Let Her Go - Delena/ Klaroline
20 Capitulo 19 Baile
Notas iniciais
POV CECILIA
Abri os olhos lentamente, com um pequeno sorriso nos lábios. Bati uma das mãos no lado da cama que Alex devia estar, mas ele não esta. Me virei preguiçosamente na cama e vi uma bandeja com o meu café da manhã em cima do meu criado mudo. Sorri e me sentei na cama puxando o lençol para cobrir meus seios nus, peguei a bandeja e coloquei no meu colo. Vi um bilhete junto com uma rosa vermelha, peguei a rosa e a cheirei. Depois peguei o bilhete e o abri:
“ Você dorme muito, mas também depois da nossa noite... Estranharia se não o fizesse. Tive que sair da cama mais cedo, não queria meu anjo. Mas eu tive, saiba que eu estava com tanta saudade de você, do seu corpo, dos seus lábios, do gosto que ele passam quando você me beija... e saiba princesa que é de mel e morango. Em 165 não tive uma noite de prazer como este. Você é perfeita no que faz, sempre será... Parabéns minha princesa, não é todo dia que se faz 181 anos. Ta velha Ceci! Mas continua muito gostosa, muito mesmo. Espero chegar antes de você acordar... Para poder ser a primeira pessoa a te dar parabéns pessoalmente minha pequena. Beijos do seu príncipe.
Alex.”
Sorri ao terminar de ler.
–Na verdade ninguém precisava saber da minha idade – sussurrei guardando o bilhete e pegando uma torrada, larguei a torrada quando vi uma panqueca.
Coloquei mel na panqueca, depois peguei outra e coloquei chocolate, e por ultimo coloquei morangos. Então ficou tipo um bolo, a primeira camada de mel, a segunda de chocolate e por cima morangos. Peguei meu suco de laranja e beberiquei um pouco, peguei os talheres e cortei um pedaço da panqueca e levei a boca.
–Hum, hum... Delicia – disse comendo.
Olhei as horas no relógio e já são sete da manhã, fui direto pro banheiro e liguei a banheira. Joguei meus melhores sais de banho dentro dela, são de Paris e entrei e relaxei. Não sei ao certo quando tempo fiquei La dentro, sai e fui direto pro closet. Irei dar uma corrida, coloquei a minha roupa, que por acaso é linda. Comprei em Milão, ano passado. Sai do meu quarto e fui rumo ao corredor, quando desço as escadas dou de cara com vários garçons, decoradores... Sorriu ao ver Rebekah e Caroline no meio disso tudo, comandando as pessoas. Fui ate elas:
–Hey – disse sorrindo.
–Hey... – elas disseram ao me ver.
–Te alguém ficando velha hoje – disse Rebekah.
Sorri meiga pra ela.
–Quantos anos Ceci? – perguntou Car –Parabéns – disse ela me abraçando.
–Obrigada... Alias, gosto de aniversários. Eu não envelheço e amo ser uma eterna diva – disse e elas riram.
–Olha esse ego – disse Rebekah – Parabéns minha flor – ela disse me abraçando.
–Se me dêem licença, uma corrida me aguarda – disse e dei uma piscadela para elas.
Ao chegar do lado de fora da casa, olho para os dois lados. Opto pelo lado direito, a propriedade Mikaelson é muito grande, enorme. Corro em uma estrada que leva para floresta, corro mais rápido, mais, mais, e mais ao som de Bailando, Luan Santana. O que? Gosto de musica brasileira. Entro na floreta e começo a andar por ela e paro de uma vez e olho ao seu redor. Sinto um vulto passar por mim e eu olho ao redor e não vejo nada. Paraliso olhando para os lados, apuro minha audição e escuto uma respiração ofegante. Estremeci e sinceramente, sai correndo na minha velocidade inumana:
–Ufa – disse ao chegar na porta da casa, coloquei as mãos nos joelhos e suspirei aliviada.
Entrei na mansão e a senhora disse que tinha torta de morango que Kol mandou ela fazer, me sentei no balcão e comi tudo.
***
Estou me arrumando para festa e Alex entra no closet, o olho pelo espelho ele esta muito bem vestido, usa um smoking preto... O que entre nos, cairia muito bem nele.
–Você esta linda, mas falta algo – o olho intrigada.
–O que? – perguntei me virando para ele.
–Isso – ele disse ao abrir uma caixinha de veludo que nem notei que estava nas suas mãos.
Levei a mãos a boca tapando o “O” que se formou.
–É linda – disse admirada com a tiara.
