Let Her Go - Delena/ Klaroline

19 Capitulo 18 Me Faça Esquecer, Me Faça Esquecer Que Eu O Amo.


Notas iniciais
Hey... Gente eu fiquei super feliz com os comentários. Temos uma leitora nova, a Babi, Bem vinda Vadiva. Espero que goste da fic. Hey acho que temos outra tmb MCCR, bem vinda flor e espero que continue comentando. Minhas flores, espero que gostem do capitulo. Eu sei que não esta sendo fácil ser Kolia no momento, mas não desistam desse casal. Rsrs. TEMOS KLAROLINE E MOMENTO SUPER FOFO DELES. MUITO MESMO. Eduarda, cadê você? Ana? Thami? Iza? Vcs fazem falta, amo os seus comentários. Uma ótima leitura.

POV CECILIA

–Tem como isso ser mais chato? – perguntou Klaus.

Estamos ensaiando a valsa para o baile. Estou na frente de Alex e os demais casais estão com os seus pares.

–Cale a boca, precisa sair tudo perfeito – disse Caroline.

–Mais que perfeito – completou Rebekah.

Olhei para Alexander e ele sorriu. Sorri de volta.

–Isso já esta virando palhaçada – disse Damon quando Caroline deu play na musica. Estou na frente de Alexander e ele na minha, como os de mais casais. Essa valsa precisa de muita química, coisa que eu e Alex não falta.

Cumprimentados nossos parceiros e eles fizeram o mesmo. Demos um passo a frente e erguemos nossas mãos, colocamos as mesmas a centímetros de distancia da mão do parceiro. Rodamos tipo cortejando um ao outro e do nada Alex me puxa pelo braço, e segura a minha cintura e me dá um beijo no rosto. E depois um selinho rápido. Caroline tira a musica e eu estou com a testa franzida. Me virei e vi todos nos olhando.

–Desculpa – disse ele sem graça – não agüentei.

–Eles são tão fofos – disse Rebekah para Caroline, que sorriu.

–Muito – Caroline disse e suspirou.

Olhei para elas e sorri, passei os olhos pelo salão e encontrei os de kol sobre mim. Sorri de lado para ele que logo virou a cara. Voltamos a ensaiar, pois todos querem tudo perfeito. Alias, será o baile onde a princesa e a rainha de NoLa vão ser apresentadas.

***

Estou mais que ansiosa para ver Melissa, já são quatro horas da tarde da sexta feira e o vôo dela acabou de pousar.

–Para de roer unha – disse Alex ao meu lado tirando a minha mão da boca. O olhei.

–Estou com saudades dela – disse e ele sorriu.

Vi uma loirinha carregando suas malas e sorri abertamente, logo meus olhos se encheram de lagrimas.

–MELISSA – gritei e a mesma soltou suas malas no chão e correu ate mim. Ela me abraçou forte e eu a abracei de volta. Se eu a apertasse com toda a minha força eu a esmagaria. Comecei a chorar e ela também – estava com saudades minha vadia.

–Baixinha – disse Daniel logo atrás. O olhei espantada e o abracei.

–Seu gay – disse quando ele me erguei e me girou no ar, estou de vestido. Ele riu – ele é Alex – disse apresentando eles – Alexander Morgan.

–Prazer Alex – disse Mel me cutucando — Ceci falou muito vem de você – disse ela com um sorriso sacana no roto.

–Então essa é Melissa Peter – disse e ele sorriu para Mel – E, Daniel Caputeto. – disse apontando para Dan.

–Prazer – eles disseram juntos cumprimentado com um aperto de mão.

–Vamos Mel, ainda temos que comprar um vestido para o baile de amanhã – disse animada batendo palminhas.

–Um baile? E você me fala isso hoje sua vagaba – ela disse e eu ri.

–Temos muito tempo – disse a puxando pela mão e os meninos atrás da gente.

Ao chegar em casa, os empregados colocaram as malas nos quartos de hospedes. Dois humanos e uma casa cheia de vampiros, isso tem que sair muito bem.

–Klaus – disse andando atrás dele.

–O que foi? – ele se virou pra mim.

