Notas iniciais
Aproveitem o capitulo adoradas moças!

Capitulo 5

Escuridão e Luz – Preces, um pequeno pedido.

“…Estou morrendo para recuperar meu fôlego
Oh, porque eu nunca aprendo?
Eu perdi toda a minha confiança embora tenha tentado dar a volta por cima.
Você ainda pode ver um coração em mim?
Toda minha agonia desaparece
Quando você me envolve em seu abraço…”

Within temptation — All i need

Assim que Ayato saiu da tenda em onde estava aquela vampira, mal podia conter seu própio ódio que o atormentava, diante da raiva se topo com uma e outra pessoa. Sem pedir desculpas tratou de encontrar a saída de aquele lugar que mas parecia um antro. As rizas e a felicidade de tantas pessoas o deixavam ainda mais frustrado: — Como era possível que eles estivessem rindo? Como eles podiam rir sem se importar com o que ele sentia, estariam curtindo com a cara dele?

Nada disso era certo, mais Ayato se colocava diante de todos aqueles sentimentos, ele era ele, o ser mais imponente – Em seu respetivo pensamento – de aquele lugar. Por um momento uma dor de cabeça latejante o fez ter vontades de acabar com todos, sua vontade medonha apenas crescia diante da raiva, da ignorância de aquelas escórias…

Sera que as pessoas não estavam cientes de sua existência? Eles deviam saber que ele existia, eles deveriam…

Os pensamentos de Ayato deixaram de funcionar no mesmo momento em que há viu. Em meio a multidão, seus curtos cabelos encaracolados, de uma cor areia, tão claro com sua pele, suas pequenas e diminutas costas, assim como tudo nela… Ela estava ali, ela não havia morrido, não o havia abandonado como ele acredita… ela estava viva.

– Ah…! – Ayato segurou-a pelo pulso, puxando com toda a força para que fora a ele. Ayato penso que seu mas prezado desejo havia-se realizado e ate mesmo ele que não acreditava em ‘Deus’, chegou a pensar em… — Você não é ela… — Ele apertou o braço da moça que tinha um parecer com quem ele esperava encontrar, Ayato a viu bem, a cheiro bem e não, não tratava dela, não era ela, muito menos sabia como há havia confundido.

Penso que aquilo era uma piada de mal gosto, penso que era culpa da menina que se assemelhava a ela, a culpo ante tudo, ele não se culparia asi mesmo, não, não era culpa dele e sim dela: — Não haviaduvida, era ela quem o havia perturbado e deveria pagar.A multidão mal se deu por si das intenções de Ayato, pois tudo havia acontecido muito rápido, a moça que mal dava por si, havia se fascinado pela beleza exuberante do vampiro, cativada, apesar da dor latejante do pulso, no qual se cravavam as unhas de Ayato. Ela admirou vendo como Ayato chegou perto… A moça mal percebeu que os caninos de Ayato estavam se dirigindo bem ao meio de seu pescoço.

Ayato intensificou a aproximação, estava disposto a devorar o pescoço da moça. A raiva que ele sentia, a fome, todos os sentimentos acumulados até ali, não havia como, depois de tanto tempo reprimindo tantas e tantas emoções … A ultima gota de água para deixar tudo transbordar…

O cheiro do perfumem forte de canela misturado com álcool, tão distinto do faço, doce e floral perfumem dela…

As narinas de Ayato sentiram o cheiro forte e irreconhecível, fazendo-o começar a sentir náuseas profundas e uma forte dor pulsante em sua cabeça. O instinto salvagem dele se deteve com os caninos quase clavados na pele da moça. Repentinamente não sentiu fome e sim um enjoou que quase o fez vomitar de desprezo diante aquele acontecido.
Ayato entendia bem que depois de provar o sangue dela, não haveria ninguém que se assemelhasse ou ao menos pudesse ter o mesmo gosto que ela – Era difícil encontrar outra ela.

