Notas iniciais
Olá... Mais um capitulo *U* Espero que gostem e por favor comentem... Ultimamente somente comenta umas poucas e estou meio insegura se os capitulos estao indo bem ou nao, ainda que agradeço as poucas que comentan Thanks vcs sao genials por me dar apoio seiro ;) E as que nao eu sei... Todo mundo tem sua vida particular e tem coisas a fazer, espero que esteja todo mundo bem y-y

Capitulo 44

Inverno — Sinais de um céu azul.

“…Há outro mundo dentro de mim
Que talvez você jamais veja
Há segredos nesta vida
Que eu não posso esconder
Em algum lugar dessa escuridão
Há uma luz que eu não posso encontrar
Talvez esteja muito longe…

…Quando seus olhos de raio X
Não puderem ver através da minha pele
Eu não te direi nada…

…Agora vagando por esta escuridão
Estou vivo, mas estou só
Parte de mim está lutando
Mas parte de mim se foi

Então me segure quando eu estiver aquí…

…Quer ser aquele
Que você queria que eu fosse
Eu nunca a decepcionaria…

…Então me abrace quando eu estiver aquí…”

3 Doors Down – When I’m Gone

– Chibineko-Chan…! Espera…! – Kou falou alto suficiente para que somente ela o pudesse escutar, tentava passar desapercebido ao combinar isso com suas vestimentas, tratando de esconder quem ele era, antes que se formasse toda uma montanha de problemas a ver com sua pessoa.

Ele caminho o mais rápido que pode para chegar até ela, para chegar até Ninally quem mostrava o típico aborrecimento que ele tanto adorava. Ela estava frustrada com ele e não havia como ele negar que não adorava isso, ao final, o mesmo tratava de provocar-lha e era adorável de mais para o seu gosto. Era tão fácil ver-lha cair em suas provocações e ao mesmo tempo tão compreensível que perdesse a paciência com ele.

Ninally tinha a mente cheia de pensamentos negativos e cheios de ira, tudo a ver com o que havia provocado desde um inicio que os dois estivessem sozinhos, não conseguia confiar nele, não gostava para nada ter que acompanha-lo ao que fosse e odiava que o mundo tivesse colocado tudo encontra dela para que os dois acabassem como haviam acabado.

Desde o momento zero do jogo feito por Tsubaki, Ninally rezava para que pudesse ir com uma das moças ou com Touya ou Azusa, os únicos que ela não via tanta desconfiança e sempre a tratavam bem, mais por o ‘karma’ do destino, lá estava ele sorrindo para ela, mostrando a mesma cor rosa da ponta do pauzinho, estendendo aquilo no alto para mostrar a ela como se fosse um troféu que o agradou mais do que qualquer outra coisa.

Ninally se espantou tanto que mal teve reação para o momento, quando viu já estava sozinha com ele, todos havia desaparecido de um momento a outro. Ela tentou se acalmar e pensar positivo: Com tanto que ele a ajudasse a fazer o possível e que comprassem tudo, ela poderia se livrar dele. Tratou então de manter a calma, suspirou fundo, conto a te dez e deu sua torta e melhor sorrisão que poderia dar para o acontecimento, jurou a si mesma que iria se acalmar e da o seu melhor, ao menos para cumprir com a tarefa.

Os primeiros cinco minutos foram tal e como ela planejo mais foi somente cinco minutos para ele tirar-lha do serio: — tão pouco ela durava para ser paciente? – Não deixou de se pergunta isso quando a primeira palavra dele a deixou furiosa.

– Chibineko-chan! A onde vamos? – Ele falou aquele apelido sem sentido que deu a ela por pura loucura de sua mente como uma piada, sua voz era feliz e para os ouvidos de Ninally soavam irritante de mais, tal e como resultava irritante de mais ter seus olhos celestes completamente presos nela quase todos os minutos.

– Não me chame ASSIM! – Ela não podia deixar passar, estava segura de que se continuasse deixando-o chamar-lha como queria, jamais há respeitaria tal e como era devido.

