Let Her Go - Delena/ Klaroline
16 Capitulo 15 Alexander?!
Notas iniciais
POV CAROLINE
Abro os olhos lentamente e os fecho novamente pois a luz os invadiu. Senti pernas enroladas nas minhas, mãos em minha cintura me abraçando e me puxando cada vez mais pra um corpo másculo e escultural. Solto um sorriso ainda de olhos fechados, sinto a respiração de Klaus em minha nunca e logo sinto sua respiração em meu rosto e ele deposita um beijo no local. Solto um risinho. Estou com minhas pernas por fora do lençol.
–Acorda dorminhoca – disse klaus passando a mão por meu rosto.
–Já estou acordada – sorrio pra ele e me viro pro mesmo, arrumo o lençol e me apoio em meus cotovelos e fico olhando pra ele. Ele esta com um sorriso tão bobo nós lábios. Que me faz sorrir ainda mais.
–Que bom sweet – ele fica na mesma posição que eu. Ficamos nos encarando por um bom tempo, ele me puxa pros seus braços e me dá um beijo, um beijo que transmite tanto coisa. Pena que o ar falta e nos separamos.
–Quero ficar aqui para sempre – falo me deitando de costas.
–O pra sempre para nós é muito, Caroline – ele fala e pelo tom de sua voz esta sorrindo o olho e confirmo minha teoria.
–Não me importo se é muito. So não quero sair daqui, dessa cama, desse quarto, dos seus braços, de perto de você – ele sorri e me abraça.
– Sair dos meus braços é escolha sua, sair de perto de mim também. Mais sair dessa cama, nois precisamos. Não é uma escolha nossa – ele fala e me dá um beijo no topo da minha cabeça.
–Pena que não é escolha nossa. – falo fazendo manha.
–Uma pena mesmo... Mas... ainda é muito cedo – ele disse olhando no relógio da cabeceira da minha cama – Serio? Um relógio da Barbie? – ele pergunta e ri e eu não agüento e rio também.
–Hope quem escolheu – falo e ele ri.
–Voltando o que eu estava dizendo... Ainda é muito cedo, e temos a manhã somente pra nós – ele fala e eu sorrio.
–Perfeito – falo e vou indo em sua direção a ele na minha, quando estávamos prestes a nós beijar alguém bate na porta e invade o quarto. Eu me assusto e me cubro direito.
–Ah – a sonsa da Camilli diz, semi cerro os olhos pra essa vadia de quinta. Klaus fica meio sem jeito e se cobre direito.
–Cami – Klaus fala constrangido.
–Camille – falo irônica.
–Klaus preciso falar com você... Agora – A filha da puta nem se desculpa por ter acabado com o nosso momento. Ambas olhamos pro Klaus esperando uma resposta.
–Depois – fala Klaus e eu lanço um sorriso vitorioso a sem sal.
–Precisa ser agora... Depois você brinca de marido e mulher – ela fala e eu a olho de boca aberta.
– Bitch – quase grito e ela me olha e ia falar algo, mais Klaus fala primeiro.
–Qual é o assunto? – Klaus pergunta a ela.
–A cidade – ela fala e eu olho pra ele com o um olhar de “Se você for... você me perdeu playboy.”
–Vamos ao meu escritório – ele fala e a olha e depois me olha.
–Klaus, se você for.... Você me perdeu – falo – Você vai? – pergunto e ele me olha e fica em silencio – Era isso que esperava, ser trocada por essa cidade, o que custa esperar?– suspirei e ele também, e a cadela ainda esta dentro do quarto — Vire-se de costas – peço pra Camille, ela se vira pois estou nua e não quero que essa vadia me veja pelada. Me levanto e pego a camisa preta de Klaus e a visto. Não encontrei a minha camisola. – Pode se virar – falo pra ela e a mesma o faz, quando estava no meio do quarto paro e olho pro Klaus, reviro os olhos e volto a andar. Bato a porcaria da porta com tudo. Quando estou no meio do corredor prendo meu cabelo em um coque frouxo, me escorei na parede e suspirei.
