Let Her Go - Delena/ Klaroline
27 Capitulo 26 Yes
Notas iniciais
POV KLAUS
Eu escutei bem? Ela disso isso mesmo? Ela quer ir embora e criar o meu filho sozinha?! Não, eu não irei deixar isso acontecer. Caroline me olha com suplica, ela ainda esta chorando. Eu me aproximo dela novamente. Entao sussurro em sua orelha.
–Não, nunca – ela me empurra e olha dentro dos meus olhos.
–Te odeio – mas eu sei que é mentira.
Ela sai correndo e sobe as escadas para o seu quarto.
–Idiota – Rebekah fala se aproximando de mim – quero te matar seu imbecil. Eu vou sair daqui se não eu acabo te matando – e assim ela sai.
Suspiro, me sento no sofá e começo a chorar. Cecília bem que podia estar aqui, ela me ajudaria com isso, me daria bons conselhos. Mas isso é o melhor para Caroline, o melhor, ela tem que ficar ao meu lado, pois ao meu lado eu posso proteger ela de todos. Do mundo. E eu não vou desistir da Caroline, nunca.
POV ALTORA DIVA
Uma semana se passou após a morte da Salvatore, uma semana se passou desde que Caroline pediu para ir embora e Klaus disse que não, foi a semana mais tensa da vida de todos eles. Kol, o original se revoltou e saiu matando pela cidade...Elijah conseguiu esconder os rastros de corpos. Klaus esta governando a cidade e de olho em Caroline, que nesse semana tentou fugir duas vezes. Eles brigaram todos os dias, por qualquer coisinha, Caroline o ignora... não fala com ele, so quando estão brigando. Stefan, Katherine, Damon, Elena, Lexi, Enzo, Jeremy, Bonnie e Ric viajaram a procura de respostas sobre a morte da Cecília, mas eles marcaram de se encontrar no natal... onde Rebekah esta organizando uma bela festa. Alexander sumiu, ninguém sabe por onde anda.
–Eu não agüento mais isso – reclama Caroline para Rebekah e Hayley – Quero ir ver a minha mãe – a mesma bufa de ódio do Klaus.
–Espere Caroline, ele ira ceder – Hayley fala calma enquanto esta com Hope em seu colo.
–Não, ele não ira.
–Nik é um filho de uma puta – Rebekah pronuncia enquanto esta pitando as unhas de um rosa choque – literalmente – ela completa a frase e as meninas riem.
–Estou cansada de não fazer nada – reclamou Caroline mais uma vez.
–Vamos as compras... era o Cecília iria dizer – Rebekah sorri triste.
–Falando nisso, onde o Kol esta? – perguntou Hayley.
–Não sei, ele sai cedo e volta so com o dia amanhecendo — a Original respondeu.
–Sabe, eu quero ver a minha mãe, eu vou fugir.
–Caroline, você não vai conseguir – Hayley riu.
Caroline se levantou da cama dela e virou para as meninas.
–Vocês vão me ajudar – Rebekah deixou o pincel cair no chão e Hayley quase tombou para trás.
–Não, não — as duas disseram juntas,
–Pois bem, eu vou dar o meu jeito – Caroline.
–Não invente coisas Caroline , sou sua amiga mas em primeiro lugar é a segurança sua e do meu sobrinho – Rebekah disse soprando as unhas para secar.
–Eu sei – Caroline disse saindo do quarto.
Ela deu fome e precisa comer algo, quando estava no meio das escadas Caroline tem um desejo, seu primeiro desejo de grávida.
–Suco de morango com coxinha – ela disse e mordeu os lábios imaginando comendo tudo isso.
–Falando sozinha? – Klaus perguntou debochado atrás dela.
A mesma não respondeu , ela foi para a cozinha, mas ao chegar lá não tinha nada do que ela desejava. Já era tarde da noite em New Orleans, a neve La fora não deixava nenhum carro andar ate a manhã. Ela bufou. Entao ela resolveu sair e procurar o que quer comer, ela pegou sua bolsa e ia saindo rumo a porta da mansão e no caminho vestia o casaco vermelho, Caroline abriu a porta e sentiu o vento forte em seu rosto balançando seu cabelo de um lado para o outro. Quando colocou os pés para fora.
–Que susto – ela grita quando Klaus para em sua frente.
Ela coloca a mão no coração.
–Desculpa – ele fala – aonde vai esse hora?
–Eu? Bom, eu estou com desejo – ela disse simplesmente.