O distorcido amor que Ayato havia tido de sua mãe, o quase imperceptível afeto de seu pai. Ayatonão sabia amar, não ao menos até conhecer-lha, então, quando por fim se deu conta de seus sentimentos, quando ele havia saboreado uma pequena parte do que acreditava que deveria ser seu canto de descanso, tudo se torno distorcido, incompreensivo, mais uma vez sua odiada mãe havia-se encargado de acabar com sua felicidade… Por culpa sua, ele há havia despertado e ela…

Ele precisava dela com toda suas forças, com todo seu corpo e alma. Seu interior estava em luto mórbido, ele sentia que precisava dela mais uma vez, mais era impossível… Se ao menos pudesse abraçar seu corpo mais uma vez: — Era total a insanidade de sua mente que sentia vontades de voltar atrás nem que fosse para abraçar o corpo oco dela e senti ao menos uma vez mais seu cheiro…

Sua cabeça dava voltas e voltas, por mais que ele se intrometesse entre as pessoas, tratando de tirar tudo de sua mente, os perfumeis que sentia, o vazio que não podia ser preenchido revirava relutante, lutava contra sua própia e cruel existência. Gritou para si em dentro ao oco de seu corpo “Em onde estava aquele quem havia sido um dia? Ao menos poderia sobreviver se fosse igual ao que era antes, ao menos se pudesse se chamar novamente de ‘ore-sama’… Se ao menos ele pudesse recuperar uma parte do que foi perdido.”

Cansado sem forças para continuar, Ayato se derrubo longe de onde estava a multidão, precisava estar sozinho com seu ato masoquista, precisava de um tempo a sois, assim que sentou-se perto de uma parede encima do frio chão. A noite fria parecia cobri-lo como um manto amassador. Admirou o céu e se perguntou se realmente poderia confiar em que algo fosse mudar…

Ayato fez algo que jamais penso que faria: — Pediu ao céus, a quem queira que o estivesse escutado que lhe desse uma respostas a dor e a perda. – Mesmo que não fosse ouvido somente queria deixar que isso o confortara por uma vez.

– Moço… Desculpe-me mais você se encontra bem…? – Em meio ao fundo do oceano de tristezas em onde Ayato parecia dormir sua dor, repentina e precisa, ele pensou que havia escutado uma pequena e melódica voz de um ser celeste.

Nem mesmo ele acreditava no que via diante seu, havia uma moça admirando-o preocupada…

… Ayato viu seu própio reflexo em seus olhos. Em seu olhar marinho viu reflexando-a da mesma forma que ela se viu reflexada em seu esmeralda olhos. Ayato contempla a beleza cativa da moça. Sua pele branca alva, parecia ter a macieza da flor de algodão, soltos a pouca brisa da noite estavam seus longos cabelos, frios dourados, confundidos pela luz do luar como um dourado prateado… Sua boca rósea, finamente contraída com um olhar de preocupação…

A voz dela era fina e delicada, o rosto dela era angelical… Suas palavras eram amáveis e preocupadas, existia bondade no mundo? Existia bondade nos humanos, aquela bondade que ela havia feito ele conhecer, mesmo quando era rude e grosso, havia mais pessoas iguais a ela: — Ou aquela mulher era simplesmente uma miragem criada com o proposito de enganar-lho?

Escuridão e Luz – Existencias e curiosidade

"...Haverá algum sonido sem significado em este mundo?
Cada coisa que nasce é algum tipo de mensagem
Eu estou aqui, eu existo aqui
E contínuo enviando um mensagem de amor a alguém...
...As pessoas florescendo como pessoas,
E as flores como flores
O mistério nasce como todas as coisas com a vida
Tudo o que eu sei é esse pouco conhecimento
Que você é você, uma única e só existência..."

Kokia — Infinity

Reiji Sakamaki manteve seus olhos fixos sobre a imagem de Shuu quem trocava palavras com a vampira, estava morrendo de curiosidades do que eles tinham tanto a falar, porem ele reprimia dentro de si essa curiosidade, fingia que mal se importava.

