Let Her Go - Delena/ Klaroline
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Notas iniciais
POV CECILIA
Minhas lagrima banhavam a jaqueta de Alexander, eu não queria o soltar. Não estava acreditando que era ele, aqui... na minha frente. Estava com medo de ser apenas um sonho, um sonho que não queria que acabasse.
– Alexander – sussurrei seu nome ainda abraçada a ele.
–Sou eu sim minha Ceci – ele sussurrou de volta e me deu um beijo no topo da minha cabeça.
–Eu não acredito – disse o soltando de vagar ainda hesitante – eu não acredito que é você.
–Claro que sou eu – ele sussurrou limpando as minhas lagrimas. O abracei novamente e inspirei e senti seu cheiro, o cheiro que so ele tem. Ele me rodou no ar.
–É você mesmo – disse e ele me soltou.
–Estava com saudades, minha princesa – ele disse e eu sorri. Senti o vulto de Kol passar para fora da casa.
–Eu, eu estava mais – disse e ele sorriu – Vamos conversar em outro lugar – disse e o olhei. – Em 3 segundos eu volto – disse e sai em minha velocidade inumana ate a piscina, peguei meu vestido e o vesti, voltei. – Vamos – disse e peguei na mao dele, fomos para a área do jardim onde fica uma enorme arvore – Aqui podemos conversar em paz – disse me sentando na grama.
Alex fez o mesmo. Eu o olhei e senti a brisa bater no meu rosto, ele passou uma de suas mãos por meu rosto.
–Você não mudou nada, a não ser as roupas – ele disse e riu. Ri junto com ele.
–Você já mudou, Alexander – disse e ele me olhou com o cenho franzido.
–Como?
–Esta mais sexy – fui direta e ele riu alto.-Para – disse e o cutuquei.
–Por que você não me contou Cecília? Não me contou sobre o vampirimo? – ele perguntou e eu abaixei a cabeça.
–Alexander, eu não queria te privar de ter uma família. De ter uma vida... mas acabei privando quando deixei aquela carta.
–Não – ele sussurrou – você não me privou de nada, Cecília. Você me deu uma família, nossa filha era o nosso tudo.
–Tem uma coisa sobre nossa filha que você precisa saber – sussurrei e depois o olhei.
–Pode falar.
–Clarita, Clarita foi a causadora da morte da nossa filha – disse e vi sua face vampiro.
–O que?
–Isso mesmo.
–Eu... se eu a encontrar eu juro, juro pela nossa pequena que irei arrancar o coração daquela vadia a fora.
–Faça isso... tive a chance mas a perdi – disse e deixei uma lagrima escapar – se minha tia não tivesse me dado veneno nois teríamos nos casados Alexander, teríamos tido a nossa família – disse chorando.
–Não fiquei assim – ele disse e me puxou pro seu abraço, deitei em seu peito.
–O destino, a vida conspirou contra nós dois Alex – sussurrei enquanto ele afagava meu cabelo.
–Hey... fiquei calma anjo.
–Mudando de assunto, como foi sua transformação?
–Encontrei um vampiro, após dois anos da sua transformação. Então ele me deu seu sangue e quebrou meu pescoço. Ele me ajudou muito.
–Então você esta com 18 anos? – perguntei e ele sorriu.
–Aham... e você ainda 16 – ele disse e riu.
–Gosto de ser uma eterna rainha – disse – como você me achou?
–Ouvi boatos que a protegida dos Originais estava na cidade. Então eles me falaram o nome, nome esse que somente uma tem: Cecilia Samantha Vega... Salvatore?! Não intendi o do Salvatore.
–Longa historia, te conto de pois que me contar mais da sua.
–Okay... prosseguindo... resolvi ver se era você – ele disse — E te encontrei, depois de décadas te procurando.
–Eu... eu não sei o que falar. Você já desligou a humanidade? – perguntei o olhando.
–Nunca... pois se eu desligasse a minha humanidade eu me esqueceria que te amava. Entao eu sofri, mas sofri sem desligar ela. E, você já desligou? – perguntou.