Lembrei que aquele quarto é o meu e voltei. Abri a porta com tudo e encontrei os dois conversando:
–Esse quarto é o meu – falo cínica e vou direto pro meu banheiro. Porra, mas como ela sabia que ele estava no meu quarto? Ah, quer saber? Da nesse, da nesse o Klaus e essa vagaba de quinta, da nesse Hayley, da nesse a noite passada. Estou aqui por Hope e minhas amigas. Ligo o chuveiro e tomo um delicioso banho pra ver se tira aquele cheiro delicioso de um hibrido delicioso. Reviro os olhos, mas quando vejo já estou chorando. Chorando de raiva do Klaus, como ele pode?
Saio do banho e passo por meu quarto e sinto o cheiro dele empregado em tudo ali, minha vontade é de parar de respirar. Mas... esse cheiro é o segundo melhor do mundo – primeiro é o cheirinho de bebê que Hope emana – Pensando em Hope, estou com saudades da minha boneca, me arrumo e desço pra tomar café da manhã.
POV CECILIA
Abri meus olhos sorrindo, pois flashs da noite passada invadem a minha memória, estou deitada de bruços e sinto beijos molhados em minhas costas nuas , que por acaso deviam estar cobertas pelo lençol de seda. Sorrio de lado. Sinto um peso em cima de mim e é... Kol. Claro.
–Isso faz cócegas – sussurro pro kol que esta em cima de mim.
–Faz é ? – ele pergunta no meu ouvido.
–Aham – falo e rio quando ele faz de novo, em um movimento rápido kol me vira pra ele e senta em cima de mim com uma perna de cada lado, mas não coloca todo o seu peso. – Odeio o fato de você ser mais forte que eu – falo e faço bico.
–E eu amo isso – ele disse e começa a fazer cócegas em mim – E esse bico é totalmente beijavel – ele fala e me dá um selinho enquanto continua com a tortura.
–Para – falo entre os risos –K..ol – falo e ele me olha e sorri pra mim. Ele se abaixa e deposita um beijo m minha testa. Então em um movimento rápido de vampiro, troco de posição com o kol, ficando por cima dele e solto uma gargalhada orgulhosa de mim.
–Amo essa sua gargalhada – ele sorri de lado, e eu olho dentro dos seus olhos castanhos e sorriu pro meu amor.
–Isso é bom amor... – falo e enquanto estou sentada em cima dele, quando termino e frase ele franze o cenho, e depois aquéia uma sobrancelha – O que foi? – perguntei.
–Repete – ele disse com um sorriso bobo nós lábios?
–O que? – perguntei e saquei o que ele quis dizer – Amor? Amor, amor,amor,amor... você é o meu amor... somente meu – disse e beijei ele.
Como Kol é esperto ele me virou pra ele em um movimento rápido, e eu fiquei deitada na cama . Ele distribuiu beijos molhados no meu pescoço, depois colo e voltou a me beijar. Sinto uma de suas mãos apertarem meu seio esquerdo e solto um gemido.Fui empurrando ele ate que ficássemos sentados, passei minhas mãos pelo abdômen malhado de kol e ele soltou um gemido rouco no meio do nosso beijo. Me sentei em seu colo e senti sua ereção, sorri entre o beijo e o parei.
–Você é tão perfeita – ele disse e passou a mão no meu rosto, peguei sua mão e a segurei no local sentindo o seu toque.
–Obrigado – sussurrei de olhos fechados.
–De nada – senti seu sussurro em meu rosto – Não quero deixar você sair de perto de mim.
–Então não deixe – sussurrei abrindo os olhos e encontrei os seus me encarando com certa admiração.
