Notas iniciais
Aqui mas um capitulo! Com as duas primeiras moças ;) Espero que gostem Lady's

Capitulo 4

Escuridão e Luz – Um confortavel céu estrelado

“…Eu não me sinto bem
Porque você fez promessas que quebrou
Na sua casa,
Por que nós não compartilhamos nossa solidão?
Nada mais é puro, além da solidão…”

Birdy — Conforting Sounds

Não se podia fazer nada em relação a Karl Heinz, não precisamente em este momento. Assim que para se acalmarem, cada um pelo própio lado decidiu dar um passeio pela festa, apenas Shuu foi levado por Arisugawa Tsubaki, os dois pareciam ter bastantes assuntos a se comunicar apos uns anos sem se verem.

Subaru, apesar de suas vontades de ir embora de aquele lugar, decidiu esperar pelos irmãos, não era própio dele, mais sabia que todos haviam vindo em um único carro que somente atenderia a levar-lhos a todos juntos. Saiu de aquele lugar repleto de vampiros, não se sentia nada bem envolto por tanta multidão.

O mais novo dos seis Sakamaki’s se afasta por completo da multidão, encontrando uma zona até agradável para o mesmo. Subaru adentro por uma arco repleto de trepadeiras de rosas, aquela zona parecia típica de um jardim e assim era. Mostrava de um lado a outros rosas brancas, as preferidas dele, as preferidas dela, sua mãe.

O arco de ferro, mantinha as rosas e folhas que trepavam por um espácio parecido a uma jaula, aberta, com colunas sustentavam o teto, que estava coberto somente pelas trepadeiras de rosas brancas. Era o lugar perfeito para ele, lembrava o lugar perto de onde um dia sua mãe esteve presa, o mas próximo que ele pode estar dela.

Outro pensamento percorreu sua mente: — “O lugar em onde eu a encontrava”. – Aperto seus punhos com tanta força que sentiu suas unhas cravarem em sua mão, provocando feridas, feridas que não chegavam a doer nenhum pouco comparado as feridas por havê-la perdido, a humana por que havia se apaixonado.

Subaru caminhava pensativo, enquanto isso se perguntava se algum dia ele voltaria ver a luz, sera que voltaria a sentir o conforto que Yui o havia dado? Não podia esta seguro disso, mais por ele mesmo, sentia que a dor não iria passar tão cedo. Subaru sentia a dor latejando em seu peito, seria realidade que alguém como ele tão distorcido não encontraria alguém com quem puder descansar seu pesado corpo?

O jovem vampiro se deu conta do término do caminho, este finalizava em uma varanda particularmente de cara a luz da cheia lua com o formos e eterno brilho prateado presenteado pelo sol, seu contrario. A diferencia da moradia de onde estava, o céu se via realmente límpido, mostrando a beleza eterna da noite. Cativado polo belo e eterno céu escuro do anoitecer, Subaru se decidiu em caminhar até o final…

Os pés de Subaru pararam no mesmo momento em que o seu olhar carmim parou a imagem das costa de um uma moça. Seus longos cabelos se espalhavam entre o calmo vento, dançando graciosamente como pétalas de flores que caia. A moça logo percebeu na presencia de alguém que a admirava, voltou seu corpo graciosamente ficando cara a cara com aquele quem espelhou sua imagem no escarlate olhar.

Ele parou antônimo diante da beleza da moça. A graciosidade que transmitia seus longos cabelos negros era muito mas marcantes quando vira-a por completo. Sua pele branca parecia prateada a luz do luar, mantinha um velo de pureza e delicadeza, seus olhos desenhando pelos longos cílios que sobressaiam como asas, marcavam mas as duas pedras safiras que brilhavam como as estrelas do céu da noite. A pequena boca em forma de coração, tinha a cor delicada e sutil do róseo pêssego, mostrando a carnosidade presente… Subaru se sobressalto mentalmente, dentro de si, um estranho sentimento confuso, parecia mexer com seus órgãos mórbidos.

