Notas iniciais
Leia e aproveitem! Por alcaso alguem que esta lendo e nao comenta nada nao sei, tem uma fixa pendente e nao posso prometer nada, mais se quiser saber mais coloque em uma MP gostaria de saber... Nao tenho ideias se alguem vira ou se muitas virao, somente espero que se contacte e me digam algo... lamento se nao forem a escolida porem quem sabe alguem tenha sorte! (OBS: Em espercial que tenha uma quedinha por Shuu ele esta livre :o a moça que me pediu faz 15 dias me parece e nao se contacto mais comigo nem nada assim que sinto)

Capitulo 7

Escuridão e Luz – Uma nova cicatriz e uma nova dor

“…Minha mente sempre recordará
Das tantas ternuras
Que eu guardo em meu coração

Meu coração é emendado em lágrimas
A cada momento
Eu anseio por um amor que nunca terei

Ah! Eu vou contando as estrelas
Eu queria tanto cair no sono
Envolvida por você…”

Olivia Lufkin – Dream Catcher

– Dói tanto Yui-san, tão longe e tão perto… — Azusa acariciava o seu peito esquerdo que doía, considerando-o como sua nova cicatriz a qual havia chamado de Yui, tal e como era o nome de aquela quem fizera essa região doer.

Azusa havia sentido aquela dor como a prova de seu amor que permanecia intacto ali em aquela cicatriz que doía pulsante, tanto em aquele momento como nos muitos outros momentos de aquela escura e fria semana.

Aquela dor era para ele tão preciosa, tão pura e confortante que chegou a tortura-lo noite por noite, dia por dia. Se deitava a e se confortava nela, deixava ela fluir como sangue mesmo, por todas as zonas de seu corpo deixando-o se confortar pelas pulsantes dores em cada pequeno e mínimo canto de seu ser.

Banhado pela dor, ele apenas sentia contínuas vontades de se afundar a ela, uma e outra vez, somente para não sentir aquele vazio incondicional o qual para ele deixava-o padecer pela solidão e não era o que desejava, Azusa desejava ser preenchido pela dor, a dor que para ele era a metáfora do amor que sentia por cada um deles, Justin, Mellissa, Christina e Yui… : — A dor se volvia o amor que ele precisava para manter-lhos a todos mais perto.

Azusa admirou as pessoas ao redor, pareciam tão felices, seus rostos demonstravam uma alegria e um brilho tão humano, mais Azusa acreditava que nenhum deles sabiam entender o amor como ele o entendia pois era muito mais profundo do que eles poderiam achar, era diferente a sua própia dor feliz: Em realidade era o própio Azusa que tinha uma concepção enganada do que deveria ser.

– Yui-san, agora sim poderemos estar para sempre juntos, mesmo que você não esteja aqui em material… Continua estando presente em cada uma das pulsações da dor em meu corpo, eu e você somos um Yui-san. – Azusa aperto seu própio peito com toda força, cravando suas unhas neste, sentido a dor que desejava sentir, porém algo parecia errado, aquela dor parecia tão pouco comparado a dor que queria realmente sentir ao perder-lha. – Yui-san, por que ainda parece insuficiente, por que a dor que sinto por você é tão mais profunda do que agora mesmo sinto, o que me falta Yui-san? Por que quero mas?

Azusa suspirou, sentia a contradição, finalmente havia entendido que a dor não parecia suficiente para preencher o vazio que Yui havia deixado nele. A pouco tempo seus pensamentos apenas havia se centrado na dor, no que ele queria sentir, mais concluíra finalmente que não era suficiente, que ainda faltava algo e que não seria tão fácil tratar de preencher aquele lugar.

Quando Yui mostrou aquele sorriso, quando ela cravou a adaga de prata em seu peito, Azusa sentiu a incrível vontade de fazer-lho por ela, sentia que se houvesse sido ele, a dor que sentia, a dor que era dela por não conseguir ser suficiente para eles, talvez era o que ela precisava se ao menos ele tivesse tido permissão por ela “Deixe-me comparti sua dor" se ao menos isso tivesse sido possível…

Contradições, sentimentos sem fim, vazio e tristeza afundava o própio Azusa, ele acreditava que a dor era suficiente e agora parecia que todas suas crescias eram erradas, tão triste e tão absolto estava com aquilo que desejava não haver sido escolhido por aquele homem para ver-lha sofrer e nem sequer poder compartir algo do que foi dela. Agora não restava mais nada para ele, somente os vestígios de uma cicatriz que permaneceria intacta não somente em sua pele, como em todo seu ser.