– Assim como? – Ele se fez o desentendido, coisa que a irritou mais.

– CHIBINEKO-CHAN! – Por mais que tentasse ter paciência, o copo já havia transvasado de água, esta não deixava de cair e acabou encharcando a mesa.

– Sem problemas gatinha… Ou prefere Kitty? Gatinha ou Kitty, é mais pequeno e adorável, combina com sua aparência de menininha adorável! Kitty? – O pesadelo dela parecia aumentar a cada vez que ele abria a boca para falar. Ninally estava perdendo o senso da paciência, ao menos a pouca que restava em aquele momento.

– Nenhum! NEM OUTRO! ME CHAME DE NINALLY! – Ela berro frustrada sem perceber que havia chamado a atenção das pessoas a volta que admirava os dois com tamanhos olhos de curiosidade.

Ao perceber a atenção que o povo davam aos dois, Kou decidiu finalmente deixar, ao menos em aquele momento, de perturba-la e tratar de passar o bom tempo que restava aos dois para fazendo o que deveriam fazer, a segurou pelo braço tirando-a de lá deixando a mesma supressa e desentendida ao ver como ele levava ela, no começo ate se tentou se soltar e berro com ele perguntando o que estava fazendo.

– Calme-se por favor, não vai querer que me descubram e pensem que estamos em um encontro…? – As palavras dele saíram com tamanha calma e educação que fez a mesma Ninally se assuntou, parecia outra pessoa quem estava falando com ela, ate mesmo a forma de ele olhar para ela se demonstrava mais madura e seria do que qualquer uma face que ele jamais havia mostrado a ela.

Ninally segurou sua frustação, entrando em acordo com ele que a levou o suficiente longe para tirar a atenção do público. Vendo as costas do mesmo e sentindo-o agarrar-lha, Ninally não sabia nem como, nem porque aquela imagem provocavam uma onda de sentimentos estranhos, se sentia incomoda, suas bochechas estavam quentes e as sentia arder tal e como sua mente que parecia nadar em um mar longe, pior era quando lembrava que ele disse a ela “… E pensem que estamos em um encontro…” – Como, onde, como? – Ela jamais haveria penado nisso, a incomodava definitivamente mais e, os sentimentos estranhos a deixavam inquieta, suas bochechas ardiam de mais.

Ela ate chegou a pensar que algo havia mudado entre os dois depois de aquele momento, mais assim que estavam afastados do tal público, Kou não deixou de ser o que sempre era diante dela, a solto deixando-a ver o típico sorriso dele de sarcasmo e sem vergonha.

– Por onde vamos Kitty…? – Os olhos da jovem se tornaram brancos, havia superado o limite de sua paciência e Kou nem havia imaginado isso, bem, na realidade ele fingia ignorar.

– Ah! MALDITO DESQUICIADO! – Kou sentiu claramente o impacto dos pequenos punhos de Ninally em parte de seu braço direito e algumas partes de seu peito, ate se surpreendeu um pouco, mais não deixou de achar aquela sena em onde ele ‘apanhava’ uma graça total, vendo como as bochechas dela estavam vermelhas e seus olhos fechados, alguém que queria descarregar suas verdadeiras frustação usava mais força do que isso, ele estava seguro e não estava enganado, Ninally não sentia uma raiva tão grande para machucar-lho de verdade, era apenas o suficiente para provocar leves dores e não em um vampiro imortal sim em um humano.

Os risos de Kou não deixaram de chegar no ouvido dela, fazendo-a aumentar os golpes, mal percebendo que ele não deixava de admirar-lha e muito menos sabia que na realidade Kou nem sequer se importava tanto com a cena detrás das paredes de um corredor estreito e pouco habitado de aquele centro.