–Uma princesa deve usar uma tiara em um baile – ele disse e eu ri.
–Não... Alex, não – disse e sorri.
–Sim, sim – ele disse e eu o encarei.
Alex tirou a tiara de dentro da caixa preta de veludo e me virou para o espelho e colocou ela delicadamente em minha cabeça, ela ficou perfeita com os meus cachos soltos.
–Isso te lembra algo? – ele sussurrou no meu ouvido e mordeu o lóbulo da minha orelha.
–Sim – disse em um suspiro.
Ele riu, Alex me abraçou por trás e pegou seu celular e me entregou o mesmo. Coloquei uma de minhas mãos na suas mãos que estão na minha cintura e tirei uma foto:
–Ficou perfeita – disse e ele me virou para ele na velocidade vampira.
–Você que esta linda – ele sussurrou e eu sorri.
Coloquei minha mascara e ele a sua, Alex me deu o seu braço e eu o peguei. Saimos do meu quarto e fomos em direção as escadas, descemos as escadas e a casa esta vazia. A festa será no jardim, ao sairmos para fora da casa, demos de cara com uma linda passarela de com flores... Por todo parte. Sorri:
–Como elas dão conta de fazer tudo tão rápido? – ele perguntou.
–Elas são divas – disse e ele riu.
Ao chegarmos no salão principal, quase cai de costas, esta tocando uma música suave e clássica no ambiente. ... Ficou tudo lindo, pessoas estão conversando a todo lado, vi de longe Davina conversando com o Kol... Os encarei descaradamente.
–Hey, pare. Isto é feio – disse Alex e eu o olhei.
– O que? – perguntei.
–Feio você ficar encarando eles com um olhar mortal de quero que você, morra – ele disse e eu ri.
Acabei chamando a atenção de Kol. Terminei de adentrar o salão por completo e kol esta me encarando.
Me lembrei de quando nos conhecemos....
Flash Blak On
Rebekah teima em querer me apresentar para sua família, então cá estou eu descendo da carruagem ergui meu enorme vestido rosa , sorri para o chofer e encarei a linda mansão... Andei ate as enorme escadas para dar acesso a mansão, ergui meu vestido e subi as escadas. Felipe não quis vim mais Fernanda, o que me deixou meio triste. Queria ele aqui. Esta cheio de carruagens, ao chegar perto da enorme porta de madeira... Aberta e tem dois homens na porta:
–Qual o seu nome? – ele pergunta e eu sorri.
–Cecilia Vega – eu falo.
–DUQUESA CECILIA VEGA – ele anuncia e todos os olhos se vão para mim.
Entro na casa e sorriu para pessoas que estão me encarando, um homem moreno dos olhos castanhos e muito bem vestido se aproxima de mim:
–Então duquesa, meu nome é Kol Mikaelson – ele disse e eu o olhei – Você é muito linda – ele disse e eu revirei os olhos.
Olhei para o outro lado e quando ia sair ele segura minha mão e deposita um beijo nela:
–Gostei de você – ele sussurra e eu o olho.
–Serio? Uma pena, não fui com a sua cara... – disse brava pela sua audácia.
–A, qual é Ceci – congelei a ele me chamar do apelido que não escuto a anos – O que foi?
Ele perguntou ao ver que eu estou branca.
–Nada... – disse e ele soltou minha mão.
–Posso te chamar assim? – ele perguntou e eu o olhei.
Todas as pessoas do salão estava nos olhando:
–Se me dê licença... Tenho coisas a fazer – disse e ele me olhou e arqueou uma sobrancelha.
–Vejo que você é difícil, a noite é uma criança mesmo. E ainda tem a amiga da Rebekah, ela deve estar chegando... Talvez ela deva ser mais fácil – ele disse e eu segurei para não dar um tapa na cara dele, ergui minha mão mas desisti de o fazer.
Então ele é irmão da Rebekah:
–Vejo que já conheceu minha amiga – disse Rebekah chegando.
Ambos olhamos para ela com a boca semi aberta:
–Já, e a Ceci é difícil — ele disse e eu o olhei com um olhar mortal.
Flash Blak Off
–Terra para Cecília – Alex disse e eu o olhei.
–Estava longe daqui – disse e ele me abraçou pela cintura, deitei de leve a minha cabeça no ombro de Alexander.
Sorri para Kol que ainda me encarava, Davina olhou na direção que ele estava olhando e seu sorriso se desfez ao me ver. Sorri sínica para ela. Meus olhos se desviaram deles ao ver Melissa e Daniel,andei com toda a gracilidade de uma princesa ate eles.