–Uma coisa, Mel e Dan não sabem do mundo sobrenatural. Quero manter eles fora disso tudo. Você poderia fingir não ser um hibrido Original? E não ficar mandando nos seus vampiros parecendo um rei? – pedi com os olhos pidões.

–Irei tentar – ele disse e sorriu sínico.

–Tente, por favor. Eu quero manter eles fora desse mundo sobrenatural, pois você mais do que ninguém sabe que quando se entra para isso, so tem uma forma de se sair... e eu não quero isso para eles – disse e ele sorriu e saiu.

Suspirei aliviada no corredor fui rumo a sala. Estou descendo as escadas e escutando conversas das pessoas La me baixo. Sorri distraída, porem muito distraída escutando as pessoas que você ama conversar animadamente. Tropecei e quase cai escada a baixo se não fosse kol me segurar pela cintura. Não sei de onde ele veio, so sei que ele esta aqui para me segurar. Levantei os olhos e o olhei dentro dos seus olhos castanhos. A se ele soubesse como estou sentido falta desse toque, da sua pele, do seu cheiro. Inalei seu cheiro amadeirado e suspirei de satisfação. Sorri involuntariamente.

–Olhe por onde anda – disse ele olhando para os meus lábios. Porem, ele disse groso.

Revirei os olhos.

–CECILIA – gritou Melissa da sala, kol me soltou assustado e eu quis matar minha melhor amiga.

–To indo – disse e desci as escadas rápido.

Se eu tivesse ficado lá com ele, eu atacaria aquela boca.

–Vamos – disse pegando minha bolsa da mão de Alex.

–Aonde vocês vão? – perguntou Damon.

–Fazer compras – disse animada e bati palminhas.

Vi Davina revirar os olhos.

–Vocês vão sozinhas? – perguntou Stefan.

–Aham – disse com o cenho franzido.

–Não, não vão – disse Klaus.

O olhei com raiva.

–Sim – disse.

–Não – disse Stefan.

–Eidan – Klaus gritou e Eidan apareceu.

–Ceci – ele disse sorridente ao me ver.

–Eidan – sorri.

–Acompanhe as meninas as compras – disse Klaus.

–Sim senhor – ele disse e eu ri.

Todos me olharam como se eu fosse estranha.

–Ceci, vem aqui – pediu Rebekah e eu a segui – Leve Davina com você – ela disse e eu segurei o riso.

–Não, never, nop, no, keine, aucun, nei – disse não em todas as línguas que conheço.

–Vai Ceci, por favor. Ela precisa de momentos como esses, momentos de adolescente – disse Rebekah e eu suspirei frustrada.

–Okay – disse e bufei – não tenho escolhas mesmo.

–Brigada – ela disse e beijou meu rosto – amo você por isso.

–Também te amo, vamos – disse parando na frente de Davina.

Ela ergueu seus olhos verdes do grimorio.

–Onde irei com a coisa rosa? – perguntou com desdém e apontou pra mim.

Sorri sínica para ela.

–Viu? – disse apontando para ela e olhando para Rebekah que estava sentada conversando com Matt – Então fiquei amorzinho, e vá pelada ao baile – disse e sorri sínica – Vamos Mel – disse e peguei na mão da minha amiga.

–Espere – disse Davina e eu me virei lentamente.

Mel saiu na frente, quando Davina ia passar pela porta segurei em seu braço. Digamos que não foi tão forte, ou foi.

–Você ira ficar de bico calado sobre o mundo sobrenatural, caso saiu algo dessa sua boca... Será a ultima coisa a dizer, não costumo matar. Mas para você abro uma exceção – disse olhando dentro de seus olhos, para ela ver que eu não tenho medo dela, e nunca terei e sai rebolando a deixando de boca aberta pela minha audácia.

***

–O que você acha desse? – perguntei saindo do prova douro.

–Serio? Você já experimentou, 23 vestidos com esse – disse Davina parando ao meu lado com um vestidinho, rosa claro com detalhes brancos.

–Olha, eu quero o vestido perfeito – disse a olhando – e esse não é o vestido perfeito para você.

–Não ligue, amei este vestido – disse Mel aparecendo com um vestido nude, simplesmente divino.

–Obrigada – disse sorrindo.

–De nada amiga – ela sussurrou – O que achou?

–Eu amei... Porem precisamos mais de cor, que tal na mascara? – sugeri e ela sorriu.

