproxima.
–Eu, te odeio Klaus — ela fala quando eu solto seu braço.
–Vamos… — ela me fuzila com os olhos.
–Espere pelo menos eu pegar o meu chocolate quente — ela fala apontando para o balcão da lanchonete.
–Não…
–Niklaus — Rebekah fala fria como o gelo, ela pega o chocolate quente de Caroline e acaba pegando um para ela, reviro os olhos de tedio.
–Não pense em fugir — alerto para Caroline que olhava o avião que decolava para Virgínia.
–TE ODEIO — ela grita e todos no local nos olham.
–Pare de showzinho.
–Agora eu sempre dou showzinho — ela bufou.
Rebekah joga uma nota de cinqüenta doras em cima do balcão e entrega o chocolate quente de Caroline a mesma. Os olhos da loira chegam a brilhar quando ela vê isso, sorri olhando isso.
Rebekah e ela saem na frente e eu fico para trás monitorando tudo.
POV CECÍLIA (MEU DEUS AMANDA, O QUE É ISSO? LEEM)
Abri meus olhos e vi que estou no meio da floresta, me levantei ainda meio tonta. Eu não consigo parar de chorar ao lembrar de quando fui violentada. Eu tinha nojo de mim, nojo de mim, foi um tempo horrível na minha vida, nao queria Alexander por perto. Eu simples-mente me culpava por nao ter encontrado o esconderijo antes deles me pegarem. Eu sentia as mãos ásperas na minha pele, o bafo de bebida em meu rosto… a meu Deus, eu jurei para mim mesma que mataria todos depois que saísse , mas eu fui fraca. Deus poupou a minha vida ali naquele momento, eu tinha vontade de morrer toda noite, todo dia, todo momento… eu queria sumir, eu tentei suicídio cinco vezes em uma semana. Pois para mim minha vida não tinha mais sentido.
Me escorei na arvore perto a mim e chorei, olhei para o céu ensolarado. Eu não tenho noção do tempo aqui, não quanto tempo faz que eu morri. So sei que isso se parece com o imferno… revir tudo que passei esta sendo doloroso.
–Kol — me sentei no chão chorando.
Encolhi minhas pernas e me escorei na arvore, o salto que eu estou usando esta um caco… meu vestido todo sujo de terra. Senti pingos de chuva em mim e olhei para cima e os pingos de chuva se tornaram grosos e quentes… me levantei e a tontura me veio.
–Oh… não — levei a mão a cabeça antes de desmaiar.
Sonho On
Estou com a minha bebezinha nos braços, ela é tão linda... tão pequenina Ela esta usando um vestidinho longo e com manguinhas, ele é rosa claro com detalhes em dourado...Ela tem os meus olhos e cabelos, mas o nariz, o nariz é de Alexander. Estou olhando pela enorme varando do meu quarto algumas crianças brincarem perto do lago do castelo... sorri imaginando a minha pequena fazendo tudo isso quando crescer.
–Mamãe te ama tanto minha princesa – Samantha bocejou.
Senti mãos envolver a minha cintura e Alex beijou a minha nunca, ele olhou para Samantha e sorriu.
–Ela é perfeita, foi isso que eu sempre sonhei para nós.
–Eu também – falei ninando minha filha nos meus braços.
***
–Alexander, quantas vezes eu disse para você não pegar a Samantha quando ela chora por manha? — perguntei a Alexander que tinha pegado Samantha no colo.
–Ah, Ceci...- sorri quando ele me chamou pelo apelido – eu não agüentei.
–Eu sei como é – sorri me aproximando deles.
Samantha me fitou e sorriu, aquele sorriso mais lindo de bebê sem dentes. Dei um beijo no topo da sua cabecinha, o cheiro de bebê dela é o melhor que eu senti em toda a minha vida.
Sorri e Alexander sorriu com nossa pequena em seus braços.
***
–Mamã – Samantha disse vindo na minha direção.
–Alexander, tenho que terminar de me arrumar... pegue-a para mim – Alex saiu de dentro do closet e pegou a bebê que estava andando calambeando .