Klaus franziu o cenho.
–Desejo de grávida – ela explicou – quero comer algo.
–Então coma aqui – ele disse e a puxou para dentro.
–Mas, aqui não tem – ela bufou e bateu o pé quando ele fechou a porta da mansão.
Klaus pensou e Caroline sentou no sofá cruzando os braços e as pernas.
–Eu vou comprar – ela sorriu animada – O que vocês querem?
–Nos queremos coxinha e suco de morango – sua boca ate salivou.
–Ta, eu vou comprar. Por favor, não saia daqui... fique quieta.
Ela ligou a TV e não respondeu ele, então Klaus saiu da casa.
Do outro lado da cidade, em um lado mais escuro, prefiro dizer em um beco um Original matava a sua fome.
–Calada – Kol disse quando a menina começou a gritar – calada – ordenou a compelindo.
A menina se calou e ele sorriu, a jovem loira em seus braços é um ser indefeso. Ela esta usando um casaco rosa e com lindas meias e botas de inverno.
–É assim que eu gosto.
E então ele começou a sugar a jugular da garota, ele a segurava e sugava tudo, queria sugar a ate a ultima gota de sangue da mesma.
–Kol – uma voz disse.
Imediatamente ele solta a garota no chão, ele conhece essa voz. Mas ao se virar percebe que era Davina que tinha feito ele imaginar algo. Ela sorria sínica e ele bufou.
–Você é tão conveniente, aparece nos melhores momentos -ele disse sarcástico.
–Eu sei – ela se aproximou.
–O que esta fazendo na rua essa hora? – especulou.
–Não interessa, você acha que fazendo isso ela ira voltar? Você acha que ela ira aparecer do nada na porta da sua casa? Ou ela ira descer as escadas toda produzida para o natal? Você acha que ao chegar em casa ela estará na cozinha comendo torta? claro que não. Então pare de agir como criança, Kol, seja o adulto que você é. Ops, você não sabe ser adulto.
–Você não entende – O original se pronunciou olhando para o chão coberto de neve.
–Não, mas siga em frente e para de se lamentar – e assim ela virou as costas e saiu do local deixando Kol sozinho e com a boca semi aberta.
Não adianta nada, nunca ira, ele pode se perder nas noites tentando a esquecer... mas ele não vai, ele não vai pois ela é a sua melhor lembrança... ela é o seu amor.
–Está uma delicia – Caroline sorriu comendo tudo que Klaus comprou para ela.
–Me dê um pedaço, quero comer o que meu filho esta comendo – Klaus e Caroline estão sentados na pequena mesa que tem no quarto de Caroline –É bom mesmo.
–Num disse – Caroline falou de boca cheia.
Klaus riu e ela sorriu, e naquele momento foi o único momento em paz que ele tiveram em uma semana, uma semana de pe de guerra. E então eles se calaram, o clima esta tenso entre eles. Klaus lembrou de alguma coisa e saiu do quarto de Caroline, a mesma ficou feliz por estar longe da tentação ambulante. Depois de algum tempo ele volta.
–Bom,eu comprei isso para ele – Klaus fala e se senta na cama ao lado de Caroline.
Ele entregou uma caixinha branca com um laço dourado a Caroline, que abriu a mesma e seus olhos se encheram de lagrimas.
–Klaus – ela sussurrou – é lindo.
Ela pegou o par de sapatinhos vermelhos nas mãos e sorria igual boba, e Klaus não ficava atrás.Caroline encarou Klaus que estava a olhando.
–Gostou? – ele perguntou ansioso.
–Amei – sussurrou a loira chorando.
Klaus limpou as lagrimas dela com polegar e foi se aproximando dela, se aproximando e ambos sentiam a respiração um do outro. Então Caroline lembrou que esse era o melhor momento para colocar seu plano em ação, e foi isso que ela fez, Caroline quebrou o pescoço do Klaus.
–Yes – ela quase gritou quando conseguiu.
O corpo de Klaus caiu deitado na cama dela de qualquer jeito, então a loira veste seu casaco, pega sua bolsa... e joga a carta que escreveu em cima do corpo de Klaus e sai do quarto sorridente. Ela não ira levar malas, ela compra tudo quando chegar lá. Ela já tem a passagem em mãos, ela comprou online. Ela passa no quarto de Hope:
–Talvez eu nunca mais volte – ela sussurra chorando – mais eu te amo muito e vou arrumar um jeito de te ver minha filha, claro que vou. Seu pai não pode me impedir de te ver, alias você é a minha filha, a minha Hope – ela deposita um beijo no rosto da bebê que esta dormindo e sai do quarto.
