Let Her Go

4 Eu sempre esqueço alguém quando estou com ela. - Cato


Notas iniciais
OLÁ SEUS LINDOS!!!! AQUI ESTA MAIS UM CAPITULO ANTES DO FINAL DE SEMANA! APLAUSOS PARA MIM!!! ENFIM... ENJOY! XX'

Tinha de admitir eu fiquei super preocupado com Clove, tipo ela não parou de chorar e meu coração se apertou e muito, porque eu não sabia se era de dor ou se era pelo idiota do Gloss. Alias ela acabou que não quebrou o tornozelo, ela só teve uma torção e teve de ficar três dias sem levantar pela dor.

Vamos dizer sobre o bem que eu fiz um bem para ela, aquele cara era um babaca, e eu nunca fui com a cara dele, e eu também não ia dormir fora de casa por causa do Gloss.

Mas vê-la chorando me fez tão mal, muito mesmo, porque ela é muito importante para mim, e bem eu odeio o fato dela ter chorado por alguém que nunca a mereceu.

Ele foi um babaca, deixou ela lá sentada, chorando, nem se preocupou com o pé dela simplesmente gritou que estava tudo acabado.

Porém as coisas não funcionam como eu quero né? Faz uma semana desde o ocorrido, e devo dizer ela não fala comigo, como se eu fosse o culpado dos problemas dela. Ingrata, eu que a ajudei com o pé, o tornozelo, o que seja.

Mas então me lembrei de uma maneira de voltar a falar com ela, lembrei da história da confeitaria, ela precisa de emprego, e eles precisam de gente lá. Caminhei até o quarto de Clove e abri a porta, me deparei com ela sentada na cama comendo chocolate e lendo As vantagens de alguma coisa.

Fui até ela e coloquei a mão em seu ombro.

–Clove. –Chamei e ela continuou lendo. –Temos de conversar. –Ela ao menos olhou para mim, e eu odeio ser ignorado. –Clove, o assunto é de seu interesse. –Ela ainda não me deu confiança. –É sobre emprego. –Clove largou o livro e me olhou.

–Espero que esteja falando serio. –Ela sorriu e eu me sentei ao seu lado. –Tira os sapatos. –Assim o fiz.

–Tem uma confeitaria aqui perto, eles precisam de atendente. –Disse.

–Como é o nome da confeitaria? –Perguntou e merda eu não lembrava.

–Não lembro, mas se você parar com essa marra e vier comigo até lá, você fala com as atendentes. –Me lembro da qual eu falei, e me lembro que ela me disse o nome de mais uma.

–Se for mais uma de suas piadinhas, eu te mato! –Ela disse me fuzilando com os olhos.

–Juro que não é. –Então me lembrei de uma coisa. –Melhor, juro pelo rio estige. –Ela sorriu e assentiu, se levantou da cama e colocou os sapatos.

–Vamos então, e cuidado com as promessas que você faz hein? –Eu assenti sorrindo.

Saímos de casa os dois e encontramos com a tal da Izzy, Clove sorriu para ela que sorriu de volta.

–Vai aonde Clove? –Perguntou ela e me olhou cumprimentando com a cabeça.

–Oi docinho. –Falei só para provocar e ela me mostrou o dedo do meio.

–Bem, tem uma confeitaria aqui perto que precisam de atendente, e eu de emprego. –Ela fez uma cara de cansada.

–Hum, sei aonde é. Loren. Aquela que te falei trabalha lá. – Izzy revirou os olhos.

–Posso saber o que é? –Odeio ficar por fora do assunto sério, e elas agiram como se eu não estivesse aqui, o que no caso me irritou.

–Loren, namorada do irmão da Jess. –Clove me falou.

–Quer que eu vá com vocês? –Perguntou Izzy, pelo amor de Deus que Clove falasse que não precisa, porque eu não vou com a cara dela nem da Jess.

–Sim. –Clove sorriu amigável.

Clove, mais amigável. Já ouviram falar dessas duas palavras em uma mesma frase? Pois é, eu usei elas.

Fomos andando com as duas conversando e me deixando para trás, olha eu chamei a Clove justamente para conversar com ela, mais que merda.

Fui até Clove e a abracei por trás e beijei sua nuca, que foi? Eu quero fazer as pazes, péssima ideia ela me deu um murro na barriga.

–Tá nervosa hoje hein? –Sussurrei no seu ouvido e vi ela se arrepiar. Sempre gostei quando isso acontece.

–Para de ser imbecil Cato? –Perguntou para mim que sorri de canto.