–Pode apostar que eu não vou – ele disse e foi me deitando aos poucos na cama e ele foi se deitando por cima de mim, quando sinto o colchão em minhas costas sinto também os lábios macios de kol contra os meus... sua língua pede passagem e eu sedo, sinto suas mãos em meu corpo e as minha bagunçam seu cabelo. Mordo o lábio inferior de kol.
Escutamos um grito estridente “Rebekah”.
–Klaus acordou – fala kol entre o nosso beijo.
–Aham – falo e ambos sorrimos. O empurro – E esta de mau humor – falo e ele ri, não agüento e rio também. Escutamos batidas na porta – Oi?! – pergunto saindo dos braços de kol.
–Klaus esta esperando todos pro café da manhã- disse Davina do outro lado da porta.
–Já estou indo – disse e fiz careta pro kol e ele ri. Me levanto da cama e puxo o lençol pra mim dando a visão do corpo escultural de kol. E penso que aquilo tudo é meu, MEU. E se eu quiser... é pra sempre. Coro com isso. – Sai do meu quarto... vestido – completo e ele ri eu sorrio pra ele – E se alguém perguntar, fala que eu tive pesadelos – disse e ele me olhou malicioso. – Para – falei virando as costas, sinto so o volto passando por mim e me barrando na porta do banheiro.
O olho com um olhar repreende dor, semi serro os olhos pra ele.
–Nosso quase primeiro beijo quase aconteceu assim – sussurro e desço o olhar pelo o corpo do meu homem. Ele sorri.
–Verdade – ele disse com a voz rouca e me puxa pela cintura e me beija, fico na ponta dos pés, pois estou sem salto e descalça. Solto o lençol e sinto ele cair nos meus pés, levo as mãos aos cabelos do kol. Parei o beijo quando escutei outro grito de Klaus.
–Hoje ele ta que ta – disse – Sai da minha frente, amor – disse e kol saiu, fui rumo ao banheiro rebolando. Estou completamente nua.
–Oh céus.... não faça isso, ou não saímos desse quarto nunca – ele disse e eu ri e corei – to falando serio – ele disse e andou rumo a mim e fechei a porta e escutei ele suspirar.
–Se eu quisesse eu quebraria essa porta – escutei ele murmurar revoltado. E deu um murro de leve na porta.
–Eu sei – sussurrei de volta com um enorme sorriso nos lábios, e sei que ele me escutou.
Liguei o chuveiro decidida a tomar um delicioso banho. Saio do banheiro e vou pro closet onde decido vestir um biquíni, vou tomar banho de piscina, passie meus hidratantes e então coloco um vestidinho de crochê por cima. Peguei meu óculos e coloquei no topo da minha cabeça, e calcei minhas chinelas, fiz uma make leve, peguei um chapeu e estava Pronta .
Sai do closet e vi minha coleção de caixinhas de musica organizadas em uma enorme prateleira, tenho mais de 200. Me aproximei e peguei caixinha que Alex me deu no dia no meu aniversario de 15 anos, todo ano ele me dava uma. Mas essa... essa é especial, ele me deu ela no dia que ele disse que me amava, sorrio e a coloco pra tocar e fico admirando ela. Saio do quarto com ela ainda tocando, posso escutar seu barulho daqui do corredor.
–Bom dia – disse e me sentei na mesa, o clima aqui esta tenso.
–Bom dia – responderam quase todos.
–Elijah – disse quando vi ele chegar na sala de jantar.
–Cecilia – ele disse sorrindo, me levantei da mesa e o abracei – Estava com saudades – ele disse e eu sorri.
–Também – disse o soltando, voltei ao meu lugar ao lado do Kol. Estão todos aqui.
–Que roupa é essa? – pergunta kol pra mim.
–Vou tomar banho de piscina– falo e dou de ombros. Ele me olha com os olhos semi cerrados. Caroline desde as escadas e ela esta linda, arrasando.