Virou sua face e bufo um suspiro, estava enraivado consigo mesmo – Se pode saber o que ele estava fazendo? O que o fazia admirar-lho outra vez… — Reiji na realidade odiava seus própios olhos, sempre fugiam consciente ou inconsciente a onde estava Shuu, sua vida era assim, seu jeito de ser, suas maneiras…

… Tudo completamente envolto por Shuu, Shuu, Shuu… Tal e como a própia mãe, a mãe a quem tanto amava e não duvidou em matar-lha. Anos se passaram e sua inveja apenas cresceu, de tal forma que se posse também o mataria, mataria aquele olhar oceânico de Shuu: — Mais agora nem mesmo vontades disso ele sentia.

Reiji tratava de ser duro e esconde seus verdadeiros sentimentos, ele realmente tratava de fingir que não se importava, porém estava tão abalado como qualquer um dos irmãos, até mesmo como Shuu, quem apelar do aparente normal, também estava destroçado.

O vampiro achava sempre que Shuu era o melhor, que todos o prefeririam a ele antes que há si mesmo, as vesses até mesmo, duvidava que em seu interior ele o preferia, preferia seu irmão mas do que a si mesmo – Enganos – ele mesmo gritava com seu inconsciente mal interpretador de suas própias ações. Passou-se muito tempo, em meio ao desvanecedor lugar em que viviam, na incoerente e psicótica vida tudo havia mudado radicalmente quando ela chegou. Komori… A jovem humana que mexeu até mesmo com o cara que não tinha interesses algum por os humanos, não outra vez: — Shuuparecia haver recuperado o interesse total nos humanos, Shuu a observava e estava sempre que podia ao lado dela.

O que Komori tinha que tanto fazia Shuu recuperar algo de aquele Shuu passado, o qual ele havia destruído ao ‘matar’ o seu amigo humano? Reiji queria saber, pois a curiosidade apenas aumento quando não somente foi Shuu, se não cada um dos Sakamaki, ate mesmo Subaru que era um desastre, todos e completamente se entregaram de corpo e alma aos sentimentos por Komori Yui: — Não era somente o sangue que corria em suas veias, não era o sangue de Cordelia e muito menos tinha haver.

Reiji esta ciente de que isso era apenas um pretexto que haviam criado em um passado para dizer o por que de ela ter importância a cada um deles. Seu excelente sangue, seu sabor: Era algo mais profundo e distorcido, ao menos para ele… O amor podia ser distorcido…

Ao curiosiar-la, ao testar-lha e ao sentira-la seu interior gritava com ele “É algo mais, tem algo mais… Mais uma vez, repita…” — Insano? Sim, Reiji era insano, como todos e cada um de seus irmãos… Mal conhecia o amor de uma mãe que somente tinha olhos para Shuu, Shuu, Shuu… Seu ‘querido’ irmão mais velho.

“ Por favor, olhe para mim” – O pensamento que Reiji considerou um mero miragem do passado, ele tento trancar-lho a sete chaves, ele tento nunca mais pensar isso quando estava com ela, mais assim concreto, um dia foi capaz e pergunto a ela: — Qual você prefere… Você prefere a Shuu?

Komori havia se detido ao escutar aquelas palavras, ela não dici nada, Reiji riu, se infarto de sua própia infantilidade, ainda era o mesmo menino de sempre “Shuu, Shuu… Olhe para mim”… “Kaa-sama… Kaa-sama… Olhe para mim” Ele devia mesmo suplicar isso em seu interior e o voltava a repetir “ Komori olhe para mim…”

… Ela chegou a admirar-lho, Komori Yui foi alem do que jamais esperou, apesar de ele rir e enfartasse, depois de um tempo ela o respondeu: “ Não posso preferir um dos dois, cada um tem seu jeito, Reiji é Reiji e Shuu é Shuu… Cada um é como é e os prefiro aos dois da mesma maneira”

Como ela ao menos podia preferir aos dois da mesma maneira? Incoerente e distorcido… Komori era uma masoquista, por mais que cada um deles a devorasse não deixava de admirar-lhos da mesma forma: — Sem dúvidas uma existência curiosa que encheu o vazio e mórbido corpo de Reiji…

Por primeira vez na vida, Reiji havia sido igual há Shuu diante dos olhos de alguém, havia conseguido isso, mais era tarde para se vangloriar.