–Melissa – disse e ela me olhou – Esta linda.
–Você também minha princesa – ela disse e eu ri.
POV ALTORA
Todos estavam sorrindo, se divertindo... Klaus e Caroline estavam conversando em um canto:
–Você é linda – disse ele e ela sorriu.
–Obrigada – ela deu uma piscadela para ele.
–Mamã – disse Hope andando na direção dos dois.
Rebekah tinha acabado de a colocar no chão. Sorri e a peguei:
–Hey minha pequena – disse ela com um enorme sorriso no rosto.
Hope se aninhou em Caroline e Klaus sorriu com isso:
–Vem com o papai – disse o hibrido.
Hope nada disse e grudou em Caroline. O que fez a loira soltar uma gargalhada gostosa... Do outro lado do salão Hayley olhava tudo com raiva, como a filha dela podia amar tanto a Caroline e não se lembrar de sua existência:
–Hey – disse Elijah chegando perto dela, ela não o olhou – Um dia ela ira se acostumar com você – ele disse e ela sorriu sínica.
–Eu queria isto agora, porra, Hope é minha filha e não gosta de mim – ela disse revoltada.
Caroline olhou para o lado de Hayley e sentiu pena dela, ela olhou para Hope:
–Hope, você faria um favor para a mamãe – ela disse e Hope tirou o pescoço do vão de seu pescoço e a olhou – Fique um pouco com a sua mamãe, por favor – ela sussurrou.
Klaus olhava aquilo admirado com a bondade de Caroline, Caroline andou ate Hayley e ela virou a cara ao ver a jovem com sua filha nos braços:
–Hayley – chamou Caroline.
– O que? – ela virou bruscamente.
–Tem alguém querendo ficar com você – disse e Hope olhou para Hayley e sorriu.
Hayley sorriu de volta e pegou a menina dos braços de Caroline.
***
A esta esta indo ótima, mais que perfeita... Todos estão se divertindo, agora estão todos da Tuma reunidos conversando, Kol não desvia os olhos de Cecília. Ela esta distraída conversando com Eidan, Melissa, Daniel e Alex:
–Você é bobo Eidan – disse ela rindo de uma piada que o rapaz acabara de contar.
Alex, Eidan e Kol olhavam Cecília com um olhar diferente, eles não sabiam como uma pessoa podia ser tão doce como ela, eles não sabiam como o seu sorriso iluminava o dia deles, eles não sabiam... Mas so tem uma lógica para isso, eles a amam. Ambos estão completamente apaixonados por ela, por seu jeito meigo de ser, por ela ser ela.
–Pare de olhar para ela como se ela fosse a coisa mais perfeita do mundo – disse Davina e kol a olhou.
–Esse é o problema Davina, ela é a coisa mais perfeita e preciosa na minha vida – ele disse e nesse momento Cecília o olha sorrindo dos seus amigos, não, ela não escutou o que ele disse.
O olhar dos dois se encontram e naquele momento ela teve certeza que o amava tanto, que daria a vida dela pela vida dele:
–Vamos brindar – disse Klaus erguendo a sua taça.
–Vamos – disse Katherine – Vamos brindar a eu ser uma vampira linda e gostosa de novo, vamos brindar ao Klaus ter parado de me perseguir, vamos brindar a nossa... – ela pensou – Vamos brincar pois estamos no dando bem, ou mais o menos – ela disse e olhou para Elena que revirou os olhos.
–Vamos brindar ao aniversario da Cecília – disse Damon.
–Vamos brindar a vida – disse Kol.
–A nossa família – disse Rebekah.
–Vamos brindar.... – disse Elijah e eles brindaram.
Cecilia sorriu... Do nada as luzes de todo o salão se apagaram e todos resmungaram. Ao se acender Cecília se assustou pois tinha um enorme bolo com uma menininha vestida de vermelho e tocando um piano... Seus olhos se encheram de lagrimas. Eles cantaram parabéns;
–Amo vocês – ela disse em um mudo com as lagrimas rolando por seu rosto.
Klaus subiu em cima de um palco montado e chamou a atenção de todos:
–Todos vocês devem estar se perguntando o por que de estarem em um baile, bom, este baile é em homenagem a Cecília e a minha rainha e minha filha que voltou para NoLa, Caroline – ele disse e olhou para vampira – Você é a rainha desta cidade, lovah. Somos a família real, todos nos – ele disse e sorriu – Fico feliz em ter vocês aqui comigo, para verem a minha rainha, minha Caroline, somente minha, meu ultimo amor... – ele disse e a garota sorria boba – Minha rainha e minha princesa estão de volta... Entao vamos comemorar – ele disse – Cecilia ira tocar uma musica no piano para nos – ele disse e a jovem o olhou assustada.