–Oi meu amor – ela fala e dá um beijinho no rosto de Hope, a mesma estende os bracinhos pra Caroline. Rebekah olha tudo com um sorriso,e Hayley com uma carranca. Caroline a pega e se senta com ela na mesa – Bom dia – ela fala e sorri para nois.
Passo o olhar em todos que estão presentes e vejo Cami, sentada ao lado de Klaus. Davina esta sentada no lado direito de Kol.
–De quem é aquele piano? – perguntou Katherine.
–Meu – disse colocando suco pra mim.
–Não sabia que você tocava – disse Stefan.
–Ah, muitas coisas que vocês não sabem sobre mim Tetef – disse e todos riram.
–Menina misteriosa — disse Enzo.
–Muito — sussurrei.
–Estou ate com medo de comer essa comida e ter algum veneno que Klaus colocou – Damon fez uma piada e todos riram. Menos Klaus.
–Damon, eu so não te mato por que eu não quero – ele sorrio sínico e ergueu sua xícara, tipo fazendo um brinde.
–Não é isso... é por causa da Ceci – ele disse e sorrio sínico pro Klaus.
–Hey... vamos parar com isso. Se Klaus quisesse ele te matava Dam, e Klaus por que isso tudo logo cedo? — perguntei o olhando.
–É por causa da Barbie vamp – escutei Damon dizer e segurei pra não rir, pois Klaus deu um olhar mortal pro meu irmão mais velho.
–Pergunte a Caroline! – ele disse e olhou pra loira que estava dando maça a Hope, olhei pra ela.
–Não irei falar... Pergunte a sem sal que eu esqueço o nome – ela disse sem me olhar, olhei pra sem sal... ops Cami.
–Bom, eles estavam.... – Klaus a interrompe.
–Cami, não precisa falar – ele disse revirando os olhos.
–Me falem que vocês compraram geléia de morango e não de uva? – perguntei pegando a geléia de uva – Eu não gosto dessa, eu gosto da de morango da frança que eu encomendei e deveria estar na mesa? — perguntei e todos me olharam.
–Você é estanha – disse Davina, a olhei e forcei um sorriso. Quando estava com vontade de matar ela.
–Essa situação é estranha – murmurou Hayley, todos nos olhamos pra ela.
–Am? -perguntou a Cami.
–Isso é estanho,pois nessa mesa esta sentado apenas seres sobrenaturais, desculpa Matt e loira que esqueci o nome – ela disse e forçou um sorriso. – Estamos fingindo ser humanos, quando não somos. Maioria de vocês tentaram matar o Klaus e estão sentados na mesma mesa que ele – ela disse e olhou pro meus irmãos e os demais.
–Olha Hayley, estamos tentando manter a paz. Você sabe o significado da palavra... perdão? – perguntou Elena. Hayley sorriu sínica — Então, nois – ela gesticulou com as mãos – Perdoamos o Klaus.
–Hayley — disse e ela me olhou – Não somos humanos, mas temos que tentar ter uma vida normal. Tem outras pessoas aqui que não são vampiros, e tem que ter um café da manhã, tem que ter um almoço e jantar. Hayley, Hope precisa viver isso, não podemos tirar esse momento família dela. Eu não tive muito disso, meu pai sempre viajando, minha mãe sempre resolvendo as coisas do castelo. Mas... Hope precisa disso, Hope e Davina – disse e olhei pra bruxinha sem sal — Isso não impede elas de ficarem longe do mundo sobrenatural, isso não. Eu virei vampira sem saber da existência deles. Eu não pedi por isso... nenhum de nois pedimos, eu... eu tinha noivo, eu iria me casar, eu queria ter a vida perfeita. Queria ter mais filhos.
–Não intendi a parte dos filhos – disse Davina pro Kol.
–Ela já teve uma filha, mas a perdeu – ele sussurrou de volta.