Subaru sentiu a vontades de sair correndo de ali, ele não sabia por que de aqueles sentimentos. Seu olhar percebeu conscientemente que a moça a sua frente o admirara da mesma forma, parecia confusa e também cativada pela beleza do vampiro, estranho e confuso era a pequena ligação que mantinha seus olhares, cada um sentia os sentimentos confuso do outro, mas suas faces se mantinham completamente longe do alcance de mostra isso.

Nenhum dos dois se atreveram a iniciar a conversa pois eram reservados e não se conheciam, porem, sem duvidas era o fato de que estavam supressos diante este encontro. Subaru foi o primeiro a quebra a conexão dos olhares, admirou o lado, mantendo sua aparência rígida e seria, engolindo a timidez diante a moça, já que não era dele ser o primeiro em inicia uma conversa ou se intrometer nela.

– Lamento o incomodo… — O murmuro saiu quase imperceptível, mas a moça mantinha a atenção nele fazendo-a perceber que ele se esfoçava um pouco para se amável.

– Não se preocupe, eu somente admirava a beleza da noite, não me incomoda para nada. – As palavras surpreenderam a Subaru, não pensava que ela seria tão amável com sua pessoa, quem ele própio considerava como desagradável para qualquer um.

Subaru elevou os olhos ao céu e contemplo-o embelezado, percebeu que algo havia mudado na paisagem noturna, o qual não fazia muito havia contemplado, se pergunto se seria a presencia damoça diante dele. Mantivesse então calmamente em silêncio, a moça permaneceu ao seu lado contemplava a noite assim como ele, os dois permanece em silêncio e nenhum entendia o por que de se sentirem algo incômodos, este sentimento era completamente incoerente.

Escuridão e Luz – Minha mentira.

“…Quando não esta por perto, eu estou entediado
porem, quando eu digo que me sinto só, somente riem de mim
eu somente continuo a contar as coisas que me restam
Que brilham intensamente e jamais desaparecem…”

My Truth – Risa Taneda

Ao mesmo tempo em que Subaru contemplava o luar junto à moça que ele considerou a personificação da noite, Mukami Kou quem tinha bastantes conhecidos em aquela festa, desfrutava realmente da festa, se sentia algo cômodo, pôs aquele era o âmbito dele Professional, por momentos ate se sentia cômodo para esquecer um pouco de seus problemas e até mesmo suas vontades de desaparecer.

Kou compartia uma boa conversa com algumas de suas fãs e também velhos conhecidos do mundo de celebridades. Sua mascara amável estava presente frente aquelas pessoas com que ele realmente não compartiam nenhum tipo de ligação real, tudo para ele era uma mentia, o seu mundo de celebridade era uma mentira, era sua própia ironia, seu própio ser que se fartava dele mesmo, como podia odiar mentiras e acabar vivendo uma? Uma pergunta constante que se fazia, mais seguia sem ser — respondidas.

Ele não se importava, era uma espécie de masoquismo própio, apesar de ser um sádico, também não podia mentir a si mesmo que seu masoquismo modo de trabalhar em um mundo de mentiras era um pretexto para se sentir bem com suas própias mentiras. A sociedade em si era uma mentira, seus olhos exclamavam a te o ponto de dar dor de cabeça nele.

– Mukami-san! É tão bom vê-lo de novo, poderia por favor fazer uma foto comigo? – Kou não se importa em pousa para uma foto com quem ele não reconhecia, apesar de lembrar a cara, continuo com sua amável mentira e engano-a fingindo que a conhecia.

– Kou, esta é a filha do senhor Tanaka, ela deseja conhecera-lo… — Os amigos modelos de Kou, levaram ele até a moça, esta tinha um aparente tímido, apesar de esconder suas segundas intenções, apesar de tentar em ressaltar sua beleza com o vestido, não parecia feito para ela, muito menos a deixava mais bela, Kou teve pena da menina, era apenas renome do que era seu pai que a tornava importante nos olhos alheios.

– É um prazer Tanaka-san… — Ele apenas seguiu o jogo, mostrou sua “poker face” e mostrou um sorriso encantador, o sorriso da celebridade, aquele Kou que denotava mentiras, um montão delas.