–Não – ela sussurrou La de baixo.
–Sim – ele disse descendo do palco.
Andei em direção ao meio do salão, onde eles tinham colocado meu piano... E eu nem tinha visto, ergui meu vestido para eu poder me sentar no banco. Quando em sentei, vi que todos estavam me olhando, sorri para eles:
POV CECILIA
–Espero que gostem – disse e toquei quatro teclas do piano o testando.
Sorri ao saber o que irei tocar, comecei a melodia, meus dedos se movimentavam de um lado para o outro... É um clássico de Ludwig van Beethoven eu amo suas composições e essa em especial... quando eu toco, eu toco com o sentimento e essa musica vai na minha alma, fechei os olhos e apenas senti, senti a musica... Ao terminar terminei abaixando o tom da melodia aos poucos... Abri os olhos e todos bateram palmas. Sorri.
–Comecei com um clássico, agora vamos para um mais moderninho – disse e todos riram.
A garota terminou e sorriu para todas presente, Alex veio ate ela e deu a mão ela pegou. Ela se levantou e seguiu rumo a turma:
–Minha irmã é ótima no piano – disse Damon todo orgulhoso.
–Babe menos nela – disse Elena sorrindo.
–Eu sei, eu sei... Eu toco muito bem – disse e Davina riu.
–Não acho – ela disse e eu a olhei.
–Bom amoré, você já foi em um musical? Se não ache que eu toque bem, faça melhor – disse e Melissa me deu um cutucão –Pare de me cutucar Mel, não serei boa com quem não me trata bem – disse e todos me olharam – E antes de falar mal do que eu toca, aprenda a se vestir.
Ergui a taça de champanhe na direção deles e bebi para bebericar, depois comi um pedaço do morango com chocolate em minha mão...
–Vamos a valsa – disse Caroline quebrando o silencio que se fez presente em nosso circulo, se não fosse pela musica e pela conversa das outras pessoas presentes no local.
Cecilia sorriu.
Todos os casais se posicionaram nas suas posições, começamos a dançar. Sem nos encostar, apenas sentindo a vibração um do outro os olhares, isso é a magia da dança ... Então vem a magia, Alex coloca a mão na minha cintura e começamos a valsar, é como se estivesse flutuando.
Ate escutar a conversa de Kol com Davina eles estão ao nosso lado .
–Kol – sussurrou a sem sal.
–O que? – ele perguntou.
–E acho que estou... – nesse momento acontece algo que não estava planejado para a valsa, todos os casais trocam de parceiros e por ironia do destino eu vou parar nos braços de kol.
Ao sentir seus braços fortes rodearem a minha cintura como se eu fosse algo muito precioso para ele, senti uma vibração.
Foi como se estivesse somente eu e ele naquele salão, passei os olhos por seu corpo e logo encontrei os seus olho por baixo da mascara preta, sorri e ele pareceu se esquecer de tudo que vivemos nessa ultima semana e sorriu, minhas mãos foram de encontra a sua e ele apertou ainda mais a minha cintura:
–Parabéns pelo sue dia – ele disse e eu sorri.
–Obrigada – disse em um sussurro.
Naquele momento tudo sumiu a nossa volta, pareceu que uma luz se focou apenas em nos... Parecia que tinha fogos de artifícios no céu, Kol me girou e eu bati com as mãos no seu peitoral másculo, tirei as mãos do local e as coloquei na sua nunca, dançamos lentamente. Deitei minha cabeça no seu ombro e continuamos dançando... Senti o seu cheiro emanando dele não tinha coisa melhor, sentir suas mãos me segurando forte também não tinha, inalei seu perfume para guardar esta dança para sempre em minha memória. Fechei os olhos e suspirei, a musica estava acabando, Kol me apertou ainda mais contra seu corpo. Abri os olhos encontrei os dele me encarando com ternura e saudades... Suspirei e fiz de tudo para não cair nos braços dele e agarrar ele ali beijar sua boca, levar ele para o meu quarto e rasgar toda a sua roupa e beijar cada centímetro daquele corpo que um dia esteve colado no meu nu... A musica acabou. Suspirei frustada e kol se aproximou bem próximo de meu ouvido:
–Não trate Davina como um lixo, você ira se arrepender disso – mordi os lábios e um no se formou em minha garganta...