Ninally nem tia ideia sobre os pensamentos afastando de Kou, ela nem se dava conta de nada do que o loiro sentia, era claro, ele tinha uma face de blefado, jamais revelava seus verdadeiros sentimentos e aquela personalidade egoísta e brincalhona era parte de uma das facetas que ele se decidia a mostra a certos indivíduos. Não tinha nada a ver com quem ele era na realidade, muito longe de aquilo…

#···#

– Jamais voltarei a ver o céu azul… Mesmo quando eu acreditei que o havia encontrado, era tudo uma mentira… – O único visível olho do pequeno loiro tentava enxergar muito mais lá de aquele clube fechado. Kou nem sequer sentia a dor latejante de suas feridas, muito menos dava conta de que estava praticamente desmaiado.

– Pobrezinho, ele acredita que pode sonhar… Pobre criança… – Os risos malvados de todos em aquela escura, fria e úmida sala de torturas, riam do pouco que restava dos sonhos de um menino que não havia vivido mais que desgraças…

– “A humanidade não merece perdão…” – Em aquele dia Kou lembro uma das frases que o pequeno e frio Ruki havia trocado com ele, trás sua discursão. – “ Assim como ela, nos também estamos perdidos…”Kou fechou os olhos escutando uma ultima frase ressonar em sua mente.

“… Estaremos perdidos se permitirmos que eles nos cortem as assas…”

– Não creio que nenhum de vocês estejam perdidos… – Os olhos de Kou invadiram a alma da vampiresa.

Ele observava nela o que sempre ela transmitia, sua alma não era o céu azul que ele buscava, mais dentro dela havia um grandioso jardim de flores diversificadas, as emoções e palavras estavam confabuladas por uma estranha gentileza e bondade que ele jamais havia visto em um vampiro.

Em meio ao jardim havia uma árvore distinta, nem sabia como podia perceber-lho mais as flores de pêssego e o cheiro das mesmas eram tão reais que Kou jamais chegou a ver algo igual, ele não estava enganado pois Tsubaki tinha algo que ele desejava, mais não era exatamente aquilo e sim era apenas um referente de que aquela árvore de pêssego, em um passado havia sido uma semilha que havia crescido dentro dela e a tornara o que era.

– Algum dia vocês também encontrarão o que busca, independente do plano ou não de Karl Heinz, eu acredito bastante em vocês, por que já estive em onde vocês estiveram, também era um pássaro encarcerado em uma jaula criada por minha mãe e por o própio Karl Heinz… – Era terrifico o quando ele manipulava as pessoas e o quando ele planejou tudo para que cada persa do quebra-cabeças coincidissem umas com as outras.

#···#

Os olhos de Kou se abriram assim que percebeu que os golpes da menina não colidiam mais contra nenhuma parte de seu corpo, foi então que ele percebeu que havia se perdido em seus própios pensamentos. Ninally admirava estranhada a face de Kou, ela nem tinha palavras para o que estava vendo… Sentia ate medo de admirar-lho diretamente e sentiu vergonha quando viu que os olhos dele colidiram com os dela, tal foi a vergonha que desviou rapidamente o olhar.

Definitivamente ele estava louco e era estranho, do nada havia parado de rir dela, quando ela percebeu isso, teve que abri os olhos para comprovar o que a falta de riza significava, os punhos dela o havia feito mal? – Nada do que ela pensou e do que imaginou se podia comparar com o que estava vendo, o rosto do loiro estava em um angulo que era sem duvidas alguma o que havia visto.

Cada mínima feição e detalhe de sua face estava desenhando e pintado na perfeição para que todo detalhe de aquele sorriso transbordante de sentimentos parecesse a uma pintura impressionista de um ensolarado amanhecer, em onde as nuvens que pareciam algodão doce pairasse em aquele céu azul celeste. O conforto e carinho que foi passado a Ninally ao ver o que ela podia considera até como a verdadeira face de Kou, foi embaraçoso, embaraçoso justamente por que Ninally jamais havia achando-o belo e, aquele momento foi suficiente para ver uma beleza infinita nele.