–O que seria de mim sem você Salvatore? – disse ela sorrindo. Sorri de volta.

–Serio que eu tenho que agüentar isso o dia todo? – perguntou Davina para ela mesma.

–Veio por que quis, não te obriguei a nada – disse entrando no prova douro, coloquei metade do corpo para fora quando estava somente de roupa intimas – Quero mais champanhe – disse estendo minha taça a vendedora. Ela sorriu e colocou mais.

Dei um gole e peguei outro vestido, esse é rosa escuro e tem detalhes em preto. Sorri me olhando no espelho, acabei me lembrando dos meus tempos de princesa, como eu amava os meus vestidos. Cada um mais bonito que o outro, sinto saudades desse tempo.

–Anda Ceci – disse Mel – Quero ver como você esta – disse ela e eu sai.

Coloquei a taça de champanhe em cima da mesinha, e dei uma voltinha.

–Eu amei — disse ela.

–Eu também – disse e ela riu.

Peguei a taça de champanhe e levei ela a boca, quando senti o liquido borvulhante em minha boca queimou mas ao descer pela minha garganta pareceu que mil laminas estavam contando a mesma, isso dói muito. Comecei a engasgar pois queimou, soltei a taça no chão e levei a mão a boca e me verei para o outro lado, não quero que Melissa me veja com as presas saltadas para fora. Calambiei para trás e me segurei na parede.

–Tudo bem? – perguntou ela se aproximando.

Mordi o canto dos lábios e as presas sumiram, me virei para ela.

–Sim, eu só engasguei – disse e ela sorriu.

–Só vocês mesma, se engasgar com champanhe – ela disse rindo.

Sorri e olhei para Davina que estava rindo. Semi serrei os olhos para ela.

–Vem comigo – disse a puxando pelo braço, ela ainda esta com o vestido.

–Aí, para – reclamou ela.

A puxei ate a porta de saída da loja, a tirei de dentro da loja arrastada e atravessei a rua. Um homem buzinou. Mostrei o dedo do meio para ele.

–OLHA POR ONDE ANDA, MENINA – gritou o mesmo dentro do carro. O olhei.

–A, vai a merda – disse e ele parou. Cheguei do outro lado que é uma praça.

Parei de andar bruscamente. E a coloquei na minha frente.

–O que eu disse sobre, não deixar ela saber sobre o mundo sobrenatural? – perguntei e ela me olhou sorrindo.

–Não sei do que esta falando – ela disse eu arqueei uma sobrancelha.

–A, não sabe? – perguntei – a verbena no champanhe – disse ela me olhou.

–Não...

–Não venha com essa, apenas quem tem verbena aqui é na mansão Mikaelson, e bom a vendedora não foi.

–Não fui eu.

–Davina eu não sei o por que dessa birra que você tem comigo, não sei. – parei de falar e olhei pro lado,k e me veio o por que – sei o por que. Fique com ele todo para você. Eu não sinto nada por ele – dizer essas palavras me doeu – a não ser que você não confie... no seu taco – dei uma piscadela para ela e a vi ficar vermelha de raiva. Ela murmurou alguma coisa e minha cabeça doeu. –Pare – disse com a mão na mesma.

–Quem é a forte aqui agora – ela disse rindo.

–Se eu quiser eu arranco seu coração – disse andando em sua direção, ainda com as mão na cabeça – nunca me importei com platéia.

–Cecília – gritou Eidan chegando perto de mim – Pare Davina – ele disse e ela me olhou sorrindo sínica e parou – vamos voltar La pra dentro – ele disse e me ajudou a voltar para dentro.

Davina vinha logo atrás de nós.

–Alex e Dan – disse ao entrar na loja e ele s estarem conversando com Melissa.

Vi um vestido vermelho na mão da vendedora e foi amor a primeira vista. Fui ate ela.

–Quero este – disse babando no vestido.

–Bom, ele já tem dona. Ela ira vim buscar ele hoje – ela disse dócil.

–Não – a olhei dentro dos olhos – você ira vender este vestido para mim – sussurrei.

–ok – ela disse me entregando o mesmo.

Sorri vitoriosa.