Ele não disse isso! Disse?
–Precisamos conversar – disse e virei as costas para ele – Me siga – disse e sai dali com ele atrás de mim.
Me virei bruscamente quando estávamos na cozinha da mansão:
–Okay, kol! Me diga o que faço de mais para ela? – perguntei o encarando.
Sua resposta demorou uma eternidade, ergui meu vestido para eu não cair e me sentei na bancada de madeira da cozinha:
–Você a trata como um nada... – ele disse bravo.
–Ela provoca querido... – disse e estiquei o braço e peguei uma taça de champanhe que estava ali.
–Cecilia... eu te conheço muito bem.
–Não você não me conhece... Ela colocou verbena na minha bebida kol. Eu não fiz nada a ela, a primeira vez que ela me viu ela me jogou longe – quase gritei – E o que você fará comigo que eu a tratar mal? – perguntei e desci desajeitada da bancada, fui para perto dele e coloquei o meu dedo no seu peito e olhei para cima, pois mesmo de salto ele fica mais alto – Me matar kol! Você ira me matar? –perguntei e ele tirou o meu dedo de seu peito com brutalidade.
–Sou um vampiro Cecília, não tenho sentimentos. Não tenho sentimentos por coisas fúteis da vida! – ele disse e eu fechei os olhos com força – Deixaria você morrer na minha frente, não derramaria nenhuma lagrima sequer.
Engoli em seco.
–Então eu sou fútil? – perguntei – você me deixaria morrer ou me mataria? – perguntei.
–Sim pros dois – ele disse seco.
–ENTAO ME MATE, NADA ESTA TE INPEDINDO – disse e me virei pro lado.
Um no se formou em minha garganta novamente.
–NA VERDADE NÃO ESTA – ele disse e me empurrou na parede pelos ombros o que me fez tropeçar nos pés por conta dos saltos. Mas continuei em pé, senti a gélida parede nas costas, deixei a taça que ainda estava na minha mão cair.
–É TÃO FACIL – disse quando ele me prensou ainda mais na parede – É so você enfiar a mão no meu coração e arrancar ele... – ele começou a me enfocar e eu fiquei sem ar – Pegue uma estaca ou ate mesmo aquela cadeira de madeira atrás de você – disse com dificuldade, as lagrimas queriam rolar por meu rosto.
–TUDO MUITO FACIL – ele disse e em um movimento rápido tirou uma estaca debaixo da pia.
Sim, aqui nos temos esconderijos para estacas.
Kol a colocou no rumo do meu coração e eu suspirei, fechei os olhos e suspirei:
–Você sabe muito bem que eu posso te matar Cecília – ele susurrou.
–Então faça – disse ao abrir os olhos e encarar seus olhos castanhos por baixo de sua mascara.
–Não agora — ele sussurrou.
–Eu sei o por que, eu sei o por que de você não querer me matar — um pequeno sorriso se formou nos mais labios — você me ama? – ele se espantou – você ainda me ama, não é kol? Eu me lembro kol- sussurrei — eu me lembro de tudo – sussurrei querendo chorar – Eu lembro de tudo, de cada toque, de cada palavra dita, eu lembro de tudo... Kol. Lembro que você disse que me ama... Por isso não pode me matar, somente se você me esqueceu – disse chorando, estava pronta para dizer eu te amo, mas escutei alguém chamando o kol la da sala . Kol agora me segurava pela cintura e com uma força descomunal – Tudo que vicemos foi mágico – disse e ele me soltou eu quase cai se eu não tivesse me segurado na pia ao meu lado.
–Por que você não me disse? – ele perguntou nervoso – Por que não me disse que lembrava de tudo.
–Você quis assim – sussurrei com os olhos escorrendo lagrimas quentes e salgadas por meu rosto – E fiz o que você praticamente me obrigou a fazer.
Nesse momento Davina chega na cozinha e olha para nos dois, eu limpo as lagrimas... Dei uma ultima olhada para kol.
–Preciso sair daqui – disse e sai correndo para fora da casa, para de trás onde fica a floresta...
Comecei a chorar quando vi que estava longe da casa, me escorei em uma arvore e ergui os olhos e vi a luz do luar e algumas estrelas... Aqui da floreta eu vejo as estrelas.
–Vai ficar tudo bem – sussurrei para mim mesma, me escorei na arvore – Sempre fica.