Ele havia sido ele uma vez, havia sido aquele Kou insuportável quem somente se interessava consegue mesmo diante de aquela por quem se apaixono. Em um primeiro momento ele duvidou por que tinha mostrado ante ela assim, foi realmente apenas o fato de ela ser a ‘Eva’? Não, Kou percebeu bastante tarde por que havia atuado de aquela forma, ele tinha uma grande esperança, tinha esperanças de que talvez ela seria a indicada, seria uma pessoa verdadeira com ele… Seria a pessoa que daria a segunda chance da vida, quem ele desejava abdicar.

Assim havia sido, uma chance mas, ela havia sido alguém que havia sido amável com aquele lado egoísta, com o ele egoísta. A humana o havia tratado de maneira mas sincera e verdadeira, a pessoa mais verdadeira que ele havia conhecido nunca. Mais ela não estava mas, somente restavam vestígios seus.

A face egoísta dele havia-se apegado a ela, ela havia sido sua luz ao fundo do escuro e negro túnel, como poderia confiar na vida? Como poderia confiar se existia realmente segundas oportunidades se havia perdido no único que confiou depois de tanto tempo sem confiar em nada mais.

Kou se encostava contra a parede, distante do público que o buscava incansavelmente, quantas mais mentiras se formavam em sua volta, mas começava a odiar este seu lado masoquista que havia escolhido este trabalho a ele. As mentiras eram como uma camada que prendia sua essência, prendia sua verdade e seu pretexto para tentar realmente viver com o que restava.

Contradito com um momento, se encontrava escondido do que em um primeiro momento resulto ate agradável para si mesmo, agora se tornava lâminas que se calvavam em todas as partes de seu oco e mórbido corpo. Kou tentava se manter de pé…

– É suficiente… — Murmuro para si, encostado na parede do que era uma zona para empregados, manteve a faca de prata apertada entre seus dedos da mão esquerda, sentia a dor pulsante por a lâmina causar cortes na superfície macia de seus dedos.

“Estaria realmente harto?” Por que ainda no momento no qual tinha claro que seria toda uma bonita mentira se mantinha em pé acreditando que ainda havia esperanças? O que ele esperava? Por que não cravava ele mesmo aquela faca no meio do seu peito e acabava por completo com aquela vida?

Em meio aos desesperados pensamentos de Kou, escutou uma adorável voz que cantava uma bela melodia, seus olhos ate então fechados e vazios, foram capasses de gravar as verdades em aquela melodia cheia de sentimentos. A pessoa que a cantava estava bem perto dele, mas ao lado esquerdo de onde estava.

As mãos de Kou tremeram e deixando a faca em uma pequena queda livre ao mesmo momento, o som delicado e forte encontrou o chão, fazendo a melodia que o havia cativado terminar em silencio. Os rápidos ecos de saltos foram ate o lugar em onde ele estava.

Kou sentiu medo, medo como se a pessoa que ia ate ele fosse descobri-lo completamente nu de cara a verdade ao que era. Sentiu sua mão tremer sem parar, vendo como o sangue pingava no chão, encima da faca… Ela, quem cantava a música, o descobriria? O que ele estava fazendo parado ali? – As perguntas fizeram ele permanecer em pausa, estava ali como se seu corpo inteiro estivesse congelado.

– Ah! Meu deus! Sangue! – Kou virou seu olhar bicolor a moça que havia abaixado a recolher a faca que ele mesmo havia deixado cair.

Estava completamente assustado e não entendia o por que. Seus olhos admiraram com curiosidade a moça que se erguiu diante dele, ao mesmo tempo seus olhares se encontraram: — Os dois seguraram o folego.

Kou contemplo cada pequeno detalhe de sua face… seus longos cabelos soltos, com o tipico decorativo de empregada bastante comum nas camareiras que ele avia visto aquela noite. Seus longos e lisos cabelos, caiam por suas costas sem dar a oportunidade no momento, para que Kou podesse dizer sua verdadeira longitude exata. Eram de uma cor negra como o carvão, deixavam a destaca seus lindos olhos brilhosos de uma cor rosea palida quase cinsa, as duas cores se misturava dando uma iluminação clara. Sua pele branca era marcia e se acemelhava a de uma boneca de porcelana, principalmente pela altura que tinha, notada por Kou como muito mais baixo do que ele esperava.