Ele parou ao meu lado, eu estava colocando os brincos.
–As mulheres da minha vida – sorri de lado.
–A minha vida, são vocês – peguei Samantha que deu os bracinhos a mim – Mamãe te ama – beijei a bochecha da minha pequena.
–E eu, amo vocês – Alexander deu um beijo na bochecha gordinha de nossa filha e depois me deu um beijo casto nos lábios.
POV CAROLINE
Desci do carro e bati a porta com brutalidade, Rebekah também fez o mesmo. Já são 6:00 da manhã em New Orleans, os raios de sol batem contra as folhas de arbustos, e em certo ponto no chão coberto pela neve fofinha... porem gélida.
–Isso, quebrem o meu carro – Klaus alisou sua BMW preta.
Revirei os olhos e entrei na casa.
–Car, eu vou dormir... estou cansada – Rebekah me fitou e me parou quando eu estava subindo as escadas – não cutuque a onça com vara curta, Caroline, esta na hora de encarar a fera.
Ri sem humor.
–Niklaus não fará nada a mim, ele não é louco.
–Viu? A loirinha sabe das coisas – Kol riu irônico descendo as escadas – to saindo e não tenho hora para voltar .
–Ninguém perguntou – Rebekah retrucou – e a,i se você ferir inocentes, Kol Mikaelson... eu te mato – ele deu de ombros e saiu da casa.
E logo Klaus entra.
–Esta na minha hora – Rebekah sobe as escadas e me deixa para trás.
Viro de costas para o Klaus, e quando estou no terceiro degrau...
–Precisamos conversar, Caroline – bufei e me virei para ele.
Sorri sínica.
–Precisamos? – perguntei cruzando os braços.
–Quem você pensa que é para colocar a vida do meu filho e a sua em risco? – perguntou sentando no sofá e colocando as mãos no rosto.
–Isso mesmo, a minha vida – Klaus em sua velocidade inumana se levantou do sofá e me prensou na parede eu me assustei e arregalei os olhos.
–Pare com esse seu joguinho, Forbes... enquanto você estiver com o meu filho na barriga você fica comigo, depois, se você quiser sumir... que suma – fiquei boquiaberta .
–Você esta me tratando como uma incubadora, novo apelido... Barbie Vamp Incubadora. Não me trate como uma criança... – gritei.
–É isso que você é Caroline, uma criança mimada... colocar a vida sua e de seu filho em risco? – ele perguntou.
Segurei o choro na garganta, eu sei que eu fiz errado. Eu fiz errado em fugir, mas eu não assumo isso para ele, abaixei os olhos ate minhas botas de inverno e fiquei olhando para elas, e quando ergo os olhos estou com os mesmos marejados.
–Eu so queria a minha mãe – mordi o lábio inferior tentando conter o choro... mas não adiantou.
Escutei o choro de Hope e Hayley apareceu com ela nos braços a mesma usava um pijama da Barbie que eu dei a ela.
–Mãmã – ela chorava estendendo os bracinhos para mim.
Como eu tive coragem de fugir sem ela? Eu nunca a abandonaria, eu estava blefando. Klaus tira as mãos do meu ombro ... pois ele estava me forçando a ficar quieta.
–Oh minha filha – a peguei.
–Mãmã...
–Sim, sou eu... sua mamãe te ama tanto – comecei a chorar ainda mais – eu nunca mais vou sair de perto de você, eu prometo – e então nesse momento eu decidi passar o que for, mas eu não irei deixar minha Hope sozinha... ela nunca ficara sem mim.
Klaus olhava a cena com as mãos para trás... ele suspirou.
–Eu te amo... minha pequena. Agora vamos dormir, não é? – perguntei e ela se aninhou a mim.
Subi as escadas com Hope no colo e fui direto para o meu quarto, a deitei na cama e me deitei ao seu lado... nos cobri e Hope passou para cima de mim e assim ela dormir.
–Nunca vou te deixar, eu prometo... você e seu irmão são meu tudo – sussurrei antes de cair no sono.
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