Os detalhes suáveis e carinhosos fizeram o pequeno coração de Ninally se sentir sufocado, ate achou que havia parado de respirar, porém foi apenas um curto segundo para ele voltar a bater muito mais forte do que nunca havia batido. Suas bochechas entenderam as ordens de seu coração e de imediato o corado da preção sanguínea foi espalhando em suas duas e delicadas bochechas, a cor não era exagerada mais não deixou de transmitir beleza.

Kou também se impressiono em ver a face da menina, mais se controlo e principalmente controlo o que havia dentro de si…

– Kitty…? – Ele virou de costas para ela, Ninally mal deu por sir e nem ligou muito para o apelido, porém não deixou de admirar-lho ainda supressa e sem palavras para o que havia acontecido. – Devemos ir comprar as coisas, na brincadeira esta já se passo um bom tempo…

–… Sim… – Sua afirmação duvidosa mais parecia uma pergunta do que qualquer outra coisa, mais ele nem precisou admirar-lha para saber o que fazer.

Ao final os dois se acalmaram, mesmo que durante a trajetória de ir até onde indicava o mapa, estiveram em um incomodo silêncio o que Kou insistiu em quebrar ao tentar agir com ela como sempre, mais algo havia mudado, ele sabia e ela sabia, mesmo assim aos poucos Ninally também foi ‘conseguindo’ voltar um pouco a normalidade. Ele e ela voltaram a pequenas discussões, nada tão exagerado ou grave como antes, simples palavras que a faziam emburrar e ao mesmo tempo deixar-lha sem jeito, se sentia algo incomoda com certas atitude dele, e ele não deixava de rir como sempre sarcasticamente. Ouve umas raçoáveis implicâncias por parte dele a ela, justamente quando estavam comprando as decorações que havia sido indicadas a eles.

Kou havia encontrado uma travessa em forma de orelhas de gato, não demorou muito e a coloco na cabeça de Ninally, quem não deixou de se irritar com ele, mais ver-lho sorrindo de maneira tão moleque fez ela lembra de aquele belo sorriso que havia visto no rosto do loiro.

A forma de Kou, seu jeito, suas formas incomodavam de maneira diferente a Ninally, ela se perguntava o por que ‘agora’ não era somente irritabilidade que ele provocava a ela, não podia tirar de sua mente o quanto confusa estava, desde o sorriso, ela não conseguia tirar-lho da cabeça, nem muito menos conseguia deixar de dar voltas e voltas ao que havia acontecido em aquele momento.

– Sim que é complicado isto de fazer todas compras sozinhos… — Kou deu um largo suspiro de cansado.

– Hm… — Ninally apenas conseguia emitir sons com os lábios, Kou percebeu a pouca vontade dela para a fala, viu com clareza que a mente dela estava em outro lugar bem distinto.

Kou podia apostar o que era, sabia que Ninally estava incomoda desde a hora atrás em onde os dois estiveram a sois, o que ela deveria haver visto nele para que a deixasse assim? Ele não chegava a compreender bem, bem o por que de que Ninally estivesse um tanto deprimida e distante e ate queria entender se o que ela havia visto em sua face, foi o provocante de tudo isso…

O que uma simples sorissa poderia provocar nela? O que tinha de estranho ou diferente – Ele não tinha nenhuma ideia, mais se controlava e tratava de se comportar da melhor maneira e mais habitual, para que a mesma não chegasse a ficar mais estranha do que já estava.

– Que você acha Chibineko-chan! Guardamos as coisas em alguma taquilha e vamos passear um pouco sem muito peso? – A atitude animada de sempre de Kou surpreendeu um pouco a Ninally quem seguia se mostrando pensativa, mais não passou por alto o apelido (Fato: Ela jamais passaria por alto esse apelido.).

– Já disse para parar de me chamar Chibineko-chan – Ela volto a encarar-lho com certa tonalidade de raiva, mais mesmo assim Kou concluiu que esta não era a Ninally que ele queria atingir, ainda estava ‘mansa’ no ponto dele de vista.