Os vagos pensamentos de Azusa interrompidos por uma visão pressente de um objeto que caíra perto de seus pés. Seus mórbidos e acinzentados olhos admiraram o objeto com curiosidade fazendo-o retroceder e mover seu corpo conforme conseguisse pegar-lha para admirar.

Quando o teve entre suas mãos, Azusa reconheceu aquilo com uma boneca de pano, curiosa mais minuciosamente feita com todo o detalhe e precisão, não era de seu costumem ver aqueles objetos, mais era curioso encontrar um deles em meio a uma festa que parecia tão distinta de aquela pequena boneca de pano.

– Desculpe… — A voz sussurrada e gentil, encheram os ouvidos de Azusa com uma melodia enchia um vazio e escuro quarto, este não esperou tempo e admirou a que ele definiu como dona no objeto. – Obrigado por pegar-lha.

Azusa ficou parado admirando a tão pequena menina frente a ele, tinha um aspecto curioso para o vampiro. Mostrava uma aparência meio obscura em seus olhos, esta tinha cabelos negros e curto ate o ombro, seus olhos verdes como pedras de esmeralda estavam captado os prateados olhos dele, sua pele branca parecia se vida de tão alva que parecia, mais ate mesmo Azusa sentia que a magra menina tinha uma beleza encantadora e delicada como uma boneca de porcelana, como se a mesma fosse uma.

O vampiro entregou a ela a boneca, sem desviar o olhar. Azusa sentia que os olhos da menina se pareciam aos dele, não por que ela fosse uma vampira, mais havia algo cheio de bastante enigma para ele: — Seria a solidão que ela escondia traz suas pupilas dilatadas que o contemplava da mesma forma que ele a ela? Ou uma imaginação?

Azusa sentiu a invisível cicatriz em seu peito doer “ Yui-san estava doendo” – O que ela queria dizer a ele?

Escuridão e Luz – Vertigios do amor

“…Eu tenho que tentar
Ainda não é o fim
Nenhum sinal de amor
Você deixou
Meu coração está sangrando por você
Sangra apenas por você

E dói saber a verdade

Você está procurando pelo salvador
Perseguindo um sonho
Mas o amor se tornou ódio

Agora eu estou atravessando a barreira
Então me veja desaparecer
Mas eu não estou com medo…”

Within Temptation — Sinéad

A essência feminina enchia o cheiro do ar que envolvia a Laito, este as contemplava com seu típico olhar de perversão. Elas sorriam, brincava entre elas e conversavam, jovens e belas, tão lindas e independentes ali como qualquer outra moça humana de sua idade.

O olhar esmeralda de Laito se centro em suas pernas a mostra, cada uma tinha uma diferente tonalidade e volumes. Laito lambeu parte de seu lábio superior, sentido a vontade de recuar uma delas e usar-lha ao menos por uma noite, ao menos para poder distraia-lo do que em verdade sentia…

Repentino e de mal gosto, o mesmo lembro que aquele era o pretexto para se convencer a si mesmo que mais uma vez deveria seguir sem se importar, que o mesmo devia passar por cima de seus sentimentos sem importa o motivo, tal e como havia sido em todas as vesses que havia acabado se apaixonado por alguém.

As memórias voltaram a Laito e com elas vestígios do que havia sido seu início ao amor, um distorcido amor por sua mãe… — Coredelia. – Ele lembrava dela por ser a primeira e sempre ela. Sempre exuberante e sublime, uma e outra vez o havia usado tal e como a primeira, seus fantasmas passaram a assombrar-lho e Laito não podia deixar de amar-lha, de desejar-lha nem mesmo quando a mesma provou a ele que era o mero passa tempo indesejado.

Ainda mantinha seus pensamentos centrados em como havia podia acabar assim, aceitando aquele seu jeito impiedoso, como ele havia deixando-se usar por ela uma e outra vez: Ele era pequeno e frágil, foi o único que ela deu a ele, o único que ela o fez provar sendo indesejado ou desejado foi o que marco em ele, vendo a concepção escura de um amor distorcido, não existiu nunca algo maternal em ela que somente se importava consigo mesma ou com ele: — Karl Heinz.

