Notas iniciais
Depois de tanto tempo de perdição na qual deixei vocês na triste espera pela fic! Que comece a Party mais um capitulo eu trouce!!! Peras... Não se anime... Por que eu acho que talvez ate chore... #apanhaporsproilearalgo

Capitulo 43

Inverno – Lagrimas


“…E eu estou aqui, ainda esperando ,embora ainda tenha minhas dúvidas
Eu sou estragado na melhor das hipóteses, como você já percebeu

Eu estou caindo aos pedaços, mal estou respirando
Com um coração quebrado que ainda bate
Na dor ainda há cura
Em seu nome eu encontro significado
Então eu estou aguentando, estou aguentando, estou aguentando
Eu apenas estou me segurando em você

As fechaduras quebradas era um aviso que você estava na minha cabeça…
E eu ainda vejo seu reflexo dentro de meus olhos
Eles estão procurando propósito, eles ainda estão procurando vida…”

Lifehouse — Broken

– Ooka-chan… Ooto-chan… — A aguda e fina foz da menina, os sons de seus passos contra as madeiras de linóleo, seus pequenos passos que ecoavam pela casa como a alegria do lugar. Seus risos encantadores eram totalmente dirigidos a aquelas duas pessoas que sempre a abraçavam com todo o carinho e amor.

– Akemi-chan o que foi…? – A mãe dela a segurou nos braços, levando-a com todo o carinho e abraçando-a nela.

– Okaa-chan esta nevando! – O brilho dos róseos olhos de Akemi brilhava como as cores intensas de flores que se abriam na primavera. – Como em aquele globo de neve que a senhoria me mostrou…

#···#

– Por que veio se somente queria ser uma carga…? – A voz gesticulada e seria de Reiji a incomodava, Akemi havia se acostumado a companhia rigorosa deste.

– Hm… — Sua voz mal saia, resultando ser apenas um barulho sem significado algum que incomodou a Reiji.

– Quanto tempo mais precisamos para decidir isto…? — Ele gesticulo palavras com calma e uma frialdade absoluta tentando dialogar com ela como duas pessoas maiores, mais era impossível, ela seguia sem vontades algumas de se ergue do banco. – Se esta casanda eu posso ir sozinho…

Reiji tentou se retirar, mais foi detido pelo agarre de Akemi em seu paletô, os olhos rubros dele contemplaram os róseos quase rubis olhos de Akemi quem não ouso desviar o olhar nem sequer piscar. Ela se aferrava a Reiji, ele a entendia de alguma forma e compreendia que o que ela estava fazendo era apenas enraivar-lho se portando como uma menina mimada e caprichosa com ele, algo que ele não chegava a compreender bem o por que destas atitudes dela, odiava pessoas assim mais também algo fazia ele arca com seus caprichos.

– Vamos então primeiro nos divertir… — As palavras de Akemi haveriam colocado os pelos de ponta de Reiji se não fosse por que este era bastante controlado.

– Divertir…? O que você considera diversão? – Ele sentia curiosidade por o que poderia ser isso que ela se referia a diversão justamente por que ela não era uma humana normal.

Akemi sorriu para ele de forma travessa, Reiji sentiu que o que ela estava aprontando poderia ser muito distinto do que ele imaginava, talvez implicaria a que isso o aborreceria ainda mais. Reiji deu um pequeno suspiro e permitiu a ela ensinasse esta forma de se divertir.

Akemi guio a Reiji por todo o centro comercial, ela caminhava de um canto a outro deixando o destino deles incerto. Se parou em uma loja de brinquedos para crianças, isso resulto estranho para ele, mais a seguiu sem pronunciar nenhuma palavra, se conformo com o silencio e observar-lha. Akemi quem sorria de orelha a orelha da mesma forma que no inicio, parecia mais querer-lho tirar do serio e perder o tempo fazer coisas sem sentido algum.

Dentro da loja de brinquedos, ela começo a se fixa em cada um, desarrumo algumas das prateleiras o que deixou desconcertado a Reiji, para ele tudo estava em uma perfeita ordem, por mais que ele parece-se haver deixado sua personalidade obsessiva de lado, ele ainda adorava a ordem que tinha as coisas. No momento em que demorou em pegar as coisas que ela deixava pelo chão e ajeitar-lhas nas prateleiras devidas, Akemi desapareceu de sua visão.