Sinto um vulto passando por mim e estremeço, lembro de Felipe ter me falado para nunca gritar pois a pessoa ira saber onde eu realmente estou, tive vontade de gritar, mas prendi ele na garganta e ao limpar as minhas lagrimas e olhar para frente vejo Clarita me olhando sínica:
–Cecilia – ela disse parecendo surpresa e depois riu alto – Sua vida não estava perfeita, então como esta chorando? – ela disse se aproximando de mim.
Nesse momento eu senti repulsa por aquela pessoa tão idêntica a mim, mas tão diferente. Olhei para o lado e ela pegou no meu queixo e me obrigou a encara-te:
–Serio que você pensou que eu nunca irei te achar? – ela perguntou.
–Não seja patética... Eu, eu deixei você viver – disse e ela riu.
–E eu disse que não avia acabado ali, você ainda tem raiva por mim ter matado sua filha? – ela perguntou e eu a olhei.
–Minha filha, você sempre ama tocar neste assunto sua víbora. Ela é meu anjinho e... – segurei para não chorar. – vou sair daqui que ganho mais lucro – disse e ia saindo mas ela me puxa pelo pulso.
–Eu sei por que esta assim – ela disse e eu a olhei intrigada – O original esta com outra, eu o vi com a humana, ou melhor... Bruxa – ela disse .
Ri sem humor.
–Vá embora enquanto eu ainda tenho paciência com você – disse e virei as costas para ela.
Não quero encarar os olhos azuis dela, tão idênticos aos meus e tão vazios e sem vida:
–Sabe?! Foi tão fácil me passar por você na festa... disse que troquei de roupa – ela disse, fechei os olhos cansada dessa conversa — Sua amiga Melissa acreditou – me virei de uma vez- acreditou tanto que saiu ferida – ela terminou e riu sádica.
Meu deus, Melissa!Meus olhos se encheram de lagrimas e eu parti para cima dela. Ela me jogou em uma arvore e eu cai em pé, não quero estragar este vestido. A olhei desafiadora e olhei para minha mão coberta pela luva:
–É só isso? – perguntei ao levantar o olhar.
Ela veio na minha direção e me deu um tapa na cara, encostei ela na arvore e dei um, dois,três,quatro tapas seguidos na cara dela... Porem foi questão de um milésimo de distração, ela me virou e me prensou na arvore e tirou de sua cinta liga uma estaca de carvalho... olhei para estaca assustada, e depois para ela. Tentei sair mas ela me segurou com muita força, sorriu sínica para mim:
–Diga suas ultimas palavras – ela disse e sorriu maldosa, comecei a me debater em seus braços e ela sorria Clarita colocou a estava em meu peito e fechei os olhos:
–Você vai morrer – disse e ela riu.
–Não, você quem vai – ela disse e senti a estava entrar...
–Não, quem ira morrer é você – disse Kol e ambas olhamos para sua direção.
Sorri ao ver ele ali, ele jogou Clarita longe e eu cai em seus braços sem força... ele me segurou e eu olhei dentro de seus olhos. Comecei a chorar:
–Vai ficar tudo bem – ele disse e me abraçou – Vai ficar tudo bem – ele sussurrou e me abraçou muito mas forte e assim eu me senti tão segura.
Me separei dele, mas ele ainda continuou com as mãos na minha cintura me apertando contra ele, kol umedeceu os lábios e eu olhei dentro de seus olhos e passei a mão no seu rosto, bem leve.
Sorri, não precisávamos dizer nada ali. As nossas atitudes diziam tudo no momento. Me sinto segura nos braços dele. Eu o amo, o que eu posso fazer? Mas ainda estou magoada com ele, muito. O que kol fez foi maldade.
–Cecilia – gritou Alex e eu me lembrei de Melissa. Vi Eidan logo atrás dele.
–Melissa – disse apavorada – Ela, ela fez alguma coisa com ela – disse saindo dos braços de kol e corri em minha velocidade inumana.
Os três estavam atrás de mim, subi as escadas e quase cai por causa do vestido e passei por todas as portas do quarto, e todas estavam fechadas... Ao chegar na porta do quarto da Melissa entrei correndo e me deu um desespero ao ver minha amiga,ali, jogada no chão e tão pálida, com uma enorme mancha de sangue no pescoço... Minha visão ficou preta e eu me joguei ao lado de Mellisa... coloquei sua cabeça no meu colo:
–Memel – sussurrei em meio as lagrimas – Mel, minha flor – disse fechei os olhos – Vamos você não pode ter morrido – disse e olhei para cima – você não morreu eu me recuso a acreditar – abracei o corpo de minha amiga – Por favor não me abandone, por favor... você prometeu. Amigas para sempre, por favor, por favor – chorava descontroladamente.