–Sim, em 1880 – sussurrei – eu tinha matado a segunda pessoa. Não agüentei tudo isso e desliguei. – suspirei – depois disso virei uma serial killer... por 20 anos. Matei dezenas de pessoas – disse com o os olhos marejados. Odeio lembrar disso – Fuji de Felipe, mas... ele não desistiu de mim. Felipe nunca desistiria de mim, Alex – disse e limpei uma lagrima que teimou em cair – por mais eu sendo uma assina de sangue frio, manipuladora, não pensava em ninguém alem de si mesma. Ele não desistiu. Ele seguia a minha linha de corpos que eu deixava para trás. Então Felipe me achou, ele me encontrou quando estava matando alguém. 20 anos, 20 anos sem escutar a voz dele, sem ver ele. Daí eu escutei e larguei o corpo, ele injetou verbena em mim e me levou para Espanha... onde me mostrou o castelo, não sei como... mas ninguém nos pegou. Acho que foi por que a monarquia avia sido derrubada. Isso do castelo não me convenceu. Então ele me levou ate a nossa arvore, me mostrou as minhas caixinhas de musicas. Depois me mostrou nossa aliança, nada, nada funcionava. Ate... ate – ele limpou as minhas lagrimas – ate ele me levar ate o lapide de minha mãe e meu pai... e da nossa anjinha, Alex. Ai sim... ai sim eu voltei a mim mesma. Focalizei toda a dor na musica.
–Não chore, meu anjo – ele disse e me abraçou – isso já passou.
– Sim, mas eu ainda escuto a vitimas pedindo para mim parar e eu nada respondia. Apenas sugava, tirava suas vidas. Alex... Felipe foi meu porto seguro por 165 anos. Daí do nada a Clarita manda caçadores que o matam. O matam, ele morreu, ele morreu por minha causa.
–Clarita é uma louca dissimulada. Ela ira pagar por tudo, Cecília.
–Ela ira, Alex – sussurrei contra o seu peito.
–Mas, depois da morte de Felipe eu encontrei a minha nova família. O meu lar – disse e ele sorriu contra os meus cabelos – meus irmãos, meus amigos, você... são meu tudo. E eu sei que Felipe esta me observando de onde esta, cuidando de mim... ele me prometeu fazer sempre ele não quebraria uma promessa.
–Sei que não – ele sussurrou – Agora estou aqui com você meu anjo. Sempre estarei – ele sussurrou e tirou uma mecha do meu cabelo ainda úmido para trás, ele olhou dentro dos meus olhos. Sorri com isso, nossos olhos azuis formavam uma imensidão azul. Ele sorriu pra mim -Cecilia, eu já naveguei o sete mares atrás de você. Nunca te achei e agora... agora não acredito que você esta aqui comigo – ele disse e segurou atrás da minha nuca. Entre abri os lábios e umedeci os mesmos com a língua, ele fez o mesmo.
Ele foi se aproximando aos poucos de mim, senti seus lábios macios tocarem os meus. Ele os roçou e depois pressionou os mesmos contra os meus. Ele pediu passagem e eu cedi, estava inércia naquela beijo. Ai começou uma guerra, estávamos matando a saudade um do outro. Minhas mãos foram para os seus cabelos os bagunçando. Em um movimento rápido Alex me colocou no seu colo. Soto um suspiro quando sinto seus beijos por meu pescoço. Sorte que estávamos afastados da casa e de todos. Minhas mãos vão agíeis tiram sua jaqueta, o deixando a mercê para mim. Passei minhas mãos por seu corpo, mas naquilo faltava algo... faltava alguém, ele não era kol. Me lembrei de kol e parei o beijo, o olhei ofegante. E ele sorriu.
–Estava com saudades disso – ele disse e passou a Mao por meu rosto. Sorri forçada para ele – Tenho isso para você – ele disse tirando de seu bolso uma caixinha a abriu e tirou La de dentro uma linda pulseira com um pingente em formato de piano, ela era todo prata e o pingente é todo cravejado de diamantes – ela é sua – disse ele a colocando no meu pulso – mandei fazer para você desde que você sumiu e sempre fiquei na esperança de poder te entregar ela – ele disse e eu sorri olhando a pulseira.