–Chegamos. –Falou Izzy.

Clove avaliou o lugar com os olhos, ela sempre fazia isso quando chegava em algum lugar, detalhe, ela fazia isso com pessoas também, legal né?

Quando entramos um garoto veio em nossa direção.

–Oi. –Ele disse sorridente para Clove.

–Kyle. –Ela disse. –O que faz aqui? –Perguntou.

–Bem, eu trabalho aqui de dia. –Disse sorridente para a Clove, odeio quando um garoto que não sou eu sorri para ela, preciso dizer mais alguma coisa?

–Nossa que legal, você é atendente né? –Perguntou ela curiosa.

–Na verdade eu tomo conta do caixa, só que Katherine estava ocupada então eu estava atendendo uma mesa. –Ela assentiu. –Mas o que deseja? –Ele perguntou para Clove, mas eu respondi.

–Queríamos falar com uma das atendentes daqui, porque bem... Ela precisa de emprego. –Apontei para Clove que me reprovou com o olhar.

Ela não tinha nada de achar ruim, um mauricinho vem aqui falar com ela quase a comendo com os olhos, não posso fazer nada.

As pessoas têm de aprender a cuidar das suas coisas, só acho.

Porque das minhas cuido eu.

–Certo. –O cara falou. –Vou chamar Loren para vocês. –Me lembrei do que Izzy falara e olhei para ela que batia o pé impaciente e estava com uma expressão de morte no rosto.

–Clove. –Chamou Izzy. –Sorte sua que eu vou com sua cara, porque olha, eu odeio essa ai. –Disse com desdém e Clove assentiu rindo.

A tal da Loren estava vindo junto com Kyle, ela era loira com olhos azuis, era bem magra e alta, acredite ela era muito alta.

–Olá. –Disse ela sorridente, e vi Clove fechar o rosto. –Izzy. –Ela disse seca.

–Não é como eu estivesse super feliz em te ver. –Izzy falou fechando a cara, pior do que já estava, vai por mim.

–Então. –Clove interrompeu. –Eu estou a procura de um emprego. –Falou.

–Bom, a gerente deixou eu e Katherine resolvendo isso, e vou ter de te dizer, eu não quero um currículo, mas vou te dizer quero que faça um estagio aqui de um dia. –Clove assentiu. –Pode começar a manhã se quiser. –Ela disse sorridente.

–Ótimo. Que horas posso vir? –Clove conversava sobre horário e algumas outras coisas e vi Izzy indo para a porta.

–Não gosta mesmo dela né? –Perguntei indo do seu lado.

–O que você tem haver com isso? –Fofa que nem a Samara de O Chamado.

–Nada. –Respondi. –Só to conversando. Não gostei nada do tal de Kyle. –Falei francamente.

–Já percebi que você não gosta de nenhum garoto que chega perto da Clove. –E não gosto mesmo.

–Posso te dizer que é verdade. –Falei.

–Se gosta dela deveria parar de ser idiota. –Me respondeu.

–Eu sei Izzy. –Pensei. –Mas fala ai, por que não gosta da garota? –Me referi a Loren.

–Digamos que ela tem um lance com o Jason, na verdade eles namoram, e ela é um nojo. –Eu ri e ela me deu uma cotovelada.

–Isso chama-se... –Ela me interrompeu.

–Nem pensa em terminar se não eu juro por Deus que chuto suas bolas. –Eu assenti.

Ficamos os dois calados enquanto esperávamos Clove, ouvimos ela se despedir e eu puxei ela ao meu encontro e a abracei, ela me abraçou de volta e sorriu me dando um beijo na bochecha.

–Mais para o lado. –Falei sorrindo.

–Idiota. –Me deu um tapa no braço. –Obrigado mesmo! –E me abraçou de novo.

Não posso negar sorri quando ela faz isso, ela sempre seria minha Clove, e isso ninguém podia tirar de mim, para todos que tentaram eu provei que ela era tão minha que sempre que tentassem ela ia voltar para mim.

Fomos andando e eu quebrei o gelo que estava.

–Vamos ir há algum lugar? –Perguntei e Izzy e Clove me olharam.

–Olha finalmente teve uma ideia boa. –Clove sorriu para mim.

–Cuidado! –Advertiu Izzy e eu olhei para os lados. –Ele pensa. –As duas riram e eu dei um tapa na cabeça de cada uma. –Bater em mulher é crime sabia? –Falou incrédula.

–Mas nem uma de vocês duas são mulheres. –Elas pararam de andar e me encararam.

–O que? –Falou Clove me encarando como quem dizia “o que você falou?”.