Escutei um Tum, Tum,Tum. Bem fraquinho e me vire para os rapazes:
–Vocês escutaram isso? – perguntei e olhei para Melissa, levei meu pulso ate minha boca e mordi. Levei ate os lábio de melissa entre abertos e a fiz beber – Vamos Melissa beba – sussurrei – Beba – disse e ela logo foi abrindo os olhos.
–Ceci – ela sussurrou.
–Sou eu, sou eu. Sua amiga – disse a abraçando, ela me abraçou de volta.
–Eu.. eu...
–Esqueça tudo isso... so saiba que eu estou aqui com você – sussurrei chorando.
POV CAROLINE
Sorri ao ver que Hope esta se dando bem com a Hayley, Klaus esta no escritório junto com Damon, Stefan, Enzo, Ric e Marcel. Matt e Rebekah subiram para o quarto dela. Estou olhando o salão vazio pois não tem mas ninguém aqui, somente eu. Peguei a minha taça de champanhe e brindei comigo mesma:
–Caroline – alguém chama meu nome e eu me viro.
Cami a sem sal esta aqui:
–Am?! – pergunto com desdém.
Volto a olhar para frente, ela para ao meu lado.
–Eu so quero te falar para ser uma rainha direita para esta cidade, pois o Klaus merece uma rainha madura e não uma adolescente problemática — ela disse e eu a olhei.
–Então quem seria a rainha ideal para esta cidade? – perguntei – você? – disse e apontei para ela.
–Talvez – ela disse e eu revirei meus olhos.
–Camille querida, Klaus me ama e pare de querer se intrometer na nossa vida – disse brava – Klaus é um homem adulto e sabe muito bem o que faz, não precisa de uma baby sister para cuidar dele.
–Não querida, isso é ao contrario... você que precisa de baby sister – ela disse e eu fechei os meus olhos com raiva.
–Deixe me ir que o meu homem deve estar a minha espera – disse e deixei a taça de lado e ia sair, mas ela me segura pelos pulsos.
–Você acha que ele não ira se cansar de você, claro que ira. Ninguem da conta de ficar com uma pessoa para sempre, Caroline. Ele ira te abandonar no primeiro desliza que você der.
Ri sem humor.
–Irei fingir que não escutei isso, e vou te poupar a vida... Se você cruzar o meu caminho com esses insultos irei arrancar o seu coração fora e irei jogar para os lobos – disse amigável, e fiquei frente a frente ela mostrando que eu não tenho medo dela e nunca irei ter:
–Caroline – disse Klaus e eu me virei.
Olhei para ele e sorri ao ver ele ali:
–Peça desculpas – ele disse e eu o olhei com uma sobrancelha arqueada.
–Não – disse convicta.
–Peça – ele disse e me olhou bravo.
–Nunca — disse e Klaus pega o meu braço direito.
–Peça desculpas – ele falou e eu olhei para Cami que olhava aquilo tudo com um olhar superior.
–Não Klaus – disse e ele apertou o meu braço com força.
–Peça, não acredito que você disse isso a ela – ele disse e começou a apertar o meu braço com muita força, senti o meu braço quebrar e eu suspirei pela dor, meus olhos se encheram de lagrimas.
–Me solta – disse manhosa querendo chorar.
–Vamos ter uma conversinha — ele disse e saiu me puxando pelo braço.
Graças a deus todos os convidados foram embora:
–Me solta, por favor – disse chorando.
Chegamos dentro do escritório, Klaus me jogou longe e eu cai no chão perto da parede. Eu me senti horrível nesse momento, nunca esperei isso do Klaus. A dor física que ele me causou no momento nem chega perto da dor emocional, o olhei meus cabelos loiros caíram nos meus olhos, comecei a chorar baixinho... me encolhi no canto e olhei para o teto . A respiração de Klaus estava ofegante, olhei para ele e ele se aproximou de mim:
–Não chegue perto de mim – gritei e me levantei com o braço doendo.
–Caroline, por que você falou aquilo para ela? – ele perguntou rude e groso.
–Por que ela me provocou – disse chorando.
–Mas ameaçar ela de morte, Caroline? ELA É MINHA AMIGA – ele gritou .
–FODASE, SE ELA FOSSE SUA AMANTE MATARIA DO MESMO JEITO – disse com raiva eu so via vermelho sangue na minha frente, Klaus me prensou na parede e me segurou pelo braço – ME SOLTA SEU DOIDO – gritei esperneando – UMA RAINHA NÃO MERECE SER TRATADA ASSIM, SE É QUE EU SOU SUA RAINHA, KLAUS.