POV CAROLINE

Estou no quarto de Hope a colocando para dormir o soninho da tarde. Ela esta segurando meus cabelos e com o dedinho na boca, ela começa a fechar seus pequenos olhinhos enquanto eu canto para ela. Hope me olhou e sorriu tirando o dedinho da boca.

–Te amu – ela sussurrou e dormiu.

–Também te amo pequena, muito, muito, muito. Minha vida – disse e dei um beijinho no seu rosto.

Me levantei da poltrona e a coloquei no seu berço. Passei uma de minhas mãos por seus cabelinhos loiros. A cobri e liguei a baba eletrônica. Quando me virei para sair do quarto quase cai de susto, Klaus estava parado me olhando.

–Que susto – sussurrei colocando a mão no coração- vamos – disse o empurrando para fora do quarto.

–Bom – ele disse andando atrás de mim, Klaus me puxou contra seu peito e me abraçou para logo depois cheirar meus cabelos – tenho uma coisa para você – ele sussurrou e me virou para ele. Sorri. Passei minhas mãos por sua nunca.

–O que é? – sussurrei e ele sorriu ainda mais.

–É surpresa, mas me siga – ele disse e me puxou pela mão.

Segui Klaus ate o lado de fora da casa, ele virou e fomos para de trás da casa. Onde fica a floreta, adentramos floresta a dentro e ele me puxando.

–Isso não esta cheirando bem – disse e ri. Klaus olhou para trás e riu.

Uma covinha muito fofa se formou em sua bochecha esquerda e eu a admirei. O sol batendo em seu rosto e ele que não deixa esse sorriso lindo de lado. Agora eu vi que estou completamente apaixonada por este homem. Klaus se colocou atrás de mim e colocou a mãos nos meus olhos e me guiou.

–Chegamos – ele sussurrou descobrindo meu rosto e eu me deparei com uma linda vista.

Uma cachoeira perfeita, e uma cesta de pique nique em cima de uma flanela xadrez, vermelha. Sorri abertamente e me virei para ele.

–Gostou? – perguntou ele me olhando com aquele mesmo olhar no dia que me convidou para o Miss Mystic.

–Não...

–Eu sabia... – o calei com um dedo.

–Eu amei, esta perfeito – disse e ele sorriu abertamente, para logo suspirar aliviado – Você é perfeito — disse e o beijei. Suas mãos foram para minha bunda apertando as duas. Parei o beijo para rir da cena.

– O que foi? – perguntou ele. A vezes ele é muito lerdo.

–Nada – disse e voltei a beijar ele.

Pedi passagem e ele cedeu mais que de presa, levei minhas mãos ate sua camisa a rasgando. Parei o beijo e olhei o corpo de Klaus. Mordi o meu lábio inferior sorrindo, Klaus puxou minhas pernas para cima e entrelacei as mesmas em sua cintura. Sorri e ele sorriu de volta, em um movimento rápido estávamos encostados em uma arvore. Klaus começou a distribuir beijos pelo meu pescoço sorri ainda mais.

–Temos um ótimo histórico com floresta – sussurrei com a respiração ofegante.

–Ótimo – ele disse meio abafado pois agora começou a distribuir beijos por meu colo.

Klaus colocou as duas mãos no decote de meu vestido o rasgando. Ele me desceu de seu colo e puxou o vestido, deixando eu apenas de roupas intimas. Preta.

–Amo preto – ele disse e voltou a me beijar me prensando na arvore.

Arrumei um jeito de dizer em meio ao beijo.

–Você ama tudo que eu uso – sussurrei contra sua boca.

Ele sorriu entre o beijo.

–Talvez – ele disse e me pegou no colo, senti Klaus me colocar delicadamente sobre a flanela – Desculpa pelo lugar, mas eu te quero. E te quero agora – ele disse olhando nos meus olhos, seus olhos cheios de desejo.

–Também te quero agora – disse trocando de posição e ficando por cima dele.

–Sempre me desafiando – sorri para ele.

–Nunca irei parar de fazer isso... É um dos meus passa tempo favoritos – disse tirei sua calça o deixando apenas de cueca boxer.

–Bom tem outro,não? – ele perguntou sorrindo malicioso.

–Claro – disse e dei uma piscadela para ele.