Era estranho depender dela, esta dependência pesava em seus ombros mais se sentia que deveria arcar com ela, o que era aquela estranha sensação tão caótica em sua cabeça, ele não fazia a menor ideia mais ela de alguma forma estava em todas partes e ele tinha que perseguir-lha com o olhar, devia observar cada gesto meticuloso dela que para ele era raro e esquisito.

Reiji a encontrou na porta da loja, esperando-o sem nada aparente do que um sorriso de vitoria por consegui-lo tirar do serio ou ao menos era o seu objetivo o qual Reiji ainda se mostrava superior, fingindo calma, toda a calma que precisava para observar ate onde ela iria o que era tanto este interesse multou.

– Se cansou de fazer besteiras e podemos ir… – A voz dele soava controlada, mais Akemi notou uma certa e forte emoção que o vampiro tanto desejava controlar.

– Ainda temos muito que ver Reiji-kun, precisamos descobrir o que a humanidade vem fazer em um lugar como este… Será ainda mais divertido. – Por um minuto os olhos de Reiji se arregalaram em um mínimo, demonstrando a espécie de emoção entre a supressa e a incredulidade.

Ela era diferente dos outros humanos, tinha sua própia vida e vivia de forma diferente do que todos viviam, semelhante a dele mais ainda era diferente, o cheio de sangue que havia nela, a total desaparição das emoções e todo o desdém que parecia mostrar seus olhos.

Reiji se perguntava uma e outra vez mentalmente: “– Ate onde ela ira? Ate onde ela quer ir comigo? –“ Ate chegou a pensar que de alguma forma isto era um pretexto para que ele a seguisse, não estava enganado, mais a dualidade do sentir e o não sentir estava presente em cada oposição que ele criava para chegar mais perto do que em verdade ele sabia, mais se enganava ao ignorar com todas suas forças.

#···#

– Estou tão feliz por você Reiji… Meu filho que cresceu sem eu perceber… — Os olhos quase sem vida de sua mãe brilhavam de uma maneira esquisita e rara, como pedras preciosas. – Dei tudo o que eu tinha a Shuu e você… Nem sequer precisou de mim para se tornar o que é, quanto é admirável… Agora sim posso descansar em paz, já por fim estarei livre do tormento de Cordélia…

A boca de Reiji estava seca por dentro, sua garganta se corroía por dentro ao admirar aquela imagem imaculada de sua mãe em seus últimos instantes de vida. Ela não se importava com a dor muito menos estava lutando por algo que deveria ser dito como ‘vida’, o alivio dela era raro, bastante raro para os olhos de Reiji, nem sequer ele poderia dizer o que estava sentido no momento.

Ela havia dito que se sentia orgulhosa dele, toda sua vida até aquele ‘então’ girou em torno as últimas palavras que ele sempre desejou que ela o dedicasse em vida: “Estou orgulhosa de você” – O que devia ser este sentimento vazio e sem nada que ele sentia dentro de si, porque? Por que começava a se perguntar se havia realmente valido a pena fazer tudo por algo que nem bem, nem mal, nem nada o fez sentir…?

Ele havia liberado sua mãe dos tormentos que ela parecia sofrer, ela sorria ao morrer, mais… Nem mesmo Shuu quando perdeu seu adorado amigo Edgar, nem mesmo ninguém havia reparado nunca nele.

#···#

– Karl Heinz considerou que nenhum de vocês havia nascido com suficiente amor para serem frutos do que ele considerou a nova espécie de vampiros, nenhum de vocês tinha sentimentos de um humano… – A vampira deu um torto sorriso para os Sakamaki, nenhum disse nada muito menos se questiono o que ela havia dito, assim que ela continuo. – Assim que o segundo passo foi Yui Komori, o coração da filha do rei demônio e de um primeiro blood, batendo dentro de um bebe humano, somente precisava esperar para a hora correta e com o tempo passando somente precisava entretener vocês…

Reiji pensava nas palavras da vampira e tentou entender o que o Karl Heinz queria ao encontrar sentimentos humanos em um ser nascido do mal. – Seria possível que algum dia nascesse um vampiro capaz de sentir e pensar como um humano? Se existisse… A onde ele queria chegar? O proposito de ser mortal, sentir e ser vampiro o que falhava neste plano era a incoerência de alguém como Karl Heinz que utilizava meios deploráveis e bizarros para chegar a uma criar algo que parecia de contos de fada.