Mais uma coisa se passou pela cabeça do vampiro: — Por que gostava tanto do jeito dela e por que a buscava tanto somente para ver sua carinha rósea. – Se perguntou uma e outra vez por que gostava tanto dela, era difícil se mentir a si mesmo, ele adorava a forma como ela se portava, tanto era que ao invés de mostra-se o sádico de sempre com as mulheres, com ela era diferente, nem sequer havia sido capaz de provar uma gota de seu sangue se quer e na realidade, ele pensava que nem precisava disso…

– Vamos Chibineko-chan, apesar de gostar de te chamar de Gatinha ou de Kitty, nada é comparado ao apelido de Chibineko-chan, por que a representa tal e como é! – Sem se importar com nada mais, continuou – É tal e como um filhote de gato, por mais que você me arranhe quando eu tento pegar-lha para mim, na realidade somente faz isso por que sente timidez de que alguém tão lindo como eu esteja de olho em você…

As palavras de Kou encheram os ouvido da morena de forma que a cada mínima silaba o contraste do vermelho sangue com seus cabelos negros e seus olhos róseos que ficaram brancos de susto com o que ele dizia, deixaram a Ninally assuntada e ao mesmo tempo corada, as bochechas delicadas e fofas de Ninally tinha a cor de dos morangos maduros os que pareciam delicioso para o paladar.

Para Kou, foi uma espécie de ‘gaga’, como se tivesse encontrado o que mais queria de uma rebaixa de um 80%, ver-lha de aquela maneira eram sem dúvidas maravilhoso, o loiro não podia evitar de sorrir com certo sarcasmo, se achando como se houvesse ganhado um baita de um prêmio, estava tão sumido em sua suposta ‘vitoria’ que ignoro completamente os rápidos cinco segundos em que Ninally sai de seu própio controle.

O furacão de emoções que ocupou o corpo de Ninally foi tão forte que quebrou quaisquer possibilidades da menina pensar no seu ato e nas suas seguintes consequências. Mais a timidez, a ira, o nervosismo, a pouca empatia com Kou e um milhão de sentimentos mais que Kou a fez sentir provocou que seu corpo agisse com uma suposta defesa que pegou a Kou completamente desprevenido.

Ninally empurrou a Kou com toda suas fossas, tal e como se pudesse retirar todas aquelas palavras ditas por ele somente empurrando-o. Sua timidez era tanta que mal chegou a dar por si que tinha tanta força assim. Os olhos de Kou admira-a supresso, sentido como seu própio corpo perdia a gravidade, ele mal deu por si que havia caído e somente foi assim quando estava de bunda no chão, bastante supresso com as atitudes de Ninally.

Fez se um silencio mórbido no local em um perímetro de alguns metros, algumas pessoas que passavam por ali não deixaram de presta atenção no que acabava de acontecer entre o casal e não deixaram de notar a presencia da ‘pessoa’ no chão.

A alguns minutos Kou levava óculos escuro para cobrir seu reconhecido rosto e para complementar e esconder mais ainda seu rosto ele também levava um boné negro que quase o fazia passar desapercebido, mais o detalhe do momento é que quando Kou acabou de bunda no chão estes acabaram caído deixando seu belo e pinturesco rosto totalmente a vista do publico.

Não demorou que uma que outra moça percebesse que tinha em aquele lugar, Kou era um ídolo famoso assim que suas fanáticas o reconheceriam até mesmo se ele estivesse debaixo da água. Seu físico tão único e tão típico dele era inesquecível, impossível de que as fãs não o identificassem e em menos do que pintava um gato.

Ninally estava pasma, sem reação, olhava para o acontecimento e sentiu como as garotas se adiantavam e cada vez mais pessoas deixando-a longe, um pouco mais longe do que poderia esperar em esta em aquele momento…

Viu que não somente o boné de Kou e os óculos foram pisados pela quantia de pessoas, também havia sido algumas de suas compras que havia caído no chão ao ela e Kou ter sua pequena discussão. Ninally piscou os olhos varias vezes, sentido como a culpabilidade por seus atos impulsivos a absorvia de tal maneira que ficou sem saber como reagir, ficou ali tal e como estava vendo como a multidão ao redor também aumentava até que um ato impulsivo fez com que arregalasse os olhos e quase gritasse.