Klaus se sentou comigo em seu colo, passei minhas mãos por sua nuca Klaus começou a chupar meu pescoço e eu não conseguia conter os meus gemidos roucos.

–Klaus... – gemi quando ele apertou meu seio esquerdo.

Klaus tirou meu sutiã e o jogou longe. Sorriu, e logo começou a chupar meu seio esquerdo.

–Ai MEU DEUS – gritei alto.

Eu sei, sou muito escandalosa.

–Hey... – ele disse rindo.

–Eu sei, eu sei – disse o olhando – mas eu não agüento – disse fazendo bico.

Ele riu.

–Klaus em ajude aqui – disse tirando sua cueca.

–Ah – ele disse e me ajudou a se livrar da peça, sorri.

Peguei seu membro em minhas mãos e comecei a fazer um vai e vem. Klaus voltou a sugar meu seio e conseguiu rasgar a minha calcinha.

–Isso já esta feio – disse brava e ele riu.

–Eu amo fazer isso – ele disse e voltou a me beijar.

Continuei com os movimentos e Klaus introduziu um dedo sem dó e nem piedade dentro de mim.Arfei pelo susto e prazer.

–Klaus – gemi e fechei os olhos.

–Car – ele gemeu em meu pescoço.

–Eu sei... eu sei – gemi.

Klaus introduziu mais um dedo, para logo introduzir o terceiro. Gemi alto quando ele começou a movimentar mais rápido, e isso me fez querer dar o mesmo prazer que ele esta me dando.

–KLAUS, MEU HIBRIDO GOSTOSO – gritei quando gozei ele riu.

–Pare com isso, te quero agora – ele disse me deitando com delicadeza na flanela e sorriu.

–Eu eu te quero agora, amanhã, depois de amanhã, depois do depois de amanhã. Ou seja, te quero sempre – disse e abri as pernas, Klaus sorriu e eu sorri de volta. O puxei pelos cabelos para cima de mim o beijando e logo senti ele me penetrar, lentamente e torturante.

***

Estou a procura de minhas roupas, ou trapo. Klaus com sua mania de rasgar todas.

–Porra Klaus. Como irei voltar para casa, só de sutiã? – perguntei brava e ele me olhou e sorriu – Não ri sem hibrido imbecil, não tem graça.

–Eu sei, eu sei – ele disse e tentou parar de rir, revirei os olhos.

–Como? – perguntei e peguei o meu vestido, ou trapo nas mãos.

–Você quem começou, você rasgou a minha blusa –semi cerrei os olhos para ele.

–Idiota — disse – Eu estou nua no meio de uma floresta, com um hibrido que já tentou me matar todos os meus amigos. E você acha graça?

–Sim – ele disse e veio ate mim – como sei sobre nossos históricos com roupa.

–Você quer dizer problema – o corrigi.

–É, problema eu peguei uma muda de roupa para nós – ele disse e eu suspirei aliviada.

Klaus me entregou um biquíni e eu o vesti.

–Vamos tomar banho? — ele pediu e apontou para cachoeira.

Ri.

–Não... – quando disse isso ele me jogou nas suas costas, o que me fez entrelaçar as pernas em seu cintura, mesmo por trás e correu em sua velocidade inumana para o topo da cachoeira. – se segura – ele disse e não sei por que eu fiz. Ele pulou comigo.

–Aaaaaah – gritei e caímos de uma vez dentro da água gelada – idiota – disse estapeando seu ombro, onde ainda estava agarrada.

–Isso foi bom – ele disse e eu sai de suas costas e comecei a nadar – Assuma, não foi bom?

–É foi – disse nadando de costas.

Não sei como, mas só vi Klaus tirando uma foto minha.

–Quero gravar este dia para sempre. Irei pintar um quadro seu assim – ele disse e eu ri.

–Amo os seus quadros. – disse ele riu.

–Isso é bom sweet — ele disse voltando para a água.

–Vamos ver quem chega primeiro? – perguntei e apontei para o outro lado da cachoeira.

–Vamos...

–No três – disse sorrindo – um, dois... três – disse e começamos a nadar.

Klaus chegou primeiro.

–Não gostei – disse emburrada.

Ele riu.

Aproveitamos muito o nosso tempo dentro da água.

–Amo queijo e vinho – disse erguendo minha taça.