Reiji não podia negar, era deplorável alguém que se dizia ser tão ‘majestoso’ se posicionasse a encontrar algo nos humanos, que ele e os vampiros. Ele acabou lembrando de Komori e pensar que ela era mais uma pesa do jogo sim o incomodo, perceber mais uma vez que tudo o que Karl Heinz estava fazendo era brincar com ele, brincar com o que ele era o fez ficar da mesma maneira quando mato sua mãe e quando Shuu passou completamente sobre ele.

#···#

Akemi sem dúvidas o faziam lembre de coisas que preferia esquecer e também as que ainda não pareciam querer sair de sua cabeça. De alguma forma ela tinha este dom de enfurecer-lho e mostrar uma espécie de utopia a ele. Esta sensação de incerteza e certeza não saiam de sua mente por que ela não deixava de brincar com ele.

– Qual acha que é o mais bonito…? – Akemi mostro a Reiji dois pequenos chaveiros, um de um gato laranja e outro de um gato negro, ele não sabia o que dizer ou opinar sobre aquilo, nunca haveria imaginado que seus gostos fossem este, ele ate apontavam que deveria ser coisas de humanas de sua idade mais ela.

– Como as moças desta sociedade acostumam a gostar de bobagens como essa, você não se pergunta isso…? – Como ele pensava, ela estava putrificando sobre os gostos femininos, ela não era dessas que adorava coisas rosas, doces, animaizinhos ou quais quer fosse este lado tão puramente definido como o feminino humano de uma garota de sua idade.

Akemi havia passado alguns dias sofrendo com insonia, algo estava acontecendo com ela e não sabia por que lembrava tanto de seus pais, de sua antiga vida e pensava nas moças de aquele lugar, as havia visto juntas muitas vezes, ela algumas vezes acabava com elas e escutava seus comentários.

As emoções dela morreram quando sua vida apagou por completo, quando Zero mato seus pais, o segundo conforto foram seus amigos-irmãos, eles também já não existiam mais e muito menos Zero, não havia encontrado nenhum sentido a mais e nem a menos para viver ou para morrer, porém…

#···#

– Você gosta de passar seus dias com ele não é mesmo? – Aquele maldito demônio denominado Hades não deixava de maltratar-lha com perguntas sobre a quatro-olhos de quatro-olhos.

– Por que não me deixa em paz escoria? – Sua voz se emitiu rouca e fria, mostrando totalmente o desagrado que ela tinha por aquela pessoa quem parecia gosta de atormentar-lha.

– Por que tanto se incomoda quando eu falo dele? – Os finos olhos vermelhos dele se abriram com um brilho de gratificação. – Teme confessar que si se importa, que quando confesse isto a si ele passe a ser sua razão de vida e aceite definitivamente ele se perca como tudo o que você teve?

Ela parou de tentar atingir-lho com as adagas, sentia raiva mais se sentia incapaz de continuar, por que era inútil, não sabia como fazer calar-lho, não sabia como poderia matar-lho, a raiva não a ajudaria a nada, somente não queria escutara-lo.

– Todos temos amar e perder Akemi-chan, você fechou completamente seu coração por que é igual a mim… — Akemi não demoro em voltar a olhar para ele supressa, se sentia enojada de ser comparado a tal ser. – Quando amamos e perdemos nossas pessoas amadas deixamos de funcionar, os sentimentos se retraem e as paredes de gelo são mais grosas… Tratamos que essa pessoa não entre para que não cheguemos a sentir novamente a perdida, mais é completamente inútil…

– CALE-SE! – Akemi jogo a serie de adagas que havia recuperado, mais foi inútil, ele desapareceu como um nevoeiro negro e sem supressa alguma, ele volto a aparece detrás dela imobilizando-a.

– Quando voltamos a amar, mesmo que sabemos que podemos perder-lho, mesmo que todas as partes de nosso corpo queiram negar é impossível, amamos incondicionalmente, vampiros, demônios, humanos… — Ele cerro os olhos e cheiro o perfumem dela. – Até mesmo você que deseja ignorar os sentimentos de sua espécie…

– CALE-SE! – Ele não se importo com os gritos e nem ela conseguiu mover seu corpo, Hades a prendia com seus poderes.