Assim que os olhos de Ninally pararam nos dele, ela se sentiu muito envergonhada, se sentia bastante culpável para admirar seu rosto e bastante incomoda pelo que havia provocando. Ela começava a mostra preocupação e a culpabilidade ia crescendo dentro de sua mente a cada instante que passava, Kou sentiu a mão dela tremula e segurou algo forte com que ela não pudesse soltar e de alguma forma tivesse forças para deixa de se sentir tão culpada. Ninally chegou a perecer o gesto o que fez ela ficar ainda mais vermelha e seu coração começo a emitir batidas suáveis mais fortes, como nunca havia escutado antes.

– KOU-SAMA! – O grito eufórico de umas quantas mulheres interromper aquele momento tão intimo entre os dois, fazendo com que Kou se abalançasse sobre Ninally, com tanto de abraçar-lha, ele não queria se separar dela e seu corpo agiu por impulso, como se pudesse cuidar dela antes de tudo.

– Ah... por favor queridas… Por favor… Poderiam deixar um pouco de intimidade…?! – Kou tentou ser simpático, mais por primeira vez havia se cansado e havia perdido a paciência mentalmente com suas fãs, ele não queria que isso acontecesse, não agora em tão mal momento, principalmente por que ele estava com ela.

As fãs não deixaram de escutar a voz de seu ídolo e pararam atenção em que Kou estava abraçada a uma moça, o que acabou levando ainda mais uma espécie de fortes perguntas que mal se entendia direito. Ninally sentia a força das pessoas que se abalançava sobre eles, mais Kou a segurava forte, escondendo seu rosto da visão exata da imensidade de mulheres que Kou ainda tinha se perguntado de onde saíam. Sentia-se preocupado por o estado de Ninally entre seu braço assim que fez o máximo para sair da multidão mais era praticamente impossível sem seguranças.

– Mukami-senpai! Quem é essa pessoa que tem o senhor entre seus braços! Quem é ela! – Kou podia jurar que havia olvido algumas pessoas chigando a menina o que não o agradou muito.

As perguntas continuavam e por mais que Kou tentasse sair de ali, bem que ele podia desaparecer, mais não em neste caso, Ninally estava entre seus braços, assim que lanço a única e pior saída que ele podia ter feito para sair de aquela loucura. Sem pensar e somente pensando a coisa mais exata para que Ninally não sofresse a forte preção de todas e se afogasse sem ar.

– Droga! ESTOU PEDIDO QUE ME DEIXEM PASSAR UMA VELADA EM PAZ COM MINHA NAMORADA! – As atitudes bruscas e frustrada de Kou fizeram mais de uma para em silencio, o ambiente sufocante repentinamente se reduziu dando uma quebra para um novo ambiente entre múrmuros e supressa por parte de suas fãs. Kou sabia que isso afetaria sua reputação como ídolo juvenil, mais o que mais ele queria era tirar-lha de aquilo.

Ninally por outro lado não estava conseguido congenia a ideia em sua cabeça, as palavras e atitudes de Kou começaram a fazer duvidar de muitas coisas e a inseguridade volto a ela: – O que ele havia dito? – Ela repassou cada palavra mentalmente, ela havia escutado, ele não havia tapado suas orelhas, ela havia escutado alto e claro, por que ele havia gritado perto de mais dela.

A morena começo a questionar tantas coisas mais uma única era clara, ela não era nada para ele, nem muito menos queria ser? – O sinônimo de pergunta foi de mais, e de pronto uma afrontação de tumultuosos sentimentos a deixaram sem palavras para o que estava acontecendo: – Kou havia mentido sobre os dois, aquilo era apenas um pretexto, mais por que se sentia doída, ela não entendia, mais também sabia o exato de si: Ela não queria ser parte de uma mentira, nem que fosse pelo bem e muito menos pelo mal, ela detestava mentiras, odiava falsidades e a inocência dela completava um pouco mais de estes argumentos.