–Obrigada – disse e o abracei.
–De nada – ele sussurrou – minha princesa.
–Gosto de ser chamada assim – disse me sentando no chão.
–Princesa – ele disse e eu fiz que sim – você é uma princesa, Cecília. Princesa Cecília Samantha Vega terceira.
–Pelu amor de Deus Alex, pare com o terceira. Ninguém precisa saber que tinha mais duas Cecília Samantha Vega, eu sou única.
–Você é única, princesa – mordi o lábio inferior com um sorriso.
–Na verdade nem sangue do meu pai eu tenho.
–Você é princesa, a minha princesa. Não importa o sangue. Leandro te coroou como princesa, você é princesa. A melhor princesa que o reino poderia ter – ele disse com um sorriso nos lábios.
– Estava com saudades do jeito que você me trata.
–O jeito que você merece ser tratada, o jeito que uma princesa deve ser tratada – ele fala e eu ri alto.
E assim passei o dia, matando a saudade de Alex. Eu não sei mas... não me senti como me sinto quando estou perto de kol. Ele esta em um hotel aqui perto, então marcamos de nos vermos amanhã de manhã para um café da manhã.
Subi direto para o meu quarto. O adentro e encontro kol na varanda.
–Hey... – falo e ele se vira para mim. Seus olhos vão direto para o meu bracelete.
–Eu vi Cecília – ele sussurra.
–O que? – perguntei.
–O beijo, o beijo de vocês – ele fala e me olha com fúria. Ele anda na minha direção e eu dou dois passos para trás.
–Kol...eu – eu falo com medo.
–Não precisa explicar – ele fala seco, um calafrio percorreu minha coluna – você foi fraca, Cecília. Fraca e caiu aos encantos daquele príncipe de meia tigela.
–Kol, me desculpa – sussurrei com os olhos marejados.
–Desculpar? Para que? Você beijou o homem que ama.... e vem me pedindo desculpas?!
–Eu, eu não... – ele não me deixou terminar.
– eu demonstrei humanidade por você , foi tudo por você Cecília. – ele fecha os olhos e soca a parede.
–Kol... me escute por favor – falo me aproximando dele. Ele abre os olhos e me olha com raiva.
–Eu estou com vontade de te matar agora, mas, mas ficar sem olhar para você... seria tortura e passar o resto da minha eternidade sabendo que eu fiz isso seria muito mais – ele sussurrou. Meus olhos estavam escorrendo lagrimas.
–Eu não entendo kol, eu amo ficar contigo, amo ter você perto de mim – me aproximei dele e passei a mao no seu rosto. Ele tirou a mesma – mas, mas eu fui fraca. Eu fui fraca pois eu não devia ter beijado ele, não devia. Assim quando eu senti que faltava algo eu parei. Eu percebi que não foi real, não foi real por que não era nois – ele me olhou com os olhos marejados.
–Posso te fazer esquecer de nois, ai você nunca ira pensar em mim quando esta com ele – ele sussurrou e eu arregalei os olhos.
–Não – sussurrei.
–Seria mais fácil para mim e para você. Seria mais fácil pois você esqueceria de mim, e dos nossos momentos.
–Eu não quero esquecer -quase gritei.
–Se não quer. Escolha, eu... ou ele?!
–Kol, eu não posso escolher – gritei.
–Já que você não quer escolher... fique com ele – ele gritou e se aproximou de mim, dei três passos para trás – mas, ira me esquecer, ira esquecer que fomos amigos, ira esquecer a nossa bela historia – ele disse e eu me encostei na parede chorando, tampei os ouvidos e fechei os olhos.
–Não, não, não. Eu não quero isso – gritei chorando.
–Mas é o que eu quero – ele sussurrou – eu demonstrei bondade por você Cecília, tudo por você. Daí você me decepciona. Eu abri os olhos.
–Me desculpa – sussurrei em meio as lagrimas, ele me olhou e sorriu sínico.