Ele me olhou e eu comecei a chorar ainda mais:
–VOCÊ ME MACHUCOU, SEU... SEU... SEU IDIOTA – disse e fechei os olhos – EU RITIRO O QUE EU DISSE KLAUS, EU TE ODEIO. – disse e ele me soltou, abri os olhos e encontrei ele com o maxilar travado.
–VOCE NÃO ME ODEIO...
–VOCE ME HUMILHOU NA FRENTE DAQUELA RIDICULA – gritei.
–ISSO TUDO É CIUMES – ele gritou e eu ri entre as lagrimas.
–NÃO É, POR QUE EU SEI QUE VOCE DEMOROU 3 ANOS PARA ME TER... E AGORA NÃO IRA DESISTIR DE MIM.
–E SE VOCE FOSSE SO UM DESAFIO PARA MIM – ele disse e riu – VAI QUE ERA, CAROLINE. UM EU E AMO PARA UM ORGINAL DIZER PARA CONSEGUIR O QUE QUER NÃO É NADA – ele disse e eu entrei em desespero.
–VAI PRO INFERNO – gritei e sai correndo dali pro meu quarto.
Ao chegar na sala todos estavam lá, todos olharam para mim:
–Hibrido original fez merda para a Barbie vampira – disse Damon.
–Quero ficar sozinha – disse quando as meninas vieram na minha direção. Cruzei os braços.
Ia saindo dali e escutei um barulho enorme de algo se chocando contra a parede, Klaus esta quebrando o escritório. Limpei as lagrimas e vi Cami querendo entrar no escritório:
–Não, você não vai entrar lá – disse Rebekah e mostrou sua face vampira.
Cami bufou e saiu dali:
–E você – ela apontou para mim – Vai deixar a gente ficar com você, ou eu vou te compelir a deixa r – ela disse e olhei para Elena e Bonnie e ela fizeram que sim com a cabeça.
–Vamos – disse com a voz rouca por conta do choro.
Subi as escadas com elas atrás de mim, ate mesmo Katherine. Quando ia abrir a porta do quarto Hayley pede para falar comigo a sós, eu aceito:
–O que você quer? – pergunto tirando o sapato e o deixando pro canto.
–Não desista do Klaus – ela falou e eu a olhei –Eu sei, ele é um idiota imortal, mas não desista dele. Você faz bem a ele – ela falou – E eu queria te pedir desculpas por te tratar daquela maneira, Hope te ama mais que tudo no mundo Caroline e eu fico feliz por ela ter encontrado alguém que cuidou e a amou com a mesma intensidade enquanto ela esteve fora – ela disse com os olhos marejados – Ela me chamou de mamãe hoje – ela disse e eu sorri em meio ao choro – Eu a amo e se ela te ama como uma mãe, fico feliz de ter sido você e não outra pessoa. Ok, podia ser outra, não podia ser a ex da pessoa que odeia o pai dela... Mas foi você, você e Rebekah fizeram um ótimo trabalho e eu devo isso a vocês – ela disse e eu a olhei.
–Não precisa agradecer, se eu ainda estou nessa casa nesse momento é por Hope, minha filha – disse e ela sorriu.
–Nossa filha – ela disse e eu sorri.
–Eu ainda te acho uma vadia.
–E eu ainda te acho uma patricinha do interior...
–Mas me da um abraço – disse e ela me abraçou.
Hayley saiu do quarto e as meninas entraram, me joguei na minha cama:
–Não ligue pelo que ele disse – disse Rebekah se deitando ao meu lado na enorme cama.
–Se você precisar nos iremos te ajudar a jogar ele no oceano pacifico – disse Katherine e eu sorri.
–Sabe, eu ainda não perdoei o Klaus pelo que ele fez com a nossa vida. Mas ele te ama – disse Elena e eu me deitei no colo dela, chorando.
–Não fique assim, foi so uma briga – disse Bonnie.
–Eu disse que amo ele – disse e elas me olharam espantadas.
–Vai ficar tudo bem, eu te entendo. Damon é dos maus e eu o amo. Eu te entendo – sussurrou Elena.
–Quando estou com ele sinto que tudo é capaz, eu o amo. Mas estou muito magoada com ele, não quero ver ele nunca mais – disse e abracei o travesseiro.
Aquele hibrido vagabundo ira pagar cara, ah, mas muito caro. Ele ira se ver comigo...Sou Caroline Fobes meu amor e não levo desaforo para casa, ainda mais do klaus.
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