–Dois... – ele disse sorrindo – tenho algo para você.

–Mais?

–É, mais – ele disse e pegou uma caixinha dentro da cesta. Ela era toda preta e tinha um laço branco envolto na mesma – Isto te pertence – ele disse e me entregou.

A abri, não acredito nisso.

–Ela pertence a você, eu te dei – ele sussurrou.

–Klaus...

–Você fez essa mesma expressão quando a viu pela primeira vez – disse ele sorrindo, o olhei – Fiquei observando você da janela um dia depois do seu aniversario, mesmo você me devolvendo ela aquela vez, eu a te dei de novo, e você me devolveu no outro dia... Quando a colocou na porta da minha casa com uma carta me xingando – ele disse e riu.

Suspirei.

–Eu a amei desde que a vi pela primeira vez, fiquei encantada com ela – disse e ele sorriu.

–É para você usar ela amanhã – ele disse eu sorri.

–Claro...

–Isso merece uma comemoração – ele disse abrindo o champanhe.

Colocou nas nossas taças.

–Sabe Klaus – disse e ele me olhou – a única coisa que me lembrava o como você pode ser bom, foi o seu desenho que você fez pra mim. Então eu o coloquei na fragmentadora em uma festa na faculdade, onde se superava o ex – disse e ele continuava me olhando atento – não consegui dormir durante a madrugada, pensando naquele maldito desenho que me lembrava que você tinha humanidade, que você tem um coração. – suspirei – então eu levantei da cama e fui o procurar no lixo, passei a noite colando e procurando os pedaços... Ate que eu achei tudo, e guardei. Quando sentia saudade sua – fechei os olhos para não chorar – eu olhava para o desenho, sim eu sentia sua falta, guardei aquele desenho no findo do meu armário, para ninguém pegar. Mas não queria te ligar, não saber como você estava me matou por 9 meses. Me entreguei a você na floresta pois não agüentava mais esconder nossa ligação, e não consigo esconder. Nem com repulsa, ódio, minhas más respostas... eu não consigo esconder o que eu sinto por você – Klaus limpou as minhas lagrimas – Eu não te liguei por causa do meu orgulho, orgulho este que estou colando de lado para dizer... Dizer que você é diferente de todos os homens que já dormi – ele fez uma carranca – você me fez querer viver quando eu queria morrer, você me fez ter vontade de sair de Mystic Falls para conhecer o mundo – suspirei, em meio as lagrimas – e você me deve isso. – ri e ele riu – você me deu Hope, tenho ela como minha filha. Ela foi a melhor coisa que você me deu, por ela eu daria a minha vida.

–E eu daria a minha por vocês duas – coloquei meu dedo em seus lábios.

–Deixe eu continuar... Eu sempre soube que um dia você a tiraria de mim, a traria para cá e eu aproveitei o Maximo que pude com ela. Ate este dia chegar, e ele chegou ... entrei em desespero, não queria ficar com ela. Então tomei a decisão mais difícil da minha vida. Vim para cá, lembro de sua carta, falando que a porta do seu castelo sempre estará aberta para mim, pois eu sou a rainha... então Klaus eu quero tomar o meu posto de rainha, quero ser a sua rainha. Rainha desta cidade, por que eu estou completamente apaixonada por você. Eu te amo Klaus. Você é o meu ultimo amor e eu quero ser o seu – disse e vi as lagrimas nos seus olhos – te amo incondicionalmente – disse a ele que estava estático e de boca aberta – fale alguma coisa – disse e ele me olhou sorrindo. Vi um brilho nos teus olhos.

–Eu sempre sonhei com isso, e não acredito que isso esta acontecendo. Se for um sonho não me acorde – ele disse e eu ri – Eu também te amo muito, mas muito, mas muito, mas muito mesmo – ele disse e eu me aproximei dele – meu ultimo amor – ele completou – isso merece um brinde – ele disse e brindamos – te amo namorada – ele disse me puxando para ele.

POV CECILIA

Cheguei em casa puta da vida e fui direito para o quarto de kol, bati na porta. Nada. Bati, uma, duas, três, quatro,cinco,seis,sete,oito, nove, dez vezes seguidas ate ele gritar.

–Quem é? – gritou.