– Eu somente quero ajudar-lha Akemi-chan, se você me ajuda eu ajudarei a você…

– CALE-SE!

– Sabe que não será boa para ele, nem mesmo por ele ser um vampiro e você ser o que ‘é’ ira da certo…

– CALE-SE! – Ela seguia implorando e começava a se transtornar com a preção psicológica das palavras de Hades.

– Você pode acabar com tudo isso, somente precisa me dizer que sim…

#···#

– Qual acha que ficaria melhor…? – Akemi mostro dois modelos de vestido a Reiji, um era vermelho, curto até a altura do joelho com um decote coração e marcava a cintura, o outro era de cor negra, bastante elegante, do mesmo cumprimento, de alças que por a altura do preto ciam a saia em diversas cortinas de tecido.

Reiji não disse nada, a seguia apenas, admirando ate onde ela iria e onde parecia estar beirando ao que ele começava a definir como: -Loucura.

Akemi riu, se divertido da reação do vampiro, que era a mesma face neutral e formal que apenas a admirava sem dizer muito. Ela jogo os dois vestidos encima do móvel onde havia roupas dobradas e logo caminho para perto dele quem ainda se perguntava se era sensato caminhar junto a ela de aquela forma.

– Sabe o que dizem as humanas de minha idade? Elas gostam de homens gentis e mais cavaleiros que dizem comprido a elas… – Akemi murmuro aquilo como se fosse uma brincadeira de mal gosto.

– Mais você é diferente, não espera nada, apenas perturbar minha mente… – Reiji ajeito os óculos com certo formalismo, sem deixar de ver-lha e comprovar as emoções que ela mostrava a ele.

– Por que acha então que elas gostam destas besteiras? Eu não vejo a diferencia entre um homem e outro… – Reiji não pode responder a pergunta pois, a medida que Akemi a fez, ela caminho para longe dele.

Reiji viu como ela se misturava entre as pessoas que caminhavam tão felizes e tão metidas em seus própios mundos, Reiji pensou que tudo era como imagens de um mundo paralelo tão distante da realidade que eles viviam, ignoravam quem entre eles havia uma assassina e um vampiro: – Se soubessem o que não sabem? Como reagiriam diante a isso?

Como a outra cara da moeda, o mundo dos humanos os ignorava por completo, mortais viviam o tempo que deveriam viver e efêmeros andavam por as milhas em busca de onde morrer. Os vampiros não eram diferentes na realidade, Reiji sempre havia escutado sobre a forma de dizer o amor que sentia, tanto era que ele até o havia provado a sua mãe – O que agora parecia distorcido para si.

A onde ela queria chegar e por que o estava provocando mais uma vez – Reiji a continuo seguindo, sempre presente sua silhueta por onde andava, os seus longos cabelos encaracolados na ponta, brilhavam como os raios de sol que ele jamais veria em sua vida, os odiava, mais para ele seus cabelos brilhavam de uma maneira fascinante.

Ela estava ciente de que ele a seguia, ela se divertia como se este fosse seu animal de companhia, mais havia algo mais profundo, muito dentro de seu ser, Akemi desejava que em alguma hora ele deixasse de seguir-lha e ao mesmo tempo relutava contra esta vontade já que se sentia a gosto em sentir como ele a seguia.

– Você tem dinheiro? – Ela pergunto com sua voz baixa de sempre, os barulhos estranhos aos quais Reiji prestava atenção detalhadamente.

– Para que você precisa disso? – Não deixou de surpreende-lo um pouco da educação vindo por sua parte.

Akemi mostrou a ele uma pequena loja que vendia ao parecer, crepes, gofreis e outros doces, era um recatado lugar pequeno mais chamativo para a clientela que passava e parava para comprar. Tinha uma adorável decoração, as paredes eram brancas com ralhas rosa bebe, havia um que outro quadro com desenhos no contexto ‘Kawaii’ e ‘Moe’ japonês.