Era tarde de mais, mais uma vez, quando Kou tinha percebido, Ninally tinha se adiantado uns passos de suas pretensões, pegando-o mais uma vez por supressa, empurro ele, mais não com tanta força como antes, o suficiente para que ele a largasse e ela pudesse correr um mais rápido que permitiam seus pés e suas aptitudes para o deporte.

Kou não entendia o tal ato, ficando tão sem saber o que fazer como suas fãs que também viram como a menina corria contra tudo o que vinha contra ela. Era uma desesperada forma de escapar e impensável, mais tinha que escapar o mais rápido possível, o motivo mais forte dela em aquele hora era escapar o quando mais rápido possível – Se repetia uma e outra vez em sua mente sem perceber do que realmente estava escapando, nem mesmo se importando se estava certo ou errado.

As imagens se difundiriam contra a rapidez que corria, mal entendia como conseguia correr tão rápido, mais com tanto que ela estivesse longe de aquele sufoco, de aquele momento e de aquela pessoa, com tanto que pudesse correr com todas suas forças de seus olhos azuis e pudesse esquecer qualquer vestígio do que ela considerava uma falsa gentileza e um comportamento errôneo: — Impensável, ela era muito pratica e nem tinha ideias de por que estava correndo mesmo.

Quando deu por si, seu pé se cambaleou traz pisar o que deveria ser uma espécie de vulto do chão que a fez perder todo o equilibro por o rápido que corria e quase chegou a cair de cara no chão, mais foi segurada por uns braços firme que logo fez o ‘bafo’ do perfumem de quem tanto ela odiava se impregnar mais uma vez em suas taurinas.

“… Mesmo que sejamos apenas experimentos de um louco e triste vampiro sem coração, assim como quando olhamos para este teto e fechamos olhos, sabemos que o céu azul ainda esta encima de nós, por mais que desejemos negar isso, ele sempre esta aí…”

Os olhos de Kou se detiveram ao olhar a moça que novamente estava em seus braços, lembrava uma das palavras de Tsubaki que mais havia mexido com ele, e sentia como se estas lembrassem tanto dele como dela quem ao perceber-lho tentou se livrar dele de todas as formas, como se fosse um filhote indefeso e estivesse nas garras de um depredado.

– Me solta! Me solta! – Mais Kou não a solto, ela conservava a postura firme em que deveria se soltar dele.

– Ei… – Kou virou com suavidade seu rosto para que Ninally o admirasse, esta sentiu vergonha pois percebeu que sua visão estava quebrada pelas lagrimas que distorciam o rosto do loiro. Ela sentia medo e não deixava de senti-lo por mais que tentasse evitar-lho. – Me desculpe… Eu não queria fazer você se sentir assim…

Kou não sabia o significado exato de suas lagrimas nem por que agia de aquela forma, mais se sentiu tão culpado que não queria ver-lha mais de aquele jeito, assim que tento calmar-lha da melhor forma, abraçando-a com toda delicadeza ao seu corpo e acariciou seus cabelos.

“… Vocês apenas precisam perceber-lho, fechar os olhos e imaginar-lhos já que não precisamos ver para saber sobre que ainda existi algo muito mais lá de nossas visões…”

De olhos fechados ele podia sentir mais sobre as palavras da vampira que parecia haver dedicado aquelas palavras para ele. Era realmente curioso como ela acertava em falar cada pequena palavra, como um sinal… O que ele tinha entre as mãos em aquele momento, em aquele ‘agora’ resulta ser tão cálido.

Kou até chegou sentir o calor que provocava ter aquela pequena menina entre seus braços, ela, quem havia se rendido em escapar não sabia o por que, mais havia se deixando abraçar, mesmo quando suas lagrimas transbordavam sem motivo algum.