–Eu – disse entrando no quarto.

Ele se assustou ao me ver e se levantou da cama, deixando os fones de lado.

–Devia saber, ninguém persiste tanto em alguma coisa quando não é você – sorri sínica.

–Vou ser curta e grosa, a próxima vez que aquela sem glamour colocar verbena na minha bebida eu a mato – disse e ele me olhou.

–Quem? – perguntou com a testa franzida.

Revirei os olhos.

–Quem? – imitei sua voz –A Davina!

–Ela não faria isso...

–CLARO QUE FARIA E FEZ.

–POR QUE?

–NÃO ESTA CLARO? – gritei – VOCE É MUITO BURRO, ELA ACHA QUE NOIS TEMOS ALGO. O QUE É IMPOSSIVEL, EU E VOCE? — apontei para ele – NUNCA ROLARIA – disse com desdém – VOCE NÃO FAZ O MEU TIPO.- disse e vi magoa nos teus olhos castanhos.

–AH EU NÃO FAÇO?

–NÃO.

Kol se aproximou de mim e colocou as duas mãos no meu ombro me empurrando para a parede atrás de mim.

–Kol... – sussurrei o olhando.

–O que? – ele perguntou.

Eu lembro de tudo, tudo que vivemos. Todos os nossos momentos mágicos, tudo.

Foi o que tive vontade de dizer, mas a coragem me faltou. Ele esta tão bem sem mim, vejo seus sorrisos para Davina, o jeito que ele a trata. Do mesmo modo que me tratava, em apenas quatro dias, muitas coisas mudaram entre nois. De dois apaixonados passamos para dois desconhecidos.

Kol colocou as mãos na minha cintura e seus olhos foram para minha boca, suspirei quando ele subiu as mãos as passando pelas minhas costas, ate chegar na nuca. Fiquei paralisada, não sei o que fazer. Pela primeira vez na vida não sei o que fazer perto de um homem. Kol sorriu para mim, e foi se aproximando de vagar. Olhei dentro dos seus olhos castanhos e neles eu vi saudades. Levei minhas mãos ate seu rosto.

–Viu? Você caiu nos meus encantos!! – ele disse e eu o olhei com raiva.

Kol agora voltou a segurar na minha cintura.

–Você quer brincar? – perguntei – Então iremos brincar – disse peguei e uma de suas mãos e a levei para minha bunda, enquanto a outra a coloquei no meu seio direito.

Sei provocar quando quero, ergui uma de minhas coxas a deixando muito amostra pelo vestido azul claro que estou usando. Kol olhou para mesma e mordeu o lábio inferior, sorri com isso. Ele me apertou contra ele e eu senti sua ereção. Levei minhas mãos ate seu abdômen sarado e ergui sua camisa e comecei a passar minhas mãos por dentro de sua camisa, depois comecei a desabotoar os botões para livrar ele daquela peça de roupa, desisti no meio do caminho e a rasguei, ele tirou a mãos do meu bum bum e do meu seio e as levou ate a minhas coxas a apertando. Kol me ergueu o que fez eu entrelaçar as pernas em sua cintura. Kol gemeu ao tocar nossas intimidades e me prensou ainda mais na parede, o que fez um gemido rouco escapar da minha boca, ele roçou seus lábios nos meus, e eu o parei.

–Também sei brincar Kol Mikaelson – disse descendo de seu colo.

Ele me olhou com raiva. E sorri sínica. Arrumei meu vestido e dei uma piscadela para ele.

–Cecília, Cecília... Você brincou com fogo – ele disse.

–Quando me queimo, curo rápido.

–Eu acho que não...

–Bay bay, baby – disse e quando estava na porta de seu quarto me virei para ele e mordi meu lábio inferior.

Mordi o lábio com força para as lagrimas não rolarem por meu rosto. Ao chegar no quarto encontro Alex saindo do closet apenas de cueca boxer preta .Fechei a porta, pedi para ele dormir aqui hoje. O olhei e andei rápido em sua direção, parando no meio do caminho para tirar o sapato. Parei na frente dele e ele me olhou confuso.

–Alex... – sussurrei – me faça esquecer. Me faça esquecer que eu o amo – disse e ele sorriu carinhoso.