Laito riu ao lembrar que ele a odiava, quem tanto ela amava nem sequer a tinha como preferida e sim como uma a mais para cumprir seus planos e como um ciclo vital do que parecia o sangue familiar, ela nem sequer tinha sentimentos por Laito, e seus olhos corriam como sempre admirando a quem não o corresponderia.
Nem mesmo a criada que um dia teve sentimentos por ele, nem qualquer uma das mulheres que ele chegou a ter, nenhuma delas nem muito menos ela quem ele apenas via como um objeto que tirava sua cede…

Bitch-chan, Yui Komori, a que guardava o coração, de quem foi um dia sua amada, Cordelia. Laitosabia o que ela era desde um primeiro momento, não se interessava por ela de outra forma que não fosse para seu própio proveito, a pequena e indefesa Bitch-chan havia feito cada um de seus caprichos ate o ponto de a mesma acabar cedendo a eles…

Apesar da forma em como era tratada por cada um deles, Yui Komori havia se suicidado para salvar-lhos dela, de Cordelia, também para mostrar-lhos a liberdade e o sentido de tristeza por não haver sido suficiente para todos… Komori havia sido tantas coisas e havia demonstrado tanto delas, apesar do egoísmo de cada um, ao final ela havia acolhido cada um deles de sua melhor forma, seu jeito o havia seduzido ao final e por primeira vez Laito soube o que era o verdadeiro sentido do sentimento ‘Amor’.

Para os vampiros matar ao outro era a maior prova do amor porem, agora ao conhecer-lha e ao entender os sentimentos humanos Laito pensava se esta prova era realmente uma verdade…

– Acha mesmo que alguém como você esta em minha altura? – Laito percebeu que a alguns centímetros de onde estava havia uma mulher que discutia com um homem que estava praticamente encima dela. – Acredita que suas cantadas ou seu renome no mundo da fama me farão colocar em seus pés como si fosse a melhor coisa de este mundo?

Laito admirou fixamente a cena, mostrando um interesse por o ‘casal’, a curiosidade maior dele, vinha em pensar quem seria aquela que contestava ao cara famoso, e até ‘bonitinho’ quem estava com ela.Laito contemplo como este ao fim se rendeu e foi resmungando coisas como “ Você nem tem esta bola toda”, ela por outro lado mal deu ao caso, permaneceu no lugar e Laito por fim a contemplo.

Laito se surpreendeu com a bela que era, ate entendia o fascínio dos homens que continuavam admirando-a e cortejando-a com o olhar. Seu físico era esplêndido e sensual, tinha um jeito sublime que desperto o própio desejo de Laito. Seus cabelos eram longos a altura de sua bunda, com a corvermelha escarlata desenhado em perfeitos movimentos ondulados que finalizavam nas pontas, pareciam macios. Os olhos da mesma, eram pedras safiras com um enigmático brilho sensual, seus largos cílios pareciam assas de borboletas negras e deslumbrante.

A mulher tinha lábios finos e perfeitamente desenhados por linhas carmins que davam uma beleza maior a ela, fazendo sua pele alva e macia destacar com o chamativo vermelho, contrastado com o sensual vestido negro colado, mostrando a perfeita curvatura de seu corpo farto e volumoso.

Para supressa de Laito, ao perceber seu olhar sobre ela, a mesma virou a contemplar-lho e no momento, um captor a essência do outro, mostrando um interesse cheio de curiosidade: — Cada um se perguntava o que tinha de espécial aquela pessoa que admirava, pois seus olhos não se desviavam.

Notas finais
MEREÇO COMENTARIOS? SABEM QUE PRECISO DELES PARA QUE A HISTORIA SOBREVIVA QUERIDAS LEITORAS! Desculpem a demora, estive de Luto depois do Anime de Shigatsu wa kimi no uso, e ainda por cima estive de TPM e ocupada com os afazeres da casa e trabalho! Jesus... tenho que me explicar apezar de ser feio isso aqui! ( espero que alguem leia aqui por se as moscas! xD) Pessoas e Social Spirit ainda nao consigo respoder os coments! mais por favor comentem, se algo importante comentarei em um MP ^^ O que acharam do capitulo, acharam que esta bom? Ao alcance deles?? Laito e Azusa?? Gostaram das moças! acho elas especiais como as outras e amo cada jeito de cada uma ^^ Comente queridas leitoras e leitores se tiver ;)