Akemi e Reiji pareceram dois estranhos seres misturados com as cores do lugar, uma mancha em um quadro pintado com pinturas pastéis, já que as vestimentas dele era negra assim como a dela, combinava um pouco a cor vermelha. O dependente da loja os atendeu mencionado que eles faziam um lindo casal, nenhum dos dois reagiu a isso e o trabalhado se limito em perguntar o que eles desejavam.

– Sorvete… – Ela disse um pouco mais alto do que Reiji a havia escutado falar nunca. O homem entendeu mais conclui que a moça deveria ser bastante tímida já que pouco mais falou, mais assim como Reiji, também pensou que alguém que comia sorvete no inverno era meio transtornado.

Ela sinalou os sabores que queria e ao final Reiji pagou ao dependente sem dizer muito, este se sentiu meio estranhado já que também ao contemplar o casal, pensou que os dois deveriam ser aqueles tipos de góticos estranho e sombrios, mais não havia dúvidas de que ele mesmo sentiu Reiji e Akemi como seres de outro mundo.

Reiji não sabia se concluir que Akemi estava feliz tomando aquele sorvete, não sabia se a pequena e quase fria animação dela tinha algo a ver com aquilo pois a mesma caminhava meio afastada dele, agia bastante distinta das ultimas vezes que eles haviam estado juntos, na realidade ele havia notado de que uns dias para este ela agia diferente, não se atreveu a perguntar mais como sempre fazia, continuo servido como seu ‘animal’.

Uma relação difícil e estranha nos olhos dos que intuía que eles tinham algo haver, mais para uns ate resulto algo comovedor ver que havia algo neles.

Akemi volto a se perder da visão de Reiji, mais como sempre ele sentia o cheiro dela e a seguia sem problemas algum. Por um momento pensou no que deveriam fazer ali, coisa que havia esquecido já a um bom tempo, muito estranho se tratando dele e para a supressa dos que conheciam a Reiji – Ao menos se estivessem ali vendo. – Ele seguiu ignorando aquele papel que havia aparecido em sua mão minutos depois de aquele estupido momento de escolher seu par.

Os olhos de Akemi estavam detidos em uma singular vidraça de uma pinturesca loja. Seus olhos haviam se detido quase em segundos ao ver o que havia, o que seus olhos admiravam com tanta precisão e supressa que ela era incapaz de deter. Akemi estava sem palavras e a vez supressa…

Ela descobriu algo mais profundo do que imaginava, havia encontrando algo e percebido que estava parada frente a um relógio que não se movia.

“ – Akemi-chan… — O murmuro doce e amoroso de sua mãe ela lembrou, também do carinho das mãos de seu pai que acariciavam seus cabelos. – Feliz natal…”

Akemi lembrou do primeiro presente que lembrava de haver ganhado no único natal que ainda lembrava que havia passado com seus pais. A pequena caixa envolvida com um papel de presente dourado e um laço vermelho.

“ – É o globo de neve que você tanto queria Akemi-chan… – O carinhoso primeiro presente, era o que ela mais queria em aquele natal.

– Quando você o chacoalhar estou segura de que nevara e você vera a neve cair… – Era uma mentira fantasiosa inventada pelo seu pai, mais não havia nenhum problema.”

As pupilas de Akemi se dilataram completamente ao ver o globo de neve, este tinha uma base delicada e com adoráveis e pequenas decorações que completava a a figura de dentro, tão trabalhado os pequenos detalhes do que era um carrossel, com os pequenos cavalinhos esculpidos de diferentes cores. Ainda hoje Akemi o lembrava, seu presente favorito que Zero havia destruído até fazer-lho desaparecer.

Reiji não tinha palavras para o que viu quando a encontrou frente aquela loja, parada e…

“lagrimas”

Os olhos de Akemi estavam transbordando em lagrimas, Reiji ficou sem palavras traz ver aquela imagem, ao tal ponto em que o mesmo se sentiu abalado e mal percebeu que seus olhos estavam arregalados diante aquilo.

Ela não percebeu nele, nem muito menos se importava se alguém a estava olhando, ela sentia como se em aquele mundo somente existisse ela dentro de seu própio globo de neve.

Fazia tempo que ela ignorava a solidão, havia se adaptado a ela, havia se acostumado, porém aquilo a fez perceber o imensa que era, Akemi acabou entendendo que a solidão era dolorosa e estava sozinha… Sem ninguém?