Coloquei minhas mãos sua nuca e ele colocou as dele na minha cintura, o beijei. O beijei com tanta intensidade, minhas mãos começaram a bagunçar seus cabelos. Ele puxou os meus para trás e eu gemi em meio ao beijo. Sorri e ele também, Alex me pegou no colo e me encostou na parede com força, gemi pelo impacto e susto. Comecei a passar as mãos pelo seu corpo, Alexander passou a mão derrubando tudo que estava na cômoda para o chão, e me colocou sentada em cima dela. Quebrei o beijo e o olhei sorrindo, tirei meu vestido ficando apenas de lingerie rosa. Ele olhou para o meu corpo e sorriu em admiração.

–Você ta muito gostosa – ele disse eu sorri.

–Shiiii... – sussurrei colocando um dedo em seus lábios – Apenas sinta – disse.

Voltei a beijar ele e senti os lençóis da cama em minhas costas, ele começou a distribuir beijos por meu pescoço. Minhas mãos foram ate os seus cabelos, gemia de prazer ao sentir ele fazendo isso comigo. Eu amo kol, mas o prazer que Alex esta me dando nesse momento fala mais alto. Fechei os olhos quando senti ele beijar minha barriga e subir para cima, em um movimento rápido ele tirou meu sutiã, olho admirada para meu seios.

–O tempo só fez bem a eles, e a você – ele disse e eu sorri e em um movimento rápido fiquei por cima.

–E o tempo te fez muito mais gostoso – disse beijando seu pescoço, ele gemeu meu nome e para mim não teve coisa melhor.

Suas mãos foram para o meu quadril o segurando muito forte e me prensando contra sua ereção, gemi ao sentir nossas intimidades se tocarem. Ele aproveitou este momento de fraqueza minha e ficou por cima de mim. Senti seus lábios no meu seio esquerdo e gemi alto.

–Alex... o meu Deus – gemi – como estava com saudade disso, de você – disse e ele começou a morder meu mamilo rígido.

–Você não sabe como eu estava me segurando – ele disse entre os meus seios.

–Oh se sei – disse em meio aos gemidos.

Alexander mordeu meu mamilo e eu arfei de prazer, tirei sua cueca enquanto ele rasgava minha calcinha. Sorri, peguei seu membro em minhas mãos e comecei a Fazer um vai e vem.

–Pare – ele disse e tirou minhas mãos de seu membro.

Alex desceu ate minha intimidade e eu suspirei quando senti sua língua no local. Ele começou lentamente e depois mais rápido.

–Céus – gemi quando o senti me penetrar com a língua.

–Isso – ele sussurrou – geme, bem gostoso.

–Alex... – gemi e ele começou a sugar meu clitóris e me penetrou com dois dedos – Isso, mais rápido – gemi e ele atendeu meu pedido – Ah, eu vou gozar – falei apertando os lençóis ate as pontas dos meus dedos ficarem brancas – Alexander – gemi ao gozar em sua boca.

Ele subiu distribuindo beijos por todo o meu corpo, ate chegar na minha boca. Ele me deu um beijo foraz, mordendo os meus lábios. E sem mais nem menos fiquei por cima me alto penetrando com o seu membro. Joguei a cabeça para trás quando o senti todo dentro de mim. Comecei a rebolar rápido mas ele segurou meu quadril para mim ir mais de vagar, então ele começou a ditar os movimentos, não me deixando ir na velocidade que queria. Choraminguei quando senti o orgasmo se aproximando porem ele não mudava o ritmo, ia sempre na mesma velocidade. Querendo aproveitar tudo.

–Mais rápido – pedi com voz manhosa.

–Seu pedido é uma ordem, princesa – ele disse e me colocou por baixo dele, aumentando o ritmo.

–Alex – gemi seu nome, o que fez ele me olhar e sorrir para logo me beijar.

E assim passei a noite, tentando esquecer Kol Mikaelson. Que por incrível que pareça, mora na mesma casa que eu, e pior de tudo... Dorme no quarto de frente para o meu.

Notas finais
Não me matem, Allia tmb é fofo. A Nessa era Kolia e agora é Allia, e quero te ver nos comentários... Pois atendi o seu pedido. Espero que tenham gostado, ate o próximo. Bjs e comentem.