–Agora é tarde... um Mikaelson magoado é capaz de tudo. Ate mesmo de fazer a pessoa que ele ama , se esquecer de tudo que viveram.
–Por favor.... não – disse olhando dentro dos seus olhos – não faz isso comigo, kol. Por favor – sussurrei e olhei para cima. Isso não pode estar acontecendo.
–Eu achei que você me amava Cecília, mas... eu vi que não. Prefiro eu sabendo que você se esqueceu de tudo que eu disse, de tudo que vivemos do que olhar para você e ter que saber que você se lembra de tudo e sabe que eu sou um tolo. Um tolo por te amar – ele disse e eu bati com força a cabeça na parede.
–Não fala isso... você não é um tolo por me amar. Nunca será. – disse e limpei minhas lagrimas – vivemos tanto momentos lindos kol, como hoje de manhã – um sorriso brotou nos meus lábios após lembrar disso, limpei as lagrimas – Eu não quero esquecer de tudo.
–Mas eu que quero que esqueça, quero que se lembre de mim como o Mikaelson mal, que só sabe matar – ele disse e me prensou na parede. Desviei os olhos do dele.
–Não faça isso.
–É isso…. Ou apagar o Alex da sua cabeça– ele disse e eu abaixei a cabeça. Ele ergueu minha face a força, tentei desviar os olhos do dele, mas ele segurou meu rosto com força — eu não posso fazer isso... pois ele é pai da sua filha. Ele fez parte da sua vida humana, Cecília. E você precisa se lembrar dela, se lembrar de tudo para ser quem você é. Você ainda o ama, vejo isso em seus olhos – ele sussurrou com lagrimas nos olhos.
–Por favor, não... eu... eu – eu iria falar mas ele me corta.
POV ALTORA
–Shi – Kol disse e colocou o dedo indicar nos meus lábios de Cecilia pedindo silencio – você ira se esquecer, ira se esquecer de tudo que vivemos. Ira se esquecer do que eu te falei, ira se esquecer que eu demonstrei bondade por você – ele falou em meio as lagrimas, ela chorava muito, não queria isso.
Nem ele queria, mas... ele não sabe o que esta fazendo. Esta sego de ódio. Quando viu o beijo ele não soube o que fazer. Ele so queria que ele não a amasse, ele so queria esquecer de tudo. Mas... não tem como. Então ele preferiu ver o sofrimento nos olhos azuis de Cecilia ao fazer ela esquecer dos dois. A garota foi deslizando pela parede e ele se abaixou junto a ele.
–Você ira se esquecer da nossa noite, da nossa manhã, das nossas conversas durante a madrugada.... para você eu serei apenas um amigo distante. Quem te deu o piano não fui eu, foi Nik... ira se esquecer de tudo. E será feliz, muito feliz – terminou o Original aos sussurros. Ele deu um leve beijo na testa dela e saiu dali em sua velocidade inumana.
E Deixou a jovem ali, no chão. Chorando.
Como ele teve coragem de fazer isso com ela? Como ele a fez esquecer dos momentos mágicos dos dois? Sim, tudo que eles viveram foi mágico, perfeito, real.... Real por que eram eles! Eles são reais, eles juntos se tornam apenas um. Ela o ama, mas ele não sabe. Nesse momento ela é apenas uma jovem confusa sobre tudo, sobre a vida.
Como ela queria morrer naquele momento.
–Eu tomo verbena... seu idiota – ela sussurrou muito baixo, somente para ela, ela limpou as lagrimas e se levantou do chão. Se ele quer assim, assim será.
Aquilo estava doendo muito no Original, mas ele sempre foi conhecido por ser egoísta. Mal, vingativo. Ele nunca deixara de ser quem era, quando estava com Cecília. Ele apenas era uma pessoa melhor sem ela.
–Porra – ele fala ao chegar em seu quarto.