“… Por mais que busquemos um milhão de sinais, ao final somente vemos os que realmente queremos ver…”

A voz de Kou era carinhosa, talvez foi isso que a fez se confiar, o calor que havia em seu mórbido corpo também era cheio de carinho, por mais que ela não quisesse se confiar nele, algo era estranho de mais para continuar lutando…

“… E ao final sempre encontramos nem que seja um pequeno pedaço do paraíso.”

Notas finais
O que eu sei que vão me dizer é que este teve um final parecido ao anterior... Eu sei... Teve um final parecido na coisa de abraçar... Sei... talvez me repito em algumas partes mais digamos que cada um tem seu significado e tem seu motivo... Esta certo? Ou vocês se cansaria de tantas repetiçoes T_T"" Sorry prometo que cada um tem sua razão de ser, mais procurare não acabar tão repetido – Na realidade sei que não esta repetido pois são duas coisas diferente, a coisa é se alguns acham que esta repetitivo... E bem os textos estão grandes de mais? Isso as incomoda? Eu espero que naão por que quando se trata destes couples eu vou escrevendo de tal forma que me leva os sentimentos, tenho tudo planejado mais quando vejo esta na pagina 8 de word e nem cheguei ao ponto climax do capitulo assim que fica assim de largos, sorry se isso cansar, mais como leitora eu amo capitulos largos e espero que esteja ao gosto de todas amadas leitoras ^^ E bem, agora centrando um pouco no capitulo de Kou e Nina...? O que acharam do Koully? (estou Shipando os couples okey, pq os amo) Ninally esta insegura e Kou esta cada vez consegue negar menos que algo especial ela o faz sentir... Na parte que ele chamo ela de 'namorada' ele disse mais para as moças respeitar a intimidade, apezar de que de fato Nina acho que ficou pensando nisso e bem também por odiar falsisades foi uma razão de correr de ali... Acho que ela se sentil mal por mentir e também envergonhada por como Kou disse e tantas e tantas coisas a fizeram sair correndo :/ MAis foi tudo para culminar em uma aproximação do Couplei... Espero que tenham gostado... Pois achei fofo ela tentando fugir dele, mais Kou pede desculpas dela... se nota que ele esta mudando *U* Espero que tenham gostado tanto como eu, o proximo eu devo começar a escrever este final de semana e verei se faço logo dois capitulos... Com minha nova fic e com alguns problemas em casa de tempo, tento chegar a tempo com tudo para agradar a todos, mais espero nao demorar, serio... #MomentoSong: Desta vez foi a banda 3 Doors Down - When i'm Gone... Uma musica cheia de sentimento que lembrou ao coumplei, um pouco mais a Kou, mais tem o que da Ninally, Mais o que eu destaco principalmente é: "Em algum lugar dessa escuridão Há uma luz que eu não posso encontrar Talvez esteja muito longe…" Esta é uma contradição as palavras de Tsubaki : "... assim como quando olhamos para este teto e fechamos olhos, sabemos que o céu azul ainda esta encima de nós, por mais que desejemos negar isso, ele sempre esta aí…” Esta duas partes, o trecho da musica e as palavras de Tsubaki se contra dizem mais a outra frase de Tsubaki que acaba vencendo contra a contradição da musica é: “… Por mais que busquemos um milhão de sinais, ao final somente vemos os que realmente queremos ver…” quero dizer que na musica diz que há uma luz que quero encontrar e talz... E no final das contas é real, as vezes queremos nos segar e fingir que nao vemos nada, mais sempre esta ai e no final so vemos os sinais que queremos ver e no final, sempre são nas horas imprevistas e nos momentos em que percebemos que frente a nois a coisas importantes... em parte a contradição da musica poderia se dedicar a Ninally, ainda custara um pouco mais ela ver o que sente e a parte de Tsubaki, aclararia os sentimentos de Kou que começa a encherga este suposto céu azul frente a ele... Que fofo não acham? Eu espero ver-los logo-logo no proximo capitulo E com mais drama e romance destes vampiros e moças *U* O proximo é um dos Sakamaki, espero que estejam dispostas a esperar com ansias Kissus e ate lá amores