–Não pedimos por isso, mais ... aconteceu. Temos que lidar com isso. – disse e me levantei – Se me dêem licença — sai dali, fui direto pra área da piscinha. Tirei o vestidinho e entrei na piscina, coloquei meu ósculos e me sentei em um dos seus degraus.
Eu já disse que eu nunca pedi pra ser vampira, mas... eu gostava de ser humana, gosto de fingir que sou, pois... por um momento eu...eu... simplesmente acredito que sou. Eu esqueço que sou esse monstro de presas que bebe sangue de inocentes, eu já matei, já matei muitas pessoas nos 10 anos que desliguei a humanidade. Eu... eu matei pessoas e hoje quando a Hayley disse que estamos fingindo ser humanos, veio tudo átona.
Limpei uma lagrima que caiu, e, mergulhei na piscina.
POV CAROLINE
–Ta vendo o que você fez? – perguntou Klaus bravo, olhado pra Hayley. Ela deu de ombros e voltou a comer.
–Bekah – disse e Rebekah me olhou – Vou dar um passei com Hope, quer vim com a gente? – perguntei e ela sorrio.
–Hoje não Car, mas... depois que vocês chegarem podemos ver o novo filme da Barbie – ela disse e soltou um risinho.
–Claro- disse me levantando – Se me dêem licença – disse saindo dali com Hope.
Estava no corredor com Hope, ela não para de mexer no meu cabelo. Sinto um vulto e Klaus para na minha frente.
–Caroline... – eu não deixo ele terminar.
–Klaus, eu entendo. A cidade é mais importante que eu – falo e ele me olha, e faz que não com a cabeça. Adentro o quarto de Hope. Que esta destruído.
–Caroline...
–Eu sempre neguei o que sentia por você Klaus, quando finalmente resolvo assumir isso... você prefere conversar sobre a sua cidade, do que ficar a manhã comigo.
–Me desculpa. Por favor.
–Eu te desculpo Klaus – disse e ele sorrio – Mas... você vai ter que rebolar pra me ter de volta... pra me ter como ontem.
–Farei isso... farei isso por você – ele disse e pegou a minha mão. Hope olhava aquela cena sorrindo parecendo que entendia alguma coisa.
–Agora... tenho que ir. Eu e Hope vamos dar um passeio – disse e falei com voz que fazemos pra conversar com bebê... Hope deu uma gargalhada – Amo tua gargalhada, meu anjo – disse e dei um beijo estalado na bochecha dela.
–Vem com o papai meu amor – disse Klaus e Hope olhou pro Klaus em duvida e fez que não com a cabecinha. Soltei uma gargalhada. – Hope. – ele disse meio triste.
–Diz pro seu papai que você é da mamã Caroline, diz – disse e Hope me olhou e me abraçou forte.
–Isso diz tudo – Klaus disse e sorrio. Eu olho dentro dos seus olhos e solto um sorriso de lado sínico. – Que tal irmos comprar as coisas novas pro quarto de Hope? – ele me pergunta e eu o olho.
–Boa idéia, mas vamos sozinhas.
–Não, não irei deixar vocês duas sozinhas – ele disse e eu o olhei e semi serrei os olhos.
–Não tenho escolhas? – perguntei e ele me olhou e tombou a cabeça para trás rindo.
–Não.
–Então vamos – disse – Pegue o carrinho de Hope – disse e ele sorrio pra mim.
–As suas ordens Rainha – ele disse e sai do quarto.
***
E cá estou eu, junto com Klaus e Hope em uma loja de bebês. Coisa que eu nunca pensei, nunca pensei que Klaus me ajudaria a escolher o moveis do quarto de um bebê e esse bebê iria ser a filha dele.
–O que você acha desse? – perguntou Klaus me mostrando um quarto no catalogo todo decorado no rosa.
–Muito rosa. – disse e fiz careta, ele passou a folha.
–E esse? – ele me perguntou.