O original pegou uma foto dele e da jovem e a examinou, seu coração doeu a olhar a foto que tirou em um dia que estavam deitados na cama de Cecília, ela com um enorme sorriso no rosto, o sol batendo no rosto dela e dele. Ele com um sorriso verdadeiro, sorriso de quem ama. Ele deixou uma lagrima escapar. Por que ele se deixou mostrar para ela? Foi tudo por ela. Ele a ama, ele não tem duvida disso, nunca terá. Ele pegou a foto e a jogou na parede, o porta retrato de vidro se despedaçou no chão. Ele pegou a foto e a deixou na mesinha de centro.
Ele precisava sair para pensar melhor, então... foi isso que ele fez. Ele saiu para matar, isso o acalma, ele se sente poderoso, ele matando não se sente a mercê de Cecília. Sim ele é todo a mercê dela. Ele faria todas as suas vontades, se a vontade dela era ter um pedaço de estrelas... ele iria buscar. Ela é a humanidade dele, Cecília tem uma missão... sua missão é ser fiel aos Originais, sua missão também é ser a humanidade de um Original.
Agora ninguém sabe o que pode acontecer com esse casal... ninguém sabe que o amor deles pode prevalecer depois dessa briga.
Cecilia o ama, ela não pode ter falado mas esta completamente apaixonada por ele. Ela não vive sem ele, sem olhar naqueles olhos que tanto admira ela.
POV CAROLINE
Chegamos em casa e tudo estava escuro, aproveitamos o tempo que tínhamos e jantamos em um restaurante qualquer e eu lembrei da mensagem que Klaus deixou para mim a um ano e meio atrás.
–Cadê todo mundo – sussurrou Klaus no meu ouvido.
–Não sei – disse aconchegando Hope ainda mais nos meus braços – Klaus prepare uma madeira para ela – sussurrei e fui rumo as escadas – e por favor, faça direito – disse me virando para ele que sorriu de lado. Subi pro quarto de Hope e quando abri a porta quase cai de costas. Ficou tudo muito lindo, e eles fizeram o trabalho muito rápido – Hope – sussurrei seu nome e passei a mão na sua cabecinha – acorda para você mamar – ela continuou dormindo, um sorriso brotou dos meus lábios. –Hope – disse e dei um beijo em seu rosto, ela abriu os olhos lentamente e quando me viu abriu um lindo sorriso com os quatro dentes da frente expostos. Sorri também.
–Mamã – ela disse ainda sonolenta.
–Sim, sou eu – disse e me sentei com ela na cadeira da amamentação – cadê seu pai com a sua mamadeira minha filha? – perguntei e ela me olhou.
–Perguntando por mim – Klaus disse aparecendo com a mamadeira da Barbie em suas mãos.
–Sim, passa pra cá – disse e ele me entregou a mamadeira.
–Falta algo para esse quarto – ele disse e saiu, olhei confusa para Hope.
Coloquei a mamadeira em sua boca e ela mamava, deitei ela mais nos meus braços.
–Te amo tanto minha pequena – sussurrei e ela sorria enquanto sugava.
–Voltei – disse Klaus entrando com um quadro coberto por um lençol branco.
Nesse momento Hope parou de mamar e olhou para o pai.
–Presente para o quarto da nossa filha – ele disse e tirou o lençol do quadro. Meus olhos se encheram de lagrimas ao olhar o quadro que ele pintou. Era eu e Hope, Hope estava deitada na minha barriga em cima do sofá da mansão Mikaleson em MF. Foi no dia do jantar que Rebekah deu.
–Que perfeito, Klaus – sussurrei e limpei minhas lagrimas. Me levantei com Hope me meus braços e fui ate Klaus, ele estava com um lindo sorriso nos lábios. – Eu amei – disse e o abracei junto com Hope – mas como... – ele adivinhou a minha pergunta.
–Cecilia... – ele disse e riu.
–Tinha que ser – disse me soltando do abraço – agora eu vou dar um banho nessa garotinha – disse e Hope riu. Ia saindo, só que Klaus me puxa.
–Caroline – ele sussurra, sorriu para ele em resposta – eu te amo, amo vocês – ele disse e me deu um selinho.
Fui dar banho na minha pequena, no meu pequeno milagre.
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