Kol estava bebendo em seu quarto e pegou seu celular para olhar algumas fotos, ele viu uma foto que Cecília tirou dele e de Hope, depois uma dela, dele e de Hope. E foi passando, viu uma que ele tirou deles deitados na cama dele em Mistyc Falls, ele sorriu, essa foto é a mesma que esta em seu criado mudo. Cecília esta sorrindo abertamente e ele também.
Ele passou e chegou em um vídeo. Cecilia cantava para Hope que ainda era muito nova em seu colo e sentada na poltrona do quarto da bebê.
–Vagarinho, vagarinho
Fecha o olho no seu ninho
E o sono vai chegar
E o sono no escurinho
Vagarinho vagarinho
Põe o mundo pra sonhar... – ela cantava e Hope já começa a abrir a boquinha.
–Que gracinha – kol disse e focou o vídeo no rosto de Cecília.
–Pare de filmar – ela sussurrou brava e Kol sorriu.
–Vocês são uma gracinha juntas — ele filmou Hope que já dormia.
–obrigada – Cecília sorriu e ele retribuiu .
Ela joga um beijo para ele.
Kol que já chorava levanta da cama e quebra todo o quarto, em um piscar de olhos. Ele para e olha para o teto e cai sentado no chão, coloca as mãos no rosto e se lamenta mais uma vez.
“ Como eu posso manter a minha humanidade, como eu posso esquecer esses momentos que eu fui tão feliz ao seu lado, não tem como... para matar o meu pai eu preciso ser um mostro, Cecilia já não esta orgulhosa de mim mesmo... então por que eu devo manter a humanidade ligada se desligada é melhor para eu viver, para eu conseguir lidar com a dor. Estou sendo fraco em desligar-la, não ligo se me chamarem de fraco... eu sou fraco, mas isso é por que a dor não cede, não da trégua e esta me corroendo por dentro. Eu ainda tenho esperança, sou tão otario em acreditar que ela ainda ira voltar, sou tão tosco em pensar que ainda irei a tocar novamente, não durmo a dias, pois todas as vezes que eu durmo tenho pesadelos com ela morta em meus braços. Era isso o que eu queria, que fosse apenas mais um pesadelo, mas não foi... isso... isso é a nossa realidade, o cotidiano de um ser sobrenatural como eu. Eu posso fazer a dor parar, e é isso que eu vou fazer eu não quero conviver com a dor para sempre... Alex tem razão a morte será pouca para mim, ela iria acabar com a dor, mas tem outra forma”
Pensou o Original, e foi isso que ele fez. Ele fez a dor parar.
Em algum lugar do outro lado...
–Isso é o inferno – Cecília reclama novamente – isso é o inferno – ela começa a chorar – isso não chega nem perto da paz. Pelo menos elas me deixaram bonita – ela olha a roupa que esta usando – eu não agüento mais, não tenho noção do tempo... eu, eu de novo não.
Ela fala e desmaia mais uma vez. Ela esta tendo alucinações das coisas horríveis que já fez e já sofreu.
A princesa corria pelo castelo, erguia seu imenso vestido para correr mais rápido ela tirou os sapatos enquanto corria e os jogou para um canto qualquer.Eles estavam atrás dela e ela sabia disso, ela sentia eles correndo... Rebeldes aviam invadiu o castelo e não deu tempo da princesa se esconder. Cecília acabou tropeçando e caindo no chão, ela se virou e viu um homem de aparência de uns 20 anos se aproximar dela. Ela recuou ainda no chão, ela torceu o tornozelo. Ela já estava chorando, estava muito assustada... o homem a encarou e ela fechou os olhos, estava pronta para morrer, aos quinze anos. O homem a puxou pelos braços a fazendo ficar em pé e a arrastou escada abaixo, sua tiara de esmeraldas caiu no chão e seu vestido verde estava todo rasgado. Então ele a joga no chão.
–Olha o que eu encontrei – ele grita para os seus amigos – a princesa.
Eles rasgam o vestido dela a deixando somente com trajes menores.
–Não – ela chorava.
Onde estão os guardas?
Era o que ela pensava, ela queria alguém para tirar dali. Ela sabia o que estava por vim, e isso, isso veio... ela foi violentada e quase morta nesse dia.
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