Tirando-o de seus pensamentos, um corpo menor ao seu, se topo com ele, em um primeiro momento ele não reagiu, viu como o ser, resultante em ser uma mulher, atravessou sem admirar-lho atrás, sem pedir-lho desculpas com educação: — Seu interior foi invadido por uma raiva completamente incoerente. – Fez-o se lançar a segurar o pulso de quem o havia tratado sem um pingo de educação, principalmente ao fazer-lho perde a ciência do que estava pensando.
Reiji sentiu o gosto semelhante ao ferro que tinha a sangue… O ar que envolvia aquela mulher era extremamente parecido ao gosto do ferrugem sangue.Ela se virou a ele, Reiji apenas pode desviar do golpe quase acertado em sua mão, deixando o antebraço dela, antes que seu forte impulso com a mão desse em cheio com a pretensão de golpear-lho.

O olhar escarlata de Reiji voltou-se e centrou-se completamente para seus olhos, a mulher a sua frente possuía um olhar semelhante a ele. Teve seus pesados olhos róseo camuflado por um granate brilhante, admirando a Reiji da mesma forma…

A moça causo um mar de desconfiança a Reiji, porém, um sentimento maior se ocupou da mente deReiji, a curiosidade com a beleza presente. Diante a ele viu uma aparenta fragilizada, um menina mais que uma mulher, analisou-lha vendo como sua pele porcelana parecia fina e delicada, tal e como aqueles magros braços que antes retinha consigo. Os longos cabelos desta caiam por uma altura que levava a tapar todas as costas, os cabelos lisos, criavam ondas em seu final, dourados como a luz do dia.

Reiji se sentiu curioso diante da fragilidade que ela aparentava pois não havia duvidado em alçar a mão para contra atacar, ela não era normal, muito menos tinha educação, seu olhar vago e sem sentimentos pareciam os olhos de uma fera salvagem que parecia ter o poder de perceber-lho como uma presa fácil: — Reiji não gosto nada em ser contemplado assim.

A moça que mantinha aquilo como uma barreira encontra ao vampiro também percebia sangue neste, percebia o mesmo cheiro que a envolvia: — Ao mesmo tempo que não se gostavam se sentiam identificados. — Reiji e ela mostraram um olhar de antipatia mútua, porém uma antipatia precavida.

– Você é uma existência curiosa, porem sem educação… — O própio Reiji não entendia o por que de aquelas palavras, mais ele queria, inconscientemente que ela soubesse.

Notas finais
REVIEWS ! PRECISO DELES PARA SEGUIR DANDO VIDA A FIC !! Primeiramente devo comunicar que estou contenta com o resultado desde capitulo... Ayato e Reiji são dois persoagens que eu naão sentia nenhum pouco de afinidade... Ayato eu achava ele um... Nem direi, mas graças a que ultimamente... Precisamente por uma fic, e depois de reler sua historia como que... Nossa Ayato passo a ser um de meus preferidos como personagem! Por outro lado Reiji... Ai Reiji, nao o odiava simplesmente o achava meio... Nao sei, eu acreditava que com ele seria o que teria mais problemas, ate mais do que Kanato ( Os personagens bipolares me se me dao bem xD) Mais resulto fluir, ate mais rapido que Ayato! Reiji me supriendeu e acho que ele passa a ser um de meus personagens mais achegados... Ele e eu temos uma historia parecida... Tb sofri algo parecido com ele e sei como ele se sente! Estou contenta com o resultado de Reiji e também com o depresivo Ayato e vocês queridas?? Conteme o que acharam tb das novas e lindas moças que passaram a conhecer-los?? Eu as adoro e vocês???!! ESPERO QUE TENHA ATINGIDO AS EXPECTATIVAS! Apezar de que seja pouco tempo com cada moça, mais isso é apenas o começo, primeiro mostrarei eles e nos proximos sera a vez delas... ainda que nos proximos de agora sera centrado neles nos que falta ^^