Em sua face estava comprimida uma total supresa, seus pequenos labios roseos transparetes, combinava em perfeita harmonia com suas bochechas que estavam prenchidas por brotres roseos quase da mesma cor que as flores de cerejos japoneses. Kou sentiu-se encatado ao ver a dona da voz, tão encantado que mal noto que fazia alguns minutos que os dois se olhava e quando o notou…

… Havia mostrado muito de si, muito mais do que esperava mostrar, mais uma vez caiu em um engano, escondeu todos os sentimentos anteriores e mostrou a sua outra cara: — Nem mesmo sua parte egoista era ele… Era uma completa mentira atraz da outra, quanta ironia…

– Você se cortou! – Apezar de que ele havia sido o primeiro a voltar em si, ela foi a primeira em reagir e se assutar diante ao ver as mãos ensaguentadas de Kou. Sem pensar, a moça pegou um pano que tirou do bolso de seu uniforme de ‘Maid’ e segurou a mão de Kou para poder ajudar-lo.

Foi a supresa mais grande em aquela noite para Kou. Ele não entendia o que estava acontecendo, mais sua mão seguia tremendo.

Estava completamente assustado e não entendia o por quê. Seus olhos admiraram com curiosidade amoça que se ergui-o diante dele, ao mesmo tempo seus olhares se encontraram: — Os dois seguraram o folego.

Kou contemplo cada pequeno detalhe de sua face… seus longos cabelos soltos, com o típico decorativo de empregada bastante comum nas camareiras que ele avia visto aquela noite. Seus longos e lisos cabelos caíam por suas costas sem dar a oportunidade no momento, para quê Kou pudesse disser sua verdadeira longitude exata. Eram de uma cor negra como o carvão, deixavam a destaca seus lindos olhos brilhosos de uma cor rósea pálida quase cinza, as duas cores se misturava dando uma iluminação clara. Sua pele branca era márcia e se assemelhava a de uma boneca de porcelana, principalmente pela altura que tinha, notada por Kou como muito mais baixo do que ele esperava.

Em sua face estava comprimida uma total supressa, seus pequenos lábios róseos transparentes, combinava em perfeita harmonia com suas bochechas que estavam preenchidas por brotes róseos quase da mesma cor que as flores de cerejeiras japonesas. Kou sentiu-se encantado ao ver a dona da voz, tão encantado que mal noto que fazia alguns minutos que os dois se olhava e quando o notou…

… Havia mostrado muito de si, muito mais do que esperava mostrar, mais uma vez caiu em um engano, escondeu todos os sentimentos anteriores e mostrou a sua outra cara: — Nem mesmo sua parte egoísta era ele… Era uma completa mentira atrás da outra, quanta ironia…

– Você se cortou! – Apesar de que ele havia sido o primeiro a voltar em si, ela foi a primeira em reagir e se assuntar diante ao ver as mãos ensanguentadas de Kou. Sem pensar, a moça pegou um pano que tirou do bolso de seu uniforme de ‘Maid’ e segurou a mão de Kou para puder ajudar-lho.

Foi a supressa maior em aquela noite para Kou. Ele não entendia o que estava acontecendo, mais sua mão seguia tremendo.

Notas finais
REVIEWS POR FAVOR! PRECISO DELES PARA VIVER xD Digam o que acharam! O que acharam do capitulo! Por hora sao duas, se eu fizer um capitulo com todas seria muito tempo... E bem, irao por listas das que me enviaram as fichas, vou dinzendo isso pq tem gente que ainda nao me enviu, se algo de aqui a dois ou 3 capitulos tenha que reabri algumas fichas se ninguem nao me diz nada ate sabado que vem, por favor se manifestem Ladys eles estao guardadinhos aqui!