O aproximar de Reiji foi silencioso e calmo, passou desapercebido por ela, as lagrimas distorceram de mais seu mundo. Mais o percebeu claramente quando Reiji parou frente suas costas. Akemi se sentiu completamente desprotegida ao sentir que ele estava tão perto, não havia como fugir, ele havia visto aquele lado fraco dela e muito menos ele queria que ela fugisse dele.

Com uma pequena intuição e um impulso, Akemi se virou ficando cara a cara com ele, vendo-o distorcido pelas sentinelas das lagrimas que transbordavam, mal pode ver que suas sobrancelhas estavam comprimida em uma emoção de pena e dor misturada, nenhum dos dois podia se explicar a dor que cada um sentia…

Akemi se adianto, encosto a cabeça no peito de Reiji, este não duvidou nem mais um segundo e abraçou com tudo o que tinha, jamais havia sentido algo tão grande e nem esta vontade tão imensa por aquilo que ele não tinha palavras para definir…

Uma vez ele gostou de alguém, sentia estas mesmas vontades mais não parecia chegar nem aos pés do que estava vivendo em este momento, somente se parecia ao momento em que Komori havia morrido, Reiji não lembrava outro momento em que a dor e a tristeza estável presente em sua vida de tão forte forma como esta.

As lagrimas de Akemi atravessaram o tecido da blusa do vampiro quem a abraçou com mais intensidade ao sentir-lhas, cobrindo-a completamente com o seu corpo, como se de alguma forma pudesse proteger-lha do inevitável.

Todas as pessoas que passavam por o lugar admiravam supressas a cena, era difícil ver mostras de afeto em público no japão, mais ninguém duvidava de que entre eles havia um amor tão raro e a vez tão belo como se podia contemplar com supressa.

Notas finais
EU declaro este capitulo cheio de sentimentos e tristeza que sao calmadas pelo amor dos dois... A relação deles fica meio complicada ao que Akemi é como é e Reiji... Bem... Reiji esta diferente e acho ele bem capaz de aceitar muitas coisas, principalmente depois deste momento e depois de tantas coisas que aconteceram em sua vida i-i É serio eu chorei fazendo este capitulo lindo... T-T Eu tinha ele preparado a duas semanas, porem nao consegui postar ate agora, sabem que estou meio ocupada e perço desculpas por isso minhas leitoras e amigas lindas :) Mais espero que este capitulo tenha sido do agrado de vc e tenham adorado tanto como eu ^^ A flor é o cravo como não, e escoli o cravo roxo por que sabia que significava solidão e também pode signifcar capricho, define muito bem este capitulo e uffs... que liduuuu *U* Com o proximo couple assim como foi com Yuribaru, Yumiko e Akeiji vcs também vão se derreter com a fofisse dos dois e o momento emotivo e doce que eles vao ter ... eu sei disso pq estou quase acabando de escrever-los :X Hm... O que a comentar! Momento song: Eu disse, uffs tenho que buscar um que seja de acordo com este capitulo, vai ser dificil pela quantidade de sentimentos, assim que pensei pq nao lifehouse, abri a musica broken de primeira e quase chorei lendo a tradu... me fez pensar no capitulo completamente e em os sentimentos de Akemi e Reiji... Foi tao a supresa que a primeira musica que se me ocorre pegue bem com eles que eu... #Morri e #Revivi ainda falta muito para escrever TUT Para mim a parte mais linda que tem tanto significado e simbolismo com este capitulo é : "...Eu apenas estou me segurando em você..." Total que eu #Morrir e voltei a #reviver ... Ainda bem que Meu adorado amigo Morte esta comigo para fazer este trabalho... quem sabe um dia eu presento a vc o 'shinigami' que sempre me acompanha para estas situações... na realidade tenho dois :o SERIO SERIO! O que acharam de tanto sentimento amadinhas minhas? E amados sem preoconceito que homem tb pode gostar de romance P*RRA! /o/ (eita auterada louca maluca pertubada xD) Quero saber as opiniões bonitinhas de todas vocês minha loves e vou falar apenas uma coisa mais (eu nem falo muito mais...) : Senti saudades de todas vc iui sentiram de mim? kkk eu aqui com meu nascisismo kkk Kissus ate o proximo que quando acabar o posto aqui para vcs lindas