–Serio... Ceci e Bekah irão me matar por isso.
–Pelo o que? – ele perguntou se sentando ao meu lado no grande sofá da loja.
–Por não ter chamado elas – disse e ele sorriu.
–Não exagere.
–Não é – disse pra ele.
–Mamã – Hope disse no meu colo e eu a olhei e sorri pro meu anjinho.
–Que linda a filha de vocês – disse uma mulher grávida se aproximando.
–obrigada – disse Klaus todo orgulhoso.
–De nada – disse ela e foi pra ala de quartos de meninos.
–E esse? – Klaus me mostrou outro.
–Amei – disse e sorri – Perfeito.
–Esse combina com um presente que tenho pro quarto dela – ele disse e a curiosidade se apossou de mim.
–O que...
–Não vou falar – ele adivinhou o que eu iria perguntar, mostrei língua pra ele e ele riu alto – Então vai ser esse?
–Aham – disse me levantando e coloquei Hope no carrinho.
Depois de escolhermos o quarto e pedimos pra ir montar ainda hoje, saímos da loja e fomos dar uma volta. Paramos em um lindo park, nos sentamos em um banco.
–Klaus vai comprar sorvete pra gente – disse e ele me olhou.
–Okay – disse se levantando. Depois de cinco minutos ele volta.
Ele me entrega o sorvete e fica com o seu.
–Eu te – disse Hope e nois dois rimos.
–okay, meu anjo – disse e coloquei um pouquinho em sua boquinha.
–Totoso – ela disse e sorriu.
Depois disso coloquei Hope no chão e peguei sua mãozinha para darmos uma voltinha no park, Klaus pegou a outra mãozinha de Hope e começamos a andar. Como uma família, como pais, como marido e mulher.
–Ela não anda direito – Klaus disse e sorriu.
–Ainda não, mas logo... logo andara – disse e passei a mão livre no cabelo loiros de Hope.
Coloquei uma das flanelas de Hope no chão e nos sentamos – claro que depois disso a flanela ira pro lixo — entreguei uma boneca Barbie pra Hope brincar e a coloquei sentada na nossa frente. Enquanto ela brincava, eu observava os pássaros cantar, e sentia a brisa bater em meus cabelos.
–Terra chamando Caroline – disse Klaus estalando os dedos na minha frente.
–Oi?! – disse me virando pra ele.
–No que você estava pesando? – perguntou ele se aproximando de mim.
–A, nada de mais – sussurrei, ele se aproximou mais de mim e tirou uma mecha de meu cabelo dos meus olhos e a colocou atrás da orelha – Klaus... – sussurrei com a respiração falha.
–O que? – sussurrou de volta.
–Não...- disse e Klaus sorriu de lado.
–Não o que, Caroline? – ele disse e passou a mao pelo meu rosto.
–Não ouse me beijar.
–É só um beijo – ele disse e olhou dentro dos meus olhos umedeci meus lábios , senti ele roçar seus lábios nos meus e suspirei, Klaus segurou meu rosto e me beijou. Ele pediu passagem e eu demorei um pouco pra ceder, mas quando senti sua língua quente pedir passagem, não agüentei... cedi. Senti uma suas mãos descerem e me segurar pela cintura enquanto a outra segurava a minha nuca. As minhas foram para o seu cabelo o bagunçando. Travamos uma batalha onde não avera vencedores.
–Eta – escutei Hope dizer. Klaus foi diminuindo o rítimo do beijo e sussurrou no meio do nosso beijo.
–Acho que ela quis dizer, eca – ele disse e eu ri. Nos soltamos ofegantes.
Olhei pra Hope e ela estava com as mãozinhas nos olhos, sorri e olhei pro Klaus e ele também. Tirei suas mãozinhas de seus olhos. Ela me olhou e sorriu. Olhei pro Klaus e ele pra mim parecendo entender o que eu queria dizer com aquele olhar. Começamos a fazer cócegas em Hope que deitou na flanela ela ria escandalosamente, aquela gargalhada mais gostosa do mundo.