–Ué. Não sei, me respondam vocês, são mulheres? –Eu ri e elas me olharam como se eu tivesse problema.

–Claro babaca. –Falou Izzy.

–Me deixem olhar. –Sorri malicioso e levei um tapa na cara de cada uma, mas isso só me fez rir mais.

–BABACAS QUEREM SAIR DO MEIO DA RUA OU PREFEREM SER ATROPELADOS! –Só ai notei que paramos no meio da rua.

As duas riram e corremos.

–Culpa do Cato. –Falou Izzy.

–Então né... –Concordou Clove.

Ficamos nós três caminhando pelas calçadas até que já era tarde e resolvemos ir embora.

–Tchau Clove. –Izzy disse quando íamos entrar no apartamento.

Ela não me deu tchau mas não me importei, entrei e me joguei no sofá.

–Sabe que você não é tão ruim? –Perguntou Clove sentando ao meu lado.

–Eu sou pura sedução amor. –Ela levantou e subiu as escadas balançando a cabeça.

Meu celular tocou e era uma mensagem.

“Hey Cato, aqui é a Megan tá lembrado? Vai ter um luau hoje, vai ser lá na praia. Espero te ver lá.”

Lembrei-me que passei meu telefone para ela na noite que ficamos, vou convidar a baixinha para ir comigo.

Por que não? Ela precisa sair não?

–CLOVE! –Gritei e depois de um tempo ela desceu as escadas.

–Que foi? –Perguntou.

–Vai ter um luau, vamos? –Ela sorriu.

–Nunca fui em um. –Disse e eu a encarei incrédulo.

–Tá brincando? –Ela negou. –Vamos então? –Ela sorriu.

–Vamos sim, acabei de tomar banho e você não vai? –Eu neguei.

–Tomei de manhã, quando voltar tomo. –Ela assentiu.

Clove estava com uma blusa branca bem larga e um shorts, e no pé tinha um chinelo, saímos do prédio.

–Carro? –Perguntei.

–Vamos a pé. –Eu confirmei e saímos do prédio.

Nós dois até que estávamos tranquilos hoje, o que era quase um milagre de Deus né?

Chegando lá vi que tinha um palco com um DJ, havia luzes era muito bem decorado, Clove puxou meu braço.

–Onde tá me levando? –Perguntei e ela me puxou para o meio das pessoas e começou a dançar.

Eu gostava dessa Clove, essa Clove me deixava bem, ela tinha um sorriso incrível enquanto dançava, ela me virou de costas e eu segurei em sua cintura e beijei sua bochecha.

As coisas foram esquentando, quando vi já tinha beijado os lábios que eu tanto gostava, esses sim se encaixavam perfeitamente no meu, mas não era um beijo calmo.

Ela me olhou e corou olhando para o chão. Adoro quando ela faz isso, levantei o queixo dela e nos beijamos de novo, puxei ela para um lugar mais reservados que ficava perto de um quiosque, encostei ela na parede e beijei, ela colocou as mãos em volta do meu pescoço e eu por baixo da blusa em sua cintura.

Coloquei minhas mãos na sua bunda para que ela pudesse tomar impulso e enrolar as pernas em minha cintura e assim foi feito, nós ficamos lá nos beijando quando eu ouvi uma voz estridente.

–Chamo você para vir me ver e você pega outra? –Descolei meus lábios dos de Clove e a coloquei no chão ela se arrumou.

–Megan... –Disse e olhei para Clove.

–Não Cato... –Ela saiu andando e eu olhei para Clove.

–Você é um canalha. –Clove falou.

–Baby eu não resisto a você. –Falei irônico.

–Estou com nojo agora. –Me deixou sozinho lá e perdi ela de vista.

Cara ela consentiu com isso, ela quis também, e agora é assim, ficamos e ela sai e me xinga, sempre é assim, ela age como se não quisesse, isso cansa!

Tá que eu sei que não sou o mais correto dessa história mas não interessa, ela também é errada, ela que se engraça para mim e depois me xinga de canalha.

E eu não tive culpa, me esqueci completamente de Megan.

Notas finais
1- QUEM ACHA O BABACA UM CATO? 2- CLOVE OUSADIA E ALEGRIA, ELA MAL TERMINO COM O NAMORADO HEIN? (SÓ ACHO QUE ELA NEM GOSTAVA TANTO ASSIM DELE). 3- ATUALIZO COM MAIS DE 10 REVIEWS... BEIJOS ATÉ A PRÓXIMA!!!!!!!!!!!!!!