–Pala – ela dizia e ria – Pala mamã e papa – eu e Klaus paramos e no entre olhamos, ele sorriu e eu também.
–Repete – ele disse e Hope o olhou.
–Ote papa? – ela perguntou e eu sorri ainda mais, Klaus ficou com os olhos marejados.
–Eu te amo tanto minha pequena – ele disse e a abraçou, ela o abraçou de volta e deu um beijo estalado na bochecha de Klaus. Observei tudo com um sorriso bobo nos lábios. Klaus me puxou pro abraça, eu não queria ir, mas ele é mais forte.
–Tabem te amuuu – ela disse.
–Minhas garotas, duas delas – ele disse sorrindo.
POV CECILIA
Estou mergulhando, sinto duas mãos me puxarem pra cima. Olho quem é e era kol.
–Hey... – ele disse – Não ligue pra Hayley – ele disse e eu olhei pra baixo, ele ergueu meu queixo – Ela não teve amor familiar, os pais dela a expulsaram de casa quando ela se transformou pela primeira vez – ele disse e eu o abracei.
–Kol – sussurrei – Seria errado eu querer ser humana? – perguntei e o olhei por cima dos cílios.
–Ceci, não. Não seria – ele disse me soltando de seu abraço apertado.
–Eu... eu sempre quis ter aquela vidinha clichê, kol. Eu... não tem um dia se quer que eu não me lembre daquelas pessoas inocentes que eu matei, matei quando estava com a humanidade desligada. Kol e Hayley, Hayley me lembrou disso tudo. Com apenas algumas palavras. Eu noa fingo ser humana, isso... isso é algo que eu queria. Mas... é impossível, estou contente com essa vida, estou realizada, pois nela... nela eu tenho você. Eu nunca iria te conhecer na minha vidinha clichê, mas...mas eu conheci. Eu não consigo ficar sem você – suspirei e sorri de lado –Não mais – sussurrei e ele sorrio.
–Cecilia Samantha você é a mulher mais perfeita do mundo. Estarei com você, sempre e pra sempre – ele disse uma das frases que Alex me dizia: Sempre e pra sempre — A eternidade será pouco pra nois, meu amor – ele disse e ia se aproximando de mim pra me beijar, fiquei nas pontas dos pés, ele roçou nossos lábios. E eu fechei os olhos.
–Senhorita Vega Salvatore – disse uma das empregadas da mansão – Tem alguém a sua espera, na sala – ela disse e eu abri os olhos e os revirei logo em seguida.
–Fale que já estou indo – disse e a senhora saiu.
–Quem será? – perguntou kol, me virei de costas pra ele e sinto ele me abraçar por trás.
–Não sei – digo e solto suas mãos da minha cintura – Mas irei descobrir – disse saindo da piscina, kol sai logo em seguida. Coloco meu óculos, seco meus cabelos e do uma secada rápida no corpo, pois esqueci o meu roupão. E vou em direção a sala, estou distraída olhando as minhas unhas.
Paro quando chego na sala e vejo uma pessoas de costas pra mim. É um homem, ele veste uma calça Jens de lavagem escura, um coturno, e por ultimo uma jaqueta de couro. Ele tem bom gosto.
–Quem queria falar comigo? – pergunto, e o homem se vira pra mim. Parece que eu o conheço de algum lugar... mas esse óculos escuro dele não deixa eu o ver direito.
–Minha princesa – ele disse tirando o óculos, somente um me chamava assim, de seu, eu era dele.Meu coração pertencia a ele, ele pertencia a Alexander – Minha Ceci – ele disse com os olhos marejados e eu estava contendo o choro.
–Meu príncipe – disse e senti a presença de kol atrás de mim –Alex – disse e pulei nos seus braços, ele me segurou.
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